Enquanto me preparo para pegar o avião das quatro da matina.
Na palestra, uma surpresa dos simpaticíssimos anfitriões. Convocaram um regional da Universidade para abrir o evento tocando o Hino Nacional em ritmo de choro.
Depois, tendo como solista uma moça ao bandolim, executaram “Remeleixo”, do Jacob do Bandolim.
O que não sabia – e que me foi motivo de orgulho íntimo – é que o regional se baseou na gravação do “Roda de Choro” – inclusive os improvisos de violão do Zé Barbeiro.
Tenho as melhores lembranças do Chico César por várias razões. Pelo impacto, quando descobri suas músicas. Pelo release de um de seus CDs, que me pediu para escrever. Mas, principalmente, pela maneira como tratava minha primeira caçulinha, a Luizinha. Onde a visse – com seus 10 ou 11 anos -, Chico parava tudo, chamava e ficava com ela debaixo do braço, como um talismã.
Baita intuição! Sempre que a barra estava pesada, tanto eu como a mãe da Luizinha tínhamos por hábito dormir abraçado com ela – isso desde os 5 anos. Acordávamos leves. Até hoje, é meu talismãzinho.
O que são sinais?
Houve um dia que meu corpo se esticou no sofá
E meus olhos brilharam em viagens ao longo das histórias de filmes antigos.
Houve um dia em que nossos olhos se encontraram
No escuro do carro, na reta negra da estrada à noite.
No dia seguinte meus sapatos eram cor de rosa…
Houve um dia em que meus gritos cortaram a noite garoenta
E no dia seguinte a aurora era mais vermelha.
Houve um dia em que acordei e teus olhos abertos deslizavam sobre mim, dormindo, calma, em paz.
Nessa manhã a angústia não habitou teu peito.
O que são sinais?
Houve um dia que dentro do meu corpo fundiste teu espírito com as nuvens do céu
E, abrindo meus braços, te ensinei o caminho do mar.
No dia seguinte teus olhos eram claros.
E meu sorriso ficou maior.
Todo teu corpo, como a natureza, está lotado de sinais, inscritos, escrituras, pistas, caminhos, mensagens….
Me adestro cada dia e cada noite na decifração de cada sinal que me leva ao gosto/gozo da tua risada,
Cada pista que me leva ao lugar que guardo para ti, para te guardar.
Para quem lê espanhol, a Casa de las Américas tem uma página interessante na internet. Por exemplo, uma entrevista com a Nobel de Literatura Herta Müller.
“Herta Müller es la duodécima mujer premiada con el Nobel de Literatura: “Espero recuperar el habla pronto”, agregó la poetisa que dejó atrás a todos los favoritos para alcanzar el galardón.”
O Prêmio Literário Casa de las Américas de 2009, literatura brasileira, foi concedido a Lêdo Ivo pelo seu livro de poesias “Réquiem”, editora Contra Capa.
Uma das poesias dele:
“Agora o silêncio do mundo lacra a minha alma.
O róseo raio da rósea alvorada
aponta para a noite escura.
De mim mesmo afastado pela morte,
essa concha que não guarda o barulho do mar,
é aqui que termina, na lama negra dos maceiós,
o meu longo caminho entre dois nadas.”
Coisa 1: Quem sabe inauguramos uma área onde os freqüentadores e parceiros do Portal nos contem quais os 5 livros que mudaram suas vidas? Seria legal!
Ainda mais de em 2000 toques explicassem como e porquê cada um deles….blablabla… tipo uma resenha pessoal!
Coisa 2: Já que ninguém se mexe e indica o perigoso, fica aí um tema conhecido (cheio de notas e invenção) com o Sylvain Luc…se gostarem, vale uma resenha de um disco dele?
Legal seria todos comentarem, ou, até falarem dos 5 discos seus, né?
Comentário
Clique aqui para ir na página do Fórum aberta para esta discussão.
Penso que a área não deveria ser de crítica, mas tipo um “confessionário”…rs… mais que tudo, aqui registrado ficaria o ” perfil da moçada”, alem da possibilidade de todos caçarem, ou não, “nossos discos e livros…e nada mais”…rs
Sem a presenca da Funai e dos misssionarios um novo tempo inicia-se na aldeia. Esperanca, perspectivas de futuro melhor toma conta daquela comunidade. Indescretivel.
As mulheres que vinham praticando silenciosos abortos para nao oferecerem seus fillhos a escravidao, a um mundo totalmente ameacador, incerto, comemoravam agora suas enormes barrigas. A vida voltava.
Este foi, talvez, o sintoma mais visivel da mudanca.
Que tal discutirmos, pois eu acho que esta é uma tendência que vai se acelerar na próxima década:
“Imigrantes africanos seguem para América Latina
Plantão | Publicada em 20/11/2009 às 09h25m
Reuters/Brasil Online
Por Luis Andres Henao
BUENOS AIRES (Reuters) – Escondidos em navios de carga e incertos sobre aonde a perigosa viagem os levará, um número cada vez maior de imigrantes africanos chega à América Latina à medida que os países europeus intensificam o controle de suas fronteiras.
Morreu na madrugada desta sexta-feira (20), no Rio de Janeiro, Herbert Richers. O ex-produtor de cinema e dono do estúdio de dublagem mais famoso do Brasil é conhecido por muitos pela frase “versão brasileira Herbert Richers”
Um pouquinho de paciência que só agora cheguei no hotel. Tinha um monte de comentários pendentes. Alguns, liberei pelo celular. Mas só agora vou liberar o grosso dos comentários.
notei certas misturas de conceitos no texto do Washington Barbosa. ou notei errado?
GESTÃO PÚBLICA É DIFERENTE DE ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA.
existe pontos coincidentes, mas muitos outros divergentes.
Administrador e gestor são conceitualmentes diferentes. Gerir é um pouco mais que administrar, significa mudar os paradigmas teoricos e conceituais.
Aministrador seria o instrumento de realização da vontade do legislador, sem espaço para liberdade. Já o gestor goza de maior liberdade e preocupa-se com resultados e nem sempre será funcionario público
Do gestor exigem resultados, podendo ser o agente político que goza de autonomia funcionais para desempenho de suas atribuições administativas, dentro de padroões mais amploas de discricionalidade, como pode ser alguém contratado pelo setor publico para implementar políticas públicas, ou pessoas concursadas com posição de alta responsabilidade.
Gestao é cumprir metas e objetivos, fazendo negociações quanod nescessarias para alcança-las. O administrador não, preocupa-se em somente cumprir o processo formal da tomada de decisão entre outras muitas diferenças
mais sobre o assunto: Revista eletronica sobre a reforma do Estado, o link: clique aqui.
Então ao falar sobre a gestão do CNJ, mostra-se que não eh nescessario utilizar novos sujeitos dentro da estrutura do judiciario, mas nescessario a especialização do mesmo. Seria interessante ter um orgão de gestao com comando próprio para gerir o Poder Judiciario, seria uma especie de corregedoria, mas com a função de gerir e não fiscalizar.
Muito bom lerem, mostra clamaramente a diferença entre gerir e administrar um ente público
Na terça, à noite, Lula tomou a iniciativa e ligou para a casa da família de Caetano. “Atendi e do outro lado veio a mensagem da secretária: “Boa noite, é do gabinete do presidente, ele queria falar com a dona Canô”, relata Rodrigo, que atendeu a ligação. ” Passei para o quarto, onde minha mãe estava”. De acordo com ele, a ligação durou “pouco mais de cinco minutos”. Lula disse que soube que dona Canô queria falar com ele e quis tranquilizá-la, “não fique chateada, não fique preocupada, porque gosto muito da senhora e gosto do Caetano também”, disse, de acordo com Rodrigo. “Está tudo bem, essas coisas acontecem”. O presidente também manifestou o desejo de “dar um abraço” na matriarca hoje, quando estará em Salvador para participar das comemorações do dia da consciência negra. ” Minha mãe foi dormir mais tranquila e emocionada”, diz Rodrigo, que disse não saber se será possível promover o encontro entre o presidente e ela. ” Agora, definitivamente, esse assunto está esclarecido com todos as partes e encerrado.
A Folha “descobriu” que empresas patrocinadoras do filme do Lula têm algum tipo de negócio com o governo. São algumas das maiores empresas brasileiras, como Volkswagen, OAS, JBS Friboi, Odebrecht, e assim por diante. E por “negócios” entenda-se desde compras irrelevantes do governo (R$ 31 milhões que a VW vendeu ao Ministério da Defesa) até obras, financiamentos do BNDES, incentivos fiscais, prestação de serviços.
Pergunto: qual empresa brasileira, dentre as 50 maiores, não têm nenhum negócio com o governo? Abaixo vai uma relação das maiores empresas privadas não-financeiras. Aponte uma que não tenha negócios com o governo. Aliás, pode incluir nesse pacote a Abril (que vende assinaturas e livros didáticos para o MEC), a Globo (através da Fundação Roberto Marinho e dos contratos de publicidade), a Folha (que recebe publicidade oficial, como os demais órgãos da imprensa).
Seria um furo se descobrisse algum grande grupo sem negócios com o governo.
Sete das 17 empresas que ajudaram a bancar o filme receberam R$ 407 milhões neste ano em contratos com o governo
Outras cinco financiadoras da obra sobre a vida de Lula obtiveram financiamentos do BNDES; empresas dizem não ver problema em ajuda
RUBENS VALENTE
DA REPORTAGEM LOCAL
PAULO GAMA
DA REDAÇÃO
A maior parte das 17 empresas patrocinadoras do filme “Lula, o Filho do Brasil”, que deve entrar no circuito comercial em 1º de janeiro, mantém negócios com os ministérios e bancos do governo federal. Apenas em 2009, sete dessas empresas receberam cerca de R$ 407 milhões em pagamentos diretos da União por conta de obras, aquisição de equipamentos e outros serviços.
Um dos maiores disparates, na avaliação da taxa de câmbio, é considerar que dólar mais desvalorizado aumenta os investimentos, por baratear as importações de máquinas.
Em artigo recente, a colunista Mirian Leitão – de O Globo – entrevistou o economista Affonso Celso Pastore, que saiu-se com essa jóia do pensamento de planilha:
— No Brasil, a formação bruta de capital fixo é muito dependente das importações. As importações se elevam com a valorização do câmbio real, e isto significa que esta valorização reduz o preço relativo das máquinas importadas, que são fundamentais para a realização dos investimentos — disse.
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Vamos entender o significado desse “reduzir o preço relativo”. O professor confundiu o conceito do preço absoluto e relativo e a colunista não percebeu.
Quando decide sobre um novo investimento, a questão mais relevante para o empresário não é o valor da máquina em si (o preço absoluto), mas a relação entre o valor da máquina e o que ela gerará de lucro adicional (o preço relativo).
Em um exemplo simples:
1. Uma empresa adquire uma máquina importada por R$$ 1 milhão e com ela gera um lucro anual de R$ 200 mil. A relação entre o lucro e o investimento é de 1/5. Simplificadamente, significa que ele levará 5 anos para amortizar a máquina.
2. Ai o dólar cai de R$ 2,00 para R$ 1,70 e o valor da máquina cai para R$ 700 mil. Mas como a empresa é exportadora, a queda do dólar reduz seu faturamento para R$ 100 mil. A relação lucro/investimento subiu para 7 vezes. Ou seja, em termos relativos a máquina ficou mais cara, porque passou a exigir mais anos de lucros para ser amortizada.
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Vamos para um modelo mais complexo.
1. A empresa adquire uma máquina por US$ 10 milhões, com financiamento de 10 anos de prazo e 12% ao ano. O valor anual da prestação será de US$ 1.770.000. Com o dólar a R$ 2,00, serão R$ 3.540.000 por ano.
2. Com essa máquina a empresa faturará R$ 30 milhões por ano, 60% no mercado interno (R$ 18 milhões), 40% nas exportações (R$ 12 milhões ou US$ 6 milhões, com o dólar a R$ 2,00). A margem de lucro seja de 15% e o custo de produção respectivamente de R$ 15,3 milhões para a produção interna e R$ 10,2 milhões para a externa.
3. Tirando o custo da produção, o lucro final será de R$ 4,5 milhões – R$ 2,7 milhões nas vendas internas e R$ 1,8 milhão nas externas. Como o valor da prestação anual é de R$ 3,54 milhões, a operação renderá ainda um lucro de R$ 960 mil, depois de amortizada a prestação.
Agora, suponha que o dólar caia para R$ 1,70.
1. O valor da prestação (em reais) cairá de R$ 3,5 milhões para R$ 3 milhões – uma economia aparente de R$ 500 mil.
2. No entanto, o faturamento das exportações cairá de R$ 12 milhões para R$ 10,2 milhões. Como o custo de produção das exportações ficou em R$ 10,2 milhões, as exportações não geraram lucro algum.
3. Como consequência, o lucro total gerado pela máquina caiu de R$ 4,5 milhões para R$ 2,7 milhões, ficando inferior ao valor do financiamento. Em termos relativos, ficou inviável a aquisição da máquina, mesmo com a redução do seu preço em reais.
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Por aí fica demonstrada essa falácia do preço absoluto do equipamento. O real apreciado pode baratear máquinas, mas desestimula investimentos.
Depois que Otávio Frias Filho assumiu a Folha – com a morte de Otávio Frias de Oliveira – a Folha se transformou em uma mixórdia ideológica e editorial.
Antes, cultivava uma espécie de anarquismo de centro-esquerda. Atacava todos mas, nos grandes temas, adotava uma posição que se poderia chamar de progressista. Era uma anarquia previsível e aceita por seus leitores.
Com o afastamento do seu Frias, Otavinho decidiu atrelá-la ao pensamento neocon e ultraliberal – vinte anos depois da onda neoliberal ter começado e quando já estava em fase agônica. Terceirizou sua linha editorial para a Veja.
As consequências estão aí, nesse editorial sobre a votação do Supremo.
O STF conclui que a decisão de extraditar ou não é um ato de vontade do Executivo. Simplesmente se curva ao que a Constituição determina. Aliás, talvez Otávio não saiba, mas o STF é o guardião da Constituição. E mesmo nessa composição medíocre atual, a maioria decidiu acatar a Carta Magna.
O que diz o editorial da Folha?
O Supremo diz, simplesmente, que Lula não está obrigado a cumprir a extradição. Pode recusar-se a entregar o extraditando num ato de pura, e ilimitada, discricionariedade. Num passe de mágica, transfere-se a instância julgadora da extradição -papel que a Constituição reserva ao Supremo- para a Presidência da República. A corte máxima de repente se torna um órgão meramente consultivo nessa matéria, contrariando sua tradição centenária de decidir as questões, produzindo efeitos necessários de suas manifestações.
Ou seja, centenas de parlamentares se reúnem e votam uma Constituição, marco legal da República. A Constituição diz que cabe ao Chefe do Executivo a decisão de determinar ou não a extradição. E o editorial da Folha diz que essa determinação – que é da própria Constituição – contraria tradição centenária do STF decidir questões que, segundo a Constituição, não estão entre suas atribuições. Autêntico samba do rábula doido.
Poderia ter explorado esse ridículo do STF deliberar sobre a extradição e concluir que sua deliberação nada vale. Que nada! A Folha é incapaz de analisar isoladamente o princípio constitucional independentemente do personagem Battisti. E transmuda-se, de líder do mercado de opinião, em apenas um boneco de ventríloquo dos slogans neocons.
Câmara rejeita substitutivo à PEC do Foro Privilegiado
O Plenário rejeitou o substitutivo da comissão especial à Proposta de Emenda à Constituição 130/07, do deputado Marcelo Itagiba (PSDB-RJ), que acaba com o foro privilegiado de autoridades nos casos de infrações penais e determina a criação de varas especializadas para análise dos crimes de responsabilidade.
Somente 260 deputados votaram a favor da matéria, número bem abaixo do quórum mínimo de 308 votos necessários para aprovar o texto.
Segue o link com a lista dos votantes por partido: clique aqui.
* * *
É particularmente interessante a orientação das bancadas: PSDB, DEM e PV, enquanto partidos, foram os únicos que orientaram o voto contra o fim do foro privilegiado para autoridades em matéria penal.
Um belíssimo instrumento de pesquisa que permite acompanhar em tempo real o crescimento populacional de cada país, nascimentos e mortes, emissão de Co2 inclusive per capita.
Mato Grosso, mesmo sob o efeito da crise do agronegócio, manteve ritmo chinês e registrando a maior expansão do PIB no Brasil
MARIANNA PERES
Da Editoria
Mato Grosso vivenciou um ritmo de crescimento chinês em 2007, tornando-se naquele ano o Estado cuja economia mais cresceu. Dados divulgados ontem pelo IBGE mostram que toda a riqueza de Mato Grosso ficou 11,3% maior em 2007 comparando-se com o ano anterior. No mesmo ano, a China, o país de economia mais pujante no planeta, avançou 11,9%.
Mais do que crescer a taxa chinesa, a performance de Mato Grosso se destaca duplamente, pois no ano anterior o PIB havia recuado 4,6%, em razão da crise no agronegócio estadual, desencadeada pelo desequilíbrio entre receita e despesas do custo de produção. “Além de recuperar o que perdemos em 2006, ficamos no mesmo patamar de crescimento da China. Crescimento fora do comum e ainda manteve percentual praticamente duas vezes a mais que o PIB nacional”, aponta o secretário de Estado de Fazenda, Éder Moraes.
Nassif, por que não apresenta os prós e contra do projeto do Pain recentemente aprovado por comissão na Câmara. São tanas mentiras que ficamos sem saber qual é a mais convincente. Afinal vai ou não vai quebrar a previdência ? Ou se quiser, o FHC deu uma dentro?
Feriado em São Paulo e eu pegando o avião para João Pessoa – cidade que me traz lembranças inesquecíveis, principalmente devido a uma pessoinha que me acompanhou por lá seis anos atrás.
Eu lembro que uma vez que eu tinha 5 anos eu fui viajar com o papai. Ele ficava coexistindo muito com os eletronicos. Como ele não me ouvia eu peguei uns papeis e durex e colei no computador do papai. Tava escrito ” papai, fala comigo” no outro tava escrito ” papai, pode ir pra praia” e no outro tava escrito ” papai, pode tomar sorvete”. Mas ai o durex acabou. Então eu coloquei no teclado. Depois ele começou a rir. E ele fez um livrinho com uns 20 bilhetinhos.
Comentário
Sei que pode parecer excesso de Bibi. O problema é que ela viajou e vai passar doze dias fora, deixando um pai carente por aqui.
Pensei postar amanhã, mas como o acesso está difícil…
Como é do seu conhecimento, o maior acontecimento político-partidário do Brasil, que é a renovação geral da direção do PT a nível nacional, regional, municipal e zonal, vai se dar no próximo dia 22, domingo, através do seu PED envolvendo mais de 1.000.000 de militantes em todo o País áptos a votar, sendo 6 os candidatos à presidência e, fato interessante, 8 chapas disputando os rumos do Partido!
A propósito, e considerando sua proximidade geográfica com as fontes, é possível nos ajudar a entender melhor esse acontecimento com um comentário e a participação de alguém do Partido, que o pense coletivamente e não do ponto de vista de alguma tendência, em particular?
Tres questões que já coloco: 1) Por que as correntes no PT e no que se diferenciam? 2) Como entender 6 candidatos e 8 chapas, e o que elas significam de fato? 3) Como ocorre a acomodação de tantos antagonismos após o processo?
Nascido na Itália, em 1941, o pesquisador da Coppe, Giuseppe Bacoccoli, se mudou para o Brasil com sua família, em 1957, acompanhando seu pai que era engenheiro e veio trabalhar no Rio de Janeiro. Naturalizou-se brasileiro, em 1969, e atuou por 34 anos na Petrobras. Na Coppe, ingressou no ano 2000, no Laboratório de Métodos Computacionais em Engenharia (Lamce) da Coppe. O pesquisador, um dos maiores especialistas do país em exploração e produção de petróleo e gás, se revelou um dedicado mestre. Adorava discutir com seus alunos projetos e estudos que resultariam em teses de doutorado e dissertações de mestrado. Afinal, tudo envolvia o seu tema favorito: o petróleo.
Introdutor do jornalismo de serviços e do jornalismo eletrônico no país. Vencedor do Prêmio de Melhor Jornalista de Economia da Imprensa Escrita do site Comunique-se em 2003, 2005 e 2008, em eleição direta da categoria. Prêmio iBest de Melhor Blog de Política, em eleição popular e da Academia iBest.