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28/08/2011 - 15:39

Rock en Seine 2011. Arctic Monkeys treina em festival francês para os shows do Brasil

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* Ontem. Claro, o título é uma brincadeira. Ainda não sabemos mesmo (oficialmente, digo) se o grupo Arctic Monkeys vai vir tocar em novembro no SWU paulista, no Rio, em Brasília e outro estado do país, como está rascunhada a turnê. Enquanto o anúncio não vem, a turminha de Sheffield andou botando fogo na francesada ontem no lindão Rock en Seine festival, evento perto de metrô num parque à beira do Sena. Quer mais o quê?

Notas relacionadas:

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  2. Rock en Seine 2011: o sanduba de gruyère, o vinho “da casa” e ELE!!
  3. Rock en Seine 2011. CSS metal em espanhol. Lovefoxxx vestida de Batman glitter
Autor: Lúcio Ribeiro - Categoria(s): Blog Tags: ,
27/08/2011 - 12:18

Rock en Seine 2011: o sanduba de gruyère, o vinho “da casa” e ELE!!

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* Final de semaninha com movimentação nervosa no Canal da Mancha. Reading e Leeds Festival na Inglaterra e Rock en Seine na França, ali em Paris, cidade que um dia todos nós vamos morar. Eu prometo.

O Rock en Seine, pelo menos até a vez em que eu fui, tipo 2009, era chic. Primeiro que vc desce do metrô em Paris, atravessa a ponte do Sena e chega ao parque onde acontece o festival. Depois que ainda não está infestado de ingleses festival goers. Até porque eles têm o Reading para se divertirem. E, por último, os sandubas vendidos são com baguette fresca, quentinha e crocante, de queijo brie ou gruyère, e tem barracas de vinhos “da casa” mais baratos do que uma Coca.

E, óbvio, o line-up é sempre caprichadíssimo, entre clássicos, novo rock, eletrônico cool, hip hop emergente. Neste ano os destaques são Foo Fighters, Arctic Monkeys, The Kills, CSS, Tyler the Creator, Interpol, Vaccines, The Streets, Etienne De Crecy, The Horrors, Seasick Steve, Wombats, The Naked and Famous, Biffy Clyro, Cage The Elephant, Anna Calvi, The La’s, Kid Cudi, Death in Vegas, Edward Sharpe.

O festival começou ontem. Com ELE.

Notas relacionadas:

  1. Muse e o fim do rock
  2. Um dia nós vamos viver em Paris
  3. Shalalala! Arctic Monkeys Brazil Tour 2011?
Autor: Lúcio Ribeiro - Categoria(s): Blog Tags: , , , , , , ,
22/08/2011 - 17:39

Shalalala! Arctic Monkeys Brazil Tour 2011?

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* Continua a expectativa sobre a vinda ainda em 2011 da banda inglesa Arctic Monkeys para o Brasil, conforme o vocalista motoqueiro Alex Turner deixou no ar à Popload em um pub inglês, em junho.

* Algumas notícias vão aproximando a banda cada vez mais do SWU, em novembro, a gente vem falando faz tempo. Primeiro o lindo buraco na agenda da banda, que vai de 9 de novembro (o SWU é 12, 13 e 14/11) até o final de dezembro, quando os Monkeys tocam num festival australiano.

* E depois, a Popload soube, a banda tem sido oferecida para shows no período para produtores de outros estados brasileiros. Tipo Rio de Janeiro e Brasília. Está esquentando…

Abaixo, a banda tocando o single novo “Hellcat Spangled Shalalala” neste final de semana que passou, no V Festival. Belezura, viu?

Notas relacionadas:

  1. Arctic Monkeys tira Vaccines do Planeta Terra
  2. Direto do pub, Arctic Monkeys diz à Popload que “provavelmente” virá ao Brasil em novembro
  3. Atrações “certas” para o super segundo semestre no Brasil, Arctic Monkeys e Warpaint lançam novos clipes
Autor: Lúcio Ribeiro - Categoria(s): Blog Tags: ,
22/08/2011 - 12:09

Popload e os megafestivais do mundo: V FESTIVAL

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* A caminho da tosqueira cool e tradicional do gigante Reading Festival (na verdade, um “festival real”), os ingleses têm o popaço V Festival sempre uma semana antes. É tipo assim, grosseiramente falando, só como um comentário exagerado explicativo: o Reading é para os meninos; o V é para as meninas. Realizado em dois parques gigantes, em Chelmsford e em Sttatfordshire, concomitantemente e revezando os line-ups do dia, o V é um festival do grupo Virgin e ligado ao Channel 4 britânico. E seu elenco é uma mistureba incrível: ontem e anteontem o V reuniu Arctic Monkeys e Rihanna. Primal Scream e You Me at Six. Bruno Mars e Wiz Khalifa. E o astral do festival é sempre bom, como você pode ver nas fotos e nos vídeos abaixo.

+++ FOTOS E VÍDEOS +++

O V Festival, que acontece anualmente no parques Hylands (Chelmsford) e Weston (Staffordshire), esgotou seus ingressos poucas horas após o início das vendas, em março

Garotas se divertem no sol da tarde de domingo, em Chelmsford

Além das atrações musicais e aquela coisa toda, sobra espaço para brincar no parque de diversões

Mr. Gillespie levou seu Primal Scream ao V para mostrar o aclamado show do “Screamadelica”. O Brasil espera ansiosamente por uma das maiores turnês do ano no Popload Gig 7, né?

Encanaram de botar o deprê Glasvegas entre os shows animadinhos da Katy B e do Chase & Status. A banda não tocou nem cinco músicas e ganhou do público a mesma recepção calorosa do Carlinhos Brown no Rock In Rio…

O Arctic Monkeys, de Alex Dean Turner, recebeu o parceiro Miles Kane no palco e fez uma das apresentações mais concorridas do V

O garoto problema Eminem fez show “morno”, de acordo com relatos. De quebra, ainda teve que enfrentar problemas de som. Ele recebeu Rihanna para perfomance do mega hit “Love The way You Lie”

Good girls gone bad. Rihanna mostrou seu “orgulho brit” estampado na camisa. Ela foi uma das atrações pop do V neste final de semana e em setembro vem para quatro shows no Brasil

Fotos: NME, V Festival

Notas relacionadas:

  1. Festival POPLOAD GIG anuncia três edições: METRONOMY em agosto, PRIMAL SCREAM em setembro e WARPAINT em outubro
  2. Direto do pub, Arctic Monkeys diz à Popload que “provavelmente” virá ao Brasil em novembro
  3. Festival de Benicassim, dia 3. No palco Maravillas, Arctic Monkeys e Primal Scream. Agora sim fez todo o sentido do mundo
Autor: Lúcio Ribeiro - Categoria(s): Blog Tags: , , , ,
12/08/2011 - 13:10

Acoustic Monkeys

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Se a molecada que rolou na lama durante o Lollapalooza durante o final de semana passado é uma juventude transviada, já dá para dizer que há um candidato a James Dean: Alex Turner. Depois de terminar o namoro de quatro anos com a gata Alexa Chung, o vocalista do Arctic Monkeys decidiu adotar um novo visual para mostrar que está na pista de novo. O cabelão desgrenhado que ostentava desde a época de “Humbug”, dois anos atrás, deu lugar a um vistoso topete com pomada brilhosa, e as batas que intercalava com camisetas de ícones da velocidade já eram. Depois da fase Harley-Davidson, Turner envergava no show de domingo uma camiseta da Triumph, clássica fabricante inglesa de motos e conversíveis daqueles tempos.

Aliás, outra coisa que aproxima Alex Turner de James Dean é o gosto por carros esportivos: enquanto o astro americano corria com Porsches 356 e 550, o geniozinho inglês tem em Floyd, seu Mini Cooper, um fiel escudeiro.

Depois do Lollapalooza, ele anda circulando pelos Estados Unidos. Nessa semana ele foi até a rádio KEXP de Seattle – famosa por suas sessions – e mandou uma performance solo e acústica com três canções: “Love Is A Laserquest”, “Reckless Serenade” e “Suck It And See”.

Notas relacionadas:

  1. Não senta. O Arctic Monkeys mudou a cadeira de lugar
  2. Direto do pub, Arctic Monkeys diz à Popload que “provavelmente” virá ao Brasil em novembro
  3. O Foo Fighters inteiro e o Arctic Monkeys no clubinho
Autor: Lúcio Ribeiro - Categoria(s): Blog Tags: , ,
12/08/2011 - 12:56

O indie na escola

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* Amiga minha dá aula de inglês, né?

Aí que no livro didático que ela segue tem uma história em que a personagem é fã de música “indie” e gosta de Bravery e Arctic Monkeys. E vai a “gigs”. No rodapé da página, eles explicam o que é “indie” e o que é “gig”.




Ela deu a aula e checou se a galera sabia do que se tratava o “assunto”. Os alunos não tinham idéia. A média de idade da classe é de 13 anos. :)

Notas relacionadas:

  1. Deixa de ser humbug: o novo Arctic Monkeys, cositas uruguayas, Sonic Youth e o jornalismo, tadinho. E ainda a história da “suruba indie”
  2. Anatomia de um hit indie nacional. A música ruim mais legal do momento. Green Day na(o) Terra? Ting Tings também? Serviços de utilidade pública. O Gui Fest. E o Arctic Monkeys. E é isso aí.
  3. Pegação, causação e trilha indie: Sorry, London. Mas São Paulo já tem seu “Skins”. E mais: Julian Casablancas, o corpo da Jennifer, Stones, Arctic Monkeys e a relação do Twitter com o mundo em que vivemos
Autor: Lúcio Ribeiro - Categoria(s): Blog Tags: , ,
09/08/2011 - 15:48

Estou confuso sobre o melhor show do Lollapalooza. Vê aí e me ajuda a decidir?

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* Ainda o Lollapalooza. O de Chicago, veja bem. Porque agora a gente tem o “nosso”.

Sabe o Kills aí em cima, né? Então…

Mesmo para quem não estava lá, graças ao Youtube e ao Twitter dá para dizer que “participamos” do festival neste ano, não?
E, de tudo o que vimos, lemos e ouvimos, qual foi o melhor show?
Qual você acha? Eu votaria no…

Notas relacionadas:

  1. Facebook, Twitter, iPhone e alguma coisa sobre música
  2. LOLLAPALOOZA DIA 1 – Lady Gaga vs. Strokes – Fotos, Vídeos, Twitter
  3. O show “extra” do Foo Fighters em clube, ofuscando o Lollapalooza
Autor: Lúcio Ribeiro - Categoria(s): Blog Tags: , , , , , , , , , ,
08/08/2011 - 12:48

O Foo Fighters inteiro e o Arctic Monkeys no clubinho

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* Não aguento mais falar de Foo Fighters e Arctic Monkeys, hahaha.

* Mas, como serviço de utilidade pública, aqui vai o já famoooooooso show de ontem do Foo Fighters no Lollapalooza, na íntegra (calma que nos 15 primeiros minutos é Explosions in the Sky).

* Como parte da grande programação de shows extras em clubes de Chicago, além-Lollapalooza, o Arctic Monkeys saiu do Grant Park, o Alex Turner secou o novo cabelo novo e a banda foi se apresentar no bonito House of Blues, tipo um teatro para concertos de rock uns dez minutos a pé do festival, na beira do rio que corta a cidade. Show esgotadão, vinte músicas e o início com “Library Pictures” e o bis que o Lollapalooza não teve. Abaixo, vídeo de galera: gritaria feminina, imagem pulando, som estourado. Coisa fina.

Notas relacionadas:

  1. Direto do pub, Arctic Monkeys diz à Popload que “provavelmente” virá ao Brasil em novembro
  2. Arctic Monkeys 1 x 1 Tyler the Creator
  3. Lollapalooza, Dia 3 – O Foo Fighters, o Arctic Monkeys e a chuvarada
Autor: Lúcio Ribeiro - Categoria(s): Blog Tags: , , , ,
08/08/2011 - 12:08

Lollapalooza, Dia 3 – O Foo Fighters, o Arctic Monkeys e a chuvarada

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* Que noite!

O Lollapalooza 2011 acabou histórico. Histórica também foi a chuva que despencava em fases durante boa parte do dia/noite. A piada lá era que de vez em quando caia um Great Lake na cabeça da galera.

Chicago cinza de dar medo, Dave Grohl ensopado no showzaço do Foo Fighters, o cabelo “bad boy anos 50″ do Alex Turner (Arctic Monkeys), a maluquice grunge dos moleques do Cage the Elephant, a fofurice dolorida de verão do Pains of Being Pure at Heart, a malandragi hip rocker do Kid Cudi estourando a tenda do Perry Farell, o sempre espetacular show do Cold War Kids (pelo que eu li, ontem estava “especial”). O clima (o clima, não o tempo) estava tão bom que até a viagem rumo a nowhere do Explosions in the Sky fez sentido no encerramento do Lolla 20 anos.

Dave Grohl falou um monte, como sempre. Mas ontem estava especialmente empolgado. Ele pode, ele é “hero”. Brigou com a Mãe Natureza, disparou contra bandas que tocam com computador, falou da carreira, da garagem, elogiou o Arctic Bad Ass Monkeys, agradeceu ao Perry Farell, lembrou que foi no primeiro Lollapalooza em 1991, com o Kurt Cobain, quando o festival passou por Los Angeles e ele estava lá, gravando um álbum chamado “Nevermind”. Endemoniado, Dave Grohl fez o show mais pesado desde que lançou o disco novo, “Wasting Light”. Mais pesados desses todos que eu pude ver seja estando no local ou pela internet. Incluindo a monumental performance do Milton Keynes Bowl, no Reino Unido. O mais legal era ver algumas vezes os membros do Foo Fighters com cara de cansados, tadinhos, enquanto o Dave Grohl não parava. Não deve ser fácil tocar no Foo Fighters.

Antes, o Arctic Monkeys teve que tocar recuado no palcão principal, porque a chuva estava impiedosa e já tinha atrasado o show deles em meia hora. Tocaram no fundão, muito afastados do público. Uma banda qualquer seria engolida nessa situação. Mas o Arctic Monkeys, não. Mesmo na distância e sob o comando do “novo” Alex Turner, souberam trazer o público para bem “próximo”.
Eu estava curioso para vê-los começando um show com a “difícil” “Library Pictures” nos EUA. Porque uma coisa é um show deles na Inglaterra, outra nos EUA, você me entende? Aí, “Library Pictures”, colada com “Brianstorm”, se tornou fácil uma sequência inicial demolidora. O resto foi só alegria.

Bom, direto e reto, o terceiro dia do Lollapalooza, em fotos e vídeos, foi mais ou menos assim:

***********AS FOTOS

Último dia do Lollapalooza foi “premiado” com chuva de dar inveja a qualquer festival de verão da Europa. Mais de 270 mil pessoas passaram pelo Grant Park desde sexta, recorde na bela história de 20 anos do Lolla

Glastopalooza 1

Glastopalooza 2

W.T.F.???

Nathan Willett, do ótimo Cold War Kids, enfrenta a chuva de Chicago na tarde/noite de domingo

Damian Marley, uma das atrações do SWU, fez show com participação do Nas

Alex Turner apareceu com visual bad boy nos tempos da brilhantina, em show concorrido do Arctic Monkeys

O Kid Cudi, dono de um dos vídeos mais polêmicos do ano, também marcou forte presença no Lolla

Foo Fucking Fighters. Dave Grohl & Cia. fecharam a aclamada edição de 20 anos do Lolla, deixando a gente mais ansioso pela vinda ao Brasil

********** OS VÍDEOS

* Fotos: AP, Rolling Stone, WXRT Radio, NBC Chicago, Chicago Tribune

Notas relacionadas:

  1. Direto do pub, Arctic Monkeys diz à Popload que “provavelmente” virá ao Brasil em novembro
  2. Arctic Monkeys 1 x 1 Tyler the Creator
  3. O show “extra” do Foo Fighters em clube, ofuscando o Lollapalooza
Autor: Lúcio Ribeiro - Categoria(s): Blog Tags: , , , , , ,
06/08/2011 - 22:29

#LollaPopload – O festival que não acaba quando termina

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É bem isso mesmo. O dia não acaba quando o Lollapalooza termina no gigante Grant Park de Chicago. Recebendo em média 90 mil pessoas por dia, o festival literalmente para a cidade. Durante a semana do Lolla, é comum os clubinhos locais receberem shows “secretos” de bandas que tocam (ou não) no festival.

Pois bem. Entre os mais de 20 shows secretos que aconteceram/acontecerão nesta semana, atrações “fracas” do último dia do evento (domingo), Foo Fighters e Arctic Monkeys farão shows bem mais intimistas nos chamados “after-shows” oficiais do Lolla.

Hoje, no Metro, quando a bagunça acabar no Grant Park com o show do polêmico Eminem, vai rolar só um tal de Foo Fighters para algumas centenas de sortudos que esgotaram em minutos os ingressos colocados à venda anteontem só pela internet. Amanhã, após o encerramento “oficial” do festival com o mesmo Foo Fighters no Grant Park, o Arctic Monkeys sobe ao palco do House Of Blues para fazer seu segundo show do dia.

Olha só o pôster Whiiiiite Limooooo do show do Foo Fighters que acontece hoje madrugada adentro no Metro, reduto rock da cidade. Cool-as-fuck.

Notas relacionadas:

  1. #LollaPopload – Confira a transmissão ao vivo!
  2. #LollaPopload – Derby inglês em Chicago: Coldplay e Muse tocam NO MESMO HORÁRIO hoje
  3. #LollaPopload – Transmissão ao vivo, sábado
Autor: Lúcio Ribeiro - Categoria(s): Blog Tags: , ,
23/07/2011 - 15:08

“I told you I was trouble” – Arctic Monkeys canta Amy Winehouse

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* Amy Winehouse, 27.

* Sempre achei essa uma das melhores covers da história. “Cause you’re my fella, my guy, hand me your Stella and fly” é a Amy no clube pedindo para o cara passar a cerveja Stella Artois dele e “vazar”. Eu adoro Stella Artois e SEMPRE que eu peço uma eu lembro desse trecho dessa música nessa cover. Juro! O Alex Turner não mudando a letra para cantar “Upstairs in bey with my ex-boy. He is in a place, but I can’t get joy” é genial.

Notas relacionadas:

  1. Não senta. O Arctic Monkeys mudou a cadeira de lugar
  2. Direto do pub, Arctic Monkeys diz à Popload que “provavelmente” virá ao Brasil em novembro
  3. Atrações “certas” para o super segundo semestre no Brasil, Arctic Monkeys e Warpaint lançam novos clipes
Autor: Lúcio Ribeiro - Categoria(s): Blog Tags: , ,
20/07/2011 - 16:35

Popload nos festivais de verão da Europa. Hoje: o Super Bock Super Rock (Portugal)

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* A Popload e seus leitores estão dando uma geral nos principais festivais de verão da Europa tal e coisa. Depois do Benicassim, Wireless, Werchter – por exemplo – nossa próxima parada é Portugal. A leitora Luciane Angelo conferiu de perto o Super Bock Super Rock, que em sua edição 2011 teve nada menos que Strokes, Arcade Fire e Arctic Monkeys como headliners. Isso ela conta direitinho pra gente.

Por Luciane Angelo

Sol bombando, lua cheia bombando e…a poeira rolando solta na arena montada para receber os três dias (14, 15 e 16) da 17ª edição do Super Bock Super Rock, próximo à praia do Meco, em Portugal. Mas quem estava por lá tratou de achar logo uma solução para o ar seco e o visual terracota: echarpes, lenços, camisetas, qualquer pano para tentar diminuir o “efeito deserto”.

Como os shows (que incluíram Arctic Monkeys, Arcade Fire, The Strokes, The Vaccines, The Walkmen, James Murphy em versão DJ, entre outros) só começavam por volta das 20h quem estava acampado como eu resolveu bem o dia nas praias ao redor. A praia do Meco é de nudismo, mas dava pra ir na boa. Outra bem bacana é a Foz, um pouco menor que a do Meco, mas com um visual lindo entre as rochas. Depois de pegar uma praia, a hora do banho. Os chuveiros sempre lotavam perto do horário dos shows no acampamento, mas a minha salvação e a dos meus amigos foi a mangueira de uma lanchonete onde almoçávamos na praia. Entre um tomate e outro (sim, a mangueira ficava na horta) tomávamos um banho gelado.

Todo mundo limpinho, aí era hora dos shows e confesso que fiquei assustada com a histeria do público (de 25 anos pra baixo) durante a apresentação do Arctic Monkeys. Tinha visto os caras só em 2007 quando eles vieram para o Tim Festival, em São Paulo, e me lembro que a apresentação foi boa, mas eles ainda não era tão conhecidos pelo público geral e o Alex Turner ainda tinha espinhas.

Coitado do Beirut, que se apresentou antes do Arctic… Ninguém prestou atenção. Foi um tumulto só o primeiro dia. Já na segunda noite a plateia era um pouco mais velha (ufa!) e as pessoas queriam ver realmente o show do Arcade Fire, que foi um dos melhores, senão o melhor do festival.

Na verdade, o Arcade estava devendo um show para os portuguesses. Eles viriam em novembro do ano passado, mas o show foi cancelado por causa da Cimeira da Nato (reunião com os 27 líderes da União Europeia, realizada em 2010 em Portugal) e desde então eles eram esperados. Eu achei legal o esquema de grade porque além da normal que fica na frente, eles dividiram a plateia e quem ficava nas grades laterais conseguia ver perfeitamente o show. E não era tão difícil de chegar lá não.

O último e terceiro dia teve The Vaccines que se apresentou na segunda arena (o festival tinha dois espaços de show e uma tenda eletrônica) e uma hora antes do Strokes. Ou seja, não deu para ver o show inteiro porque tinha que correr logo para o palco principal e ver Julian Casablancas e amigos. Era o show que eu mais esperava no festival e eles fizeram uma apresentação de 1 hora e sem bis!!!!!! Decepcionante… Todos os shows finais de cada dia fechavam com bis, mas eles não quiseram saber e quando começaram a levantar a galera (é, o Julian estava bem desanimadinho no começo do show e só foi melhorando com o passar dos hits) eles tocaram “Take it or leave it” e tchau… Sem se despedir. Recado para o Julian: que ele venha bem mais animadinho para o Brasil, viu!

* Força nas listras portuguesas – E não é que as listras, o estilo navy, popularizado por Coco Chanel, continua bombando no verão europeu? O que mais se viu durante a 17ª edição do Super Bock Super Rock foram listras e mais listras de todas as larguras e cores. E até os meninos aderiram ao look no evento realizado nos dias 14, 15 e 16.

Notas relacionadas:

  1. Popload nos festivais de verão da Europa. Hoje: Southside (Alemanha)
  2. Popload nos festivais de verão da Europa. Hoje: o Rock Werchter (Bélgica)
  3. Benicassim, o festival mais charmoso do verão europeu
Autor: Lúcio Ribeiro - Categoria(s): Blog Tags: , , , , ,
17/07/2011 - 15:24

Festival de Benicassim, dia 3. No palco Maravillas, Arctic Monkeys e Primal Scream. Agora sim fez todo o sentido do mundo

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* Popload em Benicassim.

* Dia 3, check. Obrigado, Arctic Monkeys. Obrigado, Primal Scream. Falta hoje: Arcade Fire e Portishead na lista.

* Não sei como você vai processar esta informação, mas veja bem: assisti ao show dos Strokes sexta ao lado do VERDADEIRO Vitor Fasano FAKE, campeão de audiência no começo da febre Twitter no Brasil.
Está me entendendo ou quer que eu repita?
Vitor usava uma camiseta pólo Hollister e tinha nas mãos algumas cópias do clássico CD do amigo Roberto Justus, que levou para distribuir a descolados do público espanhol. E sugerir o Justus como atração do Benicassim 2012.

* Conforme os dias vão passando em um festival como o Benicassim 2011, mais conhecido como FIB (sendo que o “I” significa “International”), mais largação na praia durante o dia, mais cervezas consumidas, mais tarde vamos chegando ao festival, menos banda vamos vendo. Ontem o dia/noite começou com o esperto grupo britânico Bombay Bicycle Club, uma “veterana banda de molecada” com show supersatisfatório. Com um arsenal forte de músicas novas, do disco “A Different Kind of Fix”, a sair no mês que vem, o BBC segurou um público bem grande no início. A bela música nova “Shuffle”, praga recente das rádios inglesas, é uma fofura ao vivo, mas carece de um pouco mais de punch no palco.

Uma considerável parte da platéia do Bombay Bicycle Club começou a migrar do palco 2 para o principal na medida em que foi começando a apresentação de outra atração de Londres, a banda folk pop Mumford & Sons. Aliás, a noite do sábado do Benicassim 2011 estava dominada por bandas britânicas. Com um público quase que britânico na visivel maioria. Tirando pela praia e o clima quente gostoso, o FIB parecia ser o novo festival de verão do Reino Unido.

O Mumford & Sons, tirando a quantidade exagerada de “Ôôôôôôs” e algumas quebras de clima para os folks “cheios de sentimento” e devagar, fez um show “hot” para combinar com a atmosfera de Benicassim. A banda está impressionantemente cada vez maior.

Depois veio o Arctic Monkeys e parece uma outra liga, uma outra divisão do rock. Apesar da pouca idade da turma do Alex Turner, o rock aqui já é de “gente grande”. Poderoso, sem concessões a nada e a ninguém, entrosados, à vontade no palco, felizes com a reação da galera, o Arctic Monkeys despejou o seu caminhão de hits, canções lado A e lado B do novo disco, fez conversinhas, paradinhas sonoras, comandou a massa. Alex Turner tentou falar em espanhol, ninguém entendeu, ele riu. Tudo certo. Começaram o show, como andam começando ultimamente, com “Library Pictures”, do recente CD, que para uma banda como o Arctic Monkeys era uma canção das mais improváveis para ser disparada de início. Porque não é um de seus muitos sucessos, é cheia de fases, herança ainda da influência queensofthestoneagiana em seu som. Foi delírio imediato. Aí veio “Brianstorm”, “This House Is a Circus” e então um “Hello, Benicassiiiiiiim. Are you having a good time?”, com um sorrisinho safado mostrado no telãozão.
A pergunta foi mais charminho do que uma dúvida dele.
O povo, óbvio, urrou!

Com o Arctic Monkeys misturando os “clássicos” e as novas numa apresentação memorável, tive uma sensação meio parecida com a do show dos Strokes, excluindo esse fator “memorável” no caso da banda novaiorquina. Nas duas situações, para ambas as bandas, os hits são os hits, são sempre legais e tal. Mas tanto para um quanto para o outro, é hora de não focar mais no passado e ir para a frente. Nisso o Arctic Monkeys está mais à vontade. O disco novo deles é um absurdo de bom.

Músicas como “Piledriver Waltz”, “All My Own Stunts”, “Brick by Brick”, “Suck and See” e, claro, “Don’t Sit Down Cause I’ve Moved Your Chair” têm uma força assombrosa ao vivo. Repare, nem citei novamente “Library Pictures” e sua avalanche inicial.
Maravilha de banda!

* Na sequência veio o Primal Scream e a apresentação faixa-a-faixa do disco clássico, o seminal “Screamadelica”, que completa 20 anos neste ano, efeméride que é a razão desta turnê. Nem vou me apegar a uma resenha longa, porque sou suspeito. O Primal Scream é a atração honrosa do festival Popload Gig em setembro, em São Paulo, mais Rio de Janeiro e Porto Alegre. E não vou ficar aqui advogando em causa própria.
Mas… que VIAGEM é esse show!!!
Banda em incrível e duradoura fase, guitarra absurda, Mani genial, Gillespie cantando tudo e fazendo suas dancinhas desajeitadas, bateria sem deixar cair o ritmo um segundo sequer, psicodelia delícia no telão, grandes músicas, o final com os hits rock dos outros discos. Que noite!
Xi, advoguei.

************ FOTOS!!!

The view from the after-moon. Arctic Monkeys em ação no sábado à noite no festival de Benicassim, Espanha

“Ei, Benicassim? Tudo certo aí embaixo?”, pergunta Alex Turner para a galera. Pergunta besta

Alex Turner pilotando veloz sua guitarra em show no Benicassim. A foto ficou tão boa que dá até para imaginar como seria o Turner se ele tivesse cabelo black power

Toca aquela? O pedido foi comovente, mas o Arctic Monkeys “pulou” esse hit, tadinho do menino

I said I bet you look good on the dancefloor. I don’t know if you’re looking for romance or…

Bobby Gillespie fazendo tudo girar em cores lindas no show indie-psicodélico do Primal Scream no Benicassim 2011

Gillespie anda muito ocupado com grandes festivais neste ano. Primeiro o Glastonbury, ontem o Benicassim, setembro o…

“ÔÔÔÔÔoooooooooooooÔÔÔÔÔÔÔÔÔÔ”. Mumford & Sons mandou bem seu indie folk no Benicassim 2011

Damn it. Desta vez perdi os australianos do Tame Impala. Mas este cara foi mais esperto e não perdeu, certeza

*** Fotos do Flickr do Benicassim 2011. Mais algumas dos leitores Daniel Pedrollo e Vivian Aquino. Vídeo do brother MacCosta.

Notas relacionadas:

  1. Direto do pub, Arctic Monkeys diz à Popload que “provavelmente” virá ao Brasil em novembro
  2. Arctic Monkeys 1 x 1 Tyler the Creator
  3. Benicassim, o festival mais charmoso do verão europeu
Autor: Lúcio Ribeiro - Categoria(s): Blog Tags: , , , , , , ,
16/07/2011 - 17:29

Oi, Brasil?

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* Popload em Benicassim.

A agenda do cidadão abaixo, um tal de Alex Turner, pode estar mais ou menos assim:

HOJE: Benicassim Festival, Espanha
Novembro: SWU, Brasil?

Notas relacionadas:

  1. Direto do pub, Arctic Monkeys diz à Popload que “provavelmente” virá ao Brasil em novembro
  2. Atrações “certas” para o super segundo semestre no Brasil, Arctic Monkeys e Warpaint lançam novos clipes
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Autor: Lúcio Ribeiro - Categoria(s): Blog Tags: , , ,
14/07/2011 - 12:29

Benicassim, o festival mais charmoso do verão europeu

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* Popload em Barcelona. Indo para Benicassim. Vamos a la playa.

* Não que Barcelona não tenha praia, veja bem!

* A partir de hoje começa a edição 2011 do FIB – Festival Internacional de Benicassim, realizado perto da praia na cidade que fica na costa do Mediterrâneo entre Barcelona e Valência, mais perto dessa última. Festival delícia, cheio de espanhóis, franceses e da “praga” inglesa, começa por volta das 18h com atrações locais e “menores”, para depois engrenar e até varar a madrugada com os grandes nomes. Bom horário, porque dá para descansar na praia durante o dia.

Com quatro dias bem cheios, o Festival de Benicassim tem como principais atrações, olha isso, Arctic Monkeys com o show da nova turnê, Arcade Fire com o show da turnê consagrada, Strokes e o novo disco, Primal Scream tocando o Screamadelica no aquecimento para o Popload Gig de setembro, nosso amigo James Murphy botando a galera para dançar disco cool, o magistral Portishead, os clássicos Undertones e The Stranglers, mais Mumford & Sons, Brandon Flowers, Friendly Fires, Tame Impala, Noah & The Whale, Anna Calvi, Elbow, Art Brut e outra galera. Gosto do nome do palco principal: “Maravillas”. Fala-se bastante de duas bandas novas que vão tocar e eu não as conheço: a banda inglesa Spectruas e a suíça (!) The Dandies. O festival começa “morno” hoje, com o incrível The Streets como destaque principal.

Acho que, tirando o cavalar Glastonbury, qualquer show do Foo Fighters e todos os Popload Gig, é a melhor escalação de festival dos últimos anos.

Já tive em outras oportunidades neste festival espanhol. Foi aqui a primeira vez que vi um show extraterrestre do Radiohead, vi a Terra tremer em apresentação dos Chemical Brothers, LCD Soundsystem arrebentando, a fofurice do Belle & Sebastian, Primal Scream, Cure, Pixies, Franz Ferdinand, Air, Suede. O Cansei de Ser Sexy tocou no FIB, em 2007.

O festival começou pequenininho, para 8 mil pessoas, em 1995, quando Charlatans, Ride e Wedding Present eram as atrações principais. Hoje, mais bem estruturado, atrai 150 mil pessoas. Dizem que em 2002, quando o Radiohead tocou e o festival ainda se considerava pequeno, 180 mil pessoas passaram pelo FIB, quase um colapso na cidade que normalmente possui 40 mil habitantes. Só no camping, neste ano, vai ter 40 mil pessoas, pensa.

A Popload, como vem fazendo com outros grandes festivais da Europa, algumas vezes in loco, trará a cobertura do Benicassim 2011, nos próximos dias.
E de cara vai sortear uma camiseta oficial do festival, que você pode concorrer se candidatando aí nos comentários.
Nem vi a camiseta ainda. Mas deve ser boa, haha.

Acima e abaixo, galera chega desde segunda-feira para acampar no Benicassim 2011, na Espanha

Notas relacionadas:

  1. Planeta Terra anuncia mais uma banda amanhã. Ou a data da venda dos ingressos. Ou os dois. Mais: o “problema Strokes”
  2. Popload nos festivais de verão da Europa. Hoje: Southside (Alemanha)
  3. Popload nos festivais de verão da Europa. Hoje: o Wireless, o “festival do Pulp” (Inglaterra)
Autor: Lúcio Ribeiro - Categoria(s): Blog Tags: , , , , , , , ,
07/07/2011 - 16:00

Atrações “certas” para o super segundo semestre no Brasil, Arctic Monkeys e Warpaint lançam novos clipes

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Duas bandas que o Brasil aguarda ansiosamente para shows no final do ano lançaram hoje seus novos clipes. O Arctic Monkeys – que “provavelmente” vem ao país em novembro, como diz o Turner – mostrou ao mundo o vídeo da ótima “The Hellcat Spangled Shalalala”, um dos sons mais legais de “Suck It And See”.

Já as meninas fofas do Warpaint, presenças garantidas no Popload Gig 8 (8 de outubro, em local ainda a ser definido), botaram no ar o clipe de… “Warpaint”, a música. Veja só.

Notas relacionadas:

  1. Chupa! Olha só a capa do novo álbum do Arctic Monkeys…
  2. Toda a fofurice do Warpaint no Glastonbury 2011
  3. Direto do pub, Arctic Monkeys diz à Popload que “provavelmente” virá ao Brasil em novembro
Autor: Lúcio Ribeiro - Categoria(s): Blog Tags: , , ,
07/07/2011 - 11:09

Música do ano? (ou Arctic Monkeys 2 x 1 Tyler the Creator)

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* Popload em Londres.

* Chupa, Tyler.

* A última música do último disco. “That’s Where You’re Wrong”. Que jeito lindo de acabar um disco bom. “She looks as if she’s blowing a kiss at me/ And suddenly the sky is a scissor”. Cançãozinha ensolarada.

Notas relacionadas:

  1. Anatomia de um hit indie nacional. A música ruim mais legal do momento. Green Day na(o) Terra? Ting Tings também? Serviços de utilidade pública. O Gui Fest. E o Arctic Monkeys. E é isso aí.
  2. Direto do pub, Arctic Monkeys diz à Popload que “provavelmente” virá ao Brasil em novembro
  3. Arctic Monkeys 1 x 1 Tyler the Creator
Autor: Lúcio Ribeiro - Categoria(s): Blog Tags: ,
07/07/2011 - 10:04

Arctic Monkeys 1 x 1 Tyler the Creator

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* Popload em Londres.

* Aí teve o show do Arctic Monkeys no Roundhouse, a dez minutos andando desde o Electric Ballroom, onde eu e o Tyler the Creator estávamos. Eu quietinho na minha e ele causando tumulto com seu Odd Future, no Electric Ballroom lotadaço. Os Monkeys tocavam no iTunes Festival, com abertura do ótimo Miles Kane.

* Saí do Tyler, peguei o metrô, cheguei ao hotel, liguei o computador e lá estava ela: a apresentação toda do Arctic Monkeys, em qualidade excelente, disponível no iTunes. Não sei se é porque meu computador está identificado como em solo europeu, mas acho que aí no Brasil o show (os shows) está disponível, não? Alguns amigos reclamaram…

* Enfim, quase uma hora e vinte de pancada arcticmonkeyana da boa, com os clássicos e as novas de uma banda em um impressionante gás juvenil, mesmo depois e por causa de quatro excelentes álbuns.

* O show começou com uma do último disco, o recém-lançado “Suck It and See”. A improvável-para-se-começar-um-show “Library Pictures”, ótima. Óbvio, quando o concerto do Arctic Monkeys estava acabando o Alex Turner chamou ao palco o amigo Miles Kane, que assumiu a guitarra do monkey em “505″, que vai lentinha, lentinha, até virar um pandemônio depois do segundo minuto. Olha.

Quer mais pandemônio, Brian?

Notas relacionadas:

  1. Who the fuck are Arctic Monkeys?
  2. Direto do pub, Arctic Monkeys diz à Popload que “provavelmente” virá ao Brasil em novembro
  3. Arctic Monkeys 0 x 1 Tyler the Creator
Autor: Lúcio Ribeiro - Categoria(s): Blog Tags: , , , , ,
06/07/2011 - 16:41

Popload nos festivais de verão da Europa. Hoje: o Rock Werchter (Bélgica)

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* Popload em Londres.

* Quando começamos aqui com essa série dos festivais, eu pedi uma ajuda para a galera brasileira que está nestes dias na Europa correndo atrás de bandas. Quem quisesse colaborar com a Popload era só mandar um email se candidatando e tal. Haha, dava para construir um novo país com o número de pessoas que me escreveu :)

* O leitor Alexandre Dias foi ao enorme Rock Werchter, na Bélgica, no último final de semana, e fez a cobertura para a Popload.

* O Rock Werchter é considerado um dos maiores festivais da Europa, de tão colossal. É nível Glastonbury e Roskilde (Dinamarca). Realizado no pequeno vilarejo de Werchter, a uns 45 km da capital Bruxelas, o Rock Werchter 2011 teve de Arctic Monkeys a Black Eyed Peas. De Iron Maiden a Portishead. De Coldplay a Queens of the Stone Age. Fora Vaccines, Brandon Flowers, Chemical Brothers, Beady Eye, Kings of Leon, Underworld, Two Door Cinema Club, Tame Impala, Warpaint… Ou seja, O CAOS!!!

* E o que o Alexandre tem para contar é o seguinte:

Por Alexandre Dias, especial para a Popload

O Werchter chegou à sua 35º edição com números de festival de gente grande e ingressos sold-out. 4 dias, 61 atrações e um público estimado de 90.000 pessoas por dia. Nada mal pra um festival que começou em 1977 e com 4 bandas e que entre outras curiosidades teve uma banda chamada U2 em 1982 tocando pra 30.000 pessoas. As 61 atrações foram divididas em 2 palcos.

Para atender 90.000 pessoas por dia, já dava pra imaginar o tamanho da infra que deveria ter por aqui, a começar de onde guardar o carro. Primeiro problema superado já que a organização espalhou estacionamentos pela cidade, numa distância confortável pra ir a pé e não tumultuar o entorno do festival que só podia ter pedestres. Chegada tranqüila, sem transito e filas de carro pra estacionar.

Na entrada pro local dos shows, uma quantidade respeitável de entradas, e nada de filas.

Passado o portão de entrada, o local é do cacete de bonito. Um grande parque com os palcos decorando o local, cercado de árvores. A infra interna para o público é de fazer nossos festivais tupiniquins vir aqui e aprender como é que se faz e como se respeita o público. Nada de filas pra banheiro, pra comida, pra cerveja. Tudo muito igual a qualquer festival na Europa, mas aqui parece que tudo era exageradamente organizado. Não à toa, o Werchter já ganhou alguns prêmios de melhor festival da Europa em alguns anos.

Chego cedo pra ver qual é o clima do local. Tem várias atividades de patrocinadores rolando pra distrair a galera, tipo garotas gostosas da Coca-Cola dançando e chamando a galera pra pagar uns micos, tenda da Redbull com uma corda pendurada no teto pra quem quiser se aventurar e atravessar de um lado para outro, um mini shopping com várias lojinhas vendendo de tudo, e muitos, mas muitos lugares de comida e bebida.

Meu susto foi ver umas grades lá na frente do palco principal e já pensar que tínhamos exportado essa merda de área VIP. Pra alegria geral, nada disso, isso eu poderia chamar do cúmulo da organização. É uma área que tem umas entradas pela lateral, que entra quem quiser pra ficar na frente do palco, mas sem ficar todo mundo “socado” lá na frente. Facilita a saída de quem tá lá na frente e pra atender a galera que passa mal quando tá no meio da muvuca. Só eu vi 3 pessoas sendo carregadas lá do meio. Quando os seguranças vêem que encheu o lugar, eles bloqueiam essas entradas

Mas como o que interessa é música e shows, vamos a eles. Minha primeira “tarefa” do dia era ver o Warpaint no Pyramid Marquee (segundo palco), mas meia hora antes ia começar o OFWGKTA no Main Stage. Não gosto de Rap, então fui mais pra saber o que rolava no show dos caras. Daí aparece o Tyler The Creator de cadeira de rodas com a perna engessada, fruto de um Stage Dive em San Diego uns 10 dias atrás. O cara até tentou sair da cadeira, tentou agitar, mas depois que tomou um tombaço no palco, ficou mais na dele e na cadeira. Só vi 4 músicas do show, e continuo não gostando de Rap.

Daí era seguir para o Pyramid para ver o Warpaint. Palco cheio, mas não lotado, com uma galera animada participando o tempo todo, batendo palma. Show denso e ao mesmo tempo suave, as músicas funcionam ao vivo e os vocais são de matar de bom. No final galera a galera curtiu muito e deu pra ver que saíram bem felizes do show. Resumindo: belo show.

Continuei no Pyramid Marquee para na sequência ver o TV on The Radio. Enquanto no Main Stage ia rolar Seasick Steve e o começo do Hives. Confesso que nao dava muita bola pro TV on The Radio até 2009, quando vi os últimos 20 minutos do show deles no Lollapalooza 2009 e achei do cacete. Então era uma das minhas expectativas, ainda mais depois de ter achado o CD novo deles muito, muito bom.

Daí era seguir para o palco principal e ver o The Hives. Pego o show com 15 minutos passados. E com chuva, muuito gelada. Tempo virou de uma hora pra outra e desde então fez um puta frio. O show tava estranho, som tava com algum problema no começo e só foi melhorar uns 20 minutos depois. Também achei os caras bem confusos, parecia que estavam meio descompassados e errando muito. Nos 20 minutos finais parece que tudo melhorou

Na sequência, era minha deixa pra comer alguma coisa, ia tocar Anouk no Main Stage e Aloe Blacc no Pyramid. Nada que me agrade muito e eu ia ter que parar alguma hora pra comer mesmo. Sinceramente não fazia ideia do que se tratava a tal de Anouk. Só sei que quando voltei, já tinha meia hora de show e pra minha surpresa, todo mundo cantando praticamente todas as músicas junto com a moça. Pro meu gosto musical, tudo horrível!! Pop bem ruinzinho, sem graça, mas se for contar pela galera, o show foi bem animado.

Meia hora depois: Mr. Josh Homme. E resumindo, QotSA é QotSA e outro baita show. Até então tinha sido o show que a galera mais pulou (ainda vinha o tal de Linkin Park!), se bateu, abriu roda no meio da galera e Josh Hommes fazendo juras de amor pro festival porque já tocou varias vezes. E o cara tava bem a vontade mesmo, parecia que tava na sala de casa tocando, tomando umas (várias), cerveja e uma outra garrafa que não deu pra identificar o que era. Hits tocados, alto, intenso, galera ensandecida e saindo pulando no final.

Por fim, The Chemical Brothers. Nunca tinha visto um show dos caras antes e vou definir numa frase: todo mundo que gosta de música e de ir em show precisa passar pela experiência de vê-los ao viv.

Depois de um ótimo primeiro dia, a expectativa era de grandes shows, visto o lineup de peso do dia no Main Stage que tinha na sequencia, White Lies, The National, Arctic Monkeys, Kings of Leon e Arsenal (?!). Ainda tinha antes desses ainda no Main Stage, Triggerfingers, My Chemical Romance e Mona. No segundo palco (Pyramid Marquee) nada que eu tinha real vontade de assistir. Talvez Jimmy Eat World, mas com o lineup do palco principal, resolvi “pegar” meu lugar e não sair de lá.

Meu horário foi meio complicado também. Acabei não chegando para os primeiros shows. (Probleminhas com o sono!) Não que eu fizesse questão de ver My Chemical Romance, mas era só pra chegar mais com calma. Cheguei para o meu primeiro show, que foi o Triggerfingers, uns tiozinhos Belgas tocando hardcore meio anos 70. Nada que me chamou a atenção, e achei q pelo fato de serem belgas a galera ia se animar, mas nem isso. Enfim, não entendi. Depois do Triggerfingers, vem o White Lies. Nada fora do normal. Tocaram 5 músicas do disco novo e os hits dos outros discos.

Depois do White Lies vem uma das minhas bandas preferidas de longa data, The National. Já tinha visto os caras duas vezes em 2008 no Festival de Benicassim e no nosso Tim Festival. E o que se viu foi um show de arrebentar. 7 músicas do disco novo, 5 do Boxer (disco anterior) e 2 do Alligator . Matt Berninger devia ter tomado várias antes do show. Quase rolou com uma caixa de retorno na frente do palco, deu umas duas cambaleadas entre uma música e outra e cantou como se fosse a última vez que ia cantar na vida. No meio do show disse que estava um pouco deprimido.

Depois desse “melhor momento do festival”, vinha o Arctic Monkeys, e aqui vai uma ressalva. Já tinha visto eles duas vezes, no Tim Festival de 2007 em São Paulo (naquela bagunça que teve o show do The Killers às 4 da manhã) e depois em 2009 no Lollapalooza. E nas duas, não fiquei convencido não. Achei os dois shows bem chatos, sendo que em 2009 parecia que não estavam com nenhuma vontade de tocar.

Mas eis que o que acontece no palco é um outro Arctic Monkeys, o que eu sempre quis ver. Disparado o show mais animado da noite e um dos melhores do festival dos que eu vi. Todo mundo cantou o tempo inteiro, pulou muito e só parou nas horas das músicas mais calminhas.

Daí vem o Kings of Leon e meu segundo receio da noite. Nunca consegui gostar deles 100%. Sei que lá pela metade do show, começo a dar o braço a torcer e me animo bastante com o que estava vendo. O resto do povo já estava animado desde o primeiro acorde. Que baita show que os caras fizeram, diria impecável, produção bonita. O Caleb Followill dizendo que o Werchter é o festival que eles mais tocaram até hoje e agradeceu muito por estar ali de novo.

Notas relacionadas:

  1. Um hit para você sentir-se bem neste verão (de Paris). E o Futebol é Pop, parte 2
  2. Chupa! Arctic Monkeys mostra novas músicas em clubinhos na Europa
  3. Popload nos festivais de verão da Europa. Hoje: Southside (Alemanha)
Autor: Lúcio Ribeiro - Categoria(s): Blog Tags: , , , , , ,
04/07/2011 - 18:27

Direto do pub, Arctic Monkeys diz à Popload que “provavelmente” virá ao Brasil em novembro

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* Popload em Londres.

* Popload em Londres, com Arctic Monkeys.

Lá ao fundo (de azul) está o baixista Nick O’Malley. Do lado direito dele, de branco, o batera Matt. Na ponta direita estão Alex Turner (de azul) e ao seu lado o produtor James Ford

* O SWU deve anunciar amanhã mais três atrações do festival, que acontece nos dias 12, 13 e 14 de novembro, em Paulínia. Eis que, num pub onde a Popload estava, no bombado bairro de Shoreditch, em Londres, entram todos os Arctic Monkeys , para uma cerveja.

* Turner e turma estavam acompanhados pelo James Ford, que produziu os discos do Arctic Monkeys e que também é produtor do Klaxons e do Simian Mobile Disco.

* Abordado, o vocalista do Arctic Monkeys disse à Popload que sua banda “provavelmente iria ao Brasil em novembro”. E ainda completou: “we really want to”.

* SWU ALERT? HEIN?

Notas relacionadas:

  1. Libertines e Arctic Monkeys se unem pelo Brasil
  2. Não senta. O Arctic Monkeys mudou a cadeira de lugar
  3. Os Estados Unidos contra o Arctic Monkeys
Autor: Lúcio Ribeiro - Categoria(s): Blog Tags: ,
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