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28/07/2009 - 11:06

Anatomia de um hit indie nacional. A música ruim mais legal do momento. Green Day na(o) Terra? Ting Tings também? Serviços de utilidade pública. O Gui Fest. E o Arctic Monkeys. E é isso aí.

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* Quem veio primeiro? The chicken or the dickhead?

* Primeiro queria deixar um toque sobre isto aqui:

É que os ingressos de São Paulo estão e.v.a.p.o.r.a.n.d.o. Garanta o seu. Até ontem, os números indicaram que restava apenas pouco mais de 150 100 ingressos para o show de São Paulo, no Studio SP.

* TWITTER VENDENDO CELULAR - Telefonar eles até telefonam. Bater foto eles até batem, com câmeras cada vez mais poderosas. Música em celular? Isso é tão 2007. Mas, pelo menos em Londres, onde estive não faz tempo, o novo foco na venda dos “mobiles” é a navegabilidade dos novos modelos para Facebook, Twitter e MySpace.
Beleza que o iPhone já tem tudo isso, mas Nokia, Sony-Ericsson e Motorola estão se matando nessa área para lançar seus novos e “incríveis” modelos. Você não pega um metrô na Inglaterra sem ver a foto de uma página de Twitter em propagandas nas plataformas, corredores e nas longas escadas amparadas por painéis eletrônicos de merchandising. Tudo por causa de uma pesquisa recente de que o uso de internet em celulares tem crescido “dramatically” (adoro o termo) e a grande maioria de pessoas pesquisadas, entre 16 e 45 anos, já elege Facebook e Twitter como aplicativos mais importantes que música.

“Forget music downloads and video – social networking is what people want”, diz a pesquisa.

O barulho que a Nokia está fazendo para lançar esse 6760 Slide na Europa, como o “aparelho oficial do Twitter e Facebook”, dá para se ouvir daqui. Socializando com as redes sociais.
O futuro-hoje é uma coisa bonita. Não vejo a hora de ver o que estará acontecendo em 2012.

* TERRA À VISTA: MONTANDO O MAIOR FESTIVAL DO PAÍS – GREEN DAY E TING TINGS - Está difícil trazer o Planeta Terra 2009 para a superfície. Mas dá para ir montando o nosso quebra-cabeças divertido. Não acho mais que o Faith No More estaria escalado para o PT, não. Acho que eles tocam, sim, em São Paulo, no dia 7 de novembro, como estamos falando há tempos. Mas não no Planeta Terra. E, para não haver choque de shows em São Paulo (vai ter aquele “gozado” About Us” no dia 8), o PT é que não deve mais acontecer no dia 7, como o previsto. E nem no dia 14, como primeiramente pensado. Dia 21 de novembro? A sinalização que nos chega de fora é a de que o Green Day deve ser o headliner do festival deste ano. Tentaram Blur, tentaram Pixies. O Ting Tings, parece, foi roubado do 80, 90, 2000 e está praticamente acertado com o PT. A dupla cool australiana Empire of the Sun não está fechaaaaaaaada, mas sim apalavrada. O que nessa seara de festivais e marcações de shows, digo isso como “empresário do rock” (hahahahaha), é sempre um “ou foi, ou é, ou será”. Ou não. Vamos continuar “digging” para ver o que sai deste Planeta.

* FELLINI SURPRESA - Foi marcado para esta quarta-feira, no Studio SP, um show “extra” da cultuada banda paulistana Fellini, um dos mais importantes nomes indies brasileiros dos anos 80, 90, 2000. A banda tocou no clube da Augusta na semana passada, com casa lotada e show emocionante, foi o relato. O repeteco é motivado pelo astral da apresentação passada. Assim que acabar o show de hoje, o Fellini deve acabar novamente. O show está marcado para começar as 0h.

“Rock Europeu” e a anatomia de um hit indie nacional. O vocalista do Fellini, Cadão Volpato, fala sobre como surgiu a música mais famosa da cultuada banda de art rock que ficou na contramão do Rock Brasil Anos 80.

“Rock Europeu é um Fellini safra 1984, data da fundação. Apareceu na primeira leva de composições. Fala daquele tempo com uma acidez que ainda hoje me impressiona: era uma crítica do pós-punk dentro do pós-punk brasileiro, uma desilusão em pleno calor da luta. Lembro as referências: a punk varrendo, de penteado moicano, apareceu numa foto de jornal; ‘Palácios’ é o Palais Schaumburg, uma banda obscura da época, da qual eu só ouvia falar via Thomas Pappon (que tentava me educar musicalmente), bem como o ‘Cores que Falham’, Fellfarben, outra banda. ‘Você nem imagina o que você não conheceu’: eu nunca havia saído do país, até então. ‘O Santo e o Mistério de Lisboa’ é o título de um livro daquela coleção Noir portuguesa, que estava na estante. ‘Bateras no contratempo’ é meio idiota, mas a gente tinha verdadeira fixação em bateristas e baixistas pós-punks (Jean-Jacques Burnell, dos Stranglers, e o cara do Gang of Four me vêm à mente enquanto escrevo). ‘E só dentro de um hospício se vive na América’ é uma referência à epígrafe do ‘Uivo’, de Allen Ginsberg, dedicado ao Carl Salomon, que viveu num hospício. O ‘pardieiro’ do verso seguinte era o apê em que eu morava na Major Quedinho. ‘Câncer no mundo das idéias’ é uma imagem meio vulgar, mas forte. ‘Valsas amargas nas cidades’ é de novo uma referência aos Stranglers e suas valsinhas punks. Ou seja, fui bem mais ácido com a época do que eu pensava.”

* TRATE-ME COMO SUA MÃE - Este vídeo do Dead Weather, a (mais uma) banda do Jack White, já rola faz tempo e eu tinha desencanado de colocá-lo aqui. Mas você não acha música e vídeo geniais, da primeira à última cena, da primeira à última nota? Olha que eu nem gostei assim do disco do DW…

Gostei de uma definição que eu vi do vídeo. Jack White e Alison Mosshart, ambos de jaquetas de couro preta, enchendo o peito um do outro com balas. Como sua mãe.

* FURE MEU OLHO - A princípio esquisita e tosca, estou começando a entender a nova música da adorável banda inglesa Cribs, a formação mais incrível do planeta: três irmãos, dois gêmeos, e um ex-Smiths.

A música se chama “Cheat on Me” e é o primeiro single a sair do quarto álbum dos caras, que tem um nome, hum, direto-e-reto “Ignore the Ignorant”, que será lançado dia 7 de setembro. “Cheat on Me” tem sonoridade bizarra, vocal feio, começa mal, com um “Aaaaaai”, de “I”. Mas falar que uma música do Cribs é esquisita e tosca é não ir a lugar nenhum.

Aí você ouve bem “Cheat on Me”. Tem guitarrinha Smiths “by” Johnny Marr percorrendo ela toda, tem um clima acústico que lembra bandas inglesas indie anos 80 tipo Felt, tem o som quebrado do Cribs. E então você chega à conclusão de que “Cheat on Me” é a música ruim mais bacana dos últimos tempos.

* Agora, uma perguntinha. Vai fazer o que sexta-feira?

* O QUE É ISSO, LILY? - A moça Lily Allen, em fase sexy e ainda mais desbocada, vem ao Brasil em setembro para cantar ‘Fuck You”. Entre outras coisas. Os shows acontecem no dia 16 de setembro no Via Funchal (SP) e no dia seguinte no HSBC Arena (Rio).

* GUI FEST, O FESTIVAL DO GUI - Depois de mencionar o maior festival do Brasil, agora vou falar sobre um dos menores. E nem por isso menos importante. Acontece nesta sexta agora, no salãozão de festas da União Fraterna (Pompéia), mais uma edição do Gui Fest. O evento é a festa de aniversário em forma de festival do Guilherme Barella, figura carimbada no indie paulistano. E, a despeito da diferença de tamanho, duvido que a escalação do gigante Planeta Terra seja melhor que a do Gui Fest, com os grandes Holger e Objeto Amarelo, o pancadão pancada do Turbo Trio e o Projeto Manada, segundo descrição do próprio Gui uma banda de “hip hop good vibe”.

O ingresso para o Gui Fest sai por R$ 25. E, para você ter uma idéia da dimensão do festival, na sexta o Neu não vai abrir.

* VOCÊ “VAI” AO SHOW DO ARCTIC MONKEYS? - Lembrando que é nesta quinta-feira, às 17h (horário de Brasília), a apresentação virtual da banda inglesa, direto do site oficial deles, do Facebook, pans. A “webtransmission” é 21h, pelo horário inglês.

A banda vai apresentar as músicas “clássicas” misturadas às do novo CD, “Humbug”, que está para ser lançado e já completamente vazado. Pegou?

Aqui na Popload você ouve as faixas “Pretty Visitors” e “Cornershop”. A primeira é sinistra e black-sabbathiana. A segunda, fofurinha.

* Pronto. No próximo post tem o resultado daqueeeeeeeele sorteio do “Pacote Londres”. Tô quase indo viajar de novo para lá e ainda não desovei o nome dos ganhadores. Isso tem que acabar, gente.

Notas relacionadas:

  1. Deixa de ser humbug: o novo Arctic Monkeys, cositas uruguayas, Sonic Youth e o jornalismo, tadinho. E ainda a história da “suruba indie”
  2. O indie nacional está nu (peladão, mesmo). Popload Gig 2. O Faith No More, o Killers e o Franzzzz na nossa mira. O Pata e o Julian. Os Monkeys e a La Roux
  3. O adeus da Popload! O “oi” do Fellini! O tchau do Depeche Mode! Ting Tings no Brasil! Muricy no Palmeiras! Popload Gig 2 e a banda do verão (lá!)! Reggae é o novo indie!
Autor: Lúcio Ribeiro - Categoria(s): Blog Tags: , , , , , , , , ,
21/07/2009 - 17:43

O adeus da Popload! O “oi” do Fellini! O tchau do Depeche Mode! Ting Tings no Brasil! Muricy no Palmeiras! Popload Gig 2 e a banda do verão (lá!)! Reggae é o novo indie!

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* Opa. Essa do Muricy escapou no título. Foi mal. Mas guarde este lema: “Era isto ou o futebol”.

* Xiii Dave Gahan…

* Alô, Brasil. Festival de epígrafes na Popload.

* “Sometimes I say stupid things…”
(Franz Ferdinand)

* “Shut Up and Let Me Go” (Ting Tings)

* “Você nem imagina o que você não conheceu” (Fellini)

* Aprendi duas coisas lendo sobre o Caetano Veloso na Folha de S.Paulo. Primeiro que o Caê Lindo odeeeeeia hipocrisia. Segundo que ele sente saudade de um jato forte de urina. What?

* Calma, deixa eu explicar o título. Essa é um homenagem poploadica ao Fellini, um dos melhores grupos independentes da história deste país. E olha que ser indie nos anos 80 não era essa mamata que é hoje em dia. E o primeiro álbum do Fellini, de 1985, pequena obra-prima do underground paulistano, se chama “O Adeus de Fellini”.

* O Fellini toca nesta quarta-feira no Studio SP. É show único em São Paulo, onde eles não tocam há tempos. É o show de aniversário de 25 anos da banda. E eles vão tocar “Rock Europeu”. E “Teu Inglês”.

* O OI E O TCHAU DO FELLINI - Mais sobre a grande volta e o novo adeus do seminal grupo dos anos 80 vem ali para baixo, quando vou reproduzir o texto escrito para a Folha de S.Paulo, com alguns trechos inéditos da entrevista com o vocalista da banda, Cadão Volpato.

* FESTIVAL “80, 90, 2000″ TRAZ TING TINGS - O nome algo engraçado do festival é auto-explicativo. Um festival a ser realizado em outubro em São Paulo e Rio, aparentemente, terá como atrações as bandas Depeche Mode (não mais), Prodigy e Ting Tings. Entendeu?
Os dois primeiros a gente sabia. A boa notícia é a inclusão da agitadíssima dupla de Manchester, uma das melhores bandas novas para pista de dança do planeta. Acho que só perdem para o… Friendly Fires. Mas, enfim, certeza de show divertido. Vamos aguardar o anúncio oficial. Ou não!

* DEPECHE MODE CANCELADO - O Depeche Mode, que seria uma das atrações desse novo festival, informou através de comunicado oficial que os shows marcados para o Brasil em outubro (22 Rio, 24 SP) foram cancelados devido ao remanejamento de datas feito recentemente pela banda, que precisou cancelar muitos shows da atual tour de verão pela Europa, por causa de problemas de saúde do vocalista Dave Gahan. No início deste mês, quando já havia retomado os shows, Gahan sofreu uma contusão muscular e precisou cancelar mais datas em Portugal e na Espanha.
O interessante é que os demais shows dessa “perna latina” da turnê, até agora, não sofreram alterações. México, Costa Rica, Colômbia, Peru, Chile e Argentina, ao que tudo indica, receberão a atual excursão do grupo. Sobrou mesmo só pro Brasil…

* KILLERS, AS DATAS? - São Paulo, em lugar a definir, no dia 21 de novembro. Rio de Janeiro, no HSBC Arena, no dia seguinte. Porto Alegre, dia 25 de novembro, no Teatro Bourbon. Será que vai ser assim, mr. Brightside?

A dupla cool americana Golden Filter

* CALENDÁRIO INDIE - Não está ruim, Brasil.
- dia 5 agora tem a deliciosa dupla Golden Filter, de Nova York, tocando no Clash em mais uma balada da instituição blog-festeira IM//A\\PARTY, com abertura do Database, Stop Play Moon, Gil Barbara e WE//R\\DJs.
- dia 13 em Porto Alegre começa turnê de três shows brasileiros do los-strokes Little Joy, de Fabrizio Moretti, com abertura da banda indie-folk Dead Trees, de Portland.
- dia 15, no Rio, depois 17, em São Paulo, a “banda do momento” Friendly Fires comanda mais uma edição do Popload Gig, que em outubro volta com o…
- em outubro tem Ting Tings (mais Prodigy e sem o Depeche Mode); em novembro tem Killers e o Planeta Terra com o Faith No More e a renca.
Que mais, mesmo?

* O (OI E O) ADEUS DE FELLINI - O cultuado e “difícil” grupo Fellini, famosa ex-banda paulistana, agora banda vivíssima e novamente ex-banda a partir da semana que vem, se junta nesta quarta-feira na cidade para uma apresentação histórica em vários sentidos.
O quarteto liderado por Cadão Volpato e Thomas Pappon, que se manteve sempre na contramão do oba-oba do rock brasileiro dos anos 80, comemora em show único em São Paulo os 25 anos de sua polêmica existência.
O Fellini, que em sua lista de adoradores tinha Renato Russo, Chico Science, Marcelo D2 e metade da “intelligentsia” acadêmica paulistana (a outra metade, mais Ira!, Titãs etc. compunham a lista de detratores), toca seu art-rock com alguma eletrônica e um cheirinho de MPB no Studio SP nesta quarta.
“Um outro show será no próximo sábado em Curitiba, dentro do adequadíssimo Festival Rock de Inverno. E aí termina nossa turnê mundial”, diz o vocalista Cadão Volpato, 52, na verdade hoje muito mais escritor que vocalista.
Você não imagina o que você não conheceu, como diz a letra de “Rock Europeu”, o “megahit”, do Fellini. Formada em 1984 nos porões da ECA, a Escola de Comunicações e Artes da USP, o Fellini fincou pé no underground paulistano da época e de lá não saiu. Não tocava em rádios, não frequentava o programa do Chacrinha, não era condescendente com o rock da época de Blitz, Paralamas, Barão Vermelho, Titãs, RPM e sempre tocou para poucos, tinha nome de cineasta de vanguarda, citava Allen Ginsberg e Gang of Four nas letras. E o primeiro álbum, de 1985, tinha o insólito nome de “O Adeus de Fellini”. O Fellini era uma genuína banda indie lá nos anos 80.
“Num tempo em que as bandas tinham nomes mais punks (Mercenárias, Voluntários da Pátria, Plebe Rude), a gente veio com um nome que lembrava esquisitices. Sempre fui um fã do Federico, mas o nome era mais para soar como algo engraçado, o que, de certa forma, definiu nossa conduta, que misturava uma graça contida com algumas atitudes surrealistas e também uma certa poesia. Se você levar em conta que vivemos numa das cidades mais italianas do planeta, fazia sentido. Mas esse sentido veio a posteriori. Já pensou se fosse Pasolini?”, lembra Cadão.
Mas e as tretas com a cena rock da época?
“Sempre estivemos à esquerda desse pessoal todo. O rock do Rio sempre foi um lixo, nós nunca tivemos nada a ver com isso. Os de São Paulo frequentavam a mesma cena, dividiam as mesmas casas noturnas, muitos eram amigos. Mas se eu dissesse que conheço a fundo o trabalho deles, estaria mentindo”, conta o vocalista do Fellini.
“Sobre os Titãs, eu disse uma vez que eles eram os ‘alternativos de plantão’ e eles não gostaram muito. Também dividimos uma escolha dos críticos da revista ‘Bizz’ sobre o melhor disco de 1987. Hoje sei que nós é que levamos, mas a ‘Bizz’ não ousaria deixar de fora uma banda do mainstream, em favor de uns pobres independentes. E foi uma votação do país todo. Daí ouvimos dizer que houve um certo mal-estar, e que isso teria contribuído para a nossa não-aceitação junto às grandes gravadoras. Ora, a gente mesmo nunca fez nenhum esforço nesse sentido.”
Depois de quatro álbuns independentes, a banda acabou, em 1990. Um certo renascimento do Fellini se deu em 2002, quando gravaram um álbum caseiro. Em 2003, flertaram pela primeira vez com o “estrelato”, quando o grupo foi convidado a se reunir para estrelar a edição daquele ano do Tim Festival, tocando na mesma noite de White Stripes e Rapture.
“Fomos tratados como profissionais, ganhamos um bom cachê. Foi o primeiro e único decente, por sinal”, diz Cadão.
O Fellini que se apresenta em SP e Curitiba traz sua formação original: Cadão Volpato (voz), Thomas Pappon (baixo), Jair Marcos (guitarra) e Ricardo Salvagni (bateria).
Segundo Cadão Volpato, a banda nem pensa em continuar a brincadeira da volta, tão em voga no rock atual: “Não existe essa possibilidade. Estamos bem entusiasmados com esses shows: talvez sejam os melhores das nossas vidas, mas voltar não está nos nossos planos. Acabou. Já era. Mas nunca se sabe.”

* O Fellini foi, e talvez ainda seja tão importante para o indie que eu conheço um jornalista indie que só entrevistou/entrevista o Fellini na vida.

* O post está só no comecinho.

Notas relacionadas:

  1. Ferrou: Dandy Warhols quis a morte de Michael Jackson. Extra: como o Twitter vai salvar a música. Xi, Brasil: o indie e a gripe. Nheca: o indie e o cocô. E mais Jacko e o Glasto-tal. E o Blur me esperando
  2. O indie nacional está nu (peladão, mesmo). Popload Gig 2. O Faith No More, o Killers e o Franzzzz na nossa mira. O Pata e o Julian. Os Monkeys e a La Roux
  3. Para a “UP!” e avante. O incrível Crystal Stilts, a sua-nova-banda-predileta Kid British e os dois lugares mais cool no mundo hoje
Autor: Lúcio Ribeiro - Categoria(s): Blog Tags: , , , , , , , , , , , , ,
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