O nosso South by Southwest, as nossas guerrilla gigs, o nosso Woodstock. Mais ou menos
E não é que o Brasil começa a caminhar direito no quesito “festivais”? O super segundo semestre reserva eventos interessantes pelo menos no formato e nas idéias. Veja o exemplo do Natura Abou… (brincadeeeeeeira!)
Semana que vem, por exemplo, acontece uma espécie de evento de guerilla gigs na badalada Belo Horizonte, MG. Será o Flashrock 2010, bancado pela marca Converse no tal “Dia do Rock”: 13 de julho.
O Flashrock surgiu em 2007 na cidade de Porto Alegre, quando cinco pontos de ônibus se tornaram palco para shows de rock. No ano seguinte, o evento aconteceu em São Paulo, na famosa Rua Augusta, com um show-surpresa do Lobão. Ano passado, foi a vez da banda gaúcha Cachorro Grande realizar o evento em frente aos arcos da Lapa, no Rio.
Para BH, estão sendo preparadas algumas ações sonoras em praças da cidade. O ponto inicial do evento será na Praça da Savassi, às 18h30, onde se poderá adquirir ingressos para shows que acontecerão em outros pontos da cidade.
Depois dos shows guerrilla, o Flashrock 2010 terá sua “apoteose indie” com apresentações no Lapa Multishow, a partir das 21h. Estão escaladas as bandas Macaco Bong, Black Drawing Chalks (com participação do Chuck Hipólitho da Forgotten Boys), Dead Lover’s Twisted Heart, PROA, Fusile, Hell’s Kitchen Project e a Monno.
* Falando em Converse, hoje foi lançada uma nova música para a marca, na linha do hit “My Drive Thru” que pintou ano passado com a parceria entre Julian Casablancas, Pharrell e Santogold. A mistureba da vez envolve o trio Kid Cudi, Rostam Batmanglij (Vampire Weekend) e Bethany Cosentino (Best Coast). O resultado é a deliciosa “All Summer”, escuta só.
* Falando mais ainda em Converse, a marca ofereceu três pares de tênis com estampas exclusivas para sorteio na Popload. Os modelos foram desenvolvidos pela galera artista do Bicicleta Sem Freio, de Goiânia, e viajam pela história do rock a cada década. Falta ainda a estampa do 00’s, mas as outras são essas.

* No fim de agosto/início setembro, São Paulo terá a seu modo uma espécie de South by Southwest. Entre os dias 23/08 e 06/09, cerca de 100 endereços – incluindo casas noturnas, cafés e restaurantes – sediarão o Balada Week, formato de evento algo consagrado no exterior e que tem como público alvo a galera que “frequenta a noite”, seja para um happy hour, um esquenta, as baladas propriamente ditas ou até mesmo os cafés no fim de noite, pós-balada.
O esquema funciona assim: com uma pulseira de acesso como ingresso, o público terá entrada gratuita nos clubes e casas noturnas, além de “double drinks” e “double servings” nos bares e pós-baladas (nesses locais, quem pede uma bebida ou alimento ganha outro).
Os ingressos estarão à venda nos próximos dias via Ingresso Rápido (www.ingressorapido.com.br) e em outros pontos a serem definidos. Não haverá limite à quantidade de locais visitados por noite. Nos próximos dias a gente vai detalhando por aqui como será toda essa movimentação.
* Assim como o Woodstock 1969, nossa versão tupiniquim do evento (SWU ou Itustock para os íntimos) começa a gerar polêmica. No caso brasileiro, por causa dos preços de ingressos. A organização divulgou hoje os primeiros preços salgados do evento, para os dias 10 e 11 de outubro. Os ingressos de pista, por exemplo, custarão R$ 240 por dia. Já a chamada Pista Premium (em frente ao palco) sairá pela bagatela de R$ 320. Ainda não foram anunciados os preços para o dia 9 (Paul McCartney?). Nos próximos dias será divulgado o preço do passaporte incluindo camping. Na escalação prévia, fizeram o que temíamos. Separaram shows dos Pixies e do Kings of Leon, por exemplo, e misturaram com Linkin Park e Dave Matthews. E vão promover o improvável encontro de Pixies com o Linkin Park. Divulgaram o seguinte.
Dia 10: Dave Matthews Band, Kings of Leon, Regina Spektor, Sublime with Rome, DJ Sharam
Dia 11: Linkin Park, Incubus, Pixies, DJ Erol Alkan



Interessante.
Micareta sustentável.
o preco da pista premium ta errado. São R$ 640,00 e nao R$ 320,00 (que seria a meia entrada). festival “sustentavel” com preço absurdamente INSUSTENTÁVEL. prevejo fiasco.
[...] * É que amanhã é um tal de “Dia do Rock” e a marca Converse vai homenagear a data com o Flashrock, festival que nos últimos anos vem acontecendo em diferentes capitais numa espécie de guerilla gig e que amanhã movimentará Belo Horizonte, você já conferiu aqui. [...]
Lucio, estou querendo falar com você a respeito de um trabalho, nao consegui nenhum contato, por isso estou deixando aqui. Sou de uma agencia chamada b/ferraz. Favor entrar em contato comigo no: 3377-7814
Lucio, tá agendado tá? Ligue no telefone do comentário acima.
Todos os dias de manhã agradeço a Deus por ter me dado inteligência e um bom emprego que, aliás, é público. Com isso, tenho dinheiro pra fazer o que quero e hora que quiser. Tenho 29 anos e escuto Pixies desde os 15. Já gastei muito dinheiro em festivais e vi todas as bandas que pude (3 shows do Sonic Youth, 2 shows dos Stooges, The Flaming Lips, Yo La Tengo, Stephen Malkmus, Superchunk, Luna, Man or Astroman, Sean Lennon etc…E olha que todos tive que fazer viajens mirabolantes, pois não sou de SP e, sim, do interior do Paraná. Com certeza também achei os preços dos ingressos um pouco caros. Porém não concordo com as críticas aqui escritas, pois, para mim, quem gosta de música paga. Quem não tem condições de assistir a um show desses, procure estudar e arrumar um emprego melhor. Já comprei meus ingressos, aliás, todos na área VIP. Parem de reclamar, tenho certeza que quem assistir um show de uma banda que goste muito não vai se arrepender.