Arquivo de agosto, 2006
31/08/2006 - 14:16
A celebração recíproca de Pedro Malan, Antonio Palocci e Maílson da Nóbrega, em seminário ocorrido ontem em São Paulo, é a própria elegia ao fracasso do país e ao sucesso de setores econômicos restritos. O grande final teria que ser mesmo a comprovação, hoje pelo IBGE, pelo 12o ano seguido, do “vôo de galinha” em que se transformou a economia brasileira, por mérito de ministros tão brilhantes. São incompetentes? Depende do ângulo que se analisa. Alcançaram plenamente seus objetivos de criar o mais prolongado período de benefícios ao capital não produtivo, às custas do sacrifício de toda a nação.
Autor: luisnassif - Categoria(s): Economia
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31/08/2006 - 09:01
A celebração recíproca de Pedro Malan, Antonio Palocci e Maílson da Nóbrega, em seminário ocorrido ontem em São Paulo, é a própria elegia ao fracasso do país e ao sucesso de setores econômicos restritos. O grande final teria que ser mesmo a comprovação, hoje pelo IBGE, pelo 12o ano seguido, do “vôo de galinha” em que se transformou a economia brasileira, por mérito de ministros tão brilhantes. São incompetentes? Depende do ângulo que se analisa. Alcançaram plenamente seus objetivos de criar o mais prolongado período de benefícios ao capital não produtivo, às custas do sacrifício de toda a nação.
Autor: luisnassif - Categoria(s): Economia
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30/08/2006 - 14:10
Coluna Econômica – 31/08/2006
No final dos anos 80, havia uma grande discussão entre as grandes redes de supermercados, sobre a melhor maneira de gerenciar as compras. A primeira mudança foi uma descentralização das compras. Argumentava-se que o gerente de cada unidade tinha muito mais sensibilidade para suas necessidades e para as oportunidades de compra do que um departamento centralizado. De fato, as compras centralizadas acabavam atrasando a reposição dos estoques ou entregando todos os produtos de uma vez, dificultando o giro das lojas. Por outro lado, a compra descentralizada dificultava o controle e o poder de barganha dos gerentes para conseguir bons preços.
Tudo se resolveu com a informatização. Com bons sistemas e processos, o departamento de compras passou a acompanhar o movimento de estoques de cada loja, as vendas, as necessidades, as particularidades. Comprava-se de forma centralizada, mas atendendo às especificidades de cada loja.
O Estado brasileiro -entendido como União, estados e municípiosé o maior comprador de remédios do país. A compra centralizada trazia os mesmos inconvenientes do sistema centralizado dos supermercados. Optou-se por transferir recursos para os municípios, para que cada qual adquirisse os remédios de acordo com suas necessidades. O resultado foi uma enorme disparidade de preços de compra, uma enorme dificuldade de controle, e reduzido poder de barganha dos pequenos municípios.
Com o uso inteligente da informática, um sistema centralizado de compras resolveria a questão. SUS (Sistema Único de Saúde), estados e municípios definiriam suas necessidades de medicamentos, e haveria um leilão reverso (aquele em que os vendedores vão disputando quem oferece o menor preço) que uniformizaria o preço por baixo.
No Seminário sobre “Distribuição de Medicamentos”, organizado pelo Projeto Brasil, foram apresentadas as seguintes dificuldades para a implementação desse modelo:
Risco de crédito: não há garantia para o vendedor de que irá receber o pagamento dos pequenos municípios e mesmo de alguns estados.
Qualidade do produto ofertado, já que há importação de insumos indianos, a preços baixos, mas com qualidade sofrível.
Ora, todos esses problemas já foram tratados pela Bolsa Eletrônica de Compras, criada em São Paulo na gestão Mário Covas. Os municípios só poderiam comprar remédios através de pregão eletrônico. Para tanto, teriam que prestar contas sobre seus estoques e suas necessidades. Em seguida, com o seu consentimento, o SUS bloquearia em um banco público os recursos que garantiriam sua participação no leilão. Na ponta vendedora, os produtos que seriam oferecidos teriam que ser certificados pelo INMETRO (Instituto Nacional de Metrologia) e vendidos através de empresas previamente cadastradas. Completada a compra, haveria a liberação imediata do pagamento para o vendedor, e a garantia de entrega imediata do medicamento para o comprador.
Dez anos atrás, uma proposta dessas pareceria ficção científica. Agora está tudo disponível, tecnologia, modelos bem sucedidos já implantados. Falta apenas capacidade de montar um projeto e levá-lo adiante.
Autor: luisnassif - Categoria(s): Economia
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30/08/2006 - 14:10
A ênfase do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso em induzir a campanha do PSDB para as denúncias contra o governo Lula, visa, no fundo, desviar o foco da atenção de dois pontos: a comparação entre os dois governos e a impossibilidade de criticar a política econômica de Lula -que acabou seguindo ao pé da letra o modelo de estabilização-com-estagnação gestado no próprio governo FHC.
São complicadas as comparações entre momentos diversos. Os defensores de FHC alegam que seu governo enfrentou várias crises internacionais, o de Lula nenhum. E o de Lula, em muitos pontos, avançou em cima do que foi plantado antes. No que tem razão, também. Além disso, a economia mundial foi um céu de brigadeiro na gestão Lula.
Na gestão FHC, entendia-se o país ser apanhado no contrapé pela primeira crise internacional (a do México). Mas, depois, com a Coréia, com a Rússia, com a Argentina foi demais. Depois da primeira crise, qualquer governante racional teria preparado o país para não ser afetado pela crise seguinte, resolvendo o ponto básico da vulnerabilidade externa. Nada foi feito, a não ser pelo Sr. Crise.
Em relação ao governo Lula, não houve crises internacionais e o PIB mundial cresceu de forma inédita. Mesmo assim, o país não conseguiu acompanhar a média mundial, menos ainda a média dos emergentes.
Por isso a discussão não sai do lugar. Nem Lula nem FHC têm o que defender, em termos de política econômica. O que ambos gostam de repetir é que deixaram o país melhor do que receberam. A comparação não é com o próprio país mas com outros países. Os dois deixaram um país, em termos relativos, muito pior do que receberam, na comparação com outros países.
Talvez um segundo governo Lula possa mudar o rumo da economia. Até agora, só se conseguiu vôo de galinha.
No fundo, viva o Sr. Crise, o único com capacidade de tirar o país de impasses como esse que já dura 12 anos.
Autor: luisnassif - Categoria(s): Economia
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30/08/2006 - 14:09
Ministros da Fazenda dos países do Mercosul começam a discutir a adoção da moeda única nas compras internas (clique aqui). Não se trata de unificar moedas mas procedimentos comerciais. Há dois caminhos em discussão: as CCRs (Convênios de Crédito Recíproco), onde o risco soberano é bancado pelos governos; ou uma câmara de compensação no âmbito das bolsas de mercadorias, onde o risco será privado.
Autor: luisnassif - Categoria(s): Economia
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30/08/2006 - 14:08
Mais dados de Marcelo Gouvêa Teixeira, Secretário da Saúde de Minas Gerais:
No último ano, o PAB (Plano de Atenção Básica), conjunto de medicamentos fundamentais previsto no SUS (Sistema Único de Saúde), consumiu 7% dos gastos com compra de medicamentos, ou R$ 290 milhões. Já os gastos com medicamentos de caráter excepcional, liberados por medidas judiciais, chegam a 22%, ou R$ 1,2 bi.
Autor: luisnassif - Categoria(s): Economia
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30/08/2006 - 14:08
Do Seminário “Universalização de Medicamentos”, do Projeto Brasil
Dados de Marcelo Gouvêa Teixeira, Secretário da Saúde de Minas Gerais:
Medicamentos mais vendidos no Brasil e,m faturamento
1. Viagra
2. Dorflex
3. Tylenol
Medicamentos mais vendidos em unidades:
1. Microvlar
2. Ncosaldina
3. Hipoglós
4. Rivotril
5. Buscopan Composto
Autor: luisnassif - Categoria(s): Economia
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30/08/2006 - 14:07
Do Seminário “Universalização de Medicamentos”, do Projeto Brasil.
Pedro Palmeira, Chefe do Departamento de Produtos Químicos e Farmacêuticos do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social), e responsável pelo Profarma (o programa de estímulo à indústria farmacêutica) sustenta que os dados sobre custos de desenvolvimento de novos medicamentos, divulgados por multinacionais (muitas vezes US$ 1 bilhão) são formas de desestimular a pesquisa em outros países.
Esse valor se refere a apenas alguns medicamentos fundamentais, que criam novas categorias terapêuticas. Há amplo espaço para avanços incrementais, que custam dezenas de vezes menos. Como o desenvolvimento de um novo fitoterápico por empresas brasileiras.
Autor: luisnassif - Categoria(s): Economia
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30/08/2006 - 14:06
Do inacreditável Grupo de Conjuntura do IPEA (Instituto de Pesquisas Econômicas Aplicadas), acerca da frustração do crescimento econômico, segundo o Estadão de hoje (clique aqui):
“”Às vezes as pessoas minimizam os resultados menos favorávis.Mas talvez sejam importantes. Ainda que saiam abaixo do esperado, talvez sejam importantes como alerta e como pergunta. Será que o Brasil já criou as condições para crescer mais?”. O autor é o economista do Ipea Estêvão Kopschitz.
Ou seja, aprecie o real até o limite da irresponsabilidade, mantenha os juros em níveis elevadíssimos, tire qualquer condição de crescimento da economia. Depois, diga que o país não cresce porque não tem condições para crescer.
Em outras áreas, o IPEA produz estudos relevantes
Autor: luisnassif - Categoria(s): Economia
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30/08/2006 - 14:06
A proposta do Metrô, de, alguma maneira, se beneficiar da valorização dos imóveis relacionada com sua expansão é perfeitamente legítima, desde que acompanhada da necessária contrapartida: o ressarcimento, por lucro cessante, das empresas prejudicadas pelas obras.
Nos anos 50, o grande planejador Rômulo de Almeida pensou em estratégia semelhante para a cidade de Salvador. A prefeitura desapropriaria terrenos em regiões mais abandonadas. Recuperaria a região, construiria conjuntos habitacionais e venderia as terras no entorno, se beneficiando da valorização. Os recursos seriam utilizados para novos projetos semelhantes.
Autor: luisnassif - Categoria(s): Economia
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30/08/2006 - 09:00
Coluna Econômica – 31/08/2006
No final dos anos 80, havia uma grande discussão entre as grandes redes de supermercados, sobre a melhor maneira de gerenciar as compras. A primeira mudança foi uma descentralização das compras. Argumentava-se que o gerente de cada unidade tinha muito mais sensibilidade para suas necessidades e para as oportunidades de compra do que um departamento centralizado. De fato, as compras centralizadas acabavam atrasando a reposição dos estoques ou entregando todos os produtos de uma vez, dificultando o giro das lojas. Por outro lado, a compra descentralizada dificultava o controle e o poder de barganha dos gerentes para conseguir bons preços.
Tudo se resolveu com a informatização. Com bons sistemas e processos, o departamento de compras passou a acompanhar o movimento de estoques de cada loja, as vendas, as necessidades, as particularidades. Comprava-se de forma centralizada, mas atendendo às especificidades de cada loja.
O Estado brasileiro -entendido como União, estados e municípiosé o maior comprador de remédios do país. A compra centralizada trazia os mesmos inconvenientes do sistema centralizado dos supermercados. Optou-se por transferir recursos para os municípios, para que cada qual adquirisse os remédios de acordo com suas necessidades. O resultado foi uma enorme disparidade de preços de compra, uma enorme dificuldade de controle, e reduzido poder de barganha dos pequenos municípios.
Com o uso inteligente da informática, um sistema centralizado de compras resolveria a questão. SUS (Sistema Único de Saúde), estados e municípios definiriam suas necessidades de medicamentos, e haveria um leilão reverso (aquele em que os vendedores vão disputando quem oferece o menor preço) que uniformizaria o preço por baixo.
No Seminário sobre “Distribuição de Medicamentos”, organizado pelo Projeto Brasil, foram apresentadas as seguintes dificuldades para a implementação desse modelo:
Risco de crédito: não há garantia para o vendedor de que irá receber o pagamento dos pequenos municípios e mesmo de alguns estados.
Qualidade do produto ofertado, já que há importação de insumos indianos, a preços baixos, mas com qualidade sofrível.
Ora, todos esses problemas já foram tratados pela Bolsa Eletrônica de Compras, criada em São Paulo na gestão Mário Covas. Os municípios só poderiam comprar remédios através de pregão eletrônico. Para tanto, teriam que prestar contas sobre seus estoques e suas necessidades. Em seguida, com o seu consentimento, o SUS bloquearia em um banco público os recursos que garantiriam sua participação no leilão. Na ponta vendedora, os produtos que seriam oferecidos teriam que ser certificados pelo INMETRO (Instituto Nacional de Metrologia) e vendidos através de empresas previamente cadastradas. Completada a compra, haveria a liberação imediata do pagamento para o vendedor, e a garantia de entrega imediata do medicamento para o comprador.
Dez anos atrás, uma proposta dessas pareceria ficção científica. Agora está tudo disponível, tecnologia, modelos bem sucedidos já implantados. Falta apenas capacidade de montar um projeto e levá-lo adiante.
Autor: luisnassif - Categoria(s): Economia
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30/08/2006 - 08:59
A ênfase do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso em induzir a campanha do PSDB para as denúncias contra o governo Lula, visa, no fundo, desviar o foco da atenção de dois pontos: a comparação entre os dois governos e a impossibilidade de criticar a política econômica de Lula -que acabou seguindo ao pé da letra o modelo de estabilização-com-estagnação gestado no próprio governo FHC.
São complicadas as comparações entre momentos diversos. Os defensores de FHC alegam que seu governo enfrentou várias crises internacionais, o de Lula nenhum. E o de Lula, em muitos pontos, avançou em cima do que foi plantado antes. No que tem razão, também. Além disso, a economia mundial foi um céu de brigadeiro na gestão Lula.
Na gestão FHC, entendia-se o país ser apanhado no contrapé pela primeira crise internacional (a do México). Mas, depois, com a Coréia, com a Rússia, com a Argentina foi demais. Depois da primeira crise, qualquer governante racional teria preparado o país para não ser afetado pela crise seguinte, resolvendo o ponto básico da vulnerabilidade externa. Nada foi feito, a não ser pelo Sr. Crise.
Em relação ao governo Lula, não houve crises internacionais e o PIB mundial cresceu de forma inédita. Mesmo assim, o país não conseguiu acompanhar a média mundial, menos ainda a média dos emergentes.
Por isso a discussão não sai do lugar. Nem Lula nem FHC têm o que defender, em termos de política econômica. O que ambos gostam de repetir é que deixaram o país melhor do que receberam. A comparação não é com o próprio país mas com outros países. Os dois deixaram um país, em termos relativos, muito pior do que receberam, na comparação com outros países.
Talvez um segundo governo Lula possa mudar o rumo da economia. Até agora, só se conseguiu vôo de galinha.
No fundo, viva o Sr. Crise, o único com capacidade de tirar o país de impasses como esse que já dura 12 anos.
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30/08/2006 - 08:59
Uma síntes da contribuição dos leitores:
Do leitor Rafael Spoladore
Search Engine Ordering https://addons.mozilla.org/firefox/2164/ : além de ordenar, permite também adicionar qualquer campo de busca de um site entre as opções de busca do firefox –
Adblock Plus https://addons.mozilla.org/firefox/1865/ : barra banners, frames e outros entulhos –
Flashblock https://addons.mozilla.org/firefox/433/ : basicamente, “pausa” todo flash em um site, colocando um “play”, ou seja, todos os flash só passam a aparecer quando você quiser (com opções de whitelist) –
CustomizeGoogle https://addons.mozilla.org/firefox/743/ : várias opções para melhorar o google, como links para busca na concorrência, retirada de adlinks etc -
Image Zoom https://addons.mozilla.org/firefox/139/ : para aumentar ou diminuir o tamanho de imagens.
Do leitor Emerson
FasterFox, Gmail Notifier, ForecastFox, Tab Mix Plus, Session Manager (é melhor que o Session Saver), Fetch Text URL, Adblock Plus (é melhor que o Adblock), PDF Download.
Do leitor Ivan Massocato
O Sothink SWF Catcher captura e salva os arquivos Flash existentes na página. A nave-mãe, o Sothink SWF Decompiler, faz o que o nome diz.
Do leitor Petardo
Fasterfox (acelera a performance do navegador); DownThemAll (gerenciador de downloads); All-in-One Gestures (comandos de navegação usando gestos com o mouse; absurdamente útil); FoxyTunes (controla tocadores de mídia direto no navegador; essencial para quem navega ouvindo música); Adblock (filtra anúncios indesejados); FireFTP (cliente FTP para o navegador); IE View (abre a mesma página no IExplorer); Image Zoom (zoom nas imagens); PDFDownload (gerenciador de arquivos PDF); Download Statusbar (controle de downloads sem abrir nova janela); Update Notifier (procura e notifica updates para extensões e temas); Tab X (acrescenta um pequeno botão de fechar a cada uma das abas); FoxLingo (tradutor para várias línguas).
Do leitor Ricardo Amaral
Mouse Gestures, UnZip, Video Downloader, Tab Mix Plus, PDF Download.
Autor: luisnassif - Categoria(s): Sem categoria
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30/08/2006 - 08:58
Como existem muitos Internautas “novidadeiros”, que tal enriquecerem o debate com sugestões das melhores extensões do Mozilla Firefox que utilizam em seu browser?
Minhas suggestões:
Gspace: que transforma o Gmail em um diretório virtual.
IETab: que transforma a aba em um similar ao Internet Explorer
New Sticky: que permite colar anotações em páginas web
SessioSaver: que permite salvar as abas abertas em seções
Autor: luisnassif - Categoria(s): Sem categoria
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30/08/2006 - 08:57
Ministros da Fazenda dos países do Mercosul começam a discutir a adoção da moeda única nas compras internas (clique aqui). Não se trata de unificar moedas mas procedimentos comerciais. Há dois caminhos em discussão: as CCRs (Convênios de Crédito Recíproco), onde o risco soberano é bancado pelos governos; ou uma câmara de compensação no âmbito das bolsas de mercadorias, onde o risco será privado.
Autor: luisnassif - Categoria(s): Economia
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30/08/2006 - 08:56
Mais dados de Marcelo Gouvêa Teixeira, Secretário da Saúde de Minas Gerais:
No último ano, o PAB (Plano de Atenção Básica), conjunto de medicamentos fundamentais previsto no SUS (Sistema Único de Saúde), consumiu 7% dos gastos com compra de medicamentos, ou R$ 290 milhões. Já os gastos com medicamentos de caráter excepcional, liberados por medidas judiciais, chegam a 22%, ou R$ 1,2 bi.
Autor: luisnassif - Categoria(s): Economia
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30/08/2006 - 08:56
Do Seminário “Universalização de Medicamentos”, do Projeto Brasil
Dados de Marcelo Gouvêa Teixeira, Secretário da Saúde de Minas Gerais:
Medicamentos mais vendidos no Brasil e,m faturamento
1. Viagra
2. Dorflex
3. Tylenol
Medicamentos mais vendidos em unidades:
1. Microvlar
2. Ncosaldina
3. Hipoglós
4. Rivotril
5. Buscopan Composto
Autor: luisnassif - Categoria(s): Economia
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30/08/2006 - 08:54
Do Seminário “Universalização de Medicamentos”, do Projeto Brasil.
Pedro Palmeira, Chefe do Departamento de Produtos Químicos e Farmacêuticos do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social), e responsável pelo Profarma (o programa de estímulo à indústria farmacêutica) sustenta que os dados sobre custos de desenvolvimento de novos medicamentos, divulgados por multinacionais (muitas vezes US$ 1 bilhão) são formas de desestimular a pesquisa em outros países.
Esse valor se refere a apenas alguns medicamentos fundamentais, que criam novas categorias terapêuticas. Há amplo espaço para avanços incrementais, que custam dezenas de vezes menos. Como o desenvolvimento de um novo fitoterápico por empresas brasileiras.
Autor: luisnassif - Categoria(s): Economia
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30/08/2006 - 08:53
Do inacreditável Grupo de Conjuntura do IPEA (Instituto de Pesquisas Econômicas Aplicadas), acerca da frustração do crescimento econômico, segundo o Estadão de hoje (clique aqui):
“”Às vezes as pessoas minimizam os resultados menos favorávis.Mas talvez sejam importantes. Ainda que saiam abaixo do esperado, talvez sejam importantes como alerta e como pergunta. Será que o Brasil já criou as condições para crescer mais?”. O autor é o economista do Ipea Estêvão Kopschitz.
Ou seja, aprecie o real até o limite da irresponsabilidade, mantenha os juros em níveis elevadíssimos, tire qualquer condição de crescimento da economia. Depois, diga que o país não cresce porque não tem condições para crescer.
Em outras áreas, o IPEA produz estudos relevantes.
Autor: luisnassif - Categoria(s): Economia
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29/08/2006 - 14:05
Um dos principais teóricos da inovação no país, ex-reitor da Unicamp, Diretor Científico da Fapesp, o professor Carlos Henrique da Brito Cruz foi o responsável pelas principais definições que ocorreram nos anos 90, sobre universidade, institutos e inovação.
Coube a ele delimitar claramente o papel da universidade (como formadora de pessoal), dos institutos de pesquisa (como pesquisa experimental) e das empresas (como agentes principais da inovação).
Membro do Conselho Temático de Inovação do Projeto Brasil (www.projetobr.com.br), Brito Cruz está preparando o programa de inovação de José Serra para o governo do estado. Na sabatina da Associação Paulista de Jornais (APJ) ontem à tarde, Serra considerou que o programa de Brito Cruz será sua principal aposta se eleito.
A idéia será criar uma Agência de Desenvolvimento, com uma perna na inovação, outra no financiamento, articulando todos os agentes envolvidos no processo: universidades, institutos, associações empresariais, Sebrae etc. Segundo Serra, o interior de São Paulo é uma pequena Europa, com potenciais enormes para serem explorados.
A propósito, repito nota que bloguei em 9 de junho, sobre as fraquezas de Alckmin:
“Segunda fraqueza: jogar fora oportunidades históricas”
“Em nenhum setor do governo FHC havia mais excelência do que na área de tecnologia e inovação. Quando começou o governo Lula, a área mais criticada era justamente o Ministério de Ciência e Tecnologia, com Roberto Amaral desmontando o trabalho do governo anterior.”
“Se tivesse visão de estadista, Alckmin teria convocado um Américo Pacheco, um Britto Cruz (reitor da Unicamp), um Vogt (presidente da Fapesp) e montado um sistema de inovação no Estado à altura de qualquer grande país europeu. São Paulo tem universidades excepcionais, institutos de pesquisa de ponta, uma instituição de financiamento da pesquisa exemplar, a estrutura da FIESP, do Sebrae. Um secretário com visão de futuro teria revolucionado a área”.
“Em vez disso, em um arranjo político interno, Alckmin nomeou para a pasta João Carlos Meirelles, um agricultor sem conhecimento do riscado. O resultado foi pífio. Não se soube de nenhuma articulação entre universidades, empresas e institutos patrocinada pelo governo do Estado”.
No site você encontrará a palestra de Brito Cruz no último seminário de inovação do Projeto Brasil, assim como link para seu trabalho.
Autor: luisnassif - Categoria(s): Economia
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29/08/2006 - 14:04
Tem razão o Clóvis Rossi, na coluna “Nossa Morte Anunciada” (clique aqui) comentando o suposto documento do PT de fortalecimento da mídia alternativa. Não há mais nem espaço nem razão para o aparecimento de novos jornais ou revistas impressos. A arena de luta do novo será através dos meios eletrônicos. As novas tecnologias permitem, pela primeira vez na história, furar a barreira de entrada no mercado. Antes, o investimento em gráfica, papel, na conquista de leitores já fidelizados pelos jornais e revistas existentes tornava quase impossível a entrada de novos concorrentes. Agora, não.
Para tanto, uma das grandes batalhas será a regulamentação da distribuição de conteúdo pelas teles. As emissoras abertas querem as mesmas regras exigidas para elas: maioria de capital nacional etc. Caiu a ficha da Casa Civil sobre as diferenças entre a infra-estrutura de transmissão e fornecimento de conteúdo. As teles se enquadram no primeiro caso, da transmissão, de infra-estrutura, e terão papel revelante para viabilizar a produção eletrônica independente. A produção é que precisa ser de capital nacional.
Autor: luisnassif - Categoria(s): Economia
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29/08/2006 - 08:51
A proposta do Metrô, de, alguma maneira, se beneficiar da valorização dos imóveis relacionada com sua expansão é perfeitamente legítima, desde que acompanhada da necessária contrapartida: o ressarcimento, por lucro cessante, das empresas prejudicadas pelas obras.
Nos anos 50, o grande planejador Rômulo de Almeida pensou em estratégia semelhante para a cidade de Salvador. A prefeitura desapropriaria terrenos em regiões mais abandonadas. Recuperaria a região, construiria conjuntos habitacionais e venderia as terras no entorno, se beneficiando da valorização. Os recursos seriam utilizados para novos projetos semelhantes.
Autor: luisnassif - Categoria(s): Economia
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29/08/2006 - 08:51
Não experimentei ainda o Internet Explorer 7, mas duvido que alcance o Mozilla Firefox, software livre. O modelo de extensões dele, desenvolvidas de forma aberta, é extraordinário. Tenho extensões que permitem clipagem de notícias, utilizar o Gmail como disco virtual, arquivar vários sistemas de abertura de abas, transformar uma aba Mozilla em compatível com o IE.
É um software campeão.
Autor: luisnassif - Categoria(s): Sem categoria
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29/08/2006 - 08:50
Coluna 30/08/2006
Um dos temas mais instigantes dos próximos anos, especialmente no Brasil, será o papel das novas mídias de opinião, concorrendo com a mídia tradicional. Nos anos 90, em que pesem inúmeros exageros cometidos com a espetacularização da notícia, a mídia brasileira tentava cultivar alguma forma de pluralismo. O desafio era atingir o mais largo espectro de leitores. Havia o esquerdista e o direitista de plantão, e uma cobertura supra-ideológica, cujo maior objetivo era conseguir repetir o feito da derrubada de um segundo presidente. Fernando Henrique Cardoso foi alvo dessas tentativas. Mas, a não ser na cobertura financeira e seu falso viés técnico, não havia um componente ideológico, apenas compromisso com o show. Calhava da esquerda petista e seus procuradores fornecerem o roteiro para o show.
Esse modelo prosseguiu com o atual governo, a partir do episódio Waldomiro Diniz. Mas a campanha contra Lula foi um divisor de águas por várias razões. A maior de todas é não ter conseguido nem derrubar nem afetar a popularidade do presidente fora do campo da opinião média midiática. É o fim de um ciclo de prestígio da mídia tradicional, que começou com a campanha das diretas e atingiu seu auge com a queda de Collor.
Havia denúncias graves a serem apuradas, é fato, mas a mídia cedeu a uma radicalização cada vez maior. O movimento do pêndulo saiu da diversidade anterior para uma gradativa homogeneização da análise, se deslocando para a direita. Mais que isso, assumindo um profundo corte ideológico que, não raras vezes, enveredou pelo preconceito social -em que pese, repito, a gravidade evidente de muitas das denúnciascom um viés de intolerância em alguns veículos impossível de se sustentar ao longo do tempo: cansa o leitor, esgota.
À medida que a campanha contra Lula avançava –e ele resistia–, criou-se um jogo de braço com perdas para todos os lados. Perdeu o governo Lula, pela resistência radical que passou a provocar na opinião média midiática; perdeu mais ainda a mídia em geral, por ter comprometido a diversidade de pensamento e a objetividade das apurações e análises. A homogeneização do pensamento acabou deixando ao relento fatias importantes do público, do leitor intelectualmente mais exigente àquele cujas preferências políticas deixaram de ser contempladas pelo conjunto da mídia.
Todo esse quadro se formou no momento em que a proliferação de blogs, na Internet, criou novos espaços de opinião. Antes, tinha-se o jornal dando a visibilidade a seus colunistas, emprestando parte de seu prestígio e recebendo, de volta, a agregação de mais leitores e prestígio. Com os blogs, o aval não é mais do jornal, mas é individual, do blogueiro.
Os blogs são apenas a parte mais visível de um processo de criação de novos centros de opinião, como grupos de discussão, fóruns, ONGs. E novos atores de peso entrando no jogo, como as empresas de telefonia e os portais.
Nos próximos anos, a mídia brasileira passará pelas maiores transformações da sua história. Os jornais que entenderem o processo continuarão no jogo.
Autor: luisnassif - Categoria(s): Sem categoria
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29/08/2006 - 08:49
Convergência Digital no Projeto Brasil
http://www.projetobr.com.br/Content.aspx?Id=720
Data: 13/09/2006 – Hora: 09:00
Local: Intercontinental Hotel
Seminário sobre Convergência Digital, com a presença do Ministro da Cultura Gilberto Gil
Autor: luisnassif - Categoria(s): Sem categoria
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29/08/2006 - 08:46
Em seus cinco anos de Febraban (Federação Brasileira dos Bancos) o economista Roberto Troster vestiu a camisa, comandou a torcida e deu um novo status ao Departamento Econômico da Federação. Participante assíduo do grupo “Tornos e Planilhas”, da Agência Dinheiro Vivo, sempre alimentou a discussão aberta e a tolerância.
Deu algumas declarações infelizes, assim como outro grande participante do grupo – o economista Júlio César Gomes de Almeida, hoje na Secretaria Econômica do Ministério da Fazenda. Sua saída da Febraban não o livra de continuar participando do grupo, e de ser considerado por todos como um grande praça.
Autor: luisnassif - Categoria(s): Sem categoria
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29/08/2006 - 08:45
A queda de qualidade no ensino em São Paulo não se deve à progressão continuada (o sistema que abole as repetências), mas à maneira como foi implementado.
A Secretaria da Educação não cuidou sequer de informar os professores sobre o Projeto de Lei que instituiu o sistema. Os professores foram informados apenas que a reprovação estava proibida. Sequer se cuidou de explicar as razões de tal política. Não havia acompanhamento pedagógico. As estatísticas melhoraram artificialmente, mas a qualidade desabou.
Essas conclusões são da doutoranda em Psicologia Escolar pelo Instituto de Psicologia da Universidade de São Paulo (USP), Lygia de Sousa Viégas, que acompanhou o projeto por dois anos. E constam da edição da próxima quinta-feira da Agenda Brasil – um projeto de discussão de políticas públicas que a Agência Dinheiro Vivo fornece para a Associação Paulista dos Jornais (que congrega os 16 jornais de maior tiragem do interior do estado).
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Recebo e-mail do jornalista Joaquim Maria Botelho — que, presumo, assessor da Secretaria da Educação (não tenho como confirmar pelo adiantado da hora) informando que os dois primeiros anos da educação continuada se deram na gestão de Rose Neubauer na Secretaria da Educação. De qualquer forma, a manutenção do programa passava por Chalita.
Autor: luisnassif - Categoria(s): Sem categoria
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29/08/2006 - 08:40
Tem razão o Clóvis Rossi, na coluna “Nossa Morte Anunciada” (clique aqui) comentando o suposto documento do PT de fortalecimento da mídia alternativa. Não há mais nem espaço nem razão para o aparecimento de novos jornais ou revistas impressos. A arena de luta do novo será através dos meios eletrônicos. As novas tecnologias permitem, pela primeira vez na história, furar a barreira de entrada no mercado. Antes, o investimento em gráfica, papel, na conquista de leitores já fidelizados pelos jornais e revistas existentes tornava quase impossível a entrada de novos concorrentes. Agora, não.
Para tanto, uma das grandes batalhas será a regulamentação da distribuição de conteúdo pelas teles. As emissoras abertas querem as mesmas regras exigidas para elas: maioria de capital nacional etc. Caiu a ficha da Casa Civil sobre as diferenças entre a infra-estrutura de transmissão e fornecimento de conteúdo. As teles se enquadram no primeiro caso, da transmissão, de infra-estrutura, e terão papel revelante para viabilizar a produção eletrônica independente. A produção é que precisa ser de capital nacional.
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Autor: luisnassif - Categoria(s): Economia
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28/08/2006 - 14:04
Coluna Econômica – 28/8/2006
Porque a sua vida está ruim, se diariamente aparecem manchetes falando em melhora da economia? É simples entender.
Na reunião do CEDES (Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social) de quinta-feira passada, o presidente Luiz Ignácio Lula da Silva defendeu o lucro dos bancos e salientou pesquisa recente, indicando que o setor produtivo conseguira rentabilidade maior.
Quando ele fala em setor produtivo, se refere às 180 maiores empresas, cuja rentabilidade motivou a notícia. O que bancos e as 180 maiores empresas têm em comum? Primeiro, o fato de, em geral, atuarem em ambientes cartelizados. Segundo, terem acesso a capital externo a um custo extremamente mais barato do que as linhas internas de crédito. Terceiro, terem recursos em caixa, que podem aplicar no mercado financeiro.
Quando se referem ao setor produtivo, tanto Lula quanto seu adversário Geraldo Alckmin têm em mente essas 180 empresas. Essa é a parte pior da herança de Fernando Henrique Cardoso quando, nos primeiros anos do Real, permitiu a divisão do país em dois: os com dólares e os sem dólares. O Brasil que conta é esse universo das grandes empresas que, sozinho, não compõe um todo.
O resultado foi a cartelização cada vez maior da economia, o aparecimento de grandes grupos na economia formal (o que foi bom), mas às custas dos concorrentes mais fracos; de grandes grupos na economia informal, o esmagamento de pequenas e médias empresas e o crescimento da informalidade, da criminalidade a níveis recordes.
O modelo, fundado em juros altos, câmbio apreciado, falta de oxigênio para pequenas e micro empresa, não fecha. E as estatísticas não revelam esse quadro. Quando se fala em aumento do emprego formal, está se analisando esse universo restrito das grandes corporações. Quando o dólar cai para R$ 2,10, as grandes empresas fazem antecipação das exportações, recebem, aplicam no mercado financeiro e conseguem, com a rentabilidade das aplicações, um câmbio equivalente a R$ 2,40. Já os pequenos, morrem. Com isso, vão sendo aplacadas as críticas dos setores influentes, e o país continua em marcha lenta.
Qualquer projeto de país não pode prescindir das micros, pequenas e médias empresas. São elas que completam a teia econômica, que garantem emprego, renda, revascularizam a economia e são fundamentais até para poder germinar grandes empresas no futuro. Ao seu asfixiamento, a economia responde com aumento da criminalidade, com limites de crescimento para o mercado interno, transformando cada movimento de crescimento em vôo de galinha.
Nesses anos todos, esse modelo imediatista, predador, da política monetária foi conquistando espaço com esse acomodamento provocado pela divisão de ganhos entre o setor financeiro e os grandes grupos da economia real. Ao celebrar os lucros dos bancos e das 180 maiores, Lula pensa estar falando de dois universos distintos. Não está. No Brasil, a divisão é entre grandes e pequenos.
Autor: luisnassif - Categoria(s): Economia
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28/08/2006 - 14:03
Mais uma rádioweb com programação sensacional de música brasileira: a rádio Funarte (clique aqui). Uma sugestão: entre no sistema de buscas e coloque Fabiana Cozza. Depois, ouça “Embarcação” (Francis Hime-Chico Buarque). Depois digam se exagerei quando a considerei uma nova Elizeth.
Agora estou ouvindo João Nogueira na rádio Funarte. Mas que baita sambista!
Autor: luisnassif - Categoria(s): Economia
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