The Ones I Love – Radiohead, REM e o Planeta Terra
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BREAKING NEWS RADIOHEAD
CHILE ANUNCIA DATA OFICIAL E JÁ VENDE INGRESSO; BRASIL E ARGENTINA CONFIRMADOS

O Chile começa NESTA TERÇA-FEIRA, dia 11, a venda dos ingressos para o show da banda Radiohead em Santiago, que acontecerá no estádio San Carlos de Apoquindo. A Argentina deve anunciar nos próximos dias a data da apresentação do grupo de Thom Yorke no comecinho de abril, para o Quilmes Rock Festival. A(s) data(s) do Brasil pode(m) ser ou entre Santiago-Buenos Aires ou logo após a passagem argentina da turnê sul-americana do Radiohead. Nos próximos dias devemos ter uma idéia mais clara de como se dará a etapa brasileira da tour mais esperada dos últimos tempos.
O site oficial da banda já entrega a confirmação oficial para Brasil e Argentina, apesar de não informar nada sobre datas e locais. A tensão continua.

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* Voltamos agora com a nossa programação normal…
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Ruby, Ruby, Ruby, Rubeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeee
* Respondendo a pergunta feita no post anterior: Foals!!
* Então ficamos assim: Rapture 2007, Foals 2008. Para o Planeta Terra 2009 fica a sugestão de “melhor show do ano que vem”: Friendly Fires (que nem tem performance ao vivo tão espetacular assim, mas até lá eles aprendem) .
* O Planeta Terra é um excelente festival? É. Ele tem problemas? Tem.
* TOP 5 POPLOAD – O CAP, Conselho Aleatório Popload, elegeu os principais shows do festival. Não reflete necessariamente minha opinião, viiiiu. Nem vi Breeders. Acho que o Animal Collective, mesmo com o som embolado do começo, merecia estar aí no Top 5. Mas preciso respeitar os conselheiros.
1. Foals
2. Breeders
3. Kaiser Chiefs
4. Spoon
5. Felix da Housecat
* AUMENTA ISSO AÍ - Rapidinho e antes das considerações gerais, eu achei o seguinte: do pouco que eu vi, a performance do Offspring, o patinho feio do festival, estava bem honesta. Assim como foi a da principal atração do evento, o Jesus & Mary Chain. O tempo se mostrou cruel para as duas bandas, mas a força das canções de ambos os grupos garantia o astral (força essa mais das músicas dos escoceses que da dos americanos, óbvio). Tanto Offspring quanto J&MC pareciam estar numa rotação mais devagar um pouco do que o gás que costumavam dar no palco no passado, mas um grande problema do Planeta Terra prejudicou as duas atrações, na minha opinião muito mais o grupo dos irmãos Reid. O som do palco principal era muito baixo. E um guitarrista como William Reid, cuja guitarra mudou o rock independente de certo modo, não podia ter o som de seu instrumento tão limpinho e equalizado no mesmo volume com o baixo e a bateria. É tipo trazer o Jimi Hendrix e não privilegiar a guitarra do cara. No grande show da volta da banda, no Coachella Festival 2007, foi exatamente o que fizeram: guitarra no talo. Gás no Jesus. Aí sim o Jesus & Mary Chain não ficou parecendo uma banda cover de Jesus & Mary Chain. No PT, foi um show bonito, porque as músicas são bonitas. Mas poderia ter sido tão bem melhor…
Detalhe: todas as bandas trouxeram seus técnicos de som ao Planeta Terra.
* PLANETA TERRA 2008 – O QUE VALEU. E O QUE NÃO…
- WIN:
- a correria para pegar o comecinho de um show legal (i.e., Foals) tendo que dispensar o hit no final de outro show legal (i.e., “ Just Like Honey” , dos Mary Chain). Ai sim deu a sensação de estar num festival de verdade.
- a estrutura continua campeã. O PT é “ O” festival. Pena que a Vila dos Galpões vai virar um shopping center e o Planeta Terra vai mudar de lugar.
- ver a alegria dos tiozinhos café-piu-piu a cada acorde do Jesus. Air Guitar em câmera lenta quase.
- Bloc Party bem mais animado que na Argentina, mas ainda bem mais desanimado do que a gente esperava.
- FOALS, esse sim, o melhor show do festival e, sem exagero, o show do ano (qual foi o outro show do ano mesmo? Hives?). Lotou a tenda indie, conquistou quem conhecia e quem nem sequer sabia que eles existiam. Incrível. Daí você sai do palco principal, com um Jesus quase operando por instrumento e com um público mais reagindo por nostalgia que empolgação, e cai ali, na tenda fervida do Foals. Cada um na sua, mas nunca um show foi tão na hora certa como esse. Começou com algumas cabeças se mexendo e terminou com a tenda inteira dançando. E a criançada estilo público Mallu Magalhães que sabia todas as letras? De onde elas vêm? A maior troca de energia banda-público-banda do festival.
- Bloc Party e Kaiser Chiefs tinham que ter tocado no palco indie, que é o lugar deles. Aí a coisa seria nervosa. Palco grande é para banda gigante. Enfim, não ia caber e não podemos ter tudo. Mas seriam outros shows.
- sair no finalzinho já meio capenga do Bloc Party e chegar a tempo de ouvir “Cannonball” no show do Breeders. Bateu um pequeno arrependimento de não ter ido antes. Kim Deal emocionada no violão e muita gente cantando junto.
- Kaiser Chiefs: apesar do som baaaixo demais, aglomerou a população flutuante do festival com uma seqüência de hits non-stop. Show quadradão e sem alteração alguma com o de Buenos Aires, mas divertido e intenso. Ok, a gente não precisava de tanto cofrinho exposto e o vocalista Ricky Wilson demonstrava um pouco demais o cansaço acumulado: a voz falhava, estava ofegante e quase que aquela calça skinny não aguenta tanto sobe e desce… Mas ninguém se importou com isso. Fechou bem o dia.
- FAIL:
- a correria para pegar o comecinho de um show legal (i.e., Foals) tendo que dispensar o hit no final de outro show legal (i.e., “Just Like Honey” , dos Mary Chain). Festival é assim…
- falta de sinalização clara nos portões de entrada e staff mal informado do lado de fora do evento.
- cadê os sorvetes Rochinha?
- o som baixo demais do palco principal. Dava até para marcar encontro pelo celular sem precisar berrar.
- desastre sonoro no show do Animal Collective, parece que causado por um integrante da técnica da banda. O que seria um dos shows do festival, acabou morno. O desencontro da mixagem no começo fez a banda perder umas três músicas do seu set. As duas primeiras canções saíram completamente emboladas e a banda tocou de mau humor e saiu espumando do festival. O Animal Collective já faz um show esquisito e fora dos padrões, mas aquilo foi esquisito “ from hell”.
- hummm. Spoon foi o show da vida de muita gente, como ouvi de amigos. Tenho até vergonha de dizer que achei bom-normal, às vezes arrastado.
- Bloc Party se desculpando pelo playback e por ter desrespeitado “an entire nation” por causa da farofada da MTV foi um pouco demais. Bastava ter feito um show mais empolgante e estava tudo certo.
- Offspring temendo exposição de rugas e proibindo as fotos do fosso dos fotógrafos.
- Transmissão do festival no site vazada nos telões do palco principal. Aquilo foi um pouco vergonha alheia demais. Aquele convidado bizarro era o Silvinho BlauBlau?? Erraram todos os nomes de música, quase. Até os nomes DAS BANDAS. Kaiser Chiefs virou Kaiser Chelfs, ou algo do tipo. Um cuidadozinho básico em que o festival vacilou.
* COBERTURA POPLOAD PLANETA TERRA – Textos: Lúcio Ribeiro e Ana Bean. Leitores convidados: Itaici Brunetti (texto) e Ulisses Barbosa (fotos). Chinfras: Alisson Guimarães.
* FOTOS - Clicou nas imagens da galera?
Foto: Mariana De Biase
* ENQUANTO ISSO, NO RIO DE JANEIRO: BLOC PARTY – Aêêê sim, Brasil. O show esperto, indie, bem colocado que a banda Bloc Party fez no Circo Voador, nesta segunda, BOMBOU. Palco menor, banda animada, público “violento”. Tudo em seu verdadeiro habitat. Agora sim foi o Bloc Party que a gente conhece beeeeeeeeem. Olha a loucura. No sábado, show burocrático. Na segunda, histórico.
* REM – NÃO VOLTE PARA ROCKVILLE!!! - O histórico REM encerra nesta terça sua turnê brasileira, em São Paulo, uma série de duas apresentações na cidade. Na noite de segunda, no bis, eles tocaram “(Don`t Go Back to) Rockville”, música que não chega a ser uma surpresa do setlist, mas é muito especial para quem acompanha a banda de Michael Stipe desde o começo. Ela chega a ser tão… especial… que até a assessoria do show nem colocou ela no email de divulgação à imprensa. “Rockville”, que nem é mais cantada por Stipe em shows, tem a voz do baixista Mike Mills e apareceu no bis do show de segunda no Via Funchal. Foi Mills quem fez a canção em 1984 para sua namorada, tentando fazê-la mudar de idéia e não retornar para Rockville, Maryland. Só este country-pop choroso já vale a ida ao Via Funchal nesta terça.
* De todo modo, tem as outras tantas músicas incríveis do REM. Tipo esta:
* CHEGA - Ia botar mais coisas pop aqui, inclusive uma promoção de camiseta cool. Mas fica tudo para o próximo post. Até!
Notas relacionadas:
















é isso vamos trabalhar!
o show do spoon, pra quem viu, foi lindo!
Discordo frontalmente. Primeiro, é importante mencionar meus elogios ao Festival. Foram chamados bons nomes disponíveis no ”mercado”. O problema é justamente esse: o mercado. Simplesmente, o que temos hoje são bandinhas descartáveis, feitas para durar quatro anos. Kaiser Chiefs, Bloc Party, os neófitos SPOON (música sem refrão não dá) e FOALS (muita pose, pouco rock) estão na vanguarda indie, porém, arrisco dizer que mereceram uma menção bem tímida na história do Rock. A cena, em suma, tá muito fraca.
Não gosto de discurso saudosista mas quem salvou mesmo o meu ingresso e o meu ticket de avião para Sào Paulo foram os grandes Jesus And Mary Chain e o excelente Breeders. Acho que quem viu os shows desse pessoal aprendeu valiosas lições.
Finalmente, Vanguart é legal, os caras se vestem bem, tem estilo, são a melhor banda brasilieira e tudo mais mas devo dizer que suas músicas são muito chatas. A banda é boa mas as músicas sào ruins (paradoxo que me lembra do Suede).
ps: OFFSPRING péssimo e Mallu Magalhães enjoa na terceira música.
Abraços de Brasília.
Ademir Junior.
FOALS!
ademir, vai tomar no cu, indie velho e chato.
Sou de Bh, fui no terra, jesus e breeders arrebentaram, spoon foi massa, foals eu não vi, offspring foi Ok, e kaiser chiefs é impressionantemente pop…talvez isso explique boa parte do que é o “indie” hoje em dia…e o bloc party o pouco que vi estava muito bom…pena que vazei pro breeders…novamente, é um absurdo o jesus tocando as oito e meia….brincadeira…eles tinham que ter fechado…e o som do palco principal tava muuuuito baixo…dava pra conversar na frente do palco…o do indie que eu ouvi (breeders e spoon) tava bem melhor…mas o que mais me impressionou foi a apatia blasé do público paulistano…neguim fica balançando dois pra cá, dois pra lá, todo mundo paradinho, com roupinhas novas,caretinha, olhando o show como se estivesse numa peça de teatro…sei lá….público desanimadaço, só pula em hits e parece público do show da sandy e júnior….pop demais, comportado demais…e a quebradeira, bebedeiras, mulheres loucas, galera se matando na pista…nã nã nã… mas esse povo indie é assim mesmo não???…meio gay, meio “cult”, inofensivo e chato pracaraleo…tipo o som que rola nas baladas ae…enfim, saudades dos anos 90….
JESUS!
ademir, meu caro, vc fala que spoon é neófito, mas eles têm cinco discos, muito bons, com música diversificada, minimalista e vibrante (muitas delas com refrão, haha, mas muito além disso). vc pode ter a opinião que quiser, mas, pelo menos, ouça a banda ou se informe antes de abrir a boca.
Concordo que o povo de São Paulo é muito chato.
Acredito que banda e local contam também, um show pequeno em lugar fechado tende a ser mais explosivo.
Por isso que pra mim o melhor show do festival foi o do Breeders – que conseguiu levantar a galera (chata de SP) não só nos (poucos) grandes hits (indies de 10 anos atrás).
hahahahahahaha
“Foals (muita pose, pouco rock)”
que coitado esse cara aí de cima. deve ser mais um tedioso saudosista…
nem, preguiça desse discursinho. vai tomar um viagra filhão!!!
e dizer que o show do jesus FOI INCRIIIIIIVEL, nem venha, não foi mesmo. eles estão fraquinhos, desanimadinhos, ganhando a grana merecida deles e é isso. Não chegaram nem perto, por exemplo, do show do Devo ano passado. Esse sim, ainda em cima pra caralho. E olha, eu estou dizendo isso e GOSTO MUITO DELES, aliás VI O SHOW DO JESUS INTEIRO E ME ARREPENDI, porque perdi o começo do foals.
Eu, que saí, literalmente correndo pra ver todos os minutos possives do foals e vi menos de meia hora não tive duvidas que o show daquela “bandinha” foi imensamente mais vital, mais urgente, mais vivo do que o do jesus…
Para com essa besteira de que todas bandas novas são ruins, isso é muita burrice e muito maniqueísmo. Sempre haverão, como sempre houveram bandas ruins e boas. Imagine ter que ouvir sempre as mesmas bandas velhas? que coisa horrivel.
No final das contas só da para rir desse tipo de comentário.
Pra esse pessoal que ta vaiando o povo paulista/paulistano, vao se foder!!!! rs…
A “galera chata” de sampa, como foi dito, levantou no show do Offspring, ou sera que estou enganado, o tempo fechou la.
Bloc Party realmente e uma bandinha safada, tem musicas legais nos discos e tal, mas ao vivo, muito chato. Vestimentas pessimas, bermuda, neguinho tocando sem camiseta, parei!! Ingles que e ingles tem pose, a exemplo do Kasabian ano passado, figurino impecavel, camisa e tal. O Kaiser Chiefs tava mais a carater, mas mesmo com toda boa vontade do vocal nao empolgou o que se esperava.
Pelo jeito o show do Jesus foi um dos melhores mesmo.
No geral o festival e bem organizado, horarios, cerveja a R$4 mangos (razoavel), plantinha que tira o cheiro de mijo rs…, comida bacana, apesar das filas, lugar pra descansar etc…
Abraco!
Digo e repito: valeu cada kilômetro percorrido do Rio à São Paulo pra assistir o show do Jesus. Sim, é verdade que a banda tava meio cansada, mas foi uma longa maratona essa semana de shows pela América do Sul (fora o México) que os Reids passaram. Afinal, o William tem 50 e o Jim tem 40 e muitos. Mas mesmo assim (e com o som baixíssimo) foi o melhor show da noite. Só fiquei puto com a organização por ter posto 1 hora só pro Jesus e 1 hora e meia pra MERDA do Offspring e 1 hora e meia pro Kaiser Chiefs, que foi até divertido mas 1 hora era o suficiente. Ah, e o já citado som baixo. Sorte que fiquei num ponto excelente, perto do palco e das “caixas de som” hahahaha.
O show do Breeders foi o segundo melhor, mas pqp, que histeria!!! Bando de groupie gritando nos meus tímpanos. A única decepção foi não terem tocando aquele cover esperto da Gigantic, mas valeu a pena… os clássicos foram foda! Só não peguei a Saints pq tinha saído correndo pra pegar um bom lugar pra assistir o Kaiser. Enfim, fora os percalços, muito boa a organização. Outra excentricidade foi a variedade de público. Era divertido ficar sentado e observando. Desde gente que só foi pra ver o Offspring até gente que foi sem nem saber do que se tratava.
De resto, concordo com o que o Ademir falou,
Indie is dead, but i believe in JESUS =D
o melhor show de sábado foi da kylie minogue =]
Ah, e também concordo com o Junim sobre a apatia. Mas não foi em todos os shows. Mas no Jesus, pqp!! Acho que eu era a pessoa mais empolgada e que mais conhecia quem tava no palco num raio de 20 ou 30 metros huahauah. Mas foi MUITO bom, deixou um puta gosto de “quero mais” hauhauahau, mas é quase uma utopia pensar em outro show deles aqui.
Lúcio! Pelamordedeus, tira o Felix desse top five aí e põe o Jesus! O gato de casa foi constrangedor de ruim! Apelou até pra Bob Marley e Fischerspooner (Emerge). Fiasco. Não te vi por lá, mas tive notícias. Abraços.
1 – FOALS (Surpreendente e poderoso!)
2- BREEDERS (Assim que se faz rock. Eles se divertiam e nós também.)
3 – KAISER CHIEFS (Bateu o cartão, fez o que veio pra fazer.)
4- JESUS MARY CHAIN ( Esperava um show mais sujo e barulhento, como nos velhos tempos.)
5- SPOON (Ótima trilha sonora para uma conversa com os amigos.)
6- OFFSPRING (Nunca fui muito fã.)
7- BLOCK PARTY (BUUUUUUUU! Não adiantou pedir desculpas.)
O restante não ví porque não tenho mais saco pra 10 horas de festival.
O som do main stage deixou a desejar. E as filas pra comer também. A solução foi realmente tomar muita cerveja pra passar a fome.
Para Ademir:
*FOALS (muita pose, pouco rock)
ahnnnnn??????
cara, vc não viu o show então…
show do animal collective foi absurdo. não consigo mais ouvir música, porque nada chega perto do que foi aquela apresentação.
Poh Lúcio e o tal texto sobre os indies no interior?
Você já postou e eu perdi ou você esqueceu ?
cadê??
Perdi um grande festival. Com ctz…
que pena!
bom, pelo menos tem Offspring em Curitiba na quarta, pra um EXCELENTE consolo :)
O show do Foals foi insano. Incrível!
Eu cantei e pulei até ficar rouca e encharcada de suor, assim como uma boa galera em volta. (pra aqueles que acham o povo de SP chato).
O bloc party tem musicas boas mas o show não conseguiu passar do legalzinho.
O Kaiser Chiefs conseguiu terminar de acabar comigo e me deixar sem voz até hj.
No show do Spoon eu tava na grade e foi tão animado que a garota do meu lado não parava de bocejar e um outro garoto conseguiu ficar sem se mexer durante a apresentação toda! Não merece quarto lugar!
Mas a conclusão é que depois do foals nada mais importa.
Maconha! hehe