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	<title>LiGado em Série, com Bruno Carvalho &#187; usa</title>
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	<description>o blog de séries e TV do iG!</description>
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		<title>A Semana em Série</title>
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		<pubDate>Fri, 27 Nov 2009 08:01:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Carvalho</dc:creator>
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		<description><![CDATA[
The Good Wife (1x08: Unprepared): Se em seu episódio piloto The Good Wife apresentou-se promissora conforme eu havia mencionado na resenha, posso dizer que com este mais recente Unprepared o drama provou que é merecedor de nossa atenção. Até então na cerca sobre sua abordagem, a série trouxe à tona de vez o caso principal [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify"><img class="alignnone size-full wp-image-6631" src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/alerta15.jpg" alt="Alerta de Spoiler - Brasil" width="489" height="20" /><br />
<img class="alignleft size-full wp-image-9665" src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2009/10/bgoodwife.jpg" alt="bgoodwife" width="165" height="100" /><strong>The Good Wife (1&#215;08: Unprepared)</strong>: Se em seu episódio piloto <strong>The Good Wife</strong> apresentou-se promissora conforme eu havia mencionado na resenha, posso dizer que com este mais recente <em>Unprepared</em> o drama provou que é merecedor de nossa atenção. Até então na cerca sobre sua abordagem, a série trouxe à tona de vez o caso principal de Peter Florrick com os preparativos de seu julgamento e com a inesperada intimação de Alicia para depor à favor do homem que traiu sua confiança. E foi o desenvolvimento desta simples história, a de uma mulher traída, que a foi tornando grandiosa para nós, seja pela empatia despertada pela protagonista e pela sempre tocante interpretação de Juliana Marguiles. <strong>The Good Wife</strong> começou a brilhar e tenho certeza de que agora vai engrenar de vez.<br />
<strong>Cotação Bruno Carvalho</strong>: <img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star121.jpg" alt="" /><img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star121.jpg" alt="" /><img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star121.jpg" alt="" /><img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star121.jpg" alt="" /><img class="alignnone size-full wp-image-8421" src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2009/01/starhalf.jpg" alt="Half Star" width="20" height="14" /></p>
<p style="text-align: justify"><img class="alignleft size-full wp-image-9396" src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2009/09/bglee.jpg" alt="bglee" width="165" height="100" /><strong>Glee (1&#215;10: Ballad)</strong>: Mesmo gostando do &#8220;clima&#8221; descontraído desta produção, não posso deixar de ressaltar que a comédia é sim inconstante, às vezes apresentando episódios inesquecíveis e apoteóticos e outras trazendo um capítulo insosso e desinteressante como foi esse <em>Ballad</em>. Eu não sei porque séries <em>teens</em> insistem em criar personagens fracas e que sempre navegam à favor da maré, como é o caso de Rachel. Incondicionalmente apaixonada por Finn, esse romancinho perseguidor com o Sr. Schuester soou bobo e incoerente demais, mesmo sabendo que muitas vezes os roteiristas não se levam à sério. Os musicais não empolgaram tanto quanto os anteriores e repito que está faltando desenvolver a história do campeonato no qual o Glee Club participará. Eles ficam apenas circundeando o assunto para ganhar tempo e criam capítulos vazios como este. Tudo bem que teve o casinho de Quinn sendo expulsa de casa e tudo mais, mas cadê a empolgação minha gente? <em>Glee</em> significa alegria, diversão contagiante! <em>Ballad</em>, um dos últimos episódios do ano, definitivamente não empolgou.<br />
<strong>Cotação Bruno Carvalho</strong>: <img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star121.jpg" alt="" /><img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star121.jpg" alt="" /><img class="alignnone size-full wp-image-8421" src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2009/01/starhalf.jpg" alt="starhalf" width="20" height="14" />
</p>
<p style="text-align: justify"><img class="aligncenter size-full wp-image-9995" src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2009/11/comment1188.jpg" alt="comment1188" width="660" height="170" /></p>
<p style="text-align: justify"><img class="alignleft size-full wp-image-9010" src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2009/04/b30rock.jpg" alt="" width="165" height="100" /><strong>30 Rock (4&#215;04: Audition Day, 4&#215;05: The Problem Solvers)</strong>: Há alguma coisa de errado com <strong>30 Rock</strong> e não dá pra negar. Os momentos geniais e hilários que eram emendados uns nos outros agora estão mais isoldos. Em <em>Audition Day</em> vimos isso quando Donaghy foi ao metrô de Nova York pra buscar informações sobre sua coceira por percevejos com a &#8220;ralé&#8221;, piada ótima que foi subaproveitada pelo roteiro em prol da repetição daquelas aborrecidas cenas de testes para o novo membro do elenco do TGS With Tracy Jordan. Ruim? De forma alguma. Mas aquém do que a série apresentou. Quem sabe assim eles dão um pouco de chance para outras comédias levarem o Emmy, né? <em>The Problem Solvers</em> foi mais consistente, ainda que ver Liz Lemmon em situações deprientes e/ou deploráveis (que ela adora se colocar) já tenha cansado. Foram Jenna e Tracy que roubaram a cena como os &#8220;Solucionadores de Problemas&#8221; e o episódio só deslanchou mesmo em seu final quando Liz e Jack descobriram que são almas gêmeas&#8230; para os negócios! Tomara que desenvolvam melhor esta &#8220;relação&#8221; entre os dois.<br />
<strong>Cotação Bruno Carvalho</strong>: <img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star121.jpg" alt="" /><img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star121.jpg" alt="" /><img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star121.jpg" alt="" /><img class="alignnone size-full wp-image-8421" src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2009/01/starhalf.jpg" alt="Half Star" width="20" height="14" />
</p>
<p style="text-align: justify">As resenhas de <strong>Friday Night Lights</strong> e <strong>V</strong> serão acrescentadas durante o post no final de semana, então voltem!</p>
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		<title>1.440 Minutos</title>
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		<pubDate>Thu, 26 Nov 2009 22:31:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Carvalho</dc:creator>
				<category><![CDATA[24 Horas]]></category>
		<category><![CDATA[fox]]></category>
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		<description><![CDATA[Sem delongas, eis o novo e eletrizante trailer da 8ª temporada de 24, ao som de Jay-Z e Rihanna, e em alta definição:

Esta deve ser a última temporada da série, que estreia nos EUA em 17 de Janeiro de 2010. No Brasil a FOX ainda não soltou a previsão de início, mas sabemos que eles [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Sem delongas, eis o novo e eletrizante trailer da 8ª temporada de <strong>24</strong>, ao som de Jay-Z e Rihanna, e em alta definição:</p>
<p style="text-align: center"><object width="640" height="385"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/nVC4uBfL9s8&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;rel=0&amp;hd=1" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="640" height="385" src="http://www.youtube.com/v/nVC4uBfL9s8&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;rel=0&amp;hd=1" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object>
</p>
<p style="text-align: justify">Esta deve ser a <strong>última temporada</strong> da série, que estreia nos EUA em 17 de Janeiro de 2010. No Brasil a FOX ainda não soltou a previsão de início, mas sabemos que eles sempre atrasam em virtude da dublagem. Além do elenco regular, o novo dia terá a participação de Freddie Prize Jr. e Katee Sackhoff, a Starbuck de <strong>Battlestar Galactica</strong>! <em>Jack Bauer is gonna run this town!</em> Mais novidades no nosso <a href="http://twitter.com/ligadoemserie" target="_blank">Twitter</a>! Siga lá!</p>
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		<title>A Semana em Série</title>
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		<pubDate>Thu, 26 Nov 2009 02:01:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Carvalho</dc:creator>
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Dexter (4x08: Road Kill): Este foi mais um high score para Dexter, que continua numa sequência absurda de ótimos episódios. Aproximando-se ainda mais de Trinity, vimos o quão especialista Morgan é em despertar o lado negro de seus rivais - algo que já acontecera com o Ice Truck Killer, Lyla, Doakes e, mais recentemente, Miguel [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify"><img class="alignnone size-full wp-image-6631" src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/alerta15.jpg" alt="Alerta de Spoiler - Brasil" width="489" height="20" /><br />
<img class="alignleft size-full wp-image-9671" src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2009/10/bdexter.jpg" alt="bdexter" width="165" height="100" /><strong>Dexter (4&#215;08: Road Kill)</strong>: Este foi mais um <em>high score</em> para <strong>Dexter</strong>, que continua numa sequência absurda de ótimos episódios. Aproximando-se ainda mais de Trinity, vimos o quão especialista Morgan é em despertar o lado negro de seus rivais &#8211; algo que já acontecera com o Ice Truck Killer, Lyla, Doakes e, mais recentemente, Miguel Prado. Parece que após anos escondendo sua fachada obscura do mundo ele sabe justamente o que é preciso para pisar nos calos alheios. E ao contrário de todos os antagonistas revelados acima, o sinistro assassino não apenas é a figura mais ambígua e interessante, como também a mais amedrontadora. Não se sabe o que esperar da personalidade quase bipolar cuidadosamente criada pelo talentoso John Lithgow, pois Trinity é capaz de mudar de forma abrupta como se um interruptor fosse ligado ou desligado. Mas eis que o terceiro ato do episódio chega e Dexter, com todo o trabalho que teria pronto pra ser executado com ele assistindo de camarote, resolve impedir o suicídio do psicopata &#8211; inevitavelmente tornando-o mais forte. Controversa a decisão impetuosa dele, não? Confesso que levei certo tempo para aceitar isso, já que aquele pulo para a morte significaria sim que Trinity morreria pela ação de Dexter. Contudo, não seria de acordo com o <em>ritual</em> de plásticos, fotos e sangue que ele <em>precisa</em> fazer. Seria prático, mas longe do ideal. Ei, cada um com a sua loucura&#8230;<br />
<strong>Cotação Bruno Carvalho</strong>: <img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star121.jpg" alt="" /><img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star121.jpg" alt="" /><img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star121.jpg" alt="" /><img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star121.jpg" alt="" /></p>
<p style="text-align: justify"><img class="alignleft size-full wp-image-9673" src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2009/10/bhouse.jpg" alt="bhouse" width="165" height="100" /><strong>House (6&#215;07: Teamwork)</strong>: House está com a sua licença médica de volta, o que significa também que ele retorna para o posto de comandante do &#8220;navio&#8221; de diagnósticos, decidindo a seu bel prazer o rumo que irá tomar. E se tem uma coisa que ele sabe fazer muito bem é manipular as pessoas, ainda mais quando isso é para atender seus interesses diretos ou indiretos. House precisa de uma equipe para realizar bem o seu trabalho e quando há uma disfunção ou baixa, ele entra em ação. Culpando o &#8220;bom doutor&#8221; pela corrupção de seu marido, Cameron abriu mão de seu trabalho e de seu relacionamento ao passo que Thirteen e Taub foram praticamente coagidos a retornar fazendo sacrifícios pessoais. É claro que no fim das contas cada um agiu com livre arbítrio, mas também é certo que a reorganização da equipe teve um empurrãozinho da bengala do manco médico. O caso da semana, assim como os últimos, andam dando muito pouco o que repercutir, o que eu acho bom. <strong>House</strong> é muito mais uma série sobre relacionamentos e comportamento humano do que um mero e episódico drama médico.<br />
<strong>Cotação Bruno Carvalho</strong>: <img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star121.jpg" alt="" /><img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star121.jpg" alt="" /><img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star121.jpg" alt="" /><img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star121.jpg" alt="" />
</p>
<p style="text-align: justify"><img class="aligncenter size-full wp-image-9925" src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2009/11/comment1186.jpg" alt="comment1186" width="660" height="170" /></p>
<p style="text-align: justify"><img class="alignleft size-full wp-image-9666" src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2009/10/bgreys.jpg" alt="bgreys" width="165" height="100" /><strong>Grey&#8217;s Anatomy (6&#215;10: Holidaze)</strong>: Shonda Rhimes fugiu do óbvio  com um episódio de fim de ano tendo todas as festas de uma só vez, o que se revelou bastante intrigante. E finalmente Miranda Bailey foi o centro da narrativa que contou um pouco mais sobre sua vida pós-divórcio e as dificuldades em lidar com seu rigoroso e exigente pai. Embora eu tenha achado o discurso dele um pouco pedante e exagerado, sua intolerância com as decisões da filha serviram de escada para Chandra Wilson mostrar seu incrível talento como atriz. Contudo, não gostei da forma com que Sloane descobriu que é pai de uma garota de 18 anos. O roteiro abordou a situação de forma rasa e pouco crível, principamente nas cenas que deveriam mostrar o decurso temporal de mais de um mês. De toda forma, o drama conseguiu contar com muita sensibilidade as histórias dos pacientes que ficaram no &#8220;limbo&#8221; durante este período, contando tão-somente com o apoio e dedicação destes cirurgiões que, na maioria das vezes, anulam suas próprias vidas em prol do hospital. Isso é algo louvável e que não deve ser reprimido como o pai de Bailey fez. Contudo, a imagem do Chief completamente bêbado e sozinho no bar revelou um terrível (e às vezes inevitável) contraponto das consequências que esta vida pode trazer.<br />
<strong>Cotação Bruno Carvalho</strong>: <img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star121.jpg" alt="" /><img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star121.jpg" alt="" /><img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star121.jpg" alt="" /><img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star121.jpg" alt="" /><img class="alignnone size-full wp-image-8421" src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2009/01/starhalf.jpg" alt="Half Star" width="20" height="14" /></p>
<p style="text-align: justify"><img class="alignleft size-full wp-image-9009" src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2009/04/boffice.jpg" alt="boffice" width="165" height="100" /><strong>The Office (6&#215;09: Murder; 6&#215;10: Shareholders Meeting)</strong>: A crescente, porém ainda latente rivalidade entre Jim e Michael, está fazendo muito bem a <strong>The Office</strong> e com a notícia de que a Dunder Mufflin pode entrar em procedimento de falência, cada um dos co-gerentes decidiu adotar diferentes estratégias para lidar com a situação. Enquanto Jim resolveu esperar o desenrolar da história, Michael &#8211; com uma de suas ideias tontas que no final se mostram geniais &#8211; pôs a turma pra brincar de &#8220;Detetive&#8221; para distrair a filial. E no meio do jogo que envolvia uma certa ridicularização politicamente incorreta com o povo do Sul dos EUA, foi Creed quem roubou a cena com uma rápida, sinistra e divertidíssima aparição. Já em <em>Shareholders Meeting</em>, Michael foi convidado para a conferência de contenção de estragos da companhia em Nova York. E mesmo o episódio tendo os seus (já usuais) bons momentos, sinto que eles poderiam ter ido mais além e dado à Michael ou à Oscar o trunfo de ajudar (ainda que sem querer) a salvar a empresa do vermelho. Isso era o que eu <em>queria</em> ver, admito, já que a falta de foco, covardia e estupidez dos rapazes é muito mais coerente com suas (divertidas) personalidades.<br />
<strong>Cotação Bruno Carvalho</strong>: <img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star121.jpg" alt="" /><img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star121.jpg" alt="" /><img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star121.jpg" alt="" /><img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star121.jpg" alt="" />
</p>
<p style="text-align: justify">Ainda nesta semana, comentários de <strong>V, The Good Wife, 30 Rock, Glee</strong> e <strong>Friday Night Lights!</strong></p>
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		<title>Fringe: Agosto</title>
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		<pubDate>Tue, 24 Nov 2009 02:01:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Carvalho</dc:creator>
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		<description><![CDATA[
"Existem cópias de tudo", relembrou o início de mais um fabuloso episódio de Fringe. Tal afirmação também se aplica ao nosso amigo misterioso Observador, pois logo de cara nos deparamos com um que, bem, não se limitou apenas a observar. Após sequestrar uma garota aparentemente normal, fomos descobrindo aos poucos mais sobre estes "seres" que, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify"><img class="alignnone size-full wp-image-6631" src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/alerta15.jpg" alt="Alerta de Spoiler - Brasil" width="489" height="20" /><br />
<img class="alignleft size-full wp-image-9913" src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2009/11/comment1184.jpg" alt="comment1184" width="275" height="210" />&#8220;Existem cópias de tudo&#8221;, relembrou o início de mais um fabuloso episódio de <strong>Fringe</strong>. Tal afirmação também se aplica ao nosso amigo misterioso Observador, pois logo de cara nos deparamos com um que, bem, não se limitou apenas a observar. Após sequestrar uma garota aparentemente normal, fomos descobrindo aos poucos mais sobre estes &#8220;seres&#8221; que, pelo visto, estiveram sempre próximos e presentes nos acontecimentos mais marcantes da Humanidade. Desde sempre. Eis então que a abdução da tal garota que deveria ser vítima de um grande acidente aéreo começou a levantar questionamentos não apenas em Peter e Olivia, mas também nos <em>outros</em> Observadores. Por que raios o estranho sujeito desobedeceu ordens expressas de sua &#8220;espécie&#8221; para impedir a morte de uma simples escultora? Seria ela uma peça importante na iminente guerra entre as realidades? Salvá-la era algo extremamente necessário e que impediria uma enorme tragédia ou coisa do tipo? Certamente todos nós cogitamos algo parecido ao longo do episódio, mas foi aí que <strong>Fringe</strong> mais uma vez nos pegou de surpresa. O Observador <em>sentia</em> algo por ela. &#8220;Talvez até amor&#8221;, exclamou. Ora, isso é motivo justo para quebrar um código de conduta que transcende o tempo e as várias dimensões? Claro que sim! Por óbvio esse não foi o episódio que esperávamos, mas através desta singela história nós conhecemos detalhes imprescindíveis sobre este grupo que está aí por alguma razão. Semana após semana o drama continua provando o quanto sua mitologia é rica, densa e muito bem construída. E olha que de quebra tivemos um show de interpretação de John Noble como o sempre fantástico e enigmático Walter Bishop e seu comovente passado que manifesta o incondicional amor que ele sente pro seu filho Peter. Mais um excelente episódio!</p>
<p><strong>Cotação Bruno Carvalho</strong>: <img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star121.jpg" alt="" /><img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star121.jpg" alt="" /><img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star121.jpg" alt="" /><img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star121.jpg" alt="" /><img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star121.jpg" alt="" /><br />
<span style="font-size: xx-small"><em>Episódio &#8220;2&#215;08: August&#8221; exibido em 19/11/2009 na FOX  americana.</em></span></p>
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		<title>FlashForward: Apagão Criativo</title>
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		<pubDate>Mon, 23 Nov 2009 02:01:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Carvalho</dc:creator>
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Analisando este nono episódio de FlashForward do início ao fim, notei que em mais uma semana a série simplesmente não trouxe absolutamente nada de relevante em sua trama que começou promissora e foi se tornando inócua. Senão vejamos: logo no começo o capítulo volta duas semanas antes do "apagão" pra mostrar o dia em que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify"><img class="alignnone size-full wp-image-6631" src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/alerta15.jpg" alt="Alerta de Spoiler - Brasil" width="489" height="20" /><br />
Analisando este nono episódio de <strong>FlashForward</strong> do início ao fim, notei que em mais uma semana a série simplesmente não trouxe absolutamente nada de relevante em sua trama que começou promissora e foi se tornando inócua. Senão vejamos: logo no começo o capítulo volta duas semanas antes do &#8220;apagão&#8221; pra mostrar o dia em que o médico Bryce foi diagnosticado com câncer e &#8220;extravasou&#8221; sua raiva num transeunte, numa reação que soou demasiadamente desproporcional. Isso em um episódio que o teria como personagem central, diga-se de passagem! Mas tudo bem, vamos lá: logo em seguida voamos para Tokyo para conhecer a recém-formada engenheira mecatrônica Keiko, que fora trabalhar em uma multinacional.  Subaproveitada num <em>desk job</em>, ela até servia chá para a diretoria, já que era a única mulher da firma. <em>Flash</em> vai, <em>flash</em> vem, vimos que Bryce e Keiko vão se encontrar e se apaixonar bem na hora do &#8220;futuro&#8221; em Março de 2010. Ele vivo e ela uma lenda viva da guitarra (pelo visto), estilo Jimmy Hendrix (aff). Já no presente, a série gasta um enorme tempo em tela mostrando o cara voando pro outro lado do mundo, arranhando o básico do japonês, na tentativa de encontrá-la, sendo que nós <em>sabemos</em> (e ele também) que eventualmente (e inevitavelmente) isso vai acontecer.
</p>
<p style="text-align: justify"><img class="aligncenter size-full wp-image-9921" src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2009/11/comment1185.jpg" alt="comment1185" width="660" height="170" /></p>
<p style="text-align: justify">Páginas e páginas de roteiro também foram desperdiçadas com o caso da mocinha ferida na guerra que vira alcoólatra igual o pai (olha o quanto isso me interessa: nem lembro o nome deles e não estou nem um pouco afim de pesquisar), e tenho certeza que a maioria de vocês também não dá a mínima. Ah, e tem também o aborrecido e insuportável clima de &#8220;tensão&#8221; entre o casal Mark e Olivia &#8220;rediscutindo&#8221; o fato dele voltar a beber no futuro (é todo mundo bêbado na série, é?). Aliás, Mark assume com honras o posto de personagem mais inexpressivo da TV, que antes pertencia ao Mohinder de <strong>Heroes</strong>. O capítulo também voltou a falar do futuro assassinato do japonês Demetri, também repetindo desnecessariamente o que já sabíamos: a data de sua morte e o fato da ligação da dica ter vindo de Hong Kong. Oh, que novidade! E foi isso. Afinal, o que este episódio acrescentou? Que o cara que estava acordado durante um apagão usava um anel com o símbolo &#8220;<em>alpha</em>&#8221; escrito. [ironia] <em>Meu Deus, parem as prensa</em><em>s! O símbolo Aplha, o começo de tudo</em>! [/ironia]. Nem teve o canastrão do Simon, nem <em>cliffhanger</em> que preste&#8230; Nove episódios e nada! Nada! Até quando teremos que esperar o apagão criativo dos roteiristas de <strong>FlashForward </strong>acabar?</p>
<p><strong>Cotação Bruno Carvalho</strong>: <img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star121.jpg" alt="" /><img class="alignnone size-full wp-image-8421" src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2009/01/starhalf.jpg" alt="starhalf" width="20" height="14" /><br />
<span style="font-size: xx-small"><em>Episódio &#8220;1&#215;09: Believe&#8221; exibido em 19/11/2009 no Showtime americano.</em></span></p>
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		<title>A Semana em Série</title>
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		<pubDate>Fri, 20 Nov 2009 12:54:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Carvalho</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Friday Night Lights]]></category>
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House (6x06: Known Unknowns): OK, sabemos que esta temporada de House está focando menos nos pacientes, motivo pelo qual os casos estão necessariamente mais desinteressantes para permitir que o público preste mais atenção no que anda acontecendo com House, Wilson, Foreman, Chase, Cameron e, claro, Cuddy. Mas sinceramente, o imbróglio do tão aguardado envolvimento entre [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify"><img class="alignnone size-full wp-image-6631" src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/alerta15.jpg" alt="Alerta de Spoiler - Brasil" width="489" height="20" /><br />
<img class="alignleft size-full wp-image-9673" src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2009/10/bhouse.jpg" alt="bhouse" width="165" height="100" /><strong>House (6&#215;06: Known Unknowns)</strong>: OK, sabemos que esta temporada de <strong>House</strong> está focando menos nos pacientes, motivo pelo qual os casos estão necessariamente mais desinteressantes para permitir que o público preste mais atenção no que anda acontecendo com House, Wilson, Foreman, Chase, Cameron e, claro, Cuddy. Mas sinceramente, o imbróglio do tão aguardado envolvimento entre o médico rabugento e a gerente do hospital está longe de empolgar. Aliás, vou além e digo que este foi um dos episódios mais maçantes de toda a série. O que salvou em parte foi ver a revelação de Chase para Cameron sobre a morte do tirano, mas ainda assim eu esperava que o episódio fosse desenvolver algo mais intenso, em vez de encerrar-se com um anti-clímax. Talvez este seja o início de uma excelente <em>storyline</em>, mas por enquanto deixou a desejar.<br />
<strong>Cotação Bruno Carvalho</strong>: <img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star121.jpg" alt="" /><img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star121.jpg" alt="" /><img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star121.jpg" alt="" /></p>
<p style="text-align: justify"><img class="alignleft size-full wp-image-9670" src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2009/10/bcalifornication1.jpg" alt="bcalifornication" width="165" height="100" /><strong>Californication (3&#215;06: Glass Houses; 3&#215;07: So Here&#8217;s the Thing)</strong>: Finalmente <strong>Californication</strong> engenou numa história que, apesar de clichê, deu uma boa movimentada na série. Como sempre Hank aprontou, só que desta vez aproveitando que Karen estava em outro CEP, o sujeito passou dos limites e enfeitiçou três mulheres completamente diferentes. Mas com a decisão da família Moody morar em Nova York (o que sabemos que, eventualmente, não vai colar), o doidão teve que sair por aí pra tentar apagar os diversos focos de incêndio que iniciou. A tarefa, por óbvio, se mostrou comicamente mais complicada do que o normal rendendo os melhores momentos da temporada. Todas querem Hank e ele quer todas e quero só ver o que vai dar tudo isso. Com <em>fillers</em> ou não, <strong>Californication</strong> é sempre um ótimo e prazeroso passatempo.<br />
<strong>Cotação Bruno Carvalho</strong>: <img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star121.jpg" alt="" /><img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star121.jpg" alt="" /><img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star121.jpg" alt="" /><img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star121.jpg" alt="" /></p>
<p style="text-align: justify"><img class="alignleft size-full wp-image-9396" src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2009/09/bglee.jpg" alt="bglee" width="165" height="100" /><strong>Glee (1&#215;09: Wheels)</strong>: Fugindo um pouco do que acontece &#8220;dentro&#8221; da tela, eu fico indignado quando tais &#8220;grupos representativos&#8221; de alguma minoria utilizam algo extremamente inofensivo para chamarem atenção. E mesmo fazendo um episódio dedicado à evidenciar as dificuldades que deficientes físicos passam no dia a dia, sem tornar-se pedante ou exageradamente complacente, a associação que representa os portadores de deficiência móvel se prostaram contra a série apenas porque o ator que interpreta o cadeirante, na realidade, não é um. Ora, gente, isso é uma série e a escolha dele foi feita basicamente de acordo com critérios artísticos. Sobre o episódio em si, foi bom que eles avançaram um pouco sobre o campeonato em que o grupo Glee participará (ora, pelo menos já resolveram a questão do transporte), mas o que chamou a atenção não foram nem os números musicais ou o experimento &#8220;social&#8221; do Sr. Schuester. A grande lição, quem diria, veio de Sue Sylvester. Sempre impiedosa com tudo e com todos, já estávamos esperando o pior quando uma portadora de Síndrome de Down foi fazer o teste para ser uma de suas líderes de torcida. Ela também não foi condescendente (como a maioria) e tratou-a como uma pessoa normal, como deveria ser tratada. Tal sensibilidade, como vimos, decorre de família, já que ela tem uma irmã em situação semelhante. <strong>Glee</strong> se sobressaiu neste episódio, justo este que fora injustamente atacado.<br />
<strong>Cotação Bruno Carvalho</strong>: <img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star121.jpg" alt="" /><img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star121.jpg" alt="" /><img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star121.jpg" alt="" /><img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star121.jpg" alt="" /><img style="border: 0px initial initial" src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2009/01/starhalf.jpg" alt="Half Star" width="20" height="14" /></p>
<p style="text-align: justify"><img class="alignleft size-full wp-image-9868" src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2009/11/bfnl.jpg" alt="bfnl" width="165" height="100" /><strong>Friday Night Lights (4&#215;03: In the Skin of a Lion)</strong>: Buddy Garrity sempre foi uma das figuras que mais gosto em Friday Night Lights. Com uma aparência imponente e traços fortes, é difícil imaginar à princípio que ali está um homem tão bom, justo e apaixonado pelo futebol. E se tem uma coisa que se destaca nesta série é a paixão que personagens como esta exalam. Seja o treinador Taylor por seu time, a diretora Tammy pela justiça e até o pacato Matt Saracen por sua debilitada avó. Mas um dos pontos altos já deste início foi o discurso cândido e merecido de Buddy aos &#8220;colegas&#8221; que só pensam no trunfo dos Panthers às custas da humilhação de Taylor. Foi naquele momento, cercado de gente falsa e com propósitos escusos como o de John McCoy que ele percebeu que o que importa não é a afiliação a um nome ou um emblema e sim àqueles que estão e sempre estiveram apoiando-o. <strong>Friday Night Lights</strong> vem apresentando mais um início de temporada consistente e emocionante como poucos dramas sabem fazer hoje em dia.<br />
<strong>Cotação Bruno Carvalho</strong>: <img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star121.jpg" alt="" /><img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star121.jpg" alt="" /><img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star121.jpg" alt="" /><img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star121.jpg" alt="" /><img class="alignnone size-full wp-image-8421" src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2009/01/starhalf.jpg" alt="Half Star" width="20" height="14" /></p>
<p style="text-align: justify"><img class="alignleft size-full wp-image-9901" src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2009/11/bv.jpg" alt="bv" width="165" height="100" /><strong>V (1&#215;02: There is no Normal Anymore)</strong>: Muita coisa mudou do piloto de <strong>V</strong> com relação a este segundo episódio, algumas pra melhor e outras pra pior. O que melhorou foi o ritmo que deixou de ser atropelado, permitindo que o espectador possa digerir o que está vendo com mais calma. Por outro lado, o desenvolvimento das personagens (fundamental para o bom estabelecimento de qualquer série) ainda está aquém do ideal, investindo pouco na história da protagonista Erica ou de coadjuvantes como o repórter Chad. Além de termos a visão global da &#8220;invasão&#8221;, que está sendo muito bem conduzida através de <em>flashes</em> das naves ao redor do planeta, a série precisa trazer o ponto de vista pessoal para que o público se conecte. Figuras como o padre que não parece padre não ajudam e só servem para criar antipatia. E ao passo que o caso de Morris, o ET do bem, empolga ao vermos que sua família está em risco, o tal romancezinho entre o filho mala de Erica com a &#8220;embaixadora&#8221; loirinha ultrapassa todos os clichês. O <em>cliffhanger</em> foi apenas adequado, pois deu a entender que <strong>V</strong> poderá copiar a fórmula da ressurreição de <strong>Battlestar Galactica</strong>. Espero que eu esteja errado.<br />
<strong>Cotação Bruno Carvalho</strong>: <img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star121.jpg" alt="" /><img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star121.jpg" alt="" /><img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star121.jpg" alt="" /><img class="alignnone size-full wp-image-8421" src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2009/01/starhalf.jpg" alt="Half Star" width="20" height="14" /></p>
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		<title>Gossip Girl e a Desconstrução de Personagens</title>
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		<pubDate>Thu, 19 Nov 2009 23:31:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Carvalho</dc:creator>
				<category><![CDATA[Gossip Girl]]></category>
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		<description><![CDATA[
Muita gente me mandou e-mails, tweets e comentários perguntando por que eu "cancelei" a cobertura semanal de Gossip Girl, drama teen que eu já tanto elogiei, bem assim no meio da temporada. Bom, nem preciso dizer que este 3º ano está bem aquém dos anteriores, mas o fator mais sensível ao meu ver é a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify"><img class="alignnone size-full wp-image-6631" src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/alerta15.jpg" alt="Alerta de Spoiler - Brasil" width="489" height="20" /><br />
<img class="alignleft size-full wp-image-9895" src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2009/11/comment1183.jpg" alt="comment1183" width="275" height="210" />Muita gente me mandou e-mails, tweets e comentários perguntando por que eu &#8220;cancelei&#8221; a cobertura semanal de <strong>Gossip Girl</strong>, drama <em>teen</em> que eu já tanto elogiei, bem assim no meio da temporada. Bom, nem preciso dizer que este 3º ano está bem aquém dos anteriores, mas o fator mais sensível ao meu ver é a constante desconstrução sem critérios das personagens da série, no mesmo estilo pastelão &#8220;Tim Kring/<strong>Heroes</strong>&#8220;. As principais mudanças injustificadas aconteceram com Blair e Dan. A socialite com personalidade forte e influente foi substituída por uma <em>loser</em> total, muitas vezes sem a menor coerência com a trama. E sobre a cena de sexo à três envolvendo Dan, Olivia e Vanessa, só posso dizer que não passou de uma jogada baixa dos produtores e roteiristas para tentar criar alguma polêmica e resgatar a audiência que vai diminuindo a cada semana. Ora, todo o &#8220;contexto&#8221; que construíram para levar Dan àquele momento, além de não convencer ninguém soou extremamente forçado. Desse jeito, sabendo que tudo pode mudar a qualquer hora estritamente em função de fatores externos (a pressão dos executivos da CW, especialmente) e não criativos, me desanima a seguir semana por semana os acontecimentos desta série. Por isso prefiro ter uma visão global e comentar retroativamente a temporada de uma vez no <strong>Season Pass</strong>, quando ela acabar ou, pelo menos, no <em>fall finale </em>de daqui algumas semanas. É isso.</p>
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		<title>A Semana em Série</title>
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		<pubDate>Thu, 19 Nov 2009 02:01:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Carvalho</dc:creator>
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		<category><![CDATA[The Big Bang Theory]]></category>
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How I Met Your Mother (5x06: Bagpipes; 5x07: The Rough Patch): Estes últimos dois episódios de How I Met Your Mother desenvolveram e encerraram muito bem o arco do romance entre Robin e Barney sem deixar que a coisa ficasse desgastada, como acontece com muitas séries. Trazendo à tona os problemas em Bagpipes, a comédia [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify"><img class="alignnone size-full wp-image-6631" src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/alerta15.jpg" alt="Alerta de Spoiler - Brasil" width="489" height="20" /><br />
<img class="alignleft size-full wp-image-8989" src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2009/04/bmother.jpg" alt="bmother" width="165" height="100" /><strong>How I Met Your Mother (5&#215;06: Bagpipes; 5&#215;07: The Rough Patch)</strong>: Estes últimos dois episódios de <strong>How I Met Your Mother</strong> desenvolveram e encerraram muito bem o arco do romance entre Robin e Barney sem deixar que a coisa ficasse desgastada, como acontece com muitas séries. Trazendo à tona os problemas em <em>Bagpipes</em>, a comédia rapidamente pulou para o inevitável término do relacionamento do casal que tenta, mas não consegue ser <em>cool</em> quando está junto. E foi no excelente <em>The Rough Patch</em> que vimos o calvário dos dois para perceber o quanto faziam mal um ao outro, mas sem perder o bom humor de costume, já que Barney engordou horrores (exageradamente sob o ponto de vista do Ted futuro, claro) e Robin virou uma baranga totalmente sem noção. Eu já disse várias vezes e repito que <strong>How I Met Your Mother </strong>sempre se sobressai quando faz uma crônica inteligente sobre os diversos aspectos da vida. Show!<br />
<strong>Cotação Bruno Carvalho</strong>: <img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star121.jpg" alt="" /><img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star121.jpg" alt="" /><img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star121.jpg" alt="" /><img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star121.jpg" alt="" /></p>
<p style="text-align: justify"><img class="alignleft size-full wp-image-9648" src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2009/10/bteory.jpg" alt="bteory" width="165" height="100" /><strong>The Big Bang Theory (3&#215;06: The Cornhusker Vortex; 3&#215;07: The Guitarrist Amplification)</strong>: Eu continuo achando que explorar o &#8220;relacionamento&#8221; entre Leonard e Penny no fim não faz bem pra <strong>The Big Bang Theory</strong>, justamente porque os dois juntos não convencem por nada. Assim, depois de cada episódio, seja quando a moça convida toda a galera pra ver futebol ou quando um amigo guitarrista está pra dividir apartamento com ela, a suposta ameaça que isso traria a Leonard não atinge o objetivo proposto (fora a química quase negativa dos intépretes John Galecki e Kaley Cuoco). Eu não me importo com o que vai ocorrer com eles e exatamente por isso acho que a comédia deveria focar mais no universo <em>geek</em> dos protagonistas do que em um romance desinteressante. A nota alta (costume nesta série), por enquanto, fica pra próxima.<br />
<strong>Cotação Bruno Carvalho</strong>: <img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star121.jpg" alt="" /><img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star121.jpg" alt="" /><img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star121.jpg" alt="" /></p>
<p style="text-align: justify"><img class="alignleft size-full wp-image-9665" src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2009/10/bgoodwife.jpg" alt="bgoodwife" width="165" height="100" /><strong>The Good Wife (1&#215;07: Unorthodox)</strong>: A ideia de uma justiça mais &#8220;flexível&#8221; e mutável é característica do <em>common law</em> adotado pelos EUA, onde não apenas a legislação é fonte do Direito, mas também as decisões de tribunais chamadas de precedentes. No Brasil não temos isso enraizado desta forma e por isso algumas situações em <strong>The Good Wife</strong> podem parecer forçadas, mas não são. E foi em um caso bastante inortodoxo que Alicia precisou desmascarar uma farsa que visava extorquir judeus ortodoxos. Estes, por obedecerem o <em>shabath</em> (período semanal em que os fieis estão proibidos de realizar qualquer tipo trabalho), supostamente causaram danos físicos a uma senhora por se absterem de consertar um fio que passava em sua propriedade. Nasceu aí uma interessante discussão jurídica sobre qual seria a lei prevalescente: o princípio constitucional de liberdade ao credo ou o dever de indenizar pelo ato culposo de acordo com a Lei civil. Apesar de muito bem conduzido como o anterior, o episódio pecou em seu ato final por evitar o debate, vertendo o caso mais uma vez para o lado &#8220;investigativo&#8221;. É aí que <strong>The Good Wife</strong> perde parte de seu charme, como se seus autores desistissem de concluir qual seria o caminho adotado para resolver a questão no tribunal. Fora isso, o drama segue intrigante, ainda mais agora que o filho da boa esposa retomou a busca por verdades envolvendo a prisão do pai. Tem uma boa história aí&#8230;<br />
<strong>Cotação Bruno Carvalho</strong>: <img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star121.jpg" alt="" /><img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star121.jpg" alt="" /><img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star121.jpg" alt="" /><img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star121.jpg" alt="" /></p>
<p style="text-align: justify"><img class="alignleft size-full wp-image-9676" src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2009/10/bflash.jpg" alt="bflash" width="165" height="100" /><strong>FlashForward (1&#215;08: Playing Cards With Coyote)</strong>: <em>Ótimo! Genial! Espetacular!</em> Eu simplesmente <em>adorei</em> a ideia que os produtores de <strong>FlashForward</strong> tiveram de fazer o <strong>pior</strong> episódio da série até agora. Ora, isso significa que, uma vez no fundo do poço, eles só tendem a subir e melhorar, (ou não?)! Começando com mais um &#8220;clipe musical&#8221; totalmente inadequado, <em>Playing Cards With Coyote</em> chegou ao cúmulo de mostrar uma cena onde os supostos responsáveis pelo apagão de todo o planeta decidem através de um jogo de cartas se vão ou não contar a verdade para o público (isso na frente dos outros jogadores e funcionários). Eu não sei o que ficou mais ridículo, se foi o canastrão Simon propondo a decisão do impasse no melhor estilo <strong>Cassino Royale</strong> ou se foi o até então coerente Lloyd aceitando o esdrúxulo &#8220;desafio&#8221;. Francamente não sei o que esperar mais de uma série que prometeu tanto e conseguiu fazer de tudo até agora, exceto cumprir o prometido: ser um bom drama de mistério. As histórias paralelas, então, como a da filha de Aaron que não morreu e a introdução de novos rostos a cada <em>finale</em> tornam essa bagunça cada vez mais maçante. Como eu falei, isso é bom, pois não vejo no meu <em>flashforward</em> como isso pode piorar. Do contrário, o futuro da série será tão inevitável quanto o daqueles que em 2010 não viram nada.<br />
<strong>Cotação Bruno Carvalho</strong>: <img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star121.jpg" alt="" /><img class="alignnone size-full wp-image-8421" src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2009/01/starhalf.jpg" alt="Half Star" width="20" height="14" />
</p>
<p style="text-align: justify">Ah, sim. <strong>Gossip Girl</strong> e <strong>Brothers &amp; Sisters</strong> deixam nossa cobertura semanal e passam para o <strong>Season Pass</strong>. A primeira porque simplesmente desandou muito nos últimos capítulos e a segunda, apesar de eu gostar muito, anda rendendo pouco assunto para repercutir (ou querem que eu discorra sobre a ceninha &#8220;Laços de Família&#8221; de Kitty Walker e seu câncer?). Aí podem perguntar:  &#8221;mas <strong>FlashForward</strong> sempre recebe críticas negativas e continua, qual o critério?&#8221; Ora, o critério é subjetivo e julgo que mesmo ruim, o drama do apagão rende muito mais assunto (ainda que negativo), de forma que as resenhas não soam vazias. De qualquer forma, continuarei acompanhando todas as séries que &#8220;cancelo&#8221; aqui e mais pra frente falamos delas quando as pausas começarem, ok? Aguardo o seu comentário e amanhã tem a segunda parte!</p>
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		<title>Fringe: Ação Humana</title>
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		<pubDate>Wed, 18 Nov 2009 02:01:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Carvalho</dc:creator>
				<category><![CDATA[Fringe]]></category>
		<category><![CDATA[fox]]></category>
		<category><![CDATA[resenha]]></category>
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		<description><![CDATA[
Fraco, inócuo e incoerente. Estes seriam os adjetivos justos para descrever o sétimo episódio de Fringe. Seriam se não fosse pela revelação (ou revolução, eu diria) trazida pelos seus instantes finais com Nina Sharp "teclando", que mudaram toda a visão que tínhamos não apenas do capítulo, como também de toda a série até agora. Abordando um [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify"><img class="alignnone size-full wp-image-6631" src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/alerta15.jpg" alt="Alerta de Spoiler - Brasil" width="489" height="20" /><br />
<img class="alignleft size-full wp-image-9881" src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2009/11/comment1182.jpg" alt="comment1182" width="275" height="210" />Fraco, inócuo e incoerente. Estes seriam os adjetivos justos para descrever o sétimo episódio de <strong>Fringe</strong>.<strong> </strong><strong><em><span style="font-weight: normal">Seriam</span> </em></strong>se não fosse pela revelação (ou revolução, eu diria) trazida pelos seus instantes finais com Nina Sharp &#8220;teclando&#8221;, que mudaram toda a visão que tínhamos não apenas do capítulo, como também de toda a série até agora. Abordando um caso envolvendo controle mental, a divisão de ciência marginal do FBI se deparou com um inimigo desconhecido, que revelou ser o filho de um cientista da Massive Dynamic que usou o experimento de seu pai para sair numa rota de morte e destruição em busca de sua mãe biológica. O que não fazia sentido algum, contudo, era a forma com que Tyler &#8220;acidentalmente&#8221; havia se tornado um poderoso controlador de mentes &#8211; numa rara combinação entre um distúrbio cognitivo e acesso ocasional a um super medicamento &#8211; e ainda um inescrupuloso assassino. Eu estava achando que <strong>Fringe</strong> havia passado dos limites, pois o episódio não traria nada de concreto à série se tudo fosse um acidente e não uma manifestação do Padrão. Olivia, quem diria, estava certa, já que todas as pistas acabam apontando de volta para a poderosa organização. E eis que, pela primeira vez, a série explicitamente colocou a corporação de William Bell por trás deste e de vários outros casos como a principal fomentadora dos bizarros experimentos que assolam o mundo. Tyler, então, foi apenas um dos &#8220;clones&#8221; gerados através de barriga-de-aluguel, biologicamente preparado para atingir o objetivo almejado. O problema é que as coisas saíram do controle justamente porque este &#8220;surtou&#8221; e, mental e quimicamente desiquilibrado, resolveu investigar seu passado a qualquer custo. Com <em>Of Human Action</em> o drama atinge mais um de seus ápices e prepara o terreno para intrigantes possibilidades que <em>observaremos</em> com muita atenção no próximo episódio.</p>
<p><strong>Cotação Bruno Carvalho</strong>: <img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star121.jpg" alt="" /><img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star121.jpg" alt="" /><img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star121.jpg" alt="" /><img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star121.jpg" alt="" /><img class="alignnone size-full wp-image-8421" src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2009/01/starhalf.jpg" alt="starhalf" width="20" height="14" /><br />
<span style="font-size: xx-small"><em>Episódio &#8220;2&#215;07: Of Human Action&#8221; exibido em 12/11/2009 na FOX americana.</em></span></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Dexter: Culpa Gravíssima</title>
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		<pubDate>Tue, 17 Nov 2009 02:01:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Carvalho</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dexter]]></category>
		<category><![CDATA[resenha]]></category>
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"Até eu fiquei perturbado com isso", pensou Dexter em determinado momento de mais um excelente episódio, ao deparar-se com o peculiar e grotesco trabalho de um famoso fotógrafo. Por isso, quando uma de suas modelos apareceu morta, todos os dedos foram imediatamente apontados para o arrogante artista que costuma retratar mulheres com sangue, tripas para [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify"><img class="alignnone size-full wp-image-6631" src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/alerta15.jpg" alt="Alerta de Spoiler - Brasil" width="489" height="20" /><br />
&#8220;Até eu fiquei perturbado com isso&#8221;, pensou Dexter em determinado momento de mais um excelente episódio, ao deparar-se com o peculiar e grotesco trabalho de um famoso fotógrafo. Por isso, quando uma de suas modelos apareceu morta, todos os dedos foram imediatamente apontados para o arrogante artista que costuma retratar mulheres com sangue, tripas para fora e olhos negros em seus editoriais. Enquanto isso, o analista da polícia de Miami continua na luta para conciliar sua vida familiar com a secreta e, para isso, recorreu mais uma vez aos sábios conselhos de seu algoz Trinity. Claramente fascinado com o assassino tríplice &#8211; afinal, ele passara tanto tempo matando sem ser pego &#8211; Dexter está postergando matá-lo enquanto este vem sendo útil com seus conselhos. Mas algo deu muito errado. Um inocente fora morto pelas mãos do <em>Dark Defender</em>. A pergunta que pode ser feita é: diante de todos os fatos, Dexter teve culpa em matar a pessoa errada? Teve, e muita. Depois de ignorar o Código de seu pai Harry mais uma vez e apressar a <em>due dilligence</em> sobre sua potencial vítima, ele praticamente ignorou diversos fatos como, por exemplo, investigar os outros funcionários do estúdio, deixando suas emoções (leia-se: o desprezo pelo artista) falar mais alto.
</p>
<p style="text-align: justify"><img class="aligncenter size-full wp-image-9876" src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2009/11/comment1181.jpg" alt="comment1181" width="660" height="200" /></p>
<p style="text-align: justify">Dexter poderia sim ter evitado este terrível resultado empregando os meios dos quais costumeiramente utiliza para selar o destino dos criminosos que captura. A máscara do justiceiro caiu, sem nenhuma atenuante. Imputabilidade, potencial consciência sobre a ilicitude do fato e exigibilidade de conduta diversa são os elementos da culpabilidade presentes (e que sempre existiram em suas execuções), mas que antes eram (por nós) relevados, já que ele fazia em prol do &#8220;bem&#8221; da sociedade. Qual é a diferença, então, entre Dexter e Trinity depois deste ocorrido? Ambos são psicopatas que cometem crimes relacionados com um passado traumatizante e que justificam suas ações com base em verdades que <em>optaram</em> acreditar ou seguir. Como eu disse nos comentários das primeiras temporadas, bastaria uma execução falha para que o sistema inteiro de Dexter, inclusive o Código de Harry, (seja ele seguido à risca ou não) entrasse em colapso. Porém, da mesma forma que Trinity é uma figura ambígua, misteriosa e sombria, que atiça a curiosidade de Dexter; este, da mesma forma, consegue despertar em nós este mesmo sentimento: o fascínio incondicional. Esta é a prova irrefutável da qualidade e distinção do roteiro desta incrível série.</p>
<p><strong>Cotação Bruno Carvalho</strong>: <img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star121.jpg" alt="" /><img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star121.jpg" alt="" /><img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star121.jpg" alt="" /><img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star121.jpg" alt="" /><img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star121.jpg" alt="" /><br />
<span style="font-size: xx-small"><em>Episódio &#8220;4&#215;07: Slack Tide&#8221; exibido em 08/11/2009 no Showtime americano.</em></span></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Grey&#8217;s Anatomy: Velhos Hábitos</title>
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		<pubDate>Mon, 16 Nov 2009 02:01:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Carvalho</dc:creator>
				<category><![CDATA[Greys Anatomy]]></category>
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		<description><![CDATA[
A arte de construir uma boa história ao longo do tempo, investindo na construção de sólidos arcos episódicos é algo cada vez mais raro entre os roteiristas de hoje em dia. O que impera atualmente é o imediatismo de se criar uma boa premissa sem se preocuparem como irão desenvolvê-la dois ou três semanas à [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify"><img class="alignnone size-full wp-image-6631" src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/alerta15.jpg" alt="Alerta de Spoiler - Brasil" width="489" height="20" /><br />
A arte de construir uma boa história ao longo do tempo, investindo na construção de sólidos arcos episódicos é algo cada vez mais raro entre os roteiristas de hoje em dia. O que impera atualmente é o imediatismo de se criar uma boa premissa sem se preocuparem como irão desenvolvê-la dois ou três semanas à frente. Continuando na contra-mão desta corrente está Shonda Rhimes com <strong>Grey&#8217;s Anatomy</strong>, pois ela provou, mais uma vez, que sabe muito bem o que está fazendo ao conduzir sua criação. Há vários episódios venho constatando e evidenciando que o Chief Richard tornou-se completamente inepto no desempenho de suas funções no hospital, seja ao lidar com a fusão ou a tomar decisões completamente equivocadas com seu <em>staff</em>. Mas eis que <em>New History</em> chega trazendo uma triste verdade sobre o comandante do Seattle Grace que sempre esteve presente e ninguém nunca notou ou sequer se preocupou a notar. Esgotado pela dura rotina de cirurgias e decisões administrativas, o Chief recorreu à bebida e nela foi se perdendo aos poucos.
</p>
<p style="text-align: justify"><img class="aligncenter size-full wp-image-9872" src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2009/11/comment1180.jpg" alt="comment1180" width="660" height="170" /></p>
<p style="text-align: justify">Alcoólatra verdadeiramente anônimo sabe-se lá desde quando, fato é que ele mesmo percebeu que algo precisa mudar depois que errou feio em um procedimento provavelmente realizado sob influência. E quem diria que nem sua esposa nem as pessoas mais próximas faziam a menor ideia do que se passava com o sujeito. Quem secretamente lidava com tudo era Joe, o dono do bar! O episódio ainda deixou de lado a intensidade &#8220;médica&#8221; que vimos nas últimas semanas e retomou as histórias pendentes, como a do afastamento de Izzie, e inicou um promissor novo caso com a chegada da nova especialista cardiológica. Tudo bem que os motivos do afastamento da loira podem não ter convencido muita gente, e certamente não convenceu Karev, mas o que não falta é tempo para que esta trama se desenvolva. Bom também que Miranda Bailey retornou à posição de destaque que sempre mereceu, com bastante tempo em tela dedicado à esta excelente personagem. Semana após semana <strong>Grey&#8217;s Anatomy</strong> destila sensibilidade, se mantendo como um dos poucos dramas que realmente dá gosto de ver e de vibrar quando um novo capítulo chega.</p>
<p><strong>Cotação Bruno Carvalho</strong>: <img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star121.jpg" alt="" /><img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star121.jpg" alt="" /><img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star121.jpg" alt="" /><img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star121.jpg" alt="" /><img class="alignnone size-full wp-image-8421" src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2009/01/starhalf.jpg" alt="Half Star" width="20" height="14" /><br />
<span style="font-size: xx-small"><em>Episódio &#8220;6&#215;09: New History&#8221; exibido em 12/11/2009 na ABC americana.</em></span></p>
]]></content:encoded>
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		<title>A Semana em Série</title>
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		<pubDate>Fri, 13 Nov 2009 02:01:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Carvalho</dc:creator>
				<category><![CDATA[30 Rock]]></category>
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Fringe (2x06: Earthling): Depois de longas semanas, Fringe retorna com mais um episódio fenomenal! Ora, e daí se não falaram nada da conspiração, de William Bell e de outras dimensões? Somente aquela cena inicial com o marido preparando uma surpresa para a mulher já valeu de tão assustadora. E que surpresa, não? O sujeito fora [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify"><img class="alignnone size-full wp-image-6631" src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/alerta15.jpg" alt="Alerta de Spoiler - Brasil" width="489" height="20" /><br />
<img class="alignleft size-full wp-image-9646" src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2009/10/bfringe.jpg" alt="bfringe" width="165" height="100" /><strong>Fringe (2&#215;06: Earthling)</strong>: Depois de longas semanas, <strong>Fringe</strong> retorna com mais um episódio fenomenal! Ora, e daí se não falaram nada da conspiração, de William Bell e de outras dimensões? Somente aquela cena inicial com o marido preparando uma surpresa para a mulher já valeu de tão assustadora. E que <em>surpresa</em>, não? O sujeito fora reduzido a pó por uma espécie de &#8220;entidade&#8221; que misteriosamente se movimentava como uma sombra ou um vulto. É fascinante não apenas a forma com que os casos são conduzidos &#8211; que como já disse aqui, consegue dar um tom de plausibilidade nos acontecimentos mais bizarros -, mas também pela invejável sintonia do elenco que vai ficando cada vez mais afiada. Além disso, <em>Earthlings</em> explorou, pela primeira vez, o lado pessoal do agente Broyles e ainda evidenciou que existe uma rixa latente entre o FBI e a CIA com relação às manifestações do padrão. O que a Central de Inteligência Americana esconde?  Sim, é claro que no final das contas o episódio empalideceu um pouco por não &#8220;conectar&#8221; tudo que vimos ao resto da trama, mas isso é questão de tempo como bem sabemos. E mesmo levemente pálida, <strong>Fringe</strong> brilha muito.<br />
<strong>Cotação Bruno Carvalho</strong>: <img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star121.jpg" alt="" /><img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star121.jpg" alt="" /><img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star121.jpg" alt="" /><img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star121.jpg" alt="" /></p>
<p style="text-align: justify"><img class="alignleft size-full wp-image-9666" src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2009/10/bgreys.jpg" alt="bgreys" width="165" height="100" /><strong>Grey&#8217;s Anatomy (6&#215;08: Invest in Love)</strong>: Se o episódio anterior de <strong>Grey&#8217;s Anatomy</strong> foi sobre paz e calmaria através do olhar de Sheppard, bem, este foi sobre conflitos. Desta vez o drama percorreu as dificuldades que os dias e noites vivendo em função do hospital frequentemente trazem na vida dos casais (que também foram formados lá). Existem os que separam os sentimentos deixando-os do lado de fora da sala de operações e os que apenas dizem que fazem isso. Isso acontece com Yang e Hunt, respectivamente, pois bastou a moça contestar seu companheiro durante um procedimento e &#8220;voar <em>solo</em>&#8220;, que os problemas começaram a bater em sua porta. Mas quem vem se destacando muito nesta temporada é Arizona e este definitivamente foi o melhor episódio dela, ao enfrentar o inepto (e cada vez mais repugnante) Chief daquela forma, além de transmitir muito bem sua dedicação à ala de pediatria (em histórias contadas com muita sensibilidade pelos roteiristas). <strong>Grey&#8217;s Anatomy</strong> está sem querer (querendo?) adotando a estrutura narrativa similar à de <strong>LOST</strong>, que a cada semana concede uma atenção maior a determinada personagem e isso está sendo muito positivo. Parte, claro, em função das licenças de Ellen Pompeo e Katherine Heigl, mas isso é algo para Shonda Rhimes incorporar daqui pra frente. Mais um ótimo episódio!<br />
<strong>Cotação Bruno Carvalho</strong>: <img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star121.jpg" alt="" /><img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star121.jpg" alt="" /><img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star121.jpg" alt="" /><img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star121.jpg" alt="" /><img class="alignnone size-full wp-image-8421" src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2009/01/starhalf.jpg" alt="Half Star" width="20" height="14" /></p>
<p style="text-align: justify"><img class="alignleft size-full wp-image-9010" src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2009/04/b30rock.jpg" alt="" width="165" height="100" /><strong>30 Rock (4&#215;02: Into the Crevasse, 4&#215;03: Stone Mountain)</strong>: Todos os prêmios que <strong>30 Rock</strong> já levou são uma prova inequívoca do quanto esta série é genial. Mas tenho que confessar que após o ótimo início de temporada, a comédia deu uma leve caída nestes últimos <em>Into the Crevasse</em> e <em>Stone Mountain</em>, demonstrando pontuais sinais de &#8220;cansaço&#8221;. Sim, o roteiro continua afiado e com 1.249 piadas por cena, mas não sei&#8230; Falta alguma coisa! Essa de escalarem um novo comediante para o TGS não é das melhores <em>storylines</em> que Tina Fey criou, muito porque a existência deste programa virou mero pano-de-fundo na atração sobre as loucuras que ocorrem nos corredores da NBC. Estes episódios foram ruins? Nem de longe. Mas quem costumeiramente estabelece o nível tão alto como eles, acaba precisando surpreender o público e superar-se a cada semana. Por enquanto, os roteiristas estão fazendo &#8220;apenas&#8221; um bom trabalho. E isso está abaixo da capacidade de mentes tão insanamente criativas.<br />
<strong>Cotação Bruno Carvalho</strong>: <img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star121.jpg" alt="" /><img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star121.jpg" alt="" /><img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star121.jpg" alt="" /><img class="alignnone size-full wp-image-8421" src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2009/01/starhalf.jpg" alt="Half Star" width="20" height="14" />
</p>
<p style="text-align: justify"><em><span style="text-decoration: line-through">Acrescentarei depois as resenhas de </span></em><strong><em><span style="text-decoration: line-through">Friday Night Lights </span></em></strong><em><span style="text-decoration: line-through">e </span></em><strong><em><span style="text-decoration: line-through">The Office</span></em></strong><em><span style="text-decoration: line-through"> neste post. Volte em breve!</span></em></p>
<p style="text-align: justify"><img class="alignleft size-full wp-image-9009" src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2009/04/boffice.jpg" alt="boffice" width="165" height="100" /><strong>The Office (6&#215;07: Koi Pond; 6&#215;08: Double Date)</strong>: Não há como repreender <strong>The Office</strong>, mesmo quando um episódio não é sensacional como costumeiramente é. <em>Koi Pond</em> touxe um caso isolado, mas divertido, quando descobrimos que Jim evitou de salvar Micharl de cair no laguinho de peixes do cliente, fazendo com que o ocorrido abrisse as portas de mais um trauma na vida do gerente da Dunder Mufflin Scranton, o do <em>bullying</em> que ele sofrera durante sua juventude. Mas foi em <em>Double Date</em> que as coisas realmente esquentaram quando a frivolidade de Michael passou dos limites, já que ele dispensou a mãe de Pam no dia do aniversário dela, pois descobriu que ela é quase uma &#8220;sessentona&#8221;. <strong>The Office</strong> sempre deixa claro a pluridimensionalidade de suas personagens, já que em duas semanas descobrimos mais algumas facetas reprováveis nas personalidades de Jim, Michael e até de Pam. Isso no gênero comédia, que em grande parte depende da empatia do público com suas personagesns é algo corajoso. Adoro quando <strong>The Office</strong> resgata sua origem no humor britânico e genial de Ricky Gervais.<br />
<strong>Cotação Bruno Carvalho</strong>: <img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star121.jpg" alt="" /><img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star121.jpg" alt="" /><img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star121.jpg" alt="" /><img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star121.jpg" alt="" /></p>
<p style="text-align: justify"><strong><img class="alignleft size-full wp-image-9868" src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2009/11/bfnl.jpg" alt="bfnl" width="165" height="100" />Friday Night Lights (4&#215;02: After the Fall)</strong>: Irrepreensível. Essa palavra resume bem <strong>Friday Night Lights</strong> que emendou mais um ótimo episódio! Depois de entregar o jogo, era inevitável que o treinador Taylor sofreria uma enorme represália não só da metade &#8220;Lion&#8221; de Dillon, mas também dos próprios jogadores que não tiveram sequer a oportunidade de terminar o jogo. E se antes o trabalho de entrar no campeonato para brigar era difícil, agora a situação ficou praticamente impossível. Felizmente sabemos que &#8220;impossível&#8221; é apenas o almoço de Eric Taylor. Do outro lado da cidade os problemas emergiram com o tal &#8220;conselho&#8221; Panther e a briga travada por Tammy e o treinador McCoy. E assim como seu marido, a forte diretora não é de deixar nada barato e não tem a menor ressalva em comprar briga com os peixes grandes. Mas o melhor de <em>After the Fall</em> foi nos recolocar na posição de espectadores da luta pela ascensão dos <em>underdogs</em>, assim como aconteceu na primeira temporada. Mas em vez de simplesmente repetir a &#8220;fórmula do sucesso&#8221;, o drama de Peter Berg consegue ir sempre além, superando seus próprios obstáculos à medida em que cresce narrativamente e mantém-se como uma das melhores produções da temporada no ar. Palmas!<br />
<strong>Cotação Bruno Carvalho</strong>: <img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star121.jpg" alt="" /><img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star121.jpg" alt="" /><img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star121.jpg" alt="" /><img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star121.jpg" alt="" /><img class="alignnone size-full wp-image-8421" src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2009/01/starhalf.jpg" alt="Half Star" width="20" height="14" /></p>
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		<title>Dexter: Ciclo Fechado</title>
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		<pubDate>Thu, 12 Nov 2009 02:01:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Carvalho</dc:creator>
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A terceira e última vítima do ciclo marca muito bem o resultado da primeira batalha no placar: Trinity 1 x 0 Dexter. Isso sem contar os danos colaterais em Lundy e Debra que podem ter a mão de um dos maiores rivais que nosso herói já enfrentou (se não foi Trinity, foi o Anton). E [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify"><img class="alignnone size-full wp-image-6631" src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/alerta15.jpg" alt="Alerta de Spoiler - Brasil" width="489" height="20" /><br />
<img class="alignleft size-full wp-image-9860" src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2009/11/comment1179.jpg" alt="comment1179" width="275" height="210" />A terceira e última vítima do ciclo marca muito bem o resultado da primeira batalha no placar: Trinity 1 x 0 Dexter. Isso sem contar os danos colaterais em Lundy e Debra que podem ter a mão de um dos maiores rivais que nosso herói já enfrentou (se não foi Trinity, foi o Anton). E pra quem tem um doutorado em esconder da sociedade em plena luz do dia como o &#8220;papai Morgan&#8221;, infiltrar-se no terreno do inimigo e brincar de &#8220;amiguinho&#8221; é algo fascinante. Enquanto um novo ciclo não começa e os dois assassinos testam os limites um do outro (ainda que Trinity não saiba com quem está lidando), a maior ameaça vem de dentro de casa. Rita surtou e todo homem sabe o que uma mulher com uma pulga atrás da orelha é capaz de fazer. Terapia, discussão da relação e muita cara feia vieram no pior momento possível. Mas quem diria que justamente um &#8220;estágio&#8221; com o vilão era tudo que Dexter precisava para não apenas resolver seus problemas conjugais, como também descobrir qual é o monstro que alimenta as ações do triplo homicida. Traumatizado por três trágicos acontecimentos em sua vida, o pacato diácono e filantropo Arthur veste a máscara da morte para reviver o seu passado, mas agora assumindo o controle absoluto da situação &#8211; algo que ele não teve na época. <strong>Dexter</strong> segue de forma imprevisível, construindo ainda com muito cuidado as histórias paralelas sempre interessantes que envolvem Batista, LaGuerta, Quinn e a repórter. Que temporada! Que série!</p>
<p><strong>Cotação Bruno Carvalho</strong>: <img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star121.jpg" alt="" /><img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star121.jpg" alt="" /><img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star121.jpg" alt="" /><img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star121.jpg" alt="" /><img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star121.jpg" alt="" /><br />
<span style="font-size: xx-small"><em>Episódio &#8220;4&#215;06: If I Had a Hammer&#8221; exibido em 01/11/2009 no Showtime americano.</em></span></p>
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		<title>V</title>
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		<pubDate>Tue, 10 Nov 2009 02:01:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Carvalho</dc:creator>
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 V tem início em uma tranquila manhã quando, logo de cara, a raça humana assiste de camarote a chegada de imensas naves extraterrestres que imediatamente cobrem o skyline das principais cidades do mundo. De Londres a Nova York; de Moscou ao Rio de Janeiro, as pessoas testemunham hipnotizadas a História mudando diante de seus [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify"><img class="alignnone size-full wp-image-6631" src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/alerta15.jpg" alt="Alerta de Spoiler - Brasil" width="489" height="20" /><br />
<strong> V</strong> tem início em uma tranquila manhã quando, logo de cara, a raça humana assiste de camarote a chegada de imensas naves extraterrestres que imediatamente cobrem o <em>skyline</em> das principais cidades do mundo. De Londres a Nova York; de Moscou ao Rio de Janeiro, as pessoas testemunham hipnotizadas a História mudando diante de seus próprios olhos. &#8220;<em>Não se assustem, não queremos o mal</em>&#8220;, diz a visitante Anna num imenso telão que se abre. A embaixadora da raça que acreditava ser a única do universo apenas está em busca de água e minerais abundantes na Terra para prosseguirem sua jornada e, em troca, oferecerão as maravilhas tecnológicas que possuem em diversas áreas. E é com um mix de emoções e reações que a notícia é recebida em todo o globo. &#8220;<em>Somos todos criaturas de Deus</em>&#8220;, divulga o Vaticano; &#8220;<em>todos vocês são atraentes</em>, ressalta um membro da imprensa; governos de todo o mundo se beneficiam com o <em>boom</em> econômico nas cidades hospedeiras das naves e com os centros de cura de doenças criados. É um cenário indubitavelmente interessante e inédito!
</p>
<p style="text-align: justify"><img class="aligncenter size-full wp-image-9839" src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2009/11/comment1177.jpg" alt="comment1177" width="660" height="270" /></p>
<p style="text-align: justify">Mas a ficção científica de <strong>V</strong> é apenas a porta de entrada para discussões de todos os tipos que o piloto inicia. Apesar do episódio ser bastante atropelado em seus acontecimentos, questões de ordem religiosa, política e moral são ventiladas enquanto um seleto grupo de pessoas começa a descobrir que tudo não é tão bonito assim como os Visitantes aparentam ser. Aprofundando uma investigação que vem ocorrendo há algumas semanas, a agente do FBI Erica Evans (Elizabeth Mitchel, de <strong>LOST</strong>) descobre um assustador fato sobre o &#8220;fenômeno novo&#8221;: os ETs já estão infiltrados no planeta há anos e tudo não passa de uma elaborada trama de dominação mundial com o consequente extermínio dos seres humanos através da manipulação e ascenção em diversas áreas como a política, a igreja, as forças armadas e a economia. Adotando um discurso simplório, que prega a paz e a felicidade eterna, eles buscam a devoção universal. São, na verdade, répteis disfarçados de gente ou, se preferirem, &#8220;<em>Cylons</em> biológicos&#8221;. E ao mesmo tempo em que toda essa enorme carga de informações é lançada, ainda descobrimos que existe uma facção de visitantes que é contra este plano e que secretamente luta pelo convívio mútuo das raças.</p>
<p style="text-align: justify"><img class="aligncenter size-full wp-image-9840" src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2009/11/comment1178.jpg" alt="comment1178" width="660" height="160" /></p>
<p style="text-align: justify"><strong>V</strong> traz uma proposta arrojada, complexa e estabelece sua premissa de forma muito bem sucedida, algo que séries-catástrofe como <strong>FlashForward</strong> e <strong>Jericho</strong>, por exemplo, não conseguiram. O nível de suspense é alto e, como apontei antes, o roteiro não se limita apenas à ficção, criando uma atmosfera rica e a sensação de que realmente se trata de algo global. O drama promete ser denso e carregado com um subtexto atual e que faz uma bela crítica de nossa sociedade &#8220;moderna&#8221;. Vamos continuar conferindo bem de perto. Destaco a performance da brasileira Morena Baccarin no papel da &#8220;ET mor&#8221; e os caprichados efeitos visuais, já que grande parte da série é filmada em <em>chroma-key </em>como eu pude conferir pessoalmente nos imponentes sets da produção em Hollywood. Infelizmente, por problemas de logística nas filmagens, nós veremos apenas quatro episódios este ano e o restante deve vir só lá para Março de 2010. De qualquer forma, pelo piloto, tenho esperanças de que a espera vai valer a pena<em>.</em></p>
<p><strong>Cotação Bruno Carvalho</strong>:<em> <img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star121.jpg" alt="" /><img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star121.jpg" alt="" /><img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star121.jpg" alt="" /><img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star121.jpg" alt="" /><img class="alignnone size-full wp-image-8421" src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2009/01/starhalf.jpg" alt="Half Star" width="20" height="14" /></em><br />
<span style="font-size: xx-small"><em>Episódio &#8220;1&#215;01: Pilot&#8221; exibido em 03/11/2009 na ABC americana.</em></span></p>
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		<title>A Semana em Série</title>
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		<pubDate>Mon, 09 Nov 2009 02:01:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Carvalho</dc:creator>
				<category><![CDATA[A Semana em Série]]></category>
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Dexter (4x05: Dirty Harry): A situação fugiu do controle, os ânimos estão à flor da pele e a polícia de Miami vive uma de suas maiores crises desde o caso Bay Harbor Butcher. A morte de Frank Lundy trouxe ainda mais imediatismo num clima que beirava o insuportável graças à audácia do animalesco Trinity. Abro [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify"><img class="alignnone size-full wp-image-6631" src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/alerta15.jpg" alt="Alerta de Spoiler - Brasil" width="489" height="20" /><br />
<img class="alignleft size-full wp-image-9671" src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2009/10/bdexter.jpg" alt="bdexter" width="165" height="100" /><strong>Dexter (4&#215;05: Dirty Harry)</strong>: A situação fugiu do controle, os ânimos estão à flor da pele e a polícia de Miami vive uma de suas maiores crises desde o caso <em>Bay Harbor Butcher</em>. A morte de Frank Lundy trouxe ainda mais imediatismo num clima que beirava o insuportável graças à audácia do animalesco <em>Trinity</em>. Abro aqui mais um parêntesis para elogiar a fenomenal performance de John Lithgow, que consegue nos instigar e assustar ao mesmo tempo. Afinal, o que motiva o sangrento ritual desse sujeito e, o que é pior, como ele consegue disfarçar tão bem? Como Dexter testemunhou, ele aparentemente tem uma vida pacata com família e tudo mais. &#8220;Mas Dexter também tem&#8221;, podem argumentar. Claro, mas nós sabemos o quão difícil é para o justiceiro que segue o Código de Harry e mata pelo &#8220;bem&#8221;, sendo colocado contra a parede por tudo e por todos. Os segredos começam a emergir: quem não pulou da poltrona quando viu Rita ao lado da mala que nós conhecemos tão bem? O cerco está fechando e a temporada que nem na metade está vai ficando cada vez mais eletrizante. <strong>Dexter</strong> continua em seu nível próprio, acima de todas as produções atuais.<br />
<strong>Cotação Bruno Carvalho</strong>: <img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star121.jpg" alt="" /><img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star121.jpg" alt="" /><img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star121.jpg" alt="" /><img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star121.jpg" alt="" /><img class="alignnone size-full wp-image-8421" src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2009/01/starhalf.jpg" alt="Half Star" width="20" height="14" /></p>
<p style="text-align: justify"><img class="alignleft size-full wp-image-9667" src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2009/10/bgossip.jpg" alt="bgossip" width="165" height="100" /><strong>Gossip Girl (3&#215;07: How to Succeed in Bassness, 3&#215;08: The Grandfather, Part II)</strong>: Adolescentes despreparados lidando com negócios e política. Sério? É assim que <strong>Gossip Girl</strong> pretende se reerguer do fiasco que está sendo esta 3ª temporada? Duas semanas e dois episódios fraquíssimos abaixo até mesmo da média já baixa dos anteriores. Em <em>How to Succeed in Bassness</em> tivemos que ver a desconstrução de Blair Walforf, personagem de gênio forte, se transformar numa verdadeira bocó, sem contar nas traminhas bobas que colocam a família Humphrey. Jenny já não convence mais com aquela brincadeirinha de &#8220;hierarquia da escada&#8221; e Rufus vestido de Joey Ramone fazendo referências pop a Lady Gaga não é nada <em>cool</em>. <strong>Gossip Gir</strong>l perdeu o ritmo com o excesso de historinhas paralelas, como vimos no desinteressante <em>The Grandfather, Part II</em>. Poxa, a gente já não dá a mínima pro Nate e vai ligar pra eleiçãozinha de congressista local do primo dele? <em>Who cares</em> se ele ganhou ou perdeu ou se o documentário da podre da Vanessa foi vendido ou não? A série começa com estes casinhos pela metade, desenvolve-os mal e no fim vimos que um episódio inteiro passou e não aconteceu absolutamente nada! Não vou nem comentar sobre o romancezinho de Dan com Olivia, porque vou deixar pra falar mais sobre isso na próxima resenha (os que sabem do <em>spoiler</em> entenderão porque). A audiência abaixo dos 2 milhões nos EUA não me deixa mentir. Desse jeito não dá&#8230;<br />
<strong>Cotação Bruno Carvalho</strong>: <img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star121.jpg" alt="" /><img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star121.jpg" alt="" />
</p>
<p style="text-align: justify"><img class="aligncenter size-full wp-image-9833" src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2009/11/comment1176.jpg" alt="comment1176" width="660" height="180" /></p>
<p style="text-align: justify"><img class="alignleft size-full wp-image-9668" src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2009/10/bsisters.jpg" alt="bsisters" width="165" height="100" /><strong>Brothers &amp; Sisters (4&#215;05: Last Tango in Pasadena, 4&#215;06: Zen &amp; the Art of Making Mole)</strong>: Eu fazia maratonas com as primeiras temporadas de <strong>Brothers &amp; Sisters</strong> como se não houvesse amanhã. Consumia episódio atrás de episódio noites adentro e já cheguei a comparar esta série à minha favorita de todos os tempos, <strong>Six Feet Under</strong>. Por isso não consigo conceber o que está acontecendo com o drama nesta 4ª temporada. Minha maior preocupação quando assisto um novo capítulo é o de tentar permanecer acordado. Juro. Onde estão as surpresas? Os segredos? A adrenalina que os encontros, desencontros e intrigas da família Walker causavam? Pelo visto acabou. Nem mesmo a volta da sempre excelente Sarah mudou o marasmo que está a série. Não consigo me entreter com o &#8220;alvoroço&#8221; causado pelo tal namoradinho francês da balzaquiana e muito menos com o casal insuportável Kevin e Scotty e esse lance da adoção. Dois episódios inteiros se passaram e o máximo que aconteceu foi Ryan tentando passar a perna na Ojai. De fato, somente Holly Harper anda conseguindo empolgar, ainda mais depois da forma com que ela recusou a compra de suas ações, mesmo falida. <strong>Brothers &amp; Sisters</strong> perdeu o seu dinamismo e a sagacidade de seu roteiro que costumava ser muito, mas muito mais inspirado. Tomara que recuperem logo, pois hoje a série não é um terço do que já foi.<br />
<strong>Cotação Bruno Carvalho</strong>: <img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star121.jpg" alt="" /><img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star121.jpg" alt="" /><img class="alignnone size-full wp-image-8421" src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2009/01/starhalf.jpg" alt="Half Star" width="20" height="14" /></p>
<p style="text-align: justify"><img class="alignleft size-full wp-image-9676" src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2009/10/bflash.jpg" alt="bflash" width="165" height="100" /><strong>FlashForward (1&#215;06: Scary Monsters and Super Creeps, 1&#215;07: The Gift)</strong>: Uau! Quando eu achava que pior não dava pra ficar, <strong>FlashForward</strong> me coloca uma constrangedora cena inicial com o tal Simon, que nadou na canastrice e na vergonha alheia pelo ator Dominic Monagham. Mais uma semana e a série continua falhando em estabelecer sua curiosa premissa e perde tempo com situações dispensáveis envolvendo as personagens menos carismáticas da TV. O que salvou em <em>Scary Monsters and Super Creeps</em> foi aquele encontro entre Mark e o futuro namorado de sua esposa, mas isso ainda não é suficiente para que o drama engrene. Até mesmo os <em>cliffhangers</em> agora estão repetidos! Simon aparece para Lloyd falando mais uma vez sobre o que eles &#8220;fizeram&#8221; (fora a trilha-sonora completamente inadequada nos momentos mais tensos). Ok, então tudo foi um experimento de alguma organização secreta. É o máximo que conseguem fazer? Felizmente as coisas melhoraram um pouco no episódio <em>The Gift</em>, mas não me refiro àquele grupo de pessoas que não viram <em>flashforward</em> e decidiram criar um &#8220;clube da morte&#8221;. Falo da importante implicação que o suicídio do agente pode trazer para a trama, indicando que o futuro pode sim ser modificado. Pelo que vimos da cena final, inclusive, esta é a tendência. Ainda não dá pra ficar completamente satisfeito com <strong>FlashForward</strong> como aconteceu após o piloto, mas o caminho é esse. O público precisa ser surpreendido e parar de ser enrolado. Ganharam uma estrela comigo.<br />
<strong>Cotação Bruno Carvalho</strong>: <img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star121.jpg" alt="" /><img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star121.jpg" alt="" /><img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star121.jpg" alt="" /></p>
<p style="text-align: justify"><img class="alignleft size-full wp-image-9665" src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2009/10/bgoodwife.jpg" alt="bgoodwife" width="165" height="100" /><strong>The Good Wife (1&#215;06: Conjugal)</strong>: Eu já explicitei aqui alguns problemas de<strong> The Good Wife</strong>, notadamente com relação aos casos jurídicos apresentados pela série que apenas &#8220;arranham&#8221; a superfície quando comparados com grandes séries de tribunal que já assistimos, especialmente <strong>Boston Legal</strong>. Mas com <em>Conjugal</em> a série acerta o ritmo e volta a ser aquele promissor drama apresentado no episódio piloto. Assumindo um caso como dativo, o escritório de Alicia resolveu ir mais à fundo na história de um condenado que supostamente cometeu latrocínio com um policial fora de serviço em uma loja de conveniência. Não bastasse isso, o acontecimento virou filme enquanto o sujeito encarava o corredor da morte. Desta vez o desenvolvimento da narrativa não foi simplório e arrastado, fluindo muito bem com a investigação sobre o procedimento cheio de erros que levou à prisão de um inocente por conta de perfil racial. Às vezes <strong>The Good Wife</strong> me lembra a finada <strong>Justice</strong>, mas sem a artificialidade e os exageros daquela produção. Pra melhorar, a história entre Alicia e seu ex-marido foi aprofundada com aquela inevitável visita conjugal, mas ainda assim espero que a vida pessoal dela fique mais em foco. Afinal, o drama é sobre ela, <em>a boa esposa</em>.<br />
<strong>Cotação Bruno Carvalho</strong>: <img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star121.jpg" alt="" /><img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star121.jpg" alt="" /><img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star121.jpg" alt="" /><img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star121.jpg" alt="" />
</p>
<p style="text-align: justify">A semana mal começou e ainda falarei de mais séries, incluindo a estreia de <strong>V</strong>. Aguardo os comentários de vocês abaixo, como sempre!</p>
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