Que p***a de indie é você? A po*** da lista de melhores do ano da Popload. E o Kraftwerk abrindo a p*r*a do show do Radiohead
((((versão final))))
* E aí. Seu ano já acabou? A impressão, aqui na Popload, é que 2009 já está no meio. Não sei bem por quê.

* Antes de tudo, pára tuuuuuudo! Você viu que o show de abertura da turnê latina do Radiohead fica por conta do lendário KRAFTWERK?!?! Uma palavra: transcendental!
* Um minuto de silêncio no jornalismo mundial. Morreu o Garganta Profunda, o do escândalo de Watergate. Patz… Se meus gargantas profundas morrerem, a Popload acaba…
* Não sou de advogar (muito) em causa própria, você sabe (sabe?). Mas nesta sexta acontece a Party Íntima de Final do Ano, no clubinho Audio Delicatessen. A Festa também já está conhecida como a primeira de 2009, o que significa dizer que quem perder pode ficar preso para sempre em 2008. Nas picapes, Rafael Urenha (o dono), Popload DJ set (quem?) e os Funhell (eles mesmos). Na pista: elas todas. No flyer:
* O primeiro festival de 2009 acontece em forma de festa, neste sábado dia 20 de dezembro de 2008. “Le Pastie de la Bourgeoisie”, balada-show “futurística” em salão de baile da “época da saudade”, já bastante falada por aqui, terá Holger, Stephanie Toth, Homiepie, Lulina e o “convidado especial” Grenade. Quem perder vai ficar preso em…
* Nome de banda é uma arte. Tem os horríveis, tem os de “piada interna” que ninguém de fora do grupo entende, tem os espetaculares. Nome de música é mais fácil de “enquadrar”. Com raras exceções, a música pop, categoria “nome de canção”, se divide em: as do Morrissey (/Smiths) e as de todos os outros. Saiu nesta semana o tracklist do novo álbum do maior gênio inglês vivo, Morrissey. O CD, “Years of Refusal”, chega oficialmente ao mundo no dia 16 de fevereiro. Mas os nomes das 12 canções que compõem o mais novo e “strongest” (ele disse) disco do Morrissey já chegaram e algumas delas são assim batizadas:
“Something Is Squeezing My Skull”
“I’m Throwing My Arms Around Paris”
“All You Need Is Me”
“When Last I Spoke To Carol”
“It’s Not Your Birthday Anymore”
“You Were Good In Your Time”
“Sorry Doesn’t Help”
“I’m OK By Myself”
“You Were Good in Your Time” já é minha música predileta desde já, sem nunca ter ouvido. Só pelo nome.
* NOW: FRANZ FERDINAND - Enquanto o álbum não vaza… Uma música nova da banda de sir Alex Kapranos, “What She Came for, que vai estar novo CD “Tonight: Franz Ferdinand”, foi “doada” pelo grupo, na versão ao vivo, para o microsite que o semanário inglês “New Musical Express” está fazendo “em comemoração” a este terceiro álbum do FF. “What She Came For”, ao vivo, é assim:
FRANZ FERDINAND – “WHAT SHE CAME FOR”
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especial especial QUE TIPO DE INDIE É VOCÊ? especial especial
Teve uma época, não faz muito tempo, que o indie era um ser bizarro, esquisito, de gostos estranhos, mas ainda assim um ser etéreo, que alguns até sabiam que existia, mas nunca tinham visto um. Ninguém, a não ser a turminha próxima, o conhecia e reconhecia como tal. Tempos depois, há uns quatro/cinco anos, o indie foi parar até na “Veja” (acho que a SP), que fez um daqueles toscos e estúpidos “o que é”, apontando o que vestia, calçava, quantos bottons precisava usar, onde ia, o que comia. O ser indie passava a ser real, ganhava uma cara perante as pessoas “normais”.
Hoje em dia, populoso e multiforme, tipo um monstrinho de vários tentáculos, nem eu entendo mais exatamente “o que é” o indie.
A cada ano que tem passado ele me impressiona. Sempre gostei do papo indie x mainstream e de perder tempo com isso. Só que hoje temos tantas vertentes para botar na roda que a discussão fica muito mais interessante. Sou só eu ou vocês também acham que em 2008 o indie NÃO morreu (como se previa)? É impressão minha ou ele passou por umas metamorfoses estranhas e…
Bom, sem querer abusar da manjada pauta antropológica “tribos”, mas já abusando, o “conselho Popload” listou aqui toscamente alguns do vários tentáculos indies que surgiram e/ou se fortaleceram neste ano. Você deve se encaixar em um deles. Ou não. Mas avisa aí qual é a sua para eu atualizar a lista. E claro, estamos de olho em 2009 para ver onde tudo isso vai dar:
* o indie-fenômeno: do tipo Mallu Magalhães. Não preciso nem resumir a história, essa você já cansou de ler. Quem será o indie-fenômeno nacional de 2009? A sua sobrinha de 6 anos? Ou vai ser aquela banda que acabou de se formar via Facebook, postou os links do MySpace no twitter e daí…
* o indie-folk: é só checar qualquer lista de melhores do ano e o neo-folk vai estar lá. O cara indie-folk é intelectual. Acha que festa em clubinho não está com nada. O que pega mesmo são as festas nas casas, com a turminha, (pouca) cerveja, (pouco) ‘clima de paquera’ e muita música. Além do novíssimo folk dos Fleet Foxes, ele também curte um indie-clássico (Pavement no máááximo), algumas obscuridades da MPB e barulhos experimentais e matemáticos. Tem um violão, escreve melodias e tem uma banda folk, mas também um projeto solo. Curte o visual lenhador: barba e camisa xadrez. Freqüenta as casas dos amigos e a festa quinzenal Folk This Town, no Bar B (Santa Cecília). Olha só o release da festa: “A Folk This Town abre espaço para os violões, sussurros e um clima mais intimista – nada de “pista fervendo”, o negócio é gente sentada, boa companhia e ótimo som.” Este sábado é a sua grande chance de engrossar o movimento. A turma indie-folk se apresenta na ótima festa La Pastie de la Bourgeoisie (detalhes acima)
* o indie-de-boa: aquele que tanto faz como tanto fez. Pode ser um cantor folk de quem ele nunca ouviu falar, uma banda qualquer de Pernambuco ou um trio sueco. Ele está em todas. Quer conhecer coisas diferentes e está aberto a novidades. Freqüenta o Studio SP, escuta a Oi FM e de dia veste a roupa de firma, mas à noite tira o All Star do armário.
* o indie-Global: é o fã da “banda da Capitu” (Beirut, para os íntimos). Ou da “banda do assobio da novela” (coitados dos Peter Bjorn & John). O indie que não sabia que era indie até ficar fissurado pela trilha do “Grey’s Anatomy”. Digamos que esse tipo de indie global, democrático e das massas, por assim dizer, chegou onde não se podia sonhar. Dos bombados seriados de TV internacionais, a reality shows culinários, passando pelas novelas globais, novelas não globais, trilha do “Fantástico”, comerciais e games.
* o indie-do-indie: de todas as “tribos” (ops, escapou) do indie, talvez a mais antiga delas seja a dos indie-do-indie, ou, os indie xiitas. E talvez seja também a mais confusa. Não querem ficar famosos, não querem reconhecimento, não querem virar capa de revista, não querem entrar em nenhuma lista de ”Melhores do Ano” e muito menos ganharem resenha no Pitchfork. Pense na festa Albatroz do Milo, na noite da Peligro no Neu e na Festa Mágica da Livraria da Esquina. Nada de música para cantarolar, ou aquela que você ouviu na rádio, ou aquele remix bombado… Nem pense em pedir Kings of Leon, por exemplo. E, se chamar o lugar de “baladinha rock”, não entra.
* o indie-contestador: adora reclamar. Acha que sua missão na Terra é exterminar o lado negro da força: o HYPE. Tal banda é fabricada, tal CD é mais do mesmo, leu na “Uncut” a “verdadeira” história da banda X, tal show é presunçoso, essa banda não vai durar um mês, a música não é mais como era antigamente, a molecada não sabe de nada, no meu tempo blablá… Esse é o cara que, entre o show do Jesus & Mary Chain e do Foals, escolheu o primeiro. Não sabe quem é Foals, não quer saber e cospe em quem sabe. Ele lê blogs de música, mas diz que é só para falar mal. Prefere comprar CD nas lojas, mas na verdade ainda não aprendeu a baixar mp3. Freqüenta shows de bandas ressuscitadas ou vai a discotecagens de integrantes de bandas ressuscitadas. De tão contra o indie, o indie-contestador acaba virando um indie-mor, um outro tipo de indie xiita (percebe para onde vão os tentáculos do indie?). Gosta de hip hop africano, metal árabe, e rádios neo-zeolandesas.
* o indie-publiça: galera publicitária e cheia da grana que dá (quase) a volta ao mundo correndo atrás de shows. Porque eles podem. E porque entre um cruzeiro nas Ilhas Gregas e uma passagem para ver Franz Ferdinand no clubinho The End em Londres, o último é muito mais interessante. A festa quinzenal Party Intima (no bar Audio Delicatessen) está cheio deles. É indie-coisa-fina.
* o indie-geek: ele sabe de todas as baladas, de todas as festas, de todas as estréias no cinema e de todos os novos torrents do dia. Assina todos os blogs que vê pela frente e é um poço de links: de vídeos bizarros no YouTube a links em primeira mão para todos os CDs que vazaram no minuto. Apesar de tudo isso, ou por causa de tudo isso, sai pouco. Quando sai. Bem mais “humilde” que o indie-publiça, na maioria das vezes não tem dinheiro para tanto festival acumulado, mas se contenta em ver tudo pelo YouTube alheio ou pelas coberturas do Twitter. É aquele que só faz mixtape para namorada se for via Rapidshare. Aliás, os dois só se encontram no MSN. Mesmo que trabalhem na mesma sala. O indie-geek adora com a mesma intensidade o seriado “Battlestar Galactica” e o DJ Yoda.
* o indie-fashionista: nem só de eletrônico vive o povo da moda, Brasil! Das trilhas dos desfiles às pistas fervidas, o indie bombou remixado. A pista só não vira passarela porque não tem espaço. Os indies-fashionistas se produzem como se cada passo fosse um flash. Como se cada DJ fosse um paparazzo. Carão, cabelão, glamour, montação, salto alto e pegação. A festa VAI, no Gloria, que o diga. O pretinho básico não é recomendado.
* o indie-carimbó: ele abomina a lambada, mas requebra o quadril ao som da banda indie Do Amor, que faz uma mistura nonsense de rock + lambada + technobrega + MPB. É carimbó distorcido, quase que um Calypso encontra Los Hermanos. E atenção! O Rio de Janeiro tomou pra si o movimento e migrou “a parada” para as pistas de rock. O culpado disso tudo é o DJ hype carioca João Brasil. Dizem que a deliciosa versão lambada (aka, “Tropical Remix”) que ele fez para “Left Behind” do CSS coloca fogo na pista. Já foi nas explosivas Festa Calzone, que costuma rolar em Botafogo?
* o indie-festa: é trabalhador, responsável, mas… bebe até cair, sai todos os dias, vai para o trampo direto da balada, se joga no karaokê rock, adora bancar o DJ nas festas dos amigos, abraça geral e adora demonstrações públicas de afeto. Um fanfarrão. Dá uma espiada na festa Funhell da Funhouse ou na picape da festa CREW do Gloria. Sim, a festa pega dentro da picape mesmo.
* o indie-porra-lôca: ele simplesmente extrapolou na fase indie-festa. Faz todas as coisas acima, mas nunca sabe quando parar. Adora palavrões, barraco e rock n rolllll garageiro. Dança fazendo chifrinho com as mãos, fazendo air guitar. Desceu a Augusta, passou pelo Inferno, caiu na OUTS, entalou no banheiro e por aí vai. Lê o blog do Finatti.
* o indie-celebrity-stalker: não costuma sair muito de casa, mas se ele souber do menor boato que a banda X vai ao lugar Y, ele corre. Atravessa a cidade para encontrar o Michael Stipe na pista e fingir que não sabe que é o Michael Stipe na pista. Música aqui é o de menos. O que vale é dançar com a Madonna, dividir a champagne com o MGMT ou segurar a porta do banheiro pro Michel Gondry. O indie-stalker se deslumbra, mas mantém a pose. Não tira fotos e prefere fazer a íntima. Solta um “bye Michael!” no final. Freqüenta – se estiver na lista, claro – o “Bar Secreto”, o bar que continua “sem nome”, mas já não é mais secreto.
* Você deve estar perguntando onde eu entro no meio disso tudo…
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* VOTAÇÃO POPLOAD: MELHOR DISCO DO ANO - Você votou, você elegeu. O Top 5 dos melhores discos do ano é o seguinte:
1. “Third”, Portishead – 37 votos
2. “Oracular Spectacular”, MGMT – 33 votos
3. “Dear Science”, TV on the Radio – 28 votos
4. “Vampire Weekend”, Vampire Weekend – 24 votos
5. “Dig Out Your Soul”, Oasis, e “Glasvegas”, Glasvegas – 21 votos
Fatos: 58 discos diferentes foram votados.// O disco do Radiohead, “In Rainbows”, de 2007, entraria no Top 20, sob a desculpa de que o CD físico só saiu neste ano. Disco “físico”, pensa…// O Metallica foi incrivelmente votado, assustando o chegado que me ajudou no levantamento (hehe).// O disco vermelho do Weezer ganhou três votos, o que nos fez lembrar que o Weezer lançou um disco novo em 2008.
* VOTAÇÅO POPLOAD: A MÚSICA DO ANO – A banda indie-hipponga MGMT, parece, agradou a galera. Se este fosse um blog inglês, os dois primeiros lugares sairiam invertidos, mas enfim… O Top 5 da música do ano ficou deste jeito:
1. “Kids”, MGMT – 28 votos
2. “Time to Pretend”, MGMT – 23 votos
3. “A-Punk”, Vampire Weekend – 15 votos
4. “Great DJ”, Ting Tings – 14 votos
5. “Sex on Fire”, Kings of Leon – 12 votos
Fatos: Na apuração, umas 85 músicas foram citadas.//Ao digitar os títulos de músicas do Sigur Rós, o apurador da Poplod lembrou-se de quão lindo é o idioma islandês.//Olhando a lista, parece que o único disco lançado em 2008 foi o do MGMT. Cinco músicas de “Oracular Spectacular” foram votadas.//Divas: dois votos para “Womanizer”, da Britney Spears, três para “In My Arms”, da Kylie Minogue, e quatro para “I Kissed a Girl”, da Katy Perry.
* VOTAÇÃO POPLOAD: O SHOW DO ANO - Agora o que valeu foi votar na melhor apresentação gringa em solo brasileiro. Apenas a citação da banda foi considerada, sem importar qual cidade recebeu o show. E o que a galera achou, em geral, foi isto aqui:
1. REM – 36 votos
2. Interpol – 21 votos
3. Hives – 20 votos
4. Kaiser Chiefs – 16 votos
5. Foals e Bob Dylan – 13 votos
Fatos: 37 apresentações mais a Mallu Magalhães foram lembradas.// Banda que estourou nas “músicas do ano”, o show do MGMT no Brasil (Tim Festival Rio e SP) só angariou quatro míseros votos, o que me faz pensar que eu não estava louco em achar as três ou quatro performances que vi dos whiz kids umas xaropadas sem tamanho.//O mesmo número de votos que teve o show do Queen, com o Paul Rodgers, como participação do ano.//Nem o infame playback na MTV fez com que o Bloc Party deixasse de receber bons votos (quase entrou no Top 5). Mas deve ter sido todos do excelente show do Circo Voador (RJ), provavelmente.
* Acabamos o ano ou ainda não? Você me diz.









“Que indie você é?”… isso é matéria da Capricho, hein tiozão?
pq esses xingamentos no titulo?
Piores momentos de 2008 :
1- Show da Malluantazinha no Planeta Terra : a criança deveria estar na cama, tomando toddynho ou ouvindo historinha de ninar. Me sentí constrangido vendo a idiotinha;
2- MGMT : sub-Manitoba; sub-Menonema; sub-American Analog Set; sub-Moviola; sub-Neutral Milk Hotel. Taí, não vai durar nada;
3- Spiritualized na Argentina : Dizem que os Argentinos são mais roqueiros. Morei lá durante um bom tempo e, sim, os caras são mais roqueiros, gostam de coisas como Los Fabulosos Cadillacs (uma espécie de Titãs Argentino, tão ruim quanto). Spiritualized deveria ter tocado no Brasil, isso sim !
4- Bandinhas e menininhas Brazilian Folk : letras ruins, pose afetada, blasé (alias, nada mais blasé do que comentar que fulano ou fulana é blasé);
5- Projetos paralelos dos Los Hermanos : Os caras não são ruins mas, seus projetos “solo” são chatos demais ! Até o Lúcio paga pau pra aquele projeto de um Hermano + um Stroke;
6- Cansei de Ser Sexy : Cansou ! A crítica malhou o segundo disco, descobriram a grande farsa ! Nem Lulu comenta mais;
7- Tim Festival : Ficou comprovado que, festival mesmo, é o Planeta Terra. Ingressos caros, atrações não tão “atraentes” e, como sempre, direção ruim;
8- Bandinhas “hype” comentadas no POPILOADÊ : Eu já havia ouvido falar de 15 minutos de fama mas, 5 minutos, pra mim, é novidade. Das bandas que o Luluanta comentou, qual realmente estourou e sobreviveu ?;
9- “Seriados lançam Indie para as massas” : Nosso barrigudão perdeu o bonde ! Faz tempo que seriados bacanas colocam a disposição dos menos avisados, bandas com bom conteúdo, boa música, … Sopranos, A 7 Palmos, Pete & Pete…
10- Comentário “Que porra de Indie…” : Isto foi pior que Folhateen !
Melhores momentos de 2008 :
Teve um monte, creio que em 2008, saímos no lucro. Mas, o melhor, o melhor mesmo, é a qualidade do POPILOADÊ ! O visual mudou, o blogueiro é o mesmo e, o nível de insanidade aumentou ! Realmente, este é o melhor blog de humor que já ví ! Parabéns Lulu ! Você é o indie-loroteiro da moçada !
Um ótimo natal ! Não se entupa de Peru e um Feliz 2009 !
muito bom borracha!!! DISSE TUDO E MAIS UM POUCO! rs
rótulos…
a BOÇALIDADE da juventude se torna cada vez mais explicita. O simples fato, de vc lucio ribeiro , ser algum tipo de referencia cultural ja eh por si alarmante.
paulistanos que se acham novaiorquinos/londrinos é uma triste realidade. ACORDA cara. aqui tem sol !!! aki n tem INDIE. tem uma molekada escrota que copia os londrinos.
a elite brasileira, se comporta assim desde sempre, querendo imitar os habitos dos paises dominantes culturalmente.
na minha época, meu caro, a cena do punk rock aqui em são paulo era, apesar de baseada num movimento inglês, extremamente identificada com as raizes culturais do nosso país. principalmente a realidade das periferias.
Hj, o que temos , é uma cena PLAASTIFICADA, baseada em series americanas cm The O.C. . isso n existe aqui. repito mais uma vez. sao cablocos querendo ser ingleses.
saudades do sepultura, dos cabeluduro, dos garotos podres, do ratos de porao, do dead fish e tantas outras bandas que fizeram o rock de verdade nesse pais. e uma cena d verdade nessa cidade.
pau no cu dos jovens ingleses e americanos. p mim eles n poderiam ser mais imbecís. e mais imbecil é quem quer ser igual a eles em outra realidade. cm os advogados que usam terno no calor de 40º. parabens lucio, vc eh o guru de uma geração imbecil. talvez a mais imbecil em um longo tempo. cada geraçaão tem o guru que merece. saudades do kid vinil. afetado por afetado, sou mais ele.
Toda vez que escuto a palavra “indie”, coloco a mão no meu revólver…
O indie-contestador com certeza foi inspirado no Álvaro Pereira Jr.
Esse MGMT é ruim demais. Daqui a cinco anos ninguém vai se lembrar dessa droga e as revistas que deram o lugar máximo no pódio de 2008 para eles vão ficar coradas de tanta vergonha de terem caído nesse engodo.
Aliás, 2008 deve ter sido um dos piores anos da história do pop rock, não se salva nada, absolutamente nada. Não tem um único disco que vá ficar para a posteridade.
Já passou da hora dessas banda electro enfiarem a viola no saco (ou seria o teclado) e sumirem do mapa. Ô sonzinho vagabundo. Pìor do que escutar New Order em 2008 é escutar cópias do New Order feitas em 2008 com instrumentos de 2008 tentando soar como instrumentos de 1983. Patético. Poucas bandas são tão anacrônicas quanto o New Order (o Smiths é um sério candidato a acompanhá-los). Só perdem nesse quesito para essas baboseiras como MGMT e Cut Copy.
eu acho que podia ter o indie que ACHA que não se encaixa em nenhuma dessas vertentes, hehe, é exatamente o que falta.
esses comments estão ótimos!! Pena que não tem os indie-cops da Williamsburg Street… para descer a lenha! RsRsRsrsrsrsr!!
hahahahahaha caralho
adorei a radiografia indie
demais lucio, parabens!!
[insira comentário engraçado aqui]
Esse texto sobre as tribos, quer dizer “tentáculos” indies é tão Folhateen.
Adorei! Kkkk
ei lulu,diz ae quais foram os discos votados,não guarde não.
que porra de blog esse?
tá mais viado do que madonna
morri de rir com o post sobre que tipo de indie vc é, acho que me encaixei em 2 pelo menos
bom rir de si mesmo
entra no seu cu, que coisa mais ridícula
[...] Oldhan) e o Festival Trovadélica, realizado pela Alavanca em outubro passado. Até Lúcio Ribeiro, numa polêmica classificação das “tribos indies”, decidiu definir o que é um [...]
[...] Carne de Segunda) por Gustavo Benjão, hoje um dos guitarristas do grupo de, uhm, indie-carimbó (segundo o Lúcio) Do Amor, que o Bloody Pop entrevistou meses atrás. Benjão participou de todo processo de [...]
Senti a maior vergonha-alheia da minha lendo esse post. Se mata cara…