iG
iBest BrTurbo

Publicidade

Publicidade

06/10/2009 - 13:59

Girls

So sentimental. Not sentimental no!

Ok. O “efeito Múmia” me trouxe umas duzentas novas adesões no Twitter e umas outras centenas no Facebook em DOIS DIAS. Isso me assusta mais que o susto em si. Whatever, hahaha.

E também me leva a pensar: a MTV é tão popular assim entre “os jovens”? Não, o Twitter e o Facebook é que são.

nirvana

* CAN YOU FEEL MY LOVE BUZZ? - Um dos discos mais incríveis e cheios de energia feitos pelo ser humano, o álbum “Bleach”, o primeiro do Nirvana, faz 20 anos neste ano e vai ganhar um relançamento de luxo em novembro.
A lendária gravadora Sub Pop, de Seattle, vai recolocar no mercado o disco, no formato CD e em um vinil branco, com um bônus absurdo: um show inteiro da banda em Portland, em 1990, mixado agora pelo renomado produtor Jack Endino, o mesmo que botou sua assinatura na feitura do “Bleach” lá em 1990, quando era meramente um “produtorzinho local”.
A Sub Pop disponibiliza, como aperitivo, a fantástica versão de “Scoff” do show de Portland. Nirvana no mais puro gás, a guitarra de Cobain gritando, a bateria estraçalhando como se fosse o último show da história, Novoselic provavelmente sangrando os dedos para acompanhá-la no baixo, Cobain com uma voz juvenil berrando “Gimme back my alcohol” como se não houvesse amanhã. Que banda!

* ADVENTURELAND - Acaba de chegar direto ao DVD, pulando a etapa “cinema” no Brasil por algum motivo sinistro que até entendemos, mas não entendemos, o filme “Adventureland”, produção indie americana deste ano que já virou cult nos EUA e Europa.
O filme, sobre amores de verão, também pode grosseiramente ser descrito como a história de um moleque nos anos 80 que precisou levantar um dinheiro em um parque de diversões onde ele não podia deixar ninguém ganhar o urso de pelúcia na corrida de cavalinhos. E o que o Lou Reed tem a ver com isso? E o que a boneca Kristen Stewart (a heroína de “Twilight”) tem a ver com isso?

Só como registro barato de inconformismo: “Adventureland” é dirigido por Greg Mottola, que fez os deliciosos “Daytrippers” há alguns anos e “Superbad”, mais recentemente.
Cita Judas Priest, toca “Rock Me Amadeus” do Falco, mistura Velvet Underground, Cure e Crowded House, tem a Kristen usando camiseta do Husker Du.
E, enquanto só agora chega ao Brasil e só no DVD, passou lindo nos cinemas argentinos em junho.
Não dá.

* PROMOÇÃO PLANETA TERRA FESTIVAL: SONIC YOUTH, PRIMAL SCREAM, IGGY, MAXIMO PARK, METRONOMY E VOCÊ - A Popload deu a largada no sorteio de DOIS PARES de ingressos para o festival PT, que acontece no dia 7 de novembro no Playcenter, em São Paulo. Concorra mandando seus pedidos nos comentários ou no email lucio_ribeiro@ig.com.br. E já disse: por favor, não faça como a menina vencedora do ingresso do Franz Ferdinand, que quase teve um infarte quando recebeu meu email avisando do resultado. Não sou adepto da filosofia de que leitor bom é leitor morto, hehe.

* A MÚSICA MAIS BACANA DO MUNDO HOJE 1 – Não é porque um monte de gente decente (Crookers, Fake Blood, Peter Bjorn & John e pelo menos uns dez outros bambas) está remixando a música “Animal”, da banda sueca Miike Snow, que eu acho a canção um sopro de alto astral no pop atual.
Nem é pelo vídeo… singelo… que eu gosto desse “reggae sueco” (!).
Nem liguei quando, nas últimas viagens à Inglaterra, eu escutei a música 100 vezes por dia.
Talvez seja o refrão em que o vocalista barbudo usa falsete para dizer “I change shapes just to hide in this place but I’m still, I’m still an animal”.
Ou o comecinho que o cara diz havia um tempo em que o mundo dele era só “Daaaaaaaaaaaarkness, darkness-darkness”.

* A MÚSICA MAIS BACANA DO MUNDO HOJE 2 - Esta aqui é nossa velha conhecida, talvez a música que eu mais toquei em pista neste ano. Mas como a minha amiga Manu foi a um show deles em Atlanta, Georgia, e captou esse vídeo absurdamente feliz, a gente bota aqui uma das canções favoritas do ano, fácil. “Think less but see it grow. Like a riot, like a riot, ooooooooooooooooh!”

* A MÚSICA MAIS BACANA DO MUNDO HOJE 3 - Lembro que em maio, em Brighton, no festival Great Escape, eu tentei entrar num show tipo o do Charlatans (não lembro ao certo) e não consegui. Olhei a programação para ver outra coisa e vi que ia rolar perto dali, num clube do tamanho da pista da Neu e com uma pilastra no meio para “facilitar” a visão, o show da banda Girls, de San Francisco. Os blogs americanos vinham sendo muito generosos com o Girls (que ao contrário do que o nome indica são dois caras e uns colaboradores fixos, todos machos, para a versão ao vivo) e eu pensei: vou lá. Hoje, de tanto que se fala do Girls, a reencarnação jovem e indie do Elvis Costello, para reverberar o mínimo que dizem deles, a banda jamais tocaria num clube pulgueiro como aquele de Brighton, em que nem cabia no palco baixinho (um deles ficou tocando no chão), não tinha camarim nem para deixar as mochilas e os cases de guitarra.
Hoje o Girls é uma das bandas novas mais faladas da blogosfera. Há duas semanas lançaram seu primeiro álbum, chamado… “Album”, que diz a lenda foi inteiramente composto pela dupla líder da banda em “estado beeeem alterado”.
O disco é aberto pela ótima “Lust for Life”, que a gente fala aqui há tempos. Mas essa “Laura”, a música dois do álbum “Album” (sorry…), é uma belezura.

O nome Girls da banda deve ter sua razão nas amigas dos seus integrantes, que ilustram todos os vídeos do grupo e não são poucas nem feias.
E, no meio de tantas garotas, óbvio, tem uma, “the one”, a Laura, esta da música. O vocalista lembra bem dela na hora em que lava a roupa suja, na letra, esta da música: “She’s a bitch, I’m an ass”.

E veja o “fun fact” do primeiro comentário deste post, aí embaixo, escrito pelo Pedro Hollanda.

* FESTIVAIS LÁ E AQUI - Lá. O gigantesco Glastonbury 2010, que ninguém sabe quem vai tocar e vai ser realizado mais ou menos daqui a 10 meses na Inglaterra, já tem todos os seus ingressos esgotados. Sold out! Foram 180 mil ingressos consumidos em pouco menos de 15 horas.
Aqui. O festival About Us, que acontece em novembro em São Paulo, uma boa idéia com uma péssima curadoria, periga ter o pior line-up de todos os tempos em qualquer lugar do mundo e desde a realização do Woodstock, em 1969: Sting, Carlinhos Brown, Arnaldo Antunes e Lenine. O engraçado é que é um festival cujo lema é a “construção de um mundo melhor”.

* A MORTE E O RENASCIMENTO DO INDIE… E DO EMO - Continuando o papo começado no último post, o que eu tenho a dizer é:
- O pessoal da Funhell, balada de quarta-feira do clube Funhouse inclusive em que eu…, pede para este blog desmentir a história de que eles estariam saindo do tradicionalíssimo endereço indie. Não é bem assim como eu falei, segundo eles. Tá?
- Guilherme Barella, o cabeça da tradicionalíssima festa indie Peligro, que recém-acabou, escreveu dizendo que quem acabou foi só a festa. O selo e distribuidora vão voltar em breve, remodelados: “O fim da Peligro foi apenas simbólico. Tá, talvez fosse um símbolo importante, mas é uma prova de que a gente, parte da turma de 99, também está se renovando. Estávamos planejando mudanças demais e fazia mais sentido começar algo novo”, afirmou Barella. “A gente não morreu. Estamos aí, com vontade e se reinventando sem parar.”
- Isso devia ter acontecido antes do VMB, para ver se a MTV teria tempo de salvar sua premiação “engessada”, mas o fato é que o Pete Wentz (Fall Out Boy) teve cortado em palco o seu cabelo chapinha fru-fru, fato que de certa forma decretou o fim do emo. O Wentz, veja bem, o maior símbolo emo do mundo, muito por causa do seu cabelo. Espero que minhas leitoras da coluna da “Capricho” também entendam o recado urgentemente e parem de pedir através de 1 milhão de emails para eu falar do Cine, hehe.

Era assim…
wentz1

Ficou assim…
wentz2

- Aí o Thom Yorke larga momentaneamente o Radiohead e aparece de franjinha quase emo, músicas quase emo (Alô, Pete?) em uma banda nova tipo superformação (Flea, o produtor Nigel Godrich, baterista do REM/Beck…) que conta ainda com um brasileiro (!) que toca em uma banda de forró (!!).
O projeto ainda não tem nome e a nova turma do Yorke fez um “show ensaio” na sexta, numa casa pequena chamada Ecoplex, em Los Angeles, onde eles se aqueceram para tocar em uns daqueles shows-secretos-nãotãosecretos no teatro Orpheum, domingo e segunda agora. Yorke cantou umas b-sides do Radiohead, tipo “Paperbag Writer”, músicas do álbum “The Eraser” e duas novas: “Open the Floodgates” e “Skirting on the Surface”, que você curte abaixo.
Será que o Thom Yorke quer… ganhar o VMB?

thom_orpheum2

* HOLGER, THE NEXT BIG SP THING - A ótima banda paulistana Holger tocou semana passada no festival de música nova Pop Montreal, do Canadá. A performance do grupo no evento arrancou rasgados elogios em crítica no site da revista americana “Paste”, publicação importante no mundo indie dos EUA. O texto, assinado pelo editor-chefe da “Paste”, dizia que o Holger era a grande descoberta do festival: “Um pouco de Vampire Weekend, um pouco de Passion Pit e muita diversão”, escreveu o entusiasmado jornalista americano.

Parece que um vídeo do Holger no Pop Montreal está prestes a aparecer. Assim que ele surgir, a gente bota ele bem aqui.

* MEU JEITO FAVORITO: BLACK DRAWING CHALKS EM SP - Falando em next big thing, show da banda goiana feroz Black Drawing Chalks no clube Inferno, na última sexta-feira, com participação do ex-forgotten boy Chuck Hipolitho. Parecia Mudhoney em Seattle, Strokes em Nova York, White Stripes em Detroit… I mean, tirando o fato de que eles não são de SP, pareciam em casa, pela simbiose total público-banda. Ok, estou exagerando. Mas é mais ou menos isso.

* PIXIES FAZENDO O “DOOLITTLE” - Amigo meu mandou nesta terça um SMS direto de Londres, dizendo que estava na porta do Brixton Academy tentando comprar ingresso para ver a turnê dos Pixies tocando só o seminal “Doolittle”, o segundo disco. A turnê européia começou semana passada em Dublin com três shows esgotados e chegou nesta terça a Londres para mais quatro shows esgotados. Enfim, meu amigo estava evitando pagar 60 libras de cambista e eu pensando que esse preço, uns 160 reais, é a metade que custou o Franz Ferdinand na The Week. Metade. Mas, enfim, ele achou por 20 libras e entrou feliz.

Tem um vídeo legal dos Pixies terminando o primeiro show dessa turnê, na Irlanda, semana passada, e se despedindo da galera. Pela reação do povo, acho que eles gostaram da apresentação…

If man is five, than the devil is 6. Rock me, joe.

* JÁ JÁ TEM MAIS - O post não acabou não…

* Acabou sim. Volto com o novo na quinta. Descolei ingressos para o Maquinaria Festival, também. Quer?

Autor: Lúcio Ribeiro - Categoria(s): Blog Tags: , , , , , , , , , , , ,
02/10/2009 - 09:45

A morte (e o renascimento) do indie. A maldição da múmia. A semana no Twitter. E outras histórias

* Boça maldito, hahahahaha. “The mummy loves heavy metaaaaaaaaaaaaaaal”.

* Glorioso em um dia, sonolento no outro. A performance do Franz Ferdinand na festa do vídeo da MTV, para “No You Girls, uma noite depois do show da The Week, perdeu em animação, peso e muito susto (hein?) para a do Massacration.

* E eu que pensei que a coisa mais apavorante da noite era estar sentado muito perto dos caras do Jota Quest. Hahaha, quase engoli o iPhone.

* Falando em apresentação para a TV…

* WALKMEN NO BRASIL - Numa semana de divulgação de vários shows futuros por aqui, chega à Popload a ótima notícia que o ilustríssimo grupo do grande Hamilton Leithauser toca em São Paulo e outras praças em dezembro. Luxo.

* QUEM PRECISA DO MGMT QUANDO SE TEM… FRANK JORGE - “Quero dar uma banda. Quero dar uma volta. Quero… dar um rolêêêê.”
Gênio.

* PROMOÇÃO PLANETA TERRA FESTIVAL: SONIC YOUTH, PRIMAL SCREAM, TING TINGS E VOCÊ - Vamos começar isso de uma vez. A Popload dá a largada no sorteio de DOIS PARES de ingressos para o festival PT, que acontece no dia 7 de novembro no Playcenter, em São Paulo. Concorra mandando seus pedidos nos comentários ou no email lucio_ribeiro@ig.com.br. E, por favor, não faça como a menina que faturou o ingresso do Franz Ferdinand, que quase teve um infarte quando recebeu meu email avisando do resultado. Obrigado.

* O INDIE MORREU? QUE “NOVO INDIE” É ESTE? - Nesta sexta-feira, na Funhouse, pela conversa que tem corrido pelos bastidores indies, deve acontecer uma das últimas edições da festa “R-Evolution”.
Tradicional festa indie das sextas-feiras, a “R-Evolution” existe desde que a Funhouse existe, tipo 2002.

- A Funhouse foi um dos primeiros redutos paulistanos a fazer a “virada da cultura indie” do marasmo para a animação, como um resultado material da revolução virtual do começo dos anos 2000, e na esteira da revigoração do rock, chacoalhado à época pelos novinhos Strokes e White Stripes.
Só que, sete anos depois, a Funhouse está perdendo seu fôlego, com o fim da antiga “R-Evolution” e a mudança de endereço da “Funhell”, a bombada festa de quarta-feira que deixa o lugar para ir fazer bagunça às sextas no clube Vegas.

- Neste sábado, o velho-de-guerra grupo paulistano Jumbo Elektro lança na choperia do Sesc Pompéia o “Terrorist”, seu propagado último álbum. E, dizem eles, a apresentação ao vivo no Sesc pode ser a última da banda.

- Não faz muito tempo, a festa Peligro, outro “monumento indie” paulistano, que era de um núcleo de agitadores que promovia shows, lançava discos e começou na outrora famosa garagem do Milo, encerrou suas atividades, dentro do clube Neu.

- Lá na Inglaterra, um dos grandes nomes do rádio britânico dos últimos 15 anos pelo menos, o locutor Steve Lamacq, foi tirado fora do ar pela Radio One e colocado somente com programas na internet.

- Eu, frequentador de rock e de noite há muitos anos, tenho notado faz tempo que o gás da turma que protagonizou a tal “virada” em 2000/2001 acabou e eles estão saindo de cena. E, mais ainda, percebendo que o “flip” geracional virou total. A chavinha girou.

- Nessas minhas andanças para tocar em festas de vários lugares do Brasil, nunca gostei muito de tocar em Porto Alegre, por exemplo. Até este ano.
Antes, achava as festas meio devagares, uma galera a fim de “clássicos” indies ou rock standard mais do que de novidades. Nada de mistura de estilos. Característica local.
Pois agora em 2009 já estive por lá tocando em umas três ocasiões e percebi que o público gaúcho é outro, mais animado, mais antenado, olhando para a frente, mais receptivo ao novo. Nova característica local.

- No show do Oasis este ano no Rio de Janeiro, em vez de encontrar os indies cariocas das antigas cantando abraçados “Live Forever” e outros hits dos 90 da banda (da época em que ela era boa), vi um Citybank Hall abarrotado por molecada, todos gritando letra por letra as músicas novas.

- Os lugares em que toco aqui em São Paulo cada vez mais enche de moçada de 20 e pouquinhos anos. Menos até. No Alley tem um grupinho cativo de jovens indies coreanos que não perdem uma Pop!Up. Indies coreanos!!! No Vegas, na PopFellas, uma vez praticamente interpelei na pista uma garota tipo 18, 19 anos que cantava com conhecimento espantoso qualquer coisa que eu tocava na pista. De La Roux a XX, de Dirty Projectors a Passion Pit, dos “mais conhecidos” MGMT a Friendly Fires.
- Eu: “Onde você se informa sobre música? Qual rádio você escuta? Que revista e jornal você lê?”
- Ela: “Nada disso que você falou. Tem um milhão de lugares em que eu fico caçando coisas sobre música, mas todos na internet”.

- Antigamente um ser que estava nas baladas mais pela música do que por outras coisas (leia-se “paquera”), o indie era considerado em sua maioria um ser nerd, assexuado e que pouco dançava em pista. Uma balada na Funhouse ou no Milo, minhas amigas costumavam (costumam) dizer, sempre acabava (acaba) no “0 a 0″. Hoje, tenho visto, o novo indie é bem mais dançarino e “pegador”. E acaba levando o “velho indie” a tomar gosto pela história também.

- Talvez nada a ver ou tudo a ver. Teve uma reportagem mais ou menos recente do jornal “The Guardian” que dizia que o Friendly Fires, uma das bandas indies mais bacanas dos últimos anos, odeia quando chamam a banda de indie: “Nosso som tem mais a ver com a Madonna”, declaram.

- E, possivelmente o maior exemplo de que a chave geracional visivelmente e abruptamente virou na música pop, compare estas duas trilhas sonoras de filmes novos:

1) “500 Dias com Ela”. O filme indie do ano, garoto de uns 20 e tantos ou 30 e poucos tem desventuras amorosas com mocinha de mesma idade. A trilha sonora foca Smiths, Joy Division, embora tenha até um Belle & Sebastian e alguma coisa mais nova…
2) “New Moon”, o novo longa da saga vampiresca “Twilight”. O filme tem em sua trilha para teenagers de 11 a 17 anos Thom Yorke (!), Muse, Killers, Lykke Li, Grizzly Bear, Editors…

O indie como o conhecíamos está morto. Um “novo indie” pegou o bastão e está muito vivo. Essa foi só uma pensata inicial sobre o assunto. A gente volta a ele mais vezes, tenho certeza.

* O QUE EU APRENDI COM O TWITTER NESTA SEMANA – Mais uma edição da seção campeã de audiência da Popload, o espacinho dedicado ao que a gente viu de melhor (ou não) nesta semana no Twitter. Vimos isso:

@manuellasg: a maior modalidade nas Olimpiadas no Rio? Corrida de bala perdida

@redufit RT @ftrc RT @amandamelito: atitude seria Marcelo Camelo com uma camiseta “free polanski”

@pterron: Melhor momento do VMB: Lúcio Ribeiro vs Múmia.http://tinypic.com/r/msk3e0/4

@lucioribeiro: Cacete, q susto [com a múmia]. Depois achei q era o thiago ney, haha

@abazzan: AHAHAHAHAHA a múmia zuou o lucio ribeiro, pode muito ir embora kapranos

@djmulher A DANI CALABRESA é o ZACHARIAS de VESTIDO COQUETEL. #VMB

@anabean Desculpa, tô chegando no VMB agora e posso ter perdido alguma coisa, mas… por que a Marina Person tá fazendo a Vanusa on ecstasy?

@NMEmagazine Pixies kick off ‘Doolittle’ tour in Dublin http://bit.ly/18IIE9

@neozeitgeist: packt like sardines in a crushd tin box#franzferdinand

@vcunha Chris Novoselic escreve sobre o Nirvana, a briga com Axl Rose e Brian May: http://bit.ly/3hpGXS

@tiagoagostini A cover de “Time To Pretend” do Frank Jorge q foi melhor que todo show do MGMT http://bit.ly/2m2GMa

@hectorlima Trailer da série FLASH FORWARD c\ suas infos do facebook: http://www.flashforwardexpe… via @sagas

@caffarena Gente, o Doctor Who tá namorando a mina da banda dos modeletes cariocas!! Bafo!!!!!!! http://bit.ly/U9wVM

@pitchforkmedia Portishead working on new album. Geoff Barrow: “if all goes well it could be [out] in a year’s time”.

@arnaldobranco Devem ter dito pro Tarantino que ele teria que assistir a algum filme brasileiro.

@trabalhosujo Tropa de Elite sueca – http://migre.me/7LAq

* Não pensa que acabou, não, Brasil. Mas, enquanto não volto, vou deixar vocês com uma banda incrível:

Autor: Lúcio Ribeiro - Categoria(s): Blog Tags: , , , , ,
Voltar ao topo