Chemical Brothers | Popload
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05/08/2011 - 09:55

Hey, boys!!! Chemical Brothers, Prodigy e Chromeo vêm a São Paulo para ultrafestival em dezembro

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* É o que eu sempre digo. Smack my bitch up!!

* O Ultra Music Festival, evento internacional de música eletrônica, vai inflar o já inflado mercado de shows no Brasil com o anúncio, nos próximos dias, dos supernomes que farão parte de sua edição 2011, a ser realizada no dia 3 de dezembro no Anhembi, em São Paulo.

A Popload apurou que os superstars Chemical Brothers e Prodigy, que fizeram a eletrônica explodir e se popularizar no final dos anos 90, devem chefiar a grande turma electrotudo (eletrônicos, electroindies, dubsteppers) de 25 atrações que se espalhará por três palcos no Sambódromo paulista e deve atrair 25 mil pessoas.

A bombada dupla canadense Chromeo, os conterrâneos do Mstrkrft, mais o produtor inglês Skream estavam praticamente fechados para constar da lista do UMF, que terá ainda um forte elenco nacional.

O Ultra Music Festival nasceu em Miami no final dos anos 90 e, além de São Paulo, ocorre também em Nova York e Ibiza. No ano passado, o braço paulistano do evento ocorreu na Chácara do Jockey, com Moby, Fatboy Slim e Carl Cox como headliners.

Vamos aguardar mais informações. Vai ser tenso.

* A dupla Chemical Brothers chegou a ter duas apresentações anunciadas para o Brasil em abril, Belo Horizonte e Itu (SP), mas ambas foram canceladas perto das datas, talvez exatamente para “guardar” os Chem Bros para este festival de dezembro. No meio do ano, o duo fez um espetacular e megacolorido show “surpresa” no Glastonbury, tipo isso:

* Em plena forma, o insano Prodigy, que uma vez quase causou mortes no mesmo Anhembi, foi uma das estrelas agora em julho do Hultsfred Festival, na Suécia. Veja aí e tente respirar.

** Just get yourself HIGH!

Notas relacionadas:

  1. Chemical Brothers + Flaming Lips = vídeos novos
  2. Vamos para Itu outra vez? Chemical Brothers tocam no “local do SWU”. E em BH também
  3. Sabe o Chemical Brothers no Brasil? Então…
Autor: Lúcio Ribeiro - Categoria(s): Blog Tags: , , , , ,
06/07/2011 - 16:41

Popload nos festivais de verão da Europa. Hoje: o Rock Werchter (Bélgica)

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* Popload em Londres.

* Quando começamos aqui com essa série dos festivais, eu pedi uma ajuda para a galera brasileira que está nestes dias na Europa correndo atrás de bandas. Quem quisesse colaborar com a Popload era só mandar um email se candidatando e tal. Haha, dava para construir um novo país com o número de pessoas que me escreveu :)

* O leitor Alexandre Dias foi ao enorme Rock Werchter, na Bélgica, no último final de semana, e fez a cobertura para a Popload.

* O Rock Werchter é considerado um dos maiores festivais da Europa, de tão colossal. É nível Glastonbury e Roskilde (Dinamarca). Realizado no pequeno vilarejo de Werchter, a uns 45 km da capital Bruxelas, o Rock Werchter 2011 teve de Arctic Monkeys a Black Eyed Peas. De Iron Maiden a Portishead. De Coldplay a Queens of the Stone Age. Fora Vaccines, Brandon Flowers, Chemical Brothers, Beady Eye, Kings of Leon, Underworld, Two Door Cinema Club, Tame Impala, Warpaint… Ou seja, O CAOS!!!

* E o que o Alexandre tem para contar é o seguinte:

Por Alexandre Dias, especial para a Popload

O Werchter chegou à sua 35º edição com números de festival de gente grande e ingressos sold-out. 4 dias, 61 atrações e um público estimado de 90.000 pessoas por dia. Nada mal pra um festival que começou em 1977 e com 4 bandas e que entre outras curiosidades teve uma banda chamada U2 em 1982 tocando pra 30.000 pessoas. As 61 atrações foram divididas em 2 palcos.

Para atender 90.000 pessoas por dia, já dava pra imaginar o tamanho da infra que deveria ter por aqui, a começar de onde guardar o carro. Primeiro problema superado já que a organização espalhou estacionamentos pela cidade, numa distância confortável pra ir a pé e não tumultuar o entorno do festival que só podia ter pedestres. Chegada tranqüila, sem transito e filas de carro pra estacionar.

Na entrada pro local dos shows, uma quantidade respeitável de entradas, e nada de filas.

Passado o portão de entrada, o local é do cacete de bonito. Um grande parque com os palcos decorando o local, cercado de árvores. A infra interna para o público é de fazer nossos festivais tupiniquins vir aqui e aprender como é que se faz e como se respeita o público. Nada de filas pra banheiro, pra comida, pra cerveja. Tudo muito igual a qualquer festival na Europa, mas aqui parece que tudo era exageradamente organizado. Não à toa, o Werchter já ganhou alguns prêmios de melhor festival da Europa em alguns anos.

Chego cedo pra ver qual é o clima do local. Tem várias atividades de patrocinadores rolando pra distrair a galera, tipo garotas gostosas da Coca-Cola dançando e chamando a galera pra pagar uns micos, tenda da Redbull com uma corda pendurada no teto pra quem quiser se aventurar e atravessar de um lado para outro, um mini shopping com várias lojinhas vendendo de tudo, e muitos, mas muitos lugares de comida e bebida.

Meu susto foi ver umas grades lá na frente do palco principal e já pensar que tínhamos exportado essa merda de área VIP. Pra alegria geral, nada disso, isso eu poderia chamar do cúmulo da organização. É uma área que tem umas entradas pela lateral, que entra quem quiser pra ficar na frente do palco, mas sem ficar todo mundo “socado” lá na frente. Facilita a saída de quem tá lá na frente e pra atender a galera que passa mal quando tá no meio da muvuca. Só eu vi 3 pessoas sendo carregadas lá do meio. Quando os seguranças vêem que encheu o lugar, eles bloqueiam essas entradas

Mas como o que interessa é música e shows, vamos a eles. Minha primeira “tarefa” do dia era ver o Warpaint no Pyramid Marquee (segundo palco), mas meia hora antes ia começar o OFWGKTA no Main Stage. Não gosto de Rap, então fui mais pra saber o que rolava no show dos caras. Daí aparece o Tyler The Creator de cadeira de rodas com a perna engessada, fruto de um Stage Dive em San Diego uns 10 dias atrás. O cara até tentou sair da cadeira, tentou agitar, mas depois que tomou um tombaço no palco, ficou mais na dele e na cadeira. Só vi 4 músicas do show, e continuo não gostando de Rap.

Daí era seguir para o Pyramid para ver o Warpaint. Palco cheio, mas não lotado, com uma galera animada participando o tempo todo, batendo palma. Show denso e ao mesmo tempo suave, as músicas funcionam ao vivo e os vocais são de matar de bom. No final galera a galera curtiu muito e deu pra ver que saíram bem felizes do show. Resumindo: belo show.

Continuei no Pyramid Marquee para na sequência ver o TV on The Radio. Enquanto no Main Stage ia rolar Seasick Steve e o começo do Hives. Confesso que nao dava muita bola pro TV on The Radio até 2009, quando vi os últimos 20 minutos do show deles no Lollapalooza 2009 e achei do cacete. Então era uma das minhas expectativas, ainda mais depois de ter achado o CD novo deles muito, muito bom.

Daí era seguir para o palco principal e ver o The Hives. Pego o show com 15 minutos passados. E com chuva, muuito gelada. Tempo virou de uma hora pra outra e desde então fez um puta frio. O show tava estranho, som tava com algum problema no começo e só foi melhorar uns 20 minutos depois. Também achei os caras bem confusos, parecia que estavam meio descompassados e errando muito. Nos 20 minutos finais parece que tudo melhorou

Na sequência, era minha deixa pra comer alguma coisa, ia tocar Anouk no Main Stage e Aloe Blacc no Pyramid. Nada que me agrade muito e eu ia ter que parar alguma hora pra comer mesmo. Sinceramente não fazia ideia do que se tratava a tal de Anouk. Só sei que quando voltei, já tinha meia hora de show e pra minha surpresa, todo mundo cantando praticamente todas as músicas junto com a moça. Pro meu gosto musical, tudo horrível!! Pop bem ruinzinho, sem graça, mas se for contar pela galera, o show foi bem animado.

Meia hora depois: Mr. Josh Homme. E resumindo, QotSA é QotSA e outro baita show. Até então tinha sido o show que a galera mais pulou (ainda vinha o tal de Linkin Park!), se bateu, abriu roda no meio da galera e Josh Hommes fazendo juras de amor pro festival porque já tocou varias vezes. E o cara tava bem a vontade mesmo, parecia que tava na sala de casa tocando, tomando umas (várias), cerveja e uma outra garrafa que não deu pra identificar o que era. Hits tocados, alto, intenso, galera ensandecida e saindo pulando no final.

Por fim, The Chemical Brothers. Nunca tinha visto um show dos caras antes e vou definir numa frase: todo mundo que gosta de música e de ir em show precisa passar pela experiência de vê-los ao viv.

Depois de um ótimo primeiro dia, a expectativa era de grandes shows, visto o lineup de peso do dia no Main Stage que tinha na sequencia, White Lies, The National, Arctic Monkeys, Kings of Leon e Arsenal (?!). Ainda tinha antes desses ainda no Main Stage, Triggerfingers, My Chemical Romance e Mona. No segundo palco (Pyramid Marquee) nada que eu tinha real vontade de assistir. Talvez Jimmy Eat World, mas com o lineup do palco principal, resolvi “pegar” meu lugar e não sair de lá.

Meu horário foi meio complicado também. Acabei não chegando para os primeiros shows. (Probleminhas com o sono!) Não que eu fizesse questão de ver My Chemical Romance, mas era só pra chegar mais com calma. Cheguei para o meu primeiro show, que foi o Triggerfingers, uns tiozinhos Belgas tocando hardcore meio anos 70. Nada que me chamou a atenção, e achei q pelo fato de serem belgas a galera ia se animar, mas nem isso. Enfim, não entendi. Depois do Triggerfingers, vem o White Lies. Nada fora do normal. Tocaram 5 músicas do disco novo e os hits dos outros discos.

Depois do White Lies vem uma das minhas bandas preferidas de longa data, The National. Já tinha visto os caras duas vezes em 2008 no Festival de Benicassim e no nosso Tim Festival. E o que se viu foi um show de arrebentar. 7 músicas do disco novo, 5 do Boxer (disco anterior) e 2 do Alligator . Matt Berninger devia ter tomado várias antes do show. Quase rolou com uma caixa de retorno na frente do palco, deu umas duas cambaleadas entre uma música e outra e cantou como se fosse a última vez que ia cantar na vida. No meio do show disse que estava um pouco deprimido.

Depois desse “melhor momento do festival”, vinha o Arctic Monkeys, e aqui vai uma ressalva. Já tinha visto eles duas vezes, no Tim Festival de 2007 em São Paulo (naquela bagunça que teve o show do The Killers às 4 da manhã) e depois em 2009 no Lollapalooza. E nas duas, não fiquei convencido não. Achei os dois shows bem chatos, sendo que em 2009 parecia que não estavam com nenhuma vontade de tocar.

Mas eis que o que acontece no palco é um outro Arctic Monkeys, o que eu sempre quis ver. Disparado o show mais animado da noite e um dos melhores do festival dos que eu vi. Todo mundo cantou o tempo inteiro, pulou muito e só parou nas horas das músicas mais calminhas.

Daí vem o Kings of Leon e meu segundo receio da noite. Nunca consegui gostar deles 100%. Sei que lá pela metade do show, começo a dar o braço a torcer e me animo bastante com o que estava vendo. O resto do povo já estava animado desde o primeiro acorde. Que baita show que os caras fizeram, diria impecável, produção bonita. O Caleb Followill dizendo que o Werchter é o festival que eles mais tocaram até hoje e agradeceu muito por estar ali de novo.

Notas relacionadas:

  1. Um hit para você sentir-se bem neste verão (de Paris). E o Futebol é Pop, parte 2
  2. Chupa! Arctic Monkeys mostra novas músicas em clubinhos na Europa
  3. Popload nos festivais de verão da Europa. Hoje: Southside (Alemanha)
Autor: Lúcio Ribeiro - Categoria(s): Blog Tags: , , , , , ,
26/06/2011 - 11:41

Glastonbury 2011 – Sábado. O dia em que…

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…O Pulp fez seu “show surpresa”, levou os britânicos às lágrimas e, como disse a fofa Rosie Wash, do “Guardian”, incrivelmente estão melhor ao vivo agora, velhos e muito distantes da época áurea do britpop (anos 90). Vamos ver o que os vídeos que acharmos têm a dizer. Óbvio, um dos momentos mais incríveis do Glasto 2011 já eleitos foi o encerramento com o superhit indie “Common People”, que tem toda uma história forte neste festival. Foi depois que a banda tocou ela pela primeira vez, no Glastonbury de 1995, que de imediato começou a comoção de um país todo em torno de uma música só na história do pop britânico. Nada muito importante, haha… O Jarvis Cocker falou ontem, durante o show. “Thanks, Glastonbury. Depois daquele nosso show aqui em 1995 parece que fomos lançados numa estranha viagem em órbita da Terra e acabamos de voltar ao planeta para estar aqui hoje, tocando de novo.
…O Coldplay fez seu famoso show bonito/chato-para-cacete, coloridíssimo, “melhor que o morno do U2″ segundo falaram e que nós brasileiros pudemos ver inteirinho (quem conseguiu) ao vivo pela TV, em HD (Multishow HD). E que, melhor de tudo, nos tirou da obrigação de vê-los no Rock in Rio. :) Coldplay 2011 – check!
…O Horrors finalmente ressurgiu das cinzas, mostrou o cabelo novo do Farris e fez a tenda do John Peel Stage balançar tocando muito do seu novo disco, “Skying”, que diferentemente do que falam todas as bandas quando lançam um disco novo é tido pelo Horrors como “um disco muito melhor do que tudo o que fizemos no passado”.
…Ainda estou apurando, mas parece que o show do Noah and the Whale foi considerado por muita gente o melhor do festival.
…O dos australianos hippies do Tame Impala também.
…O do Kills também.
…O do Fleet Foxes definitivamente talvez não tenha sido. O do ratinho reggaeiro Rastamouse parece que foi bom, mas como foi no palco de crianças talvez não tenha sido visto pela maioria das 200 mil pessoas que circulam pelo Glasto neste ano. Talvez.
…O show do delicado James Blake, segundo reports, foi inacreditável. Aconteceu logo após a “surpresa” do Pulp, que deixou a galera do palco The Park num elevado estado emocional. Mas aí o Blake botou uma multidão imensa para ficar caladinha para ouvir seu slow pop todo trabalhadinho no silêncio (ui!).
…Parece ter virado oficial: Neste Glastonbury 2011 o Friendly Fires se transformou no novo Chemical Brothers.
…Eu chego agora para você e digo: esquece tuuuuuudo o que eu escrevi acima e me ajuda a juntar informações que comprovem o que parece ser a mais pura verdade tirada do festival neste ano. Que a banda nova mais incrível e o show mais transcendental deste ano, a história vai contar, foi de um grupo chamado… Totally Enormous Extinct Dinosaurs.

******************* FOTOS
Todas as imagens abaixo são da “NME” e de sua rede.

Glastonburyyyyyy, Uhuuuuuuuuuu!

Jarvis Cocker no show do Pulp. Quem mais…

Alá o Chris Martin achando que está tocando na Party Intima, quando o JP faz chover papel colorido picado na gente

O palco do “show surpresa” do Pulp, o mesmo utilizado no “show surpresa” do Radiohead de sexta

Hey, ladieeeeees!

Noah, do Noah and The Whale, da música “Tonight’s the Kind of Night”, sabe qual?

A incrível Alison Mosshart, a parte mulher do Kills, se entrega como se não houvesse show no Brasil “amanhã”

Awnnnnnnnnnnnnnnnnn!

Alá o Yuck tocando para uma multidão no palco John Peel, no Glasto, depois de ter tocado em São Paulo terça passada. Com certeza o show daqui foi mais, hum, “quente”

O conceito roqueiro “Essas botas foram feitas para andar” sofre uma pequena reinterpretação em festivais como o Glastonbury

************************* VÍDEOS
O incrível vídeo da incrível “Yellow” na incrível atmosfera do Glastonbury. O maravilhoso The Kills. O Pulp visto como você estivesse ali, no meio da galera, cantando “Disco 2000″. A vida continuando para o Noah and the Whale. Chemical Brothers fazendo a Terra se mexer (vc não sentiu uma tremidinha, ontem?). A batucada fantástica do Friendly Fires e a camisa do Ed Macfarlane. Tudo vídeo lindo.
.

Notas relacionadas:

  1. Glastonbury 2011 – Show do Two Door Cinema Club foi brilhante
  2. Glastonbury 2011. Rastamouse chegando para seu show
  3. Glastonbury 2011. Mais fotos
Autor: Lúcio Ribeiro - Categoria(s): Blog Tags: , , , , , , , , ,
11/04/2011 - 14:55

Sabe o Chemical Brothers no Brasil? Então…

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… Eles cancelaram suas duas apresentações que fariam no país daqui algumas semanas.

Diante de circunstâncias “fora do controle” para o duo, os britânicos não se apresentarão mais em Belo Horizonte (29 de abril) e Itu (30), dentro do Chemical Music Festival. A assessoria do evento divulgará uma nota nas próximas horas explicando os motivos.

Dizem, o problema seria de logística. Inicialmente marcado para acontecer no Mega Space, espaço ao ar livre na região de BH, o show foi transferido para o Chevrolet Hall, uma casa de shows fechada, devido à baixa procura por ingressos.

A produção do duo não teria concordado porque o telão dos caras não cabe no palco do Chevrolet Hall. Diante do impasse, tiveram que cancelar BH e aproveitaram para cancelar Itu também…

Notas relacionadas:

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  3. Vamos para Itu outra vez? Chemical Brothers tocam no “local do SWU”. E em BH também
Autor: Lúcio Ribeiro - Categoria(s): Blog Tags: , , ,
16/02/2011 - 11:33

Vamos para Itu outra vez? Chemical Brothers tocam no “local do SWU”. E em BH também

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* Popload (ainda) em Londres.

Olha a agenda de shows crescendo, Brasil. Após quatro anos, o Chemical Brothers volta ao país para o evento “carioca” Chemical Music, que agora ganha sua primeira versão paulista dia 30 de abril na Fazenda Maeda, em Itu, local onde acontece o SWU.
O duo britânico será acompanhado pelo Twelves, Gui Boratto, Gustavo Bravetti, Life Is A Loop e Leo Janeiro.

Os ingressos pode ser adquiridos pelos sites www.ingressonaweb.com.br e www.obaobaingressos.com.br, além dos pontos fixos: Lojas Óticas Carol, Central Surf (Shopping Aricanduva e Shopping Metrô Tatuapé), Music Shop (Shopping Eldorado) e Thelles E-Music (Galeria Ouro Fino).

Os preços variam entre lotes de R$ 75 (pista) e R$ 145 (pista Premium).

* Opa. Parece, o Chemical Music terá sua perna mineira, já que Tom Rowlands e Ed Simons se apresentação no dia 29/04, no Mega Space, em Belo Horizonte. Os ingressos para o show de Minas começam a ser vendidos dia 14 de março nas lojas Chilli Beans. Os primeiros lotes custam R$ 120 (pista) e R$ 220 (premium).

Notas relacionadas:

  1. Chemical Brothers + Flaming Lips = vídeos novos
  2. Vamos para Itustock? Michael Lang fala com exclusividade para a Popload
  3. Superfestivais em SP? Vá para o Rio…
Autor: Lúcio Ribeiro - Categoria(s): Blog Tags: , ,
12/07/2010 - 17:05

Superfestivais em SP? Vá para o Rio…

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E não é que, de repente, o excelente Circo Voador, a mais charmosa casa de shows do país (Lapa, Rio), vai ficar espetacular em outubro e novembro, só girando em órbita dos grandes festivais de São Paulo.

O duo francês AIR (Natura About Us, outubro) deve fazer um show especialíssimo por lá. Algumas atrações do SWU (outubro), tipo CHEMICAL BROTHERS, dizem, estão sendo programados para a casa. Talvez Yo La Tengo, mas teme-se que no Rio a banda não tenha público para o Circo, o que eu não duvido.
(Os dois melhores shows da turnê do Girls e do Men, no Popload Gig, foram no Circo, mas foram vistos por pouca gente. Amigo carioca me disse que era porque “estava frio” e também porque era “Dia dos Namorados, né?”…)

A Popload apurou que, em novembro, num espaço de cinco dias, três shows brilhantes estão reservados para o Circo Voador:
dia 19: QUEENS OF THE STONE AGE (Planeta Terra?)
dia 22: PHOENIX (Planeta Terra)
e o PASSION PIT (Planeta Terra) pode entrar dia 18 ou mesmo 22.


O californiano QUEENS OF THE STONE AGE, liderado pelo onipresente Josh Homme e “prometido para o Rio”, o que deve significar escalação praticamente certa para um grande festival paulista em novembro, viria pela primeira vez a São Paulo. Mas no Rio de Janeiro, faria lembrar a conturbada e rápida aparição da banda na cidade carioca em janeiro de 2001.
Naquela vez, na última edição brasleira do Rock in Rio, o Queens of the Stone Age, coitado, foi escalado no “dia do metal”, tocando para cerca de 200 mil batedores-de-cabeça ávidos para ver Sepultura e Iron Maiden, as grandes atrações da data.
Entre vaias impiedosas e posturas “nem aí” do público, o show do QOTSA só não passou mais batido porque o baixista da banda à época, Nick Oliveri, achou de se apresentar pelado e terminou preso. Na polícia, Oliveri falou que sua atitude no palco foi inspirada nas mulatas do Carnaval carioca.

Notas relacionadas:

  1. O filme indie do ano. Noel Gallagher anunciando quem ganhou prêmios da Popload. Bono fazendo um “rap” esquisito e exclusivo para o blog. Kanye West tomando o meu microfone e dizendo que… Mais: “Paris” em Paris. A dance music do Julian Casablancas. E o que a gente aprendeu com o Twitter nesta semana
  2. Um hit para você sentir-se bem neste verão (de Paris). E o Futebol é Pop, parte 2
  3. Nasce o Woodstock. Ou o Maquinaria 2010. Ou o SWU Music and Arts… (Pixies confirmado)
Autor: Lúcio Ribeiro - Categoria(s): Blog Tags: , , , , , , , , ,
07/05/2010 - 17:08

Chemical Brothers + Flaming Lips = vídeos novos

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O primeiro single do álbum novo do duo eletrônico Chemical Brothers, a música “Swoon”, sai segunda-feira na Inglaterra, mas já conta com vídeo novo circulando na internet. O próximo álbum, “Further”, será lançado em 7 US /8 UK de junho. Cada uma das oito faixas do disco novo, que não terá nenhum convidado no vocal, ganhará um filminho especial. As faixas sonoras e visuais que comporão “Further” farão parte de um DVD e de um LP que será lançado no iTunes. Dos dias 20 a 23 de maio agora a banda apresentará faixa a faixa todo esse sétimo álbum ao vivo, tocando e mostrando os filmes de cada música. Isso também estará no DVD. O vídeo novo, para “Swoon”, é este aqui.

Aproveitando que estou aqui falando de vídeos, este é o mais recente do grupo maluco de Oklahoma, o Flaming Lips, que foi lançado tipo no final de abril. “Powerless”, dirigido pelo maluco-mor Wayne Coyne, traz um som atmosférico para contar a história de uma menina de calcinha amarrada a uma cadeira sendo observada por um macaquinho de boca aberta. Bem Flaming Lips.

Notas relacionadas:

  1. Tom, Summer, Quentin, Franz, Iggy, Kleber, Dave, Malu e ele: o Twitter (título provisório)
Autor: Lúcio Ribeiro - Categoria(s): Blog Tags: , , ,
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