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26/10/2009 - 22:31

Dexter: Os Primeiros Cortes

comment1168Antes de conhecermos o Dexter Morgan, o meticuloso serial killer da série Dexter, a prática fez a perfeição. Esta é a premissa da nova série animada do Showtime.com: mostrar como o assassino mais famosos da telinha evoluiu. A partir desta semana, Dexter: The Early Cuts será exibida exclusivamente na Internet em episódios inéditos que expandem o universo  do melhor drama da TV! O criador do conceito gráfico é Kyle Baker, conceituado ilustrador, animador, diretor e escritor que já trabalhou nos principais estúdios de animação. Early Cuts contará justamente como foram as vítimas iniciais de Dexter, que é dublado pelo próprio Michael C. Hall: testemunharemos seus primeiros erros, descobertas e acertos. Tentei postar os vídeos aqui, mas um erro de localidade impede que eles sejam visualizados. Por enquanto acessem o site oficial para assistir. Se sair em YouTube postarei no blog semanalmente.

Autor: Bruno Carvalho - Categoria(s): Dexter Tags: , ,
08/09/2009 - 00:01

Weeds: O Filho da Fêmea Alfa

Alerta de Spoiler - Brasil
Da mesma forma que ocorreu na 4ª temporada de Weeds, o episódio final veio para redimir completamente os percalços no texto de Jenji Kohan. Eu também já havia mencionado nas resenhas deste ano que a personagem Shane começou a tomar mais importância na trama e agora, com aquele inesperado e dramático golpe no final, o filho mais novo de Nancy Botwin mudou o destino de praticamente todo um Estado. Mas se formos analisar o que foi a cena dele com Pilar, aparentemente morta na própria piscina, temos que voltar bastante no tempo para constatar que o garoto vem sofrendo uma deturpação em seu caráter desde quando sua inconsequente mãe começou a expor ele ao estilo de vida criminoso, sem qualquer ética e moral. Tudo se intensificou ainda mais depois do tiroteio, já que ele começou a beber indiscriminadamente e, sob efeito de champagne naquela noite, inadvertidamente golpeou a algoz de Nancy (lembrem-se do Complexo de Elektra Édipo que ele também sofre).

Novamente Weeds conseguiu dar um giro de 180º em sua história, pois quando estávamos imaginando que o foco da próxima temorada seria a disputa de Estebán por Nancy e Pilar, tudo tomou um novo e imprevisível rumo. Como ela vai sair dessa com a casa lotada de convidados? E olha que ainda tem a situação de Guillermo e Andy para serem resolvidas e eu nem falei da espetacular gangue liderada pela jovem Izabelle. Subversiva, politicamente e totalmente incorreta, a comédia Weeds mais uma vez deu a volta por cima com excelentes cliffhangers. Vale ressaltar também a excelente atuação de Alexanger Gould, que conseguiu retratar de forma impecável toda a ausência emocional de Shane na cena do golpe, como se executá-la daquela forma fosse a coisa mais certa a fazer frente as ameaças à sua mãe. Pena que o desdobrar disso só será exibido no verão americano de 2010…

Cotação Bruno Carvalho:
Episódio “5×13: All About My Mom” exibido em 31/08/2009 no Showtime americano.

Autor: Bruno Carvalho - Categoria(s): Weeds Tags: , , ,
18/08/2009 - 00:01

Weeds: A Nova Dona do Pedaço

Alerta de Spoiler - Brasil
De um mero e dispensável coadjuvante, Shane vem desde a 4ª temporada tornando-se uma das figuras mais complexas de Weeds e o mais afetado pela deturpação social que sua família vive desde a morte do pai. Lembram-se de quando ele apareceu com fotos nuas da própria mãe no banheiro? Depois de tomar o tiro que descobrimos que estava endereçado a Nancy e não a Estebán, o moleque ficou introspectivo e com umas “viagens” bem interessantes, como aquela de não tomar o analgésico para aproveitar a dor sabendo que pode encerrá-la a qualquer momento. Bizarro. Já Silas permanece na trama como um figurante, já que nem pra correr atrás do prejuízo que sofreu ele prestou. Foi o astuto Doug que deflagrou o esquema de Nancy que, vamos combinar, é a melhor coisa que já aconteceu nesta temporada. Ela desovando o marido do novo “condo” de luxo que comprou foi demais! E sem titubear eu adianto: torço e sempre torci por ela e quero mais é ver os sanguessugas agregados de Nancy serem passados pra trás. Ela tem tudo pra ser a “Drug Lady” que Nancy não é mais, com potencial pra comandar a região. Até porque os ramos de atividades da matriarca estão cada vez mais obscuros e sinistros, pois agora ela passou pra atividade de “encomendar cabeças”. Essa eu quero ver!

Cotação Bruno Carvalho:
Episódio “5×10: Perro Insano” exibido em 10/08/2009 no Showtime americano.

Autor: Bruno Carvalho - Categoria(s): Weeds Tags: , ,
11/08/2009 - 00:01

Weeds: Via Láctea

Alerta de Spoiler - Brasil
Weeds é edgy, sempre ultrapassa os limites do politicamente correto, é assumidamente uma comédia de humor negro, mas sem querer ser chato, já sendo: eles precisavam mesmo ter cruzado tanto a linha do que é “assistível”? Com o perdão do trocadilho, aquela cena de Andy literalmente mamando leite no peito de Nancy e engolindo conseguiu sugar todo sex appeal de Mary-Louise Parker e já criou um dos momentos mais nojentos do ano em uma série de TV. Isso sem contar que a situação em si foi absurdamente forçada para que esta “proeza láctea” pudesse ser feita, porque isso em nada serviu para a trama. Jenji Kohan não trabalha com testes de audiência, não? Bem, felizmente nós tivemos Celia pra roubar a cena novamente e estou simplesmente adorando o fato dela ter se tornado a nova traficante do pedaço e ainda por cima inovando o negócio, já que aceita cartão de crédito e instituiu a “venda de maconha em pirâmide”, no melhor esquema do tipo Avon. Isso sim foi brilhante! Bom também que a série resolveu dar uma participação mais ativa para Shane (que antes era insuportável) na história, mostrando como o estilo de vida totalmente fucked up de Nancy está acabando de vez com a juventude do garoto, que já coleciona uma incontável dose de situações deploráveis. Não bastasse o menino testemunhar barbaridades e pegar até uma doença venérea, ele agora foi vítima de uma bala não tão perdida, vinda de um atentado ao namorado político/bandido/mexicano da mãe. Poxa, se isso não for o maior wake up call para Nancy finalmente acordar e começar a botar um rumo em sua vida, não sei o que mais poderá “salvá-la” de toda esta loucura. Tirando a cena do leite (arrrgggghhh), este foi mais um ótimo episódio desta crescente temporada de Weeds.

Cotação Bruno Carvalho:
Episódio “5×09: Suck ‘n Spit” exibido em 03/08/2009 no Showtime americano.

Autor: Bruno Carvalho - Categoria(s): Weeds Tags: , ,
06/08/2009 - 00:01

Weeds: Beleza Cosmética

Alerta de Spoiler - Brasil
Os dois últimos episódios de Weeds deram uma boa virada na trama, criando caminhos antes inimaginados. Em Where the Sidewalk Ends descobrimos mais detalhes sobre a misteriosa mulher que ameaçou Estebán caso ele continuasse com a ideia de casar-se com Nancy e assumir a criança, já que ela é uma considerável investidora da campanha política do futuro Governador. Mas todos aqueles preparativos e “cuidados” envolvendo o parto realmente não estavam com uma cara muito boa, embora eu ache que Estebán não mataria a mãe de seu filho, ainda depois que ele nascesse. Não deu outra: ela fugiu para Ren Mar, teve o bebê escondido na clínica da Alanis Morissette e a situação que já estava complexa ficou ainda mais cabeluda quando o cara se recusou a assumir a criança nos registros públicos (daí aqueles aparatos todos para ter a criança no México.

Já a trama de Doug e Silas no clube da maconha estava ficando patética, mas ainda bem que o divertido Dean Hodes chegou pra dar uma boas gavetadas “por aí”! Ah, mas ele mereceu a pancada e o golpe que veio em A Distinctive Horn! Quem achou que aquele lance de Celia vender apenas maquiagem não estava com nada, hein? What comes around, goes around e a Sra. Hodes é a nova traficante do pedaço, quem diria! Além disso, são coisas como Andy assumindo a criança do chefão latino e Nancy com sua política “dane-se tudo” que fazem Weeds voltar a ficar tão interessante e imprevisível quanto antes! Já não era sem tempo! Não faço a mínima ideia do que vai acontecer depois daquele Bar Mitzvah e é por isso que essa comédia finalmente voltou a bombar! Vai um cosmético com um “brinde surpresa” aí?

Cotação Bruno Carvalho
Episódios “5×07: Where the Sidewalk Ends” e “5×08: A Distinctive Horn” exibidos em 20/07/2009 e 27/07/2009, respectivamente, no Showtime americano.

Autor: Bruno Carvalho - Categoria(s): Weeds Tags: , ,
27/07/2009 - 00:01

Weeds: Uma Proposta Modesta

Alerta de Spoiler - Brasil
A boa fase de Weeds continuou com um inesperado salto de seis meses no tempo, que fez muito bem à trama colocando a narrativa num ponto em que as personagens estão bem estabelecidas em suas novas realidades. Agora ficou claro porque estavam arrastando tanto as histórias de Silas e Doug na loja de maconha medicinal, já que de um episódio para o outro ela apareceu já toda montada, evitando que o espectador tivesse que testemunhar toda a burocracia envolvida e que já estava ficando maçante. Na residência de Estebán, ainda me soa como uma incógnita o comportamento do sujeito, que ora parece ser obrigado a aturar Nancy e ora idolatra-a. Qual é o endgame desse sujeito? Seria só ter o bebê e pronto? Estranho… De longe as maiores mudanças foram de Andy, que passou a viver como um ermitão em Ren Mar depois que foi “abandonado”. Não sei se é comigo, mas essa paixão dele pela a ex-cunhada simplesmente não convence nem um pouco. Mas quem roubou a cena novamente nesta temporada (tirando Celia, claro, que rouba a cena em todos os episódios) foi Shane e suas aventuras com o capanga de Reyes que acabaram tomando um caminho indesejado, envolvendo até mesmo o espancamento de um inocente jogador de golfe. É claro que o grande acontecimento veio nos instantes finais com aquele cliffhanger que num primeiro momento foi até chocante. Mas pelo teor da conversa da misteriosa mulher com Estebán, deu pra perceber que ela exerce um poder financeiro sobre a carreira política do sujeito. Apesar de inovar somente no salto temporal, o ritmo de Weeds não foi quebrado e a temporada segue de forma interessante e imprevisível.

Cotação Bruno Carvalho: Half Star
Episódio “5×06: A Modest Proposal” exibido em 13/07/2009 no Showtime americano.

Autor: Bruno Carvalho - Categoria(s): Weeds Tags: , ,
15/07/2009 - 00:01

Quem é a Enfermeira Jackie?

Alerta de Spoiler - Brasil
Mãe, esposa e altruísta. Traidora, viciada e vingativa. Justa? Impiedosa? É impossível descrever a enfermeira Jackie com poucas palavras, porque a protagonista desta nova e excelente série de humor negro do canal Showtime é um poço de complexidade. Se a Tara de United States of Tara tem uma vida com múltiplas personalidades, pode-se dizer que Jackie tem apenas uma personalidade diluída em diversas realidades. Em casa ela é carinhosa e dedicada às filhas e ao marido, a despeito de seu esgotante trabalho. No hospital ela é ativa, determinada e capaz de fazer o que for necessário para ajudar alguém em necessidade: desde quebrar as mais básicas regras até punir os que merecem com pequenos, mas incisivos atos. Justiceira e santa? Quem sabe… Por trás destas realidades existe um terrível vício em medicamentos controlados e talvez seja por isso que Jackie nunca perde o controle. Ela simplesmente não pode se dar a esse luxo. Vivendo esta curiosa personalidade está uma atriz à sua altura: Edie Falco, a Carmela de The Sopranos, e o ponto mais alto desta produção. A talentosa intérprete e o caprichado texto conseguem transformar as mais repugnantes atitudes da enfermeira Jackie em uma obra sagrada, uma intervenção divina e quase sempre (ou sempre) necessária. Afinal, ela precisa trair o marido com o farmacêutico do hospital para conseguir as drogas que inevitavelmente a ajudam caminhar pelos intermináveis turnos, fazendo o que faz tão bem. Controversa, egoísta? Pode ser, mas só sei que com apenas cinco episódios exibidos estou fascinado com esta série imprevisível, difícil e ao mesmo tempo deliciosa de se assistir. O canal Showtime americano é definitivamente o lar das figuras mais interessantes da TV e Jackie chegou para ocupar um importante lugar ao lado de Dexter Morgan, Nancy Botwin, Tara Gregson e Hank Moody! Por enquanto nenhum canal brasileiro anunciou a exibição de Nurse Jackie, mas se puderem, corram atrás porque recomendo demais!

Autor: Bruno Carvalho - Categoria(s): Nurse Jackie Tags: , ,
13/07/2009 - 00:01

Weeds: Van Nuys

Alerta de Spoiler - Brasil
Tirando essas novas e nada inspiradas aberturas, podemos dizer que Weeds parece estar mesmo voltando nos trilhos, tornando-se novamente a comédia que conhecíamos. O episódio Van Nuys trouxe de volta aquele humor inconsequente, irresponsável e distinto! A mudança já começou com o desenvolvimento da história de Shane, que fora passado pra trás por seu professor, e decidiu revidar no melhor estilo gangsta levando seu cão de guarda mercenário pra dar o troco! Mas impagável mesmo foi aquela cena com Nancy levando-o de volta para “pedir desculpas” pela morte do pássaro e pelos bens roubados, o que deixou tudo ainda mais peculiar e assustador. Ora, uma mãe que se preocupa com a educação de seu filho menor, mesmo sabendo que ele se tornara um criminoso? Demais! Como bem ironizou Ignácio ao ser pressionado por Nancy: “desculpe por expor seu filho à atividades criminosas pela primeira vez…“. Pra melhorar, só Celia Hodes envolvida nos procedimentos gore de se livrar de um cadáver, no caso, o do pobre Sucio que apareceu na geladeira de Nancy. O que permanece me desagradando, contudo, é a trama lenta com Doug e Silas abrindo a tal loja de “maconha terapêutica” e a bobagem que foi Andy com a louquinha do banco. Ainda assim, Weeds conseguiu avançar significativamente com a mudança de Nancy para a casa de Estebán, quando achávamos justamente que ela faria o oposto como o roteiro deixou a entender. Ora, a série ainda é capaz de surpreender! Está claro agora que o coração partido de Andy com sua própria cunhada vai tomar uma proporção interessante e potencialmente explosiva nesta temporada. Weeds está novamente de pé, agora resta torcer para que se mantenha assim até o final.

Cotação Bruno Carvalho:
Episódio “5×05: Van Nuys” exibido em 06/07/2009 no Showtime americano.

Autor: Bruno Carvalho - Categoria(s): Weeds Tags: , ,
08/07/2009 - 00:01

Weeds: Renovação a Caminho?

Alerta de Spoiler - Brasil
Bom, vocês pediram e eu vou dar uma nova chance à Weeds e, embora o quarto episódio desta temporada tenha sido o melhor até agora, a série ainda tem uma longa jornada pela frente para se reestabelecer. Felizmente eles estão no caminho certo, já que Super Happy Lucky veio com uma dose carregada de humor negro, que sempre foi o ponto alto desta comédia. O episódio equilibrou bem os momentos divertidos com a tensão criada pelo retorno do policial Troy e seu inevitável destino. Acho que a seriedade que passou a imperar em Weeds me incomodava e agora o roteiro está conseguindo adotar um tom mais descontraído, ainda que lidando com assuntos pesados. Nem preciso dizer que a volta de Celia Hodes aos EUA foi mais do que bem-vinda, mesmo que somente para ser expulsa da casa de Nancy a palitadas de fósforo! Ah, e eu confesso que ver Shane se ferrando com o professor que levou todo o seu estoque de “mercadoria” foi igualmente engraçado e quero só ver como ele vai sair dessa com o irmão. Por outro lado, é uma pena que o lance do empreendimento de Doug e Silas esteja arrastado e desinteressante, assim como a exagerada paixonite de Andy com Nancy. Pelo menos ele agora tem uma distração que é a tal caixa do banco doidinha que é gamada no finado Juddah até hoje. O ponto alto do episódio foi mais uma singela cena com Nancy resumindo o estado em que sua vida encontra com o inspirado monólogo de frases retiradas da Bola 8. O alívio dramático veio com aquela representativa caminhada na praia ao lado de Estebán enquanto Andy laconicamente balançava o berço do bebê que está por vir, indicando o rumo que a história pretende tomar. Enfim, parece que Weeds começou um processo de renovação e tomara que a série realmente retire as amarras da fraca temporada passada e passe a explorar as novas possibilidades sem esquecer-se de sua essência.

Cotação Bruno Carvalho: Half Star
Episódio “5×04: Super Lucky Happe” exibido em 29/06/2009 no Showtime americano.

Autor: Bruno Carvalho - Categoria(s): Weeds Tags: , ,
01/07/2009 - 00:01

Weeds: Tudo Velho de Novo

Alerta de Spoiler - Brasil
O que aconteceu com Weeds, hein? Eu lá pensei que o “desvio” que a 4ª temporada tomou fosse apenas uma pedra no caminho, mas pelo visto todas as mudanças vieram pra ficar. Não digo que a comédia ficou totalmente ruim, mas certamente Jenji Kohan está se distanciando cada vez mais da premissa de forma que a série perdeu completamente a sua identidade inicial, tornando-a quase irreconhecível se não fosse pelo elenco que permaneceu o mesmo. De positivo ficou o talento e a beleza de Mary-Louise Parker, a irreverência de Kevin Nealon e o brilhantismo de Elizabeth Perkins como a sempre interessante e inigualável Celia Hodes. Mas o que era uma crônica da vida moderna suburbana com a ironia mor da mãe de família que vendia maconha para manter seu padrão de vida, tornou-se uma enorme e lúdica bagunça criativa que mais parece um experimento da roteirista depois de ter consumido a famosa “MILF Weed“. Poxa, nestes três primeiros episódios Nancy permaneceu acomodada em sua “prisão domiciliar” vagando de um lado para o outro sem propósito. Ora, cadê aquela corajosa mulher que é capaz de atear fogo em uma cidade inteira para se safar dos problemas em que se meteu? Qual é o plano da vez? Por enquanto ela não tem. Pelo segundo ano consecutivo as tramas paralelas e desconexas estão presentes e elas devem render como já aconteceu. Fora que os garotos Shane e Silas mais uma vez estão completamente destoados e avulsos em seus pequenos arcos. Quem está salvando a pátria é mesmo Celia e sua aventura além da fronteira, apesar da falta de plausibilidade. Ela é a única que mantém firme a guarda no quartel (com o perdão do trocadilho). Como eu disse, Weeds ainda está longe de ser ruim, mas também está longe de ser… Weeds! Ainda não sei se vale a pena cobrir episódio por episódio com base no que vimos, o que vocês acham? Merece uma chance?

Cotação Bruno Carvalho: Half Star
Episódios 5×01: Wonderful Wonderful; 5×02: Machetes Up Top e 5×03: Su-Su-Sucio exibidos em Junho no Showtime americano.

Autor: Bruno Carvalho - Categoria(s): Weeds Tags: , ,
29/06/2009 - 00:27

True Blood: E a Festa Continua…

Alerta de Spoiler - Brasil
Como eu disse na semana passada, há uma trama latente e interessantíssima nesta temporada de True Blood, que será o desenrolar da rivalidade entre a Sociedade do Sol e a Aliança dos Vampiros: duas organizações políticas, fundamentalistas (especialmente a primeira que também é religiosa) e muito bem estruturadas. Infelizmente este segundo episódio só deixou o gostinho (de sangue?) na boca, porque muita coisa ficou só na promessa. O cerne deste arco parece ser a iminente e intrigante batalha entre Lafayette, breve vampiro, e o “lobotomizado” Jason Stackhouse que está cada vez mais íntimo dos dirigentes da tal sociedade iluminada. Aliás, é certo que rolou um clima entre o bonitão e a loirinha gospel esposa do pastor e essa vai ser outra situação deveras promissora. Keep This Party Going ainda alfinetou grupos religiosos com aquela espécie de Hillary Duff evangélica, com uma música de louvor e fortíssimo apelo sexual (a letra é impagável!).

Em contrapartida, os acontecimentos no “núcleo” Merlotte’s continuaram aborrecidos, principalmente porque os objetivos da obscura MaryAnn não são revelados, inclusive o seu esquisito poder de “influenciar” as pessoas depois de acabar com o estoque de comida do bar. O que essa moça quer, afinal? Qual é o propósito dela na trama? Enquanto isso ficar indefinido torna difícil para o espectador investir nesta história. Agora, nem sei o que dizer direito sobre a bobinha storyline de Bill e Sookie, que definitivamente entraram para o elenco de apoio. Tudo bem que vai ter aquele caso do tal desaparecimento do vampiro chamado Godric, mas não coloco muita fé nisso. Um dos problemas de se estabelecer um casal desde o piloto é que as intriguinhas, brigas e confusões soam previsíveis como foi o caso do entrave da vampira teen com seus pais que acabou criando aquele cliffhanger insosso. Mesmo com este “meio-filler“, pelo que vimos até agora a temporada vai ser das boas e não deve deixar nada à desejar ao ano de estreia de True Blood. Preparem os anéis de prata!

Cotação Bruno Carvalho: Half Star
Episódio “2×02: Keep This Party Going” exibido em 21/06/2009 na HBO americana.

Autor: Bruno Carvalho - Categoria(s): True Blood Tags: , ,
08/04/2009 - 06:01

A Semana em Série, Parte II

Alerta de Spoiler - Brasil
Trust Me “1×10: Thanks, I Needed That / 1×11: Norming”: É uma pena que o canal TNT está correndo com a exibição da série para acabar logo com a temporada, que encerrou-se ontem à noite nos EUA. Trust Me certamente não merecia todo este descaso da emissora e do público. O caso da propaganda da cerveja em Thanks, I Needed That trouxe à tona o passado de Tony com a diretora da RGM Denise e o porque dela sempre sabotar o time de Mason. A rivalidade, os conflitos e as emoções deste estressante emprego foram, contudo, evidenciadas no episódio subsequente, Norming, que encerrou-se com o melhor clffhanger da temporada e o anúncio da possível separação da dupla Conner e Mason. De qualquer forma, Trust Me é muito mais que um drama sobre uma agência de publicidade, assim como ocorre com Mad Men. Apesar de terem focos diametralmente opostos, essas produções se destacam pelo texto caprichado, ágil e sempre contemporâneo. Infelizmente o cancelamento é quase inevitável. Não sei porque, mas Trust Me sempre me lembra de Studio 60, outra série excelente que foi duramente injustiçada por conta de baixa audiência. Não há como querer colocar uma série estreante pra competir com American Idol num canal a cabo e esperar que tudo dê certo. Se for mesmo cancelada, os culpados serão os programadores da TNT que conseguiram por uma das melhores novidades do Mid Season no pior timeslot possível.
Cotação Bruno Carvalho: Half Star
Episódios exibidos em 31/03/2009 na TNT americana.

United States of Tara “1×11: Snow / 1×12: Miracle”: O que aconteceu de relevante no 11º episódio de Tara, além do fato dela ter sido internada em uma clínica para um tratamento? Nada! Buck apareceu na instituição, causou um burburinho e só! O grande breakthrough de toda a série até agora somente veio quando a perturbada moça resolveu procurar pelo suposto responsável por seu transtorno mental. No final das contas, a resposta não foi encontrada, já que descobrimos que Tara já sofria de múltipla personalidade antes mesmo do tal estupro, e a temporada encerrou-se como a maioria dos episódios: de forma lacônica, inconclusiva e com uma montagem ou musiquinha no final para dar um clima “indie” à la Juno. Toda história foi apresentada, desenvolvida e encerrada de forma incompleta. Há quem adore as lacunas em United States of Tara ou o fato da série ser, no mínimo, agradável. Infelizmente nada disso segurará esta produção por muito tempo, a menos que Steven Spielberg continue bancando a inexperiência de Diablo Cody por mais temporadas além da próxima, que já está garantida.
Cotação Bruno Carvalho: Half Star
Episódios exibidos em 29/03/2009 e 05/04/2009 no Showtime americano.

Heroes “3×21: Into Asylum”: Não, não dá pra elogiar muito Heroes, porque sempre tem um capítulo à frente para deletar tudo de bom que foi feito pelo anterior. Desperdiçando muito tempo de tela, o episódio da semana mais uma vez foi praticamente sobre o nada, começando por aquele asilo idiota de Nathan Petrelli e Claire no México. Os dois voaram pra lá, arrumaram uns trocados, discutiram a relação pai-filha e retornaram do mesmo jeito! O mesmo pode ser dito daquelas cenas entre Peter e Angela na igreja, que foram de dar sono de tão repetitivas e desnecessárias. Se não fosse pela inusitada parceria entre Sylar e Denko, Into Asylum mereceria a nota mínima da semana, mas o caso desenvolvido nesta trama paralela não só foi interessante, como se tornou um dos melhores da temporada (o que, repito, não é algo muito difícil de atingir). Muito me espanta ler no início o nome de Bryan Fuller como “Consultant Producer“, já que sua atuação na série claramente está limitada às patacoadas de Tim Kring. A 3ª temporada novamente voltou a desestabilizar-se, como era previsível esperar.
Cotação Bruno Carvalho:
Episódio exibido em 30/03/2009 na NBC americana.

How I Met Your Mother “4×19: Murtaugh”: Eu pensei que How I Met Your Mother subitamente havia recuperado a sua genialidade com a tal lista “Murtaugh“, baseada no personagem de Danny Glover da clássica série Máquina Mortífera, que sempre dizia estar velho demais pra fazer aquelas coisas. Assim, nasceu a aposta entre Ted e Barney, que rapidamente foi substituída pelo excesso de absurdos quando o “desafio” foi elevado, fazendo com que Ted tivesse que viver igual um velho. Tivemos também aquela historinha igualmente sem graça de Lilly e Marshall na escola, que foi o ponto mais baixo da temporada! Cadê a How I Met Your Mother que conhecemos? Quem está escrevendo a série agora, uma criança de 8 anos? The Big Bang Theory “2×19: The Dead Hooker Juxtaposition”: Chuck Lorre e Bill Prady vieram com mais uma sacada genial com a nova vizinha de cima do apartamento dos geeks, evidenciando que Penny é tão emocionalmente dependente daquele grupo como o contrário. A grande piada, contudo, foi a de Wollowitz e sua dificuldade em sair de casa, mesmo sendo praticamente expulso por sua mãe (que nunca aparece!). TBBT dominou a noite de segunda-feira com seu texto sempre afiado, adulto e contemporâneo.
Cotação Bruno Carvalho:
How I Met Your Mother
The Big Bang Theory Half Star
Episódios exibidos em 30/03/2009 na CBS americana.

Autor: Bruno Carvalho - Categoria(s): A Semana em Série, Heroes, The Big Bang Theory, Trust Me, United States of Tara Tags: , , , , , ,
01/04/2009 - 00:01

A Semana em Série, Parte I (Sem Mentiras!)

Alerta de Spoiler - Brasil
Big Love “3×10: Sacrament (Season Finale)”: Que incrível final, não? Big Love definitivamente sacramentou (perdão pelo trocadilho) o alto nível dessa série, alinhando perfeitamente o roteiro, a edição, a trilha imediatista e as impecáveis atuações de todo o elenco. No topo da lista está a morte de Roman pelas mãos vingativas de Joey, mas o destaque foi mesmo a sordidez de Albie e Nikki, com um dos diálogos mais perturbadores da série enquanto discutiam formas de explodir os próprios pais. Pra minha surpresa, o que parecia ser apenas uma idealização, acabou sendo levado à cabo pelo filho do profeta, ainda que sem sucesso. O sequestro chegou ao fim, os Green escaparam novamente e a volúvel Nikki retornou à casa com sua primeira filha, hoje com 14 anos (o pai era quem, Zelko Ivanek, o especialista em ser coadjuvante). Foi positiva, também, a plot com Margene e seu negócio que rendeu bons frutos, depois de ser subestimada pelo marido. Quero muito ver o desenrolar disso na próxima temporada que, claro, já está garantida pela HBO. A cena final com a comunhão de Bill Henricksson foi marcante, evidenciando o quão perdido o sujeito está. Já é certo dizer que esta é a melhor temporada de Big Love, que avança significativamente a cada episódio, surpreendendo e indo sempre além da sua premissa. Prestem mais atenção a esta série e quem nunca viu ou parou de ver, reafirmo, comecem ou retomem. #ficadica
Cotação Bruno Carvalho:
Episódio exibido em 22/02/2009 na HBO americana.

United States of Tara “1×10: Betrayal”: Eu concordo com todos os comentários que afirmaram que esta série não me “pegou”. Inevitavelmente o gosto influencia na análise de determinadas produções, pois a opinião é parcial e nunca foi meu propósito comentar séries com isenção. Foi gerada muita expectativa com United States of Tara e isso fatalmente foi um erro ao meu ver. Em quase uma temporada, Diablo Cody provou que não sabe segurar o espectador, já que seu texto muitas vezes é vazio e sem propósito, que nem de longe lembra o seu trabalho anterior (Juno), este sim digno de prêmios. O único trunfo desta produção é mesmo a interpretação quádrupla de Toni Collete, que cada vez mais foi se adaptando aos papéis, atingindo ótimos momentos (muitos deles que não dependem do texto). Infelizmente (ou felizmente, não sei), somente agora depois de 10 episódios é que a série deu uma boa guinada com a tal “traição” da mãe com o pretendente do filho, enquanto esta estava agindo como a adolescente de 17 anos T. O final fechou muito bem o mediano episódio com aquele incêndio provocado pelo garoto na cabana da “guria”.
Cotação Bruno Carvalho:
Episódio exibido em 22/03/2009 no Showtime americano.

Heroes “3×20: Cold Snap”: Faltando poucos episódios para o fim, Heroes entrou em uma bem-vinda curva ascendente, mesmo com um episódio que não podemos considerar “fantástico”. Acho que nunca mais poderemos falar isso da série sem se preocupar se o que está por vir será uma nova bomba. Afinal, apesar de Bryan Fuller ter voltado, as mãos de Tim Kring continuam no teclado. Mas Cold Snap foi bom, trouxe a inesperada revelação de que Micah é o Rebel, o que é totalmente coerente com os poderes que o garoto tem (coerência em Heroes? Raridade). As cenas de ação também voltaram a empolgar. Aquele auto-congelamento/suicídio (?) de Tracy no estacionamento ficou bem “Matrix”, mas foi legal. Eu só não valido o que Hiro se tornou na série: um grande bocó. Ficou claro também que “retiraram” (de forma porca) o poder dele de viajar como bem quer, assim como fizeram com Peter Petrelli, que agora tem habilidades limitadas (uma de cada vez). Vítima de seu próprio roteiro, Tim Kring está rebolando pra dar conta de terminar esse volume num nível aceitável, e até que está conseguindo. Só espero que ele não deixe a peteca cair nos próximos, pra justificar a renovação para a 4ª temporada.
Cotação Bruno Carvalho: (por muito pouco seriam quatro)
Episódio exibido em 23/03/2009 na NBC americana.

24 “7×15: Day 7: 10:00pm – 11:00pm”: É muito aliviante este momento em 24 em que as autoridades (in) competentes começam a tomar ciência da grave situação que se formou ao longo do dia, finalmente crendo em Bauer. Repleta de tiroteios e ação, esta hora focou no estabelecimento do problema que tomará conta da madrugada: a ameaça doméstica e biológica conduzida pelo Sr. Hodges (Jon Voight como um vilão que realmente põe medo por sua frieza), que possui uma agenda pessoal para aumentar a sub-contratação de mão-de-obra militar – a especialidade de sua empresa. Enfraquecida, porém, está a situação na Casa Branca com o desinteressante draminha entre a filha da presidente e o chefe de gabinete, que foi obrigado a se demitir. Funcionando como uma boa ponte entre o dia e a noite, a hora chegou ao fim com mais um de seus tensos cliffhangers, já que o nosso herói foi exposto aos agentes nocivos da arma. Ainda faltam 9 horas para o fim deste dia… Força, Jack!
Cotação Bruno Carvalho:
Episódio exibido em 23/03/2009 na FOX americana.

Gossip Girl “2×19: The Grandfather”: Nate nunca foi um personagem digno de merecer um episódio de destaque, tanto pela limitação do ator quanto por sua inexpressiva passagem dramática ao longo destas quase duas temporadas. Mais eis que do nada, como uma Fênix, o romance dele com Blair emergiu das cinzas em mais um final “OMFG” já característico na série. Gossip Girl é mestre em rearranjar as mesmas peças de seu tabuleiro, conforme já mencionei em diversas resenhas, mas por essa acho que ninguém esperava. Isso já afetou diretamente Chuck e indiretamente atingirá todos os Upper East Siders, o que certamente trará muito material para a misteriosa blogueira. O que o drama precisa deixar de lado, contudo, são os casos dos adultos que de longe são os mais desinteressantes, perdendo, inclusive, para as traminhas bobas de Vanessa (alguém gosta dela?). O episódio foi um filler, claro, mas dos bons. Esta temporada terá 24 episódios, ou seja, ainda tem muita coisa pra acontecer.
Cotação Bruno Carvalho:
Episódio exibido em 23/03/2009 na CW americana.

Amanhã tem LOST e sexta tem mais episódios comentados em sequência! Obrigado por sua visita e (espero) seu comentário!

Ah, nosso 1º de Abril será no Twitter! Siga para rir durante todo o dia com notícias, digamos, improváveis!

Autor: Bruno Carvalho - Categoria(s): 24 Horas, A Semana em Série, Big Love, Enquete, Gossip Girl, Heroes, United States of Tara Tags: , , , ,
27/03/2009 - 00:01

A Semana em Série, Parte II

Alerta de Spoiler - Brasil
Big Love “3×09: Outer Darkness”: A fé de Bill Henrickson está sendo fortemente testada, na a família, nos negócios, nas relações interpessoais e a casa literalmente caiu para o sujeito que, como já disse aqui, é um mestre em postergar problemas. Mas Outer Darkness foi além da trama e mergulhou de cabeça nas entranhas da Igreja Mórmon, com uma cena que ocorre dentro de um dos rituais fechados da instituição (aquele que Barb infiltrou), o que incomodou muito os fervorosos Santos dos Últimos Dias, que chegaram até a exigir uma retratação do canal HBO. A série já havia forçado a barra cutucando alguma das controversas crenças mormonistas, como o fato deles terem que usar uma espécie de “roupa íntima” especial chamada Garmet. Detalhes à parte, o estranho conluio de Bill com Roman só evidencia o tamanho de seu desespero, revelando que as amarras dele com seu povo dificilmente serão rompidas. Funcionando como um bom filler, este episódio preparou o terreno para a reta final da série que, conforme prometeram, será bombástica.
Cotação Bruno Carvalho: Half Star
Episódio exibido em 15/02/2009 na HBO americana.

bstatestaraUnited States of Tara “1×09: Possibility”: Quisera eu que United States of Tara ficasse somente em sua premissa e com aquela linda abertura, porque faltando apenas três episódios para o final de temporada a comédia de Diablo Cody ainda não consegue empolgar. Este nono episódio melhorou a ponto de não deixar a série insuportável, mas há um longo caminho pela frente até ela tornar-se merecedora de nadar no mar das grandes produções. Não se enganem com a montagem final com musiquinha e tudo mais, porque todo o capítulo se baseou inteiramente no romance adolescente homossexual de Marshall, quando o cerne de tudo deveria ser as disfunções de Tara e o reflexo dela na vida de sua família. Às vezes parece que criaram incongruentes núcleos dramáticos dentro  e, pelo que vimos até agora, não acho que seja proposital, denotando falta de controle da roteirista. Enfim, Diablo Cody, espero que me prove errado até o 12º episódio…
Cotação Bruno Carvalho: Half Star
Episódio exibido em 15/03/2009 no Showtime americano.

btrustmeTrust Me “1×08: What’s the Rush / 1×09: Odd Man Out”: Ironicamente estes foram episódios sobre a quebra de confiança nas relações de Mason e Conner, a despeito do título da série. Apesar de eu ainda não entender bem a estrutura organizacional daquela agência (afinal, quem manda em quem?), o drama continuou a explorar bons momentos e conflitos quando descobrimos mais sobre o passado dos dois publicitários e o que eles passaram para chegar onde hoje estão. Sem querer martirizá-los ou mostrá-los sempre como os camaradas cool do lugar, a série foi feliz em ressaltar os defeitos de cada um permitindo que o público julgue-os não por suas ações ou omissões, mas sim pelo que eles fazem para contornar os obstáculos que muitas vezes criaram. Foi assim com Mason e sua filha e Connor e seu ex-parceiro de trabalho. Embora saindo sem empolgar muito, os capítulos marcaram o momento de transição na trama para o final de temporada que chegará em breve. É uma pena que a temporada é tão curta.
Cotação Bruno Carvalho:
Episódios exibidos em 17/03/2009 na TNT americana.

Dollhouse “1×06: Man on the Street”: Joss Whedon prometeu e cumpriu! Dollhouse , que já era boa, ficou muito boa de uma hora pra outra com aquele inesperado encontro entre Echo e Paul, logo no meio de uma “missão”. Se estava faltando que o agente chegasse mais perto de descobrir evidências contundentes sobre a Casa de Bonecos, agora não podemos mais reclamar. Da mesma forma que ele, tomei um susto quando a dormente Caroline apareceu e fiquei totalmente sem imaginar como essa situação poderia ser desenvolvida. Foi aí que descobrimos que essa poderosa organização está mais infiltrada em tudo do que imaginamos, já que até mesmo a vizinha do policial é uma de suas bonecas. Na verdade, Paul está vivendo uma mentira tão grande, sendo manipulado por eles da forma que bem entendem, que ele é praticamente um dos “ativos”. Já falei antes que Dollhouse pode não ser o melhor drama que você já viu, mas até agora ele continua sólido, entregando episódios concisos e interessantes. É claro que poderiam ter evitado aquela ceninha à lá Bionic Woman no restaurante chinês (de repente todo mundo desapareceu da cozinha?), mas isso não comprometeu muito este revelador episódio.
Cotação Bruno Carvalho: Half Star
Episódio exibido em 20/03/2009 na FOX americana.

30 Rock “3×15: The Bubble”: Bom episódio de 30 Rock com o tema específico da “bolha”, mostrando (em um nível cômico absurdamente hilário) como a sociedade tende a favorecer os mais bonitos, dando continuação, ainda, à ótima participação de Jon Hamm (Mad Men). Divertido também foi o caso da renovação de contrato de Tracy e mais uma vez Kenneth salvou o dia, já que o astro não consegue viver sem o seu servente: “eu tenho que ir na casa do Sr. Jordan segurar sua mão enquanto ele assiste LOST“. Genial! The Office “5×18: New Boss”: Uau! Que episódio tenso e que cliffhanger foi aquele? A chegada do novo coordenador da região abalou as estruturas da Dunder Mufflin Scranton e sobrou até pro Jim, que não conseguiu dar uma dentro o dia inteiro. Afinal, ele começou com o pé esquerdo chegando fantasiado de smoking só para importunar Dwight. É óbvio que essa demissão de Michael não vai muito pra frente, mas o final me deixou mais tenso do que o de 24. E se o gerente regional que está na empresa há 15 anos é estúpido e faz as coisas do seu jeito, o novo chefe foi igualmente irracional impondo métodos e políticas sem o mínimo de sensibilidade. Enfim, poucas vezes tivemos um capítulo tão dramático assim, e foi muito bom!
Cotação Bruno Carvalho:
30 Rock
The Office
Episódios exibidos em 19/03/2009 na NBC americana.

Considerações sobre algumas estreias que não vão entrar em nossa cobertura de forma alguma:

Better Off Ted “1×01 Pilot”: : Esta nova série  da ABC estrelada por Jay Harrington (Private Practice) e Portia de Rossi (Arrested Development) mostra o quanto o canal só vem piorando no quesito comédia, desde o fiasco  triplo Cavemen/Carpoolers/Miss Guided da temporada 2007/2008. A história é centrada no executivo de uma empresa “especializada” em desenvolver produtos de todo e qualquer gênero, de preferência os mais absurdos e maléficos possíveis, e seus “desafios” no dia a dia com a chefe inescrupulosa e exigente. Com um roteiro absurdamente mal escrito e lotado de “piadas” que não funcionam, Better Off Ted só é bem sucedida em criar um humor besta, datado e extremamente caricato, que deveria envergonhar os envolvidos nesta produção, até mesmo os contra-regras (juro que em determinados momentos me lembrei de Zorra Total). ABC deveria ser judicialmente compelida a parar de produzir comédias. Tenho convicção de que esta atrocidade será logo cancelada. Podem apostar e não percam tempo.
Cotação Bruno Carvalho: Half Star
Episódio exibido em 18/03/2009 na ABC americana.

Party Down “1×01: Willow Canyon Homeowner’s Annual: Não entendo por que Rob Thomas foi aventurar-se nesta comédia pouco inspirada num canal a cabo mal difundido nos EUA chamado Starz. Party Down poderia ser descrita como um The Office sobre buffets de festa, mas as semelhanças com a comédia da NBC ficariam só na intenção. Apesar de longa, aborrecida e até deprimente demais em alguns momentos, o principal problema desta série é que ela chega e vai embora sem despertar o mínimo de interesse no público ou empatia de nós por suas personagens (nem comento a ridícula atuação da usualmente talentosa Constance Carmell). No fim das contas, ela é simplesmente esquecível, não servindo nem como um passatempo descompromissado, pois temos séries melhores até pra isso.
Cotação Bruno Carvalho:
Episódio exibido em 20/03/2009 na Starz americana.

Kings “1×01/1×02″: Goliath: Depois de finalmente terminar de ver este piloto estendido com muito custo, concluí que este pomposo drama da NBC não só é previsível (um plebeu que deve virar rei, oh) e pretensioso demais para ir longe num canal aberto, como também não serve nem como uma obra de crítica política e social (como foi Battlestar Galactica) de tão escancarada que é em seus objetivos (vide as cenas no tal parlamento de vidro). A produção é até caprichada, tem cara de ser despendiosa, mas por isso mesmo não vejo muito futuro nesta monarquia moderna e lúdica concebida por co-produtores de Heroes e Smallville. Estes foram alguns dos episódios mais enjoativos que assisti há um bom tempo, mesmo depois de ter visto estas duas comédias que comentei aí em cima. Como estamos em época de crise, não recomendo a devoção (com o perdão do trocadilho) a este drama antes de saber se ele realmente estará garantido por, pelo menos, o reinado de uma temporada completa.
Cotação Bruno Carvalho: Half Star
Episódio exibido em 15/03/2009 na NBC americana.

Aff, que Mid Season fraco!

Autor: Bruno Carvalho - Categoria(s): 30 Rock, A Semana em Série, Better Off Ted, Big Love, Dollhouse, Kings, Party Down, The Office, Trust Me, United States of Tara Tags: , , , , , , , ,
21/03/2009 - 01:20

A Semana em Série, Parte II

Alerta de Spoiler - Brasil
Big Love “3×08: Rough Edges”: Se você parou de assistir Big Love por qualquer motivo, ou nunca assistiu, volte ou comece (e pare de ler, porque tem spoiler). Esta 3ª temporada segue de forma irrepreensível e em mais um episódio com chocantes acontecimentos, notadamente com relação à exposição da traição de Nikki com seu ex-chefe. Me admira, contudo, a passividade com que Bill tratou a questão, da mesma forma que ele lidou com a gravidez e aborto da filha. Agora, será que ele está agindo assim porque é o “herói” da série (o que denotaria covardia dos roteiristas) ou porque ele realmente está passando por um momento de contestação de suas crenças? Eu aposto nesta segunda hipótese, pois é notório que Bill tem uma mania de postergar seus problemas até que eles se tornam algo insuportável para toda a sua família. Logo ele deve dar o grito. Sinto, contudo, que as histórias de Barb e Margene andam muito paradas, o que é negativo, já que com toda as atenções voltadas para as polêmicas da venda da carta Mórmon e a aquisição do cassino, vamos ficando cada vez mais afastados do dia a dia da família plural que, pra mim, já é suficientemente interessante.
Cotação Bruno Carvalho: Half Star
Episódio exibido em 08/03/2009 na HBO americana.

United States of Tara “1×08: Abundance”: Só continuo assistindo e comentando United States of Tara por pura inércia e porque a temporada é curta. Diablo Cody prometeu, chegou com Tara e seus alters, não estabeleceu bem a que propósito tudo veio, gerou hype e até agora a série segue em um ritmo que não fede nem cheira. Alice apareceu, Marshall continuou com sua quedinha pelo amigo, teve um previsível encontro com o pai do garoto e pacatamente mais um episódio se encerrou de forma lacônica, como todos. O “nome na porta” de Steven Spielberg como produtor executivo já nem soa tão pomposo, porque recordo-me que ele também esteve por trás de Indiana Jones IV, Transformers, Homens de Preto II e A Lenda do Zorro. Vamos ver se e quando esta “comédia” irá emplacar.
Cotação Bruno Carvalho:
Episódio exibido em 08/03/2009 no Showtime americano.

24 “7×13: Day 7: 8:00pm – 9:00pm”: O relógio mudo, o sacrifício de Bill, a tomada da Casa Branca por Juma e a dura restituição do poder fizeram com que esta fosse uma das horas mais emocionalmente desgastantes de toda a série, ainda que eu não seja tão fã do patriotismo republicano que muitas vezes impera no drama. Bastou ver os rostos esgotados e cansados de Jack, Taylor, Pierce e equipe para despertar nossa empatia com toda aquela aura de derrota que foi cuidadosamente criada num dos locais mais protegidos do mundo. Abro parêntesis aqui para elogiar a correta direção de arte, que recriou muito bem a edificação com base em fotografias e vídeos da verdadeira, fazendo com que a experiência fosse ainda mais enriquecedora. Efeitos, cenografia e atuação de qualidade (seja de qualquer época ou contexto) é aquela que você não questiona e às vezes até faz você esquecer que está vendo um mero programa de TV. Este episódio me fez esquecer isso diversas vezes e este é um mérito que poucas produções hoje conseguem. 24 traz momentos absurdos que são tratados de forma real por um roteiro sempre sensato. Já são 9 da noite, Bauer está sozinho novamente e caçado pela polícia e o drama segue imprevisivelmente delirante!
Cotação Bruno Carvalho:
Episódio exibido em 09/03/2009 na FOX americana.

Grey’s Anatomy “5×17: I Will Follow You Into the Dark”: Intenso, emocionante e promissor. É assim que foi a volta de Grey’s Anatomy para esta reta final, explorando muito bem todo o potencial dramático que esta produção sempre teve, mas que às vezes ficou ofuscado (alô, 4ª temporada). Quase no centro das atenções ficou Izzie e sua árdua aceitação de que a paciente X – que é ela – não tem muito tempo de vida, levando-a apreciar as pequenas coisas que corriqueiramente todos nós ignoramos. Mas este foi o episódio de Sheppard, que estourou no trabalho depois de tantos anos acumulando as inevitáveis perdas que sua especialidade médica traz. O estresse, o esgotamento e o erro foram os catalisadores de sua versão dark e imprevisível que nos foi apresentada naquele final. Eu acredito que, no fim das contas, ele não jogará a toalha como fez com o anel de noivado de Grey, mas a cena em si já valeu. Foi uma interessante e inesperada mudança na personagem. Shonda Rhimes está caprichando este ano…
Cotação Bruno Carvalho:
Episódio exibido em 12/03/2009 na ABC americana.

Battlestar Galactica “4×19: Daybreak, Part I”: Eu adoro Battlestar Galactica, todos sabem, considero uma das melhores séries recentemente produzidas (que os Deuses do SyFy a tenham), mas este episódio foi aquém do que o mais otimista dos fãs poderia esperar (estou certo, Cavalca?). Começou muito bem, com os curiosos flashbacks em Caprica City, mas depois de ver Laura Roslin de pijama numa fonte de praça ou Baltar pra cima e pra baixo com a Número 6, notei que eles estavam ali pra preencher tempo, como uma tradicional novela brasileira faz, deixando tudo para o derradeiro capítulo. Até mesmo na nave a narrativa foi arrastada, cheia de pausas e simbolismos para no fim chegarmos ao maior anti-clímax de toda a temporada. Eu tenho certeza de que a segunda parte será estrondosa (ainda não vi, está passando neste momento em que escrevo esta resenha), mas por enquanto este primeiro Daybreak só serviu como um longo e cansativo prólogo do fim, sem acrescentar muito à tudo que já foi muito bem dito e feito. Fraking sorry, fans!
Bruno Carvalho: Half Star
Episódio exibido em 13/03/2009 no SyFy.

Dollhouse “1×05: True Believer”: Eu estou realmente surpreso com o bom desenvolvimento de Dollhouse, a cada semana trazendo um caso curioso e diferente, porém sem desamarrar os nós que vão desconstruindo a personalidade robótica de Echo. Talvez eu esteja achando isso porque Joss Whedon pediu para não criarmos expectativas com seu drama, mas até agora nada foi decepcionante ou sem coesão com o que foi proposto no piloto. Pelo contrário, em True Believer, vimos a Casa de Bonecos ajudando uma agência federal anti-armas como uma “contratada independente”, levando Echo diretamente para dentro de uma comunidade religiosa fechadíssima, que me lembrou inclusive a “compound” de Big Love, repleto de ação, tensão e com ótimas atuações de todo o elenco. Recentemente o criador veio a público dizendo que nem chegamos na melhor parte ainda. Que bom!
Cotação Bruno Carvalho:
Episódio exibido em 13/03/2009 na FOX americana.

b30office 30 Rock “3×14: The Funcooker”: Eu geralmente não gosto de Tracy Jordan e Jenna, mas neste episódio eles foram excepcionalmente hilários, com as propagandas que o astro do TGS comprou na TV e a determinação da atriz em permanecer acordada para lidar com os trabalhos na TV e cinema. Sinto falta de mais aparições do Dr. Leo Spaceman, que são sempre brilhantes. Em contrapartida, as histórias paralelas de Liz e Donaghy foram desanimadoras (especialmente a de Liz no tribunal). Não foi dos melhores, nem dos piores. The Office “5×17: Golden Ticket”: Embora tenha sido possível antever o twist do final do episódio, a história da promoção Willy Wonka que Michael “bolou” foi uma das melhores desta temporada! Quando ele percebeu o estrago, – já que apenas um cliente recebeu todos os tíquetes dourados que davam milhares de dólares em descontos – impensadamente colocou toda a culpa em Dwight para depois assumir o crédito ao descobrir que o resultado havia sido positivo. Genial, também, foi a obstinação de Dwight em manter a história como uma justa punição ao seu superior, com a ajuda de Jim. The Office rotineiramente eleva o próprio nível, graças também às excelentes atuações de Steve Carell e Rainn Wilson.
Cotação Bruno Carvalho:
30 Rock
The Office Half Star
Episódios exibidos em 12/03/2009 na NBC americana.

É isso! Demorou, mas chegou. Não falei de Kings (nova série da NBC) porque simplesmente não consegui chegar ao final do piloto até agora. Tirem suas conclusões daí. Bom final de semana para todos!

Autor: Bruno Carvalho - Categoria(s): 24 Horas, 30 Rock, A Semana em Série, Battlestar Galactica, Big Love, Dollhouse, Greys Anatomy, The Office, United States of Tara Tags: , , , , , , ,

14/03/2009 - 17:17

A Semana em Série, Parte II

Alerta de Spoiler - Brasil
United States of Tara “1×07: Alterations”: Eu acho que tem alguma coisa muito errada comigo ou com esta série, pois até hoje não consegui entender o hype em torno de United States of Tara. Alterations foi mais um episódio arrastadíssimo, focado em tramas paralelas que não têm muita importância (como a cirurgia da irmã de Tara) e quando chegou na hora de falar do tema do episódio, o novo alter animalístico que surgiu, tudo simplesmente acabou e só ficou uma lacônica insinuação (aliás, todos os episódios terminam assim: “do nada”). Me aparenta falha e preguiçosa também a busca do marido pelo passado de sua mulher. Enfim, Diablo Cody criou uma série com uma premissa ótima, mas até agora não soube desenvolver bem nem um décimo de todo o potencial da comédia.
Cotação Bruno Carvalho:
Episódio exibido em 01/03/2009 no Showtime americano.

Trust Me “1×06: Promises, Promises”: Trust Me veio com um episódio fraco, que serviu apenas para mostrar que o casamento de Mason é constantemente prejudicado por sua preocupação com o que ocorre na agência, algo que já foi muito bem estabelecido nos capítulos anteriores sem precisar ser tão escancarado. No início da série eu até achei que veríamos um pouco mais do “resultado final” de tanto trabalho que o pessoal tem e o que acontece quando as idéias são aceitas ou rejeitadas pelos clientes (o que falta em Mad Men, às vezes), mas até agora isso só aconteceu mesmo com pitch daquela campanha da Arc Mobile. Chegando na metade de sua temporada, Trust Me precisa emplacar logo alguma storyline interessante, para sair do lugar-comum. Continuo gostando da série, mas precisam agitar as coisas um pouco mais.
Cotação Bruno Carvalho:
Episódio exibido em 02/03/2009 na TNT americana.

Dollhouse “1×04: Gray Hour”: Dollhouse não é nem a melhor, nem a pior série que eu ou vocês já vimos, mas até agora posso dizer que é uma das melhores novas estreias deste morno Mid Season. Joss Whedon não prometeu nada que não cumpriu até agora, contando uma interessante história, que vai rapidamente se desenvolvendo. Neste 4º episódio, aconteceu o impensável para os administradores da Dollhouse, já que a personalidade ativa de Echo foi literalmente desligada no meio de um perigoso assalto à um cofre. Não podemos reclamar também de Eliza Dushku, que está fazendo um ótimo trabalho, tendo que interpretar tantos papéis de forma convincente. Embora este capítulo tenha sido mais “caso da semana” do que os anteriores, ele foi repleto de tensão e reafirmou as características peculiares deste drama, que continua muito interessante. Falta, contudo, que o agente Paul consiga avançar em sua investigação, fazendo com que a série receba um tom mais imediatista. Um bom episódio, inegavelmente.
Cotação Bruno Carvalho:
Episódio exibido em 06/03/2009 na FOX americana.

b30office 30 Rock “3×13: Goodbye, My Friend”: A obsessão de Liz Lemon em adotar uma criança vai indo cada vez mais longe e desta vez ela resolveu empregar uma mulher grávida que pensava em dar o bebê pra adoção no TGS, paparicando-a e evitando que ela se reconcilie com o ex-namorado. O mais legal, contudo, seria se ela realmente levasse esta história aos finalmentes. Mas o melhor mesmo do episódio, que prova o quão criativos são os roteiristas desta comédia, foi história de Jack e Frank com seus “daddy issues“, que teve um desfecho totalmente inusitado. Donaghy queria bancar os estudos do roteirista na faculdade de Direito, sem saber que sua família fazia parte da máfia e tudo que a mãe dele queria era que ele não se tornasse um advogado! Excelente! The Office “5×16: Blood Drive”: Apesar de soar óbvio, raso e estúpido, Michael Scott é uma das personagens mais bem construídas que eu já vi em uma comédia em todas as cenas iniciais de The Office ele dá um verdadeiro show. Pam simplesmente não queria que o escritório recebesse o sistema telefônico que “basicamente faz 95% do meu trabalho” e conseguiu, com Jim, manipulá-lo direitinho para que ele simplesmente ignorasse o vendedor em prol de uma piada. O restante do episódio, com toda aquela comoção contra o dia dos namorados fez jus ao início, terminando na estupenda cena com Creed saindo de fininho com uma bolsa de sangue do vagão de doação. Queria saber, contudo, quando Holly voltará, porque Michael está mesmo precisando de uma namorada!
Cotação Bruno Carvalho:
30 Rock:
The Office:
Episódios exibidos em 05/03/2009 na NBC americana.

Autor: Bruno Carvalho - Categoria(s): 30 Rock, A Semana em Série, Dollhouse, Notícias, The Office, Trust Me, United States of Tara Tags: , , , , , ,
27/02/2009 - 06:01

A Semana em Série, Parte II

Alerta de Spoiler - Brasil
United States of Tara “1×05: Revolution”: No quesito evolução, United States of Tara merece uma nota muito baixa. A promissora trama que vimos no episódio piloto vem se arrastando há semanas e pouca coisa pode ser dita ou salva de cada capítulo. Neste pretensiosamente intitulado Revolution, nada mudou. Os desinteressantes filhos deram uma festa em casa e T apareceu mais uma vez causando problemas familiares. Quanta novidade. Até agora, o que mais me surpreendeu foram os nomes envolvidos nesta série, especialmente o de Steven Spielberg como produtor executivo. United States of Tara, por enquanto, é fraca como comédia e insossa como drama. Darei mais uma chance para que engrene, e só.
Cotação Bruno Carvalho:
Episódio exibido em 15/02/2009 no Showtime americano.

Trust Me “1×04: Au Courant”: Mason é um sujeito solitário e, ao ser pressionado por seu cliente que possui uma descolada grife de roupas, acaba indo fazer pesquisa de tendências com sua filha nerd – a única exemplar do público-alvo que ele conhece de antemão. Este episódio extrapolou as paredes da agência, atingindo em cheio a realidade da família do publicitário, que se revelou vazia e deprimente como uma página de Facebook sem amigos. E foi na desastrada tentativa de estar “por dentro das últimas”, Mason pega o pitch de Conner (que teria salvado a campanha) e promete algo inalcançável: uma série de webisódios dirigidos por Spike Jonze, de Quero Ser John Malkovich. Claro que toda a história dos dois voando atrás do sujeito foi divertida e interessante, mas Au Courant conseguiu ser mais denso que isso, seja ao mostrar a reação dos amigos face um novo fracasso (que antes seria atribuído a um superior) ou ao retratar o crescimento que toda esta experiência acabou trazendo para dentro de suas vidas. Trust Me continua em um excelente ritmo, revelando-se a melhor surpresa deste Fall Season.
Cotação Bruno Carvalho:
Episódio exibido em 16/02/2009 na TNT americana.

Damages “2×07: New York Sucks”: Quem está boquiaberto (de novo) com Damages levante a mão. New York Sucks contou a história da dedicação do Tio Pete, que sacrificou-se pelos obscuros segredos de Patty Hewes, deixando sua moribunda mulher e um incontável número de perguntas para o FBI. Os fragmentos da série vão se juntando, apesar de ainda vermos cenas esparsas que só farão sentido mais tarde, como a das missões do capanga de Krullik e as várias pistas que às vezes são encontradas e às vezes ignoradas, fazendo com que a série esteja constantemente “pisando em ovos”, sem nos permitir saber o que esperar no próximo frame. Também não conhecemos o nível de envolvimento de Patty e seus objetivos em toda essa história, ainda mais agora com essa parceria pública com Frobisher. Alguém duvida que vão apagar o cara logo? Eu não. Ah, e por falar em perigo, Ellen segue cada vez mais negligente, como se ela estivesse num constante estado de “inocência”, destoando muito da que vemos 4 meses à frente. Mas, quem sabe, ela aprendeu com sua “mentora” e está dissimulando muito bem. Damages está “bizarramente intrigante” a cada episódio.
Cotação Bruno Carvalho:
Episódio exibido em 18/02/2009 no FX americano.

Battlestar Galactica / Trust Me

Grey’s Anatomy “5×16: An Honest Mistake”: O final do crossover entre Grey’s Anatomy e Private Practice veio com o esgotamento físico e mental de Derek Sheppard, que foi a estrela absoluta nestes episódios. Aliás, o capítulo da série de Addison (”2×16: The Ex-Life”) foi praticamente uma continuação do anterior de Grey’s, mostrando as complicações que o irmão da obstetra sofreu no pós-cirúrgico. Mas este An Honest Mistake fechou com chave de ouro o arco, com várias definições nas vidas dos cirurgiões do Seattle Grace. Descobrimos que Izzie está mesmo doente e ela utilizará os internos para saber o que tem, enquanto Bailey e o Chief desentenderam-se seriamente por conta das expectativas criadas de cada lado. Mas a apoteose do episódio ocorreu no meio do hospital com aquela intensa briga entre Derek e Mark, “resolvendo” o que estava pendente entre os dois por muito tempo. A tensão nas cenas cirúrgicas também foi elevada a um outro nível, com as discussões e divergências sobre o tratamento de pacientes, tanto no caso da mulher grávida, quanto nos erros da veterana Dra. Campbell (Faye Dunway). Shonda Rhimes trouxe um episódio com necessários conflitos que inevitavelmente trarão o crescimento das personagens e de toda a história. A série encontra-se em um de seus melhores momentos desde a aclamada 2ª temporada, mas é certo que precisamos de Addison de volta.
Cotação Bruno Carvalho:
Episódio exibido em 19/02/2009 na ABC americana.

Battlestar Galactica “4×16: Deadlock”: Esta reta final de Battlestar Galactica está impecável, não? Esta saga vem trazendo uma boa quantidade de respostas, provando que o cancelamento planejado de séries só traz benefícios para os espectadores. A chegada de Ellen complicou ainda mais as coisas, com a possibilidade de segregação dos Cylons humanóides da frota, o que seria muito prejudicial para Adama no atual e precário estado de conservação da astronave Galactica. A volta de Gaius também trouxe à tona o problema que milhares de pessoas sofrem com o racionamento de comida, cada vez mais escassa. Sem poder “saltar” com os drives FTLs que ainda estão sob reparo, a busca por abrigo e suprimentos fica cada vez mais complicada e urgente. Certo é que com as duas raças à beira da extinção, como vimos naquela interessantíssima e simbólica cena final com as fotos de Cylons mortos, o clima de indefinição que paira no ar dá o tom emergencial destes 4 últimos capítulos que faltam. Vai ser uma viagem e tanto!
Cotação Bruno Carvalho:
Episódio exibido em 20/02/2009 no Sci-Fi americano.

Por esta semana é só! Aguardo os seus comentários sobre as séries e episódios que assistiu!

Autor: Bruno Carvalho - Categoria(s): A Semana em Série, Battlestar Galactica, Damages, Greys Anatomy, Trust Me, United States of Tara Tags: , , , , , , , ,
17/02/2009 - 00:01

A Semana em Série, Parte II

Alerta de Spoiler - Brasil
United States of Tara “1×04: Inspiration”: Ironicamente, ainda falta inspiração para United States of Tara neste episódio chamado “Inspiration”. A série continua lenta, sem foco e com tramas desmotivantes, como a dos problemas sexuais entre Tara e seu marido e a da filha Kate e o potencial romance com seu chefe do restaurante. A “dramédia” ainda peca por repetir temáticas, quando já foi claramente explicitado pra nós que os “alters” da pintora têm a constante vocação para atrapalhar sua vida, o que não precisa sempre ficar para o “cliffhanger” do episódio, se é que podemos chamar aquelas cenas avulsas de cada final (alô, Juno) disso. Muita coisa boa precisa estar preparada para essa série ganhar a encomenda de uma nova temporada antes mesmo da metade da primeira. Torço pra que isso aconteça, porque este ritmo está deveras cansativo e raramente interessante cada vez mais.
Cotação Bruno Carvalho:
Episódio exibido em 09/02/2009 no Showtime americano.

Trust Me “1×03: But Wait, There’s More”: Com apenas três episódios exibidos, Trust Me já me cativou. Roteiro bom e ágil e com uma química cada vez melhor não só com os dois protagonistas, como já mencionei, mas também com os coadjuvantes, incluindo a ótima atriz Sarah Clarke (a Nina Meyers de 24, quase irreconhecível). É bom também que a série não fica acomodada e logo cedo já mostrou um bom conflito com os concorrentes de Mason e Conner tentando roubar a recém-chegada Sarah da agência. Muito boa também a participação de Monica Potter, que demonstra bem o desconforto de sua personagem, bem agora que ela foi indicada como a “estrela” da agência, cuja chefe só quer saber de que seus empregados faturem grandes prêmios. Trust Me é uma série simpática e agradabilíssima de assistir, mas precisa tomar um cuidado melhor com a edição, pra não alongar demais determinadas cenas. Apesar disso, esse é mais um acerto do canal TNT americano, que vem colecionando bons títulos televisivos.
Cotação Bruno Carvalho:
Episódio exibido em 09/02/2009 na HBO americana.

Damages “2×06: A Pretty Girl in a Leotard”: O episódio anterior de Damages nos trouxe muitas revelações, mas em contrapartida este chegou carregado de questionamentos e retomando muitas histórias da temporada passada que não estão mais frescas em nossa memória, como o caso da cunhada de Ellen que foi seguida por aquele policial corrupto. Finalmente vimos aqui também o aguardado retorno de Frobisher em um bizarríssimo conluio com Patty contra a UNR, já que ele é um dos grandes acionistas da empresa. Reconheço, contudo, que os flashfowards desta temporada ainda não atingiram o nível dramático da primeira, que teve a morte do noivo, Patty chorando na praia etc. Por mais que vimos o detetive mau invadindo o apartamento de Ellen, sabemos que ela não deverá morrer ali e daquela forma, fazendo com que a cena tenha apenas um choque inicial que não perdura ao refletirmos. Mas como todo bom caso jurídico, Damages vai se construindo aos poucos, com uma evidência coletada aqui e um depoimento ali, até que tudo chegue a um veredicto. As peças estão no tabuleiro, mas ainda não formam uma imagem clara. Ainda assim, eu duvido que a temporada vá decepcionar.
Cotação Bruno Carvalho:
Episódio exibido em 11/02/2009 no FX americano.

Grey\'s Anatomy / Private Practice Crossover

Grey’s Anatomy “5×15: Before and After”: Este excelente crossover entre Grey’s Anatomy e Private Practice serviu pra mostrar que o lugar de Addison sempre foi no Seattle Grace e não em um clinicazinha de Los Angeles. O pedido de casamento à Meredith precisou ser prorrogado prorrogado enquanto Sheppard se tornou a estrela do dia salvando o irmão de sua ex que possuía diversos parasitas no cérebro (mas já vimos que ele não permanecerá o herói por muito tempo). O jogo também virou para o romance entre Hunt e Christina com a chegada da mulher que vimos no episódio anterior. Acontece que ela era a noiva do médico e ele terminou com ela com um e-mail de suas linhas antes de partir pra guerra e retornou sem avisar! Mas de todas as histórias, a que mais empolgou foi o jogo que Izzie criou, enquanto sua condição médica cada vez foi ficando ainda mais evidente para Alex.  Certamente esse vai ser o grande “caso” da temporada,  culminando na já antecipada saída da atriz Katherine Heigl. Já Sadie, quem diria, entrou e deverá sair sem fazer nada, inclusive “medicamente” falando, pois ela colou pra chegar onde está. Foi um episódio equilibrado, com muita química entre os elencos de Greys e Private, o que me faz pensar por que Shonda Rhimes divide seu tempo e sua criatividade entre duas séries, enquanto poderia fazer muito dedicando tudo em uma só. Grey’s Anatomy, é claro.
Cotação Bruno Carvalho:
Episódio exibido em 12/02/2009 na ABC americana.

The Office “5×14: Lecture Circuit (Part 2)”: A segunda parte de Lecture Circuit veio com um grande anti clímax, já que no final de tudo Michael não conseguiu reencontrar Holly, depois de se passar por um completo idiota (nenhuma novidade aí) na filial dela. Eu só quero ver quando o resultado destas palestras chegar à matriz… No escritório, para uma grande surpresa minha, Dwight e Jim deixaram suas diferenças de lado (ou quase isso) para planejar o aniversário de Kelly Kapoor. Mas nada disso conseguiu superar uma das melhores cenas de toda a história da série, quando vimos junto com o pessoal da Dunder Mufflin pela webcam a bizarra relação que Angela mantem com seus gatos, chegando ao cúmulo de agir como um, lambendo e cuspindo bolas de pelo. Só achei uma pena que esse episódio acabou meio do nada, sem trazer uma conclusão satisfatória para este pequeno arco. Resta saber se o que Pam falou para Michael era verdade ou não…
Cotação Bruno Carvalho:
Episódio exibido em 05/02/2009 na NBC americana.

30 Rock “3×10: Valentine’s Day”: Em apenas um episódio, 30 Rock conseguiu arrumar uma potencial briga com a Igreja Católica, com associações de deficientes visuais e com uma cadeia de restaurantes multinacional por um product placement não solicitado. O roteiro de Jack Burditt e Tina Fey para este dia dos namorados foi afiado e impecável, e uma das cenas que mais me fez rir na série foi o encontro de Lemon com o Dr. Barret, que envolveu seios à mostra, comida queimada, uma filha problemática, Liz fazendo “nº 2″ no banheiro e a morte da mãe do médico, que mais tarde descobrimos ser a avó dele, já que a “irmã” na verdade é a mãe. Puro nonsense! A participação de Jon Hamm foi uma das melhores até hoje e tomara que este arco ainda dure muito. O mesmo pode ser dito sobre Salma Hayek e seu caliente romance com Donaghy, que também rendem ótimos momentos (Jack rezando com o celular na mão tentando segurar a reserva no restaurante, por exemplo). Por fim, chegamos à paixão de Kenneth pela moça cega, que o deixou mudo como o Raj de The Big Bang Theory, e fez com que Tracy passasse todo o episódio cortejando-a por ele e simulando encontros. Foi cruel, mas, confesso, hilário. Este certamente foi o melhor episódio da temporada até agora!
Cotação Bruno Carvalho:
Episódio exibido em 12/02/2009 na NBC americana.

Por hoje é só! Agora é hora de você comentar sobre os episódios da semana! Seja os que estão aqui ou os que você conferiu! Survivor: Tocantins, alguém? Eu achei bleh demais…

Autor: Bruno Carvalho - Categoria(s): 30 Rock, A Semana em Série, Damages, Greys Anatomy, The Office, Trust Me, United States of Tara Tags: , , , , , , ,
09/02/2009 - 00:01

A Semana em Série, Parte I

Alerta de Spoiler - Brasil
Big Love “3×03: Prom Queen”: Por ser filha de Roman Grant, nunca imaginaria que Nikki passou por tantas dificuldades em sua juventude, antes de casar-se com Bill. Aliás, que ser asqueroso este velho que permitiu que sua filha entrasse para uma espécie de “book” de esposas, prontas para serem escolhidas pelos seus “donos”. E que timing em que a mãe de Margene foi morrer, não? Apesar da forma curiosa como ela processou o fato, isso foi relegado à segundo plano, já que a pilha de problemas de Bill não para de crescer: a irmã de Barb está no comitê anti jogatina do município, sua futura 4ª esposa está saindo por aí com o ex e, sem saber, sua mãe provavelmente o deixou orfão de seu pai, numa das sequencias mais bizarras de toda a série. Ah, e eu já ia me esquecendo que a filha mais velha (e solteira) está grávida – algo que deve ser um pecado mais que mortal pra essa gente. Mas o que mais me impressiona é a submissão destas mulheres aos dogmas desta facção “religiosa” e a mais decadente de todas é a jovem e controversa Rhonda, que acabou voltando para os braços do poderoso Profeta. “And the plot thickens…
Cotação Bruno Carvalho:
Episódio exibido em 01/02/2009 na HBO americana.

United States of Tara “1×03: Work”: Bom, então parece que esta série vai seguir um ritmo devagar, quase parando, pois foi isso que vimos no terceiro episódio de United States of Tara. Até o momento, Diablo Cody apenas conseguiu nos vender o drama de uma família desunida que aparentemente gosta de ser bizarra, colocando todas as suas fichas na protagonista com múltiplas personalidades, como se isso bastasse. As demais personagens não cativam, impedindo uma boa identificação do público: desde a filha emo que vive provocando o irmão gay até o pai de família que adora ser a vítima da conturbada relação que ele mantém. Fora isso, o único atrativo deste episódio foi a pequenina “reviravolta” no final, quando a vida sexual do casal voltaria à ativa caso Buck não tivesse aparecido. Ok, eles têm problemas quando Tara vira um de seus “alters”, sabemos disso. O texto, até o momento, me parece preguiçoso, já que eles têm um material e uma premissa tão boa. Diablo Cody tem um currículo pequeno e muita expectativa ao seu redor, graças à explosão de Juno e a parceria com Spielberg. Tomara que ela saiba lidar bem com isso.
Cotação Bruno Carvalho:
Episódio exibido em 01/02/2009 no Showtime americano.

The Office “5×13: Stress Relief”: Eles conseguiram se superar de novo! Também pudera, com um episódio pós-Super Bowl, era certo que coisa boa viria. Dwight resolveu criar uma simulação de segurança contra incêndio na filial (passando dos limites, é claro) e criou uma contenda generalizada, um infarto em Stanley e uma das cenas mais hilárias de todos os tempos da série. Apesar disso, ele não aceitou a culpa na reunião com a matriz e chegou ao cúmulo de dizer que o responsável pelo ataque do colega “foi o próprio coração dele”. Dright Schrute é impagável. Ainda assim, o episódio estendido trouxe uma pancada de momentos embaraçosos, já que Michael resolveu organizar uma espécie de reunião para aliviar o estresse que ele descobriu que causa em seus funcionários. The Office, além de apresentar um dos melhores textos na TV, possui um elenco unido e em perfeita sincronia, desde o seu protagonista até os coadjuvantes lá da contabilidade. Eu só não gostei da participação inútil de Cloris Leachman, Jessica Alba e Jack Black, que funcionou apenas como uma “piada interna” com as aborrecidas cenas daquele filme. Seria melhor se eles tivessem participado ativamente do episódio.
Cotação Bruno Carvalho:
Episódio exibido em 01/02/2009 na NBC americana.

coment936

Heroes “3×14: A Clear and Present Danger”: Embora ainda sem fazer nenhum sentido, essa “revolta” de Nathan Petrelli contra a sua própria “raça” foi a melhor coisa que aconteceu nesta temporada de Heroes, com o início do Volume IV. Não que isso seja um grande feito, porque a série estava sem luz e em um constante declínio. Mas trazendo de fato um perigo real e imediato, este pode ser considerado o primeiro episódio realmente bom do 3º ano. Ainda assim, algumas coisas não convencem, como essa súbita vontade de Peter Petrelli em ter seus poderes pra “salvar” vidas. Ora, como paramédico, tenho certeza que ele já salvou mais vidas do que em sua carreira como herói, porque ele raramente agia diretamente para salvar pessoas. Ao invés disso, todos os ditos “heróis” passavam o tempo todo resolvendo os problemas que eles ou seus antecessores criaram, causando ainda mais alarte e destruição. Seria muito bom ver as habilidades de cada um sendo usadas para o bem imediato, como Parkman resolvendo crimes com sua leitura mental ou a Daphne impedindo assaltos, por exemplo. De fato, o que salvou o episódio foi aquele final bem Con-Air, que vai mesmo dar início à fuga dos “especiais”. Vamos só ver até onde eles vão chegar com isso.
Cotação Bruno Carvalho:
Episódio exibido em 02/02/2009 na NBC americana.

Chuck “2×12: Chuck Versus the Third Dimension”: Chuck deixa a nossa cobertura semanal e vai para o Season Pass, depois de um episódio fraquíssimo e que destoou completamente do bom ritmo adotado pelo início desta temporada. Em segunda ou em terceira dimensão, a superficialidade da trama cansou e não dá pra ficar semana por semana discutindo as “coisinhas engraçadinhas” que aconteccem na Buy More ou as missões sem perigo que os agentes se metem. Ao invés disso, a série se rendeu ao merchan barato, com esse ridículo lance do 3D e uma embaraçosa participação de Dominic Monagham (LOST). Eu gosto das personagens, mas não do que a série virou, por isso falaremos mais de Chuck em uma versão global de nossos comentários quando a temporada se encerrar. Apenas cinco minutos de LOST, 24 ou até mesmo de 30 Rock rendem mais assunto que uma hora inteira de como essa que vimos. Sorry, guys.
Cotação Bruno Carvalho:
Episódio exibido em 02/02/2009 na NBC americana.

How I Met Your Mother “4×14: The Possimpible”: Muito bom o vídeo currículo de Barney, mas achei boba essa traminha de Robin ser deportada, quando sabemos que isso é algo que não vai acontecer. Melhor se explorassem mais o amor de Barney por ela. Quanto a Ted e os outros, foi divertidinho aquele lance do “let go“, criando mais uma crônica atemporal sobre nossas atividades “curriculares”. The Big Bang Theory “2×14: The Financial Permeability”: Interessante conhecer um novo lado de Sheldon que é completamente “non-freak”: o seu desgarramento com dinheiro. Isso, por outro lado, denotou o quão Penny e ele são extremos opostos em tudo, já que ela simplesmente é neurótica com grana. A história paralela com Leonard cobrando a dívida do ex de Penny só serviu pra mostrar que o foco desta série deve sempre ficar em Sheldon.
Cotação Bruno Carvalho:
How I Met Your Mother:
The Big Bang Theory
:
Episódios exibidos em 02/02/2009 na CBS americana.

American Idol Hollywood Week: Chegamos em uma das melhores fases do programa, a Hollywood Week, que foi completamente destroçada pela edição deste ano em prol da expectativa de draminhas baratos. Ao invés de vermos mais apresentações boas e ruins no pomposo Kodak Theory, o programa resolveu mostrar mais os resultados e as ceninhas de bastidores do que realmente aconteceu no palco. Isso ficou ainda mais evidente no segundo episódio da semana com as apresentações em grupo que quase não foram mostradas. No lugar, passamos quase metade do capítulo testemunhando uma interminável briguinha de “drama queens“. Eu até entendo que eles querem “segurar” um pouco mais o que será mostrado, pois este ano ao invés do Top 24, teremos Top 36! Pois é, e eu achava que a superxposição de Idol não poderia mais aumentar… Enfim, a melhor semana de toda a atração, conhecida como “Hell Week” ficou só na promessa. American Idol quer ser, nesta primeira parte, mais uma novela do que um reality show sobre música. Que pena.
Episódios exibidos nos dias 03/02/2009 e 04/02/2009 na FOX americana.

Amanhã teremos mais comentários, incluindo Damages, Lie to Me, Fringe, Grey’s Anatomy, Trust Me, mais um The Office, 30 Rock e Battlestar Galactica!

Autor: Bruno Carvalho - Categoria(s): A Semana em Série, Big Love, Chuck, Dexter, Heroes, How I Met Your Mother, The Big Bang Theory, The Office, United States of Tara Tags: , , , , , ,
27/01/2009 - 02:14

A Semana em Série: 18/01 a 24/01

Alerta de Spoiler - Brasil
Estou finalmente em dia com a exibição dos episódios da semana e espero que curtam os comentários das antigas e das novas produções:

Big Love “3×01: Block Party”: Depois de uma morna 2ª temporada, parece que Big Love decidiu voltar com tudo! Bill Henrickson é um ser tão peculiar e complexo, que às vezes faz Dexter Morgan (Dexter) ou David Fisher (Six Feet Under) parecerem sujeitos normais. Eu nunca canso de apontar a facilidade com que ele adora colecionar problemas, mas Bill parece se superar a cada temporada que passa. É muito conveniente pra ele acreditar nos dogmas de sua religião, acolhendo o que quer (ter várias mulheres) e simplesmente virando as costas para o que não o interessa (entrar em certos ramos de trabalho).  No meio disso tudo, Barb, Margene e Nikki sofrem, especialmente esta última, que teve sua identidade exposta em todo o bairro por causa da prisão de seu pai Roman Grant e agora vive sendo ridicularizada pela vizinhança e espionando no escritório que cuida do caso do velho. Já Barb, coitada, aceitou “namorar” uma 4ª esposa, pois ela acredita que ao questionar os peculiares ensinamentos dos dissidentes da igreja Mórmon de Utah, sua doença voltou. Para estas pessoas (e isso não é ficção), o tamanho da família plural dita a quantidade de “felicidade” no reino eterno. Coitado também de Alby Grant, então. O novo “profeta” foi pego com as calças abaixadas solicitando sexo em um banheiro masculino nos arredores da UEB. Eu só quero saber quanto tempo mais os segredos desta gente, que envolve cárcere privado, pedofilia  e agressão doméstica, continuarão indenes. Esta promete ser uma ótima temporada!
Cotação Bruno Carvalho:
Episódio exibido em 18/01/2009 na HBO americana.

United States of Tara “1×01: Pilot”: Quando comecei a ver o piloto de United States of Tara, minha primeira reação foi a de não entender por que tanta gente estava falando bem desta criação de Diablo Cody (Juno), que tem produção executiva de Steven Spielberg. Ora, a história de uma mãe de família que sofre do distúrbio de múltipla personalidade é até interessante, mas nos minutos iniciais desta comédia o tom extremo e caricato que chegou a tomar conta da tela realmente me incomodou. Mas é logo após conhecermos Tara e uma de suas personalidades, a jovem “T”, somos gradativamente inseridos no universo peculiar de uma família que não apenas aceita conviver com uma pessoa neste estado, como de fato até se acostumou em serem diferentes (pessoas acostumam-se com tudo). Basta ver no final quando o marido e a filha constataram o quão estranho o fato de Buck, o mais divertido dos alter-egos, ser canhoto. Foi como se isso fosse a parte mais bizarra de toda essa história. O destaque, claro, vai para a atuação de Toni Collete, que está surpreendente e irreconhecível em seus vários papéis. E olha que ainda nem conhecemos Alice, a dona-de-casa dos anos 50, que deve aparecer no próximo capítulo. United States of Tara pode não ser genial ou brilhante por enquanto, mas é deveras divertida e interessante. Mais um ponto para o canal Showtime!
Cotação Bruno Carvalho:
Episódio exibido em 18/01/2009 no Showtime americano.

Gossip Girl “2×16: You’ve Got Yale!”: Às vezes eu quase perco a fé em Gossip Girl. Eu sinceramente não aguento mais esse draminha de séries teen sobre quem entrou em qual faculdade, quais casais vão se separar e por aí vai. Desde Dawson’s Creek, OC etc., essa conversinha nunca acaba. Com Gossip Girl eu achei que seria diferente, já que havia a indicação de que todos iriam pra Yale e de lá a série continuaria numa boa. Não, os roteiristas têm que criar dúvidas e esse vai e volta de admissões, reitores e cia. que só eles entendem. Eu disse “quase” perco a fé, porque o episódio no final traz várias reviravoltas, como Chuck sendo adotado por Lilly, Blair declarando uma guerra fria à nova professorinha ninfeta e Jack Bass perdendo a linha e partindo para o estupro após perder o controle acionário das Indústrias Bass (aliás, indústria de quê, hein?). Os bons elementos da trama estão aí, eles só precisam reorganizá-los e fugirem dos clichês, o que geralmente constumam fazer. Continuarei dando chace aos Upper East Siders, por enquanto.
Cotação Bruno Carvalho:
Episódio exibido em 19/01/2009 na CW americana.

How I Met Your Mother “4×13: Three Days of Snow”: Ah, que delicioso episódio de Mother! Three Days of Snow funcionou justamente como a crônica que mencionei na resenha anterior, brincando de forma genial com sua narrativa, como em seus tempos de glória na 2ª temporada. Todas as histórias foram singelas, com piadas orgânicas à trama, especialmente o caso das tradições de Marshall e Lilly, culminando naquele apoteótico momento no aeroporto. Foi um episódio redondinho, cheio de excelentes momentos e atuações. Não precisou de mais nada, nem de guarda-chuva, nem de cabra e nem da tal mãe.
Cotação Bruno Carvalho:
Episódio exibido em 19/01/2009 na CBS americana.

The Big Bang Theory “2×13: The Friendship Algorithim”: Com Sheldon de volta ao centro das atenções, fico cada vez mais surpreso como que todas as relações sociais para ele são um mero experimento científico do qual ele está sempre conduzindo. Ao sentir a necessidade de arrumar um amigo apenas com o objetivo de ter acesso aos recursos de um departamento na faculdade, o geek elevou a sua incapacidade de ser e apresentar-se de forma normal, inclusive ao travar uma inocente conversa com uma menininha na biblioteca, conversa esta que poderia facilmente acabar em um tribunal caso Leonard não tivesse intervido. Em suma, Sheldon é sim uma criança muito inteligente que desenvolveu apenas a parte de seu cérebro reservada ao conhecimento empírico, mas é assim que ele faz desta uma das melhores sitcoms da TV. The Big Bang Theory precisa urgentemente ser mais reconhecida de tão boa que é. Ou pelo menos Jim Parsons.
Cotação Bruno Carvalho:
Episódio exibido em 19/01/2009 na CBS americana.

Fringe “1×11: Bound”: Uau! Que retorno foi esse, não? Olivia surpreendeu logo nos minutos iniciais, escapando de seu cárcere em uma cena eletrizante e mais uma caso bizarríssimo foi alvo das investigações de Walter e Peter (a criação de organismos unicelulares gigantes dentro do corpo de pessoas). Mas o melhor deste episódio foi, é claro, o confronto de Dunham om Mitchell e Samantha Loeb, que não apenas fazem parte da conspiração, como também estavam infiltrados bem debaixo do nariz do FBI. Pra complicar, o departamento Fringe Science está sendo investigado pela corregedoria (um pouco de clichê aí, mas tudo bem) e todo o capítulo seguiu no já característico clima de mistério, intrigas e insinuações. Pena que Fringe é sempre aquela série promissora que não acontece, pois até agora não podemos falar com orgulho de determinado episódio, como um The Constant de LOST, por exemplo. É só isso que está faltando pra essa série estourar e vez.
Cotação Bruno Carvalho:
Episódio exibido em 20/01/2009 na FOX americana.

Damages “2×03: I Knew Your Pig”: Eu tenho a leve impressão que Damages jogou cartas demais na mesa neste início de temporada, mas não sei até que ponto isso é proposital. Estamos com um excesso de tramas paralelas que (i) confundem o espectador e; (ii) ainda não estão ligadas. Isso, à longo prazo, pode até ser solucionado com brilhantismo, mas os roteiristas precisam jogar algo mais contundente pra nós além do fato de Danny Purcell ser pai do filho de Patty e pequenas coisinhas aqui e ali. Sim, os dois têm uma história e isso já foi muito bem estabelecido desde o início, mas e daí? Damages perde sim alguns pontos por não encaixar bem suas histórias secundárias e nos deixar totalmente no vácuo das artimanhas que só Patty Hewes sabe que está fazendo. Eu fico vidrado em cada frame de Damages, mas este início de temporada está pra lá de confuso.
Cotação Bruno Carvalho:
Episódio exibido em 21/01/2009 no FX americano.

Lie to Me “1×01: Pilot”: Eu simplesmente adorei os primeiros minutos de Lie to Me, em que o Dr. Cal Lightman, adequadamente interpretado pelo talentoso Tim Roth, dá uma palestra sobre as nuances do comportamento humano que são capazes de entregar, em quase 100% dos casos, se uma pessoa está mentindo,  com raiva, com medo etc. Ele especializou-se em prestar consultoria neste ramo, contratando uma equipe de “polígrafos humanos” para desvendar qualquer tipo de caso que demande sua expertise. Erroneamente comparada com The Mentalist, certo é que Lightman e Patrick Jane conseguem ver o que não está óbvio, mas estes utilizam métodos diversos. Não é porque eles desvendam crimes de forma peculiar que se enquadram na mesma categoria. Se assim fosse, Gil Grissom (CSI) e Brenda Leigh Johnson (The Closer) também entrariam nesse falho exemplo, pois muitas vezes utilizam técnicas que outros colegas de séries semelhantes também adotam, incluindo o mentalismo, a investigação forense e o estudo de expressões faciais. Mas o problema de Lie to Me reside em sua mecanicidade, pois tudo parece tão fácil quanto a apresentação do keynote do especialista no início. A série certamente desperta a nossa curiosidade (será que poderemos identificar mentirosos ao nosso redor?), mas me pergunto até onde eles conseguirão manter esta intrigante premissa sem se desgastarem. Este é um desafio que irei acompanhar a partir de agora e vamos ver até onde vão.
Cotação Bruno Carvalho:
Episódio exibido em 21/01/2009 na FOX americana.

Grey’s Anatomy “5×13: Stairway to Heaven”: Meus comentários sobre este episódios serão breves, pois ele traz a conclusão do caso que vínhamos acompanhando nas últimas resenhas. Que bom que Shonda Rhimes não rendeu-se ao sentimentalismo barato, evitando que os órgãos do serial killer fossem para o menininho e que, ao final, Grey foi lá testemunhar a execução do criminoso. Foi tudo muito bom, a cena final com Sheppard e Christina foi legal e tudo mais, mas é sério que eles precisavam daquela história do pênis quebrado de Mark Sloane? Sério mesmo? Poxa, Grey’s Anatomy estava indo tão bem sem essas bobagens e isso só serviu pra que o campeão de buscas no Google na semana fosse a expressão “broken penis”, com homens de todo o mundo morrendo de medo de que isso aconteça com eles. Pois é, eu pesquisei. 1) o pênis não é um osso. 2) A fratura peniana acontece no corpo cavernoso e é raro de acontecer. 3) Podemos seguir adiante, por favor, Shonda? Quem sabe com um final para o romance fantasma de Izzie e Denny que certamente já durou bastante tempo. Quero saber logo qual doença que ela tem pra eu pesquisar no Google se realmente é possível ela beijar e tocar um ente querido falecido na porta de um hospital.
Cotação Bruno Carvalho:
Episódio exibido em 22/01/2009 na ABC americana.

The Office “5×12: Prince Family Paper”: Todo episódio de The Office que começa com uma das “pegadinhas” de Jim com Dwight já eleva o nível logo de cara (e essa foi uma das mais elaboradas de todas), mas ao contrário do capítulo anterior, o que veio em seguida não decepcionou. Na verdade, até surpreendeu. Enquanto Michael e Dwight saíram numa missão de espionagem empresarial, a ociosa filial de Scranton passou todo o episódio num inusitado jogo chamado: “Hillary Swank É Gostosa ou Não?”. Eu queria saber qual é o processo criativo dos roteiristas para atingirem algo tão brilhante e específico. Contadores e vendedores de papel travaram uma interminável discussão que envolveu até mesmo a utilização dos recursos do escritório para chegarem num veredicto. Já na Prince Family Paper, tivemos mais uma demonstração de que, apesar de estúpido, Michael tem um coração puro e(e que Dwight é o bronco de sempre). Provavelmente este foi melhor episódio da temporada! E afinal, a Menina de Ouro é gostosa ou não? Quero a opinião de vocês!
Cotação Bruno Carvalho:
Episódio exibido em 22/01/2009 na NBC americana.

30 Rock “3×09: Retreat to Move Foward”: 30 Rock segue num ritmo de altos e baixos nesta temporada, conseguindo arrancar enormes gargalhadas esparsas em episódios como esse, mas deixando um vazio entre elas. Eu já mencionei aqui que a trama anda muito desconexa e ao invés da piada funcionar dentro de um contexto, muitas vezes as “punchlines” entram sem tom, como se Tina Fey estivesse escrevendo um quadro para o Saturday Night Live. Muitas vezes, inclusive, eles passam tempo demais desenvolvendo uma esquete, que no final não tem uma conclusão satisfatória, como aconteceu com o caso da diabetes de Tracy. Gastaram preciosos minutos com uma embaraçosa atuação de Jack McBryer e os já cansativos exageros de Jane Krakowski, pra entregarem um final à lá Chaves. Desculpe Tina, mas dessa vez não deu de novo pra entrar no hype.
Cotação Bruno Carvalho:
Episódio exibido em 22/01/2009 na NBC americana.

Battlestar Galactica “4×12: A Disquiet Follows My Soul”: É justo que uma população inteira esteja constantemente à mercê de um governo militar e totalitarista? Este retorno de Battlestar Galactica, além de quebrar importantes paradigmas, inevitavelmente nos faz pensar: e se Adama e sua cúpula estiverem errados? Onde está a Justiça nisso tudo? Se um estado de exceção perdura por um período de tempo excessivamente longo, tornando a convivência diária insuportável, uma reorganização de poderes e responsabilidade é sim bem vinda e necess[aria. Por isso, eu não culpo as atitudes de Felix Gaeta e dos vários rebeldes que estão prestes a iniciar uma revolução na frota, numa aliança com Tom Zarek. Se não foi dada a palavra a estas pessoas (ou elas não foram levadas à sério), infelizmente não há outro jeito de conseguir atenção, senão com violência e rebeldia. A história nos mostra isso de forma incontestável. Nosso mundo foi feito assim e parece que o deles também será. Isso infelizmente acontece numa época em que o bebê híbrido some para dar lugar ao fruto cilônico que pode perpetuar a raça máquinas sem a nave da Ressurreição. O jogo está virando, crenças foram abandonadas e nos corredores de Galactica é possível trombar com Laura Roslin correndo contra o tempo que ficou alienada a uma vã profecia. É hora de reconstruírem a história e faltam só 8 episódios! Que série maravilhosa!
Cotação Bruno Carvalho:
Episódio exibido em 23/01/2009 no Sci-Fi americano.

Se você procura os comentários da incrível estreia de LOST, fazemos a cobertura toda madrugada de quarta pra quinta, imediatamente após a exibição do episódio nos EUA. Clique aqui para conferir os comentários de 5×01: Because You Left e 5×02: The Lie! Não deixe também de mandar a sua opinião, comentários e teorias sobre a 5ª temporada da série, que é a penúltima!

Certamente notaram a ausência dos comentários sobre a 5ª hora de 24 aqui. Mas eu explico: a cada temporada, eu escolho algumas séries para seguir fora da Semana em Série, de forma que ela receba mais destaque. Assim, separarei um dia só pra falar das aventuras de Jack Bauer, assim como já faço com LOST! Ainda esta semana eu solto as minhas impressões sobre “7×05: 12:00pm-13:00pm“. E vocês, o que acharam dos episódios da semana passada e das estreias de United States of Tara e Lie to Me? Aguardo a opinião de todos os leitores, inclusive os que passam aqui diariamente e não comentam, ok?

Autor: Bruno Carvalho - Categoria(s): 30 Rock, A Semana em Série, Big Love, Damages, Fringe, Gossip Girl, Greys Anatomy, How I Met Your Mother, Lie to Me, The Big Bang Theory, The Office, United States of Tara Tags: , , , , , , , , , ,
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