Glastonbury 2011 – Sábado. O dia em que…
…O Pulp fez seu “show surpresa”, levou os britânicos às lágrimas e, como disse a fofa Rosie Wash, do “Guardian”, incrivelmente estão melhor ao vivo agora, velhos e muito distantes da época áurea do britpop (anos 90). Vamos ver o que os vídeos que acharmos têm a dizer. Óbvio, um dos momentos mais incríveis do Glasto 2011 já eleitos foi o encerramento com o superhit indie “Common People”, que tem toda uma história forte neste festival. Foi depois que a banda tocou ela pela primeira vez, no Glastonbury de 1995, que de imediato começou a comoção de um país todo em torno de uma música só na história do pop britânico. Nada muito importante, haha… O Jarvis Cocker falou ontem, durante o show. “Thanks, Glastonbury. Depois daquele nosso show aqui em 1995 parece que fomos lançados numa estranha viagem em órbita da Terra e acabamos de voltar ao planeta para estar aqui hoje, tocando de novo.
…O Coldplay fez seu famoso show bonito/chato-para-cacete, coloridíssimo, “melhor que o morno do U2″ segundo falaram e que nós brasileiros pudemos ver inteirinho (quem conseguiu) ao vivo pela TV, em HD (Multishow HD). E que, melhor de tudo, nos tirou da obrigação de vê-los no Rock in Rio. :) Coldplay 2011 – check!
…O Horrors finalmente ressurgiu das cinzas, mostrou o cabelo novo do Farris e fez a tenda do John Peel Stage balançar tocando muito do seu novo disco, “Skying”, que diferentemente do que falam todas as bandas quando lançam um disco novo é tido pelo Horrors como “um disco muito melhor do que tudo o que fizemos no passado”.
…Ainda estou apurando, mas parece que o show do Noah and the Whale foi considerado por muita gente o melhor do festival.
…O dos australianos hippies do Tame Impala também.
…O do Kills também.
…O do Fleet Foxes definitivamente talvez não tenha sido. O do ratinho reggaeiro Rastamouse parece que foi bom, mas como foi no palco de crianças talvez não tenha sido visto pela maioria das 200 mil pessoas que circulam pelo Glasto neste ano. Talvez.
…O show do delicado James Blake, segundo reports, foi inacreditável. Aconteceu logo após a “surpresa” do Pulp, que deixou a galera do palco The Park num elevado estado emocional. Mas aí o Blake botou uma multidão imensa para ficar caladinha para ouvir seu slow pop todo trabalhadinho no silêncio (ui!).
…Parece ter virado oficial: Neste Glastonbury 2011 o Friendly Fires se transformou no novo Chemical Brothers.
…Eu chego agora para você e digo: esquece tuuuuuudo o que eu escrevi acima e me ajuda a juntar informações que comprovem o que parece ser a mais pura verdade tirada do festival neste ano. Que a banda nova mais incrível e o show mais transcendental deste ano, a história vai contar, foi de um grupo chamado… Totally Enormous Extinct Dinosaurs.
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Todas as imagens abaixo são da “NME” e de sua rede.
Glastonburyyyyyy, Uhuuuuuuuuuu!
Jarvis Cocker no show do Pulp. Quem mais…
Alá o Chris Martin achando que está tocando na Party Intima, quando o JP faz chover papel colorido picado na gente
O palco do “show surpresa” do Pulp, o mesmo utilizado no “show surpresa” do Radiohead de sexta
Hey, ladieeeeees!
Noah, do Noah and The Whale, da música “Tonight’s the Kind of Night”, sabe qual?
A incrível Alison Mosshart, a parte mulher do Kills, se entrega como se não houvesse show no Brasil “amanhã”
Awnnnnnnnnnnnnnnnnn!
Alá o Yuck tocando para uma multidão no palco John Peel, no Glasto, depois de ter tocado em São Paulo terça passada. Com certeza o show daqui foi mais, hum, “quente”
O conceito roqueiro “Essas botas foram feitas para andar” sofre uma pequena reinterpretação em festivais como o Glastonbury
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O incrível vídeo da incrível “Yellow” na incrível atmosfera do Glastonbury. O maravilhoso The Kills. O Pulp visto como você estivesse ali, no meio da galera, cantando “Disco 2000″. A vida continuando para o Noah and the Whale. Chemical Brothers fazendo a Terra se mexer (vc não sentiu uma tremidinha, ontem?). A batucada fantástica do Friendly Fires e a camisa do Ed Macfarlane. Tudo vídeo lindo.
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Notas relacionadas:














Isso é que é festa junina na roça!
tá bom, então todos os shows foram os melhores do festival e nenhum foi ruim, e o mundo pode acabar hoje que tá tudo certo
ah vá…
é o carnaval deles, ué!
Como uma banda do cacife do Pulp faz show surpresa? E os fanáticos, como ficam?
Ai, ai… É muita síndrome de indie pau-no-c… rs
Ah, Lucio….tds bandinha nova q ninguem se lebrará no proximo ano é d+ só as velhas sao mornas, chatas blabla bla…muita babação
Quem tá lá pelas novidades tem que aproveitar bem porque no próximo ano serão outras? Ex.: quem se lembra de Fratellis?
Concordo essas bandinhas q o colunista acha “incríveis” daqui a seis meses ninguém se lembra, cada uma pior q a outra, depois o shos do U2 é chato? chato é Friendly Fire e outras desfgraças q aparecem por aqui