Wilco. Sonic Youth. Mallu mulher. Britney mulher. O indie-luxo. O indie-mega. Literatura indie. O Keane. O Coldplay. E um probleminha à toa com os vistos da Madonna.
* Post revisto, atualizado e ampliado. Vai, Brasil.
* Popload em Brasília.
* A capital federal, personificada na figura do figura Senhor F, está promovendo com debates e shows o festival El Mapa de Todos, com um interessantíssimo cruzamento-intercâmbio das cenas indies brasileira, peruana, espanhola, argentina, portuguesa, chilena. O festival começou na quinta e vai até o sábado. Nesta sexta, para dar um exemplo da importância do troço, três atrações de muito respeito, indie-wise: o nosso Macaco Bong (a banda que mais tocou este ano no Brasil, qualquer que seja o gênero e tamanho); o incrível Turbopótamos, indie-ska torto do Peru; e o histórico Babasónicos, da Argentina.
* Até aí, tudo bem. Escalação boa e tal. Mas este El Mapa de Todos dá a exata medida de quão abusado e incrível anda a articulação da armada independente brasileira. O festival é bancado pela megaempresa BrasilTelecom, discute música e o futuro da cultura tecnológica e é realizado num centro de convenções que é um resort. Vou repetir: resort.
De novo: o indie brasileiro sendo armado num resort.
* Essa história de abuso indie é sério. Estou devendo o relato do Goiânia Noise Festival, que aconteceu na semana passada e, para mim, claro, representou o “turning point” da passagem de nível da cultura independente brasileira. Lá embaixo eu explico.
* MALLU MAGALHÃES T.U.M.U.L.T.O. - Você achava que a Mallu foi muito falada neste ano? Hahaha. Espere só este final de semana acabar… Melhor, até segunda-feira. Você reparou de sexta-feira para cá? Algo me diz que o show dela no Studio SP, no próximo dia 11, espécie de lançamento oficial de seu primeiro CD, vai ser histórico em vários sentidos…

Mallu Magalhães, em foto de João Wainer, publicada na edição de outubro da Revista Bravo!
* RADIOHEAD NO BRASIL - E aí? Tenso com a venda dos ingressos quinta/sexta?
* COLDPLAY 6 SHOWS E AS DATAS DO KEANE - Primeiro a gente soube e informou aqui que o Coldplay ia baixar no Brasil em março, para uma turnê grande. Agora a gente já tem o provável número de shows que a banda do… do… Chris Martin: seis. Dois em São Paulo, dois no Rio, um em Porto Alegre e outro em Belo Horizonte.
Sobre o Keane, primeiro um problema meu com a banda. Eu fui a um show deles há pouco tempo em Londres e não gostei nada. Era principalmente música do álbum novo, que eu achei fraco e, no máximo, “mais do mesmo”. Mas (quase) todas as críticas que eu li falaram bem do disco. E amigos meus que eu respeito ADORARAM o CD. Vou ouvir mais o CD e volto a este assunto.
Agora as possíveis datas dos shows deles na América do Sul. Em março!!! Coladas ao Radiohead. E, repare, não tem São Paulo. Será que é birra da banda comigo?
Mar 14 – Santiago – Arena Santiago CHILE
Mar 16, 17 and 19-Buenos Aires – Luna Park ARGENTINA
Mar 21 – Porto Alegre – BRAZIL
Mar 23 – Rio de Janeiro – BRAZIL
* SHOWS INTERNACIONAIS 2009 - Vamos organizar a parada. Confira como está se desenhando o primeiro semestre de atrações gringas no Brasil. Já falei do Of Montreal, né? Não?
- Little Joy – Fechado. Entre 23 e 31 de janeiro. Shows em São Paulo, Rio, BH e Salvador. Talvez Recife.
- Amy Winehouse – fevereiro. A cantora-problema deve vir para Rio e São Paulo neste começo do ano. Se estiver em condições para tanto.
- Radiohead – março. Dois shows: um em SP, um no Rio. Confirmado oficialmente.
- Coldplay - março. vinda acertada. falta definir se são mesmo seis shows.
- Wilco – abril. Dois shows, pelo menos. Confirmado.
- Sonic Youth – maio. Confirmado.
- Of Montreal - maio. Praticamente confirmado. Festival com Silver Jews (100%) e Born Ruffians (praticamente).
- Oasis – Fortes indicios de shows na América do Sul no primeiro semestre, provavelmente perto de abril.
* MADONNA NÃO TEM VISTOS PARA O BRASIL - Xiiiiii. A Popload apurou que a megastar Madonna, que inicia no Rio de Janeiro, no próximo dia 14, uma série de cinco shows, ainda não conseguiu vistos para ela e para sua trupe de 128 (cento e vinte e oito!!) pessoas adentrarem o país. É óbvio que a Madonna vem nem que seja com intervenção do Lula, mas a “operação visto brasileiro”, há menos de duas semanas das apresentações, será retomada nesta segunda-feira em três frentes: Brasília, na embaixada brasileira da Argentina, porta de entrada da cantora na América Latina, e Santiago, de onde ela virá ao Brasil. Com trés dos cinco shows com ingressos esgotados (dois no Morumbi, um no Maracanã), brincar com essa história de visto a uma hora destas não é nada engraçado.
* BRITNEY ME BABY ONE MORE TIME - A nova edição da revista “Rolling Stone”, a americana, traz na capa a versão mulher da Britney, com o título inspirado/adaptado no mote do Obama: “Yes She Can”. A ex-santinha e agora, dizem, ex-endemoniada Britney Spears volta a se dedicar mais às páginas musicais que às dos tablóides, para variar. Britney volta forte ao pop a partir desta semana, com a chegada do novo disco “Circus” às lojas e um documentário na MTV. Ela é capa do “hot issue” da “RS” americana.
O pior não é nada… O grande hit da Britney Spears, “…Baby One More Time”, já está completando 10 anos. Como o tempo passa cruelmente. Não vai demorar muito e vou estar falando aqui sobre a festa de 30 anos da Mallu Magalhães, na qual o Bob Dylan foi convidado e cantou especialmente para ela, para comemorar também o lançamento do sétimo álbum da terceira esposa do Junior…

* FRANZ FERDINAND: SHOW PARA POUCOS - Nesta segunda-feira, no famoso clube londrino The End, a atração da festa Durrr será a banda escocesa Franz Ferdinand, que se apresenta ao vivo em uma pista tipo a do Vegas, em São Paulo. Ou seja: correira, confusão, tumulto e tapa na cara. O preço da entrada na Durrr, festa que substituiu a hisórica Trash (de Erol Alkan), é de 4 libras, tipo R$ 14. No site da festa, a Durrr pede para as pessoas realmente chegarem cedo. Esse show micro do Franz Ferdinand no coração de Londres deve render na terça vídeos incríveis no Youtube.
* SERIADOS LANÇAM O INDIE PARA AS MASSAS - Provavelmente você nem é do tempo em que música nova só passava na MTV. Juro, a vida foi assim um dia. Hoje você tem o MySpace, o Youtube, a rádio-twitter Blip, o Hype Machine, milhares de blogs de mp3 etc. Não dá para reclamar: conhecer uma banda nova está na ponta do mouse. E do controle remoto também!
Nos EUA, desde o seriado “The O.C.”, não se via, quer dizer, não se ouvia tanta coisa boa na TV. Os seriados são o MySpace da TV ou estou viajando muito? Ou você nunca se pegou dando um Google naquela música que tocou no meio do “Gossip Girl” para saber de quem era? As séries viraram não só uma plataforma para bandas novas, mas também ponto de encontro para bandas mais “independentes” e bacanas. O grupo canadense Tokyo Police Club, por exemplo, acaba de participar do seriado de mulheres neuróticas “Desperate Housewives”. Em carne e osso, e não apenas em ’som’. O episódio foi ao ar no dia 16 de novembro nos EUA, e além de aparecerem (e falarem!), os meninos da banda tocam uma música “ao vivo” e outras duas são tocadas na trilha. A mesma sorte teve o Kings of Leon, com também três músicas do disco novo, “Only by the Night”, bombando no seriado jovem mais cool (e, hum, quente) da TV, o “Gossip Girl”. Até o brasileiro CSS ganhou sua devida homenagem e teve uma música no seriado “Privileged”, que acaba de estrear no Brasil pela Warner Chanel. O novo “Barrados no Baile” mandou um Kanye West e acho que isso diz muito sobre o seriado.
* E para ver muitas dessas bandas se apresentando ao vivo, é só dar uma passadinha no talk-show do David Letterman (aqui no Brasil pelo canal GNT). Elas estarão por lá, naquela canja tradicional no final das entrevistas. Fácil, não? E, se não forem elas, alguém muito parecido com elas (explico: em novembro o programa teve a genial idéia de fazer uma semana inteira dedicada a bandas cover).
* Até em programa de gastronomia o indie está pegando. O esquentado reality show culinário “Top Chef”, em seu episódio especial de Ação de Graças, colocou como jurados os integrantes da banda Foo Fighters! Já tem no YouTube.
* Isso sem contar as bandas que resolveram lançar música via Guitar Hero (tem até remix exclusivo!), o Guitar Hero da Disney (”Ultimate Band”) que vem com músicas do Pixies (mais Radiohead, White Stripes etc), joguinho de snowboarding com trilha de MGMT e Ting Tings, e o Rock Band 2 que vem com um pack do Racounters para download. Ufa. Já comecei a achar aquela história de baixar música na internet ultrapassada demais.
* POPLOAD E A LITERATURA INDIE 1 - O indie brasileiro está tão metido que já tem até livro de crônicas. O baiano Ricardo Cury, ex-baterista da grande banda Brincando de Deus (fala aí, Messias!), está lançando lançou em São Paulo no sábado o incrível “Para Colorir”. O livro a mim me foi recomendado pelos chapas Fábio Massari e Alvaro Pereira Junior, para você ter a idéia como a coisa é SÉRIA. “Para Colorir” é um apanhado em formato de autoparódia das vááárias desventuras se Cury na “assustadora” São Paulo, percorrendo jornais, revistas, clubes, rádios, galeria do rock só para entregar o disquinho da então sua banda, a ZecaCuryDamm. Eu e o Álvaro adoramos a parte que Cury conta que foi esnobado em diversos lugares que apareceu sem avisar para deixar o disco, inclusive a “Folha de S.Paulo”. “Para Colorir” não é só exclusivamente sobre ralação indie, mas é também isso. Qualquer cara que tenha uma banda nova devia ler, obrigatoriamente.
O lançamento de “Para Colorir” acontece neste aconteceu no sábado, 16h, na cool Livraria Pop, na Vila Madalena, em São Paulo. Sinta-se convidado a ir e a visitar o blog de Cury.
* POPLOAD E A LITERATURA 2 - Já no próximo dia 4, na mesma Livraria Pop, o jornalista-designer pop Daniel Motta lança seu livro “Poptogramas Brasilis”. Em 2005, Motta veio com “Poptogramas”, um livro com pictogramas de bandas e artistas internacionais (lembrando que pictogramas são os bonequinhos universais que sinalizam homem e mulher na porta de banheiro). Agora surge os bonequinhos que representam a cena brasileira. Tipo este aí abaixo, dos Mutantes.

* A NOVA ORDEM PAULISTANA - Três pequenos grandes nomes do indie de São Paulo se apresentam em uma festa de Natal underground no próximo dia 20, no gigante União Fraterna, um espaço antigo de bailes e eventos que fica na Água Branca. Os prodígios Holger, Stephanie Toth e Homiepie fazem show de encerramento do ano indie nacional, em palco armado no salão de festas, com ingressos a R$ 10 (antecipado). As três gratas revelações do ano em São Paulo terão ainda a companhia no palco do importante Grenade, veterana banda de Londrina, que fará uma apresentação especial: ao moldes do Sonic Youth, tocará na íntegra as músicas de sua primeira fitinha cassete, “Child’s Introduction to Square Wave”, a demos que espalhou, nos anos 90, para divulgar a então banda nova. Classe. A cantora pernambucana Lulina completa a lista de atrações da festa indie de fim de ano, minifestival que tem até um nome: Le Pastie de la Bourgeoisie. Falaremos mais disso depois.
* GOIÂNIA NOISE E O XEQUE NOS MEGAFESTIVAIS - Desde os anos 90, tenho oportunidade de ir a festivais de música em países gringos. E, a partir de 2000, desde que a música independente nacional cresceu, apareceu e se organizou com a ajuda da internet, ando por uns festivais indies brasileiros aqui e ali. O negócio é que eu sempre tratei festivais gringos de uma maneira. E festivais brasileiros de outra. Tipo campeonatos de futebol da primeira e segunda divisões.
Os gringos, mesmo os menores, sempre mexeram com dinheiro suficiente, escalações inspiradas, organização atenta a tudo, divulgação inteligente, intercâmbio e discussões sobre as cenas musicais.
Aqui, geralmente, com algumas exceções em alguns quesitos, sempre foram festivais heróicos, na raça, “do jeito que dá para fazer”, com uma estrutura que continha muita vontade mas bem pouco dinheiro, um amontoado de bandas em algum lugar tocando com equipamentos de som montados assim-assim.
Série A e Série B.
Acontece que 2008 está mostrando que, com festivais absurdamente em crescimento como o indie-autoral No Ar Coquetel Molotov (Recife) e este indie-geral-porra-louca Goiánia Noise, que aconteceu no último final de semana no Centro-Oeste do país, essa história de primo pobre/primo rico na concepção e gestão de eventos independentes lá e aqui já quase não existe mais.
O total independente No Ar Coquetel Molotov e o Goiânia Noise, um dos fortes puxadores da Associação Brasileira de Festivais Independentes (Abrafin – do Abril pro Rock/PE, Eletronika/MG, Porão do Rock/DF, DoSol/RN, Boombahia, Calango/MT, Demo Sul/PR, Humaitá Pra Peixe/RJ, entre uns 15 outros festivais), chegaram a níveis inimagináveis há, vamos dizer, três anos. E a curva deles está claramente na ascendente.
E vai além. Veja esta edição do recém-acabado Goiânia Noise, por exemplo. Festival de três dias, dois palcos, uma série de atividades, foi realizado no absurdista Centro Cultural Oscar Niemeyer, um enorme espaço de construções geométricas instalado num canto qualquer de Goiânia.
Nunca vi uma preocupação tão grande com a qualidade sonora de um evento indie, com resultados excelentes e ultrapassando até o alcançado por bons festivais indie-profissionais como o Abril pro Rock (Recife) e o Porão do Rock (Brasília).
Como se isso já não bastasse, a escalação dos 10 (DEZ!) nomes estrangeiros, mais as 34 bandas nacionais, velhas, novíssimas, revivals, revelações, locais e de todo lugar foi inspiradíssima a tal ponto de causar inveja a festivais gigantes e indinheirados do calendário brasileiro de shows.
O ciclo de discussões sobre tudo o que afeta a música independente brasileira e seus convidados gringos (donos de festivais, membros de bandas, jornalistas) mostra a preocupaçáo do Noise em particular e da Abrafin em geral com o intercâmbio cultural e de logística com quem mais sabe fazer festivais no planeta.
De novo, festivais como o pernambucano No Ar Coquetel Molotov e o goiano Noise, além de puxar para cima a preocupação com qualidade e boa programação dos hoje incontáveis festivais independentes brasileiros, colocam na parede os abastados, imensos (mas quase sempre sem alma) megaeventos de música do país. Porque o público, no fim, é o mesmo em sua base. E essa rapaziada não está mais se deixando enganar.
Estou curiosíssimo para ver como vão ser os festivais de 2009, indies, indies-indies, indies-mainstream ou o que for.
* Porém, parece que a versão paulista do Noise, uma espécie de míni-Goiânia Noise, padeceu por sua logística equivocada, sonoridade malcuidada em um lugar esquisito.
* No Goiânia Noise, vale destacar, quase não teve show “médio”, dentre os que eu vi, pelo menos. Dificilmente neste ano no Brasil teve um show tão bom quanto o do grupo canadense Black Mountain, em uma perspectiva indie. O escocês Vaselines, se seu som já está menos urgente e datado, emocionou por mostrar no palco o grande Eugene Kelly, sua parceira Frances, os belle&sebastians e o Michael Franz Ferdinand na bateria. O show punk dos catarinenses do Ambervisions, “o melhor do festival” por eles mesmos, foi um acontecimento. A já “internacional” dupla eletropop Lucy & The Popsonics, de Brasília, fez uma incrível apresentação suja e veloz. O Holger mostrou que vai ser a melhor banda indie brasileira em 2009. Os caseiros Black Drawing Chalks, novinho, e o MQN, foram absurdos no peso e no envolvimento com a galera.
A palavra certa para descrever o MQN é “celebração”. O belga Motek, que vi em performance só na salinha-estúdio para sessions de rádio, foi a melhor indie-trip do Noise. O violento Black Lips, que já vi em performances mais detonadoras, foi (”só”) bem bom, mas deixaram a anarquia na Georgia. Os velhos-de-guerra Frank Jorge e Mickey Junkies foi um prazer de ver. Os paulistanos Guizado e Continental Combo chamaram a atenção goiana com bons shows. O carioca Gangrena Gasosa a-pa-vo-rou. Vou parar porque o post tem que acabar.
* Acabou.
Autor: Lúcio Ribeiro - Categoria(s): Blog Tags:







Goiania só tem índio e festas de Psy Trance!!!
Cadê o publico Rock??
Poupe-me né… Uga Uga!
Cury é genial!
Of Montreal passou batido pra todo mundo que leu a coluna, hein? E eu aqui, surtando sozinha. Vamos pagar pra ver se eles realmente virão.
sacanagem….
goiania mostrando a sua cara e a sua importancia
com o melhor festival independente do brasil
e nem coldplay, nem radiohead , nem amy w. vem pra ca!
desde quando foo figthers eh indie? seu “conceito” de indie já ta virando “casa da mae joana”…daki a pouco vai dizer q madonna eh indie tb…
Generalização????
Concordo com “eu mesmo” (o anterior a meu post).
Caro redator, seria mais sábio rever seus conceitos, pois uma banda tão antiga e respeitada ser classificada como ìndie não é algo tão simples assim.Nada contra o indie rock, pois ouço bastante, mas convenhamos que o estilo da banda do Dave Grohl não associa-se a Stereophonics ou Malu Magalhães.
Além do mais, vejo que qualquer pop referido no post do blog é “indie”.
Assim parece que vc só tem esse “rótulo” no reu “riquissimo” vocabulário.
Segundo sua ideologia, poderíamos classificar talvez Jota quest como mais uma banda do cenario Indie nacional.Ou então Iron Maiden seria brit rock, apenas pelo fato de ser originária da
Inglaterra, ou então “algumacoisaindie”
Pop rock, brit rock e indie são próximos, mas nem sempre iguais.
Corrigindo,
Brit rock, Britpop poprock e indie tem proximidade geográfica apenas, não sendo um motivo indiscutível para aproximá-los tanto e acoplá-los ao “indie” .
Realmente a grande maioria do público paulista é ridículo.
Sou de Salvador e qualquer banda que venha aqui as pessoas recebem de braços abertos, sem essa coisa bichinha pão com ovo groupie de São Paulo.
2 semanas pro show da madonna e já tinha gente com barraca armada para o show, isso é coisa de pessoas doentes, sem o que fazer na vida pelo amor de deus, dêem mais amor a vida de vocês galera!!
Assaltaram minha namorada em plena paulista, os policiais são muito babacas, aqui o coro come.
E o lucio sempre empurrando essas bostas “pagas” pra o povo consumir.
Antigamente era o CSS e o Bonde do Rolê, pq não fala mais neles??? Cansou né?? Pararam de pagar o jabá dele
Esse Holger é outra banda que paga pra entrar na mídia, o que essa banda tem que o Mombojó e Móveis por exemplo, não fazem melhor?
Nunca leio sobre bandas bacanas de verdade como Nação Zumbi ou Mutantes, sempre alguém desconhecido do publico.
Mostra a verdadeira cara do brasil lucio! Vem pro nordeste e conheça o nosso rock tb, para com esse exclusivismo em SP.
Por falar nisso pq vc nao fala mais no CSS? Brigou com eles?
demais seu texto!
Alguem viu os comentarios sobre um possivel show do Oasis em Teresina? Tá no OasisNews.
=)