O melhor show da sua (e da minha) vida!
* Ou “Os melhores shows da sua (e da minha) vida”.
* Resolvi ir de post novo, Brasil! A história do melhor show internacional da história aqui no país merece espaço especial e exclusivo. Mas, antes…
* OFFSPRING CONFIRMA PLANETA TERRA (MAS A BOA NOTÍCIA É OUTRA) - Nesta quarta-feira à noite, a banda americana Offspring disse “sim” sobre sua escalação no próximo festival Planeta Terra, que acontece no dia 8 de novembro, na Vila dos Galpões, em São Paulo. Eu achava que era a organização do Terra que estava com a decisão, mas a confirmação veio, mesmo, da banda. Embora já tenha “passado” de ser uma atração superimportante, o grupo punk californiano tem sua relevância no rock e faz um show divertido. Mas o fato é que seu ingresso no line-up do PT, obviamente no Main Stage, pode prestar um bom serviço para o Indie Stage, o palco dois. É que com a entrada do Offspring no palcão pode empurrar a ótima banda inglesa Bloc Party para um show mais, hum, intimista no palco indie. O palco principal deve ser composto por Jesus & Mary Chain, Offspring, Kaiser Chiefs, Mallu Magalhães, Curumin e outros. O palco indie deve ter, assim, Breeders, Bloc Party, Animal Collective, Spoon, Foals, aparentemente. Vamos aguardar. Mas esse palco indie está ficando de dar inveja ao… ao… Reading Festival.
* VAI DAR PARA VER TODOS OS SHOWS DO PT - A escalação dos palcos do Planeta Terra, a Popload foi informada pelo “Big Eye”, está sendo elaborada para que todos os shows, seja no Main Stage ou no Indie Stage, possam ser vistos sem encavalamento de atrações. Pelo menos por meia hora todo mundo poderá assistir a todas as apresentações, é o que promete o festival. Isso é um outro avanço em relação ao evento do ano passado. Quem viu o show do histórico Devo perdeu no palco principal a sensacional performance do Rapture no palco indie. E vice-versa.
* O Big Eye é o “ser” virtual que faz o blog do novo site do festival Planeta Terra. O cara sabe das coisas, por lá.
* BAFO EM BH - Offspring, Maroon 5 e o festival Pop Rock Brasil, que aconteceria em novembro em Belo Horizonte, está cancelado pela Justiça?
* TING TINGS E O AMOR - A música “romântica” da dupla indie dance inglesa Ting Tings, de Manchester, já está nas ondas do rádio e em vídeo (e logo, logo em alguma novela da Globo, hehe). É a fofa “Be the One”, que está no delicioso primeiro álbum da banda, “We Started Nothing”. É a quarta música do CD de estréia a virar single, fato nobre nestes tempos. O vídeo de “Be the One” veio à tona nesta semana, enquanto o single só tomará os caminhos das lojas no meio de outubro. Como toda música do Ting Tings, ela começa num ritmo maneiro e vai acelerando, acelerando. What you gonna offer now, Ting Tings?
* MALLU MAGALHÃES ENTREVISTADA POR… MALLU MAGALHÃES - Você não entende o hype da menina que começou o ano tocando no Milo Garage e hoje está no palco principal do festival Planeta Terra? Não compreende como ela em poucos meses foi vista por milhões na internet, apareceu na Globo, já teve música tocada em campanha nacional de TV, foi vinheta da MTV, gravou com produtor internacional, cortejada por astro do rock brasileiro e o escambau? Então a Mallu, conversando com a Mallu, vai te explicar tu-do. Não perca a parte da comida preferida dela.
* O SHOW GRINGO MAIS INCRÍVEL QUE O BRASIL JÁ VIU – Depois dessa história de show espetacular do Hives em São Paulo (que eu perdi), comparando ao do Franz Ferdinand no Rio (2006), e às portas dos grandes festivais brasileiros cheeeeeios de atrações bacanas, decidi pensar nos meus shows internacionais inesquecíveis da história, estimular você a dizer os seus e convidar gente bacana (não que você não seja bacana…) para também dar seus depoimentos. Enfim, vou começar com um ranking superpessoal do que eu considero as melhores e mais marcantes apresentações que eu já vi na vida. Óbvio que eu vou esquecer coisa importante. Mas vamos lembrando e corrigindo a rota. Então, ficamos assim. Vou fazer uma lista rápida do que eu lembro de shows marcantes, fazer o meu Top 5 e depois perguntar para você e para uns outros bons sobre seus eleitos. Não exatamente nessa ordem…
* Echo & The Bunnymen em 1987/ Ramones, Olympia, SP, 1994/ Rolling Stones em Copacabana, 2006/ Guns N’ Roses Rock in Rio 2001/ Depeche Mode, Olympia, SP, 1994/ Nirvana Hollywood Rock 1993/ Beastie Boys, Olympia, SP, 1994/ Stones + Dylan 1998/ New Order no Olympia (SP), em 2001/ Pixies Curitiba Pop Festival 2004/ Weezer, Curitiba Rock Festival 2005/ Michael Jackson, SP, 1993/ Madonna, SP, 1993/ The Cure, SP, 1987/ The Strokes, Tim Festival 2005/ Arcade Fire, Tim em Porto Alegre, 2005/ U2 Popmart tour 1998/ Mallu Magalhães no Milo, 2008 (hehe)/ Chili Peppers, Hollywood Rock 1993/ David Bowie, Parque Antarctica, 1990/ Smashing Pumpkins Hollywood Rock 1996/ Metallica, estádio do Flamengo, RJ, 1999/Police, Maracanãzinho, 1981/ Nick Cave, Projeto SP, 1989/ Sonic Youth Free Jazz 2000/ Cypress Hill, Close Up Planet 1996/ Teenage Fanclub no Sesc Pompéia/ Belle & Sebastian no Tim 2001/ Faith No More Rock in Rio II 1991/ Oasis 1998/ Lou Reed, Palace, 1996/ LCD Soundsystem no Sonar Brasil 2004/ Prodigy no Skol Beats/ Chuck Berry, Free Jazz 1993/ Jesus & Mary Chain, Projeto SP, 1990/ Paul McCartney, Pacaembu, 1994/ Kiss, Pacaembu, SP, 1994/ Morrissey no Olympia, SP, 2000/ Man or Astro-man? em Londrina/ Ozzy no Rock in Rio I, 1985/ Supergrass no Campari Rock 2006/ Flaming Lips, Claro Que É Rock 2005/ Queens of the Stone Age no Rock in Rio 2001/ Neil Young no Rock in Rio 2001/ Pantera, Olympia, SP, 1995/ Cocteau Twins, SP, 1991 (ou 1990?)/ Lemonheads, Santos, 1994/ Pearl Jam na Praça da Apoteose 2005/ Arctic Monkeys no Tim 2007/ Page & Plant, Hollywood Rock 1996/ Franz Ferdinand no Circo Voador 2006/ Asian Dub Foundation, Abril pro Rock 2001, Recife/ Simple Minds, Hollywood Rock 1988/ Green Day no Via Funchal, 1998/ Metallica, Parque Antárctica, 1993/ Mudhoney, SP, 2001/ Atari Teenage Riot no KVA, SP 1999 (?)/ Superchunk, Broadway, 1998 e dezenas de outros…
* ENQUETE POPLOAD-SHOWS DA VIDA - Enquanto eu vou escrevendo os meus, quero saber o seu. Quais são os shows internacionais no Brasil que mais marcaram sua vida? Vou tentar estabelecer um “ranking dos shows inesquecíveis”, vamos ver. Manda bala. Não que precise, mas esta enquete vai ter prêmio, para quem votar nos comentários ou mandar email para lucio_ribeiro@ig.com.br.
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* MEU TOP 5 - Vamos nessa. Claro que pensando hoje, o que foi diferente ontem, e que amanhã posso achar outra coisa, os shows mais marcantes que eu vi no Brasil foram, pela ordem:

Grohl, Cobain e Novoselic posam no banheiro do Morumbi, momentos antes de o grupo ir para o palco e fazer o histórico show do Hollywood Rock, em janeiro de 1993. Foto: Joe Giron/Corbis
1. Nirvana, Morumbi, 1993, festival Hollywood Rock
Essa mitológica apresentação do Nirvana em São Paulo, em janeiro de 1993 é tida pela banda como a mais desastrosa da carreira do grupo de Kurt Cobain. A crítica musical brasileira malhou. Mas ninguém da platéia estava nem aí para isso. Gente do Nirvana disse à época que foi o maior público para o qual o grupo se apresentou. O show foi uma ZONA, mas o Nirvana tinha acabado de deixar a música pop uma zona, de qualquer modo. Então fazia sentido. A palavra que eu mais gosto de utilizar para definir esse concerto é: CATARSE. Ver o Nirvana, naquele instante, aqui em São Paulo, era como ver os Beatles em San Francisco em 1966. Estar no Morumbi naquela noite parecia ao mesmo tempo que algo novo estava começando na vida de todo mundo, mas que também parecia ser o fim de tudo. Eu, que não sou de chapar em bebida, vi o show completamente atrapalhado, na frente do palco, no meio da muvuca. No outro dia, meu corpo doía. Eu estava inteiro roxo.
Até hoje, 15 anos depois, recebo emails de gringos ingleses e americanos querendo detalhes do dia em que Kurt Cobain subiu ao palco fora de órbita no Morumbi. Imagino que seja o show de rock mais procurado do mundo, talvez porque é o que menos se tem imagens. Já me ofereceram 500 dólares por uma fita que contivesse o show, porque uma vez surgiu o boato de que eu tinha uma cópia. Mas não. Amigos meus já vasculharam os arquivos da Globo e da MTV, mas esse show nunca apareceu. A Globo transmitiu ao vivo o show do Rio, na semana seguinte, então esse tem fácil. Comprei a fita dele em Camden Town, em Londres. Apresentação da Maria Paula. Reportagens de Maurício Kubrusly. Mas o do Morumbi… Teoria da conspiração roqueira total.
Na internet, até um tempo atrás, tinha uns 10 minutos de imagens, apenas. No famoso vídeo/DVD oficial “Live! Tonight! Sold Out!” tem cenas do show no Morumbi. Traz a antológica apresentação da banda no palco, feita pelo João Gordo, que introduziu o trio gritando: “E com vocês, a maior banda underground de todos os tempos. Nirvaaaaaaaaanaaaaaaa”. O show todo foi doido, esquisito, estranho e, talvez por tudo isso, maravilhoso. Kurt Cobain estava fora de si, chapadão, devagar demais. Engatinhou no palco, quebrou tudo, se vestiu de mulher. Quando o Nirvana começou sua performance com “School”, na platéia parecia que o mundo ia acabar. No palco, Kurt Cobain estava com rotação alterada, e Krist Novoselic e Dave Grohl estavam desesperados. O show continuou caótico. “Smells Like Teen Spirit”, com Flea dos Chili Peppers no trompete, quase não saiu. Em certa altura, começaram a tocar Iron Maiden. Depois passaram a zoar. Kurt sentou na bateria, Krist foi para a guitarra, Grohl no baixo e vocal. É histórica a foto que saiu de Kurt na capa da Ilustrada, da “Folha de S.Paulo”, sentado à bateria, com a legenda dizendo “Dave Grohl, baterista do Nirvana”. Enfim, o Nirvana começou a zoar com tudo. Passaram a tocar só covers: Duran Duran, Queen, Clash, “8675309/Jenny”. O show parecia um ensaio numa garagem fuleira de Seattle, não diante do “maior público da banda”.
Seis anos depois da apresentação do Nirvana no Morumbi, cinco anos depois do suicídio de Kurt Cobain, tive oportunidade de entrevistar o gênio Dave Grohl em Miami, na ocasião do lançamento de um disco do Foo Fighters. Quando veio o assunto do show do famooooooooso show do Morumbi, Grohl ficou louco. Desembestou a falar mais do que do próprio disco de sua banda. Dave Grohl disse o seguinte: “Claro que eu me lembro dos shows no Brasil. Em SP, tinha uma loja de presente do hotel onde estávamos que vendia Valium (Maksoud Plaza). Ou algo parecido. No momento de ir para o estádio tocar, fui procurar o Kurt e ele estava lá nessa loja, tomando um comprimido atrás do outro, sei lá quantos. Fiquei horrorizado. Quando entramos no palco, a multidão urrou como eu nunca tinha visto, umas 80 mil pessoas. A primeira música que tocamos foi “School”, que começava assim (aí Grohl faz o som de guitarra com a boca e reproduz a bateria nas pernas). Só que Kurt começou com uma microfonia absurda, sem parar nunca. E, quando entrou na música, foi assim (Grohl faz o som de guitarra de novo, só que num ritmo muito mais lento). Ele estava em outra rotação. Olhei para o Krist (Novoselic, o baixista) na hora. Ficamos apavorados. Vi Krist chegar no ouvido dele e dizer: “Acelera, acelera. Pelo Amor de Deus”. O legal é que o público não estava nem aí e urrava tão alto quanto a música. Foi inacreditável. E no outro dia um jornal disse: Nirvana faz jam session para 80 mil pessoas. Foi loucura. Tocamos até “Rio”, do Duran Duran. Outra hora, mudamos os instrumentos: eu toquei baixo, o Krist tocou guitarra e o Kurt foi para bateria. Foi insano.” Isso: foi insano.
O setlist do show do Morumbi, achei na internet, é assim: School • Drain You • Breed • Sliver • In Bloom • About A Girl • Dive • Come As You Are • Love Buzz • Lithium • (New Wave) Polly • D-7 • Smells Like Teen Spirit (com Flea, do Red Hot Chili Peppers) • On A Plain • I Hate Myself and Want to Die (jam) • Negative Creep • Been a Son • Something In the Way • Blew • Aneurysm • Territorial Pissings • Run to the Hills (jam) • Heartbreaker (jam) • We Will Rock You • Should I Stay Or Should I Go • Rio • 867-5309/Jenny • Kids In America • Seasons In the Sun • Lounge Act •Heart-Shaped Box • Scentless Apprentice • Milk It
A palhaçada na cover de “Seasons in the Sun” é emblemática. A música louca dos anos 60 que virou sucesso mundial absurdo nos anos 70 na voz do desconhecido (na época) Terry Jacks, dizem, virou cover do Nirvana pela última vez em São Paulo. A canção era chamada por alguns também como “O Moribundo”, porque a letra era a mensagem de um cara que estava morrendo e se despedindo dos amigos e da mulher. Ambigua, não se sabia se o cara ia se matar ou estava morrendo por causas naturais. Pouco mais de um ano depois da performance do Morumbi, Kurt Cobain se matava em sua casa, em Seattle.
2. Pixies, Curitiba Pop Festival, 2004
Se alguém em 2003 dissesse que os Pixies fossem voltar à ativa, com a mesma formação, com o mesmo pique nos palcos, e que iriam tocar no Brasil, em show exclusivo só em Curitiba, eu ia rir muito. Ou chorar. Minha terceira banda predileta da história, tive a oportunidade de ver mister Black Francis, Deal, Santiago e Lovering duas vezes em Londres no começo dos anos 90, mas logo o quarteto se despedaçou e o sonho de testemunhar a vinda da banda ao Brasil morreu junto. E não é que, graças à iniciativa indie de uma turma curitibana abençoada, anos depois o Brasil iria receber os Pixies? O show a princípio foi subdimensionado, porque indie. Era para ser na Ópera de Arame (3 mil pessoas). Mas a correria atrás dos ingressos foi tão voraz, a invasão paulistana a Curitiba se desenhou tão forte, que o evento causou a primeira pane da internet brasileira na venda de ingressos (estou mentindo?) e foi parar na mágica Pedreira Paulo Leminski (10 mil). E assim foi. Se a palavra para descrever o show do Nirvana de SP foi CATARSE, o dos Pixies em Curitiba é… MÁGICO.
3. Kraftwerk, Free Jazz, Jockey Club, SP, 1998
Fiz a resenha deste show para a Folha, lá no longínquo 98. Foi engraçado ver, na época da explosão da “nova” música eletrônica, esses tios alemães da eletrônica a-ssom-brar o Jockey Club (ai, que saudade do Free Jazz/Tim Festival no Jockey). O título do meu texto foi “OK Computer”. E dizia o seguinte:
“Alguém na platéia soltou que era a principal banda que tocou no Brasil desde 1500, o que remeteu diretamente à famosa capa da revista americana “Spin” ao grupo alemão, que indagou, na manchete: “Kraftwerk”. Mais influentes que os Beatles?. É complicado discordar. Começava “Computer World”, a música-título do pulsante álbum de 1981, que jogou o punk dentro de um disquete e o entregou ao tecnopop. A essa altura era engraçado testemunhar como um show de uma banda de três décadas soava tão completamente contemporâneo. Um testamento ao vivo de quão longe o Kraftwerk levou a pop music e quão pouco ela progrediu além das inovações proporcionadas pelo grupo alemão anos e anos atrás.
O show caminhava, e não era estranho se sentir um personagem de “Blade Runner” ou dos livros de Aldous Huxley, tentando dançar de maneira moderna músicas dos anos 70. Em “The Man-Machine” e “Tour de France” (com imagens de ciclistas em movimento sendo projetadas nos telões), o clima era de uma noite na ópera. Eram operetas eletrônicas. Ficava claro entender por que nos 70 os álbuns do Kraftwerk eram difíceis de ser encontrados nas lojas européias, já que parte delas colocava os discos nas prateleiras de música clássica. (…) Quantos robôs bacanas não foram criados pelo Kraftwerk nestes anos todos, de David Bowie a Afrika Bambaataa, de Depeche Mode à toda cena eletrônica dominante destes tempos?
Foi um show para não ser deletado jamais da memória. O único senão foi não ter levado meu PC para o Jockey Club. Ele iria amar o Kraftwerk.”

Foto escura do show do Jockey, de 1998. Bom, o que importa para o Kraftwerk está bem iluminado
4. Nick Cave, Projeto SP, São Paulo, 1989
Numa das eras indies mais legais para shows no Brasil, a era dos shows do famoso “Projeto SP” (Jesus & Mary Chain, Stray Cats, Sisters of Mercy, Iggy Pop, Devo, Cocteau Twins etc.), em tempos mais que improváveis para shows indie bons aqui no país, apareceu para nós um sujeito australiano sinistro, com uma banda absurda (os Bad Seeds), um álbum incrível (”Tender Prey”) e um show arrebatador de indie-blues-gótico sobre amor e morte. “Deanna” foi uma das músicas mais impressionantes que eu vi em uma apresentação ao vivo de alguém. Eu tenho uma péssima memória para tudo, inclusive para coisas que aconteceram no dia anterior, quanto mais em 1989. Mas lembro muito de muitas coisas desse show de 19 anos atrás. Isso deve significar algo.
5. Strokes, Cais do Porto, Rio, 2005
Enfim os moleques que salvaram o r… hahahaha. Enfim os Strokes vieram ao Brasil, para shows em São Paulo, Rio e Porto Alegre, no Tim Festival. A estréia foi no MAM do Rio, a sede antiga do festival. A primeira apresentação foi boa, mas não booooooooooa. Eles estavam tensos com a família toda no Rio, a lista VIP da Alicinha Cavalcanti estava em massa, o de sempre… Aí alguém do Rio teve o bom senso de marcar um show deles para o gelado e sinistro Cais do Porto, com ingressos mais baratos, para a molecada (que é quem ouvia Strokes, mesmo). Aí entupiu, o clima estava animado, a galera pirou, a banda se soltou, o lugar ferveu. E assim foi.
* Sonic Youth (Free Jazz), Belle & Sebastian (idem), o primeiro Beastie Boys, Echo & The Bunnymen e New Order, estes dois últimos dos anos 80, entrariam na minha lista se fosse um Top 10.
* PROMOÇÃO INGRESSOS - Vamos começar já essa história. Quem participar da enquete do “show da vida” vai concorrer a:
1. Um ingresso para o Skol Beats
2. Um ingresso para o Planeta Terra Festival
3. Um ingresso para o show do Tim Festival do dia 23/10, em São Paulo (Gossip, Klaxons, Neon Neon)
* Já Já - Um update do final de semana.
Autor: Lúcio Ribeiro - Categoria(s): Blog Tags: Festivais, Kraftwerk, Mallu Magalhães, Nirvana, Pixies, Planeta Terra, Ting Tings







Sonic Youth!
Depois Superchunk!
e R.E.M., claro! Como eu esqueci????
1 – Kings of Leon
2 – The Hives
3 – Strokes
4 – Franz Ferdinand
5 – Sonic Youth
Valeu!!!
grande Lúcio ^^
bom, o melhor show da minha vida foi o show do los hermanos na fundição progresso ano passado, na série dos 3 ultimos shows antes do recesso. foi simplesmente mágico aquele dia. o publico cantando em uníssono. a lapa estava hermaníaca =}
outro show memorável é o show do Muse, no Vivo Rio. Não sou um grande fã da banda, mas valeu a pena. se valeu! a produçao foi genial. efeitos de altissimo bom gosto. escutar da sensual ’supermassive’ a tocante ‘invincible’ foi lindo. realmente, mais um dia memorável na minha vida.
perdi(e me odeio por isto) os shows do Strokes, Killers e Arctic, q tenho certeza q entrariam pra minha lista de shows inesquecíveis.
1 – PJ Harvey (MA-RA-VI-LHO-SA!!!)
2 – Ramones (final anos 80, aquele em que teve briga com os carecas), muito me orgulho de ter visto Joey Ramone dizendo 1, 2, 3, 4…
3 – Franz Ferdinand em São Paulo, apesar da má qualidade do som
4 – Aerosmith (valeu a pena até agüentar a b… do Poison)
5- Keane
Nossa acho q viajei. Nem lembro qdo foi o show do Ramones, vi nos posts que foi tudo nos anos 90, só tenho certeza que não foi no Olímpia e sim numa casa que tb não existe mais. Se alguém, mais velhinho como eu puder me ajudar a lembrar…
1) ROGER WATERS NA APOTEOSE 2007, MAIOR ESPETACULO DA TERRA
2) IRON NO ROCK IN RIO 3
3) ROGER WATERS NO PACAEMBU, 2002
4) RUSH NO MARACA
5) PEARL JAM NA APOTEOSE
1. Rush – Morumbi
2. Roger Waters na tour do Dark side of the Moon 2007
3. Kraftwerk – Tim Festival SP
4. Iron Maiden – Pq. Antarctica 2008
5. White Stripes – Credicard Hall SP 2005
bem que vc podia me dar esse convite do TIM Lúcio…
1) Rush – Maracanã (2002)
2)Beastie Boys – Imperator (1995)
3) Ramones – Circo Voador (1994)
4)Jethro Tull – Metropolitan (1996)
5) Sonic Youth – Tim Festival (2000)
Franz Ferdinand na Fundição Progresso 06
Arctic Monkeys no Tim 07
The Killers no Tim 07
Vanguart 08 hahaha não é internacional mas vale a pena
Contando só os que eu fui…
1. Pearl Jam – Pacaembu (2º show) – 2005
2. Offspring – Skol Rock 1999 – minha “estréia” em shows internacionais
3. Green Day – Mineirinho (BH)
4. White Stripes – SP
01. Arcade Fire – Tim Festival SP – 2005
02. Muse – HSBC Hall – 2008
03. The Killers – Tim Festival SP – 2007
04. The Strokes – Tim Festival SP – 2005
05. Hot Hot Heat – Nokia Trends – 2006 / Gram – São José dos Campos – 2005
Você ainda usa o e-mail da Uol, Lúcio?
Te mandei um e-mail lá… XD
Caetano? João Gilberto? Cauby Peixoto? Que blog é esse mesmo?
ATUALIZAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA
1. Rolling Stones – Rio / Copacabana – 2006
2. Iggy Pop – São Paulo / Claro Q É Rock – 2006
3. Flaming Lips – São Paulo / Claro Q É Rock – 2006
4. Beastie Boys – Curitiba / Tim Festival – 2006
5. The Hives – São Paulo / Orloff Five – 2008
E o show do Paul Di’anno com os trutas brasileiros dele na Virada? Mó show ai, ow!
Rush – Morumbi
Eric Clapton – Olympia
Supertramp – Morumbi
Roger Waters – Pacaembu
Emerson, Lake & Palmer – Palace
a cidade onde cresci tem poucos shows internacionais e quando era adolescente e ainda morava em teresina, piauí, fui ao primeiro show internacional da minha vida e foi emocionante: ainda hoje lembro do vocalista do information society andando de patins no ginásio ‘o verdão’. hehe. mas quando morei em sp, recordo-me da brancura meiga e forte que era a meg white no show do white stripes. pj harvey, pequena e forte no tim foi também marcante.
hoje moro em terê novamente e adoraria ver os kaiser chiefs
Que história é essa: “New Order no Olympia (SP), em 2001″?
Fui nos dois: 87 e 06. O de 1987 foi meu primeiro show, com 15 anos, portanto inesquecível. Digo sempre que Barney & cia foram “culpados” por tudo… Qualquer dia relacionarei todos os show que presenciei.
abçs
1) weezer em curitiba (rivers cuomo tocando island in the sun no meio da galera, troca de instrumentos entre integrantes da banda e participação de um fã tocando Undone – the sweater song, no palco).
2) red hot chilli peppers no pacamebu (lotado, abrindo com around the world e a sensação de que o mundo inteiro pulava em blocos nesse momento, lancamento do by the way)
3) incubus no citibank hall (melhor set list que qualquer fã poderia esperar, baixista ‘novo’ super empolgado, mike eizinger mostrando os acordes que só ele toca com uma SG poderosa)
Lucio, te vi com o Zé Flávio no começo do Peter Bjorn ontem no Studio SP. abs!