O Tim em São Paulo, o Tim no Rio e a vida pós-Tim (final)
((((atualizações finalizadas. Ninguém entra, ninguém sai.)))
* Popload no Rio, Popload em São Paulo.
* Wake up, Mr. West!
* Alô, Brasil. Tirei folga para o Tim, percebeu? Aproveitei que meu computador pifou e desencanei. O computador está morto. Viva o computador (novo).
* REPÓRTER POPLOAD NO PLANETA TERRA - Começando pelo fim, aqui vai a proposta de emprego Popload. Quer entrar credenciado de “imprensa” e ajudar o blog na cobertura do festival Planeta Terra? Temos duas vagas para os interessados no “emprego do ano”. Peça aí nos comentários ou mande seu “curriculum” no email lucio_ribeiro@ig.com.br. Concorra tranquilo. Sou um chefe bonzinho. É a Popload ajudando o país neste momento de crise.
* TIM FESTIVAL - Tem algo de muito errado ou de muito certo no mais importante e abastado festival brasileiro quando as melhores apresentações do evento são feitas por um maluco que faz show-gincana (esse cara com o microfone aí embaixo) e por uma banda de indie eletrônico delicada e com o show mais simples do mundo. Falo do absurdista Dan Deacon, de Baltimore, que controla suas maquinárias de barulho de cima de uma mesa e do Junior Boys, do Canadá.
Me refiro às apresentações de ambos no Rio. E excluo da lista de predileções as performances de jazz, que não vi.
* TIM FESTIVAL NO RIO, PLANETA TERRA EM SP - Não tem jeito, polarizou. Por mais que a organização do Tim Festival não queira isso, por mais que não seja do interesse da marca patrocinadora, mas aos olhos do público e com os resultados colhidos em 2007 e sacramentados em 2008, tipo bilheteria+escalação+estruturação, vejo isso de modo muito claro.
* O leque de musicalidades que sempre foi a marca do Tim Festival continua sendo elogiável, super-”novas tendências”, apesar dos contratempos da escalação. Mas o público paulista realmente dá as costas ao festival, como deu para ver no esvaziadíssimo show do Kanye West da quarta-feira, inflado à metade da capacidade de sua instalação no parque do Ibirapuera (capacidade de 4 mil) com um derrame de ingressos grátis para gente de diversidade esquisita. Deve ter sido o menor público para um show do rapper superstar desde que ele começou divulgando sua palavra na escola de arte em Chicago. Mas o show se tornou polemissíssimo e isso é bom (já já mais sobre o Kanye West).
* A mudança do Anhembi para o Ibirapuera se mostrou espetacular. Mais bonito e com som bom, e sem a área vip empurrando a galera para lá atrás, a tenda armada no parque era aconchegante para um público médio. Não deu a mínima saudade do Anhembi. Mas não adianta marcar shows para 7 da noite na cidade, principalmente numa sexta-feira, que ninguém chega. Nem às 8 (futebol às 20h30 em SP, cheio de fanáticos, só começa a ver público quase no intervalo das partidas). Nem custando o que custou. Com a farta distribuição de ingressos vista em São Paulo (não tenho idéia sobre o Rio), de festival mais caro do mundo o Tim festival passou a ser o mais barato, quase que praticamente gratuito. Cambistas vendiam os ingressos de R$ 150 por R$ 50 na porta do festival. E quem oferecesse R$ 30 levava.
* O Tim Festival funciona como balada e o Rio de Janeiro é seu lugar. Um lounge de convivência gigante e ao ar livre, que centraliza os caminhos para o palco, reúne gente que nem sabe por que está lá, mas sabe que ali é o lugar para estar. Isso dá uma graça ao evento que São Paulo não tem. Os cariocas se confraternizam no festival. Os paulistanos saem de casa para ver os shows e dez minutos depois que a última banda pára de tocar o público de SP já está longe do Ibirapuera (até porque ele é rapidinho “convidado a se retirar” do local pelos seguranças do parque, que fazem cordão humano para expulsar a galera dois minutos depois que o último acorde foi dado). O Rio vive o Tim Festival durante os dias de sua realização. Em São Paulo, o evento é mais um entre os vários programas da cidade.
* Resumindo, o Tim Festival no Rio é só alegria. Em São Paulo tem que ser menor, mais bem programado e barato. A programação paulistana de sábado (MGMT, The National), mais com o perfil da cidade, bombou. Lógico, tudo isso é a miiiiinha modesta opinião.
* DATAPOPLOAD NO TIM – Uma pesquisa informal, realizada nas duas cidades, pouco científica e plural no que deu para ser, elege os shows mais queridos do Tim Festival 2008, segundo o “povo”:
1. Gogol Bordello disparado
2. The National
3. Kanye West (bem colocado também entre os piores)
4. Klaxons
5. Dan Deacon
6. MGMT
7. Neon Neon
8. Junior Boys (quem conseguiu ver)
* TIM FESTIVAL – KANYE WEST – Está proibido aqui o uso das palavras “egocêntrico”, “egotrip” e derivados, porque eu acho que o rap é egocêntrico desde que o primeiro rapper botou o microfone no “on”. O rap nasceu como manifestação de auto-defesa das minorias e blablablá. Acho um pouco desnecessário quando leio por aí que o show foi “egocêntrico”. Dito isso, vamos caminhar assim: quando vi a apresentação do super e milionário rapper americano Kanye West no Lollapalooza deste ano, a mim foi vendido que aquele não era o “verdadeiro show” do talvez maior ídolo pop americano hoje. O espetáculo real do marrento Kanye seria mostrado dias depois no Madison Square Garden, em NYC, durante a turnê propriamente dita do moço.
E naquela apresentação do brutal festival de Chicago, e diante de umas 60 mil pessoas, tinha uma simulação do palco de terreno acidentado, tipo o solo lunar. Só que não havia o telão do “2008 – Uma Odisséia no Espaço Rapper”. Não havia a “Jane” do “Mr. West”, voz feminina gostosa que ajudava o herói intergaláctico do rap inclusive nas “pussies” que ele solicitava na solidão do cosmo. Mas lá no Lollapalooza, porém, havia a banda. No fundão, mas ainda ao alcance dos olhos. O show tinha o apelo visual que tira o rap da mesmice e conta “uma história”, tal e coisa. As luzes eram absurdas. uma explosão de cores que até quem estava em Minneapolis poderia enxergá-la, dava a impressão. Gaste um tempo neste link para entender melhor sobre o que estou falando.
E, de novo, no Lolla 2008 dava para ver a banda. Veja bem, para mim não foi determinante no Brasil ver ou não ver a banda em acão. Isso pode até ser fora de propósito para a composição espacial do cenário dele, mas funcionou tão bem no Lollapalooza… A ficção científica de Kanye, mais o forte Daft Punk de “Stronger”, aproximam o rapper da eletrônica. A banda o aproxima do rock. E isso é a graça de Kanye West. Ele é fera e pensa além. Contudo isso nem sempre funciona plenamente. O show “verdadeiro” dele, que veio para o Brasil, tinha a proposta de só mostrar a epopéia espacial solitária de Mister West para salvar o universo com sua música. E a música dele, isto sim, é bem boa, tanto na apresentação “falsa” do Lollapalooza como nos shows “reais” do Madison Square Garden e do Brasil. E aí dá para falar que foi um showzaço, porque no fundo é isso que interessa. Agora, que o cenário de imagens bonitas, dragão de escola de samba do grupo B e a “nave da Xuxa” puxaram o show para o esquisito, isso puxou.
* Nem ligo também para ele estar de blusa, casaco de couro, luvas no calor do Rio…
* Finalizando: a primeira apresentação dele, a de SP e, obviamente tirando a música disso, deu para encarar como uma experiência rapper “diferente”. Mas quando vi de novo no Rio, pela segunda vez, aí ficou insuportável.

* (pausa no Tim) ARCTIC MONKEYS NO CINEMA - Belém (PA), São Vicente (SP), Natal (AM), Vitória (ES) e o escambau. São 34 cinemas em 18 cidades brasileiras. É nesta quarta agora que o grupo britânico Arctic Monkeys toca nos nossos cinemas, como estratégia de lançamento do DVD “Arctic Monkeys at the Apollo”, que sai na Inglaterra no dia 3 de novembro (e por aqui provavelmente logo após isso). O DVD é o registro ao vivo do último show do Arctic Monkeys do álbum “Worst Favourite Nightmare”, que aconteceu em dezembro de 2007 no Manchester Apollo. São 76 minutos de imagens capturadas em 16mm do show da cidade vizinha à Sheffield deles. E começa “só” com “Brianstorm”. O filme já passou nos cinemas britânicos (e no Rio, na semana passada). E a gigante exibição brasileira, em sessão única em cada um dos 34 cinemas, será simultânea à de salas na Alemanha e Holanda, é o que dizem. A programação completa dos cinemas que passarão o filme da banda de Alex Turner está aqui (www.moviemobz.com.br/arcticmonkeys), no site da distribuidora Movie Mobz. Quer ir ao cinema ver o Arctic Monkeys?
* PROMOÇÃO POPLOAD/ARCTIC MONKEYS NO CINEMA - A Popload te leva. Em sorteio nos comentários estão dois pares de ingressos para a sessão do cine Odeon PetroBras, no Rio de Janeiro. E dois pares para qualquer lugar de São Paulo. Os vencedores cariocas terão o nome colocado na porta do Odeon. Os paulistanos receberão os convites no endereço fornecido. Portanto, se você concorrer, cheque seus emails na terça à noite ou quarta de manhã, para o contato. A sessão do Rio começa 21h. Em São Paulo, o horário é variável, entre 20h e 21h40, dependendo do cinema.
* Olha isso. O DVD terá duas edições. Uma normal, só com o filme. E uma “Special Limited Edition Box Set”, que traz o filme, um pôster do show do Apollo, postais dos integrantes da banda em imagem trabalhada pelo artista local (de Sheffield) Pete McKee e um CD exclusivo de show ao vivo deles gravado no Texas em 2006 (será que é o do South by Southwest, em Austin?).
* PLANETA TERRA FESTIVAL: CALVIN HARRIS CANCELOU - O grande maluco que reinventou a disco, o escocês Calvin Harris não vem mais fazer DJ set no PT. O festival corre para tentar escalar algum outro DJ para o lugar do britânico, que pode ser gringo (plano A) ou brasileiro (plano B). A alegação para a não vinda de Calvin Harris é que o moço está adoentado e o médico proibiu viagens. Esperamos que seja o único nome a cair do festival do dia 8 de novembro, porque a bruxa-dos-cancelamentos-dos-grandes-festivais está à solta. O Tim Festival que o diga.
* O lado bom, que é o que nos resta, é que o ótimo Calvin Harris tocaria no horário do Bloc Party. E, em relação ao palco indie, trombaria com os shows de Spoon e Breeders.
* E atenção. Os ingressos para o festival devem acabar entre hoje e amanhã. Resta apenas algo perto de 500 entradas para esgotar.
* HAAGEN-DAZS MIX MUSIC: OUTRA PROMO – Sábado em São Paulo tem a festa Haagen-Dazs Mix Music, deliciosa por onde quer que você olhe. Os belgas do Glimmers, o franco-electro Yuksek, Uffie & DJ Feadz (da Ed Banger francesa), VHS or Beta (DJ set), Database etc. se apresentam na Vila dos Ipês, na Lapa. A Popload sorteia um par de ingressos para a balada do sorvete com drink. Só pedir aí nos comentários que já está concorrendo. E recomenda o drink: vodka com o sorvete Raspberry & Merengue. Ai, ai…
* FLOSSTRADAMUS NO GLÓRIA - O projeto de DJs Crew realiza nesta sexta, no clube Glória, em SP, a festa de aniversário de seu primeiro ano como coletivo de baladas. O “intruso” nas picapes da Crew na comemoração de seu ano 1 é o poderoso duo gringo Flosstradamus, da Chicago de Obama, que neste 2008 tocou no Lollapalooza. A Popload pode te botar vip nesta balada. De novo, é só pedir nos comentários. Tem um par de entradas esperando você concorrer. O line-up total da festa é assim: Database, Thiello K, Fabrizio Martinelli, Rebel DJs, Roots Rock Revolution, Killer on the Dancefloor, Gorky (Bonde), Gil Barbara e Flosstradamus. Essa balada do Glória acontece dentro do projeto Nokia Mobjam, braço itinerante do festival Nokia Trends.
* OASIS E OS 845 MIL - E o Oasis na sexta-feira passada? Ainda estou passado com o que aconteceu. Não que eu não esperasse, porém. Colocaram à venda pela manhã (a princípio) cerca de 600 mil ingressos para os shows de verão da banda na Inglaterra e Irlanda, em junho e julho do ano que vem. Em Londres (Wembley Stadium, 90 mil cada) e Manchester (Heaton Park, 100 mil cada), os shows se esgotaram em menos de uma hora. Foram adicionadas datas extras para ambos os locais. Aí esgotaram também. Em Sunderland, Cardiff, Dublin e Edimburgo também já ficou rapidamente sold out. Ou seja, TODOS os ingressos vendidos. Aí, à tarde, disponibilizaram aqueles chamados “ingressos de carga extra” para todos os locais, inclusive Wembley e Manchester. Vendeu-se tudo. Além disso, adicionaram dois shows em Coventry, no Ricoh Stadium, para 50 mil pessoas por dia. Vai ser colocado a venda nesta semana.
* Convidaram o Oasis para estrelar o colossal festival de Glastonbury em 2009. O Noel falou que não iria tocar desta vez porque o Oasis já vai fazer 12 Glastonburys.
* Os shows de abertura para a turnê de verão do Oasis, confirmados até agora, são do Kasabian e do The Enemy, para todos os shows. No Slane Castle, o Prodigy também foi adicionado. Vão anunciar mais bandas de suporte nos próximos dias.
* Enquanto isso, a banda continua sua turnê em arenas pelo Reino Unido, antes de embarcar para o México, no mês que vem. No último domingo, Noel Gallagher e cia. encerraram a série de shows do BBC Electric Proms, evento anual realizado pela gigante da comunicação inglesa e que tem como marca registrada a mistureba às vezes inusitada de artistas no palco. No caso do Oasis, a banda foi acompanhada em 1/3 do setlist pelo Crouch End Festival Chorus, um coral de 50 vozes com pessoas de “meia-idade”. É bem engraçado ver esse tipo de fusão (rock com alguma coisa de música clássica) e no fim das contas perceber que tudo correu bem.
O final apoteótico, até com papel picado voando estilo show do Muse, foi com “I Am The Walrus”, clássico dos Beatles que o Oasis toca desde o início da carreira. A Popload entrega a performance dos Gallagher com o coral. Vê aí.
* GOSSIP, MIL COISAS… – A banda da enorme Beth Ditto, que deu preguiça de vir ao Brasil, lançou música nova em seu MySpace. Chama “1000 Things” e pode ser ouvida aí embaixo. O lance da desencanada da banda para vir ao Tim Festival ainda não desceu para os organizadores, mesmo com o “pedido de desculpas” que o grupo botou na internet, alegando estar fechado em estúdio para finalizar o próximo disco. Porta-vozes do Tim, em contrapartida, disseram que a banda mostrou má vontade nas proximidades do festival, ficaram pedindo mais e mais passagens fora do combinado para a vinda ao país e no fim simplesmente disseram que não viriam, mesmo com o contrato fechado desde fevereiro. Fora todo o blablablá, eis o Gossip com sua “1000 Things”, menos punk, mais viajante.
* PEDRINHAS ROLANDO NÃO CRIAM LIMO - Delicioso o novo formato da revista americana “Rolling Stone”, que estréia em tamanho menor dando sua capa ao presidenciável popstar Barack Obama, a terceira primeira página da revista para o democrata em sete meses. A “RS” estréia seu tempo de mudanças particular bancando o candidato das mudanças em geral. A mais famosa publicação musical do planeta, que diz ter 13 milhões de leitores nos EUA, diminuiu para o tamanho standard de revistas, mas prega ter mais páginas e uma qualidade melhor de seu papel. A “Rolling Stone” brasileira já estuda sua mudança de formato também. A previsão é para o começo de 2009.
* OS SHOWS DO TIM FESTIVAL - Quanto mais maluco melhor. Dan Deacon, uma espécie de comediante stand-up misturado com Sonic Youth, fazendo distorção com pedais numa mesa e uma parafernália controlada por um iPod shuffle nano cor-de-rosa. A palhaçada com a platéia é o de menos aqui (estou mentindo, não é não!). Já gostava da música dele, mas estourada e barulhenta descontrol como no Tim gostei ainda mais. Que zona.// E a festa cigana doida do Gogol Bordello agradou o público generalizado do Rio, a fauna diversa. Curti bem o momento, mas não amei. Uma vez vi o show dele com seis minas russas semi-nuas no palco, que era do tamanho do palco da Funhouse. Os músicos trombavam. Achei mais intenso que no Tim, para você ver onde o Eugênio pode chegar.// Agora, o nome do festival foi o desmiolado Har Mar Superstar, um “Jack Black encontra Larry dos Três Patetas” que veio para tocar no Neon Neon e acabou participando dos shows do Klaxons, MGMT (Rio), Dan Deacon e do próprio Neon Neon. Har Mar Superstar, cantor indie americano, é mais conhecido por suas aparições de cueca no palco. Foi a persona mais vista para lá e para cá também no meio dos públicos, toda hora, em qualquer palco (falo do Rio). Dava a impressão que tinha uns cinco Hars Mars na Marina da Glória. O Gorky do Bonde do Rolê também esteve em todas (Klaxons, Database, Switch e Dan Deacon).// O laraliralá eletrônico cool do Junior Boys é tão simples, mas tão simples, que nem tem o que falar. Amei. Pena que SP não viu o show, por causa do horário das 19h em plena sexta-feira.//O genial Klaxons foi um grande show… para 2007. Às vezes me assusta como a era virtual data as coisas. Mas a banda é bonita no palco, animada, cheio de músicas boas, incluindo as novas. Platéia contagiante até no Rio. Se a noite tivesse o Gossip, teria sido perfeita. Espie aí em cima o vídeo de Magick, extraído do show de São Paulo.// O insuportavelmente chato show bacana do MGMT foi o esperado. Na hora dos grandes e pequenos hits, é ótimo. Na hora da aporrinhação hippie-progressiva que me faz ter saudades do Toto, tipo mais da metade do show, não dá para aguentar. No Rio, os meninos de Nova York ainda enfrentaram uma pane no som da tenda em que tocaram. O som da torre de caixas do lado direito do palco simplesmente sumiu. FAILED. Aí voltava estouradíssimo. Quando conseguiam ajustar, desaparecia. O público só pode ouvir a fofa “Youth” inteira pelo retorno da banda no palco, em som rádio-de-pilha. O MGMT nem percebeu que o som não saía para a platéia. E, vamos falar, a maravilhosa “Kids”, deixada por último para o “teatrinho MGMT” final, está virando papagaiada.// Os indies brasileiros continuam se dando mal no Tim Festival (RJ). No ano passado, Vanguart e Montage tiveram seus shows abortados por causa da chuva que lavou o espaço ao ar livre do festival no Rio de Janeiro. Neste ano, por causa de atrasos na programação do Tim Festa no Rio, o duo electro paulistano Database teve seu set de duas horas cortado para apenas uma.// O National no Rio, antes do MGMT, também sofreu com as intempéries do som, mas bem menos. A melancolia indie orquestrada pelo “especial” Matt Berninger começou morna e desencontrada. Mas a banda foi melhorando de tal maneira à medida que o concerto seguia, principalmente do meio para o fim, que se o Dan Deacon não fosse tão louco eu votaria no National como “o show”.// Chega de Tim.
* E chega de post, por agora.
Autor: Lúcio Ribeiro - Categoria(s): Blog Tags: Dan Deacon, Junior Boys, Planeta Terra, Tim Festival

THE GOSSIP – “1000 THINGS”



Eu quero ingresso pro Haagen-Dazs, mas assim, se não rolar, aceito ingresso pra festa da Crew no Glória. :-)
quero ingresso pro haagen dazs lúcio!
beijo, vvs.
Lúcio, blz?
HAAGEN-DAZS MIX MUSIC, eu quero!!
Abr
Lucio!!! Mandei e-mail pra ajudar na cobertura do Planeta Terra!
Quero muito ter essa oportunidade!
Comecei agora um novo blog de resenhas de shows e mais, deixei lá no seu email também!
Valeu!
Matheus Bonetti
Ja mandei email pra cobertura do Planeta Terra, mas nao custa nada tentar novamente!!!!
e se rolar pro Haggen Dazs nao vai ser nada ruim!!!!
“O genial Klaxons foi um grande show… para 2007″….é isso que é engraçado…como uma banda pode ser genial se tornando datada em apenas um ano????????????? não deveria ser parte do trabalho de um crítico musical saber diferenciar o joio do trigo?? e essa efemeridade musical é boa parte devido a críticos que criam bandas “geniais” com apenas um disco lançado e que têm uma capa da NME…e é por essas que vamos ter que aguentar bandas como kaiser chiefs e bloc party (que não são bandas ruins, mas ainda não tem importância alguma na música) fecharem um festival que tem o jesus and mary chain abrindo pra eles…foda
VAI TOMA NO CUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUU
oi…quero participar do sorteio para a HAAGEN-DAZS MIX MUSIC…tem como?hehe
ah, se nao for pedir demais, tambem gostaria de participar do sorteio para o FLOSSTRADAMUS NO GLÓRIA.
adagirbo
Fiquei triste ,a banda PRETO E BRANCO revelação de 2008
ficou fora dessa!
http://www.myspace.com/pretoebranco
pelo visto só eu amei o show do MGMT. Estava na frente do palco (rio) e não notei nenhuma falha absurda no som. Só teve uma parte progressiva com a música “Metanoia”, que eu gostei muito. Nego não gosta de psicodelia e fica reclamando! É a mesma coisa que me botarem pra comentar um show de hip hop, óbvio que eu vou falar mal.
Lúcio, não quero trabalhar pra vc, obrigado. Mas tb não tenho competência pra tanto, vc não perdeu grande coisa.
luciooooooo quero ganhar os ingressos para o HAAGEN-DAZS MIX MUSIC!!!
Quase todo dia é o mesmo papo: o senhor Lúcio Ribeiro, mestre dos clichês, dispara sua inumeravel série de asneiras sobre música. Chega a ser patético. Lúcio ignorou até última hora o White Lies, She Wants Revenge, entre tantas outras, mas por outro lado, jamais deixou de falar de Mallu Magalhães! Nada contra, nem a favor. No entanto, o papel que esse jornalista “deveria” ter é divulgar as informações sobre o mundo da música e não, utilizar seu cargo a fim de promover bandas como um empresário. Bem, na verdade, o que se esperar de alguém que escreve para a capricho? Patiche! Pasteurização!
Não quero ser indelicado. Tenho de perguntar: quanto vc recebe de algumas gravadoras Lúcio Ribeiro? Por certo, o valor deve ser alto, já que vale vc divulgar bandas insosas e omitir outras sem o mesmo poderio de divulgação. é tudo pelo dinheiro? ou vc fica satisfeito falando de alguns músicos medíocres (não são todas as bandas que o senhor jornalista cita que são ruins,há bandas boas)?
Sempre é o mesmo papo: o senhor Lúcio Ribeiro, mestre dos clichês, dispara sua inumeravel série de asneiras sobre música. Chega a ser patético. Lúcio ignorou até última hora o White Lies, She Wants Revenge, entre tantas outras, mas por outro lado, jamais deixou de falar de Mallu Magalhães! Nada contra, nem a favor. No entanto, o papel que esse jornalista “deveria” ter é divulgar as informações sobre o mundo da música e não, utilizar seu cargo a fim de promover bandas como um empresário. Bem, na verdade, o que se esperar de alguém que escreve para a capricho? Patiche! Pasteurização!
Não quero ser indelicado. Tenho de perguntar: quanto vc recebe de algumas gravadoras Lúcio Ribeiro? Por certo, o valor deve ser alto, já que vale vc divulgar bandas insosas e omitir outras sem o mesmo poderio de divulgação. é tudo pelo dinheiro? ou vc fica satisfeito falando de alguns músicos medíocres (não são todas as bandas que o senhor jornalista cita que são ruins,há bandas boas)?
Direto é o mesmo papo: o senhor Lúcio Ribeiro, mestre dos clichês, dispara sua inumeravel série de asneiras sobre música. Chega a ser patético. Lúcio ignorou até última hora o White Lies, She Wants Revenge, entre tantas outras, mas por outro lado, jamais deixou de falar de Mallu Magalhães! Nada contra, nem a favor. No entanto, o papel que esse jornalista “deveria” ter é divulgar as informações sobre o mundo da música e não, utilizar seu cargo a fim de promover bandas como um empresário. Bem, na verdade, o que se esperar de alguém que escreve para a capricho? Patiche! Pasteurização!
Não quero ser indelicado. Tenho de perguntar: quanto vc recebe de algumas gravadoras Lúcio Ribeiro? Por certo, o valor deve ser alto, já que vale vc divulgar bandas insosas e omitir outras sem o mesmo poderio de divulgação. é tudo pelo dinheiro? ou vc fica satisfeito falando de alguns músicos medíocres (não são todas as bandas que o senhor jornalista cita que são ruins,há bandas boas)?
todo dia é o mesmo papo: o senhor Lúcio Ribeiro, mestre dos clichês, dispara sua inumeravel série de asneiras sobre música. Chega a ser patético. Lúcio ignorou até última hora o White Lies, She Wants Revenge, entre tantas outras, mas por outro lado, jamais deixou de falar de Mallu Magalhães! Nada contra, nem a favor. No entanto, o papel que esse jornalista “deveria” ter é divulgar as informações sobre o mundo da música e não, utilizar seu cargo a fim de promover bandas como um empresário. Bem, na verdade, o que se esperar de alguém que escreve para a capricho? Patiche! Pasteurização!
Não quero ser indelicado. Tenho de perguntar: quanto vc recebe de algumas gravadoras Lúcio Ribeiro? Por certo, o valor deve ser alto, já que vale vc divulgar bandas insosas e omitir outras sem o mesmo poderio de divulgação. é tudo pelo dinheiro? ou vc fica satisfeito falando de alguns músicos medíocres (não são todas as bandas que o senhor jornalista cita que são ruins,há bandas boas)?
0.Sempre é o mesmo papo: o senhor Lúcio Ribeiro, mestre dos clichês, dispara sua inumeravel série de asneiras sobre música. Chega a ser patético. Lúcio ignorou até última hora o White Lies, She Wants Revenge, entre tantas outras, mas por outro lado, jamais deixou de falar de Mallu Magalhães! Nada contra, nem a favor. No entanto, o papel que esse jornalista “deveria” ter é divulgar as informações sobre o mundo da música e não, utilizar seu cargo a fim de promover bandas como um empresário. Bem, na verdade, o que se esperar de alguém que escreve para a capricho? Patiche! Pasteurização!
Não quero ser indelicado. Tenho de perguntar: quanto vc recebe de algumas gravadoras Lúcio Ribeiro? Por certo, o valor deve ser alto, já que vale vc divulgar bandas insosas e omitir outras sem o mesmo poderio de divulgação. é tudo pelo dinheiro? ou vc fica satisfeito falando de alguns músicos medíocres (não são todas as bandas que o senhor jornalista cita que são ruins,há bandas boas)?
1.Quase todo dia é o mesmo papo: o senhor Lúcio Ribeiro, mestre dos clichês, dispara sua inumeravel série de asneiras sobre música. Chega a ser patético. Lúcio ignorou até última hora o White Lies, She Wants Revenge, entre tantas outras, mas por outro lado, jamais deixou de falar de Mallu Magalhães! Nada contra, nem a favor. No entanto, o papel que esse jornalista “deveria” ter é divulgar as informações sobre o mundo da música e não, utilizar seu cargo a fim de promover bandas como um empresário. Bem, na verdade, o que se esperar de alguém que escreve para a capricho? Patiche! Pasteurização!
Não quero ser indelicado. Tenho de perguntar: quanto vc recebe de algumas gravadoras Lúcio Ribeiro? Por certo, o valor deve ser alto, já que vale vc divulgar bandas insosas e omitir outras sem o mesmo “poderio” de divulgação. é tudo pelo dinheiro? ou vc fica satisfeito falando de alguns músicos medíocres (não são todas as bandas que o senhor jornalista cita que são ruins,há bandas boas)?
2.Quase todo dia é o mesmo papo: o senhor Lúcio Ribeiro, mestre dos clichês, dispara sua inumeravel série de asneiras sobre música. Chega a ser patético. Lúcio ignorou até última hora o White Lies, She Wants Revenge, entre tantas outras, mas por outro lado, jamais deixou de falar de Mallu Magalhães! Nada contra, nem a favor. No entanto, o papel que esse jornalista “deveria” ter é divulgar as informações sobre o mundo da música e não, utilizar seu cargo a fim de promover bandas como um empresário. Bem, na verdade, o que se esperar de alguém que escreve para a capricho? Patiche! Pasteurização!
Não quero ser indelicado. Tenho de perguntar: quanto vc recebe de algumas gravadoras Lúcio Ribeiro? Por certo, o valor deve ser alto, já que vale vc divulgar bandas insosas e omitir outras sem o mesmo “poderio” de divulgação. é tudo pelo dinheiro? ou vc fica satisfeito falando de alguns músicos medíocres (não são todas as bandas que o senhor jornalista cita que são ruins,há bandas boas)?