Maquinária Fest se move para outubro e deve anunciar Rage Against the Machine
Opa, Começa a esquentar a guerra dos grandes festivais do segundo semestre brasileiro.
Não deve demorar muito para o festival mais moleque (na idade, no tempo de evento) anunciar a grande vinda da banda californiana Rage Against the Machine, formação ainda poderosa que consegue agradar fãs de heavy metal, de funk, de indie etc.
Repousa na mesa do agente do grupo de Zach de La Rocha em seu escritório em Los Angeles uma proposta equivalente a um caminhão de dinheiro do Maquinária, capaz de fazer a banda topar finalmente uma turnê pela América do Sul, sua primeira.
Pela movimentação de países vizinhos como Argentina, Chile e Peru, a turnê está muito mais que esboçada.
A boa notícia, além da vinda do RATM em si, é que o Maquinária vai ser realizado em outubro, saindo da rota de colisão de estrelas do festival Planeta Terra, que acontecerá dia 20 de novembro.
Não custa lembrar, no ano passado, meio pobre de eventos musicais internacionais de grande porte, Planeta Terra e Maquinária foram realizados NO MESMO DIA, dividindo boa parte do público que certamente iria nos dois megafestivais, se fossem em datas separadas.
O Maquinaria, que teve sua primeira edição em 2008 com o Biohazard de destaque, mudou definitivamente de liga em 2009, quando peitou o Planeta Terra ao anunciar na mesma data Faith No More, Jane’s Addiction, Deftones, entre outros.
Show do Rage Against the Machine não é moleza, tal a troca de energia insana de público e banda. Sempre me lembro do Fabio Massari contando de uma apresentação da banda vista por ele no México, uma que deve ter contribuído para alguns terremotos futuros na região da fenda que liga o país àqueles lados da Costa Oeste americana. E uma vez, na grande volta do grupo como atração principal do Coachella 2007, eu achei de ir para a beira do palco, no “fosso dos fotógrafos”, para registrar em imagens o momento. Depois da terceira música regular, quando os fotógrafos normalmente são retirados do privilegiado local, eu nunca mais consegui ir para um lugar respirável, longe da massa insandecida. Tive sorte de não ter sofrido nenhuma fratura e ainda ter voltado para o hotel com a câmera intacta.
Atravessar o público do Rage against the Machine no momento em que a banda está tocando “Killing in the Name” ou algo que valha é o equivalente ao Dunga atravessar os repórteres brasileiros no aeroporto na volta para casa depois de sair da Copa nas Oitavas, sendo eliminado, tipo, pela Austrália.
* Claro, isso se o Maquinária deste ano, no Brasil, não for o tal Woodstock.




Pedro concordo contigo não tô aqui pra defender essa ou aquela banda a despeito das outras, só não consigo ver bandas que hasteavam bandeiras disso ou daquilo fazendo tudo as avessas por causa de jabá, não acho atraente e ponto, cada um vê da forma que vê, paga quem quiser pra ir ao show, eu não pago e não vou, falei do Bauhaus pq esse é um caso de retorno decente mas que infelizmente não deu certo. E quanto ao Muse me limito a ouvir a banda e achar excelente, só digo que se Muse fosse under teria muito nego que tá aí falando mal babando o ovo do Matt.
querido “orion love?!” ….de forma objetiva, qual seria a diferença do retorno do bauhaus (que eu adoro) para o retorno de outras bandas????? e vc sabe o que é jabá? é pagar e usar “influências” pra tocar e promover certas músicas e bandas em rádios, novelas e outras veículos de comunicação, que nem o blog do lúcio aqui, que é o rei do jabá indie. Tudo bem, tudo envolve grana, mas acho que o termo jabá não cabe muito bem pra esses retornos. Jabá é beeeem mais feio. Essas reuniões só ocorrem porque há muito interesse de festivais e do público no retorno dessas bandas. E a grana rola mesmo.Mas eu acho que quando a banda não se vende a ponto de mudar o seu som pra tocar em FM (junto com o muse hehhehe) e que dá pra perceber que os caras tão se divertindo e dando sangue (que nem o FNM) eu acredito que tá valendo. Já tem outras reuniões, tipo a do pixies, eu já acho forçado. Os caras se odeiam. Dá pra perceber de cara isso no palco. Aí cabe ao fã de cada banda flagrar a real. Abx
Laurinha, todo mundo entendeu o que eu quis dizer com o termo jabá e basta, já tó me arrependendo de ter citado o Bauhaus aqui pq desviou toda a discussão sobre o assunto, o que acontece é que o breve retorno do Bauhaus não me parece ter ocorrido por interesses unicamente financeiros ao contrário do que eu percebo em outras bandas já citadas por mim, saber se é só dinheiro não sei mas tenho direito de não acreditar, não vou deixar de ouvir as músicas que gosto por causa disso, mas pagar um terço do meu salário pra assistir ao vivo não pago, quanto a diferença do retorno do Bauhaus para outros retornos como já disse é um exemplo para uma volta que me pareceu ter algo a mais do que jabá no meio já que o Peter se deu bem de certa forma com sua carreira solo e blá blá blá, tanto que a banda nem excursionou e obviamente ganhariam uma baita grana se o tivessem feito, e isso é pq se o Bauhaus tivesse se vendido e continuasse unido nem fariam tão feio pq a banda não soltava discursos antí capitalistas por aí o tempo todo.
Basicamente você enrolou,enrolou e não respondeu à deliciosa laurinha…vc acha o retorno do bauhaus mais “digno” do que o do rage/soundgarden/mutantes apenas porque você gosta mais de bauhaus. Só isso. O resto que vc disse aí é balela e falta de argumentação.E eles excursionaram sim, abrindo pro NIN.
Nossa muita gente tentando me fazer gostar do retorno do RATM, não sabia que a banda precisava tanto de mim, valeu, eu poderia falar sobre a pseudo-tour do Bauhaus no seu retorno mas quem conhece a banda sabe pq não deu certo e pq não dá p chamar aquilo de excursionar encerro aqui esse assunto, vai lá galera continuem falando ro RATM e descendo o pau nos indie-baitola da vida que vcs ganham mais.
e o ingresso aqui custar uma bica é culpa da banda? atah, sou burro então pq sempre achei que era da produtora que trazia os caras pra cá
e porra, nao comparem preço de show aqui com preço lá fora, os gastos com transporte e o caramba aqui são MUITO mais altos
afinal, é mais fácil carregar uma banda por toda a europa com vários shows lotados, ou descer até a america do sul pra fazer 4 ou 5 shows meia bomba?
(…)
EU NÃO ACREDITO……
EU VOU VER RAGE AGAINST THE MACHINE…
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