* Popload em Reading. Popload em Londres. E, ufa, Popload em São Paulo.
* Lá e cá, risonho e… lííííímpido.
* Costas, check! Joelhos, check! Pernas, check! É, voltei inteiro.
* Soube na volta que acharam o Belchior, o “nosso Richey Edwards” (Manic Street Preachers). Com a diferença que o Belchior foi encontrado no Uruguai três meses depois de “desaparecer”, enquanto o Richey sumiu em 1995, foi “visto” desde o México até a Grécia e por fim foi declarado morto no final do ano passado. Só que agora, parece, o Brasil está envolvido com outro mistério pop: onde anda a Amelinha?
* Poploadmania. Think less but see it grow. Like a riot, like a riot, oh! I’m not easily offended.
* Lembra que eu falei que eu não achei a camiseta Reading-Oasis tipo a do Glastonbury-Michael Jackson? Então… Achei!
* QUEM NO PLANETA TERRA? – Antes de falar de lá, um papinho sobre aqui?
1) Eu sei que não dá para confiar em argentinos na semana de Brasil x Argentina
2) Tirando o Primal Scream, a gente acertou todos os nomes gringos da escalação do festival Planeta Terra até agora.
Posto isso, venho dizer o seguinte. Me bateram da Argentina que o headliner do PT 2009 pode sair destes dois nomes, ambos fortemente em negociação com os hermanos: Sonic Youth e Snow Patrol.
Kataplááá!!!
O primeiro é o primeiro, em atual gás de dar inveja os meninos do Bombay Bicycle Club, a atual banda mais energética do planeta.
O segundo, inédito no Brasil, e de um certo passado indie glorioso e em um atual perigoso caminho ao mainstream-novela das oito, devo confessar: eu gosto. Tudo bem?
* E OS MAIORES NO MAIOR DOS READING FORAM… – Vou dar uma geral neste post sobre o que está sendo considerado o maior dos últimos Reading Festival. Mais gente (150 mil), melhor escalação (Radiohead, Arctic Monkeys, Kings of Leon como headliners), melhores veteranos (showzaços de Faith No More, Prodigy, Ian Brown), maiores novidades (Big Pink, Bombay Bicycle Club, La Roux, The XX). Sobre o que eu vi, o que eu li, escutei, o que perguntei aos amigos, vou dizer quem foi os melhores, em um ângulo pessoal ou puxando para tal.
Antes, queria dizer, mesmo correndo o risco de parecer metido, arrogante, exibido e tal, que… Quem matou a pau, tenda absurdamente lotada, pista dançando do começo ao fim, clima total de festa, todas as músicas sendo gritadas, foi uma certa atração do último Popload Gig.
“Hellooooo, Reading. We are the Friendly Fires and you are the incredible second best audience we’ve played this month”
Mas então. Meu Top 5 de sete bandas do Reading 2009 foi:
1. Radiohead
2. Friendly Fires
3. Passion Pit
4. Big Pink e La Roux
5. Gossip, The XX
(1) É aquilo que a gente viu. Show lindo para os ouvidos e olhos. Mais modern jazz, electrojazz que indie ou rock, embora o começo com “Creep”, para os ingleses que não viam a banda tocá-la há séculos, foi matador. Vi só uma hora de show, pelos motivos óbvios, e porque ali do lado ia começar a La Roux.
(2) Foi a catarse coletiva já citada. E, independente de qualquer coisa, pensa: umas 10 mil pessoas gritando para uma banda que tocou há algumas semanas para 1000 no Circo Voador e 500 no Studio SP.
(3) Foi meu terceiro Passion Pit ao vivo. Uma no Sxsw, show cool mas caótico, bagunçado mesmo de banda parecendo tocar pela segunda vez na vida. Outra abrindo para o Franz Ferdinand em Londres em julho, show burocrático e chato, até. E esta no palco dois do Reading, abarrotado, vibe incrível, uma música boa atrás da outra.
(4) Big Pink começou irregular, como é o disco. Viajante sem sair do lugar, shoegaze mais climático que climáááático. Aí começaram a carregar na eletronice, a guitarra subiu, a atmosfera começou a ficar pesada e densa e pesada e densa… O final com as mágicas “Velvet” e “Dominos” matou. Como dizem no twitter, morriumpouquinho. A La Roux no mesmo palco, mas num outro dia e contexto, joga com o jogo ganho. A galera AMA a moça, canta tudo, eletropop quase vagabundo mas com muito charme, com uma parte chatinha, outra sensacional. Não há meio-termo. Mas as boas, tipo “In for the Kill”, “Bulletproof”, “I’m Not Your Toy”, “Quicksand”, fazem o local em que ela toca o melhor lugar do mundo para estar.
5) O Gossip é aquilo. Beth Ditto despachada, enlouquecendo num crescente, clima de show para amigos, músicas novas bem boas ao vivo, músicas “velhas” absurdas e o final com “Standing in the Way of Control” para o mundo acabar. A “nova sensação” XX é uma delícia ao vivo, para uma banda tão parada. Mistura de Cure com Pixies, jogralzinho ele-ela na medida, banda que explora os minimalismos quase silêncio com uma genialidade absurda para ver em um grupo tão novo. Thom Yorke deve adorá-los.
* ISTO FOI O READING:
- Outros shows bem bons: Horrors, Kings of Leon, Metronomy, Yeah Yeah Yeahs (perfeito se não fosse no palcão principal), Bombay Bicycle Club e, acredite, Bloc Party (a parte que eu vi).
- Show que confundiu: Arctic Monkeys. Na hora, achei alguns momentos bons, outros burocráticos. Ninguém muito empolgado com as músicas novas. Mas na hora em que ouvi, depois, no especial da Radio One, achei muito bom.
- Show que não rolou de jeito nenhum: Kaiser Chiefs.
- Show que eu não vi, mas amigos acharam o máximo: Faith No More, Florence & the Machine, White Denim, Dinosaur Pile-Up e… Them Crooked Vulture, a banda do Josh Homme + Dave Grohl + John Paul Jones que tocou de surpresa, sem ser anunciada, no palco 2, tipo sábado 4 da tarde.
- Várias: “Sex on Fire”, do Kings of Leon, e “When the Sun Goes Down”, do A.Monkeys, foram as duas músicas mais absurdamente cantadas alto pela galera no Reading. Parece que no Faith No More teve uma par delas. E “Death”, do White Lies, teve lá sua glória; Popload e a moda: camisa xadrez que um dia foi grunge e hoje é folk foi tendência. Pintura na cara teve mais no Reading deste anos do que quando o Collor sofreu impeachment. O “must” era fazer bigodes e focinho de gato no rosto. Homem e mulher. No show do Bombay Bicycle Club, pensei que ia rolar esmagamento de pessoas. Ou, pior, de adolescentes. Quando você achava que não havia espaço para mais ninguém, lá vinha uma orda de 20 teens raivosos querendo chegar perto do palco. Foi assim da primeira à última música. Medo.
* O READING 2009 EM TRÊS VÍDEOS
1) Beth Ditto fazendo dancinha na explosiva “Jealous Girls”
2) Um vídeo “especial” para “Heads Will Roll”, do Yeah Yeah Yeahs
3) A sensação Big Pink, japa girl na batera, mandando “Velvet”
* Mais Reading, com outros vídeos e fotos, logo mais.
* ALL YOU NEED IS (VAGNER) LOVE – Sumiço do Belchior, fim do Oasis, Reading Festival, disco novo da Scarlett Johansson, Popload em Londres? Nenhuma notícia pop foi tão importante nos últimos dias do que a contratação do Palmeiras para o campeonato brasileiro: o Vagner Love, o craque do amor, que passou cinco anos entre as russas e agora deve estrear sábado no Palestra Itália.
Além de uma Copa da UEFA e duas taças do Russão (?!?!), o atacante traz na bagagem a inspiração para duas bandas europeias batizadas com seu nome. A primeira é de Manchester e se chama isso mesmo, Vagner Love. A segunda é uma espécie de Village People alemão-anos-2000 e é batizada de Wagner Love, com W. Eu e meu amigo do Planalto, o Eduardo Palandi, somos os fãs oficiais brasileiros de ambas as bandas.
1. A primeira é um trio de moleques de Manchester que faz power pop de três minutos como se fosse 1993 (Sebadoh, Teenage Fanclub… Green Day?). A Popload ouviu e concluiu: se Vagner Love jogasse no Manchester United, perigava de “This Is Not a War” e “We Don’t Care” virarem hinos de arquibancada da maior torcida inglesa, tipo “Seven Nation Army” (White Stripes) na Itália. Veja e ouça com seus próprios olhos e ouvidos: myspace/vagnerloveband.
2. A Wagner Love surgiu na Alemanha em 2003 (a de Manchester é de 2007). Ao invés do popzinho underground, é um quarteto assinado com a EMI local, que faz uma mistura de Phoenix com Jorge Vercilo (!) cantando em inglês. Ficou com medo? Não se preocupe, é mais para o lado do Phoenix, já que o hit “I know”, emplacado na trilha do filme “Jogos de Amor em Las Vegas”, é muuuuito parecido com “Too young”, do primeiro disco dos franceses.
*** Agora uma pausa para os nossos comerciais ***
* POPLOADED 122 - Está em cartaz na Rádio Poploaded a edição 122 do programa co-apresentado por Lúcio Who e o gênio Fábio Massari. No playlist, só balas: Friendly Fires exclusivo ao vivo na passagem de som do Studio SP, Dwarves, Deerhunter, Eve & Benga, Electric 6, Decemberists, XX entre outras. Na famosa session ao vivo de banda nacional, a apresentação do grupo electrogrungesexy Brollies & Apples, em vídeos classe gravados na Rua Amauri, pelos mascarados. Tipo este.
* POPFELLAS APRESENTA NO PORN – O ótimo duo paulistano No Porn, dos festeiros Luca e Liana, se apresenta nesta quinta-feira em pocket show na balada rock Popfellas, com discotecagens deste aqui, de Rafa Urenha e do Focka. Mesmo se eu não tivesse a “obrigação” de tocar, eu jamais perderia esta balada. Wicked!
*** Fim dos nossos comerciais ***
* CARACA: ROCKBAND DO RADIOHEAD? - Hahahahaha.
* CARACA: MAS O DOS BEATLES É BEM SÉRIO - Rolou no final de semana passado, mas como eu estava absorvido no Reading, não tinha visto.
* CARACA: E O DO KURT? – Este é para o Guitar Hero 5, também old news, mas serve no “pacote” dos Beatles real e do Radiohead fake. Nesse jogo o Kurt Cobain pode tocar e cantar qualquer coisa: de “Smells Like Teen Spirit” a… Bon Jovi. Aí alguém aproveitou para fazer o Kurt cantar “You Give Love a Bad Name”, sendo que Love, neste caso, foi uma direta para a Courtney Love. Hehe.
* LOGO MAIS - Popload no cinema: Tarantino, ETs e o filme sensação de 2009. Popload na literatura: O Nick Hornby que veio parar na minha mão. E os sambistas do indie. Foram os prêmios ingleses. Só loucura.
* RAPTURE NO LANÇAMENTO DA “VICE” - A extracool revista gratuita “Vice”, distribuída nas principais cidades do planeta, começa bem sua temporada paulistana (com reflexos distributivos no Rio e em Porto Alegre).
A festa de lançamento da primeira edição brasileira da nervosa publicação, que acontece na próxima terça-feira, dia 2, no clubão The Week, terá a presença da ótima banda americana The Rapture, porém em visita DJ SET.
É a terceira aparição do Rapture (Tim Festival 2003, Planeta Terra 2007) por essas paragens, a primeira para discotecar. Isso se não levarmos em consideração a balada em que tocaram na RockFellas, no Vegas, junto com Datarock e Popload, hihi.
Completam o line-up de respeito da festança da “Vice”: garageiro punk descontrolado Jay Reatard; o duo proto-punk canadense pra lá de doido King Kahn & The BBQ Show e o DJ canadense A-Trak, mago de um certo electro hip hop e amigo do Kanye West. Vi uma apresentação conjunta do A-Trak com o Diplo num clubinho de Austin, durante o Sxsw, que eu não sei como não foi decretado estado de alerta de furacão no Texas.
Mas para ir à festa de terça que vem da “Vice” não será simples assim: tem que se cadastrar no site da parceria Vice + Converse, ter as quatro estrelinhas dos eventos e… Bom, vai lá e vê.
* FRIENDLY FIRES NO POPLOAD GIG DOIS, EM AGOSTO - Mais detalhes em breve. Mas o que dá para dizer é que a agenda do incrível grupo britânico Friendly Fires de agora até agosto vai mostrar os seguintes compromissos:
Ibiza Rocks, Glastonbury, Blur Reunion Tour, Roskilde, Eurokeenes, T in the Park, Benicassim, Oxygen Festival, Lollapalooza, Creamfields UK e Popload Gig. Simples assim.
Só para lembrar, o Friendly Fires (da família FF que ainda tem em suas fileiras o Foo Fighters, o Franz Ferdinand, o Fleet Foxes, o Fiery Furnaces e o…) lançou seu primeiro álbum em setembro no ano passado, o disco do ano, fácil.
O CD tem uns oito singles em potencial, entre eles a fantástica “Paris”, a música do ano, fácil.
* Mas, antes do Popload Gig 2 tem o…
* POPLOAD GIG 1: THE VIEW DIZ QUE ESPERA TE VER LÁ DOMINGO - De viva voz, receba o convite do Kieren Webster, baixista e vocalista do The View, para dar uma chegada na Clash no domingo dia 7, para ver o show da banda no primeiro Popload Gig. O problema é entender o que ele diz, no sotaque do interiorzão da Escócia. “Hope to see you dérrrrrrrrrrrr!”
Brincadeira. Esse até está fácil de entender. Dá até para entender tudo, menos que ele tenha falado “Popload”, hahaha.
Enfim, sinta o convite.
Você pode achar qualquer coisa sobre o show do The View. Só não pode dizer que ele não é inteeeenso. Vi algumas vezes um desempenho incendiário dos caras, tipo esta vez em Liverpool. Olha a sinergia da galera, no trecho.
No começo do ano o View fez uma session para o tablóide inglês “The Sun” (sim, até o “Sun” faz sessions com bandas legais) e lá tem essa versão acústica da ótima “Superstar Trademan”, assim, limpinha, sem a barulheira, sem a gritaria ininteligível. O vídeo você vê aqui.
Depois do Popload Gig, o View tem marcado shows no Isle of Wight Festival e no T in the Park.
PROMOÇÃO 1 - A Popload segue no festival de sorteios incríveis. Em cartaz está este All Star costumizado, doação da Converse, e com o desenho style comemorativo da primeira edição do Popload Gig. Atenção: só tem o tênis número 39 unicamente. Ou você calça este número e ganha para você, ou para doar de presente, ou para guardar e botar no e-Bay porque vai virar relíquia milionária. Concorra pedindo nos comentários ou no email lucio_ribeiro@ig.com.br.
* THE GOSSIP, A MÚSICA NOVA E A FESTINHA PARA O MORRISSEY - Amigo meu, o Péricles, estava em Berlim semana passada dando show (literalmente!) e foi conferir a apresentação do Gossip, a banda americana da famosa e gigantesca Beth Ditto que também estava na cidade. O concerto do Gossip no lugar mais cool da Alemanha aconteceu no último 22 de maio, no exato dia em que o ex-cantor dos Smiths completava 50 anos de idade. Ditto pagou tributo forte ao Moz. Ficou cantando músicas do maior inglês vivo a cappella, distribuiu flores à platéia e ainda levou ao palco um cartaz de feliz aniversário para o adorado ser humano britânico. O celular master do Péricles captou parte da cena. Tem “Suedehead”, do Morrissey solo, estourando nas caixas e depois a banda já emenda uma música nova, que vai estar em “Music for Men”, o novo CD do Gossip, a ser comercialmente lançado no final de junho. Groove!!!! Gossip goes electropunk!
* PROMOÇÃO 2 – CELULARES MOTOROKR – Está uma loucura esse negócio de prêmios por aqui. Em parceria com a Motorola, a Popload está sorteando DOIS celulares Motorokr EM35, que também é music player, vem carregado com o novo CD do U2, “No Line on the Horizon”, e tem uma tecnologia, com um microfone interno, que ajuda a eliminar os ruídos externos. O modelo chegou ao Brasil não faz dois meses. Vai lá: nos comentários ou no email lucio_ribeiro@ig.com.br você pede essas belezuras.
* O STUDIO SP E A ARTE DO PÔSTER DE SHOW – O Brasil passa longe dessa cultura, mas lá no mundo exterior, principalmente nos EUA, pôster de show é uma arte tão importante quanto a capa de um álbum. Vira exposição, é disputado a tapa e chega a custar uma fortuna, alguns deles. Eu, por exemplo, paguei uma vez U$ 100 por um de uma apresentação do Nirvana no Warfield Theatre, em San Francisco, de agosto de 1991, numa mesma noite que o Dinosaur Jr. Tenho um classe também, adquirido por 60 doletas, do show conjunto que o White Stripes fez com os Strokes em Detroit. O combinado era um show do White Stripes abrindo para os Strokes em Nova York e depois o inverso, em Detroit, com os Strokes sendo “special guests” do primeiro. Tenho o pôster desse segundo.
Lembro que a “Billboard” chegou a fazer uma vez o concurso do pôster de show de rock mais importante de todos os tempos e deu um do Jimi Hendrix (com John Mayall) no Fillmore, de San Francisco, bem doido, tipo um olho gigante com asas e tentáculos. 1968. Psicodelia pura, mermão.
O negócio é que o Studio SP, famosa casa de shows de São Paulo, está corrigindo essa desencanação memorabilística brasileira. O clube da rua Augusta, amigo da cultura independente e dos concertos ao vivo cedo e sentado ou tarde e de pé, resolveu botar seus principais eventos passados em pôsteres caprichadíssimos. E, de agora em diante, vai tomar para si o hábito de documentar algumas das apresentações em cartazes e distribuir uma edição limitada, grátis, para a galera.
Nesta sexta, 29, o Studio SP completa 1 ano de rua Augusta (o clube nasceu na Vila Madalena) e, com show da banda Mombojó, vai começar a distribuição desses pôsteres-arte.
E, até o final do ano, está previsto o lançamento de um livro do Studio SP pela editora Conrad, ilustrado com os pôsteres. No segundo semestre, sai a segunda leva de cartazes com os shows nacionais e internacionais que correram a casa neste 1 ano de Augusta.
Dá olhada na galeria de pôsteres cool que a casa produziu numa primeira leva. Tem vários históricos. São incríveis os cartazes dos shows do Bonde do Rolê, o do Cansei de Ser Sexy e o da Mallu Magalhães. Não sei por que, mas gostei bem desses três, hehe. Clique nos pôsteres para ver grandão.
* PROMOÇÃO 3 – INGRESSOS PARA O POPLOAD GIG, COM CD DO NO AGE DE BÔNUS - Saudade dos grandes festivais? Qual o quê?! Estão a sorteios dois pares de convites, um para cada dia, para você conferir o festival POPLOAD GIG no clube Clash, sábado e domingo da semana que vem, dias 6 e 7 de junho. Junto com as entradas vai um CD da incrível dupla californiana No Age, como bem diz o Wikipedia “a two-person noise pop group”. O CD é o mais recente deles, o “Nouns” (2008), lançamento Sub Pop. Este sorteio é só para os comentários. Então… Comente!
* MAIS “VICE” – FAMOSA POR TER UMA BUNDA - Enquanto a gente espera para ver o conteúdo da primeira “Vice” brasileira, a inglesa vai mandando bala nas pautas: a última tem, entre outras coisas, um especial sobre nerds, sobre como eles são bacanas e precisam ser amados. E, mais ainda, como eles são capazes de distribuir amor de graça. O problema é querer… Traz uma galeria de fotos de nerds que gostariam de ser gratuitamente abraçados, beijados, necrofilizados (sério!) ou yaoi (sexo gay nos termos do mangá japonês!!!!!) e dão nota para a qualidade possível desses abraços, beijos etc.; tem um ensaio sobre “moda na política”, com uma análise das roupas dos chefes de Estado, principalmente na América do Sul; anuncia o show do Matt & Kim (atração do POPLOAD GIG) no Old Blue Last, em Shoreditch, em Londres, aparentemente o clube mais bacana do planeta; sorteia passes para o Bestival, o festival de doido que vai rolar em setembro na Ilha de Wight com muita fantasia de ET e as melhores bandas; e faz uma reportagem-descoberta da Mulher Melancia, “The brazilian favourite ass” ou “brazilian’s national fruit”. O título, traduzido, é: “Famosa por ter uma bunda”.
Esta nerd distribui abraços de graça em convenção de nerds. Segundo a “Vice” inglesa, o abraço dela é do tipo “carente”. Nota 7.
* O FUTURO DA HUMANIDADE – A CAPA DA NEW YORKER E O IPHONE - Astronauta twittando do espaço é beleza. Papa Bento XIV no Facebook who cares. Agora, a capa do atual número da extracool revista americana “New Yorker”, uma das três publicações mais importante do mundo e famosíssima especialmente pelas capas autorais, sendo feita no iPhone… O mundo é muito moderno. A história toda está aqui. E a capa está aqui.
* PROMOÇÃO 4 – PASSION PIT E MACCABEES - Mais sorteio: a Popload bota na banca os novíssimos CDs importados das bandas Passion Pit (”Manners”) e Maccabees (”Wall of Arms”). Vem nos comentários ou no lucio_ribeiro@ig.com.br e tenta a sorte.
* VENCEDOR PROMOÇÃO DVD DO NIRVANA NO READING – Sem mais mistério, taí o nome do ganhador do sorteio do famoso DVD “mais ou menos pirata” do Nirvana ao vivo no tal incrível show do Reading Festival de 1992.
* Rafael Barão, Belo Horizonte, MG
* TEM, MAS ACABOU -Sobre o papo com o líder do Passion Pit, e seu disco meio-chato-meio-incrível, fica para o próximo post. Quanto ao Grizzly Bear e seu cabuloso CD novo, deixo o perturbador vídeo em HD da linda “Two Weeks”, que circula na net há alguns dias. Falamos mais depois.
Buy it, use it, break it, fix it,
Charge it, point it, zoom it, press it,
Write it, cut it, paste it, save it,
Plug it, play it, burn it, rip it,
Drag it, drop it, zip it, unzip it,
* Iphone it, twitter it, facebook it
* Technologic, technologic.
* Vem aí a Popload 2010, parece. Já em maio. E já veio aí a Popload iPhone, uma versão diferente, bonita e prática para quem acessa esta parada aqui do aparelhinho famoso da Apple.
A Beth voltou
* DEPECHE MODE, AS DATAS – Nossos hermanos estão firmemente soltando o que seriam as datas oficiais da turnê latina dos gigantes Depeche Mode, a banda do semivivo Dave Gahan. Semivivo porque ele já foi semimorto, como ele disse uma vez. Vivendo maus momentos “internos” depois que foi morar na Califórnia, com muito dinheiro levantado do sucesso todo dos anos 80, Gahan entrou em deprê brava e se afundou nas drogas. A ponto de certa vez ser dado como morto numa ambulância, a caminho do hospital, logo após uma overdose. Mas ele de repente… acordou do reino dos mortos, segundo um paramédico que o atendeu, depois de ser encontrado desfalecido numa rua. Lembro que uma vez, num show que vi do Primal Scream em Nova York nos anos 90, Dave Gahan apareceu no palco de convidado especial, de surpresa. Causou grande comoção naquele dia, tinha gente chorando na platéia, porque havia tempos ele estava desaparecido completamente da cena, por causa do mergulho no lado negro da força. Naquele show, e até então, eu nunca tinha visto alguém tão magro e debilitado na vida. Agora Gahan, um pouquinho mais vivo que antes, reaparece em shows na América do Sul, para mostrar os megahits do DM e as músicas novas do retrofuturista CD “Sounds of the Universe”, recém-lançado. As datas que circulam forte no Chile, Peru e México, nada oficiais ainda (e se a gripe suína permitir), são estas abaixo:
29/Septiembre Monterrey, México
01/Octubre Arena VFG – Guadalajara, México
03/Octubre Foro Sol – Ciudad de México
04/Octubre Foro Sol – Ciudad de México
06/Octubre San José, Costa Rica
07/Octubre Ciudad de Panamá
09/Octubre Caracas, Venezuela
11/Octubre Parque Simón Bolivar – Bogota, Colombia
13/Octubre Lima, Perú
15/Octubre Santiago de Chile
17/Octubre Buenos Aires, Argentina 19/Octubre Sao Paulo, Brasil
20/Octubre Rio de Janeiro, Brasil
* OASIS NA ANA MARIA BRAGA VENEZUELANA – Falando em problemática no rock, o grupo inglês Oasis, que toca na semana que vem em São Paulo e Rio, chegou à Venezuela na noite desta segunda-feira, para iniciar a turnê sul-americana de seu último álbum, o “Dig Out Your Soul”. A banda, ou MELHOR, o Liam Gallagher, foi flagrado desembarcando no aeroporto de Caracas pela reportagem de um desses programas matutinos de TV, tipo Ana Maria Braga, com bonequinho de pano doido e falante, que mostrou nesta terça de manhã a chegada dos Gallagher ao país. A diferença é que a apresentadora do programa e principalmente a repórter que abordou o Liam eram venezuelanas, se você entende o que eu quero dizer. Pensa no que pode ser um diálogo entre uma repórter-gata venezuelana que não tem idéia do que está acontecendo no planeta e uma pessoa “comunicativa” como o Liam Gallagher. Foi assim que o Oasis chegou na América do Sul.
* Lembrando que o canal pago Multishow mostrará ao vivo, na quinta-feira dia 7, o show do Oasis no Rio de Janeiro, direto do Citybank Hall. Lembrando mais ainda que o nome do vencedor do ingresso para o show de São Paulo, prometo, estará colocado no final deste post, quando ele for finalizado. Ou seja, “última chamada” para você tentar faturá-lo.
* Estamos chegando. Meio atrasadinhos, mas começando a fazer este post ficar graaaaaaaaaaaaaaaaande. Né , Beth?
* Você, indie macho sim senhor, fica magoado com seu melhor amigo quando ele não responde com as exatas mesmas palavras uma declaração sua de “Eu te amo, cara”? Você vive um… bromance?
* MALLU WORLD EXCLUSIVE – The Kid is alright. Esta é a capa do CD de estréia da Mallu Magalhães, a cantora-fenômeno de 16 anos que começou 2008 tocando no Milo e com três musiquinhas no MySpace e vai terminar o ano como atração de palco principal de megafestival e um disco debutante produzido por renomado nome indie internacional. O que aconteceu no meio a gente está cansado de saber. O álbum (estranho isso) de Mallu Magalhães terá seu nome e sai no dia 7 de novembro, uma sexta-feira, véspera de ela tocar no main stage do Planeta Terra Festival. O CD terá 14 faixas, 12 delas em inglês, acentuando um “cuidado internacional” e folk na carreira da menina, provável porta aberta pelo produtor “gringo” do disco, Mario Caldato Junior (Beastie Boys, Super Furry Animals, David Seu Jorge Bowie e Bebel Gilberto). Nesta semana Mallu tocou no Na Mata Café, em São Paulo, reduto de “chiques, famosos e bem nascidos” paulistanos. Não tinha indie, não tinha seus fãs adolescentes. Li no Marco Bezzi (”Jornal da Tarde”) que Mallu cantou para um público endinheirado e trintão que cantou, meio envergonhado, seus hits “Tchubaruba” e “J1″.
* WHAT THE (FUN)HELL - Bizarra e babilônica a festa Funhell, do clubinho Funhouse, da última quarta-feira gelada de São Paulo. Com discotecagem popscênica de Hector Lima, poploadica minha e íntima de Rafael Urenha, a balada teve visita hollywoodiana e indie inglesa entre a galera que entupiu a casa na improvável noite mais fria do ano. Alice Braga, amiga de Jude Law, do Sean Penn, do Will Smith e de uma loirinha que foi com ela na Funhouse, dançou muito na hora da música da Katy Perry.
* AH, NÃO, BLOC PARTY!!! - Juntando duas histórias de insiders do “caso do ano” que foi o playback farofa do Bloc Party na festa da MTV, o que a Popload apurou do ocorrido foi: a banda inglesa se arrependeu da pataquada. O combinado era um playback só de instrumentos, o que já é xarope em se tratando de banda tão… hum… honesta, mas seria por causa do “medo de o grupo se apresentar às pressas num programa de TV de mercado diferente” blablablá. O que é pataquada do mesmo jeito, eu acho. O Bloc Party até já teria feito playback em outras ocasiões de TV e eventos, inclusive na Inglaterra. E, na noite do VMB, nem o grupo novo do (Sandy)Junior fez playback qualquer que seja. Mas então. Na hora da apresentação do Bloc Party o produtor da banda chegou e disse: vai ser playback TOTAL. De voz e tudo. O motivo seria uma “gripe” do Kele Okereke, ele estava indisposto e tal. A produção da MTV, no calor do evento ao vivo, fez o que foi pedido. E a banda fez o que foi visto. Kele acabou a noite tratando da gripe no clubinho A Torre, na madrugada pós-VMB. Banda dessas com show tão destruidor podia ter massacrado a festa da MTV com som de qualquer natureza. Mas, beleza, vamos esperá-los no Planeta Terra.
* A FRASE POP DO ANO – Nunca um cara foi tão equivocadamente citado no pop nacional do que o compositor e guitarrista americano Frank Zappa, tadinho. Foi em duas polêmicas que agitaram nossos bastidores indie jornalísticos musicais virtuais nos últimos dias, você deve ter acompanhado. Vamos lá. Para você não se embananar na hora de atirar essa frase contra algum jornalista de rock (hihi), a Popload esclarece o que o Zappa realmente disse: “Jornalismo de rock é feito por pessoas que não conseguem escrever, entrevistando pessoas que não conseguem falar, para pessoas que não conseguem ler”. O Fábio Massari me corrija se eu estiver errado. Zappa vive no indie brasileiro.
* “BEATLES” EM SÃO PAULO – Loucura. Histeria. Descontrole. Um exército de adolecentes insanas tem chacoalhado nos últimos dias a região de São Paulo onde fica a casa de shows Via Funchal, deixando preocupadas as autoridades locais. Tudo por causa da banda de teen pop inglesa McFly pela cidade. Durante a primeira apresentação dos “4 de L…ondres”, na noite de quarta, testemunhas viram menininhas subirem nos ombros das amigas, tirarem a camiseta e rodarem a vestimenta, de modo leeeeve e sooooolto.
Algumas pessoas de confiança tiveram a ousadia de dizer que o show NÃO É RUIM. O chapa Diego Maia, que cobriu o evento para Abril.com, escreveu em texto que o espetáculo foi algo como “o concerto de uma boy band influenciada pelo começo das carreiras dos Beach Boys ou dos Beatles. Mais ou menos o que os Jonas Brothers fariam se não estivessem tão preocupados com sua virgindade e citassem Jerry Lee Lewis em suas canções.” Assim que acabou o show, algumas meninas saíram de dentro do Via Funchal para formarem já uma fila para o show seguinte, desta quinta-feira. Durante a manhã de quinta-feira, pessoas de escritórios de publicidade das imediações da casa de show afirmaram que nem um telefonema podia ser dado sem vazar o barulho de gritos, cantorias e chororôs. Que coisa!
* Na semana em que estive em Londres, na passada, o jornal sério “The Guardian” soltou uma matéria de duas páginas sobre a preocupação com um certo abatimento que poderia recair no grupo. É que, durante quatro anos seguidos, o McFly sempre colocou os sete singles que lançaram no período direto em primeiro lugar nas paradas britânicas. E que naquela semana, quando lançaram o oitavo single, chegaram “apenas” em segundo. Forte depressão à vista?
* AH, NÃO, GOSSIP!!! – Faltando menos de duas semanas para o TIM Festival e já com a galere brilhando como se fosse 2006, caiu como uma bomba (sem trocadilhos, please) a notícia de que a Beth Ditto teria riscado definitivamente o Brasil da agenda de shows da banda. Ainda sem um comunicado oficial do festival, dizem que, levando o seu ingresso Novas Raves até um ponto de venda você garante um ingresso gratuito para uma outra apresentação do Tim Festival. Calma, não adianta virar fã do Kanye West a-go-ra e sair correndo. Parece que nada vai ser resolvido antes de segunda-feira! Aguardando maiores informações, voltem aqui mais tarde.
Quase um ménage-à-bro-trois
* BROMANCE - Na primeira quinzena de novembro, mais precisamente no dia 14, estréia no Brasil o filme “Pineapple Express”, do novo-astro porra-louca-engraçado Seth Rogen, capa de 200 revistas desde seus trabalhos em “Knocked Up” e “Superbad” e principalmente agora içado a “líder da nova geração de comediantes de Hollywood”. Já¡ falei do filme aqui uma vez, sobre a história do maluco chapadão e seu drug dealer lesado que se envolvem com gangues da pesada. Porque o primeiro acabou comprando a supermaconha Pineaple Express (que, segundo o filme, “smells like God’s vagina) e, louco, acabou testemunhando um assassinato. O título em português do filme, além de ser bacana, é sem querer iluminado: “Segurando as Pontas”. O título nacional faz a brincadeira óbvia com a droga, mas resvala no tema principal do filme: a amizade tão intensa de dois seres do mesmo sexo, mas tão intensa, mas tão intensa, que, sem ser gay, tornam os amigos chegados mais que “brothers”.
O rótulo “bromance” é quase tão legal quanto “new grave” e já foi parar até em dicionário (no “Collins”). É a forte amizade não-sexual entre dois homens. Ou o romance de amigos homens heteros. O termo já está em voga nas artes e no comportamento masculino há algum tempinho, mas com “Pineapple Express” virou “oficial” na cultura pop. No pano de fundo de tiroteios, socos, correria e muita fumaça, Seth Rogen e o ótimo James Franco (o dealer) têm um profundo caso de am… izade. A coisa é tão forte entre os dois que, mesmo perseguidos por gangues assassinas, encontram tempo para parar e “discutir a relação”. E, no filme, não é só Hogen e Franco que vivem bromances, hehe. Vou parar por aqui para não estragar (mais) a história.
* Uma produção inglesa a estrear em 2009 joga farol alto no bromance. É o filme “I Love You, Man”, com o Jon Favreau e o Paul Rudd, sobre “man date”. O termo, atenção, indica a “socialização de dois homens heterossexuais sem ser para tratar de negócios ou para ver jogo de futebol juntos”. A história, pelo que li, é fofa, terna, amável, mas decididamente não-gay. Genial.
Os chegados Pete Doherty & Carl Barat
* Na música, a gente se lembra bem da forte amizade de Carl Barat e Peter Doherty, cuja banda Libertines chacoalhou a Inglaterra por conta do incandescente e tocante relacionamento da dupla, que teve um final “dramático” e o bromance rompido acabou por romper também com a banda. O jeito que os dois se dedicavam um para o outro no palco era impressionantemente ‘bromantic’. Até dividir o mesmo microfone juntinhos eles dividiam. Parece que a amizade dos dois está voltando nesses últimos meses. Tanto que Carl Barat teria tatuado no braço uma “mensagem” profunda endereçada para Doherty. Que lindos…
* Na TV, o bicho anda pegando. Quase todo seriado hoje em dia tem um casal de amigos, um sensível e outro durão, até que… Vi um episódio antigaço do Friends reprisado pela enésima vez. Nele, o Joey tinha que tirar as sobrancelhas, e pede ajuda ao Chandler. Ele vai lá todo amiguinho e faz o trabalho direito: com pinça e tudo. O Joey fica horroroso, mas os dois se abraçam no final meio constrangidos e resolvem sair para fazer alguma coisa mais macho. Em um game-show inglês, apresentado por dois comediantes que viajam pelo Reino Unido testando esportes nada convencionais, a amizade entre os dois chamou a atenção dos jornais locais. Eles choram, se abraçam, torcem um para o outro mesmo quando em times diferentes, uma ‘fofura’. Até o durão Dr House (do seriado House) tem um parceiro fiel para as horas difíceis (e de quem morre de ciúmes), não tem? E a dupla geek-n’-roll do seriado mais bromântico de todos os tempos, o Flight of the Conchords? Os dois protagonistas só não são namorados, mas são parceiros de quarto, banda e roubadas. Sem mencionar Scrubs, Entourage, McSteamy x McDreamy em Grey’s Anatomy, etc.
* A MTV americana resolveu levar isso ainda mais a sério. Chamou um dos ‘galãs’ do seriado The Hills e botou o cara em um outro reality show. Spin-off de reality show, hein, é o final dos tempos! Nesse big-brother-meets-the-bachelor (hehe), chamado, adivinha, “BROMANCE”, os participantes vão disputar a amizade de Brody Jenner. É como se a Globo fizesse um Big Brother só com brothers, em que o finalista não ganha um milhão, mas sim, a amizade eterna do Alemão. Não dá. Os “bros” em potencial terão que se submeter a provas de macho para ganharem a confiança de Brody. Só para registro, uma das provas consiste em “saber lidar com os paparazzi”. Fica pior, calma: quando saírem em turma, eles vão disputar quem consegue ficar sozinho com ele por mais tempo. O paredão? Bem, ele é feito na jacuzzi (juro!), e quem for elminado, sai da casa só de sunga. O vencedor vai se mudar para Hollywood e virar amigão de todas as horas do tal Brody.
* Por falar em MTV, li em um site dia desses, que talvez o Beavis & Butthead fossem o par mais bromântico da cultura pop dos anos 90. E que por trás daquela baboseira toda, havia uma afeição fofura entre eles. Mas daí a coisa está fugindo do controle e prefiro não ir fundo nisso. Mas bem que eles lembram os personagens toscos e chapados de Judd Appatow… não?
* PREMIAÇÃO : INGRESSOS
1. Um ingresso para o Planeta Terra Festival
2. Um ingresso para o show do Tim Festival do dia 23/10, em São Paulo (Gossip, Klaxons, Neon Neon)
3. Um PAR de ingressos para o Mudhoney no Clash, em São Paulo, dia 16/10.
* PREMIAÇÃO “INGLESA” - O CD+DVD+Livrinho “Dig Out Your Soul”, o novo trabalho do Oasis, comprado no dia de seu lançamento na loja HMV do West End, em Londres.
Concorrências para os prêmios, lembrando, podem ser feitas no email e nos comentários aí embaixo.
Lúcio Ribeiro é jornalista. Edita o Popload e escreve sobre música e cultura pop para a Folha de S.Paulo. É colunista das revistas Capricho e Homem Vogue. Co-apresenta o programa de rádio Poploaded. É DJ residente do clube Vegas e viaja o Brasil tocando em festas de rock.