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	<title>Popload &#187; Kasabian</title>
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	<description>Por Lúcio Ribeiro</description>
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		<title>Santiago loucura: o Radiohead, os cachorros, o Sonic Youth e a juventude sônica. E a pergunta básica: qual o maior show no Brasil em todos os tempos?</title>
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		<pubDate>Mon, 30 Mar 2009 13:51:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lúcio Ribeiro</dc:creator>
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		<description><![CDATA[((((Final)))

* Popload em Santiago, Chile.

* Hey, kool thing. Senta aqui do meu lado. Tem uma coisa que eu quero perguntar a você. Eu só quero saber o que você... 



* A NOITE EM QUE EU TOQUEI NO SONIC YOUTH - E o i-na-cre-di-tá-vel show do Sonic Youth domingo em Santiago COMEÇOU desse jeito aí em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>((((Final)))</strong></p>
<p>* Popload em Santiago, Chile.</p>
<p>* Hey, kool thing. Senta aqui do meu lado. Tem uma coisa que eu quero perguntar a você. Eu só quero saber o que você&#8230; </p>
<p align="center"><object width="425" height="344"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/0JdeWhKSS3w&amp;hl=pt-br&amp;fs=1"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/0JdeWhKSS3w&amp;hl=pt-br&amp;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" width="425" height="344"></embed></object></p>
<p><strong>* A NOITE EM QUE EU TOQUEI NO SONIC YOUTH -</strong> E o i-na-cre-di-tá-vel show do Sonic Youth domingo em Santiago COMEÇOU desse jeito aí em cima&#8230; Com cara de fim de mundo. Essa foi a extensão barulhenta da primeira música, &#8220;Teen Age Riot&#8221;, que abriu o concerto do SY no Chile, o único na América Latina pelo menos até o fim do ano, parece. Fiquei surpreso com o show. Thurston Moore (tímido-maluco), Kim Gordon (de vestinho azul) e o resto da banda pareciam ter todos 20 anos de idade. Cheios de gás. Duas horas de shows, três voltas para bis, algumas guitarras destruídas.<br />
Até eu toquei guitarra neste show, hahaha. Eu estava perto da grade num momento ali quase no fim da apresentação, quando o Moore foi destruir sua guitarra num dos monitores. Depois, não contente, achou de vir em direção da galera e botou a guitarra para a massa tocar. Eu nem queria ficar perto da bagunça, mas veio uma onda humana por trás e fui espremido em direção da grade. Aí, com 1 milhão de pessoas me empurrando e a guitarra bem na minha frente, só me restou&#8230; tocar. </p>
<p><strong>* KOOL THING -</strong> Os vídeos do Sonic Youth que eu fiz estão sonoramente &#8220;aquela beleza&#8221;, mas não dava para fazer nada muito melhor, já que eu estava colado nas caixas. A bateria parecia estar tocando dentro da minha orelha. Vou colocar alguns vídeos na minha conta de YouTube, além dos que eu botar aqui no post. Este aqui embaixo é de &#8220;Kool Thing&#8221;. Repara na Kim Gordon. Ela tem mesmo 56 anos?</p>
<p align="center"><object width="425" height="344"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/PFoCpVfTLs8&amp;hl=pt-br&amp;fs=1"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/PFoCpVfTLs8&amp;hl=pt-br&amp;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" width="425" height="344"></embed></object></p>
<p><strong>* RADIOHEAD E &#8220;CREEP&#8221; NA PRIMEIRA &#8211; </strong>O último show da bendiiiiiiiiita primeira turnê do Radiohead pela América do Sul terminou sexta-feira à noite no maldiiiiiiiiiiito Estádio Nacional, em Santiago, Chile. A questão em shows assim, raros, da banda do Thom Yorke, é: será que eles vão tocar &#8220;Creep&#8221;? Em São Paulo, quase não tocaram. Foi a última, depois até que o show já tinha &#8220;encerrado&#8221;. Aqui em Santiago, na segunda apresentação da banda no famoso estádio chileno (parece que a primeira, na quinta, foi estranha, confusa), &#8220;Creep&#8221; foi logo tocada de início. Simples assim.</p>
<p>* Isso me lembrou de um show do Mudhoney  em Londres, em 1991, o ano em que o &#8220;punk broke&#8221;. Foi uma semana antes de o Nirvana mostrar no Reading Festival 1991, pela primeira vez em um evento grande, a fatal &#8220;Smells Like Teen Spirit&#8221;. E algumas semanas antes de o álbum &#8220;Nevermind&#8221; ser lançado e o indie rock mudar o mundo (hehe). Até aquele momento, o hit indie maior e &#8220;da hora&#8221; era &#8220;Touch Me I&#8217;m Sick&#8221;, do Mudhoney. E aí, no abarrotado show deles no Astoria, Mark Arm assim que entra no palco já pega o microfone e fala: &#8220;Para vocês não encherem nosso saco, toma aí &#8216;Touch Me I&#8217;m Sick&#8217;&#8221;. Thom Yorke não chegou a dizer a mesma coisa no Chile, tocando &#8220;Creep&#8221; de primeira. Mas o Radiohead me lembrou o Mudhoney nessa.</p>
<p>* Aqui em Santiago, Radiohead começando o show na sexta com &#8220;Creep&#8221;. O Blondie, no sábado, iniciando sua apresentação com &#8220;Hanging on the Telephone&#8221;. E Sonic Youth no domingo mandando de primeira &#8220;Teen Age Riot&#8221;. Talvez essa tenha sido a &#8220;melhor sequência de primeiras músicas numa série de shows na mesma cidade no mundo em todos os tempos&#8221;. Estou errado, será? </p>
<p>* Antes de falar mais do espetacular último show latino do Radiohead, preciso dizer que de um modo bizarro PERDI o Blondie. Sério. Era uma noite &#8220;anos 80&#8243; do festival Pepsi Music e estavam programados para tocar o cantor farofa Rick Astley, o A-ha e a banda de Debbie Harry. Até aí beleza. No ingresso dava a entender que a noite seria Astley-Aha-Blondie, nessa ordem. No jornal daqui, dizia que o Rick Astley ia abrir. E lá fui em tentar chegar &#8220;só&#8221; para o Blondie. Eu caminhando em direção do complexo, a gigante arena chilena entupida de gente, quando do lado de fora ouvi alguma coisa do tipo &#8220;Boa noite, Chileeeeee&#8221;, proferido por uma voz feminina. Aí entro e pergunto para as pessoas da porta como tava o andamento dos shows. &#8220;O Blondie acabou de tocar. Agora é o Rick Astley. Depois tem A-ha&#8221;. Aí começa a gritaria e o Astley manda a famoooosa &#8220;Never Gonna Give You Up&#8221;. Entrei por dois segundos no lugar, senti a &#8220;vibe&#8221;, virei as costas e fui embora. Fueeeeeeeen!</p>
<p><strong>* RADIOHEAD ALEGRE E&#8230; HUMANO -</strong> Como o show de quinta em Santiago parece ter sido bagunçado e tenso, por causa de problemas técnicos que irritavam o Thom Yorke, o concerto de sexta foi uma alegria só. Alegre e &#8220;diferente&#8221;.<br />
Já tinha visto o Radiohead ao vivo algumas vezes nesta minha vida de shows, mas antes a banda nunca tinha parecida tão&#8230; humana.<br />
Não sei como foi em SP e Rio, porque os perdi, mas aqui no Chile o quesito &#8220;viagem&#8221;, que sempre dá um caráter extraterrestre para as apresentações do Radiohead, foi aliviado ao máximo.<br />
Bem-humorados, faladores, o Radiohead foi mais uma banda &#8220;normal&#8221; no último show da turnê latina. Mais &#8220;orgânico&#8221;. Mais rock, menos efeitos. E isso esteve longe de ser ruim. Pelo contrário.<br />
Começaram com &#8220;Creep&#8221; e terminaram no terceiro bis, com &#8220;Paranoid Android&#8221;. Perfeito. Ir embora com &#8220;Raaaaaaaaaaaaaaaaaaain down&#8221; na cabeça foi demais.</p>
<p align="center"><object width="425" height="344"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/Z0WrY-LRI4k&amp;hl=pt-br&amp;fs=1"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/Z0WrY-LRI4k&amp;hl=pt-br&amp;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" width="425" height="344"></embed></object></p>
<p><strong>* TUDO NO LUGAR CERTO: RADIOHEAD FAZENDO R.E.M -</strong> E teve mais: pouco antes de começar a escandalosamente boa &#8220;Everything in Its Right Place&#8221;, do &#8220;Kid A&#8221;, Thom Yorke canta, no jeito Thom Yorke de cantar, o hit &#8220;The One I Love&#8221;, do REM. Dá uma olhada.</p>
<p align="center"><object width="425" height="344"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/OXlPRvSs4dM&amp;hl=pt-br&amp;fs=1"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/OXlPRvSs4dM&amp;hl=pt-br&amp;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" width="425" height="344"></embed></object></p>
<p><strong>* O CHILE E A CACHORRADA -</strong>É incrível o número de cão sem dono que vaga por Santiago e Valparaíso, a cidade por onde passei, na visita ao Chile. São muitos, grandes, andam em bandos, às vezes uma &#8220;turma&#8221; de quatro, cinco. Para lá e para cá. Parecem espertos, parecem bem nutridos. Se eles se viram bem assim, beleza. Mas achei engraçado o comportamento vespertino deles. Eles deitam e dormem por todos os lugares. Tiram a siesta mesmo. Em praça, no ponto de ônibus, aos pés de telefones públicos, em escada, no meio de guardas fazendo segurança nas ruas. Não tem lugar certo para o sono da tarde da cachorrada chilena. Fiz umas fotos da siesta canina. Assim:  </p>
<p align="center"><a href='http://colunistas.ig.com.br/lucioribeiro/files/2009/03/dogs.jpg'><img src="http://colunistas.ig.com.br/lucioribeiro/files/2009/03/dogs.jpg" alt="" width="450" height="511" class="alignnone size-full wp-image-9905" /></a></p>
<p>*  Eu estava num dos metrôs da bacana Santiago quando veio um aviso, nos falantes. &#8220;Por favor, por questão de segurança, não sentem no chão do trem. Repetindo: sentem-se apenas nos assentos&#8221;. Pensei: &#8220;What?&#8221;<br />
Depois comecei a reparar. Não tem essa de banco para os chilenos. A galera senta em todo e qualquer lugar. No trem, na plataforma, na frente da porta do metrô. Confesso que, na hora ali em um metrô cheio e sem assentos disponíveis, me deu uma vontade de sentar no chão mesmo. No Chile, como os chilenos.</p>
<p>* Chile musical. Não sou lá muito conhecedor das coisas sonoras chilenas, mas pelo pouco que vi num canal de vídeos local e sapeando a &#8220;Rolling Stone Chilena&#8221; eu deduzo que o que pegou por lá pelo menos num mero fim de semana de março são duas bandas/vídeos&#8230; de fora do Chile. Passa muito o vídeo de &#8220;La Octava Maravilla&#8221;, da banda argentina Massacre. Música velha, mas vídeo razoavelmente novo. E, mais, um vídeo muito louco de uma famosa dupla porto-riquenha de reggaeton, a Jowell &amp; Randy. Ainda não entendi se o Jowell &amp; Randy tem duas músicas diferentes, a &#8220;Un Poco Loco&#8221; e a &#8220;Un Poco Loca&#8221;, ou é a mesma, com letra diferente, se é diferente. Mas curti a versão remix da música, em ritmo-malandragem. Outro que eu vi que bomba lá, desta vez chilena, é a banda Canal Magdalena, de Valparaíso, uma espécie de Oasis local, guardada as proporções. Não curti muito. Uma tal de &#8220;Lady Love Me&#8221; toca &#8220;bastante&#8221;.<br />
Bom, de tudo, vou deixar aqui o vídeo do Massacre. Adoro o &#8220;maravidja&#8221; falado de &#8220;maravilla&#8221;.</p>
<p align="center"><object width="480" height="295"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/EBd1z7JjcFU&amp;hl=pt-br&amp;fs=1"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/EBd1z7JjcFU&amp;hl=pt-br&amp;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" width="480" height="295"></embed></object></p>
<p><strong>* FESTIVAL DE READING E LEEDS -</strong> Está fraca a escolha de headliners para um dos principais agrupamentos de gente e música do mundo, o Reading Festival e seu espelho, o Leeds Festival. Radiohead, Arctic Monkeys com disco novo e Kings of Leon. Festival inglês anda &#8220;broca&#8221; de ver, pela &#8220;selvageria indie&#8221;, mas pelo menos a noite dos Followill deve arrastar a maior quantidade de mulheres para um show de rock na Inglaterra desde os Beatles. Estou brincando, claro.   </p>
<p align="center"><a href='http://colunistas.ig.com.br/lucioribeiro/files/2009/03/reading.jpg'><img src="http://colunistas.ig.com.br/lucioribeiro/files/2009/03/reading-300x257.jpg" alt="" width="300" height="257" class="aligncenter size-medium wp-image-9906" /></a></p>
<p><strong>* KASABIAN MEETS DRÁCULA</strong> &#8211; A partir de hoje até o próximo dia 3 de abril, o Kasabian estará disponibilizando seu novo single – “Vlad the Impaler” (sério) – em seu site oficial para download gratuito. A faixa faz parte do terceiro álbum do grupo, o “West Rider Pauper Lunatic Asylum” e é bem&#8230; bem&#8230; Beastie Boys. Vlad é o Drácula da vida real.<br />
A premiere do single vai ao ar “oficialmente” no programa do Zane Lowe, nesta terça. Mas o Kasabian já entregou o clipe, dirigido pelo Richard Ayoade, que costuma fazer vídeos para o Arctic Monkeys (lembra deles?) e conta com a participação do comediante Noel Fielding, encarnando o&#8230; Vlad.<br />
Apesar de ser lançada como música de trabalho, “Vlad the Impaler” não será o primeiro single a sair naquele formado antigo, em lojas. Em 1º de junho, chega ao mercado o single de outra música, chamada “Fire”. Uma semana depois sai o álbum.<br />
Chega de falatório. Vê aí o novo vídeo sangrento do Kasabian.</p>
<p align="center"><object width="425" height="326"><param name="allowfullscreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="movie" value="http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=3939888&amp;server=vimeo.com&amp;show_title=1&amp;show_byline=0&amp;show_portrait=1&amp;color=c9ff23&amp;fullscreen=1" /><embed src="http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=3939888&amp;server=vimeo.com&amp;show_title=1&amp;show_byline=0&amp;show_portrait=1&amp;color=c9ff23&amp;fullscreen=1" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" width="425" height="326"></embed></object></p>
<p><strong>* O MAIOR SHOW GRINGO NO BRASIL EM TODOS OS TEMPOS -</strong> Ok, acho que agora dá para fazer uma apuração mais justa. Em tempos em tempos rola por aqui a lista dos principais shows internacionais que o Brasil já viu, sempre na SUA opinião, mas ela tinha sempre uma &#8220;falha&#8221;: o Radiohead nunca tinha vindo para cá. E agora veio. E agora olha nós aqui outra vez.</p>
<p>* Em setembro do ano passado, não sei se você lembra, fizemos a mesma enquete e deu o seguinte, no top 10:</p>
<p>1. Franz Ferdinand no Motomix &#8211; 46 votos<br />
2. Arcade Fire no TIM Festival &#8211; 44<br />
3. Pixies em Curitiba &#8211; 41<br />
4. Iggy &amp; the Stooges no Claro que È Rock &#8211; 38<br />
5. Strokes no TIM Festival &#8211; 36<br />
6. U2 2006 &#8211; 35<br />
7. Nirvana no Hollywood Rock &#8211; 31<br />
8. Pearl Jam &#8211; 29<br />
9. Killers no TIM Festival &#8211; 28<br />
10. Flaming Lips no Claro que È Rock &#8211; 27</p>
<p>* Vamos ver se agora o Radiohead vai furar o bloquei do Top 10, de tão sensacional e incrível e absurdo que foi, segundo os comentários por todo lugar?</p>
<p>* Então lá vai a pergunta: <em>Em sua opinião, qual foi o principal show internacional que o Brasil já viu em sua história?</em> Pode ser mais que um, no máximo três. Estou curioso para (1) ver onde o Radiohead entra e (2) se de setembro para cá esse resultado acima muda, porque tivemos algumas coisas de lá para cá, tipo todo o Tim Festival 2008, o Planeta Terra. O A-Ha&#8230;</p>
<p>* Mande seus votos para os comentários aí embaixo ou para o email lucio_ribeiro@ig.com.br. Vou bolar uma listinha de prêmios para &#8220;esquentar&#8221; a votação.</p>
<p>* Certo?</p>
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