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03/09/2009 - 15:11

Reading Fest Extravaganza, Belchior e Vanusa, Vagner Love, Sonic Youth e/ou Snow Patrol, vídeo do Yeah Yeah Yeahs, Nick, Hornby, Summer e Tarantino (título provisório)

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* Popload em Reading. Popload em Londres. E, ufa, Popload em São Paulo.

* Lá e cá, risonho e… lííííímpido.

* Costas, check! Joelhos, check! Pernas, check! É, voltei inteiro.

* Soube na volta que acharam o Belchior, o “nosso Richey Edwards” (Manic Street Preachers). Com a diferença que o Belchior foi encontrado no Uruguai três meses depois de “desaparecer”, enquanto o Richey sumiu em 1995, foi “visto” desde o México até a Grécia e por fim foi declarado morto no final do ano passado. Só que agora, parece, o Brasil está envolvido com outro mistério pop: onde anda a Amelinha?

* Poploadmania. Think less but see it grow. Like a riot, like a riot, oh! I’m not easily offended.

* Lembra que eu falei que eu não achei a camiseta Reading-Oasis tipo a do Glastonbury-Michael Jackson? Então… Achei!

* QUEM NO PLANETA TERRA? – Antes de falar de lá, um papinho sobre aqui?
1) Eu sei que não dá para confiar em argentinos na semana de Brasil x Argentina
2) Tirando o Primal Scream, a gente acertou todos os nomes gringos da escalação do festival Planeta Terra até agora.
Posto isso, venho dizer o seguinte. Me bateram da Argentina que o headliner do PT 2009 pode sair destes dois nomes, ambos fortemente em negociação com os hermanos: Sonic Youth e Snow Patrol.
Kataplááá!!!
O primeiro é o primeiro, em atual gás de dar inveja os meninos do Bombay Bicycle Club, a atual banda mais energética do planeta.
O segundo, inédito no Brasil, e de um certo passado indie glorioso e em um atual perigoso caminho ao mainstream-novela das oito, devo confessar: eu gosto. Tudo bem?

* E OS MAIORES NO MAIOR DOS READING FORAM… – Vou dar uma geral neste post sobre o que está sendo considerado o maior dos últimos Reading Festival. Mais gente (150 mil), melhor escalação (Radiohead, Arctic Monkeys, Kings of Leon como headliners), melhores veteranos (showzaços de Faith No More, Prodigy, Ian Brown), maiores novidades (Big Pink, Bombay Bicycle Club, La Roux, The XX). Sobre o que eu vi, o que eu li, escutei, o que perguntei aos amigos, vou dizer quem foi os melhores, em um ângulo pessoal ou puxando para tal.

Antes, queria dizer, mesmo correndo o risco de parecer metido, arrogante, exibido e tal, que… Quem matou a pau, tenda absurdamente lotada, pista dançando do começo ao fim, clima total de festa, todas as músicas sendo gritadas, foi uma certa atração do último Popload Gig.


“Hellooooo, Reading. We are the Friendly Fires and you are the incredible second best audience we’ve played this month”

Mas então. Meu Top 5 de sete bandas do Reading 2009 foi:

1. Radiohead
2. Friendly Fires
3. Passion Pit
4. Big Pink e La Roux
5. Gossip, The XX

(1) É aquilo que a gente viu. Show lindo para os ouvidos e olhos. Mais modern jazz, electrojazz que indie ou rock, embora o começo com “Creep”, para os ingleses que não viam a banda tocá-la há séculos, foi matador. Vi só uma hora de show, pelos motivos óbvios, e porque ali do lado ia começar a La Roux.
(2) Foi a catarse coletiva já citada. E, independente de qualquer coisa, pensa: umas 10 mil pessoas gritando para uma banda que tocou há algumas semanas para 1000 no Circo Voador e 500 no Studio SP.
(3) Foi meu terceiro Passion Pit ao vivo. Uma no Sxsw, show cool mas caótico, bagunçado mesmo de banda parecendo tocar pela segunda vez na vida. Outra abrindo para o Franz Ferdinand em Londres em julho, show burocrático e chato, até. E esta no palco dois do Reading, abarrotado, vibe incrível, uma música boa atrás da outra.
(4) Big Pink começou irregular, como é o disco. Viajante sem sair do lugar, shoegaze mais climático que climáááático. Aí começaram a carregar na eletronice, a guitarra subiu, a atmosfera começou a ficar pesada e densa e pesada e densa… O final com as mágicas “Velvet” e “Dominos” matou. Como dizem no twitter, morriumpouquinho. A La Roux no mesmo palco, mas num outro dia e contexto, joga com o jogo ganho. A galera AMA a moça, canta tudo, eletropop quase vagabundo mas com muito charme, com uma parte chatinha, outra sensacional. Não há meio-termo. Mas as boas, tipo “In for the Kill”, “Bulletproof”, “I’m Not Your Toy”, “Quicksand”, fazem o local em que ela toca o melhor lugar do mundo para estar.
5) O Gossip é aquilo. Beth Ditto despachada, enlouquecendo num crescente, clima de show para amigos, músicas novas bem boas ao vivo, músicas “velhas” absurdas e o final com “Standing in the Way of Control” para o mundo acabar. A “nova sensação” XX é uma delícia ao vivo, para uma banda tão parada. Mistura de Cure com Pixies, jogralzinho ele-ela na medida, banda que explora os minimalismos quase silêncio com uma genialidade absurda para ver em um grupo tão novo. Thom Yorke deve adorá-los.

* ISTO FOI O READING:
- Outros shows bem bons: Horrors, Kings of Leon, Metronomy, Yeah Yeah Yeahs (perfeito se não fosse no palcão principal), Bombay Bicycle Club e, acredite, Bloc Party (a parte que eu vi).
- Show que confundiu: Arctic Monkeys. Na hora, achei alguns momentos bons, outros burocráticos. Ninguém muito empolgado com as músicas novas. Mas na hora em que ouvi, depois, no especial da Radio One, achei muito bom.
- Show que não rolou de jeito nenhum: Kaiser Chiefs.
- Show que eu não vi, mas amigos acharam o máximo: Faith No More, Florence & the Machine, White Denim, Dinosaur Pile-Up e… Them Crooked Vulture, a banda do Josh Homme + Dave Grohl + John Paul Jones que tocou de surpresa, sem ser anunciada, no palco 2, tipo sábado 4 da tarde.
- Várias: “Sex on Fire”, do Kings of Leon, e “When the Sun Goes Down”, do A.Monkeys, foram as duas músicas mais absurdamente cantadas alto pela galera no Reading. Parece que no Faith No More teve uma par delas. E “Death”, do White Lies, teve lá sua glória; Popload e a moda: camisa xadrez que um dia foi grunge e hoje é folk foi tendência. Pintura na cara teve mais no Reading deste anos do que quando o Collor sofreu impeachment. O “must” era fazer bigodes e focinho de gato no rosto. Homem e mulher. No show do Bombay Bicycle Club, pensei que ia rolar esmagamento de pessoas. Ou, pior, de adolescentes. Quando você achava que não havia espaço para mais ninguém, lá vinha uma orda de 20 teens raivosos querendo chegar perto do palco. Foi assim da primeira à última música. Medo.

* O READING 2009 EM TRÊS VÍDEOS
1) Beth Ditto fazendo dancinha na explosiva “Jealous Girls”

2) Um vídeo “especial” para “Heads Will Roll”, do Yeah Yeah Yeahs

3) A sensação Big Pink, japa girl na batera, mandando “Velvet”

* Mais Reading, com outros vídeos e fotos, logo mais.

* ALL YOU NEED IS (VAGNER) LOVE – Sumiço do Belchior, fim do Oasis, Reading Festival, disco novo da Scarlett Johansson, Popload em Londres? Nenhuma notícia pop foi tão importante nos últimos dias do que a contratação do Palmeiras para o campeonato brasileiro: o Vagner Love, o craque do amor, que passou cinco anos entre as russas e agora deve estrear sábado no Palestra Itália.
Além de uma Copa da UEFA e duas taças do Russão (?!?!), o atacante traz na bagagem a inspiração para duas bandas europeias batizadas com seu nome. A primeira é de Manchester e se chama isso mesmo, Vagner Love. A segunda é uma espécie de Village People alemão-anos-2000 e é batizada de Wagner Love, com W. Eu e meu amigo do Planalto, o Eduardo Palandi, somos os fãs oficiais brasileiros de ambas as bandas.

1. A primeira é um trio de moleques de Manchester que faz power pop de três minutos como se fosse 1993 (Sebadoh, Teenage Fanclub… Green Day?). A Popload ouviu e concluiu: se Vagner Love jogasse no Manchester United, perigava de “This Is Not a War” e “We Don’t Care” virarem hinos de arquibancada da maior torcida inglesa, tipo “Seven Nation Army” (White Stripes) na Itália. Veja e ouça com seus próprios olhos e ouvidos: myspace/vagnerloveband.

2. A Wagner Love surgiu na Alemanha em 2003 (a de Manchester é de 2007). Ao invés do popzinho underground, é um quarteto assinado com a EMI local, que faz uma mistura de Phoenix com Jorge Vercilo (!) cantando em inglês. Ficou com medo? Não se preocupe, é mais para o lado do Phoenix, já que o hit “I know”, emplacado na trilha do filme “Jogos de Amor em Las Vegas”, é muuuuito parecido com “Too young”, do primeiro disco dos franceses.

*** Agora uma pausa para os nossos comerciais ***

* POPLOADED 122 - Está em cartaz na Rádio Poploaded a edição 122 do programa co-apresentado por Lúcio Who e o gênio Fábio Massari. No playlist, só balas: Friendly Fires exclusivo ao vivo na passagem de som do Studio SP, Dwarves, Deerhunter, Eve & Benga, Electric 6, Decemberists, XX entre outras. Na famosa session ao vivo de banda nacional, a apresentação do grupo electrogrungesexy Brollies & Apples, em vídeos classe gravados na Rua Amauri, pelos mascarados. Tipo este.

* POPFELLAS APRESENTA NO PORN – O ótimo duo paulistano No Porn, dos festeiros Luca e Liana, se apresenta nesta quinta-feira em pocket show na balada rock Popfellas, com discotecagens deste aqui, de Rafa Urenha e do Focka. Mesmo se eu não tivesse a “obrigação” de tocar, eu jamais perderia esta balada. Wicked!

 

*** Fim dos nossos comerciais ***

* CARACA: ROCKBAND DO RADIOHEAD? - Hahahahaha.

* CARACA: MAS O DOS BEATLES É BEM SÉRIO - Rolou no final de semana passado, mas como eu estava absorvido no Reading, não tinha visto.

* CARACA: E O DO KURT? – Este é para o Guitar Hero 5, também old news, mas serve no “pacote” dos Beatles real e do Radiohead fake. Nesse jogo o Kurt Cobain pode tocar e cantar qualquer coisa: de “Smells Like Teen Spirit” a… Bon Jovi. Aí alguém aproveitou para fazer o Kurt cantar “You Give Love a Bad Name”, sendo que Love, neste caso, foi uma direta para a Courtney Love. Hehe.

* LOGO MAIS - Popload no cinema: Tarantino, ETs e o filme sensação de 2009. Popload na literatura: O Nick Hornby que veio parar na minha mão. E os sambistas do indie. Foram os prêmios ingleses. Só loucura.

Notas relacionadas:

  1. The Ones I Love – Radiohead, REM e o Planeta Terra
  2. Anatomia de um hit indie nacional. A música ruim mais legal do momento. Green Day na(o) Terra? Ting Tings também? Serviços de utilidade pública. O Gui Fest. E o Arctic Monkeys. E é isso aí.
  3. Pum, Cecê e Rock’n'roll: a nova configuração das baladas de SP pós-lei antifumo. Franz Ferdinand, Yeah Yeah Yeahs, FNM e Jane’s Addiction: o segundo semestre esquenta. E maaaaais.
Autor: Lúcio Ribeiro - Categoria(s): Blog Tags: , , , , , , , , , , , , , , , , ,
20/02/2009 - 16:14

Todas essas coisas que eu tenho feito

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* Popload em São Paulo (hehe).

*******BREAKING NEWS***********

LADIES AND GENTLEMEN… THE WHITE STRIPES - A volta do grande White Stripes, mais ou menos, se deu sexta-feira à noite na despedida dos ares do programa de entrevistas do apresentador Conan O’Brien, o “amigo do rock” da TV americana. Jack e Meg White não se apresentavam ao vivo desde meados de 2007. Meg, de vestidinho, no VIOLÃO… Com a mesma “agilidade” que ela toca bateria. E com o mesmo charme, óbvio.
Numa cobertura parcial da apresentação, na própria noite de sexta (antes de a performance ser exibida na TV dos EUA), alguém dos bastidores da rede NBC já falava o que tinha visto. O White Stripes fazendo, para a despedida de Conan, uma versão diferente, única, da maravilhosa “We’re Going to Be Friends”, mudando os arranjos. A Popload havia botado o testemunhal do cara. Mas, agora, já tem o vídeo, que é este:

*******BREAKING NEWS***********

* Olá. Sejam bem-vindos a bordo do vôo 316, da Ajira Airlines.

* FUNNY QUITO - A última do Equador foi assim. Adorei comer umas empanadas de carne em Quito. Não entendi bem sobre a comida típica do lugar, mas acho que empanadas é algo importante daqueles lados da América. E mandei bala nelas. Aí pego o jornal local no dia da volta e a manchete era, mais ou menos, que descobriram uma onda de falsificação de carnes na Colômbia chegando forte à mesa equatoriana. Como assim “falsificação de carnes”?

* CADÊ O VANGUART? - Saiu a lista oficial e com os horários do Just a Fest, o festival de março que vai ter o Radiohead como atração principal. Mas cadê o grupo mato-grossense-paulistano Vanguart na história?

Rio, 20/3
18h – DJ
19h – Los Hermanos
21h – Kraftwerk
22h30 – Radiohead

São Paulo, 22/3
17h – DJ
18h – Los Hermanos
20h – Kraftwerk
21h30 – Radiohead

* SONIC YOUTH NO… CHILE – Banda vem-não-vem ao Brasil desde o ano passado (a última é que o grupo nova-iorquino está negociando tocar em novembro ao país), o Sonic Youth marcou um show, aparente único, em Santiago, no Chile, para o dia 29 de março. A apresentação da banda de Thurston Moore ocorre dentro do Pepsi Music Festival. Chris Cornell, ex-Soundgarden, também está na lista do festival chileno. Parece que o Chris Cornell vem para cá, no embalo. Ele já tocou aqui solo em dezembro de 2007. Mas o Sonic Youth não vem. Pelo menos agora. E, sempre pensando num possível respingo no Brasil, o Smashing Pumpkins cancelou sua ida ao Pepsi do Chile. Logo… Ah, o veterano Blondie também toca no festival de Santiago.

Mais de 20 peças do acervo maluco da casa maluca do maluco Michael Jackson vão a leilão em abril, nos EUA, para arrecadar grana para pagar as dívidas do rapaz. Entre as meias, luvas, quadros esquisitos, fotos dele como Peter Pan e várias coroas do ex-rei do pop está essa cabeça metálica do sr. Jackson, usada no filme “Moonwalker, de 1988, quando ele se transformava em robô para enfrentar o diabólico Mr. Big. O lance inicial do objeto é de US$ 3 mil.

* O FIM - A notícia do fechamento da considerada “maior loja de discos do mundo”, a Virgin Megastore da Times Square, em Nova York, foi o tal “choque de realidade” esperado. Mas, beleza, ninguém na verdade deve ter ficado surpreso, nos dias de hoje. Mas, enfim, a superloja do endereço mais famoso do mundo fecha mesmo em abril, porém desde esta quinta-feira está fazendo o que tem sido chamada de “a maior liquidação de discos e DVD da história”. Parece que não é bem assim. Gente que procura CDs na “nossa praia” testemunhou que a maioria está apenas com 30% de desconto. E que os lançamentos da semana chegam a US$ 15, o que é absurdo. Está feia a situação dos grandes do disco.

Foto da fachada da Virgin NYC enviada pelo amigo Augusto Mariotti

* MG MT - A história mais incrível da semana eu ouvi de uma menininha leitora da revista “Capricho”. Chegou a mim por email, tadinha. Não sei se você sabe, mas eu tenho uma coluna na revista, que fala principalmente (mas não só) de música para as adolescentes femininas tal e coisa. Eu tento furar o bloqueio de bandas como Jonas Brothers, McFly etc, para ver se eu passo alguma coisa mais… mais… enfim. Aí chegou o email da garota me dando sugestões para colunas próximas.

- “Ei, Lúcio. Adoro sua coluna. Mas queria pedir para você falar de duas bandas em especial. O Ting Tings e o MG MT, este último por causa da conexão brasileira deles. Os meninos nasceram no Brasil.”

- “Oi, já falei dessas bandas na revista no ano passado. Mas como assim os caras do MGMT nasceram no Brasil?”

- “Os dois integrantes nasceram aqui apesar de serem de famílias americanas. Mas foram pros EUA muito cedo. Um é do Mato Grosso e o outro de Minas Gerais, por isso o nome da banda!”

* KILLERS + U2 + COLDPLAY - Lembra quando o Killers era uma banda nova, incrível e nada afetada? Tipo quando cantavam “Mr. Brightside” e “All These Things That I’ve Done”? Então, teve um momento inusitado na quinta passada, com essa última música, no show beneficente do Killers para o movimento beneficente War Child. Foi em Londres, no lendário Shepherds Bush Empire. Na ótima “All These Things That I’ve Done”, o Killers teve de backing vocal o Bono U2. E Chris Martin, do Coldplay, na guitarra. Tudo bem que essa gente toda já foi boa, mas o resultado foi legal, até.

* O FUTEBOL E A MÚSICA POP - Primeiro a Popload foi a Quito ver a… música pop de lá. Depois, fui informado pelo Globoesporte.com que uma banda inglesa batizou seu trio com o nome de Vagner Love. Sabe o Vagner Love, ex-Palmeiras, que joga na Rússia e vem sendo bastante convocado para a seleção brasileira? O cara está no nome de uma banda de moleques de Manchester. Parece que a dupla fundadora do grupo Vagner Love, fanática por futebol, estava vendo no ano passado, na TV, um especial sobre o campeonato europeu de clubes em que o brasileiro era o destaque. E, mesmo sem na época a banda sequer estar formada, amaram o nome e guardaram para quando fizessem o grupo. Eis que…
Por último, tem o vídeo novo do PeteR Doherty, promocional para o single “Last of the English Roses”, música lindona que vai estar no seu primeiro álbum solo, “Grace/Wastelands”, que sai em março na Inglaterra. Oficialmente, daquele modo, claro. Enfim, no vídeo Doherty joga futebol. Ele e uns amigos. E quando o vídeo está acabando, os amigos dele do futebol… Bom, vê aí.

* PROMOÇÃO MONSTRO – ÚLTIMA CHANCE – Segunda próxima eu finalizo a promo dos prêmios monstros da Monstro Discos, de Goiânia. Duas caixas gigantes da gravadora indie mais agitada do país estão a sorteio aqui, contendo o seguinte recheio:
- Um disco do incrível Black Lips em edição nacional com bônus
- Um CD da banda francesa Papier Tigre
- O ábum “Tributo ao Mudhoney”, com indies brazuca tipo Wlverdes, Autoramas, Holger, Superguidis, Lucy and the Popsonics, MQN, Macaco Bong entre outros
- O disco de estreia do Macaco Bong, considerado o disco de 2008 pela revista “Rolling Stone”
- Uma camiseta “crasse” da Monstro. Mais postais e bottons.
Só alegria.

Notas relacionadas:

  1. Feliz 2009, Brasil-il. Radiohead e Coldplay confirm…
  2. Renascido nos 90. A incrível história de Phablo, o “Pablo Honey brasileiro” (agora vai)
  3. Funny Quito
Autor: Lúcio Ribeiro - Categoria(s): Blog Tags: , , , , , ,
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