Ignore o ignorante: Sonic Youth no PT (check!), Yeah Yeah Yeahs no PT (check!), Kings of Leon no PT (check?); Nick Hornby e a privada que abalou o rock; o menino que recriou o show do Radiohead em SP; o RoLê Fest, o festival do Bonde do Rolê; e mais
* Opa, opa, Brasil.
* Ah me/ Baby/ Goddamn/ I am/
I can/ Sing and/ Hear me/ Know me
If you want to destroy my sweater
Pull this thread as I walk away
* IGNORE – O “ignore the ignorant” do título não é uma revolta minha com os cabeçudos que botam bobagens nos comentários deste e de outros blogs. Até gosto deles, hihi. Meu bolso também.
Me refiro ao título do álbum novo do grupo inglês Cribs, a formação mais genial da história: três irmãos, dois deles gêmeos, e um guitarrista que foi dos Smiths, hahahahaha.
O disco, já na internet faz dias, tem lançamento tradicional nesta semana. E tem a tosquíssima “Cheat on Me”.
Um dos três melhores discos do ano?

Este é um gato que eu flagrei na vitrine de um pet shop, ventania nas costas, sendo secado depois de um banho. A cara de puto dele é demais, principalmente com as pessoas tipo eu chegando para tirar foto de sua maldição momentânea. Life is unfair! Detalhe ali atrás, na imagem, para um cão com a língua de fora, esperando a vez dele todo feliz. Se alguém desse uma metralhadora na mão deste gato, não ia sobrar ninguém vivo naquele shopping, naquela hora.

Falando em gato, tem esse que enfeita a página principal da venerada banda americana Sonic Youth, todos cinquentões com cara de 20 e poucos. Tudo gato. O da foto está em pôster de show do SY no Canadá. A banda de Thurston Moore tem, depois do Nirvana, os melhores pôsteres de show de todos os tempos. O Planeta Terra, com tantas “atividades” extra-show, podia estimular a molecada artista a fazer pôsteres do festival. Num ato mais ou menos parecido com o do carinha que remontou em vídeo o show do Radiohead, que você lê mais abaixo. Estou misturando as bolas? Estou, né…
* PLANETA TERRA BOMBATOR – SONIC YOUTH, YEAH YEAH YEAHS (?) E… KINGS OF LEON(???) - Conforme assopramos por aqui na semana passada, o Planeta Terra confirmou o Sonic Youth. Quer dizer, não o PT. O Sonic Youth se autoconfirmou no festival.
O Snow Patrol, aparentemente, não vai mais rolar. Mesmo. Mas a oferta ainda repousa na mesa do grupo escocês (irlandês?).
A grande notícia é que o megafestival que acontece no MESMO DIA de outro megafestival deve anunciar nas próximas horas a volta ao Brasil da ótima banda nova-iorquina Yeah Yeah Yeahs, que fez show bem bom há uns 10 dias no palco grande do Reading Festival 2009 (ficaria muito melhor no palco 2, o da Radio 1/NME). A banda da grande Karen O tocaria pela segunda vez no Brasil. O YYYs integrou grande noite do Tim Festival em 2006, com TV on the Radio e Daft Punk. Falo de São Paulo (Tom Brasil). “Cabeças vão rolar”, provavelmente gritará Karen O no Playcenter, se nada deu errado nos últimos dias e o Planeta Terra Festival anunciar a banda. Com Sonic Youth e YYYs na programação (mais Ting Tings, Primal Scream, Maximo Park e Metronomy), o PT já se mostra tão atraente quanto o Maquinaria, evento pop que será realizado no mesmo dia em SP, trazendo Jane’s Addiction, Faith No More, Deftones, entre outros.
Agora, se o Kings of Leon virar realidade… O Planeta Terra corre para anunciar até quarta-feira o grupo americano dos irmãos e primo Kings of Leon, da família Followill, como headliner do festival. Outro a fazer grande show no Reading Festival (como atração principal de um dos dias) e outro a ter vindo pelas mãos do Tim Festival anos atrás no comecinho da carreira (o Planeta Terra é o novo Tim Festival. O Planeta Terra é o velho Tim Festival).
A pressa é justificada. Quarta-feira o festival de 7 de novembro no Playcenter começa a vender seus ingressos. Sexta-feira a campanha toda de TV, rádio e internet do PT deve ficar pronta para ir à rua e o festival quer ter fechada toda a sua programação de dez bandas internacionais (Sonic Youth, Primal Scream, Ting Tings, Maximo Park, Metronomy, Etienne de Crecy, YYYs + 3) e dez brasileiras (Móveis, Copacabana Club, Macaco Bong, Nasa, Ex! + 5).
A vinda do Kings of Leon está dependendo de um interesse ($$$$$$$$$) maior do festival para trazê-los, porque a turma do Caleb quer vir. Tomara, porque os caras seguraram o absurdíssimo palco principal do Reading com um showzaço.
* O cantor inglês Patrick Wolf também vem para o Planeta Terra Festival, o que na nossa conta deixa apenas duas vagas gringas a serem confirmadas.
E aí? Você vai ao Planeta Terra ou ao Maquinaria?
* PLANETA TERRA QUIS MUDAR O DATA – Ah, tá. Fechado para ocorrer no dia 7 de novembro, exata data anunciada por um outro festival, na mesma cidade, o PT tentou jogar terceira edição mais para o fim de novembro. A medida seria para evitar o confronto de datas com o Maquinaria, que ocorre também dia 7/11, também em São Paulo (na Chácara do Jockey) e já havia anunciado o Faith No More e o Jane’s Addiction no seu line-up. Mas o Playcenter, novo local do PT, já com sua programação acertada, não permitiu a mudança de dia. Ou era dia 7 de novembro lá, ou em um outro dia mas num outro lugar. Prevaleceu o Playcenter. Saco!
* HEY, KOOL THING – SONIC YOUTH VEM AÍ – No final de março, em Santiago, Chile, peguei um show incrível do veterano Sonic Youth por lá, no Movistar Arena, um ginasião cheinho para ver a turma de Thurston Moore. Foi uma apresentação barulhenta, frenética, num incessante gás juvenil, de fazer jus ao nome da banda. E cheia de hits. E com a cinquentona Kim Gordon parecendo que tinha uns 21. Repara nela, meldels. E não liga muito para o som (eu tava pertinho das caixas)
* TRECHO INICIAL DE “JULIET, NAKED”, O NOVO LIVRO DO NICK HORNBY – A Popload traz o trecho inicial do novo livro do escritor pop mais badalado do planeta. Autor do inesquecível e inesgotável “Alta Fidelidade”, “Um Grande Garoto” e mais três outros romances de ficção carregados de referências pop, Nick Hornby retorna com “Juliet, Naked”, recém-lançado na Inglaterra. O livro, um romance sobre rock e internet (para ser bem sucinto, tipo rasteiro mesmo), foi bastante bem recebido pela crítica inglesa. embora alguns achem a escrita de Hornby tão “veloz” e sem pausas que muitas de suas piadas certeiras e/ou ambiguas ficam sem serem entendidas, porque a literatura pop do escritor não deixa tempo e um “silêncio” para o leitor pensar. Afirmam que é o mais próximo que o escritor chegou de “Alta Fidelidade”, seu primeiro e mais importante livro.
“Juliet, Naked”, em outra definição enxuta, é: “quando o seu maior ídolo se apaixona pela SUA namorada”. Conta a história do casal Annie e Duncan, ele com uma paixão obsessiva pelo reclusivo cantor e compositor veterano Tucker Crowe, figurinha difícil da música, que só os mais “indies” conhecem, sabe assim? Crowe abandonou a música, vive escondido e não compõe mais nada há 20 anos, por causa de um trauma que ele carrega depois de um misterioso acontecimento em um banheiro de um clube em Minneapolis. O relançamento do mais famoso álbum de Crowe, um caso de infidelidade de Duncan e um email inesperado do músico para Annie vão servir de caminho para Nick Hornby desfilar sua escrita ao mesmo tempo ácida e doce, cômica e triste, sempre tocante.
“Juliet, Naked”, sexto livro de Nick Hornby, começa assim (em uma tradução beeeeem livre). Com sua licença, Hornby.
“Eles tinham voado da Inglaterra para Minneapolis para olhar uma privada. Essa ficha só foi cair para Annie quando eles já estavam dentro do tal banheiro: que, tirando os grafites nas paredes, alguns deles fazendo referência à importância dos banheiros na história da música, era imundo, escuro, fedido e completamente esquecível. Embora o legado da cultura americana costume ser muito expressivo historicamente, não havia muito o que eles podiam fazer aqui.
‘Está com a câmera aí, Annie?’, disse Duncan.
‘Sim. Mas você quer foto do que neste lugar?’
‘Do… você sabe…’
‘Não.’
‘Bem… da privada.’
‘O quê… Como você chama estas coisas?’
‘Mictório, urinol.’
‘Você quer estar em um para a foto’
‘Devo fingir que estou fazendo xixi?’
‘Se você quiser.’
Então Duncan parou em frente ao mictório do meio, dos três que haviam, suas mãos convincentemente colocadas na frente, e com uma viradinha de cabeça olhando com sorrisinho para Annie por cima do ombro, na pose para a foto.
‘Pegou?’
‘Não tenho certeza se o flash funcionou’
‘Faz mais uma. É ridículo virmos de tão longe e não tirarmos uma boa foto’
Desta vez Duncan parou dentro de um dos reservados, deixando a porta aberta. A luz estava melhor ali, por alguma razão. Annie tirou uma boa foto agora, bem razoável para uma foto de de um cara diante da privada. Quando Duncan saiu do reservado, ela pode ver que a privada, como todas que ela já tinha visto num clube de rock, estava interditada.’
‘Vamos’, disse Annie. ‘Ele não está nada contente comigo aqui.’
Era verdade. O cara atrás do balcão do bar do clube no início suspeitou que eles estavam procurando por um lugar para se drogar ou talvez fazer sexo. No final, e lamentavelmente, o barman tinha total certeza que eles não eram capazes de fazer nem uma coisa, nem outra.’
Duncan deu uma última olhada no banheiro e balançou a cabeça. ‘Se as privadas pudessem falar, hein?’
Annie estava feliz que aquela lá não podia. Senão o Duncan iria querer conversar com ela a noite toda.”
E daí para a bagunça de relacionamentos complicados com forte trilha sonora ao fundo é um pulo. Nick Horby andou falando bastante sobre seu novo livro. Aqui, num vídeo tirado de um webchat em que ele participou, o escritor tem uma coisa ou outra a dizer sobre o amor e como isso pode ser aplicado em “Juliet, Naked”. O vídeo é obviamente em inglês, sem legendas e é preciso um pouco de familiaridade com o delicioso sotaque britânico para saber o que está acontecendo.
* F*D*U, INDÚSTRIA MUSICAL – O INCRÍVEL CASO DO DVD DO RADIOHEAD EM SÃO PAULO FEITO POR UM FÃ – Certa vez num passado não muito distante eu estava participando de um desses debates sobre “internet e o futuro da música blablablá”, que volta e meia me convidam. Na “mesa” estávamos eu, um diretor da MTV e um professor de mídias (acho) da USP. A certa hora o acadêmico não se mostrava nada animado com as revoluções causadas pela internet na música ou na cultura em geral, achava enganação, manipulação de massa virtual das grandes empresas ricas para dominar o mundo e isso e aquilo. E concluiu dizendo que era bom ir muito devagar com essa história de blogs, twitters (rede de comunicação em geral), downloads “piratas”, discos oficiais sendo lançados de graça ou quase, porque isso tudo estava arruinando a arte, era tudo um lixo. A palavra muito usada era “qualidade de conteúdo”.
O gancho foi utilizado pelo executivo da MTV, para dizer que, esperta com o latejante mundo ao seu redor, a emissora estava de olho na internet, claro. Chegou até a abrir um braço da marca na rede (o MTV Overdrive) e incentivava os telespectadores a mandarem vídeos seus para eles.
“O problema é que a qualidade de 90% do que chega dos internautas é muito ruim”, espantava-se o diretor, inconformado, parecia, que dentre os moleques de 13 anos que entopiam a emissora com vídeos caseiros não tinha nenhum Chris Cunningham mirim ou alguns pequenos Michelzinhos Gondry.
“Tá veeeeeeeeeeeeendo”, bradava o professor da USP, tendo a tese da qualidade corroborada.
Passaram a bola para mim e eu perguntei para o moço da MTV quantos vídeos de molecada chegavam por dia na emissora. A resposta era “uns 200″.
Eu falei: “Vocês não acham que não estão enxergando a ‘grande notícia’ nessa história toda? A gente não tem que ficar contente e espantado e entusiasmado que diariamente tem uns 200 moleques de 13, 14 e 15 anos produzindo vídeos em casa, com recursos próprios ou nenhum? É óbvio que qualidade é importante, mas, se a terra ainda está arrasada, a revolução digital é muito recente e, se hoje chegam uns poucos vídeos de qualidade OK entre os 200 que são descarregados na emissora, isso não pode ser um sinal de que amanhã vão chegar mais, depois de amanhã mais e mais e esses moleques de 13, quanto tiverem 17, não vão estar precocemente bem melhores na arte do vídeo? Quantos teens produziam seu próprio vídeo e mandavam para a MTV, na década passada?”
O acadêmico fez cara de “que absurdo”, o executivo da MTV ficou me olhando e parte do público, o da molecada, parecia entender bem o que eu estava falando, até com uma cara de certo menosprezo aos três “especialistas” da banca, tipo pensando: “Que óbvio isso”.

Thom Yorke no show do Radiohead em São Paulo, em março. Todo o concerto foi transformado em DVD, de fã para fã, e de graça. O futuro da música passa por aqui
Pois bem, fim do papinho inicial, corte para o agora. Finalmente ficou pronto o espetacular “Rain Down”, uma recriação do show do Radiohead em março deste ano em São Paulo através de sincronização de áudios da aprespedaços de imagens filmadas por fãs aleatórios que gravaram trechos do concerto em seus celulares ou câmeras amadoras e depois postaram no Youtube. “Rain Down”, idealizado por um fã paulistano da banda de 22 anos, o Andrews Ferreira Guedes, a partir da atitude mais banal na música hoje (gravar shows e postar na sequência no Youtube), virou um DVD virtual que é um projeto colaborativo entre fãs brasileiros do Radiohead extremamente bem editado (ainda que cheio de imagens toscas, que no caso viram “artsy”) e de som bom que remonta toda a inesquecível apresentação da banda de Thom Yorke na Chácara do Jockey, zona sul de SP.
Ao jornalista e chapa antenado Alexandre Matias, do importante caderno “Link”, do “Estado de S.Paulo”, Andrews contou que não levou câmera à Chácara do Jockey. Mas que assim que pisou em casa na volta do show foi ao computador para já procurar no Youtube vídeos da apresentação filmados pela galera. “Quis aproveitar a empolgação pós-show juntando vídeos que apareceram na internet para uma edição multicâmera da música ‘Paranoid Android’. Depois disso fui bombardeado com perguntas sobre a edição de outras músicas. Nunca tinha pensando em fazer um projeto desses, apenas editava vídeos de shows da minha própria banda – a Refink.”
“Rain Down” tem recriado, então, todo o show de São Paulo, de 26 músicas (de “15 Step” até “Creep”), extras do show do Rio de Janeiro (cinco canções, incluindo “Air Bag” e “No Surprises”) e uma grande galeria de fotos.
O projeto levou pouco mais de cinco meses para ficar pronto, do dia do show, 22 de março, até a data de seu “lançamento virtual”, dia 31 de agosto
Em cada uma das canções do show de São Paulo, Andrews burilou cerca de 15 vídeos de pessoas diferentes para montar o vídeo final. Todos os “pedaços” tirados do YouTube estão creditados no DVD, que tem até trailer.
O DVD “Rain Down” não vai ser colocado à venda nem vai virar produto físico, a princípio. Sua circulação será gratuita e pela internet.
Você encontra instruções para baixar o “Rain Down” no blog do DVD.
Olha o que você foi fazer, Thom York. Achei uma das mais genuínas manifestações punk (do it yourself) da era digital.
* LINK - Falei isso uma vez para o Matias, sobre o caderno de tecnologia do “Estadão”, que ele comanda. Agora vou escrever aqui. Se a “Wired” é a nova “Rolling Stone”, o “Link” é a nova “Ilustrada”. Deu para entender?
* ROLÊ FEST – Acontece no clube Clash, dia 23 de setembro, uma quarta-feira, o primeiro festival do Bonde do Rolê, mais uma apresentação da internacional de indie-funk carioca rumo a soltar seu novo disco. É um festival entre amigos e promete ter várias edições. Nesta de estréia tocam o próprio Bonde, o duo de Campinas Kavera Koma Klub e o DJ-disco Boss in Drama fechando a noite. Mais próximo do Rolê Fest a gente volta a falar do evento e sorteia uns ingressos.
* READING FESTIVAL EM FOTOS - Embacei para tirar da câmera, depois embacei para botar aqui. mas agora vai. Uma galeriazinha de fotos do Reading 2009, bandas, clima, galera, para você ir se inspirando no clima festival porque novembro é logo ali, apesar de termos dois no mesmo dia (hahahaha, não me conformo com isso…).
* PRÊMIOS DE LONDRES – Então vamos lá. Faz tempo que eu não sorteio nada aqui. Vamos quebrar esse tabu. Pelos comentários e no email lucio_ribeiro@ig.com.br estão valendo:
1 – Um single de “Crying Lightning”, vinil, do Arctic Monkeys
2 – Coletânea indie “Anthem” da “Q”, dupla, com os hinos dos últimos anos. De Kasabian a Stone Roses, de Libertines a Calvin Harris, de QOTSA a MGMT.
3 – E, talvezzzzz, uma camiseta incrível oficial do Reading, com um monstro na frente comendo um braço (!). Gostei tanto dela que estou relutando para pôr a sorteio. Mas se tiver muito pedido a ela eu boto, sim. No próximo post eu decido.
* FIM - O resto prometido vem no próximo post. Portanto, o que eu te prometi ainda está de pé. Stay beautifu!
Autor: Lúcio Ribeiro - Categoria(s): Blog Tags:

















Será que eu concorro aos prêmios mesmo sendo realista às vezes??
Bom pessoal, o Lúcio disse que o show secreto do Franz Ferdinand será na The Week, mas ele também disse que o Green Day viria em Novembro.
Opa, quero um desses premios, poxa.
Pra mim, os melhores livros de NICK HORNBY é o “Fever Pitch” que fala da paixão dele (nossa) pelo Arsenal FC e também o “A Long Way Down”.
O cara é bom d+!
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E que venha Kings Of Leon, a única banda que me fará ir no meia-boca Planeta Terra
Só de ver o trailer do show do Radiohead já deu um arrepio, a parte do coro dá um frio no estômago só de lembrar…
[...] Popload – Por Lúcio Ribeiro – 08/09/09 [...]
[...] uma celebridade: Seu trabalho foi divulgado em veículos como MTV, Folha de São Paulo, Estadão, Popload e Brainstorm #9. Pra acompanhar essa vibe de novidade, o Move That Jukebox entrevistou o garoto. [...]
quero um ingresso pro show do franz…
Quero um ingresso pro show do Franz Ferdinand na The Week…
Quero um ingresso para o show do Franz Ferdinand
Lucio,
Quero MUITO ver o Franz Ferdinand dia 30…. por favor…help me please…
Sou fã da sua coluna há muito tempo e até coloquei o nome “Lucia” numa gatinha… lembra? Nem vou falar que no dia do meu aniversario (17 set) tentei comprar ingresso, mas não consegui…
Um grande beijo, com esperanças…