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04/06/2010 - 00:01

True Blood: Webisódio #5

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A série especial de episódios A Drop of True Blood, que funcionam como uma ponte entre a 2ª e a 3ª temporada, está chegando ao fim! Confira o 5º e penúltimo capítulo, centrado em Bill Compton:

A 3ª temporada de True Blood estreia dia 13/06 nos EUA e dia 27/06 na HBO Brasil. Assista os demais capítulos:

- Webisódio #1
- Webisódio #2
- Webisódio #3
- Webisódio #4

Autor: Bruno Carvalho - Categoria(s): True Blood Tags: , , , ,
02/06/2010 - 00:01

Fringe: Over There

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Alerta de Spoiler - Brasil
Fringe (2×22; 2×23: Over There, Parts 1 and 2): Nesta 2ª temporada Fringe fez muito mais do que expandir a nossa percepção do fantástico mundo da ciência marginal. Ao contrário das séries meramente procedimentais, o drama criado por J.J. Abrams, Alex Kurtzman e Roberto Orci veio para contar a envolvente história de um pai que inicou uma guerra entre universos alternativos para salvar seu filho. Nas duas partes do intenso Over There nós visitamos o outro lado, que descobrimos ter sofrido muito mais os efeitos colaterais das trangressões de Walter Bishop e Walternate, os verdadeiros responsáveis pelos bizarros acontecimentos do Padrão. Além disso, os roteiristas justificaram de forma elegante todo o primeiro ato desta história – representado pela temporada de estreia da série – que trazia o bom doutor, sem saber, sempre com a resposta para as mais variadas e absurdas ocorrências investigadas por Olivia Dunhan e a divisão Fringe. Assustado com as repercussões de seus experimentos, o próprio Walter exigiu que seu colega William Bell eliminasse fisicamente sua memória na tentativa de livrar-se da pesada sensação de culpa.

Na outra Nova York, o maquiavélico plano do poderoso e assustador Sr. Secretário veio à tona: ele quer destruir o nosso mundo a todo custo, utilizando-se da força administrativa do Departamento de Defesa de lá e da notória versão da divisão Fringe que comanda. Com isso, o episódio trouxe um dos pontos mais altos da temporada, que foi a surpreendente introdução de Otherlivia, a alter de Olivia Dunham que foi cuidadosamente condicionada a acreditar que os visitantes do outro mundo, inclusive Olivia, são essencialmente maus. A troca que aconteceu nos instantes finais (ainda que facilmente previsível pelo contexto da trama), trouxe um dos maiores cliffhangers de toda a série e é difícil prever o tamanho do impacto que virá na nova temporada. Com Over There Fringe encerra o ano de forma impecável e estabelece-se como o melhor drama de ficção científica no ar, substituindo com propriedade o vazio recentemente deixado por grandes séries do gênero como LOST e Battlestar Galactica.
Cotação Bruno Carvalho:

Autor: Bruno Carvalho - Categoria(s): Fringe Tags: , , , , , ,
01/06/2010 - 00:01

Glee

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Glee (1×18: Laryngitis; 1×19: Dream On; 1×20: Theatricality): Glee mais uma vez revelou-se como uma série efêmera e, por isso, cada vez mais difícil de ser levada à sério. E sim, pra funcionar, ainda que como uma comédia musical, uma produção precisa nos fazer acreditar nas situações daquele universo, por mais absurdo ou irreal que seja. Em Laryngitis vimos o extremo oposto disto, pois o roteiro constantemente sabotou suas intenções desconstruindo as personagens apenas para (tentar) fazer uma graça momentânea. Ora, quem aqui conseguiu levar pra frente a ideia do casal Puck e Mercedes ou Kurt bancando o hetero? Ninguém. E se a série não consegue se convencer disso, como quer que o público se envolva com estas situações que sabemos que darão em nada? As músicas foram outro ponto negativo de Laryngitis, destroçando o clássico One do U2 e ainda trazendo um pavoroso e artificial número R&B com Mercedes e Santana. Sem Rachel cantando (e ela estava com amigdalite e não laringite, o que torna o título do episódio inexplicável), a parte musical também não avançou aqui. Mais uma vez reitero que à exceção da Sue Sylvester de Jane Lynch, Glee tem algumas das personagens mais voláteis e mal construídas da TV, pois o roteiro limita-se a colocá-las nadando à favor das marés e modinhas criadas. Isso sem contar na barata tentativa de emocionar o espectador com o surgimento daquele menino tetraplégico trazendo uma mensagem que até agora não sei qual é.

O capítulo seguinte, Dream On, dirigido por Joss Whedon (Buffy, Dollhouse) limitou-se a colocar o programa Glee Club em risco de ser encerrado mais uma vez, repetindo a batida storyline que tomou conta desta 1ª temporada. Nem a participação de Neil Patrick Harris (How I Met Your Mother) como o auditor carrasco que no final das contas apenas queria ser uma estrela dos musicais foi capaz de salvar o episódio, apesar de contar com números mais elaborados. O problema é que o excesso de dublagem e auto-tune (software que corrige timbres) continua irritante e comprometendo os resultados. Afinal, Glee é sobre um coral escolar e cada vez mais as apresentações estão over produzidas. Seria mais interessante se mais momentos como aqueles vistos no já melhor Theatricality aparecessem na tela: os garotos cantando para Quinn e o dueto Poker Face de Rachel com sua mãe, ambos no estilo acapella. Por falar nisso, a história do reencontro das divas foi mais um exemplo da velocidade em que as situações se apresentam e são concluídas, ainda que eventualmente retomadas mais tarde como foi o caso das “diferenças” entre Finn e Kurt. Com muitos episódios encomendados e, aparentemente, pouca história pra contar, os capítulos soam vazios e repetitivos. A série deveria focar mais no campeonato estadual pelo qual todos praticam semana após semana, mostrando a evolução do grupo, os outros competidores etc. Ah, sim: e deveriam trazer Sue Sylvester de volta urgentemente. Cadê ela?
Cotação Bruno Carvalho:

Autor: Bruno Carvalho - Categoria(s): Glee Tags: , , , ,
31/05/2010 - 00:01

24 Horas: Contagem Regressiva

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Alerta de Spoiler - Brasil
24 (8×20 – 8×24 Day 8 11:00 AM – 04:00 PM): A partir da 20ª hora desta última temporada de 24 tivemos a certeza de que Jack Bauer não estava “apenas” atrás de justiça: ele queria e precisava de vingança, não somente pelo que fizeram com Renee Walker, mas também por tudo que ele passou em mais um esgotante dia. E se uma coisa nós sabemos sobre Bauer é que moral, ética ou leis nunca foram capazes de impedí-lo fazer o que o próprio julgava como correto. Por isso, ele dedicou seus últimos momentos em NY perseguindo, localizando e executando todos que cruzaram seu caminho, a começar por Dana Walsh – talvez a vilã mais forte e inescrupulosa na série desde Nina Meyers. Enquanto isso, nos bastidores do poder, a presidente Taylor se afundava ainda mais na farsa para encobrir a verdade sobre a morte de Hassam e, com isso, manter seu precioso acordo de paz vivo.

Traído pelo governo pelo qual dedicou sua vida, Bauer protagonizou nesta reta final alguns dos melhores e mais intensos momentos de toda a série, incluindo o sequestro do crápula Charles Logan, o que certamente foi um deleite para os espectadores. Além disso, as horas derradeiras da série trouxeram a emocionante redenção de nosso herói e a comovente despedida de Chloe, sua parceira para todas as horas. E eu não esperava menos da comandante que mandou prender sua filha em se entregar quando começou a sentir o verdadeiro peso de suas ações. É claro que quando aquele relógio iniciou uma triste contagem regressiva pela primeira vez, ficou impossível imaginar que esse era o final de toda a série. Afinal, 24 se tornou um marco na televisão mundial na última década ao introduzir e aperfeiçoar a narrativa real time de forma tão magistral como nunca antes vimos. Não foi o final ideal para a série, apesar de ter representado um desfecho magnífico para uma temporada em que poucos colocaram fé.

E ainda que sua jornada tenha se iniciado representando o exacerbado republicanismo norte-americano, 24 acabou, por mérito, rompendo mais barreiras do que pretendia, propiciando pertinentes discussões sobre o cenário político dos EUA, inclusive criticando suas próprias origens. Tenho certeza de que uma conclusão virá através do tão aguardado longa-metragem, oportunidade em que veremos Jack Bauer como o “juiz e júri” merecidamente na tela grande.
Cotação Bruno Carvalho:

Autor: Bruno Carvalho - Categoria(s): 24 Horas Tags: , , , , , ,
28/05/2010 - 00:01

The Good Wife: Boom / Mock

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Alerta de Spoiler - Brasil
The Good Wife (1×19: Boom; 1×20: Mock): Seja abordando os conflitos do casal Florrick ou direcionando a narrativa para casos jurídicos isolados da trama principal, fato é que The Good Wife se mantém como uma série robusta, direta e sempre inteligente. E mesmo quando há um desequilíbrio entre estas distintas narrativas, o drama consegue manter-se interessante e fiel à sua proposta. O episódio Boom, por sua vez, misturou tudo isso de forma homogênea, primeiro discutindo com propriedade política, religião e extremismo através do caso da morte de um editor que publicou uma charge sobre um líder muçulmano, para depois enveredar-se no imbróglio particular nos aposentos de Alicia e Peter, até que este quebrou a prisão domiciliar para ir atrás da mulher. Logo em seguida, em Mock, a história adotou um ritmo mais tenso – em especial nas cenas que mostraram a tentativa de encobrir a violação de Peter – e tomou um rumo inesperado, deixando de lado o drama familiar instaurado (o que seria ruim em uma produção menos competente) para tratar da deportação do vizinho, numa crítica veemente às pesadas leis anti-imigratórias dos EUA e o falho processo de extradição, que tratam os estrangeiros residentes no país como criminosos. The Good Wife constroi, através de uma trama oscilante, uma série constantemente irrepreensível e indispensável.
Cotação Bruno Carvalho:

Autor: Bruno Carvalho - Categoria(s): The Good Wife Tags: , , , , , , ,
27/05/2010 - 00:01

House: A Última Luz

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Alerta de Spoiler - Brasil
House (6×20: Baggage; 6×21: Help Me): É uma pena que estes últimos episódios de House fizeram parte de uma temporada tão inconstante, assim como os ótimos Broken, Wilson e 5 to 9. A série se supera toda vez que dá um tempo nos casos da semana e foca nos médicos do Princeton-Plainsboro e em Baggage, ainda que parcialmente dedicado a uma paciente que perdera a memória, o capítulo adotou uma rica narrativa através de flashbacks que não raramente se mesclavam de forma orgânica e tecnicamente brilhante com as cenas no hospital. House e seu terapeuta percorriam e interagiam com os acontecimentos que o próprio médico relembrava e que estavam diretamente ligados aos sentimentos deste com relação a Wilson – que o colocou pra fora de casa – e Cuddy. E ainda que de forma tardia e abrupta, o episódio Help Me veio provar que o drama sabe impressionar quando quer. Desta vez não havia um grande mistério da medicina pra ser resolvido: a catástrofe com o guindaste soterrou uma mulher e o fato dela estar prestes a perder uma perna foi o suficiente para não somente atrair a atenção do doutor, como também para fazê-lo repensar a sua vida, seu acidente e o que ele se tornou após anos mutilando-se fisica e psicológicamente. House não estava ali apenas para salvar a garota, e sim para desesperadamente gritar por socorro numa última tentativa de salvar a si mesmo. Felizmente Lisa Cuddy finalmente revelou e rendeu-se ao seu amor por House e trouxe uma luz para a série neste fim de temporada. O drama precisa urgentemente se renovar e este é um ótimo começo, iniciando um importante arco dramático para o protagonista. Tomara que a próxima temporada confirme isso.
Cotação Bruno Carvalho:

Autor: Bruno Carvalho - Categoria(s): House Tags: , , ,
26/05/2010 - 23:01

American Idol: Considerações Finais

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Está aí: Lee Dewyze é o American Idol 2010, cuja final acabou de ser transmitida pelo Sony de forma elegante e sem falhas (apesar do som levemente baixo e imagem em SD). A 9ª temporada do reality-show mais assistido do mundo, infelizmente, coroa o desgaste do formato do Pop Idol importado da Inglaterra pela Freemantle Media. O resultado foi coerente, apesar de Crystal Bowersox ter feito uma “campanha” mais consistente desde o início (e eu preferí-la). Os EUA adoram um underdog que se destaca no melhor estilo “from zero to hero” e o rapaz teve sim seus méritos e soube crescer ao longo das intermináveis semanas de apresentações. Mas já foi o tempo em que American Idol era relevante o suficiente para discutirmos as justicas ou injustiças do resultado final. A atração já está em sobretempo há algumas temporadas e desta vez não vai ter jeito de não abandoná-la com a saída de Simon Cowell. O jurado, que é e sempre foi a alma do programa, já se mostrou mais do que aborrecido e insatisfeito com o formato e por isso mesmo criou sua própria competição musical em sua terra natal, o X-Factor, que confere aos produtores e jurados um poder maior de controle e condução. Era notório o descontentamento e desmotivação dele, o que culminou numa temporada melancólica, penosa, sem surpresas e grandes momentos. Certamente Idol será renovado por vários anos, mas eu pararei por aqui.

Autor: Bruno Carvalho - Categoria(s): American Idol Tags: , , , ,
26/05/2010 - 00:01

American Idol: Crystal ou Lee?

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Até que no final das contas tudo acabou dando certo, não? Depois das eliminações dos “Sanjayas” da temporada – Tim Urban e Aaron Kelly – era inevitável que Big Mike e Casey James seriam os próximos. A 9ª temporada de American Idol foi inteiramente dominada por Crystal Bowersox e Lee DeWyze. Mas a partir do Top 4 o jogo começou a virar e parece que Lee colocou em mente que vai ganhar esta competição e, se isso acontecer, será muito justo. Todos que acompanham as resenhas da temporada sabem que eu sempre indiquei Crystal como minha favorita. Porém, tenho que reconhecer o crescimento de Lee, que foi diretamente proporcional ao aumento de sua confiança no jogo. No Top 4 com temas de cinema ele fez uma versão incrível de Kiss From a Rose do Seal e, apesar da música já estar mais do que esgotada em American Idol, sendo alvo até de uma brincadeiras de Jack Black em um dos Idol Gives Back anteriores, ele trouxe algo de novo e superou todos os que já a interpretaram no programa. O mesmo pode ser dito da escolha de Simon pra ele no Top 3: Hallellujah foi sistematicamente cantada por competidores com ou sem talento, mas como apostou o próprio jurado, ele iria fazer algo especial com a canção e não duvido nada que esta será a apresentação pela qual o público poderá coroá-lo vencedor esta noite. Crystal, por outro lado, vem nas últimas semanas arriscando pouco com suas escolhas, apesar de sempre ter se mantido fiel ao seu estilo. Não gostei de vê-la sem seu tradicional instrumento em sua mais recente apresentação, pois ficou claro seu desconforto e ausência de presença de palco cantando Maybe I’m Amazed do Jem (apesar da versão em si ter ficado espetacular como sempre). O público considera tudo e qualquer descuido pode custar a vitória. Enfim, pela primeira vez veremos a final ao vivo com os EUA, a partir das 21h (Brasília) – antes, às 20h, será transmitido o episódio de ontem nos EUA -  e dessa vez acho que quem levar terá merecido bem. E aí, quem será o próximo American Idol na sua opinião?

Autor: Bruno Carvalho - Categoria(s): American Idol Tags: , , , , , , , , , ,
25/05/2010 - 23:01

True Blood: Webisódio #4

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Sam Merlotte é o protagonista do 4º webisódio de A Drop of True Blood, confira:

A 3ª temporada de True Blood estreia dia 13/06 nos EUA e dia 27/06 na HBO Brasil. Assista os demais capítulos:

- Webisódio #1
- Webisódio #2
- Webisódio #3

Autor: Bruno Carvalho - Categoria(s): True Blood Tags: , ,
25/05/2010 - 00:01

Grey’s Anatomy: O Horror

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Grey’s Anatomy (6×23: Sanctuary; 6×24: Death and All His Friends): Eu não estava preparado. Você não estava preparado. Ninguém estava. Intenso, desesperador, aterrorizante: os mesmos adjetivos que podem ser utilizados para descrever o season finale de Grey’s Anatomy também servem para falar de Gary Clark. O que alguém que não tem mais nada a perder é capaz de fazer? O sujeito que perdeu a mulher da sua vida nos domínios do Seattle Grace/Mercy West Hospital não entrou lá apenas por vingança. Dilacerado ante a irreversibilidade da decisão de Derek Shepherd em pôr fim à existência de sua amada, o atirador quis buscar sua versão de justiça a qualquer custo, colocando fim também à existência de todos que cruzavam a sua frente. Shonda Rhimes criou uma situação impensável em que absolutamente ninguém estava a salvo. A cada encontro do Sr. Clark com os cirurgiões que se tornaram partes de nossas vidas ao longo dos últimos 6 anos, nós espectadores também tomávamos um tiro. Foram duas horas em que era impossível não se sentir desconfortável e indignado com o que estávamos vendo.

Reed, Karev, Charles e Shepherd certamente não foram as únicas vítimas desta tragédia, independente de terem sobrevivido ou não. Direta ou indiretamente, todos ali (e aqui) foram afetados por aquele infeliz. Médicos perderam amigos, companheiros. Bailey perdeu sua estabilidade. Meredith perdeu seu filho. Justo agora que ela estava em paz com seu destino e com suas decisões. Foi tudo devastado. E se em Sanctuary nós tivemos um vilão e em Death and All His Friends Cristina Yang surgiu como a heroína. Mesmo sem ser capaz de remediar o que ocorreu, a Dra. Yang conseguiu resgatar a última gota de esperança naquelas instantes com Derek na mesa de cirurgia. Ela voou solo como nunca antes, sem Burke, Han ou Teddy. Ela devolveu os sonhos ao McDreamy e sua intérprete, Sandrah Oh, se superou mais uma vez. Foi inigualável, foi insuperável e a partir de agora será impossível falar de Grey’s Anatomy sem falar do arrebatador final desta excepcional temporada. Shonda Rhimes acabou de conquistar seu lugar definitivo na mesa em que sentam os maiores mestres da televisão.
Cotação Bruno Carvalho:

Autor: Bruno Carvalho - Categoria(s): Greys Anatomy Tags: , , , , , , ,
24/05/2010 - 02:01

The End

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Alerta de Spoiler - Brasil
(LOST “6×17; 6×18: The End, Parts 1 and 2″) Eu comecei incrédulo o último episódio de LOST, confesso. O turbilhão de informações, histórias, retornos e caminhos cruzados na jornada final para impedir que o Homem de Preto destruísse a ilha não me deixaram conectar de início com a essência da série. Mas isso foi de propósito. Afinal, não era essa a história que Carlton Cuse, Damon Lindelof e toda a equipe que escreveu uma das maiores sagas da televisão mundial quis contar. Claro, tivemos os momentos apoteóticos com Desmond, “Locke” e Jack no coração da ilha; os retornos de Boone, Shannon, Juliet, Rose, Bernard e Vincent; a libertação de Richard Alpert de seu encargo eterno; a auto condenação de Ben pelos seus erros e muito mais. A primeira parte foi vibrante e intensa a cada tiro e soco, mas à medida que o episódio avançava as iterações, aliterações, mistérios e mitologias foram tomando conta da tela. E assim, os borrifos de sangue foram se transformando em toques; os gritos em abraços e as palavras de desespero em momentos de conforto enquanto os eternos sobreviventes do voo 815 se reencontravam na outra realidade.

E como nós não percebemos pra onde tudo caminhava? Esperávamos o quê? Que um vídeo de orientação da Dharma Initiative aparecesse para nos guiar? Não. Precisávamos ser guiados pela emoção, pois no fim das contas estamos todos indo para um outro lugar, queiramos ou não. E foi esta a história que LOST contou nos últimos seis anos de nossas vidas: a jornada de pessoas que nasceram, viveram e morreram. Jack, Kate, Sawyer, Juliet, Jin, Sun, Hurley, Libby, Desmond, Penny e tantos outros foram levados à ilha para cumprir uma missão. E cumpriram. E uma a uma, sistematicamente, foram morrendo desde o início da série, como uma contagem regressiva que recusamos enxergar. E por quê? Por que todos morrem, inevitavelmente. E no fim não mais importaram os números, as teorias, os mistérios ou mitos. A realidade paralela foi apenas um ponto de encontro daqueles que a todo custo viveram juntos e não queriam morrer sozinhos, a “antessala” do paraíso para os que precisam dar um nome a tudo. Mas o maior feito deste final foi o de criar algo atemporal, completo e ainda assim aberto para (milhões de) interpretações. E falando em uma antessala, um dos poucos detalhes deste final que citarei é o local onde o caixão de Christian Shephard estava, com as diversas representações físicas de várias religiões.

Existem mais informações nos minutos, segundos e milésimos finais de LOST do que muitos conseguirão imaginar. A cena final, então, é ao mesmo tempo fantástica, enigmática e triste. Jack acordou naquele bambuzal confuso e pronto para uma grande aventura e no mesmo local seus olhos cheios de dor e conhecimento se fecharam. Com isso, a série e sua intenção permanecerão, invariavelmente, incompreendidas. O que foi real, irreal, imaginário ou não, no fim das contas, caberá a cada um. A ilha é um teste? O purgatório? Uns chamam de final aberto por não esgotar tudo como se fosse um drama investigativo. Eu chamo de final ideal, digno das melhores obras de ficção. Aqueles que não acabam quando realmente chegam ao fim, pois o que realmente importa é a jornada. Não foi um final fácil ou óbvio. Foi um final corajoso que fez jus aos seis anos da série. Afinal, estamos todos indo para algum lugar, não? Sim? Não? Vejo vocês em uma outra vida, brothas!

Que jornada. Que jornada.

A cobertura completa do final de LOST continuará no Twitter!

Autor: Bruno Carvalho - Categoria(s): LOST Tags: , , , , , , , ,
21/05/2010 - 12:01

Grey’s Anatomy: Hook, Line and Sinner, How Insensitive e Shiny Happy People

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Grey’s Anatomy (6×20: Hook, Line and Sinner; 6×21: How Insensitive; 6×22: Shiny Happy People): Após uma pequena pausa, Grey’s Anatomy retorna mostrando que a boa fase da série continua e com fôlego para muito mais. Definitivamente a 6ª temporada já figura entre as melhores da série. Em Hook, Line and Sinner acompanhamos os conflitos internos do agora vovô Mark Sloan e as contendas externas entre os casais Owen/Cristina e Arizona/Torres. Mas o destaque do capítulo acabou ficando com Derek Shepherd, que enfrenta desafios cada vez maiores no cargo de “chief” e é obrigado a tomar controversas decisões, como a efetivação da Dra. Teddy apenas porque o especialista recusou o cargo. A série claramente está preparando este arco e, pelo que vimos em How Insensitive, começo a achar que o neurocirurgião vai sucumbir à pressão, ainda mais após ter que enfrentar o viúvo da paciente cujos aparelhos que a mantinham viva foram desligados sob sua ordem. No lugar da calma sala de operações, o médico agora precisa encarar tensas audiências e reuniões para resolver os rotineiros problemas legais e administrativos do Seattle Grace/Mercy West Hospital. Ah, e por falar em questões jurídicas, foi irônico o retorno da Dra. Isobel Stevens como uma mera linha na peticão de divórcio enviada a Karev, para logo depois ele “assumir” a pequena Grey de vez. Uma forma elegante que Shonda Rhimes escolheu pra dizer à Katherine Heigl: “seu contrato foi rescindido como queria e a série seguirá muito bem sem você”. Coroando o excelente episódio tivemos o caso das complicações do paciente com obesidade mórbida e as interessantes lições de sensibilidade, tolerância e compaixão que o drama apresentou. Por fim, Shiny Happy People continuou com o excelente ritmo, ainda mais quando focou suas atenções em Miranda Bailey e acrescentou um decidido Marc Sloane na recém-formada equiação Karev x Lexie. Grey’s Anatomy está excepcional!
Cotação Bruno Carvalho:

Autor: Bruno Carvalho - Categoria(s): Greys Anatomy Tags: , , ,
21/05/2010 - 00:01

Fall Season 2010: O Upfront da CW

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A emissora mais caçula de todas apresentou ontem o seu Upfront sem trazer grandes ou aguardadas novidades. Também pudera, desde que estreou como uma espécie de spin-off dos extintos The WB e UPN, o canal se tornou famoso por estrear séries adolescentes com muito hype e conteúdo questionável, levando-as sistematicamente ao cancelamento precoce. Amargando os piores índices de audiência na TV aberta americana, a CW passou a apostar nos remakes e revivals de séries clássicas e adaptações literárias na tentativa de chamar atenção. Essa estratégia até deu certo, com os exemplos de 90210, Gossip Girl e The Vampire Diaries. Para a temporada 2010, eles foram mais conservadores, renovando séries que já eram consideradas canceladas como Smallville (que vai pra 10ª e oficialmente última temporada) e One Tree Hill. Teremos também, claro, mais um remake a caminho, o de La Femme Nikita. Confira o lineup:

Voltam à tela da CW as séries Supernatural (6ª temporada), Smallville (10ª temporada), Gossip Girl (4ª temporada), One Tree Hill (8ª temporada), 90210 (3ª temporada), Life UneXpected (2ª temporada), The Vampire Diaries (2ª temporada) e o reality America’s Next Top Model.

Não voltam mais: Melrose Place (1ª temporada) e The Beautiful Life (1ª temporada).

Nikita: Remake da série canadense La Femme Nikita (cancelada em 2001), que por sua vez foi baseada no filme francês de Luc Besson. O drama de ação contará a história de uma jovem criminosa que foi obrigada a trabalhar como assassina em uma agência espiã e, depois de escapar busca vingança contra seus malfeitores. Veja a cena exibida na apresentação.

Hellcats: A única outra novidade roteirizada da CW para a temporada é este drama sobre líderes de torcida, produzido por Tom Welling (Smallville). Não foram divulgados mais detalhes, e talvez nem tenha, considerando o clipe que foi exibido e que apenas traz a equipe das “Hellcats” treinando.

Leia Mais Sobre os Upfronts dos canais e sinopses das novas séries da temporada 2010/2011:

- Fall Season 2010: O Upfront da NBC
- Fall Season 2010: O Upfront da FOX
- Fall Season 2010: O Upfront da ABC
- Fall Season 2010: O Upfront da CBS
- Fall Season 2010: O Upfront da CW
- Fall Season 2010: Renovações e Cancelamentos [lista completa]

Autor: Bruno Carvalho - Categoria(s): Cancelamentos, Fall Season, Hellcats, Mid Season, Nikita, Notícias Tags: , , ,
18/05/2010 - 16:01

LOST: O Trailer de “6×16: What They Died For”

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What They Died For é o último episódio de LOST antes do Series Finale que será exibido no próximo domingo dia 23/05 nos EUA e em grande parte do mundo. O final chega em 25/05, apenas dois dias depois, no AXN Brasil. Enfim, o penúltimo trailer da série que publicamos no blog:

Autor: Bruno Carvalho - Categoria(s): LOST Tags: , , , , ,
18/05/2010 - 12:01

Fall Season 2010: O Upfront da FOX

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Bem estabelecida em audiência, a FOX apresentou esta semana a sua programação para a próxima temporada que reflete seu tom mais conservador. A única surpresa já havia sido anunciada há alguns meses, que foi o cancelamento de 24, drama tradicional da emissora que certamente abrirá espaço para a produção de filmes derivados. As novas séries anunciadas denotam a intenção do canal em restabelecer seu núcleo cômico não animado, que há algumas temporadas vem capengando. Contudo, a emissora segue forte mesmo com as pratas da casa que foram renovadas (em especial House e Glee), bem como com o retorno de American Idol em 2011, mesmo sem Simon Cowell, jurado que deixa o reality para se dedicar à produção da versão americana de X-Factor (que pelo visto deve ficar somente para o Fall de 2011/2012). Confira como ficou a situação da Raposa:

O canal vai continuar com House M.D. (7ª temporada), Fringe (3ª temporada), Glee (2ª temporada), Lie to Me (3ª temporada), Bones (6ª temporada), Human Target (2ª temporada), The Simpsons (22ª temporada), Family Guy (9ª temporada), American Dad (6ª temporada), The Cleveland Show (2ª temporada) e os realities American Idol, So You Think You Can DanceHell’s Kitchen e Kitchen Nightmares.

Canceladas estão as séries 24 (8ª temporada), Dollhouse (2ª temporada), Brothers (1ª temporada), Past Life (1ª temporada), ‘Til Death (4ª temporada) e Sons of Tucson (1ª temporada).

Terra Nova: É a maior aposta da FOX no segmento drama para a nova temporada, mas só deve chegar em 2011. A super produção é de Steven Spielberg e contará a história de uma família que viaja no tempo até a época dos dinossauros numa expedição para salvar a humanidade de uma iminente ameaça. (detalhes)

Running Wilde: Comédia que terá Will Arnet (Arrested Development) de volta à telinha no papel de um eterno playboy que fará de tudo para conquistar seu grande amor de infância (uma jovem altruísta) que, claro, é o seu oposto. (detalhes)

Raising Hope: Será uma comédia sobre um jovem que tem uma filha com uma criminosa procurada pela justiça e precisará da ajuda dos pais para encarar os desafios nesta inusitada família. (detalhes)

Lonestar: Parece que esta será uma espécie de Cane do petróleo contando a história de um sujeito que vive duas vidas e têm famílias em diferentes cidades do Texas. Jon Voight (24) e Adrianne Palicki (Friday Night Lights) estão no elenco. (detalhes)

Ride-Along: Traz a FOX investindo novamente na busca de um drama policial, desta vez acompanhando a polícia de Chicago na luta diária contra o crime e a corrupção. A produção é de Shawn Ryan (The Shield, The Unit). (detalhes)

Mixed Signals: Prevista para estrear somente no mid season (2011), esta será mais uma daquelas usuais comédias sobre amigos, relacionamentos e problemas amorosos. (detalhes)

The Good Guys: Do criador Matt Nix (Burn Notice), esta será uma comédia de ação jogada nas noites de sexta cuja premissa são os conflitos entre um policial da velha guarda (Bradley Withford, de Studio 60) com um detetive jovem, certinho e moderninho (Colin Hanks, de Mad Men). (detalhes)

Bob’s Burgers: É uma nova animação da FOX para integrar o bloco de domingo sobre um homem fascinado por hamburgers, sua família e a lanchonete que eles tocam num ponto desvalorizado, ao lado de uma funerária. (detalhes)

Leia Mais Sobre os Upfronts dos canais e sinopses das novas séries da temporada 2010/2011:

- Fall Season 2010: O Upfront da NBC
- Fall Season 2010: O Upfront da FOX
- Fall Season 2010: O Upfront da ABC
- Fall Season 2010: O Upfront da CBS
- Fall Season 2010: O Upfront da CW
- Fall Season 2010: Renovações e Cancelamentos [lista completa]

Autor: Bruno Carvalho - Categoria(s): Cancelamentos, Fall Season, Lonestar, Mid Season, Mixed Signals, Raising Hope, Running Wilde, Terra Nova, The Good Guys Tags: , , ,
17/05/2010 - 20:01

Fall Season 2010: O Upfront da NBC

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Com a proposta de chegar “mais colorida” à casa do americano em 2009, a NBC praticamente afundou em audiência, causando ainda um dos mais memoráveis fiascos da TV, que foi a guerra do Late Night com o The Jay Leno Show, desgastando muito sua imagem. Sem uma programação sólida para salvar, à exceção do bloco de comédias de quinta à noite, a ordem foi a de mudar de vez com doze novos programas, sendo sete dramáticos (incluindo a nova de J.J. Abrams, Undercovers) e cinco cômicos. Também realizaram uma “limpeza” na casa, eliminando dramas que traziam pouco retorno e tinham um alto custo como Heroes e Law & Order. Apesar destas produções terem sido encerradas sem final, o canal revelou que pretende negociar com os produtores das atrações uma forma de concluir as histórias provavelmente em telefilmes ou especiais que serão veiculados a partir do mid season (início de 2011), em respeito aos fãs fieis. É difícil prever se estas apostas darão certo, mas não consigo imaginar a NBC totalmente restaurada tão cedo. Eles precisam resgatar aos poucos a confiança do espectador com boas séries (especialmente dramas) em vez das bombas que passaram nos últimos anos. O primeiro passo foi dado que é o de renovar todo o bloco de comédias, mais a cultuada e excelente Chuck, apesar dos baixos índices. É uma questão de manter o pouco da boa imagem que resta à emissora. Veja então como ficou a situação da NBC para a próxima temporada:

Continuam firmes e fortes as séries Chuck (4ª temporada), Parenthood (2ª temporada), Law & Order: Special Victims Unit (12ª temporada), Community (2ª temporada), 30 Rock (5ª temporada), The Office (7ª temporada), Parks & Recreation (3ª temporada, em 2011) e os realities The Biggest Loser, The Celebrity Apprentice, The Apprentice, The Marriage Ref e Last Comic Standing.

Foi oficialmente decretado hoje o fim da linha para as séries Heroes (4ª temporada), Law & Order (20ª temporada), Mercy (1ª temporada) e Trauma (1ª temporada).

Undercovers: Criada e produzida por J.J. Abrams (Alias, LOST, Fringe), este será um drama de espionagem cujos protagonistas são um casal. Juntos eles tentam balancear a vida suburbana com as perigosas missões que fazem para a CIA, mas deixando claro que o casamento ainda é a parceria mais perigosa. Confira o trailer.

The Event: Um sujeito comum investigando o sumiço de sua noiva descobre, sem querer, um dos segredos mais importante dos EUA e será o alvo de uma conspiração mundial, onde as respostas sempre acabam levando-o a questionamentos ainda maiores. No elenco Blair Underwood (Dirty Sexy Money, In Treatment). Confira o trailer.

Chase: É uma espécie de Prison Break ao contrário produzido por Jerry Bruckheimer (CSI, The Amazing Race) que terá um grupo de agentes federais na caça constante dos principais fugitivos dos EUA, com a promessa de ser um drama ágil e repleto de ação no estilo “gato e rato”. Curiosamente tem Amaury Nolasco, o Sucre de Prison Break, no elenco, e é estrelado por Kelli Giddish (Past Life). Confira o trailer.

Law & Order: Los Angeles: Abre-se aqui mais um braço da franquia Law & Order, desta vez com uma sucursal em Los Angeles, assim como aconteceu na temporada passada com NCIS. Embora sem elenco definido, o drama jurídico já vem com a promessa de focar nos crimes infames dos ricos na terra da fama. Confira detalhes.

Outsorced: A nova sitcom do canal em formato mockumentary falará das divergências culturais entre ocidente e oriente com a história de uma empresa que fabrica subprodutos de bacon como almofadas e carteiras que terceiriza o seu serviço de call center para a Índia (fato muito comum nos EUA). Confira o trailer.

The Paul Reiser  Show: Anteriormente batizada de Next, a comédia estrelada pelo ex-Mad About You é prevista para 2011 e uma espécie de Curb Your Enthusiasm na TV aberta em que o ator interpretará ele mesmo revelando o que ele anda aprontando longe dos estúdios. Confira detalhes.

O canal ainda trará Love Bites (comédia romântica sobre amigas solteiras; detalhes), Outlaw (drama jurídico com Jimmy Smits, de Dexter; detalhes) e para o mid season, a partir de 2011, The Cape (drama sobre um policial que vira um herói mascarado; detalhes), Friends With Benefits e Perfect Couples (mais séries sobre relacionamentos; detalhes aqui e aqui) e a aguardada Harry’s Law (novo drama jurídico de David E. Kelley, criador de Boston Legal, que terá Kathy Bates como protagonista; detalhes).

Leia Mais Sobre os Upfronts dos canais e sinopses das novas séries da temporada 2010/2011:

- Fall Season 2010: O Upfront da NBC
- Fall Season 2010: O Upfront da FOX
- Fall Season 2010: O Upfront da ABC
- Fall Season 2010: O Upfront da CBS
- Fall Season 2010: O Upfront da CW
- Fall Season 2010: Renovações e Cancelamentos [lista completa]

Autor: Bruno Carvalho - Categoria(s): Cancelamentos, Chase, Fall Season, Friends With Benefits, Harry's Law, Law & Order: Los Angeles, Love Bites, Mid Season, Notícias, Outlaw, Outsorced, Perfect Couples, The Cape, The Event, Undercovers Tags: , , ,
14/05/2010 - 00:01

Fringe: Brown Betty e Northwest Passage

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Alerta de Spoiler - Brasil
Fringe (2×20: Brown Betty; 2×21: Northwest Passage): Sou fã da liberdade poética e criativa de Fringe desde o piloto, mas preciso admitir que Brown Betty foi o episódio errado na hora errada. Ora, a série passou toda a 2ª temporada estabelecendo o incondicional amor paterno de Walter com Peter e não era necessário interromper o excelente ritmo que estava sendo adotado para restabelecer isso de forma lúdica com os devaneios do cientista drogado. Apesar de impecável a direção de arte e a criação de um clima “noir-tech”, toda esta estrutura me soou desperdiçada na trama, sem contar nos rápidos números musicais (inseridos de última hora a pedido do canal FOX para promover a série Glee) que trouxeram os atores, em especial Anna Torv, desconfortáveis em cena. Enfim, a temporada poderia ter seguido muito bem sem este episódio, assim como aconteceu com aquele que foi resgatado da primeira temporada (Unearthed) e que no fim das contas também não acrescentou nada e confundiu os espectadores por apresentar Charlie ainda vivo. Felizmente em Northwest Passage o drama retornou em um de seus melhores momentos, com um capítulo extremamente tenso e lotado de mistérios. Acompanhando os passos de Peter depois que este decidiu fugir do pai “daqui”, a narrativa adotou um tom meticuloso a cada cena, conduzindo-nos para um dos pontos mais cruciais da temporada através da caçada de Newton e seus shapeshifters: a revelação do “homem do outro lado”, que é mesmo Walternate.

E somente com aqueles instantes finais uma imensidão de fatos, informações e enigmas sobre o universo de Fringe vêm à tona. Se o Walter Bishop que nós conhecemos fora capaz de quebrar a barreira do impossível para salvar a vida de seu filho, era de se esperar que Walternate faria o mesmo para resgatá-lo, depois de juntadas as peças. O padrão, então, foi manifestado e movimentado por duas versões de uma mente brilhante, sob os sempre curiosos olhares dos guardiões dos universos, os Observadores. Vale abrir um espaço aqui para ressaltar a magnífica performance de Joshua Jackson, que interpreta Peter agora com uma imponente presença em tela a cada cena. A dinâmica dele com a xerife da cidadezinha foi invejável. Ainda faltam muitos mistérios para serem respondidos, mas agora sabemos que a tão aguardada “guerra” entre os dois mundos têm seus comandantes que estão dispostos a ir até o fim e o season finale começa a tomar forma com ar de grandiosidade. Pra qual lado vocês vão torcer?
Cotação Bruno Carvalho:

Autor: Bruno Carvalho - Categoria(s): Fringe Tags: , , , , ,
13/05/2010 - 00:01

Across the Sea

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Alerta de Spoiler - Brasil
(LOST “6×15: Actoss the Sea”) A mãe de Jacob e de seu irmão, que segue sem nome, chegou na ilha como qualquer outra pessoa: por acaso. Recém-nascidos, os futuros rivais foram criados por uma misteriosa mulher que, em data indefinida, tinha o encargo de proteger algo muito importante do mal constante existente no mundo. Quem é essa mulher? De onde ela veio? Que poderes ela tem? O que raios está acontecendo? Não sei, mas segundo ela a resposta de uma pergunta somente levará a outra pergunta, o que indica que este processo de sucessão provavelmente ocorre há milhares de anos. Criticado, odiado, adorado ou incompreendido, Across the Sea inquestionavelmente traz consigo a coragem de LOST em contar sua história através de um capítulo tão rico e carregado de simbolismos, mas pecante em revelar o que grande parte do público esperaria a pouco mais de 10 dias para o final. E em vez de pensar no pouco tempo que falta, que tal considerarmos o que já vimos nos últimos 6 anos para tentar entender a importância e a relevância deste capítulo na mitologia da série? Jacob e seu irmão representam os arquétipos de algo muito mais grandioso e obscuro do que meros habitantes de uma ínsula. É notório como os gêmeos bivitelinos foram crescendo de forma diametralmente oposta até se tornarem eternos rivais ideológicos, confinados numa existência indefinida e ligados apenas pelo vínculo forçado, mas invariavelmente real, com a mãe adotiva. E essa conturbada relação culminou nas diversas tragédias que moldaram as vontades, medos, escolhas e ações de dois seres imperfeitos por natureza, mas igualmente especiais. E novamente o acaso aparece para dar forma ao que chamamos de “bem e mal”, cada mais vez estabelecidos como dependentes um do outro.

Afinal, existiria o mal sem o bem e vice-versa? A conduta exigida seria a mesma se as circunstâncias fossem diferentes? De forma extremamente poética, Across the Sea nos apresentou à ideia da “essência de tudo” através da caverna iluminada, num exercício brilhantemente executado na tentativa de entender a origem metafísica do mundo. Mas o que isso tem a ver com o voo 815, com os sobreviventes, a Iniciativa Dharma, as viagens no tempo e cada pequeno problema, caso ou situação ocorridos na ilha? Ora é exatamente o equilíbrio obrigatoriamente existente entre Jacob e o Homem de Preto o causador e catalisador de tudo: do momento em que um irmão mata a manipuladora mãe até que esta é vingada. O que aconteceu aconteceu. Este antepenúltimo capítulo abriu nossos olhos para enxergarmos, de uma vez por todas, que o ser que temos como “malvado”, capaz de arquitetar a morte de seu irmão e dos candidatos deste, apenas age seguindo a sua convicção, sua força própria. Jacob também matou, mentiu, manipulou e o fez de acordo com sua fé inerente – ambos fieis motivados por aquilo que cresceram condicionados a ser. Mas e se, por exemplo, uma bomba H mudasse as variáveis da complicada equação da vida? Seriam as escolhas diferentes? O que é estabelecido como “bem” poderia eventualmente ser visto como “mal”? Essa história, meus caros, não é nova para nós, ainda mais depois que conhecemos os flashsideways nesta temporada. Quem não gostaria de uma segunda chance, ainda que na prática ela fosse impossível? No mundo das ideias tudo é praticável, lícito e viável. Em Across the Sea os círculos começaram a se fechar; “Adão e Eva” já não têm mais este nome e nossa percepção sobre este inigualável universo criado foi necessariamente abalada (você percebeu?). É hora de curtir, com novos olhos, a jornada que nos aguarda para o fim desta magnífica história.
Cotação Bruno Carvalho:

Autor: Bruno Carvalho - Categoria(s): LOST Tags: , , , , , , , ,
12/05/2010 - 21:01

True Blood: Webisódio #3

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Em mais um mini-episódio em preparação para a 3ª temporada de True Blood, as personagens Sookie, Lafayette e Tara são o destaque. O drama vampiresco retorna dia 13/06 nos EUA e em 27/06, apenas duas semanas depois, na HBO Brasil! Confira o capítulo:

Autor: Bruno Carvalho - Categoria(s): True Blood Tags: , , ,
11/05/2010 - 00:01

24 Horas: Day 8 09:00 AM – 11:00 AM

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Alerta de Spoiler - Brasil
24 (8×18 – 8×19 Day 8 9:00 AM – 11:00 AM): A última temporada de 24 definitivamente tomou um rumo inesperado após a morte do presidente Hassam, já que trouxe um dos elementos que estavam faltando na série: o constante clima de urgência. Desesperada para assinar o acordo de paz no oriente médio, a presidente Taylor acabou recorrendo aos artifícios escusos de Charles Logan para colocar os russos de volta às negociações e isso deu o start perfeito para o ato final de Bauer. E ainda que sempre retratada por sua integridade ética e moral, não chegou a ser absurda no contexto da trama a difícil decisão que a comandante do executivo tomou em colocar panos quentes na situação em prol do bem mundial. Dilacerada pelos trágicos eventos do dia e influenciada por seu novo e pragmatista “consultor”, Allison ficou totalmente sem recursos. O problema é que isso aconteceu no dia errado, pois acabou contrariando o eterno defensor da lei e da ordem, aquele que jamais pôde ser contido e confinado por inimigos ou aliados: Jack Bauer. E sem mais quase nada a perder, sequestrar helicóptero, pousar no meio da cidade e driblar a armadilha da CTU para capturá-lo é praticamente feito no automático. Está certo que esta não foi nem de longe a primeira vez que Jack vai contra tudo e todos, mas eu nunca imaginava um confronto Bauer x Taylor há questão de 2 ou 3 episódios atrás. Formidável, ainda, o destaque merecidamente conferido à Chloe O’Brien e sua talentosíssima intérprete Mary-Lynn Rajskub, que domina cada frame no cargo de diretora interina da agência. Mesmo previsível, fato é que 24 sempre foi uma série de “meios” e não de “fins”. A tensão foi elevada pelo tique dos segundos a cada intervalo e o drama recuperou nesta reta final os seus melhores momentos. Way to go!
Cotação Bruno Carvalho:

Autor: Bruno Carvalho - Categoria(s): 24 Horas Tags: , , ,
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