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26/05/2010 - 23:01

American Idol: Considerações Finais

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Está aí: Lee Dewyze é o American Idol 2010, cuja final acabou de ser transmitida pelo Sony de forma elegante e sem falhas (apesar do som levemente baixo e imagem em SD). A 9ª temporada do reality-show mais assistido do mundo, infelizmente, coroa o desgaste do formato do Pop Idol importado da Inglaterra pela Freemantle Media. O resultado foi coerente, apesar de Crystal Bowersox ter feito uma “campanha” mais consistente desde o início (e eu preferí-la). Os EUA adoram um underdog que se destaca no melhor estilo “from zero to hero” e o rapaz teve sim seus méritos e soube crescer ao longo das intermináveis semanas de apresentações. Mas já foi o tempo em que American Idol era relevante o suficiente para discutirmos as justicas ou injustiças do resultado final. A atração já está em sobretempo há algumas temporadas e desta vez não vai ter jeito de não abandoná-la com a saída de Simon Cowell. O jurado, que é e sempre foi a alma do programa, já se mostrou mais do que aborrecido e insatisfeito com o formato e por isso mesmo criou sua própria competição musical em sua terra natal, o X-Factor, que confere aos produtores e jurados um poder maior de controle e condução. Era notório o descontentamento e desmotivação dele, o que culminou numa temporada melancólica, penosa, sem surpresas e grandes momentos. Certamente Idol será renovado por vários anos, mas eu pararei por aqui.

Autor: Bruno Carvalho - Categoria(s): American Idol Tags: , , , ,
28/04/2010 - 00:01

American Idol: Top 9 com Elvis Presley

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Está aí (atrasado, eu sei) o resultado da semana Elvis Presley em American Idol: Andrew Garcia e Katie Stevens precisaram ser eliminados de uma vez por causa do salvamento de Michael Lynche na semana anterior. Foi injusto? Não, nem um pouco. Com relação à Andrew, poucas vezes vi na atração um desempenho tão decadente, já que ele começou elevando as expectativas na semana Hollywood e, salvo uma ou outra performance em que se saiu bem, só fez decepcionar. E o grande problema dele não foi técnico, foi criativo. Agradável voz, ótimo timbre, mas desperdiçava o talento com péssimas e insossas escolhas musicais. Sobre Katie não dava mesmo para esperar que ela fosse longe… Era uma questão de tempo. As apresentações com os clássicos de Elvis (sempre contemporâneos) mais uma vez deram o tom de como deve ser a final: Crystal Bowersox disputando com Lee DeWyze. Aaron Kelly e Tim Urban aí, pra mim, continua sendo uma piada de mal gosto e os demais (Siobhan, Big Mike e Casey) têm seus momentos, mas no fim das contas esmaecem perante os frontrunners que mencionei. No geral essa última temporada de American Idol com Simon (e a última pra mim, ever) não está conseguindo empolgar, pois não há clima de competição. Temos dois cantores em um nível e o restante correndo pela beirada, o que torna o processo burocrático e sem surpresas. Ah, e agora o Sony exibe Idol com uma semana de atraso. Pelo menos a final, ou melhor, o dia em que Crystal sagrar-se a campeã, será exibida ao vivo aqui no Brasil, conforme divulgaram.

Autor: Bruno Carvalho - Categoria(s): American Idol Tags: , , , , , , , , , , , , , , ,
16/04/2010 - 00:01

90210 e Melrose Place Fora do Horário Nobre no Sony

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Os dramas adolescentes aos poucos estão sumindo da TV. Depois da controversa e inexplicável decisão da Warner Brasil em simplesmente cancelar a exibição de Gossip Girl por aqui (série, inclusive, renovada para mais uma temporada nos EUA), as novas baixas agora vêm do Sony. No meio da atual temporada, o canal vai retirar 90210 e Melrose Place do horário nobre, migrando-as para o ingrato horário de sábado à tarde. Começando já no próximo dia 24/04, os episódios inéditos de 90210 irão ao ar às 14h, seguidos por Melrose Place às 15h. No horário vago de 21h às terças o Sony vai alocar os inéditos de American Idol, aumentando o intervalo de exibição com EUA em uma semana (antes eram apenas 4 dias). Assim, a partir da próxima terça, não espere encontrar as descoladas turmas de L.A. em sua TV. Ah, e neste sábado também não haverá inédito de American Idol, apenas a reprise do anterior (as apresentações inéditas vêm só no dia 20/04). Procurada pelo LiGado em Série, a assessoria do Canal Sony esclareceu que “Melrose Place e 90210 estavam em reprise e muitos espectadores não conseguiam acompanhar American idol no sábado à noite. A mudança é uma estratégia de programação para oferecer o melhor do canal aos assinantes.

Autor: Bruno Carvalho - Categoria(s): 90210, American Idol, Canais, Melrose Place Tags: , , ,
19/01/2010 - 00:01

American Idol: Fase Inicial

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comment1249Simon Cowell fez é muito bem em deixar American Idol enquanto o reality ainda está em alta, assim como Paula Abdul. Mas mesmo com uma audiência monstruosa de 30 milhões de espectadores na estreia, não é de hoje que o formato está desgastado e menos empolgante. Tanto é que nos últimos anos registrei exatamente isso nas resenhas das temporadas que cada vez parecem estar mais longas. De fato, estes episódios em Boston e Atlanta não conseguiram ir além do esperado para a fase inicial, trazendo os testes que misturam performances boas com as horríveis apenas para um leve entretenimento – especialmente daqueles que acham, ou melhor, têm a certeza de que cantam bem e na verdade não cantam nada. Senti certo cansaço também da edição, que estava menos ágil e apurada como de costume e a falta de disposição de Simon Cowell é evidente. Outro fator que não contribuiu muito para esta nova temporada, pelo menos até agora, foram as dispensáveis participações de Victoria Beckham e Mary J. Blige como juradas substitutas de Paula Abdul até a chegada de Ellen (que só entrana Semana Hollywood). Pouco carismáticas, frias e dando a constante impressão de estarem ali forçadas, as cantoras não souberam fazer a diferença como a embriagada coreógrafa fazia. Ainda assim, Idol consegue divertir em diversos momentos, mas gastar quatro horas inteiras para mostrar as audições em apenas duas cidades hoje já é muito por todos os fatores que mencionei. Pra piorar, uma suposta lista com 20 nomes do Top 24 da atração, que somente é revelado depois da fase Hollywood, torna tudo ainda mais sem sentido e procastinatório, se confirmado. American Idol precisa justamente do que o Simon adora: “a breath of fresh air“, ou seja, algo novo e refrescante. Porém, sinto que isso somente vai vir com The X-Factor em 2011 nesta altura do campeonato. E enquanto o novo reality não chega, o melhor a fazer é dar umas risadas com o sujeito do “pants on the ground“:

Autor: Bruno Carvalho - Categoria(s): American Idol Tags: , , , , , , , , ,
09/11/2009 - 00:00

Grey’s Anatomy Volta Hoje!

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Esta noite às 21h (horário de Brasília) o canal Sony finalmente estreia a 6ª e aguardadíssima temporada de Grey’s Anatomy com um episódio duplo que promete mudar o rumo de tudo no Seattle Grace! Confira o emocionante trailer e não perca por nada!

Autor: Bruno Carvalho - Categoria(s): Greys Anatomy Tags: , ,
07/07/2009 - 00:01

Grey’s Anatomy: Agora ou Nunca!

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Alerta: Matéria republicada a pedido dos leitores que acompanham Grey’s Anatomy pelo Sony. Contém spoilers sobre o final da 5ª temporada.
Os episódios finais de Grey’s Anatomy fecharam com chave de ouro uma de suas melhores temporadas e, principalmente, de forma coerente com o caminho percorrido pela trama nos últimos meses. Desta vez a crônica de Meredith foi sobre a incerteza e dos fatos inesperados da vida como, por exemplo, os companheiros de trabalho que acabam virando seus melhores amigos ou a one night stand com uma pessoa desconhecida que vem a se tornar o grande amor de sua vida. Este 5º ano no Seattle Grace definitivamente assentou e acertou os rumos e escolhas que aquelas personagens fizeram ao longo desta jornada. Mas a nossa existência não é marcada apenas pelo livre arbítrio e a execução de vontades: temos que adicionar à complexa equação os eventos que inevitavelmente chegam através da causalidade, seja ela provocada por alguém ou derivada de um fenômeno.

Todos nós, de uma forma ou outra, podemos ser vítimas de uma fatalidade. No caso de Izzie, a tragédia estava anunciada e precisava ser contida. No caso de George, ela foi súbita e precisava ser remediada. Em ambos os casos, nem toda a técnica, conhecimento e expertise do mundo foram suficientes para evitar o inevitável. Se para nós já foi um choque constatar a decisão de O’Maley em aliar-se ao exército em Here’s to the Future, vê-lo deitado e desfigurado após salvar a vida de uma desconhecida em Now or Never foi doloroso. E mesmo sabendo que o prognóstico de Izzie não era nada bom, agarramos até o último suspiro na esperança que a cirurgia de Sheppard fosse um sucesso (foi?). Grey’s Anatomy gritou com a revolta e o desespero de Alex, chorou através de Bailey e do fim de seu casamento, mas também deixou portas abertas com o início de uma nova fase para Callie, Hunt, Yang, Mark e para a jovem Grey. Foram duas horas emocionantes e intensas, como só Shonda Rhimes sabe escrever.

Spoiler – Quer saber o destino de Izzie e George? Passe o mouse: O’Maley morre com certeza; Izzie deve sobreviver, pois estará na 6ª temporada. E aí, gostou de saber ou não? Aos que não leram, cuidado que nos comentários os leitores podem revelar este spoiler.

Cotação Bruno Carvalho:
Episódios “5×23: Here’s to the Future” e “5×24: Now or Never” exibidos em 06/06/2009 no Sony.

Autor: Bruno Carvalho - Categoria(s): Greys Anatomy Tags: , , ,
25/05/2009 - 00:01

Kris Allen, o American Idol 2009

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Incoerente. Essa é uma boa palavra pra resumir o resultado final de American Idol, que consagrou Kris Allen como o vencedor. Ao longo dos últimos meses testemunhamos o surgimento e ascensão de um verdadeiro astro da música, Adam Lambert, que nos surpreendeu semana após semana com apresentações versáteis, criativas, inovadoras e com um vozeirão que não faz feio nem perto de grandes lendas do rock como Freddie Mercury, Steven Tyler, Brian Johnson e Robert Plant. Ora, quando o próprio vencedor da atração vira e diz que ele não deveria ter ganhado, é porque tem alguma coisa muito errada aí. Este resultado praticamente anulou um ótimo ano de American Idol, como não víamos há muito tempo. Repleta de bons talentos vocais, desde a unique Megan Joy até o simpático Danny Gokey, a temporada seguiu numa crescente indicando sempre o óbvio: o troféu era do Adam. Mas então o que aconteceu? Muitos colunistas disseram que a final seria decidida por uma legião de pré-adolescentes encantadas com o rostinho bonito de Allen e o próprio Adam chegou a dizer em uma coletiva que sua orientação sexual e a exposição de seu passado drag provavelmente podem ter influenciado a votação. Teria a chamada “middle America” preterido-o por ser homossexual? Só podemos especular, pois até a porcentagem de votos que anualmente é revelada, este ano está sendo mantida sob sigilo.

Com relação à final em si, notadamente sobre a parte técnica, a atração foi impecável e irrepreensível. Os diversos números musicais com os finalistas evidenciaram o cuidado da produção em pareá-los vocalmente com os artistas convidados, fora Kara DioGuardi de biquini… Foram excelentes os pocket shows como os de Fergie e os Black-Eyed Peas, Carlos Santana, Jason Mraz, mas é claro que o grande destaque da noite foi a mega apresentação do Kiss com Adam Lambert. A direção foi eficiente, os quadros (incluindo os divertidos Golden Idols) foram fluídos – o que raramente acontece em programas ao vivo – e a noite foi apoteótica e grandiosa como nunca. É uma pena que todos os ensaios, as luzes, os efeitos e recursos utilizados no final foram em vão, porque coroaram o ídolo errado mais uma vez. Não acho que foi nenhum demérito do Kris ter levado, pelo contrário. A incoerência veio do povo. Kris conseguiu vencer o favorito considerado por Simon o melhor cantor a subir naquele palco. Foi esperto, soube escolher bem as suas músicas e encontrar o seu nicho com suas versões acústicas de sucessos. Ele é talentoso, mas sua vitória explicitou o que eu venho dizendo há várias temporadas: há uma falha no processo do American Idol que por diversas vezes compromete a integridade da atração. Desde a vitória de Ruben Studdard na segunda temporada sou um defensor de que os juízes deveriam ter um poder decisório maior, de forma a guiar melhor todo o processo. Clay Aiken, Katherine McPhee e, agora, Adam Lambert agradeceriam.

Gene Simmons Quer Adam Lambert em Turnê com o KISS!

O American Idol mal acabou e Adam Lambert já recebeu uma proposta praticamente irrecusável. Gene Simmons, o vocalista da antológica banda KISS convidou o ex-participante para realizar uma turnê com a banda. E não é um gig para simplesmente abrir os shows, não. Simmons quer que Adam coloque armadura e maquiagem como se fosse um novo integrante, do jeito que os fãs da banda gostam: “tem que ser grandioso, forte, tem que ir com tudo“, revelou. O vocalista ainda disse que o convite está de pé pra quando ele quiser, pois sabe que Adam estará comprometido nos próximos meses com a turnê American Idol Top 10 Live, que percorre todos os EUA. “Ele pode começar quando ele quiser“, completou. Adam disse em resposta que adoraria participar e que seria uma honra pra ele. Ele ainda agradeceu muito o convite, mas por enquanto nenhum acordo foi oficializado.

Queen Também Almeja Adam Lambert nos Vocais!

É mole? Mesmo sem vencer a atração, duas das maiores bandas de rock do mundo estão querendo Adam Lambert. Com a anunciada saída de Paul Rodgers, que temporariamente retornou para uma turnê mundial, o guitarrista Bryan May e o bateirista Roger Taylor disseram formalmente que querem o jovem cantor no mesmo posto que um dia foi de Freddie Mercury. A fonte da notícia é a revista especializada Rolling Stone, que reportou com exclusividade o interesse dos integrantes remanescentes da banda no “vice-Ídolo”: “definitivamente queremos ter uma conversa significativa com ele“, afirmou May. Nada contra Kris Allen, mas duas ofertas desse nível não é pra qualquer um…

Autor: Bruno Carvalho - Categoria(s): American Idol Tags: , , , , ,
19/05/2009 - 06:01

American Idol: Adam x Kris

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Apesar de ter uma boa voz e uma personalidade agradável, Danny Gokey artisticamente era o mais limitado dos concorrentes que sobraram nesta reta final de American Idol e sua eliminação não apenas foi justa, como esperada. Sem seguir um estilo musical conciso, Danny saiu atirando para todos os lados, acertando em certos momentos, mas dançando (desesperadamente) em vários outros. Sua participação, enfim, foi irregular e depois da música que ele “sofreu” de Paula Abdul combinado com aquela versão enfadonha de You Are So Beautiful, não teve mais jeito. Kris Allen, por exemplo, não tem uma voz tecnicamente melhor que a de Gokey, mas o jovem consegue trazer semana após semana performances que entretêm, especialmente quando ele interpreta a música ao invés de simplesmente cantá-la com arranjo de fanfarra como seu colega mais velho fazia. Idol não é um simples show de calouros e sim um concurso que busca pelo ídolo pop da música. Por falar nisso, por mais que eu goste de Adam, reconheço que essa semana ele não brilhou da forma costumeira e suas apresentações foram ligeiramente indulgentes (sendo que Cryin’ foi tão copycat quanto Apologize). Ainda assim, ele continua sendo meu favorito pra vencer, mas a primeira música que corri pra baixar no iTunes foi a versão de Kris para Heartless. Aliás, total bola fora de Randy Jackson ao dizer que ele foi melhor que o original de Kanye West e que a rendition que o The Fray recentemente fez. Além de ser desrespeitoso com os intérpretes (inclusive com Kris, deixando-o numa situação complicada), a comparação que Randy fez foi esdrúxula, pois a música apenas foi cantada em um estilo diferente e com uma pegada “acústico pop” que nada lembra o Hip Hop. O Top 2 foi justo, Kris e Adam conquistaram este lugar por mérito e não por sorte e a batalha promete ser interessante. Hoje à noite darei um jeito de saber os números para votar em Adam, já que amanhã (ou domingo, para os que acompanham com o Brasil) quero vê-lo como o American Idol. E vocês, quem querem que vença?

Autor: Bruno Carvalho - Categoria(s): American Idol Tags: , , , , ,
11/05/2009 - 00:01

American Idol: Semana Rock e Top 3!

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Quem acompanha minhas resenhas sobre esta oitava temporada de American Idol sabe que eu não sou muito fã de Allison Iraheta, pois a considero pouco versátil e com uma diccção comprometida pelo excesso de maneirismos (e talvez falta de maturidade vocal). Mas com base exclusivamente nas apresentações desta semana, merecia ela sair? Não, apesar de eu ter ficado feliz com sua eliminação que uma hora seria inevitável. Aliás, isso está acontecendo muito este ano, com participantes sendo eliminados após suas melhores apresentações. A rendition de Iraheta ao clássico Cry Baby de Janis Joplin e o dueto com Adam não deixaram nada a desejar, afinal este é o estilo dela! Da mesma forma que não considero-a digna de ser a American Idol – como de fato não será – também não acho que ela deveria ter sido eliminada logo após uma de suas melhores performances no programa. Com isso eu cutuco Kris Allen, que vinha desempenhando um sólido papel ao longo de semanas e acabou com a Come Together dos Beatles (horrível escolha dele, num catálogo tão vasto). Por fim deu pra perceber  que o público pesou o desempenho dos participantes ao longo da temporada e acabou preterindo a moça e no final das contas isso foi justo, pois ela era a única que merecia sair pelo conjunto da obra. Mas uma coisa que não desce foi a condescendência dos juízes  Kara e Randy ao dizerem para Kris e Danny (especialmente este último, que fez Dream On do Aerosmith se tornar algo insuportável de ouvir) que eles foram “razoavelmente bem considerando que este não é o estilo deles”. Ora, em diversas semanas Adam cantou completamente fora de seu estilo musical e se saiu muito bem em todos! Nada impedia de Kris e Danny terem feito uma versão adequada a seus estilos com uma canção do gênero, assim como Lambert fez na semana com os temas Grand Ole Opry, Rat Pack e, obviamente, no tema de Músicas da Infância com a espetacular Mad World. Esta derradeira semana provou o que venho dizendo há mais de 10 resenhas: Adam  é o único ali com a qualidade técnica vocal e artística necessárias para vencer esta competição. Nunca, em nenhuma temporada, o nível foi tão alto. Como disse Simon, vai ser muito difícil superá-lo tão cedo. Agora, o que falar da noite de ontem com as apresentações de Paula Abdul, que usou dois microfones, dublagem e auto-tune (um software que corrige desafinos e dá um som metálico) ao mesmo tempo?! Esta participação dela seria muito adequada no So You Think You Can Dance, reality-show de dança, mas nunca no American Idol. Estranhos também estiveram Slash e Gwen Stefani (com o No Doubt agora) totalmente desconfortáveis naquele palco. Ironicamente o que salvou a noite foi a banda Daughtry e seu novo single.

Está acabando, na próxima semana entraremos na reta final e a pergunta ainda está de pé: quem você acha que será o próximo American Idol?

Autor: Bruno Carvalho - Categoria(s): American Idol Tags: , , , ,
04/05/2009 - 00:01

American Idol: Rat Pack e a Revelação do Top 4

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Os rostos de Danny Gokey e Allison Iraheta ao verem o Bottom 3 não mentem. Afinal, ainda que nas semanas finais de qualquer reality-show até mesmo os favoritos acabam indo pra berlinda, era impossível imaginar que Adam Lambert estaria num nível tão baixo. O problema é que ele nunca amargou esta posição e sua estreia no time dos menos votados foi logo na penúltima colocação. Era óbvio que ele não merecia estar ali e começo a ficar preocupado que os motivos que fizeram ele cair tanto assim sejam outros além da música. É possível que, por ele ser tão elogiado semana após semana, seus fãs sentiram que ele sempre estará salvo – o que não é verdade – e deixaram de votar. Mas pode ser também que a disseminação de fotos e vídeos da carreira pregressa do cantor, que frequentemente apresentava-se como drag queen em pequenos palcos, pode ter influenciado a conservador sociedade norte-americana, que não aceitaria eleger um ídolo gay. Será? Não há nenhum dado que aponte o que realmente aconteceu (falei por pura especulação) e pode até ser que a “América” tenha gostado pouco de sua performance na semana. Exagerado? Teatral? Ora, ele é sim, mas a Broadway já foi o destino de vários participantes e ganhadores, inclusive Fantasia Barrino. Isso nunca foi problema. Pra mim, independente do que ele fazia ou faz dentro e fora dos palcos, Adam é o finalista que tem a melhor voz e o que está mais preparado artisticamente para o mercado fonográfico.

Eu só não consegui compreender como Allison foi uma das preferidas da noite, porque sinceramente eu não entendo nada que ela canta. As palavras parecem embolar a cada frase e o som que ela produz me soa forçado. O próprio Simon disse que ela estaria correndo sérios problemas depois daquela apresentação… Estranho. Concordo que Danny melhorou significativamente e que Kris é constantemente feliz em suas escolhas musicais e apresentações, mas não consigo enxergar o potencial de estrelas da música ali. Sobre Matt, discordo que ele merecia ter saído por esta versão de My Funny Valentine – tecnicamente adequada -, mas a vontade do público prevaleceu novamente e aquele salvamento dos juízes tornou-se inócuo, adiando o inevitável. Se American Idol quer ter mais controle sobre quem saiu ou não, o salvamento ou a concessão de algum tipo de “colar do anjo” deveria ser semanal. No geral, nestes programas com o tema Rat Pack ficou claro que os talentos desta temporada são infinitamente superiores aos dos anos anteriores. Basta ver a horrível performance do vencedor da quinta temporada Taylor Hicks no palco. Esta semana o Top 4 cantará rock e teremos a presença de Slash e a reunião do No Doubt.

Repercuta: Você acha que a carreira drag de Adam Lambert pode prejudicar seu desempenho com o público votante? Quem, na sua opinião, deve ser o próximo American Idol?

Autor: Bruno Carvalho - Categoria(s): American Idol Tags: , , , , ,
28/04/2009 - 00:01

American Idol: Semana Disco e Top 5 Revelado!

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A semana da “Era Disco” sempre foi um problema para os participantes do American Idol, pois as músicas são muito características e é muito difícil fugir do original. Mesmo assim, alguns poucos conseguiram sobressair-se justamente evitando este estigma e criando algo diferente em cima das canções que marcaram toda uma geração. Os grandes destaques ficaram com Adam Lambert (“que novidade”), desta vez contido, mas com uma bela versão balada de If Can’t Have You (Bee Gees) e Kris Allen, que desta vez foi o meu favorito da semana, com um arranjo super moderno de She Works Hard For the Money (da Donna Summer). É possível ver que estes dois têm um cuidado especial com seus shows, fazendo adequadas modificações nas melodias e palpitando até nos efeitos de luz, instrumentos utilizados e enquadramentos de câmera (especialmente Adam). Por outro lado, afundando cada vez mais está Danny Gokey, que não inovou  nas últimas semanas e acha que fazer uma performance espalhafatosa resolverá o seu problema. Foi assim com Taylor Hicks, que hoje sumiu da mídia por ser um cantor “genérico” e sem identidade. Gokey, de fato, chamou a minha atenção quando cantou Kiss From a Rose, mas hoje ele segue como um discípulo do copycat. Não curti nem um pouco a Hot Stuff de Allisson Iraheta, que ficou com um ritmo estranho como se ela sempre estivesse um tom à frente da melodia. Nesta 8ª temporada de Idol não adianta só apenas uma boa voz. Por isso mesmo que o público despachou Lil’ Rounds, que não evoluiu absolutamente nada desde a sua chegada na atração (e ela merecia ter ido antes de Megan Joy, por exemplo) e o limitado Anoop DeSai, que teve seus bons momentos, mas não conseguiu sair disso. Ah, e depois da desajeitada apresentação de Matt Giraud, acho que os juízes se arrependeram demais de ter usado o “colar do anjo” com ele. Foi sofrível aquele Stayin’ Alive. Top 5 formado, eliminações justíssimas e na semana que vem os “Idols” cantarão músicas do Rat Pack. Isso vai ser interessante…

Autor: Bruno Carvalho - Categoria(s): American Idol Tags: , , , , , ,
20/04/2009 - 02:35

American Idol: Trilhas-Sonoras e Nenhuma Eliminação!

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Hoje eu vou direto ao ponto: a utilização da “Cláusula Daughtry” pra salvar Matt Giraud da eliminação foi totalmente precipitada, impensada e a decisão incoerente de Simon e dos juízes tirou boa parte de credibilidade do programa. Primeiramente, porque Matt Giraud não é nenhum Chris Daughtry. Apesar de cantar bem, ele constantemente desliza e não tem grandes chances de ganhar esta competição. Assim, o tão aguardado momento em que um concorrente seria salvo pelo auto dos julgadores foi mais pra constar do que pra valer, pois dificilmente os realmente bons cairão pro Bottom 3 este ano. A “América” aprendeu a votar, tanto que as figurinhas da noite de eliminação estão sempre lá: Anoop e Lil’. A semana com trilhas-sonoras e o inusitado mentor Quentin Tarantino (ele entende de músicas para seus filmes, mas não é um bom técnico vocal) denotou mais uma vez que este Idol é de Adam Lambert (sorry por bater nesta mesma tecla, mas nesta altura é inevitável) e que a grande surpresa da atração será quem ficará com o posto de segundo lugar. Eu apostava muito minhas fichas em Danny Gokey, mas ultimamente ele anda tão apagado que até mesmo a melosidade de Anoop ou os exageros de Iraheta estão superando-o em certas apresentações. Outro candidato pra se prestar muita atenção é Kris Allen, que mais uma vez foi um dos melhores, apesar daquela crítica absurda de Randy, de que “ele foi desafinado desde o início”. Não só Kara e Paula discordaram dele, como Simon aproveitou a oportunidade na noite seguinte para reafirmar que ele foi brilhante. Aliás, essa idéia do julgamento em pares foi tão ruim que na próxima semana eles voltarão ao método original. O problema aí é a presença de um quarto elemento, que quebra todo o ritmo da hora de julgar. Enfim, ao salvar Matt, Idol criou um problemão para a semana Disco, onde duas pessoas terão que ser eliminadas – sem a possibilidade de salvamento – o que aí sim pode vir a ser muito injusto dependendo de quem fique no Bottom 2. A produção precisa parar de inventar formas de se sabotar. No geral, esta foi uma noite fraca, com performances esquecíveis de quase todo o grupo. Era melhor terem exibido o Acústico MTV Bryan Adams no lugar.

Autor: Bruno Carvalho - Categoria(s): American Idol Tags: , , , , ,
13/04/2009 - 00:01

American Idol: Top 7 Revelado

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Pela primeira vez em oito anos de atração, Simon levantou-se para aplaudir um candidato em uma fase eliminatória. O feito histórico em American Idol pertence à Adam Lambert, provando que esta é uma competição de apenas um concorrente que está a anos luz à frente dos demais participantes. Cantando músicas do ano em que nasceram, a maioria foi medíocre, notadamente Lil’ Rounds, que semana após semana apenas mostra que sabe ser uma cantora cover, e não uma artista com identidade própria, que é o que os juízes estão procurando. Sem definir um estilo a seguir, ela apareceu com uma paupérrima versão de What’s Love Got to Do With, de Tina Turner. Não é à toa que ela foi para o bottom 3. Outro concorrente que desapontou muito esta semana, na minha opinião, foi Danny Gokey, que acabou com a clássica Stand By Me. Compensando o inadequado arranjo musical de “fanfarra” com um espetáculo de luzes, o frontrunner caiu muitos pontos em meu conceito com tanta “papagaiada”. Além de Adam, apenas Anoop Desai e Matt Giraud fizeram um trabalho digno, mas ainda assim muito aquém de Lambert. É possível ver que o artista, além de escolher bem as músicas, cuida sempre dos arranjos que permitem que o foco permaneça em sua apresentação, até mesmo na paleta de cores e efeitos utilizados. Trocando em miúdos, Adam já está criando o seu próprio show, que é o ponto alto e mais esperado da atração. Era lógico que Scott McIntyre precisava sair, já que ele só entrou e permaneceu tanto tempo na competição por condescendência dos juízes e do público. Daqui pra frente, ou os demais participantes elavam o nível, ou Adam será precocemente consagrado como o American Idol. Em termos de talento, não existe ninguém ali naquele grupo que o supere. Acho que a briga de Matt, Danny, Kris, Allison, Lil’ e Anoop será pelo segundo lugar.

O que acharam das performances? Quem, agora, deve ser o próximo (a) eliminado (a)?

Autor: Bruno Carvalho - Categoria(s): American Idol Tags: , , , ,
06/04/2009 - 00:01

American Idol: Top 9 com Top Downloads

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Na semana onde cada participante poderia escolher a melhor música que reflete seu estilo, já que o tema era livre (Top Downloads no iTunes), a maioria provou mais uma vez que não sabe o tipo de artista que quer ser, utilizando a maior plataforma da música mundial para “brincar de aprender a ser artista”. Isso vem acontecendo com Lil’ Rounds, Scott McIntyre, Anoop DeSai e até com Matt Giraud. Esse último já entregou ótimas performances quando ficou no R&B, mas decepcionou quando resolveu cantar seus “ídolos”, como fez esta semana com You Found Me, do The Fray e trilha da 5ª temporada de LOST. O que Randy Jackson afirmou em sua crítica foi muito pertinente: não é porque você gosta da música ou do artista, que necessariamente deve cantá-los. Os poucos que sabem o que querem ser e vender são os favoritos para levar o título de ídolo – Adam Lambert, Kris Allen e Danny Gokey. Allison Iraheta é até boazinha, mas os exageros dela como “roqueira” não a levarão muito longe nesta competição, tanto que ficou no Bottom 3 esta semana. Ah, e apesar de considerá-lo o melhor de todos, Adam decepcionou cantando Play That Funky Music do Wild Cherry (banda de uma música só), o que foi sua pior escolha até hoje – e nisso incluo a bizarrice que ele fez na Semana Country. Ah, e com relação às apresentações em grupo, deu pra ver claramente que elas são parcialmente dubladas e isso, independente do motivo (dizem que é pra não atrapalhar a coreografia), compromete demais a integridade uma competição pra encontrar o favorito da música. Enfim, chegamos no momento mais delicado da semana que foi a eliminação de Megan Joy. Ela é diferente, sabe cantar bem, mas concordo que sua apresentação foi insuportável. Poxa, quando ela tinha a chance de cantar músicas de qualquer artista que favorecesse seus dotes vocais (Amy Winehouse, Feist ou até Nelly Furtado), ela me aparece com uma versão paupérrima de Turn Your Lights Down Low, de Bob Marley? Não dá! Simon poderia ter salvado-a, mas ela foi não humilde ao receber as críticas, o que custou sua saída antecipada da atração. Esta foi uma semana de altos e (muitos) baixos. Na próxima eles cantarão músicas do ano em que nasceram.

Top 8 formado! O que acharam da eliminação de Megan Joy? Justa ou precipitada? Alguém merecia ter saído antes? (cof cof Scott cof cof)…

Autor: Bruno Carvalho - Categoria(s): American Idol Tags: , , , , ,
31/03/2009 - 00:01

Abril Traz Muitas Estreias na TV Paga!

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Enfim chega o mês quatro e a TV paga preparou estreias e retornos de várias séries para todo o tipo de gosto. Pra começar, uma que eu não recomendo ser seguida (porque até cancelada já foi) é a fraquíssima Knight Rider, que chega já no próximo dia 5 pela Warner, às 20h. O remake da série de sucesso dos anos 70 80 foi um fracasso tanto de público como de crítica nos EUA e é uma coleção de clichês com efeitos de terceira linha e um péssimo roteiro. A quem interessar, a série começa com um telefilme que será exibido nesta sexta às 23h. Uma novidade boa é que a VH1 adquiriu The Secret Diary of a Call Girl, série inglesa estrelada por Billie Piper (Dr. Who) e que já está em seu segundo ano lá fora. Centrada em uma garota de programa londrina e seu dia a dia, o drama é bem ousado e por isso será exibido tarde, às 23h, a partir do dia 6. Não é uma série indispensável, mas é bem curiosa e interessante como boa parte das produções britânicas. Ah, Heroes também está voltando com o “Volume IV: Fugitivos” na tela do Universal Channel dia 10 às 21h, embora continue sendo a 3ª temporada da série. Deu uma leeeeeve melhorada…

Já a antecipada, aclamada e duplamente renovada até a 5ª temporada, Friday Night Lights, finalmente chega ao Brasil pela Sony no dia 10, às 21h, com o seu 3º ano. A produção adotou o formato “pago” com temporada reduzida (serão 13 episódios, apenas). Mas eu garanto que essa diminuição só fez bem ao drama, que está mais intenso do que nunca, trazendo resoluções para alguns pontos pendentes da trama e boas novidades. Já a queridinha do público Brothers and Sisters estreia sua 3ª temporada no dia 15, às 23h, no Universal Channel e a não tão querida assim Life on Mars americana dá as caras no FX no dia seguinte, 16/04, também às 23h (série também já cancelada). Por fim, o grande e aguardado retorno de grande parte dos assinantes é o de Jack Bauer com a nova temporada de 24, começando no dia 14, às 22h, infelizmente dublada pela FOX e com legendas somente pra quem tem pacotes digitais (e em algumas operadoras). Marquem as datas! Os comentários de algumas destas produções você encontra aqui clicando no menu ao lado. Quais séries você irá acompanhar pela TV?

Autor: Bruno Carvalho - Categoria(s): 24 Horas, Brothers & Sisters, Friday Night Lights, Knight Rider, Life on Mars, Secret Diary of a Call Girl Tags: , , , , , ,
30/03/2009 - 00:01

American Idol: Top 10 com Motown

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Surpreendentemente a semana com o tema da gravadora Motown foi ainda mais fraca do que a da rádio country e a grande maioria dos finalistas entregou performances esquecíveis. Quem deveria ter nadado de braçadas foi Lil’ Rounds e mais uma vez a moça provou que tem apenas uma voz boa e mais nada. Ora, claramente ela é uma cantora de R&B e nem na noite cujo tema era exatamente esse ela conseguiu escolher uma música boa para explorar o seu talento. O que os juízes ressaltaram sem parar durante as apresentações é que eles estão procurando um artista completo, capaz de escolher bem as músicas, seguir um estilo próprio e autêntico para tornar-se o ídolo americano. De todos, foi fácil perceber que apenas Adam Lambert trilha esse rumo, confirmando o que eu venho dizendo há várias semanas de que ele é quem deve vencer esta competição. Top 10 é ainda aquela coisa de peneirar os bons, já que ainda tem muita coisa ruim no pacote, notadamente Scott McIntyre (que não dá uma dentro há semanas), Lil’ (pelos motivos já expostos), Anoop (que canta bem, mas não tem “star quality”) e Allison. Apesar desta última ter o vozeirão e tudo mais, muitas vezes o que ela canta é incompreensível, compensando suas limitações musicais gritando as canções de forma cansativa. Eu não aguentaria um CD inteiro com músicas dela, ao contrário de Megan Joy, por exemplo, que esteve longe de ser o “train wreck” que Randy afirmou. Michael Sarver foi embora depois daquele teatrinho dos juízes se iriam salvá-lo ou não, mas o que realmente me preocupou foi Matt Giraud – um dos melhores talentos do grupo – estar no Bottom 2 faltando ainda muitas semanas para as etapas finais. Não defendo que ele deva ser o vencedor, mas certamente ele não merecia estar ali naquela constrangedora posição. O Top 9 está formado e eu continuo perguntando pra vocês: quem deve ser o próximo American Idol?

Autor: Bruno Carvalho - Categoria(s): American Idol Tags: , , , , ,
23/03/2009 - 00:01

American Idol: A Caída Semana Country

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Idol Alexis GraceHistoricamente estes episódios da Semana Country quase sempre trazem algumas das apresentações mais caídas de Idol e, de fato, nesta 8ª temporada poucos foram os que realmente sobressaíram. Aliás, apenas as apresentações de Matt Giraud, Danny Gokey e Adam Lambert – nesta ordem – valeram a pena (e este último apenas por demonstrar sua versatilidade). Os homens estão ganhando de lavada, já que começaram em número maior e pela segunda semana consecutiva uma mulher é eliminada da atração. As que restaram também não podem ser consideradas como grandes favoritas, porque somente Megan Joy é realmente “unique” e interessante pra atração. Lil’ Rounds revelou que é uma boa cantora, mas não é nem um pouco “artista”, ficando totalmente limitada ao tentar cantar fora de sua área de especialidade, o R&B. É claro que Simon e os demais juízes não deixaram barato e a entupiram de críticas. Allison ainda é muito jovem (às vezes nem consigo entender o que ela fala) e era certo que Alexis não iria longe. Mas eu queria destacar um aspecto desta temporada que vem desagradando muita gente: Kara DioGuardi. Apresentada com muita expectativa para trazer igualitária presença feminina e comentários mais embasados (já que ela é cantora e Paula, coreógrafa), Kara fica totalmente perdida ao falar – muitas vezes criticando de forma genérica e vaga – e quase toda vez que ela é a primeira da fila comete gafes e chega ao ponto de tornar Paula uma juíza sensata. Enfim, ela não serve pra nada, pois quando ela consegue construir uma frase que não contenha as palacras “riffs” e “chops”, limita-se a repetir o que os outros já estabeleceram. A dinâmica construída ao longo de 8 temporadas foi desnecessariamente quebrada. Existe explicação para ela estar ali, que é a preparação para a saída de Paula, que já revelou publicamente estar incomodada em permanecer na atração. Ah, e um participante que precisa sair e que provavelmente está aí também por outras razões é Scott McIntyre. A história dele é comovente e tal, por ser deficiente visual igual sua irmã, mas pra cantar não dá. Enfim, desculpe Ryan, mas desta vez não baixarei nada no iTunes. Semaninha fraca.

O próximo tema será com as músicas da antiga gravadora Motown, especializada em R&B, Soul, Jazz e que revelou grandes artistas como Diana Ross, The Temptations, Gladys Knight, Steve Wonder e os Jackson Five. Afinal, quem, na sua opinião, deve ser o American Idol deste ano? Meu voto continua em Adam Lambert. Será que ele leva?

Autor: Bruno Carvalho - Categoria(s): American Idol Tags: , , , , ,
16/03/2009 - 00:01

American Idol: Top 13, Michael Jackson e a ‘Regra Daughtry’

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coment965Antes de virar um lunático e completamente insolvente por conta de inúmeras dívidas judiciais e extrajudiciais,  Michael Jackson foi a maior estrela pop que este planeta já viu. Cada disco, single ou videoclipe eram antecipadíssimos por uma incontável legião de fãs (que me incluía) e seu talento até hoje é algo único no mundo do entretenimento. Me lembro até hoje quando Gloria Maria anunciou em primeira mão no Fantástico, numa época em que a Internet nem sequer engatinhava, a estreia mundial do vídeo de Black or White e, logo depois, quando abri o plástico do vinil duplo Dangerous ao sair da loja. Por isso, foi com muito entusiasmo e nostalgia que assisti este top 13, mas é incompreensível que na noite do rei do pop grandes sucessos foram simplesmente ignorados por Danny Gokey, Megan Joy, Jorge Nuñez e, principalmente, Scott MacIntyre. Só pra citar alguns (senão ficaria aqui o dia todo), onde estava Don’t Stop ‘Til You Get Enough, Rock With You, Thriller, Bad, Leave Me Lone, In the Closet, Ben, Smooth Criminal, Jam ou I Wanna Be Startin’ Somethin’? Ao invés disso, os quatro que citei escolheram Pretty Young Thing (uma raridade/demo), Rockin’ Robin (uma obscura da longínqua época dos Jackson Five), Never Can Say Goodbye (blargh) e, por último, Keep the Faith, faixa do próprio Dangerous que ninguém nunca deve ter escutado mais de uma ou duas vezes.

coment964

Os “idols” já provaram que na escolha musical a grande maioria não faz um bom trabalho, como vimos acontecer com Anoop Desai, que acabou com Beat It, Alexis Grace que destruiu a Dirty Diana com sua cantoria over the top e o sempre linear Michael Sarver, que não saiu do lugar com You Are Not Alone. Felizmente, Adam Lambert salvou a noite mais uma vez e também não posso reclamar das performances de Matt Giraud com uma ótima versão de Human Nature e Kris Allen, que conhece o catálogo de Michael Jackson muito bem e trouxe a inesperada, mas excelente, Remember the Time. Agora, o momento “I rest my case” veio no episódio de eliminação, com a recém introduzida “Regra Daughtry”, algo que eu venho falando que o programa precisa desde quando Taylor Hicks e Jordin Sparks venceram a atração. Os juízes precisam ter certo controle e poder de mando sobre o que acontece naquele palco, pois eles sabem muito o que é comercial ou não (cadê o público que consagrou Hicks? Foi comprar o CD do Daughtry, ora). As eliminações foram justíssimas (embora eu preferiria que MacIntyre saísse ao invés de Jasmine), mas estes dois não iriam muito longe de qualquer forma. Agora só faltam 10 pularem fora até que Adam Lambert seja coroado o 8º American Idol. Alguém duvida?

Episódios exibidos em 10/03/2009 e 11/03/2009 na FOX americana e 14/03/2009 e 15/03/2009 no canal Sony.

Autor: Bruno Carvalho - Categoria(s): American Idol Tags: , , , ,
09/03/2009 - 00:01

American Idol e… Top 13?

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Por ser o terceiro grupo a se apresentar, imaginaríamos que os seus integrantes aprenderiam com os erros das primeiras rodadas e com os conselhos dos juízes, principalmente com relação à escolha de música. Infelizmente, este não foi o caso, tornando esta rodada de apresentações dos semifinalistas a mais desastrosa de todas. Antes algum deles realmente soubesse cantar, porque ouvir Von Smith, Alex Vagner-Trugman, Arianna Afsar e Nathaniel Marshall foi absolutamente doloroso, ainda que por pouco mais de um minuto e meio. Até os que não foram tão mal assim, ficaram abaixo do nível das semanas anteriores e eu tenho certeza de que havia mais talento na rodada de repescagem do que neste grupo. Basta ver os que passaram: Jorge Nuñes com uma aborrecida apresentação de Don’t Let the Sun Go Down On Me (Elton John), Scott MacIntyre com a pouco conhecida Mandolin Rain de um grupo chamado Bruce Hornsby and the Range e, por fim, Lil Rounds, a única que sabe mesmo cantar de todos os 12, mas que limita-se ao copycat, como bem disse Simon, com a óbvia escolha de Be Without You, da Mary J. Blige. Eu questiono o que irá acontecer com esses artistas limitados em semanas temáticas como Anos 60 ou 70 e country music, por exemplo.

Na repescagem, felizmente tocada pelos juízes e não pelo público, foi excelente ver que Megan Joy Corkey passou, sendo uma das poucas candidatas verdadeiramente autênticas e contemporâneas da noite. Curiosa também a escolha de Anoop Desai com My Prerrogative de Britney Spears Bobby Brown, que fez com que toda a sistemática do programa fosse alterada, inaugurando o primeiro Top 13 de American Idol. Mas ele vale tudo isso? Não acredito que o garoto tenha qualidades vocais pra ir longe na competição, assim como Matt Giraud que, não esqueçamos, acabou com o Viva La Vida de Coldplay há algumas semanas. Eu fiquei triste que Jesse Langseth não entrou na lista, porque já que iriam dobrar tanto as regras assim, era melhor terem criado um Top 14 com eliminação dupla na próxima semana. Mas o pior da noite ficou por conta da “atriz” Tatiana Del Toro, que inexplicavelmente cantou a mesma música (Saving All My Love For You, da Witney Huoston) pela terceira vez no programa! Simon foi a voz da razão, como sempre, quando questionou o que ela iria fazer numa semana em que o tema não englobasse essa música. Top 13 formado, com uma escolha bagunçada, muita gente que não merecia estar ali e agora fica a esperança que o programa não cometa os erros do ano passado, com várias semanas temáticas nada contemporâneas (incluindo uma sessão dupla de Beatles).

E aí, quem será o próximo American Idol?

Autor: Bruno Carvalho - Categoria(s): American Idol Tags: , , , , ,
25/02/2009 - 00:01

A Semana em Série, Parte I

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Alerta de Spoiler - Brasil
Big Love “3×05: For Better or for Worse”: A ingenuidade de Bill às vezes me assusta. Sério. O ditado “a pressa é inimiga da perfeição” soou extremamente apropriado com o seu quarto casamento (!!) realizado entre 3:30 e 4 da tarde de um dia útil, em seu quintal. É óbvio que este castelo de cartas iria sucumbir, mas eu não imaginava que seria tão rápido. Ana nunca foi inserida na realidade de vida e religião que a família de polígamos segue e o choque de regras, procedimentos e decisões foi estarrecedor até pra nós: de reuniões diárias ao nível de submissão das mulheres ao marido, a vivência de Ana nas três casas só serviu para evidenciar o quão conturbado é o dia a dia dos pluralistas, que vivem numa aparente harmonia na base da tolerância. Todo mundo está a ponto de estourar, porque esta convivência forçada por um dogma religioso é irracional. Contudo, o episódio foi manchado por aquela aventurinha dos adolescentes nos arredores da comunidade, tornando-se a história mais dispensável até hoje mostrada. Teria sido um episódio impecável, não fosse por isso.
Cotação Bruno Carvalho:
Episódio exibido em 15/02/2009 na HBO americana.

24 “7×09: Day 7: 4:00pm – 5:00pm”: Em mais uma eletrizante hora de 24, eu apenas não consegui entender porque Dubaku precisa levar a sua namorada para fora do país, com tanta coisa acontecendo. Nesta nona hora, as grandes ameaças cessaram e as maiores preocupações foram a de encontrar o terrorista Sangalês e salvar a vida do primeiro cavalheiro dos EUA. Mas estas simples missões se complicaram graças ao agente duplo do FBI, qie durante boa parte do episódio pensávamos ser Janis. Não, conforme eu temia, o infiltrado era mesmo o sempre tenso Sean, repetindo o clichê “Nina Meyers” da 1ª temporada: primeiro mostram ele agindo de forma suspeita (nos primeiros episódios), depois “limpam a ficha” dele e, mais tarde, o colocam na posição do verdadeiro traidor. São coisas como esta que 24 precisa parar de repetir. As boas, como Jack e Walker sendo presos no meio de uma importante missão e ela precisando submeter-se à situações absurdas que nem Jack fazia, eu não ligo. Foi mais uma hora tensa, que nos trouxe às 5 da tarde. A esperança é que Chloe consiga identificá-lo, mas essa não será uma tarefa nada fácil. Um bom episódio, apesar de tudo.
Cotação Bruno Carvalho:
Episódio exibido em 16/02/2009 na FOX americana.

Heroes “3×16: Building 26″: Não. Não foi desta vez que Heroes mudou da água pro vinho, como vinha sido prometido. O volume “Fugitives” continua sem foco, desinteressante e com subtramas incomensuravelmente dispensáveis, como aquela “aventurinha” de Hiro e Ando na Índia. Ainda que isso venha a se tornar algo realmente importante na série (o que eu duvido), a execução de cada storyline isolada é fraca. Isso fica notável naquele encontro entre Sylar e os agentes de Nathan no diner, que somente repetiu o uso de seus poderes recentemente “usurpados”, sem nenhuma inventividade. A trama como um todo permanece estagnada e cada capítulo nem pode ser chamado de “filler” (um episódio que apenas serve de ponte), porque não há o que preencher. Nem aquele final com o Sr. Bennet sendo capturado pelos “heróis” pôde ser considerado um bom cliffhanger. Eu sinceramente espero o dia em que não veremos um “To Be Continued” a cada final. Já passou da hora de parar há muito tempo.
Cotação Bruno Carvalho:
Episódio exibido em 16/02/2009 na NBC americana.

Dollhouse “1×02: The Target”: Tirando as partes que lembraram muito a desastrosa Bionic Woman (as na floresta, especialmente), eu confesso que gostei muito deste segundo episódio de Dollhouse, graças ao inesperado “twist” na contratação de Echo pelo arqueiro, que no final das contas queria caçá-la como um animal. A edição criou um clima tenso e em determinados momentos cheguei mesmo a temer pela vida da garota e de seu agente designado. Isso é muito positivo, ainda que saibamos que ela não vai morrer por ser a estrela da atração. É claro que, como toda produção atual, a série tinha que acrescentar um mistério, que foi a matança que um dos ativos chamado “Alpha” promoveu no local. Porém, a investigação do agente Paul sobre a tal “Casa de Bonecas” ainda está muito marginal e não nos apresenta como uma ameaça concreta à poderosa organização. Mas o melhor do episódio (que é estendido como os de Fringe) foi mesmo o seu final, revelando que Echo não é apenas um produto com um cérebro vazio, como foi insinuado, já que alguns resquícios de suas aventuras estão sendo somatizados à sua latente personalidade. Com o tempo, isso vai ser muito interessante e tomara que saibam explorar isso a tempo.
Cotação Bruno Carvalho:
Episódio exibido em 20/02/2009 na FOX americana.

Semana American Idol – 12 Semifinalistas (Grupo 1) e Resultados: O grande problema da maioria dos semifinalistas de American Idol quando passam para a fase das apresentações ao vivo é o de não saber escolher bem as músicas que cantarão. Eu até me alegrei quando Anoop Desai disse na entrevista sua meta era a de cantar as músicas que ele sempre quis ouvir no programa, mas aí ele aparece com uma R&B desconhecida “Angel of Mine” de uma tal de Monica, que lhe custou a vaga entre os finalistas. A sorte é que haverá uma repescagem entre os 27 excluídos nestas três semanas até formarem o Top 12. O perfurador Michael Sarver pegou o lugar de Anoop cantando a popular “I Don’t Wanna Be”, mas ele não chegou nem aos pés da versão que Bo Bice fez na quarta temporada. As demais performances foram esquecíveis, inclusive a de Tatiana del Toro (embora não tenha sido tão ruim) e é claro que o melhor foi deixado por último com Danny Gokey que cantou “Hero” de Mariah Carey, surpreendendo os juízes e público. Contudo, é notória a desmotivação de Simon sobre a noite, que no geral foi muito fraca. O episódio de resultados foi aquela mesma coisa morna de sempre, com os mistérios baratos de Ryan Seacrest e as barangas performances em grupo, que parecem que saíram de um musical escolar. Danny, Michael e Alexis Grace passaram para o Top 12 e só concordo com a vitória do primeiro, que por enquanto é o meu favorito.
Episódios exibidos nos dias 17/02/2009 e 18/02/2009 na FOX americana e em 21/02 e 22/02 no Sony.

Amanhã continuamos com mais comentários de séries! Agora eu espero o seu!

Autor: Bruno Carvalho - Categoria(s): 24 Horas, A Semana em Série, American Idol, Big Love, Dollhouse, Heroes Tags: , , , , , , ,
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