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06/07/2011 - 09:43

Passion Pit em SP semana que vem. DJ seeeeeeeeeet, calma!

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* Popload em Londres. Com um olho em Boston, outro em SP.

* Metade da esperta banda americana Passion Pit desembarca em São Paulo na semana que vem para um DJ set único no clube Beco SP, no Baixo Augusta. A balada ocorre NO SÁBADO, dia 16. Quem pilota as discotecagens em nome da banda é o baterista Nate Donmoyer e o baixista Jeff Apruzzese. A dupla toca ainda no Rio de Janeiro, na mesma semana, mas em festa fechada.

Apesar de ser “DJ set”, o programa não é “roubadinha cult”. Nate Donmoyer (foto abaixo) leva bem a sério a carreira paralela de DJ, é responsável pelos vários remixes com assinatura Passion Pit e tem agenda bem cheia no circuito Los Angeles-Nova York sob o nome DJ Shuttle. Jeff, o baixista do PP, também é outro quefrequentemente é convidado para performances de DJ em baladinhas americanas.

O Passion Pit inteiro, como banda, fez um dos shows mais bacanas do festival Planeta Terra do ano passado. No momento, a banda está em meio às gravações do disco novo (o segundo, sucessor do campeão “Manners”, 2009), que deve ser lançado neste ano ainda.

* DOIS PARES? - Óbvio, a Popload vai botar você para dentro dessa balada passion. Tem dois pares de ingressos disponíveis a sorteio. Quiser ir, sábado o ooooooutro, manda seu pedido nos comentários abaixo.

Notas relacionadas:

  1. O filme indie do ano. Noel Gallagher anunciando quem ganhou prêmios da Popload. Bono fazendo um “rap” esquisito e exclusivo para o blog. Kanye West tomando o meu microfone e dizendo que… Mais: “Paris” em Paris. A dance music do Julian Casablancas. E o que a gente aprendeu com o Twitter nesta semana
  2. Popload no Texas, Radiohead no Sumaré, o palco do Guns de.sa.ban.do no Rio, a bunda pop e suas variantes, Passion Pit no lugar do Gossip. Que mais?
  3. Passion Pit ou Phoenix? Pavement ou Hot Chip? Holger ou Of Montreal?
Autor: Lúcio Ribeiro - Categoria(s): Blog Tags: , ,
15/09/2010 - 11:17

Passion Pit ou Phoenix? Pavement ou Hot Chip? Holger ou Of Montreal?

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A organização do Planeta Terra divulgou hoje a programação oficial do evento com todos os horários separados pelos dois palcos (1) Sonora Main Stage e (2) Gillette Hands Up \o/ Indie Stage. Vamos ter que escolher entre Passion Pit e Phoenix, Pavement e Hot Chip, por exemplo. Vai pensando aí…

Notas relacionadas:

  1. Garanta seu ingresso para o “supermarço”, mas pode ir com calma. Mais: Pavement, as crianças e o revival cool dos anos 90. E, para acabar, uma notícia: os Beatles voltaram
  2. Popload no Texas, Radiohead no Sumaré, o palco do Guns de.sa.ban.do no Rio, a bunda pop e suas variantes, Passion Pit no lugar do Gossip. Que mais?
  3. Agora a coisa ficou séria: Pavement (e muito mais) no Brasil
Autor: Lúcio Ribeiro - Categoria(s): Blog Tags: , , , , ,
12/07/2010 - 17:05

Superfestivais em SP? Vá para o Rio…

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E não é que, de repente, o excelente Circo Voador, a mais charmosa casa de shows do país (Lapa, Rio), vai ficar espetacular em outubro e novembro, só girando em órbita dos grandes festivais de São Paulo.

O duo francês AIR (Natura About Us, outubro) deve fazer um show especialíssimo por lá. Algumas atrações do SWU (outubro), tipo CHEMICAL BROTHERS, dizem, estão sendo programados para a casa. Talvez Yo La Tengo, mas teme-se que no Rio a banda não tenha público para o Circo, o que eu não duvido.
(Os dois melhores shows da turnê do Girls e do Men, no Popload Gig, foram no Circo, mas foram vistos por pouca gente. Amigo carioca me disse que era porque “estava frio” e também porque era “Dia dos Namorados, né?”…)

A Popload apurou que, em novembro, num espaço de cinco dias, três shows brilhantes estão reservados para o Circo Voador:
dia 19: QUEENS OF THE STONE AGE (Planeta Terra?)
dia 22: PHOENIX (Planeta Terra)
e o PASSION PIT (Planeta Terra) pode entrar dia 18 ou mesmo 22.


O californiano QUEENS OF THE STONE AGE, liderado pelo onipresente Josh Homme e “prometido para o Rio”, o que deve significar escalação praticamente certa para um grande festival paulista em novembro, viria pela primeira vez a São Paulo. Mas no Rio de Janeiro, faria lembrar a conturbada e rápida aparição da banda na cidade carioca em janeiro de 2001.
Naquela vez, na última edição brasleira do Rock in Rio, o Queens of the Stone Age, coitado, foi escalado no “dia do metal”, tocando para cerca de 200 mil batedores-de-cabeça ávidos para ver Sepultura e Iron Maiden, as grandes atrações da data.
Entre vaias impiedosas e posturas “nem aí” do público, o show do QOTSA só não passou mais batido porque o baixista da banda à época, Nick Oliveri, achou de se apresentar pelado e terminou preso. Na polícia, Oliveri falou que sua atitude no palco foi inspirada nas mulatas do Carnaval carioca.

Notas relacionadas:

  1. O filme indie do ano. Noel Gallagher anunciando quem ganhou prêmios da Popload. Bono fazendo um “rap” esquisito e exclusivo para o blog. Kanye West tomando o meu microfone e dizendo que… Mais: “Paris” em Paris. A dance music do Julian Casablancas. E o que a gente aprendeu com o Twitter nesta semana
  2. Um hit para você sentir-se bem neste verão (de Paris). E o Futebol é Pop, parte 2
  3. Nasce o Woodstock. Ou o Maquinaria 2010. Ou o SWU Music and Arts… (Pixies confirmado)
Autor: Lúcio Ribeiro - Categoria(s): Blog Tags: , , , , , , , , ,
16/03/2010 - 13:04

Popload no Texas, Radiohead no Sumaré, o palco do Guns de.sa.ban.do no Rio, a bunda pop e suas variantes, Passion Pit no lugar do Gossip. Que mais?

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Um salve para você!

Sim! A Popload, se nada impedir, vai direto e reto para o importante South by Southwest, a bagunça musical que começa nesta quarta-feira, em Austin, Texas.

Não! Entre as quase 1500 bandas oferecidas no cardápio de 80 bares/club em cinco dias, eu não pretendo ver o “incrível” SHIT AND SHINE, grupo de Londres.

* SAI GOSSIP, ENTRA… PASSION PIT? – Ainda na ressaca do cancelamento dos quatro shows do Gossip no Brasil e com a promessa da Chilli Beans de fazer seu festival ainda este ano, a Popload apurou que um belo convite da marca de óculos escuros repousa na mesa do agente da banda americana Passion Pit, de Boston, que deve responder nos próximos dias (se é que já não o fez…).

O festival da Chilli Beans, o Vírus, vai ao que parece ser sempre realizado no esquema “uma banda de indie rock cool + vários DJs brasileiros”. Em São Paulo, aconteceria nesta sexta-feira se a banda de Beth Ditto não tivesse dado forfait.

A então primeira realização do Vírus Chilli Beans, dependendo do Passion Pit numa primeira tentativa, aconteceria em algum momento de maio. Ou em julho.

Para lembrar um “clássico” do Passion Pit, mas de uma forma um pouco, hum, diferente, a gente traz um urso, um alce e uma fada tocando a linda “Sleepyhead”. Gênio. Repare que o urso enlouquece no final.

E, por que não, uma performance do próprio Passion Pit para “Sleepyhead” no Sxsw do ano passado, no incrível Stubb’s, churrascaria de Austin. É literalmente um “show de churrascaria”.

* MEDO, TERROR, PÂNICO – O PALCO DO GUNS DESABANDO NO RIO – Parece a “Bruxa de Blair” do rock. A chuva lavando o Rio, correria, tumulto e o palco caindo no domingo, na Praça da Apoteose, domingo, enquanto a equipe montava a estrutura para o show do Guns N’Roses. As cenas foram filmadas por Bobby Jarzombek, baterista da banda que acompanhava Sebastian Bach, a atração de abertura. Foi tenso.

* RADIOHEAD, SEXTA, NO SUMARÉ - A abordagem, no Twitter, foi direta. Uma lembrança de que eu o havia entrevistado como o primeiro sujeito da fila para comprar ingressos do Radiohead. Logo depois, o pedido: para comemorar um ano do show do Radiohead no Brasil, o fã paulistano Guilherme Eddino vai fazer “um show do Radiohead” ele mesmo. Eddino se apresenta neste sábado, dia 20, às 21h, no Teatro do Centro da Terra, no Sumaré, em São Paulo, com ingressos a 10 mangos. O cartaz está aqui:

Perguntei a ele. Tem aí algum mp3 seu cantando Radiohead, para eu dar uma olhada. Ele me mandou a impressionante “Weird Fishes/Arpeggi” e ainda falou para eu dar uma conferida em “Analyse”, cover da canção solo do Thom York, que está em seu Myspace (/guilhermeeddino). Eu fui e achei ambas… incríveis. Ouça “Weird Fishes”.

Guilherme Eddino é cantor da banda indie Guillotin. Eu, se estivesse em São Paulo, não perderia esse “showzinho do Radiohead” no sábado.

* SÉBASTIAN TELLIER E A BUNDA - Podia ser um vídeo de axé brasileiro, mas é de pop francês. O classudo Sébastian Tellier lançou nestes dias o vídeo para “Look”, música de seu CD “Sexuality” (2008), onde ele capta toda a ginga e a malícia da mulher francesa. Oui.

Sébastien Tellier – Look from Record Makers on Vimeo.

* PORR*, JULIAN - Viram o vídeo da banda do Andy Samberg (“Saturday Night Live”), aquela The Lonely Island? É para a música “Boombox”, na qual o Julian Casablancas participa do rap e das dancinhas do Samberg e de um monte de gente. Óbvio, ele está com a jaqueta de couro.

*********** ESPECIAL SXSW ***********

* SOUTH BY SOUTHWEST 2010 – O AMANHÃ COMEÇA HOJE NO TEXAS - O mais importante festival de novas tendências do planeta, sejam elas musicais, cinematográficas ou internéticas, o Sxsw é colossal por suas 1400 bandas tocando sem parar, o dia inteiro e por cinco dias, das 12h às 2h, em cerca de 80 bares locais. É importante porque arma pequenos festivais dentro do festivalzão para saudar o que há de novo nas cenas americana e britânica, obviamente, mas também na brasileira, japonesa, australiana, colombiana, sul-africana, sueca, chinesa, russa, israelense. Qualquer uma que quiser montar seu showcase dentro do Sxsw.

Como a Popload já frequenta o festival texano já tem um tempinho, falei tanto do Sxsw por aqui que já nem sei mais o que escrever. Mentira, sei sim. Vou direto e em forma de itens a uns pontos que eu acho que vale a pena discorrer sobre esta edição 2010.

- O Sxsw desafia o maior ditado do Texas (“Não bagunce o Texas”) e bota Austin de cabeça para baixo com gente indo e vindo, entrando e saindo, andando para todos os lados, comendo na rua, bebendo na rua, lendo, escrevendo com o laptop nas pernas, multiusando o celular e, até, vendo shows, lotando seus inúmeros bares do tamanho médio de uma Funhouse, um Inferno, um Studio SP no máximo.

- Se você acha que tem muita música rolando no Baixo Augusta, multiplique por 1000 as casas de shows da famosa rua paulistana que assim dá para chegar perto do que comporta dois quarteirões de Austin, na parte Downtown.
Aqui funciona assim. Tem as casas de shows que têm shows. Tem as churrascarias que têm shows. Os estacionamentos das hamburguerias com palco. Terreno baldio com palco. Lojas de disco com palco. Lojas de roupas com show. Loja de tatuagem com show. Lobby de hotel com show. Restaurante mexicano com show. Show na rua, óbvio.

- Até em IGREJA tem show no Sxsw, com o padre recebendo o público na porta.

As ruas de Austin bombando em dia (noite) do Sxsw. Acima, a Rua 6, a principal delas, que tem mais clubes/bares que a Paulista tem banco

- O festival NÃO é para o chamado “público normal”. Ele até existe em bom número. Mas o que predomina mesmo em um show é gente da indústria musical, de selos, gravadoras, empresários, músicos, jornalistas, radialistas, ligados à TV, à moda, videomakers, caçadores de tendências em geral, esses tipos todos que a partir do Sxsw vão bombardear nomes e nomes da nova música na sua cabeça. O South by Southwest é muita informação, em alta velocidade, nas 24 horas do dia. Você vai dormir no fim do dia, exausto, e acha que está perdendo alguma coisa. E, deitado e com as pernas doendo, já arma preocupadamente a programação do dia seguinte, em pânico porque sabe que não vai cumprir 40% do planejado.

- O SXSW Music em si começa nesta quarta e vai até sábado, ocupando essa quase centena de bares das 7 da noite à 2 da manhã, aproximadamente. Tem programação até o domingo, na verdade, mas em quantidade bem menos significativa e mais privilegiando a cena local. Domingo é caído.

- Mas o negócio é que de uns anos para cá a mania no Sxsw é de os bares abrirem desde o meio-dia, para festas fechadas de gravadoras, rádios, TVs, marcas de roupa, de camisinha, de água, de doces, de carro, de qualquer coisa ou pessoa que se organize, convide bandas, pague as bebidas e alugue um espaço.
Por exemplo: no meio-dia de sexta-feira até as 17h, na ótima casa La Zona Rosa (capacidade para, tipo, 300 pessoas), vão se apresentar para uma festinha do jornal nova-iorquino e distribuído em ruas “Village Voice” duas bandas novinhas que eu não lembro o nome agora (já checo), a boa The Pains of Being Pure at Heart (Nova York), um dos grandes pequenos nomes do rock americano o Surfer Blood (Flórida), os velhos heróis do indie Superchunk e a mais que sensação inglesa The XX. Nada mal para uma tarde besta e horas antes de a programação do dia do Sxsw realmente COMEÇAR.

- Cada vez mais cresce o número de brasileiros no Sxsw, seja para showcases entre bandas compatriotas, seja no meio dos gringos, mesmo. Neste ano o Brasil-il-il está representado, entre outros, pelos distintos Lucy & The Popsonics (Brasília), Copacabana Club (Curitiba), The Name (Sorocaba), River Raid (Recife), M.Takara 3 (SP), Garotas Suecas (SP), Moxine (SP), Canja Rave (Porto Alegre), Banda Desenhada (Fortaleza), L.A.B. (Novo Hamburgo, RS).

- Algumas das bandas que eu quero ver neste Sxsw 2010, entre as novas, as velhas e as de meia-idade: XX, The Drums, Surfer Blood, Here We Go Magic, She & Him, We Were Promised Jetpacks, Delorean, Clasixx, Cheap Trick, Lou Barlow, Band of Horses, Chew Lips, Liars, Uffie, Broken Social Scene, Thurston Moore, Black Rebel Motorcycle Club, Casiokids, Billy Bragg, Japandroids, Sharon Jones, Spoon, Born Ruffians, Lucy & The Popsonics, Scissor Sisters, The Soft Pack, Sondre Lerche, Miike Snow, Neon Indian, Marina & The Diamonds, Wayne Krammer, Rocky Erickson e outros 123 nomes. E o Hole, da Courtney Love. E os “especulados” shows surpresa do Passion Pit e do Muse.
Capaz…

- Bom. Tem mais 200 coisas para falar do Sxsw, mas chega, não? Vou passar os próximos dias falando do festival. Filmando o festival. Fotografando o festival. Por ora, está bom.

*********** ESPECIAL SXSW ***********

* PROMOÇÃO INGRESSOS PARA O FRANZ FERDINAND – A Popload segue sorteando DOIS PARES de ingressos para o show paulistando da adorada banda escocesa no Via Funchal, semana que vem. Vai querer, vai querer? Concorra no velho esqueminha. Nos comentários ou no email lucio_ribeiro@ig.com.br. Vem nessa.

* PROMOÇÃO DVD DUPLO DO BLUR – A histórica banda inglesa ganhou um excelente documentário, chamado “No Distance Left to Run”. Para completar, vem junto o DVD da volta do grupo, tocando em Londres, no gigantesco Hyde Park, no ano passado, em dois shows emocionantes acompanhados por este blog. Quer concorrer a esta delícia britpopiana? Sabe como?

* PROMOÇÃO SURPRESA TEXAS - Na verdade, é porque nem eu sei o que eu vou pegar desta viagem para sortear aqui. Talvez uma camiseta, discos, um chapéu de cowboy, o pirulito com minhoca ou gafanhoto dentro, tudo isso junto… Assim que eu tiver em mãos, o “objeto texano do desejo”, eu aviso. Mas vai concorrendo. Esses só via comentários.

* Vou ali e já volto, Brasil.

Notas relacionadas:

  1. MAIS RADIOHEAD: DO CAOS À TRANQUILIDADE… MAIS DO RESTO: SHREK E CACO, O SAPO
  2. Texas guitar massacre. Os ingressos do Oasis no Brasil (atualiza(n)do)
  3. Ela não quis ir ao Radiohead
Autor: Lúcio Ribeiro - Categoria(s): Blog Tags: , , , , , , , ,
15/01/2010 - 13:01

Especial Twitter: o futuro da humanidade. Escovar os dentes com Jack Daniels. Feliz 2010 com The Drums e Sharks. A não-volta do Jane’s Addiction ao Brasil. E outros assuntos

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********** NO-BREAKING NEWS: JANE’S NÃO VOLTA AO PAÍS COM O GUNS **********

Esta foi boa. A promotora do show se enganou na hora de soltar o release. Anunciou, horas depois desmentiu. E não é que a Popload estava certa? Hihi. Como este espaço ventilou nas últimas semanas, o Jane’s Addiction retorna ao Brasil em breve, mais precisamente em março, abrindo os shows do intrépido Axl e seu Guns N’ Roses em três cidades: São Paulo (13/03, no Parque Antártica), Rio de Janeiro (14/03, Apoteose) e Porto Alegre (16/03, Gigantinho). Ao que tudo indica, por enquanto, Brasília e BH rodaram e não terão o Jane’s, que volta ao país poucos meses após a apresentação no Maquinaria.

As info todas riscadas valem só no caso do Guns N’ Roses, claro. Haha. Pelo menos deu para perceber que a história toda que circulou por aqui não era tão bizarra assim. Haha.


********** NO NEWS BROKEN**********

Vamos?

twitter

O post vai sair entrelaçado hoje com a apresentação de bandas novas e um especial fracionado sobre o Twitter. Com as bobagens pop de sempre no meio.

Lady Gaga? Sou mais essa tal de Ke$ha, a do cifrão no nome, considerada o “novo Eminem”. Música ruim por música ruim, a garota fez uma (“Tik Tok”, a canção mais famosa do mundo hoje) em que diz que escova os dentes com Jack Daniels. Aí a Ke$ha foi num desses programas de entrevistas e o apresentador puxou uma garrafa do uísque e uma escova e ela…

* Aí o pobre Johnny Cash vai ter lançado seu disco póstumo, com uma faixa chamada “First Corinthians”. Jesus… Pelo menos a música é a quarta no álbum.

* METALLICA - Vamos logo lembrando a promo do blog para o show da banda americana no Brasil, no final do mês. É um ingresso para o sábado-30 e outro para o domingo-31, ambos pista, ambos para São Paulo. Vem nessa? Comentários ou via lucio_ribeiro@ig.com.br. Bem, você sabe como…
Ainda não entendi por que os ingressos de pelo menos um desses dias de São Paulo ainda não esgotaram? Até o show de Vilnius, na Lituânia, que só acontece em abril, já está sold out.

Esta é a quarta vez que o Metallica vem ao Brasil. A primeira foi láááá em 1989, era pré-MTV Brasil, pré-Beavis & Butt-Head (os maiores fãs da banda) e 10 anos antes de o grupo achar de brigar contra o Napster. Fui só por curiosidade ver se tinha na internet um vídeo da apresentação deles no ginásio do Ibirapuera há 20 anos e… tinha. Metallica tocando “Seek & Destroy” pela primeira vez no país. Tem a introdução, um arroto e depois a galera cantando junto.

Falando em “search”, já acharam o fã do Metallica desaparecido?

************ ESPECIAL TWITTER ************

* NÃO SEJA DO CONTRA: O TWITTER VAI FICAR PARA SEMPRE - O chamado “mar de informação” que é o Twitter está virando (já virou faz tempo, mas vamos deixar no gerúndio para não assustar os mais descrentes) a principal mídia do nosso tempo. O resto é tão velho quanto jornal diário.

Quando até o jornalista Humberto Finatti sucumbe às modernidades do fenômeno e o próprio “New York Times” reconhece sua força, é porque a coisa é séria. Muito séria.

Agora no começo do ano saiu um artigo no famoso jornal americano cujo título dizia “Why Twitter Will Endure”.

Escrito pelo jornalista de cultura David Carr, o texto começa com o cara explicando como ele, aos 52 anos, relutou tanto a aderir à ferramenta para depois se entregar fragorosamente.

Carr, embora o “New York Times” seja sim um pouco “devagar” para sentir as novidades, estava em cima da pinta no caso da nova rede social. O Twitter nasceu em 2006, mas começou a pegar fama mesmo depois de ser discutido numa das conferências de tecnologia, mídia e música do festival South by Southwest, no Texas, em março de 2007. Onde mais?
Carr estava neste Sxsw. Mas…

“Como um ser humano que já não dava conta de tantas amizades do Facebook, afundado em tantos RSS feeds de notícias que recebia e atolado com o número de emails que chegavam, a última coisa que eu queria era mais uma intrusão internética na minha vida…

(CONTINUA…)

************

* 2010 – SHARKS - Desculpa a leviandade, mas o pequeno Sharks parece o Clash… Ok. Mas pelo menos a voz do menino que canta lembra um pouquinho a do Joe Strummer… Ok.
O Sharks me ganhou de cara por quatro motivos. Primeiro porque eles são punks 2010 como se estivéssemos em Londres-1979. Segundo porque o guitarrista, mesmo por cima do arroz-com-feijão punk, é descontrolado. Terceiro porque eles são de Royal Leamington Spa, uma cidade do meião da Inglaterra encravada entre Coventry e Warwick. E por último porque eles fizeram uma decentíssima cover de “Bressneck”, do maravilhoso Wedding Present.
Confessa: sabendo de tudo isso o Sharks já não é sua banda predileta também?

************ ESPECIAL TWITTER ************

Segue, trechos do artigo sobre o Twitter do “New York Times”.

“Ficou claro para mim na conferência (SXSW) que o Twitter era a plataforma para notícias importantes, em “real-time”. Aos 52 anos, eu sucumbi, em parte por uma necessidade profissional. E agora, quase um ano depois, o Twitter me proporciona mais informações em um curto espaço de tempo que eu nem sequer pudesse imaginar que eu precisasse”
“Enquanto espero por um café no Starbucks, posso passar por todas as notícias do dia e ainda saber como as pessoas estão reagindo a elas.”

“Logo a milionésima pessoa vai acessar o Twitter. Pode parecer o MySpace (lembram dele?), mas estou certo de que o Twitter veio para ficar. E não estou sozinho.”

“E o que alguém pode achar de tão útil nessa forma de comunicacão rápida e desarmônica? Bem, depende essencialmente de quem você segue! Fazendo uma seleção cuidadosa de quem você segue, o Twitter pode se tornar uma fonte de dados relevantes e atualizados vindos de pessoas respeitadas em diversas áreas, e cujos tweets vêm carregados de links para informações imprescindíveis”

“A objeção mais frequente ao twitter vem assim ‘Eu não preciso saber que Fulano está comendo um donut’. (…) Mas o serviço tem utilidade óbvia para jornalistas, e não importa em qual negócio você esteja, imagine poder saber o que os formadores de opinião do seu meio estão pensando.”

“Eu estava em um vôo da Virgin America e usei a conexão wi-fi para ‘tuitar’ sobre um cara que estava sentado ao meu lado, dizendo que ele parecia ser o líder de um culto envolvendo o desodorante AXE. Meia hora depois, uma aeromoça perguntou se eu gostaria de trocar de lugar. O twitter corporativo da Virgin, o @VirginAmerica, me enviou uma mensagem dizendo que talvez a empresa devesse fazer uma “revista de odor” antes do embarque. Foi um pouco assustador.”

(CONTINUA…)

************

* PASSION PIT FAZENDO… CRANBERRIES – Quem está louquinho (a) para ver a banda da Dolores no Brasil, agora no fim de janeiro e pela primeira vez, tem um bom aperitivo vendo e ouvindo a cover do Cranberries que a banda americana Passion Pit andou tocando nestes dias em shows. É para “Dreams”, um dos maiores hits do grupo irlandês. Até os gritinhos da Dolores saíram iguais. Ah, anos 90…

* CAT POWER EM… JUNDIAÍ – Circulou na sexta-feira a info “três atrações internacionais vêm ao Brasil no final de maio para a Virada Paulista”, o evento que é a versão interiorana (+ litoral) da Virada Cultural paulistana. A cantora americana Cat Power tocaria em Jundiaí e São José dos Campos. O franco-espanhol Manu Chao se apresentaria em Santos e Piracicaba. O francês Yann Tiersen se apresentaria em duas dessas cidades citadas. Não há previsão de shows desses artistas em São Paulo.

************ ESPECIAL TWITTER ************

Segue, a última parte do artigo do “New York Times” sobre a “eternidade” do Twitter. O texto foi escrito pelo jornalista David Carr, 52 anos e que não acreditava muito no Twitter até que…

“Eu demorei a perceber que eu não era um Moisés ali na rede, e que minha opinião pouco importava. Um ano depois, eu entendo que o que importa no Twitter, é ouvir a voz de um grupo.”

“No começo parece sufocante. Mas imagine o Twitter como um rio de informações no qual você só pega/absorve um copo por vez e aos poucos. Tudo o que eu preciso saber está nesse copo: se a Apple vai lançar um novo produto ou se a Amazon vendeu mais Kindles que livros de verdade, eu fico sabendo primeiro pelo Twitter.”

“Tudo que é útil para para os dissidentes no Irã e para os fãs da Martha Stewart estará em discussão no Twitter”, diz Clay Shirky, que escrevel o livro “Here Comes Everybody” sobre mídias sociais. “Ele é fácil, infinitamente útil, e quanto mais as pessoas usam, mais ele melhora. Marcas aderiram, instituições estão usando, e ele se tornou o lugar onde discussões importantes estão acontecendo.”

“Na semana passada, enquanto a mídia tentava saber como ficaria o esquema de segurança nos aeroportos depois de um incidente terrorista, no Twitter já começavam a aparecer as informações de que precisávamos: uma usuária postou as novas regras de segurança para vôos internacionais diretamente de um aeroporto de Montreal. Horas depois os noticiários começaram a ditar as novas regras. Se você estava a caminho do aeroporto naquele momento, só o Twitter lhe teria sido útil”

“Você pode seguir quem quiser, mas é dono do teu caminho. Eu posso ir a qualquer lugar na Web. Mas não há garantia que minha gang no Twitter me siga. Posso ter vários seguidores, mas isso não faz de mim um Moisés.”

************

* 2010 – THE DRUMS – Banda que já deu até título de post na Popload no ano passado, graças à deliciosa “Let’s Go Surfing”, a americana The Drums virou para 2010 como a banda mais famosa dos blogs, Twitter etc. Até capa do semanário inglês eles já estamparam. Até QUASE VIERAM PARA O BRASIL agora em janeiro. O Drums, já foi dito aqui, é a milionésima centésima nona banda a sair do encantado Brooklyn, NY, a aparecer na área nos últimos dois, três anos. Podia botar o vídeo de “I Felt Stupid”, mas vamos de “Let’s Go Surfing”. As duas são bonitinhas, mas “Surfing” é mais, hum, astral.

************ ESPECIAL TWITTER ************

* A IMPORTÂNCIA VITAL E A TOTAL DESIMPORTÂNCIA DO TWITTER… – Alguns casos dos últimos dias em que o Twitter foi o “personagem principal”.
1. O Twitter deu dois personagens ao BBB 10.
2. Esta eu li no blog do Sergio Davila (http://sergiodavila.blog.uol.com.br/) (Folha de S.Paulo): Twitter dá localização de pessoas vivas sob escombros no Haiti. Alguns exemplos:
- Christopher Frecynet still alive. They heard him screaming. 64 Rue Nord Alexis. Call cousin Daphney 509-39046983
- 63 people still alive Carribean Market. survivor sent txt so we can send help. PLEASE LET PPL KNOW
- Heloise Boyer is trapped in her house #40 Rue O, Turgeau.
- HELP IS NEEDED ! People still alive under College Canapé Vert are screaming for help to get them out …
- Latitude: 18°31′25.74″N Longitude: 72°16′28.25″W #bresma #Haiti We need food and water to approx. 150 people there NOW

* O MELHOR DO TWITTER. ANO 2 - A saga continua. Segue a lista das melhores (piores?) twittadas do ano. Agora que o Twitter “veio para ficar”, como diz o “New York Times”. Ainda mais com a presença de Humberto Finatti ele-mesmo nos textinhos de 140 toques, esta seção ganha importância vital para a humanidade. Estou exagerando?

@ZapnrollFinatti @Rudja Ei Xuquinha!!! Eu te aaaamoooo demais e não vejo a hora de dar um mega master beijo de língua em vc! Semana que vem, uhú!

@anamariabahiana Da “EW”, amei: “Avatar is the best thing that happened to blue people after the Blue Men Group. And the Smurfs.”

<strong>@luisfs Todas as atrizes que pagaram peitinho nos filmes que concorrem ao Oscar 2009. Imperdível. http://www.hogrockcafe.com/oscar_nominees.htm

@screamyell Foda!!! RT: cães pressentem terremoto (vídeo): http://bit.ly/5fzYRC (via @luizcesar @tomazalvarenga)

@chicobarney Já perceberam que o @realwbonner e a fatima bernardes tao sempre de férias durante esses desastres? AÍ TEM

@pedrox Prostituta de 65 anos é presa por suspeita de matar lutadores anões no México http://is.gd/6gHCi (via @glaubermacario)

@FabioRex DUCARALEO: releitura de obras-primas com a Barbie http://pipeline.refinery29.com/news/barbie_as_fine_art.php(via @mila_elias)

@pauloborgia Acabei de ver o carro do Google Maps passando pela Faria Lima. Quero ver se vai sair minha foto fazendo ‘hang loose’.

@tcavalcanti Casal que nasce no Twitter não tem DR, tem DM

@vultureblog New music from Hot Chip: “I Feel Better.” Almost has an NSync kind of vibe, in a good way. Know what we mean? No? http://bit.ly/6mhLVe

@stereogum New Hot Chip – “I Feel Better.” Madonna gone auto-tuned house, basically. http://is.gd/6fSDI

@neozeitgeist Mais de 100 mil mortos são menos importantes do que Zilda Arns + 11 brasileiros. É bem provinciano esse critério de destaque de notícias

@pattoli SPFW, o TIM Festival da galera da moda.

@pitchforkmedia The Cure’s Robert Smith, Franz Ferdinand do Alice in Wonderland songs for new Tim Burton movie http://bit.ly/5BOhFG

@marcelohessel Boa pergunta. uma mulher para viver Roberto Carlos no cinema. só consigo pensar na Simone.

@NMEmagazine Julian Casablancas: ‘The Strokes are working night and day on new album!’ http://bit.ly/6NNU6X

@thiagoney Como fazer um sanduíche, segundo os personagens de ‘lost’ http://bit.ly/8Bv6Ge

@chicobarney Com o reboot de Spiderman, vão poder consertar um dos maiores equívocos de hollywood e contratar uma atriz gostosa para fazer a MJ

@faabio Caralho, fritaram a cara da mulher do jornal nacional!

@trabalhosujo Os cinco participantes do Big Brother Brasil que apareceram graças à internet – http://migre.me/g6hE

@OCriador Hoje estou ao Eu darei.

@viniciusaguiari HAHAHAHA tirem as crianças do aquário: o leão-marinho Marilyn Manson http://tumblr.com/xra5fu4sv(@fabilipo)

@biagranja As melhores paródias da Santa Ceiahttp://migre.me/fW9R #blasfemia

@pterron Alice in Chains reunido. Pearl Jam ativo. Soundgarden reunido. O Novoselic deve estar ligando direto pro Dave Grohl! “E se a gente…”

@bomdeassunto E camisa pólo, hein? É um mistério. Bota um jacarezinho, é bonita. Tira o jacarezinho, é feia.

@ZapnrollFinatti Em 2010 eu desejo que os otários/psicopatas/babacas que me odeiam doentiamente (leia-se jotalhão, bizzona e cia…), me esqueçam de vez.

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* DEU -Terça tem mais.

Notas relacionadas:

  1. Popload Gig, o Faith No More, o Dinosaur Pile-Up, algumas francesas nuas, a cantora mais linda do mundo, cinco sorteios incríveis e o futuro da humanidade (versão final)
  2. Ferrou: Dandy Warhols quis a morte de Michael Jackson. Extra: como o Twitter vai salvar a música. Xi, Brasil: o indie e a gripe. Nheca: o indie e o cocô. E mais Jacko e o Glasto-tal. E o Blur me esperando
  3. O melhor disco. O meu disco. O U2 no Brasil. O Dirty Projectors no Brasil.
Autor: Lúcio Ribeiro - Categoria(s): Blog Tags: , , , , , , , , , , ,
18/09/2009 - 13:02

O filme indie do ano. Noel Gallagher anunciando quem ganhou prêmios da Popload. Bono fazendo um “rap” esquisito e exclusivo para o blog. Kanye West tomando o meu microfone e dizendo que… Mais: “Paris” em Paris. A dance music do Julian Casablancas. E o que a gente aprendeu com o Twitter nesta semana

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* Não, Kanye. Aqui não! Nem vem que…

* Droga.

* Music scene is crazy. Bands start up each and every day. I saw another one just the other day. A special new band. I remember lying. I dont remember lies. I dont remember what. But I dont care, I care, I really don’t care.
Did you see the drummers hair?

pavement
Oba. Vou ressuscitar minha camiseta do Pavement, que eu comprei da mão do baterista :))

* Do Brooklyn para Goiás. Dirty Projectors não só vem mesmo ao Brasil, para o Goiânia Noise, no final de novembro, como deve tocar em São Paulo no filhote SP Noise no dia 2 de dezembro. Niiiiiiiiiice.

* Falando em Brooklyn, a conta é a seguinte: tosqueira + Ramones + lo-fi + Williamsburg + Jesus & Mary Chain + disco novo + guitarra surf desafinada + vontade de chorar = Vivian Girls.

 

Vivian Girls parece as bandas ruins de meninas brasileiras dos anos 90. De novo: niiiiiiiice!

* FRANZ FERDINAND EM SÃO PAULO – Não se desespere (muito). Você sabe onde está sua última chance de ver a banda FF no The Week, dia 30, né?

franz

* RAP, INDIE E VIOLINO: KID CUDI + RATATAT NO LETTERMAN - Hey, Dave. What tha fook is going on? YouknowI’msaying?

* O QUE EU APRENDI COM O TWITTER NESTA SEMANA – Você sabe que no mundo moderno, no novo jornalismo, no Vaticano, no espaço sideral, na “Folha de S.Paulo” e no cotidiano do Serguei, o Twitter tem sido o principal assunto. Estréia agora na Popload uma nova seção semanal que trará uma espécie de “highlight” do que nos fez parar para ler ou clicar ou pensar no Twitter nos últimos dias. Em cartaz, neste post, tem de tudo: Kurt Cobain x Guitar Hero, Pavement, Franz Ferdinand world exclusive, Susan Miller e o 17 de setembro, José Mayer, Maísa e Roger, o não-arrastão carioca e outras lições de vida.

@NMEmagazine Pavement reform: it’s official http://www.nme.com/news/pav…

@biagranja BEATALLICA = uma banda que toca beatles com uma pegada de metallica: http://migre.me/7ckg

@trabalhosujo Maisa, aquela do Silvio Santos, e Roger, do Ultraje, JUNTOS – http://migre.me/7c2M

@NMEmagazine Bon Jovi joins ex-Nirvana members in condemning Guitar Hero over Kurt Cobain http://bit.ly/AhUwH

@URBe Caralho! Acabei de passar pelo túnel Dois Irmãos minutos após o arrastão. Que cena desoladora… Carros abandonados, policias orientando…… (cont.) as pessoas com megafones: “motorista que abandoram os carros, podem voltar, o túnel está aberto!”.

@gabi_asa Sabe o q eu descobri ? q não tinha arrastão nenhum no zuzu angel, era escapamento de moto … corri muito e a toa ? eu mereço, q sacanagem !!

@leandromp Região da rua Funchal tem mais helipontos que pontos de ônibus – http://migre.me/7cBa #onlyinsaopaulo

@dlima “Esta música da MENINA MAÍSA com o Roger é melhor do que 90% do rock produzido no Brasil na década”.

@terciors E o Daniel Castro saiu da Folha e foi pra Record “dirigir” o Gugu: http://tinyurl.com/lztjdb

@_cecilialara A quem interessar possa, tem quase ninguém na fila da 100% VIDEO em BAURU pra comprar ingressos pro franz ferdinand. FML

@alissongothzzzz A fila do 2o dia do Maquinaria c/ Panic at The Disco e Evanescence vai estar tipo Brazilian Emo Convention. #brazilwantstokyohotel #NOT

@MyHolger Um amigo meu me falou um dia: “o segredo da felicidade é não ter amor próprio”

@the_augustos Desanimado total de ir pra afterparty do Marc Jacobs no Hiro :s E a Courtney Love tava beeem alterada no desfile do Narciso Rodriguez agora pouco. Ela nao deixou a Suzy Menkes ver o desfile…

@diegomaia Olha o Mika apoiando a Lily Allen na batalha contra os moinhos de vento da pirataria: http://twitter.com/mikasoun… Abs

@puroglamour Mano, ceis tão ligado que hj é o dia mais punk da história em todas as galáxias, de acordo com a susan miller né?

@encostanoacosta: Estou com medinho de amanhã por causa de uma mulher que nem conheço. MORRA SUSAN MILLER VACA OBSCURANTISTA!

@flaviadurante Meu, nunca mais leio merda de horóscopo, fiquei apavorada. muita nóia, tô fora!!! aliás, nóia agora tem acento ou não?

@mrmanson Novelas com o Zé Mayer não duram mais que 9 meses por conta da epidemia de licenças maternidade no elenco. #zemayerfacts

@movethatjukebox Ingressos pro show extra do FranzFerdinand se esgotam em 15 minutos!

@gabrielaspinola Franz Ferdinand tá em turnê, certo? Vão passar aqui no Brasil? (*I hope so*)

@solonbro Alguém já fez um levantamento de quantas vezes ele [Lúcio Ribeiro] acerta nessas previsões [de shows no Brasil]? eu chutaria algo como 1 em 10.

* O PASSION PIT E A ALEXA - Sabe a Alexa Chung, né? A namoradinha do Alex Monkeys Turner e a darling jovem britânica da hora, que agora tem um programa na MTV americana? Pois há alguns dias a banda Passion Pit, de Boston, tocou ao vivo no show da Alexa. Três coisas: não sei mais se a Alexa é namoradinha do Alex ainda; ela não aparece no vídeo :( ; e a performance do Passion Pit para “The Reeling” é incrível.

 

* NOEL GALLAGHER, BONO E A POPLOAD - Hahaha, este blog já foi bom, viu. Nesta semana fui lembrado por um leitor, o Lucas, que lááá em 2000, quando ainda era coluna e residia na Folha Online, eu postei dois áudios incríveis.

1) Um foi tirado de uma entrevista que eu fiz por telefone com o Noel Gallagher, o dono do extinto Oasis, para o caderno Ilustrada (“Folha”). No final do papo, não sei onde eu tive a cara de pau de pedir para ele se identificar e ainda por cima anunciar os vencedores dos prêmios que eu estava dando naquela semana, na coluna.
O Lucas foi um dos três que ganharam o CD “Familiar to Millions”, ao vivo do Oasis, junto com o Fernando (Paiva) e o Max (Lennon) e tiveram seus nomes “cantados” pelo Noel. Ouve aí.

2) O rap do Bono. Na verdaaaaaade, não é um rap. O líder do U2 deu tiros na Popload. Hã?
Assim: em novembro de 2000, fui enviado pela “Folha” ao Rio para acompanhar a visita do U2 ao Brasil. A banda veio divulgar o álbum “All That You Can’t Leave Behind” e, ao vivo, só faria uma apresentação exclusiva e fechadíssima no Projac, da Globo, para ir ao ar no “Fantástico”. Assisti a esse minishow ao lado dos caras do Jota Quest, lembro bem.
Enfim, antes de ir à Globo, interceptei Bono e o baixista Larry Mullen no Copacabana Palace para uma entrevista. No final do papo, Bono pegou o gravador da minha mão e disse: “Isto é para seu web site. É como Wyclef Jean [rapper americano dos Fuggees] mostra respeito por alguma coisa. E eu vou mostrar respeito por vocês agora”, disse Bono.
E, em um dueto exclusivo, Bono e Larry mandaram um “rap” para os leitores da Popload. Na verdade, ensinado pelo rapper, eles estão fazendo com a boca um barulho similar a uma rajada de 21 tiros, para saudar a chegada deles em terras alheias. Bono fala isso no final. Confira.

 
* RADIO HEADS - Quatro amigos jornalistas estão nas ondas do rádio, em dupla, percorrendo trajetórias contrárias e fazendo agora ilustre companhia ao Poploaded (apresentado por mim e pelo Fábio Massari) na transmissão de músicas boas e muitas bobagens faladas (no bom sentido, pois não?). Do rádio convencional para o virtual, o famoso programa “Garagem” voltou à vida nesta sexta-feira depois de uns três anos fora de circulação. Agora no site da Show Livre, André Barcinski e Paulo César Martin apresentam as duas horas garagísticas, mais ou menos sem a companhia do Alvaro Pereira Junior, completamente sem a Espetacular Larissa atendendo telefone, porém contando com a versão 2009 bombator de Nipo-Luso.

Da internet para o “velho” rádio, o “Qualquer Coisa”, capitaneado por José Flávio Junior e Paulo Terron ganhou espaço na Oi FM, segundas às 22h. O “Qualquer Coisa”, que começou captado como podcast por um iPod em cima de tábua de passar roupa, é conduzido na verdade um trio de apresentadores, completado pelo músico Max de Castro.

* FRIENDLY FIRES TOCA “PARIS” EM PARIS - Essa eu queria ter visto. Mas, através dos olhos (e da câmera) de um amigo meu na França, a Popload conferiu in loco a banda Friendly Fires tocando uma das músicas indies mais bonitas dos últimos anos no lugar de sua inspiração.
É tipo Caetano tocando “London, London” em… Hahaha. Zoeira, óbvio.

De todo modo, eis os nossos amigos do FF prometendo que um dia vão viver em Paris para os parisienses.

O som está meio abafado e ruidoso porque a câmera estava perto das caixas. No refrão parece um cover do Motorhead para “Paris”. Mas o recado a Paris está muitíssimo bem dado.

* JULIAN SOLTO NA PISTA – É este o primeiro resultado completo da viagem-solo-pra-valer de Julian Casablancas. Enquanto o Strokes não dá as caras, o vocalista soltou seu primeiro e delicioso single via MySpace. A oitentista (?) “11th Dimension”, parece, será lançada naquele formato antigo dia 2 de novembro. O álbum completo – “Phrazes For The Young” – deve aparecer nas lojas que ainda existem antes, em 19 de outubro e mais antes ainda naqueles lugares que estão a um clique do seu mouse. A produção ficou por conta de Jason Lader e Mike Mogis, do grupo Bright Eyes. Como ando matemático, fica assim: Strokes + New Order + Pet Shop Boys + Ian Brown = Julian solo. Incrível.

* MUSE NO BRASIL - Calma. Eles não estão vindo aí. Eles vieram aí.

Antes o disco novo e sinfônico do Muse. O que eu tenho para falar é que “I’m not plugged in, babeeee”. Estou ouvindo esse “Resistance” faz alguns dias e achando chato. Esse papo de “disco diferente, ousado, que vai desafiar os fãs” geralmente soa cascata. E é exatamente o que eu acho nesse caso. Vou ouvir mais, porque sempre curti a banda e identifiquei algumas coisas boas aqui e ali no disco. Mas não vem com ópera, Bellamy.

Acho que o Muse atingiu, principalmente na Inglaterra, um estágio de banda de estádio perigoso e estava num momento de tentar algo realmente… ousado. Mas um “Ok Computer” parte 2 misturado com Queen não dá. Ou dá, sei lá.

Mas o lance é que, para esperar esse “Resistance”, o Muse foi soltando vídeos caseiros “on the road” de sua última turnê mundial, chamados “Join the Resistance”. No “Week 4″ a banda reserva oito minutos para a parte sul-americana (+ México) do giro. Destes, pouco mais de um minuto, no finalzinho, começando no 7:05, o Muse mostra cenas do Rio e de S.Paulo. No Rio eles comem uma minhoca na rua (!!!!) e em SP a galera enlouquece com “Knights of Cydonia”. É assim:

*****

summer1
O carinha com camiseta do Joy Division, numa loja de discos, travando uma batalha amorosa inglória com a mocinha. Nick Hornby? Não, “(500) Days of Summer”, o filme indie do ano. Nem vou mencionar o Red Lorry Yellow Lorry da prateleira de vinil…

* (500) DAYS OF SUMMER: O FILME INDIE DO ANO - Filme já citado neste blog neste ano, quando o “trailer dos Smiths” começou a circular, está chegando por aqui o cativante “(500) Days of Summer”, a produção americana independente do ano.
“Summer”, que não tem nada ver com a estação do ano, mas é o “filme do verão” (está bom, eu paro…).
“(500) Dias com Ela”, no título nacional, é um dos grandes destaques da espetacular edição 2009 do festival internacional de cinema do Rio de Janeiro, que começa agora dia 24 e invade outubro com Tarantino, “District 9″ e o escambau.
No Festival do Rio, “Summer” (ou “Ela”) vai ter sete exibições. A primeira é às 19h15 do dia 29 no cinema Odeon Petrobras.
“Summer” deve passar também na Mostra Internacional de São Paulo, no final de outubro. E, por fim, está marcado para entrar em cinema “normal” no dia 13 de novembro.

Os vários e famosos slogans do filme contam por si só a história de “Summer”.
- “Esta não é uma história de amor. É uma história sobre o amor”.
ou
- “Garoto conhece garota. Garoto se apaixona. Ela não.”

Mas o que mais sintetiza a história foi a manchetinha de uma revista de cinema inglesa, que foi ao ponto: “It’s the same old story. Boy meets girl, boy loses girl, boy embarks on amusing nonlinear desconstruction of love affair”.

Dirigido pelo novato Marc Webb, “Summer” mostra o garoto-de-firma Tom (Joseph Gordon-Levitt, que era da série “3rd Rock from the Sun”), que não se entusiasma muito com romances porque espera “a pessoa certa”. Enquanto espera a “the one”, Tom, um verdadeiro e jovem Rob Gordon (“Alta Fidelidade”, Nick Hornby), dedica sua vida à música pop, em especial bandas tristes inglesas, tipo Joy Division e Smiths.

Até que um dia ele conhece no elevador a nova secretária de seu chefe, Summer, interpretada pela linda e cool Zooey Deschanel, também conhecida do mundo indie por ser cantora do grupo americano She & Him, na verdade uma dupla.

Viram melhores amigos, depois namoram, mas logo Tom e nós descobrimos que Zooey tem um problema bem sério: ela não acredita nadinha no amor.

O trailer do filme, já colocado aqui na Popload alguns meses atrás, traz a cena do elevador, de Tom conhecendo Summer. Os Smiths vão levar essa culpa.

A Zooey atriz canta Smiths no filme, no caso “There Is a Light That Never Goes Out”. E a Zooey cantora grava Smiths para a trilha sonora do filme, no caso “Please Please Please Let Me Get What I Want”.

A gente vai falar mais de “(500) Days of Summer”, por aqui.

* PRÊMIOS DE LONDRES – VENCEDORES (MAIS OU MENOS) – Dos três prêmios a sorteio, vou anunciar agora dois ganhadores. A camiseta do Reading Festival tem seu vencedor conhecido no próximo post.
1 – Um single de “Crying Lightning”, vinil, do Arctic Monkeys
Julia Vedder, Belo Horizonte, MG (parente do Eddie Vedder?)

2 – Coletânea indie “Anthem” da “Q”, dupla, com os hinos dos últimos anos. De Kasabian a Stone Roses, de Libertines a Calvin Harris, de QOTSA a MGMT.
Renato A. Souza, acho que São Paulo (quando não botam a cidade, é São Paulo…)

3 – Segue no sorteio, via comentários ou no lucio_ribeiro@ig.com.br, a camiseta incrível oficial do Reading, com um monstro na frente comendo um braço (!).

Ok?

Notas relacionadas:

  1. Facebook, Twitter, iPhone e alguma coisa sobre música
  2. Ferrou: Dandy Warhols quis a morte de Michael Jackson. Extra: como o Twitter vai salvar a música. Xi, Brasil: o indie e a gripe. Nheca: o indie e o cocô. E mais Jacko e o Glasto-tal. E o Blur me esperando
  3. O indie nacional está nu (peladão, mesmo). Popload Gig 2. O Faith No More, o Killers e o Franzzzz na nossa mira. O Pata e o Julian. Os Monkeys e a La Roux
Autor: Lúcio Ribeiro - Categoria(s): Blog Tags: , , , , , , , , , , ,
03/09/2009 - 15:11

Reading Fest Extravaganza, Belchior e Vanusa, Vagner Love, Sonic Youth e/ou Snow Patrol, vídeo do Yeah Yeah Yeahs, Nick, Hornby, Summer e Tarantino (título provisório)

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* Popload em Reading. Popload em Londres. E, ufa, Popload em São Paulo.

* Lá e cá, risonho e… lííííímpido.

* Costas, check! Joelhos, check! Pernas, check! É, voltei inteiro.

* Soube na volta que acharam o Belchior, o “nosso Richey Edwards” (Manic Street Preachers). Com a diferença que o Belchior foi encontrado no Uruguai três meses depois de “desaparecer”, enquanto o Richey sumiu em 1995, foi “visto” desde o México até a Grécia e por fim foi declarado morto no final do ano passado. Só que agora, parece, o Brasil está envolvido com outro mistério pop: onde anda a Amelinha?

* Poploadmania. Think less but see it grow. Like a riot, like a riot, oh! I’m not easily offended.

* Lembra que eu falei que eu não achei a camiseta Reading-Oasis tipo a do Glastonbury-Michael Jackson? Então… Achei!

* QUEM NO PLANETA TERRA? – Antes de falar de lá, um papinho sobre aqui?
1) Eu sei que não dá para confiar em argentinos na semana de Brasil x Argentina
2) Tirando o Primal Scream, a gente acertou todos os nomes gringos da escalação do festival Planeta Terra até agora.
Posto isso, venho dizer o seguinte. Me bateram da Argentina que o headliner do PT 2009 pode sair destes dois nomes, ambos fortemente em negociação com os hermanos: Sonic Youth e Snow Patrol.
Kataplááá!!!
O primeiro é o primeiro, em atual gás de dar inveja os meninos do Bombay Bicycle Club, a atual banda mais energética do planeta.
O segundo, inédito no Brasil, e de um certo passado indie glorioso e em um atual perigoso caminho ao mainstream-novela das oito, devo confessar: eu gosto. Tudo bem?

* E OS MAIORES NO MAIOR DOS READING FORAM… – Vou dar uma geral neste post sobre o que está sendo considerado o maior dos últimos Reading Festival. Mais gente (150 mil), melhor escalação (Radiohead, Arctic Monkeys, Kings of Leon como headliners), melhores veteranos (showzaços de Faith No More, Prodigy, Ian Brown), maiores novidades (Big Pink, Bombay Bicycle Club, La Roux, The XX). Sobre o que eu vi, o que eu li, escutei, o que perguntei aos amigos, vou dizer quem foi os melhores, em um ângulo pessoal ou puxando para tal.

Antes, queria dizer, mesmo correndo o risco de parecer metido, arrogante, exibido e tal, que… Quem matou a pau, tenda absurdamente lotada, pista dançando do começo ao fim, clima total de festa, todas as músicas sendo gritadas, foi uma certa atração do último Popload Gig.


“Hellooooo, Reading. We are the Friendly Fires and you are the incredible second best audience we’ve played this month”

Mas então. Meu Top 5 de sete bandas do Reading 2009 foi:

1. Radiohead
2. Friendly Fires
3. Passion Pit
4. Big Pink e La Roux
5. Gossip, The XX

(1) É aquilo que a gente viu. Show lindo para os ouvidos e olhos. Mais modern jazz, electrojazz que indie ou rock, embora o começo com “Creep”, para os ingleses que não viam a banda tocá-la há séculos, foi matador. Vi só uma hora de show, pelos motivos óbvios, e porque ali do lado ia começar a La Roux.
(2) Foi a catarse coletiva já citada. E, independente de qualquer coisa, pensa: umas 10 mil pessoas gritando para uma banda que tocou há algumas semanas para 1000 no Circo Voador e 500 no Studio SP.
(3) Foi meu terceiro Passion Pit ao vivo. Uma no Sxsw, show cool mas caótico, bagunçado mesmo de banda parecendo tocar pela segunda vez na vida. Outra abrindo para o Franz Ferdinand em Londres em julho, show burocrático e chato, até. E esta no palco dois do Reading, abarrotado, vibe incrível, uma música boa atrás da outra.
(4) Big Pink começou irregular, como é o disco. Viajante sem sair do lugar, shoegaze mais climático que climáááático. Aí começaram a carregar na eletronice, a guitarra subiu, a atmosfera começou a ficar pesada e densa e pesada e densa… O final com as mágicas “Velvet” e “Dominos” matou. Como dizem no twitter, morriumpouquinho. A La Roux no mesmo palco, mas num outro dia e contexto, joga com o jogo ganho. A galera AMA a moça, canta tudo, eletropop quase vagabundo mas com muito charme, com uma parte chatinha, outra sensacional. Não há meio-termo. Mas as boas, tipo “In for the Kill”, “Bulletproof”, “I’m Not Your Toy”, “Quicksand”, fazem o local em que ela toca o melhor lugar do mundo para estar.
5) O Gossip é aquilo. Beth Ditto despachada, enlouquecendo num crescente, clima de show para amigos, músicas novas bem boas ao vivo, músicas “velhas” absurdas e o final com “Standing in the Way of Control” para o mundo acabar. A “nova sensação” XX é uma delícia ao vivo, para uma banda tão parada. Mistura de Cure com Pixies, jogralzinho ele-ela na medida, banda que explora os minimalismos quase silêncio com uma genialidade absurda para ver em um grupo tão novo. Thom Yorke deve adorá-los.

* ISTO FOI O READING:
- Outros shows bem bons: Horrors, Kings of Leon, Metronomy, Yeah Yeah Yeahs (perfeito se não fosse no palcão principal), Bombay Bicycle Club e, acredite, Bloc Party (a parte que eu vi).
- Show que confundiu: Arctic Monkeys. Na hora, achei alguns momentos bons, outros burocráticos. Ninguém muito empolgado com as músicas novas. Mas na hora em que ouvi, depois, no especial da Radio One, achei muito bom.
- Show que não rolou de jeito nenhum: Kaiser Chiefs.
- Show que eu não vi, mas amigos acharam o máximo: Faith No More, Florence & the Machine, White Denim, Dinosaur Pile-Up e… Them Crooked Vulture, a banda do Josh Homme + Dave Grohl + John Paul Jones que tocou de surpresa, sem ser anunciada, no palco 2, tipo sábado 4 da tarde.
- Várias: “Sex on Fire”, do Kings of Leon, e “When the Sun Goes Down”, do A.Monkeys, foram as duas músicas mais absurdamente cantadas alto pela galera no Reading. Parece que no Faith No More teve uma par delas. E “Death”, do White Lies, teve lá sua glória; Popload e a moda: camisa xadrez que um dia foi grunge e hoje é folk foi tendência. Pintura na cara teve mais no Reading deste anos do que quando o Collor sofreu impeachment. O “must” era fazer bigodes e focinho de gato no rosto. Homem e mulher. No show do Bombay Bicycle Club, pensei que ia rolar esmagamento de pessoas. Ou, pior, de adolescentes. Quando você achava que não havia espaço para mais ninguém, lá vinha uma orda de 20 teens raivosos querendo chegar perto do palco. Foi assim da primeira à última música. Medo.

* O READING 2009 EM TRÊS VÍDEOS
1) Beth Ditto fazendo dancinha na explosiva “Jealous Girls”

2) Um vídeo “especial” para “Heads Will Roll”, do Yeah Yeah Yeahs

3) A sensação Big Pink, japa girl na batera, mandando “Velvet”

* Mais Reading, com outros vídeos e fotos, logo mais.

* ALL YOU NEED IS (VAGNER) LOVE – Sumiço do Belchior, fim do Oasis, Reading Festival, disco novo da Scarlett Johansson, Popload em Londres? Nenhuma notícia pop foi tão importante nos últimos dias do que a contratação do Palmeiras para o campeonato brasileiro: o Vagner Love, o craque do amor, que passou cinco anos entre as russas e agora deve estrear sábado no Palestra Itália.
Além de uma Copa da UEFA e duas taças do Russão (?!?!), o atacante traz na bagagem a inspiração para duas bandas europeias batizadas com seu nome. A primeira é de Manchester e se chama isso mesmo, Vagner Love. A segunda é uma espécie de Village People alemão-anos-2000 e é batizada de Wagner Love, com W. Eu e meu amigo do Planalto, o Eduardo Palandi, somos os fãs oficiais brasileiros de ambas as bandas.

1. A primeira é um trio de moleques de Manchester que faz power pop de três minutos como se fosse 1993 (Sebadoh, Teenage Fanclub… Green Day?). A Popload ouviu e concluiu: se Vagner Love jogasse no Manchester United, perigava de “This Is Not a War” e “We Don’t Care” virarem hinos de arquibancada da maior torcida inglesa, tipo “Seven Nation Army” (White Stripes) na Itália. Veja e ouça com seus próprios olhos e ouvidos: myspace/vagnerloveband.

2. A Wagner Love surgiu na Alemanha em 2003 (a de Manchester é de 2007). Ao invés do popzinho underground, é um quarteto assinado com a EMI local, que faz uma mistura de Phoenix com Jorge Vercilo (!) cantando em inglês. Ficou com medo? Não se preocupe, é mais para o lado do Phoenix, já que o hit “I know”, emplacado na trilha do filme “Jogos de Amor em Las Vegas”, é muuuuito parecido com “Too young”, do primeiro disco dos franceses.

*** Agora uma pausa para os nossos comerciais ***

* POPLOADED 122 - Está em cartaz na Rádio Poploaded a edição 122 do programa co-apresentado por Lúcio Who e o gênio Fábio Massari. No playlist, só balas: Friendly Fires exclusivo ao vivo na passagem de som do Studio SP, Dwarves, Deerhunter, Eve & Benga, Electric 6, Decemberists, XX entre outras. Na famosa session ao vivo de banda nacional, a apresentação do grupo electrogrungesexy Brollies & Apples, em vídeos classe gravados na Rua Amauri, pelos mascarados. Tipo este.

* POPFELLAS APRESENTA NO PORN – O ótimo duo paulistano No Porn, dos festeiros Luca e Liana, se apresenta nesta quinta-feira em pocket show na balada rock Popfellas, com discotecagens deste aqui, de Rafa Urenha e do Focka. Mesmo se eu não tivesse a “obrigação” de tocar, eu jamais perderia esta balada. Wicked!

 

*** Fim dos nossos comerciais ***

* CARACA: ROCKBAND DO RADIOHEAD? - Hahahahaha.

* CARACA: MAS O DOS BEATLES É BEM SÉRIO - Rolou no final de semana passado, mas como eu estava absorvido no Reading, não tinha visto.

* CARACA: E O DO KURT? – Este é para o Guitar Hero 5, também old news, mas serve no “pacote” dos Beatles real e do Radiohead fake. Nesse jogo o Kurt Cobain pode tocar e cantar qualquer coisa: de “Smells Like Teen Spirit” a… Bon Jovi. Aí alguém aproveitou para fazer o Kurt cantar “You Give Love a Bad Name”, sendo que Love, neste caso, foi uma direta para a Courtney Love. Hehe.

* LOGO MAIS - Popload no cinema: Tarantino, ETs e o filme sensação de 2009. Popload na literatura: O Nick Hornby que veio parar na minha mão. E os sambistas do indie. Foram os prêmios ingleses. Só loucura.

Notas relacionadas:

  1. The Ones I Love – Radiohead, REM e o Planeta Terra
  2. Anatomia de um hit indie nacional. A música ruim mais legal do momento. Green Day na(o) Terra? Ting Tings também? Serviços de utilidade pública. O Gui Fest. E o Arctic Monkeys. E é isso aí.
  3. Pum, Cecê e Rock’n'roll: a nova configuração das baladas de SP pós-lei antifumo. Franz Ferdinand, Yeah Yeah Yeahs, FNM e Jane’s Addiction: o segundo semestre esquenta. E maaaaais.
Autor: Lúcio Ribeiro - Categoria(s): Blog Tags: , , , , , , , , , , , , , , , , ,
06/07/2009 - 13:34

Brüno. Andreas. Alex Monkeys. Alex Ferdinand. Michael. E o Noah

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* Brüno

* This is a song for anyone/ With a broken heart (Noah and the Whale).

* Popfellas?

* Trident de sabor chocolate+menta. Sorvete de Goodbye Yellow Brickle Road”, da Ben & Jerry’s, com a foto do Elton John no potinho e sabor de chocolate + peanut butter, com pedaços de balas Brickle de café e pedaços de chocolate branco. Que mais, Londres?

* Mais isso:

* Ele é fashionista. Ele é austríaco. Ele é fabuloso. Ele é o Brüno. E a Inglaterra só fala dele. Por causa do filme dele, que estréia sexta-feira aqui. E por causa do Brüno a Inglaterra está uma bagunça.

* Brüno está na TV, nas capas das revistas, no ônibus de dois andares, em tamanho natural em totens de papelão em muitos lugares da cidade. Brüno é bobagem pop, but I like it.

* Fazia tempo que eu não vinha a Londres no verão, acho. No verão mesmo, esses com Sol, dias lindos e noite começando 22h30. Um milhão de moradores e o triplo disso de turistas nas ruas, todos com caras de felizes. De artes a música a cinema a gastronomia a literatura, passando obviamente pela música, tudo acontece aqui. Você faz 100 coisas num dia e volta para casa com a sensação de vazio por ter perdido outras 500.

* Basement Jaxx, Dizzee Rascal, Madonna, The Streets, The Virgins, Killers, Kanye West, Florence and the Machine, Snow Patrol, Dogs, Digitalism, Afrika Bambaataa, Fischerspooners, Jack Penate, Silversun Pickups, Lil Wayne, Siouxsie discotecando, Glen Matlock tocando Sex Pistols acústico (??), Take That (??), !!! (???). Perdi tudo isso nos últimos três dias. Ou, melhor, “deixei de ver”.

* Vamos ver se eu não deixo de ver o Franz Ferdinand e o Passion Pit hoje no iTunes Festival. Esse festival de atrações duplas cujo lema é “31 Noites, 62 Bandas, 1 Lugar” que acontece todo dia, de 1º de julho a 31 de julho no Roundhouse, em Camden Town.

* PIXIES TOCANDO O “DOOLITTLE” - Vende que nem água desde este último final de semana os ingressos para a residência de quatro noites da seminal banda Pixies no Brixton Academy, em Londres. O sobrevivente Frank Black vai reunir novamente sua turma para tocar apenas o seu segundo álbum, o fantástico “Doolittle”, de cabo a rabo, mais os B-sides de seus poderosos singles. Os shows, aqui em Londres, acontecem em outubro, de 6 a 9. A turnê do “Doolittle” começa na verdade na Irlanda, dia 1º/10 e se extende depois com apresentações únicas na Alemanha, Bélgica, Holanda e França.

“Doolittle”, terceiro álbum se você não considerar o “Come on Pilgrim” um EP, é de 1989 e portanto está fazendo 20 anos, por isso a turnê comemorativa. Um dos mais importantes documentos do rock alternativo americano, que ajudaria a moldar o rock nos anos 90, o “Doolittle”, todo artístico, bíblico e cheirando a morte, começa com “Debaser” e termina com “Gauge Away” e qualquer uma de suas 15 músicas é um clássico. “Here Comes Your Man”, fácil, foi a música que mais tocou na história em rádios de rock do Brasil. Não é raro o álbum aparecer nas infindáveis listas de melhores discos de todos os tempos.

Se essa turnê for durar, eu tenho um palpite bobo de onde ela pode passar.

* ALEX MONKEYS – O mundo indie espera ansioso pelo dia 24 de agosto, quando o Arctic Monkeys, aquela banda, lança (oficialmente) seu aguardado “Humbug”, terceiro álbum da carreira deles. Enquanto “Humbug” não aparece nem pela net, “Crying Lightning”, o primeiro single, que já apareceu aqui na Popload em versão ao vivo no festival australiano Big Day Out, foi lançada hoje na Radio One aqui em Londres, pelo sempre esperto Zane Lowe. Dá uma olhada no jeitão “cantor de cabaré” do Alex.

* ULYSSIIIIIIIIIIIIIIIIS – FRANZ FERDINAND AO VIVO – Rolou o grande show da banda escocesa Franz Ferdinand no famoso Roundhouse, casa onde até o Jimi Hendrix tocou quando ele era do tamanho do Franz Ferdinand, hehe. Parte do festival iTunes, realizado todos os dias de julho no Roundhouse com duas bandas diferentes, o FF teve abertura do Passion Pit. Imagens e/ou vídeos do pequeno grupo de Boston entram no próximo post.

O show do Franz Ferdinand teve temperatura interna de 200ºC, para variar. Nenhuma novidade até aqui no astral da apresentação da turma “gente boa” do Alex Kapranos. O negócio é que me surpreendeu as músicas novas (do disco “Tonight”) estarem mais explosivas ao vivo do que os grandes hits da banda. Esperava obviamente o contrário. Dá uma olhada em “Ulysses”.

Foi impressão minha ou no começo do vídeo o Kapranos fez o “Moonwalking”? You never, you never, you never, you never, you never…

Falando nisso, claro que teve uma homenagem do Franz para o astro pop morto recentemente. Os escoceses tocaram uma música especial para o cara. Veja só:

Estou zoando, óbvio. Foi mal, Michael.

O show do FF no Roundhouse começou tranquilão, galera comportada, então fui indo bem para perto do palco. Logo veio o pandemônio Franz e aí era tarde demais para eu sair de lá. No decorrer dos posts eu vou colocando uns “momentos Franz”. Por enquanto, confira no setlist do show quais foram as músicas que eles tocaram.

* NOAH, A BALEIA E A MÚSICA MAIS BONITA DO MUNDO HOJE - Essa é de cortar o coração. Cortar, estraçalhar, pisotear. Está alto verão na Inglaterra, mas por aqui as pessoas sentem a alma gelar quando toca no rádio a belíssima “Blue Skies”, novíssima música do quarteto Noah and the Whale, banda de Londres que lança seu segundo CD dia 31 de agosto.
Noah and the Whale seria chamada de banda folk se fosse dos EUA, como todas as bandas de som tranquilo e elaborado o são hoje em dia. Tem violão? É folk.
Mas aqui se trata de um grupo de perfect pop, baseado em guitarras, que usa piano ou metal na hora em que quer machucar. Sabe banda que tinha tudo para ser do norte da Inglaterra ou da Escócia, que compõem naqueles cenários lindos e solitárias de paisagens verdes de um lado e mar de pedra no inverno de outro?
“Blue Skies”, a música, é da estirpe de canções especiais e arrebatadoras quando surgem, na linha “Silent Sigh”, do Badly Drawn, ou “In My Place”, do Coldplay, quando o Coldplay era…
A música do Noah and the Whale começa direta: “This is a song for anyone with a broken heart. This is a song for anyone who can’t get out of bed”. Sério…
Na verdade, “Blue Skies” é “para cima”, hahaha. Com esperança. A felicidade vai vir, acredita a música. Embora seja duro esperar por ela, completa.
O grande “problema” de “Blue Skies”, para mim, é o “broken” cantado no começo pelo delicado Charlie Fink. Ele canta “broken” de um modo… quebrado, sofrido, propositadamente desafinando. Repara para ver.
“Blue Skies” tem original no MySpace da banda ou neste único vídeo que eu vi para a música no Youtube, em versão ao vivo, em show de Toronto (Canadá).

“Blue Skies” está arrebatando tantos fãs que está refazendo os planos da banda. No final de agosto eles lançam o álbum “The First Days of Spring”, que seria puxada por um single que tem o mesmo nome do álbum. “Blue Skies” seria o segundo single, a ser lançado em outubro. A coisa pode se inverter.

Tem uma hora de “Blue Skies” que Fink canta assim:
“This is the last song 
that I write/
While you´re even on my mind/
Cause it´s time to leave those feelings behind
Oh cause blue skies are calling/
But I know that it´s hard”

F*ck….

* LONDRES: POPSCENE – Aqui você anda na rua e encontra coisas assim. Clica para ver maior e inteira:


* BRÜNO: “VASSEVER” - Lá vem ele. Estréia nesta sexta-feira nos EUA e aqui no Reino Unido (e mais em uns 20 países de todo o mundo) o filme “Brüno”, mais uma palhaçada sem sentido do engraçado ator Sacha Baron Cohen, que há uns dois anos deu ao mundo o “Borat”.

“Borat is so 2006″ é a campanha do filme sobre a persona fashionista de Cohen. Não só fashionista. Jornalista fashionista gay austríaco. Ele atua onde o mundo badalado mais gosta: no mundo da moda, das celebridades, do entretenimento. “Brüno” é um desses “mockumentary” dos mais reais.

Se você reparou bem na internet, TV, revistas nos últimos dias, Brüno está em todas. Mas aqui na Inglaterra, para variar, beira o absurdo a onipresença do fashionista gay austríaco e jornalista. Se você pensa que a coisa parou naquela papagaiada com o Eminem na premiação da TV, olhe de novo.

Brüno está no metrô, nos ônibus, no “Guardian”, no “Times”, em 100 programas de TV nos cinco canais abertos da Inglaterra, nas rádios, em bonecos de papelão de tamanho natural em porta do cinema, em conteúdo de celular, nos pendrives de brinde do “News of the World” no domingo passado. Óbvio, Brüno foi destaque da parada gay em Londres no final de semana.

O “Observer” de domingo passado trouxe na capa de sua “Woman Magazine” um “cara”. Chamado Andreas. Ele é o Brüno real. Gay, fashionista, austríaco. É o assistente direto da estilista Vivienne Westwood, a “madrinha do punk”.

“Brüno”, o filme, que estréia no Brasil no dia 31 de julho (podia ser pior), tinha outro nome quando a idéia de sua realização surgiu. Assim: “Bruno – Delicious Journeys Through America for the Purpose of Making Heterosexual Males Visibly Uncomfortable in the Presence of a Gay Foreigner in a Mesh T-Shirt”. Mas optaram apenas por “Bruno”, haha. O filme está confundindo os órgãos que estabelecem a censura, da Austrália à Alemanha. Na Austrália, que é sossegada nesse sentido, “Brüno” chegou a ganhar um R 18+ e teve de ser editado para passar para mais gente.

Brüno, que fala um “inglês austríaco”, recentemente botou fogo no programa do apresentador Conan O’Brien, no “The Tonight Show”. A entrevista foi bem engraçada e o “fashionista austríaco” fez sua sexy dance na mesa de O’Brien, para depois sentar no colo do apresentador.

Brüno e o Michael – Uma cena contendo uma zoação a La Toya Jackson, irmã do MJ, foi removida às pressas do filme numa edição extraordinária, antes de o filme ser distribuído. Com a repentina morte do astro pop, caiu fora o momento em que Brüno, aloprando a La Toya, rouba o celular dela para ligar para o Michael.

Vou poupar você de ver mais cenas do “Brüno”, tirando a foto gigante do começo do post, hahaha. Mas já lhe digo que Brüno é gente fina. Adotou uma criancinha africana. Trocou por um iPod. E botou o bebê dentro de uma caixa e despachou como bagagem na viagem de volta à América.

Tal qual Borat, Brüno zoa geral e sem medo. Dizem que, se você achou “desconfortável” a cena em que o Borat vai ao banheiro e traz o “resultado” num saco plástico à mesa de um jantar fino, espere ver o que ele aprontou no Arkansas, terra onde “minorias” não são muito bem-vindas.

Sacha Baron, ou o Brüno, foi até uma cidade redneck para promover um grande evento de luta livre. Fake, óbvio. Criou o evento “Blue Collar Brawlin” e disse que iam ter cinco grandes lutas a apenas U$ 5 o ingresso, balada cheia de garotas e com cerveja gelada custando U$ 1. Espalhou o flyer com a info e recebeu na “arena” cerca de 1.500 pessoas. Depois de quatro lutas medíocres, o público local já achando que foi ludibriado, entrou no ringue os dois últimos oponentes. Brüno e um sujeito apresentado como “Straight Dave”, hahaha.
Começaram a “luta”, um rasgando a roupa do outro, e passaram a se beijar e se lamber no ringue. Foi mais ou menos isso o que aconteceu…

Cinema de arte.

* POPFELLAS: A “NOVA” BALADA - Crescem os empreendimentos Popload Inc. Já tem o blog, vai ter o site, tem a rádio Poploaded, o festival Popload Gig e agora… Popfellas. Na verdade, a POPFELLAS é a significativa repaginação da parte que me cabe na Rockfellas, a festa de rock do clube Vegas, um dos mais importantes espaço de baladas do país. De balada e agora de shows.

A partir desta quinta, feriadão dia 9, temos uma pequena mudança na minha residência de mais de três anos. O underground vai virar “overground”. Minha balada sai do porão, ganha o palco para bandas e o salão principal do Vegas, porque “os modernos estão tomando conta da Rockfellas, empurrando o ‘rock velho’ para baixo”, disse um dos donos do clube.

Então, já que é assim, ganho companhia de dois outros DJs, o Rafael Urenha (Party Íntima) e o Focka, para tocar indie dance, disco punk, funk metal, electro rock e todas as combinações dessas vertentes, misturadas.

E vai ter banda. As principais movimentações de novo rock e afins da cena indie brasileira vão ganhar precioso espaço no palco do Vegas. Nesta quinta, a estréia fica por conta do incrível The Name, disco punk sério de Sorocaba, São Paulo. Porque, não sei se você notou, Sorocaba está bom-ban-do.

A Popfellas vai ter esse formato, então, a partir de quinta agora e quinzenalmente. Dia 23, as discotecagens da balada vão abrir espaço para o “internacional” trio Télépathique, fino.

Logo mais divulgo outros detalhes da Popfellas e a programação de agosto. Por enquanto, fique com o flyer. Sinta-se convidado à Popfellas.

* PROMOÇÃO LONDRES – Segue o sorteio dos famosos “prêmios de viagem”. Melhor: acrescidos de outro bem bacana. Concorra nos comentários ou no email lucio_ribeiro@ig.com.br. Jump.
1. Uma camiseta lindona, verde, tamanho M, oficial, da volta do Blur. É para meninos (ou ideal para). Tem o cachorro de óculos na frente e “blur” grande atrás, com menção ao Hyde Park 2009.
2. Uma “Q” his-tó-ri-ca do Michael Jackson, que saiu depois da morte do MJ, mas não é sobre a morte do Mj. Me entende?
3. Os singles “Can’t Stop Feeling”, novíssimo, e “No You Girls”, do Franz Ferdinand.
4. Uma camiseta “de meninas” do Franz Ferdinand. Tamanho M. Rosa. Lindona. Da última turnê.

* Por enquanto é isso.

Notas relacionadas:

  1. Eu, você, o Matt, a Kim, o Alex, o Eddie, o John, o Paul, a Mica, o Mickey… Todo mundo!
  2. Ferrou: Dandy Warhols quis a morte de Michael Jackson. Extra: como o Twitter vai salvar a música. Xi, Brasil: o indie e a gripe. Nheca: o indie e o cocô. E mais Jacko e o Glasto-tal. E o Blur me esperando
  3. Girls and boys: a triunfal volta do Blur. Londres está “swinging”. O sambão do Friendly Fires na Popload Gig 2. Michael Jax e o incrível caso da capa da “Q”. Franzzzzz, Fred Perry, prêmios f*d*. Que mais, hein…
Autor: Lúcio Ribeiro - Categoria(s): Blog Tags: , , , , , ,
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