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	<title>LiGado em Série, com Bruno Carvalho &#187; semana</title>
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	<description>o blog de séries e TV do iG!</description>
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		<title>A Semana em Série</title>
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		<pubDate>Thu, 26 Nov 2009 02:01:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Carvalho</dc:creator>
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Dexter (4x08: Road Kill): Este foi mais um high score para Dexter, que continua numa sequência absurda de ótimos episódios. Aproximando-se ainda mais de Trinity, vimos o quão especialista Morgan é em despertar o lado negro de seus rivais - algo que já acontecera com o Ice Truck Killer, Lyla, Doakes e, mais recentemente, Miguel [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify"><img class="alignnone size-full wp-image-6631" src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/alerta15.jpg" alt="Alerta de Spoiler - Brasil" width="489" height="20" /><br />
<img class="alignleft size-full wp-image-9671" src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2009/10/bdexter.jpg" alt="bdexter" width="165" height="100" /><strong>Dexter (4&#215;08: Road Kill)</strong>: Este foi mais um <em>high score</em> para <strong>Dexter</strong>, que continua numa sequência absurda de ótimos episódios. Aproximando-se ainda mais de Trinity, vimos o quão especialista Morgan é em despertar o lado negro de seus rivais &#8211; algo que já acontecera com o Ice Truck Killer, Lyla, Doakes e, mais recentemente, Miguel Prado. Parece que após anos escondendo sua fachada obscura do mundo ele sabe justamente o que é preciso para pisar nos calos alheios. E ao contrário de todos os antagonistas revelados acima, o sinistro assassino não apenas é a figura mais ambígua e interessante, como também a mais amedrontadora. Não se sabe o que esperar da personalidade quase bipolar cuidadosamente criada pelo talentoso John Lithgow, pois Trinity é capaz de mudar de forma abrupta como se um interruptor fosse ligado ou desligado. Mas eis que o terceiro ato do episódio chega e Dexter, com todo o trabalho que teria pronto pra ser executado com ele assistindo de camarote, resolve impedir o suicídio do psicopata &#8211; inevitavelmente tornando-o mais forte. Controversa a decisão impetuosa dele, não? Confesso que levei certo tempo para aceitar isso, já que aquele pulo para a morte significaria sim que Trinity morreria pelas ação de Dexter. Contudo, não seria de acordo com o <em>ritual</em> de plásticos, fotos e sangue que ele <em>precisa</em> fazer. Seria prático, mas longe do ideal. Ei, cada um com a sua loucura&#8230;<br />
<strong>Cotação Bruno Carvalho</strong>: <img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star121.jpg" alt="" /><img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star121.jpg" alt="" /><img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star121.jpg" alt="" /><img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star121.jpg" alt="" /></p>
<p style="text-align: justify"><img class="alignleft size-full wp-image-9673" src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2009/10/bhouse.jpg" alt="bhouse" width="165" height="100" /><strong>House (6&#215;07: Teamwork)</strong>: House está com a sua licença médica de volta, o que significa também que ele retorna para o posto de comandante do &#8220;navio&#8221; de diagnósticos, decidindo a seu bel prazer o rumo que irá tomar. E se tem uma coisa que ele sabe fazer muito bem é manipular as pessoas, ainda mais quando isso é para atender seus interesses diretos ou indiretos. House precisa de uma equipe para realizar bem o seu trabalho e quando há uma disfunção ou baixa, ele entra em ação. Culpando o &#8220;bom doutor&#8221; pela corrupção de seu marido, Cameron abriu mão de seu trabalho e de seu relacionamento ao passo que Thirteen e Taub foram praticamente coagidos a retornar fazendo sacrifícios pessoais. É claro que no fim das contas cada um agiu com livre arbítrio, mas também é certo que a reorganização da equipe teve um empurrãozinho da bengala de House. O caso da semana, assim como os últimos, andam dando muito pouco o que repercutir, o que eu acho bom. House é muito mais uma série sobre relacionamentos e comportamento humano do que um mero e episódico drama médico.<br />
<strong>Cotação Bruno Carvalho</strong>: <img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star121.jpg" alt="" /><img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star121.jpg" alt="" /><img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star121.jpg" alt="" /><img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star121.jpg" alt="" />
</p>
<p style="text-align: justify"><img class="aligncenter size-full wp-image-9925" src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2009/11/comment1186.jpg" alt="comment1186" width="660" height="170" /></p>
<p style="text-align: justify"><img class="alignleft size-full wp-image-9666" src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2009/10/bgreys.jpg" alt="bgreys" width="165" height="100" /><strong>Grey&#8217;s Anatomy (6&#215;10: Holidaze)</strong>: Shonda Rhimes fugiu do óbvio  com um episódio de fim de ano com todas as festas de uma só vez, o que se revelou bastante intrigante. E finalmente Miranda Bailey foi o centro da narrativa que contou um pouco mais sobre sua vida pós-divórcio e as dificuldades em lidar com seu rigoroso e exigente pai. Embora eu tenha achado o discurso dele um pouco pedante e exagerado, sua intolerância com as decisões da filha serviram de escada para Chandra Wilson mostrar seu incrível talento como atriz. Contudo, não gostei da forma com que Sloane descobriu que é pai de uma garota de 18 anos. O roteiro abordou a situação de forma rasa e pouco crível, principamente nas cenas que deveriam mostrar o decurso temporal de mais de um mês. De toda forma, o drama conseguiu contar com muita sensibilidade as histórias dos pacientes que ficaram no &#8220;limbo&#8221; durante este período, contando tão-somente com o apoio e dedicação destes cirurgiões que na maioria das vezes anulam suas próprias vidas em prol do hospital. Isso é algo louvável e que não deve ser reprimido como o pai de Bailey fez. Contudo, a imagem do Chief completamente bêbado e sozinho no bar revela um terrível contraponto das consequências que esta vida pode trazer.<br />
<strong>Cotação Bruno Carvalho</strong>: <img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star121.jpg" alt="" /><img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star121.jpg" alt="" /><img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star121.jpg" alt="" /><img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star121.jpg" alt="" /><img class="alignnone size-full wp-image-8421" src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2009/01/starhalf.jpg" alt="Half Star" width="20" height="14" /></p>
<p style="text-align: justify"><img class="alignleft size-full wp-image-9009" src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2009/04/boffice.jpg" alt="boffice" width="165" height="100" /><strong>The Office (6&#215;09: Murder; 6&#215;10: Shareholders Meeting)</strong>: A crescente, porém ainda latente rivalidade entre Jim e Michael está fazendo muito bem a <strong>The Office</strong> e com a notícia de que a Dunder Mufflin pode entrar em procedimento de falência, cada um dos co-gerentes decidiu adotar diferentes estratégias para lidar com a situação. Enquanto Jim resolveu esperar o desenrolar da história, Michael &#8211; com uma de suas ideias tontas que no final se mostram geniais &#8211; pôs a turma pra brincar de &#8220;Detetive&#8221; para distraí-los. E no meio do jogo que envolvia uma certa ridicularização politicamente incorreta com o povo do Sul dos EUA, foi Creed quem roubou a cena com uma rápida, sinistra e divertidíssima aparição. Já em <em>Shareholders Meeting</em>, Michael foi convidado para a conferência de contenção de estragos da companhia em Nova York. Contudo, o episódio que teve lá os seus bons momentos poderia ter ido mais além e dado à Michael ou Oscar o trunfo de ajudar (ainda que sem querer) a salvar a empresa do vermelho. Isso era o que eu <em>queria</em> ver, admito, já que a falta de foco, covardia e estupidez dos rapazes é muito mais coerente com suas personagens.<br />
<strong>Cotação Bruno Carvalho</strong>: <img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star121.jpg" alt="" /><img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star121.jpg" alt="" /><img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star121.jpg" alt="" /><img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star121.jpg" alt="" />
</p>
<p style="text-align: justify">Ainda nesta semana, comentários de <strong>V, The Good Wife, 30 Rock, Glee</strong> e <strong>Friday Night Lights!</strong></p>
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		<title>A Semana em Série</title>
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		<pubDate>Fri, 20 Nov 2009 12:54:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Carvalho</dc:creator>
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House (6x06: Known Unknowns): OK, sabemos que esta temporada de House está focando menos nos pacientes, motivo pelo qual os casos estão necessariamente mais desinteressantes para permitir que o público preste mais atenção no que anda acontecendo com House, Wilson, Foreman, Chase, Cameron e, claro, Cuddy. Mas sinceramente, o imbróglio do tão aguardado envolvimento entre [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify"><img class="alignnone size-full wp-image-6631" src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/alerta15.jpg" alt="Alerta de Spoiler - Brasil" width="489" height="20" /><br />
<img class="alignleft size-full wp-image-9673" src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2009/10/bhouse.jpg" alt="bhouse" width="165" height="100" /><strong>House (6&#215;06: Known Unknowns)</strong>: OK, sabemos que esta temporada de <strong>House</strong> está focando menos nos pacientes, motivo pelo qual os casos estão necessariamente mais desinteressantes para permitir que o público preste mais atenção no que anda acontecendo com House, Wilson, Foreman, Chase, Cameron e, claro, Cuddy. Mas sinceramente, o imbróglio do tão aguardado envolvimento entre o médico rabugento e a gerente do hospital está longe de empolgar. Aliás, vou além e digo que este foi um dos episódios mais maçantes de toda a série. O que salvou em parte foi ver a revelação de Chase para Cameron sobre a morte do tirano, mas ainda assim eu esperava que o episódio fosse desenvolver algo mais intenso, em vez de encerrar-se com um anti-clímax. Talvez este seja o início de uma excelente <em>storyline</em>, mas por enquanto deixou a desejar.<br />
<strong>Cotação Bruno Carvalho</strong>: <img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star121.jpg" alt="" /><img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star121.jpg" alt="" /><img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star121.jpg" alt="" /></p>
<p style="text-align: justify"><img class="alignleft size-full wp-image-9670" src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2009/10/bcalifornication1.jpg" alt="bcalifornication" width="165" height="100" /><strong>Californication (3&#215;06: Glass Houses; 3&#215;07: So Here&#8217;s the Thing)</strong>: Finalmente <strong>Californication</strong> engenou numa história que, apesar de clichê, deu uma boa movimentada na série. Como sempre Hank aprontou, só que desta vez aproveitando que Karen estava em outro CEP, o sujeito passou dos limites e enfeitiçou três mulheres completamente diferentes. Mas com a decisão da família Moody morar em Nova York (o que sabemos que, eventualmente, não vai colar), o doidão teve que sair por aí pra tentar apagar os diversos focos de incêndio que iniciou. A tarefa, por óbvio, se mostrou comicamente mais complicada do que o normal rendendo os melhores momentos da temporada. Todas querem Hank e ele quer todas e quero só ver o que vai dar tudo isso. Com <em>fillers</em> ou não, <strong>Californication</strong> é sempre um ótimo e prazeroso passatempo.<br />
<strong>Cotação Bruno Carvalho</strong>: <img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star121.jpg" alt="" /><img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star121.jpg" alt="" /><img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star121.jpg" alt="" /><img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star121.jpg" alt="" /></p>
<p style="text-align: justify"><img class="alignleft size-full wp-image-9396" src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2009/09/bglee.jpg" alt="bglee" width="165" height="100" /><strong>Glee (1&#215;09: Wheels)</strong>: Fugindo um pouco do que acontece &#8220;dentro&#8221; da tela, eu fico indignado quando tais &#8220;grupos representativos&#8221; de alguma minoria utilizam algo extremamente inofensivo para chamarem atenção. E mesmo fazendo um episódio dedicado à evidenciar as dificuldades que deficientes físicos passam no dia a dia, sem tornar-se pedante ou exageradamente complacente, a associação que representa os portadores de deficiência móvel se prostaram contra a série apenas porque o ator que interpreta o cadeirante, na realidade, não é um. Ora, gente, isso é uma série e a escolha dele foi feita basicamente de acordo com critérios artísticos. Sobre o episódio em si, foi bom que eles avançaram um pouco sobre o campeonato em que o grupo Glee participará (ora, pelo menos já resolveram a questão do transporte), mas o que chamou a atenção não foram nem os números musicais ou o experimento &#8220;social&#8221; do Sr. Schuester. A grande lição, quem diria, veio de Sue Sylvester. Sempre impiedosa com tudo e com todos, já estávamos esperando o pior quando uma portadora de Síndrome de Down foi fazer o teste para ser uma de suas líderes de torcida. Ela também não foi condescendente (como a maioria) e tratou-a como uma pessoa normal, como deveria ser tratada. Tal sensibilidade, como vimos, decorre de família, já que ela tem uma irmã em situação semelhante. <strong>Glee</strong> se sobressaiu neste episódio, justo este que fora injustamente atacado.<br />
<strong>Cotação Bruno Carvalho</strong>: <img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star121.jpg" alt="" /><img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star121.jpg" alt="" /><img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star121.jpg" alt="" /><img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star121.jpg" alt="" /><img style="border: 0px initial initial" src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2009/01/starhalf.jpg" alt="Half Star" width="20" height="14" /></p>
<p style="text-align: justify"><img class="alignleft size-full wp-image-9868" src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2009/11/bfnl.jpg" alt="bfnl" width="165" height="100" /><strong>Friday Night Lights (4&#215;03: In the Skin of a Lion)</strong>: Buddy Garrity sempre foi uma das figuras que mais gosto em Friday Night Lights. Com uma aparência imponente e traços fortes, é difícil imaginar à princípio que ali está um homem tão bom, justo e apaixonado pelo futebol. E se tem uma coisa que se destaca nesta série é a paixão que personagens como esta exalam. Seja o treinador Taylor por seu time, a diretora Tammy pela justiça e até o pacato Matt Saracen por sua debilitada avó. Mas um dos pontos altos já deste início foi o discurso cândido e merecido de Buddy aos &#8220;colegas&#8221; que só pensam no trunfo dos Panthers às custas da humilhação de Taylor. Foi naquele momento, cercado de gente falsa e com propósitos escusos como o de John McCoy que ele percebeu que o que importa não é a afiliação a um nome ou um emblema e sim àqueles que estão e sempre estiveram apoiando-o. <strong>Friday Night Lights</strong> vem apresentando mais um início de temporada consistente e emocionante como poucos dramas sabem fazer hoje em dia.<br />
<strong>Cotação Bruno Carvalho</strong>: <img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star121.jpg" alt="" /><img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star121.jpg" alt="" /><img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star121.jpg" alt="" /><img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star121.jpg" alt="" /><img class="alignnone size-full wp-image-8421" src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2009/01/starhalf.jpg" alt="Half Star" width="20" height="14" /></p>
<p style="text-align: justify"><img class="alignleft size-full wp-image-9901" src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2009/11/bv.jpg" alt="bv" width="165" height="100" /><strong>V (1&#215;02: There is no Normal Anymore)</strong>: Muita coisa mudou do piloto de <strong>V</strong> com relação a este segundo episódio, algumas pra melhor e outras pra pior. O que melhorou foi o ritmo que deixou de ser atropelado, permitindo que o espectador possa digerir o que está vendo com mais calma. Por outro lado, o desenvolvimento das personagens (fundamental para o bom estabelecimento de qualquer série) ainda está aquém do ideal, investindo pouco na história da protagonista Erica ou de coadjuvantes como o repórter Chad. Além de termos a visão global da &#8220;invasão&#8221;, que está sendo muito bem conduzida através de <em>flashes</em> das naves ao redor do planeta, a série precisa trazer o ponto de vista pessoal para que o público se conecte. Figuras como o padre que não parece padre não ajudam e só servem para criar antipatia. E ao passo que o caso de Morris, o ET do bem, empolga ao vermos que sua família está em risco, o tal romancezinho entre o filho mala de Erica com a &#8220;embaixadora&#8221; loirinha ultrapassa todos os clichês. O <em>cliffhanger</em> foi apenas adequado, pois deu a entender que <strong>V</strong> poderá copiar a fórmula da ressurreição de <strong>Battlestar Galactica</strong>. Espero que eu esteja errado.<br />
<strong>Cotação Bruno Carvalho</strong>: <img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star121.jpg" alt="" /><img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star121.jpg" alt="" /><img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star121.jpg" alt="" /><img class="alignnone size-full wp-image-8421" src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2009/01/starhalf.jpg" alt="Half Star" width="20" height="14" /></p>
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		<title>A Semana em Série</title>
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		<pubDate>Thu, 19 Nov 2009 02:01:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Carvalho</dc:creator>
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How I Met Your Mother (5x06: Bagpipes; 5x07: The Rough Patch): Estes últimos dois episódios de How I Met Your Mother desenvolveram e encerraram muito bem o arco do romance entre Robin e Barney sem deixar que a coisa ficasse desgastada, como acontece com muitas séries. Trazendo à tona os problemas em Bagpipes, a comédia [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify"><img class="alignnone size-full wp-image-6631" src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/alerta15.jpg" alt="Alerta de Spoiler - Brasil" width="489" height="20" /><br />
<img class="alignleft size-full wp-image-8989" src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2009/04/bmother.jpg" alt="bmother" width="165" height="100" /><strong>How I Met Your Mother (5&#215;06: Bagpipes; 5&#215;07: The Rough Patch)</strong>: Estes últimos dois episódios de <strong>How I Met Your Mother</strong> desenvolveram e encerraram muito bem o arco do romance entre Robin e Barney sem deixar que a coisa ficasse desgastada, como acontece com muitas séries. Trazendo à tona os problemas em <em>Bagpipes</em>, a comédia rapidamente pulou para o inevitável término do relacionamento do casal que tenta, mas não consegue ser <em>cool</em> quando está junto. E foi no excelente <em>The Rough Patch</em> que vimos o calvário dos dois para perceber o quanto faziam mal um ao outro, mas sem perder o bom humor de costume, já que Barney engordou horrores (exageradamente sob o ponto de vista do Ted futuro, claro) e Robin virou uma baranga totalmente sem noção. Eu já disse várias vezes e repito que <strong>How I Met Your Mother </strong>sempre se sobressai quando faz uma crônica inteligente sobre os diversos aspectos da vida. Show!<br />
<strong>Cotação Bruno Carvalho</strong>: <img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star121.jpg" alt="" /><img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star121.jpg" alt="" /><img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star121.jpg" alt="" /><img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star121.jpg" alt="" /></p>
<p style="text-align: justify"><img class="alignleft size-full wp-image-9648" src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2009/10/bteory.jpg" alt="bteory" width="165" height="100" /><strong>The Big Bang Theory (3&#215;06: The Cornhusker Vortex; 3&#215;07: The Guitarrist Amplification)</strong>: Eu continuo achando que explorar o &#8220;relacionamento&#8221; entre Leonard e Penny no fim não faz bem pra <strong>The Big Bang Theory</strong>, justamente porque os dois juntos não convencem por nada. Assim, depois de cada episódio, seja quando a moça convida toda a galera pra ver futebol ou quando um amigo guitarrista está pra dividir apartamento com ela, a suposta ameaça que isso traria a Leonard não atinge o objetivo proposto (fora a química quase negativa dos intépretes John Galecki e Kaley Cuoco). Eu não me importo com o que vai ocorrer com eles e exatamente por isso acho que a comédia deveria focar mais no universo <em>geek</em> dos protagonistas do que em um romance desinteressante. A nota alta (costume nesta série), por enquanto, fica pra próxima.<br />
<strong>Cotação Bruno Carvalho</strong>: <img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star121.jpg" alt="" /><img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star121.jpg" alt="" /><img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star121.jpg" alt="" /></p>
<p style="text-align: justify"><img class="alignleft size-full wp-image-9665" src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2009/10/bgoodwife.jpg" alt="bgoodwife" width="165" height="100" /><strong>The Good Wife (1&#215;07: Unorthodox)</strong>: A ideia de uma justiça mais &#8220;flexível&#8221; e mutável é característica do <em>common law</em> adotado pelos EUA, onde não apenas a legislação é fonte do Direito, mas também as decisões de tribunais chamadas de precedentes. No Brasil não temos isso enraizado desta forma e por isso algumas situações em <strong>The Good Wife</strong> podem parecer forçadas, mas não são. E foi em um caso bastante inortodoxo que Alicia precisou desmascarar uma farsa que visava extorquir judeus ortodoxos. Estes, por obedecerem o <em>shabath</em> (período semanal em que os fieis estão proibidos de realizar qualquer tipo trabalho), supostamente causaram danos físicos a uma senhora por se absterem de consertar um fio que passava em sua propriedade. Nasceu aí uma interessante discussão jurídica sobre qual seria a lei prevalescente: o princípio constitucional de liberdade ao credo ou o dever de indenizar pelo ato culposo de acordo com a Lei civil. Apesar de muito bem conduzido como o anterior, o episódio pecou em seu ato final por evitar o debate, vertendo o caso mais uma vez para o lado &#8220;investigativo&#8221;. É aí que <strong>The Good Wife</strong> perde parte de seu charme, como se seus autores desistissem de concluir qual seria o caminho adotado para resolver a questão no tribunal. Fora isso, o drama segue intrigante, ainda mais agora que o filho da boa esposa retomou a busca por verdades envolvendo a prisão do pai. Tem uma boa história aí&#8230;<br />
<strong>Cotação Bruno Carvalho</strong>: <img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star121.jpg" alt="" /><img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star121.jpg" alt="" /><img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star121.jpg" alt="" /><img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star121.jpg" alt="" /></p>
<p style="text-align: justify"><img class="alignleft size-full wp-image-9676" src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2009/10/bflash.jpg" alt="bflash" width="165" height="100" /><strong>FlashForward (1&#215;08: Playing Cards With Coyote)</strong>: <em>Ótimo! Genial! Espetacular!</em> Eu simplesmente <em>adorei</em> a ideia que os produtores de <strong>FlashForward</strong> tiveram de fazer o <strong>pior</strong> episódio da série até agora. Ora, isso significa que, uma vez no fundo do poço, eles só tendem a subir e melhorar, (ou não?)! Começando com mais um &#8220;clipe musical&#8221; totalmente inadequado, <em>Playing Cards With Coyote</em> chegou ao cúmulo de mostrar uma cena onde os supostos responsáveis pelo apagão de todo o planeta decidem através de um jogo de cartas se vão ou não contar a verdade para o público (isso na frente dos outros jogadores e funcionários). Eu não sei o que ficou mais ridículo, se foi o canastrão Simon propondo a decisão do impasse no melhor estilo <strong>Cassino Royale</strong> ou se foi o até então coerente Lloyd aceitando o esdrúxulo &#8220;desafio&#8221;. Francamente não sei o que esperar mais de uma série que prometeu tanto e conseguiu fazer de tudo até agora, exceto cumprir o prometido: ser um bom drama de mistério. As histórias paralelas, então, como a da filha de Aaron que não morreu e a introdução de novos rostos a cada <em>finale</em> tornam essa bagunça cada vez mais maçante. Como eu falei, isso é bom, pois não vejo no meu <em>flashforward</em> como isso pode piorar. Do contrário, o futuro da série será tão inevitável quanto o daqueles que em 2010 não viram nada.<br />
<strong>Cotação Bruno Carvalho</strong>: <img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star121.jpg" alt="" /><img class="alignnone size-full wp-image-8421" src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2009/01/starhalf.jpg" alt="Half Star" width="20" height="14" />
</p>
<p style="text-align: justify">Ah, sim. <strong>Gossip Girl</strong> e <strong>Brothers &amp; Sisters</strong> deixam nossa cobertura semanal e passam para o <strong>Season Pass</strong>. A primeira porque simplesmente desandou muito nos últimos capítulos e a segunda, apesar de eu gostar muito, anda rendendo pouco assunto para repercutir (ou querem que eu discorra sobre a ceninha &#8220;Laços de Família&#8221; de Kitty Walker e seu câncer?). Aí podem perguntar:  &#8221;mas <strong>FlashForward</strong> sempre recebe críticas negativas e continua, qual o critério?&#8221; Ora, o critério é subjetivo e julgo que mesmo ruim, o drama do apagão rende muito mais assunto (ainda que negativo), de forma que as resenhas não soam vazias. De qualquer forma, continuarei acompanhando todas as séries que &#8220;cancelo&#8221; aqui e mais pra frente falamos delas quando as pausas começarem, ok? Aguardo o seu comentário e amanhã tem a segunda parte!</p>
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		<title>A Semana em Série</title>
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		<pubDate>Fri, 13 Nov 2009 02:01:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Carvalho</dc:creator>
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		<description><![CDATA[
Fringe (2x06: Earthling): Depois de longas semanas, Fringe retorna com mais um episódio fenomenal! Ora, e daí se não falaram nada da conspiração, de William Bell e de outras dimensões? Somente aquela cena inicial com o marido preparando uma surpresa para a mulher já valeu de tão assustadora. E que surpresa, não? O sujeito fora [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify"><img class="alignnone size-full wp-image-6631" src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/alerta15.jpg" alt="Alerta de Spoiler - Brasil" width="489" height="20" /><br />
<img class="alignleft size-full wp-image-9646" src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2009/10/bfringe.jpg" alt="bfringe" width="165" height="100" /><strong>Fringe (2&#215;06: Earthling)</strong>: Depois de longas semanas, <strong>Fringe</strong> retorna com mais um episódio fenomenal! Ora, e daí se não falaram nada da conspiração, de William Bell e de outras dimensões? Somente aquela cena inicial com o marido preparando uma surpresa para a mulher já valeu de tão assustadora. E que <em>surpresa</em>, não? O sujeito fora reduzido a pó por uma espécie de &#8220;entidade&#8221; que misteriosamente se movimentava como uma sombra ou um vulto. É fascinante não apenas a forma com que os casos são conduzidos &#8211; que como já disse aqui, consegue dar um tom de plausibilidade nos acontecimentos mais bizarros -, mas também pela invejável sintonia do elenco que vai ficando cada vez mais afiada. Além disso, <em>Earthlings</em> explorou, pela primeira vez, o lado pessoal do agente Broyles e ainda evidenciou que existe uma rixa latente entre o FBI e a CIA com relação às manifestações do padrão. O que a Central de Inteligência Americana esconde?  Sim, é claro que no final das contas o episódio empalideceu um pouco por não &#8220;conectar&#8221; tudo que vimos ao resto da trama, mas isso é questão de tempo como bem sabemos. E mesmo levemente pálida, <strong>Fringe</strong> brilha muito.<br />
<strong>Cotação Bruno Carvalho</strong>: <img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star121.jpg" alt="" /><img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star121.jpg" alt="" /><img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star121.jpg" alt="" /><img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star121.jpg" alt="" /></p>
<p style="text-align: justify"><img class="alignleft size-full wp-image-9666" src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2009/10/bgreys.jpg" alt="bgreys" width="165" height="100" /><strong>Grey&#8217;s Anatomy (6&#215;08: Invest in Love)</strong>: Se o episódio anterior de <strong>Grey&#8217;s Anatomy</strong> foi sobre paz e calmaria através do olhar de Sheppard, bem, este foi sobre conflitos. Desta vez o drama percorreu as dificuldades que os dias e noites vivendo em função do hospital frequentemente trazem na vida dos casais (que também foram formados lá). Existem os que separam os sentimentos deixando-os do lado de fora da sala de operações e os que apenas dizem que fazem isso. Isso acontece com Yang e Hunt, respectivamente, pois bastou a moça contestar seu companheiro durante um procedimento e &#8220;voar <em>solo</em>&#8220;, que os problemas começaram a bater em sua porta. Mas quem vem se destacando muito nesta temporada é Arizona e este definitivamente foi o melhor episódio dela, ao enfrentar o inepto (e cada vez mais repugnante) Chief daquela forma, além de transmitir muito bem sua dedicação à ala de pediatria (em histórias contadas com muita sensibilidade pelos roteiristas). <strong>Grey&#8217;s Anatomy</strong> está sem querer (querendo?) adotando a estrutura narrativa similar à de <strong>LOST</strong>, que a cada semana concede uma atenção maior a determinada personagem e isso está sendo muito positivo. Parte, claro, em função das licenças de Ellen Pompeo e Katherine Heigl, mas isso é algo para Shonda Rhimes incorporar daqui pra frente. Mais um ótimo episódio!<br />
<strong>Cotação Bruno Carvalho</strong>: <img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star121.jpg" alt="" /><img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star121.jpg" alt="" /><img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star121.jpg" alt="" /><img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star121.jpg" alt="" /><img class="alignnone size-full wp-image-8421" src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2009/01/starhalf.jpg" alt="Half Star" width="20" height="14" /></p>
<p style="text-align: justify"><img class="alignleft size-full wp-image-9010" src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2009/04/b30rock.jpg" alt="" width="165" height="100" /><strong>30 Rock (4&#215;02: Into the Crevasse, 4&#215;03: Stone Mountain)</strong>: Todos os prêmios que <strong>30 Rock</strong> já levou são uma prova inequívoca do quanto esta série é genial. Mas tenho que confessar que após o ótimo início de temporada, a comédia deu uma leve caída nestes últimos <em>Into the Crevasse</em> e <em>Stone Mountain</em>, demonstrando pontuais sinais de &#8220;cansaço&#8221;. Sim, o roteiro continua afiado e com 1.249 piadas por cena, mas não sei&#8230; Falta alguma coisa! Essa de escalarem um novo comediante para o TGS não é das melhores <em>storylines</em> que Tina Fey criou, muito porque a existência deste programa virou mero pano-de-fundo na atração sobre as loucuras que ocorrem nos corredores da NBC. Estes episódios foram ruins? Nem de longe. Mas quem costumeiramente estabelece o nível tão alto como eles, acaba precisando surpreender o público e superar-se a cada semana. Por enquanto, os roteiristas estão fazendo &#8220;apenas&#8221; um bom trabalho. E isso está abaixo da capacidade de mentes tão insanamente criativas.<br />
<strong>Cotação Bruno Carvalho</strong>: <img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star121.jpg" alt="" /><img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star121.jpg" alt="" /><img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star121.jpg" alt="" /><img class="alignnone size-full wp-image-8421" src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2009/01/starhalf.jpg" alt="Half Star" width="20" height="14" />
</p>
<p style="text-align: justify"><em><span style="text-decoration: line-through">Acrescentarei depois as resenhas de </span></em><strong><em><span style="text-decoration: line-through">Friday Night Lights </span></em></strong><em><span style="text-decoration: line-through">e </span></em><strong><em><span style="text-decoration: line-through">The Office</span></em></strong><em><span style="text-decoration: line-through"> neste post. Volte em breve!</span></em></p>
<p style="text-align: justify"><img class="alignleft size-full wp-image-9009" src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2009/04/boffice.jpg" alt="boffice" width="165" height="100" /><strong>The Office (6&#215;07: Koi Pond; 6&#215;08: Double Date)</strong>: Não há como repreender <strong>The Office</strong>, mesmo quando um episódio não é sensacional como costumeiramente é. <em>Koi Pond</em> touxe um caso isolado, mas divertido, quando descobrimos que Jim evitou de salvar Micharl de cair no laguinho de peixes do cliente, fazendo com que o ocorrido abrisse as portas de mais um trauma na vida do gerente da Dunder Mufflin Scranton, o do <em>bullying</em> que ele sofrera durante sua juventude. Mas foi em <em>Double Date</em> que as coisas realmente esquentaram quando a frivolidade de Michael passou dos limites, já que ele dispensou a mãe de Pam no dia do aniversário dela, pois descobriu que ela é quase uma &#8220;sessentona&#8221;. <strong>The Office</strong> sempre deixa claro a pluridimensionalidade de suas personagens, já que em duas semanas descobrimos mais algumas facetas reprováveis nas personalidades de Jim, Michael e até de Pam. Isso no gênero comédia, que em grande parte depende da empatia do público com suas personagesns é algo corajoso. Adoro quando <strong>The Office</strong> resgata sua origem no humor britânico e genial de Ricky Gervais.<br />
<strong>Cotação Bruno Carvalho</strong>: <img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star121.jpg" alt="" /><img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star121.jpg" alt="" /><img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star121.jpg" alt="" /><img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star121.jpg" alt="" /></p>
<p style="text-align: justify"><strong><img class="alignleft size-full wp-image-9868" src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2009/11/bfnl.jpg" alt="bfnl" width="165" height="100" />Friday Night Lights (4&#215;02: After the Fall)</strong>: Irrepreensível. Essa palavra resume bem <strong>Friday Night Lights</strong> que emendou mais um ótimo episódio! Depois de entregar o jogo, era inevitável que o treinador Taylor sofreria uma enorme represália não só da metade &#8220;Lion&#8221; de Dillon, mas também dos próprios jogadores que não tiveram sequer a oportunidade de terminar o jogo. E se antes o trabalho de entrar no campeonato para brigar era difícil, agora a situação ficou praticamente impossível. Felizmente sabemos que &#8220;impossível&#8221; é apenas o almoço de Eric Taylor. Do outro lado da cidade os problemas emergiram com o tal &#8220;conselho&#8221; Panther e a briga travada por Tammy e o treinador McCoy. E assim como seu marido, a forte diretora não é de deixar nada barato e não tem a menor ressalva em comprar briga com os peixes grandes. Mas o melhor de <em>After the Fall</em> foi nos recolocar na posição de espectadores da luta pela ascensão dos <em>underdogs</em>, assim como aconteceu na primeira temporada. Mas em vez de simplesmente repetir a &#8220;fórmula do sucesso&#8221;, o drama de Peter Berg consegue ir sempre além, superando seus próprios obstáculos à medida em que cresce narrativamente e mantém-se como uma das melhores produções da temporada no ar. Palmas!<br />
<strong>Cotação Bruno Carvalho</strong>: <img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star121.jpg" alt="" /><img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star121.jpg" alt="" /><img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star121.jpg" alt="" /><img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star121.jpg" alt="" /><img class="alignnone size-full wp-image-8421" src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2009/01/starhalf.jpg" alt="Half Star" width="20" height="14" /></p>
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		<title>A Semana em Série</title>
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		<pubDate>Mon, 09 Nov 2009 02:01:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Carvalho</dc:creator>
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		<description><![CDATA[
Dexter (4x05: Dirty Harry): A situação fugiu do controle, os ânimos estão à flor da pele e a polícia de Miami vive uma de suas maiores crises desde o caso Bay Harbor Butcher. A morte de Frank Lundy trouxe ainda mais imediatismo num clima que beirava o insuportável graças à audácia do animalesco Trinity. Abro [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify"><img class="alignnone size-full wp-image-6631" src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/alerta15.jpg" alt="Alerta de Spoiler - Brasil" width="489" height="20" /><br />
<img class="alignleft size-full wp-image-9671" src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2009/10/bdexter.jpg" alt="bdexter" width="165" height="100" /><strong>Dexter (4&#215;05: Dirty Harry)</strong>: A situação fugiu do controle, os ânimos estão à flor da pele e a polícia de Miami vive uma de suas maiores crises desde o caso <em>Bay Harbor Butcher</em>. A morte de Frank Lundy trouxe ainda mais imediatismo num clima que beirava o insuportável graças à audácia do animalesco <em>Trinity</em>. Abro aqui mais um parêntesis para elogiar a fenomenal performance de John Lithgow, que consegue nos instigar e assustar ao mesmo tempo. Afinal, o que motiva o sangrento ritual desse sujeito e, o que é pior, como ele consegue disfarçar tão bem? Como Dexter testemunhou, ele aparentemente tem uma vida pacata com família e tudo mais. &#8220;Mas Dexter também tem&#8221;, podem argumentar. Claro, mas nós sabemos o quão difícil é para o justiceiro que segue o Código de Harry e mata pelo &#8220;bem&#8221;, sendo colocado contra a parede por tudo e por todos. Os segredos começam a emergir: quem não pulou da poltrona quando viu Rita ao lado da mala que nós conhecemos tão bem? O cerco está fechando e a temporada que nem na metade está vai ficando cada vez mais eletrizante. <strong>Dexter</strong> continua em seu nível próprio, acima de todas as produções atuais.<br />
<strong>Cotação Bruno Carvalho</strong>: <img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star121.jpg" alt="" /><img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star121.jpg" alt="" /><img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star121.jpg" alt="" /><img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star121.jpg" alt="" /><img class="alignnone size-full wp-image-8421" src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2009/01/starhalf.jpg" alt="Half Star" width="20" height="14" /></p>
<p style="text-align: justify"><img class="alignleft size-full wp-image-9667" src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2009/10/bgossip.jpg" alt="bgossip" width="165" height="100" /><strong>Gossip Girl (3&#215;07: How to Succeed in Bassness, 3&#215;08: The Grandfather, Part II)</strong>: Adolescentes despreparados lidando com negócios e política. Sério? É assim que <strong>Gossip Girl</strong> pretende se reerguer do fiasco que está sendo esta 3ª temporada? Duas semanas e dois episódios fraquíssimos abaixo até mesmo da média já baixa dos anteriores. Em <em>How to Succeed in Bassness</em> tivemos que ver a desconstrução de Blair Walforf, personagem de gênio forte, se transformar numa verdadeira bocó, sem contar nas traminhas bobas que colocam a família Humphrey. Jenny já não convence mais com aquela brincadeirinha de &#8220;hierarquia da escada&#8221; e Rufus vestido de Joey Ramone fazendo referências pop a Lady Gaga não é nada <em>cool</em>. <strong>Gossip Gir</strong>l perdeu o ritmo com o excesso de historinhas paralelas, como vimos no desinteressante <em>The Grandfather, Part II</em>. Poxa, a gente já não dá a mínima pro Nate e vai ligar pra eleiçãozinha de congressista local do primo dele? <em>Who cares</em> se ele ganhou ou perdeu ou se o documentário da podre da Vanessa foi vendido ou não? A série começa com estes casinhos pela metade, desenvolve-os mal e no fim vimos que um episódio inteiro passou e não aconteceu absolutamente nada! Não vou nem comentar sobre o romancezinho de Dan com Olivia, porque vou deixar pra falar mais sobre isso na próxima resenha (os que sabem do <em>spoiler</em> entenderão porque). A audiência abaixo dos 2 milhões nos EUA não me deixa mentir. Desse jeito não dá&#8230;<br />
<strong>Cotação Bruno Carvalho</strong>: <img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star121.jpg" alt="" /><img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star121.jpg" alt="" />
</p>
<p style="text-align: justify"><img class="aligncenter size-full wp-image-9833" src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2009/11/comment1176.jpg" alt="comment1176" width="660" height="180" /></p>
<p style="text-align: justify"><img class="alignleft size-full wp-image-9668" src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2009/10/bsisters.jpg" alt="bsisters" width="165" height="100" /><strong>Brothers &amp; Sisters (4&#215;05: Last Tango in Pasadena, 4&#215;06: Zen &amp; the Art of Making Mole)</strong>: Eu fazia maratonas com as primeiras temporadas de <strong>Brothers &amp; Sisters</strong> como se não houvesse amanhã. Consumia episódio atrás de episódio noites adentro e já cheguei a comparar esta série à minha favorita de todos os tempos, <strong>Six Feet Under</strong>. Por isso não consigo conceber o que está acontecendo com o drama nesta 4ª temporada. Minha maior preocupação quando assisto um novo capítulo é o de tentar permanecer acordado. Juro. Onde estão as surpresas? Os segredos? A adrenalina que os encontros, desencontros e intrigas da família Walker causavam? Pelo visto acabou. Nem mesmo a volta da sempre excelente Sarah mudou o marasmo que está a série. Não consigo me entreter com o &#8220;alvoroço&#8221; causado pelo tal namoradinho francês da balzaquiana e muito menos com o casal insuportável Kevin e Scotty e esse lance da adoção. Dois episódios inteiros se passaram e o máximo que aconteceu foi Ryan tentando passar a perna na Ojai. De fato, somente Holly Harper anda conseguindo empolgar, ainda mais depois da forma com que ela recusou a compra de suas ações, mesmo falida. <strong>Brothers &amp; Sisters</strong> perdeu o seu dinamismo e a sagacidade de seu roteiro que costumava ser muito, mas muito mais inspirado. Tomara que recuperem logo, pois hoje a série não é um terço do que já foi.<br />
<strong>Cotação Bruno Carvalho</strong>: <img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star121.jpg" alt="" /><img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star121.jpg" alt="" /><img class="alignnone size-full wp-image-8421" src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2009/01/starhalf.jpg" alt="Half Star" width="20" height="14" /></p>
<p style="text-align: justify"><img class="alignleft size-full wp-image-9676" src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2009/10/bflash.jpg" alt="bflash" width="165" height="100" /><strong>FlashForward (1&#215;06: Scary Monsters and Super Creeps, 1&#215;07: The Gift)</strong>: Uau! Quando eu achava que pior não dava pra ficar, <strong>FlashForward</strong> me coloca uma constrangedora cena inicial com o tal Simon, que nadou na canastrice e na vergonha alheia pelo ator Dominic Monagham. Mais uma semana e a série continua falhando em estabelecer sua curiosa premissa e perde tempo com situações dispensáveis envolvendo as personagens menos carismáticas da TV. O que salvou em <em>Scary Monsters and Super Creeps</em> foi aquele encontro entre Mark e o futuro namorado de sua esposa, mas isso ainda não é suficiente para que o drama engrene. Até mesmo os <em>cliffhangers</em> agora estão repetidos! Simon aparece para Lloyd falando mais uma vez sobre o que eles &#8220;fizeram&#8221; (fora a trilha-sonora completamente inadequada nos momentos mais tensos). Ok, então tudo foi um experimento de alguma organização secreta. É o máximo que conseguem fazer? Felizmente as coisas melhoraram um pouco no episódio <em>The Gift</em>, mas não me refiro àquele grupo de pessoas que não viram <em>flashforward</em> e decidiram criar um &#8220;clube da morte&#8221;. Falo da importante implicação que o suicídio do agente pode trazer para a trama, indicando que o futuro pode sim ser modificado. Pelo que vimos da cena final, inclusive, esta é a tendência. Ainda não dá pra ficar completamente satisfeito com <strong>FlashForward</strong> como aconteceu após o piloto, mas o caminho é esse. O público precisa ser surpreendido e parar de ser enrolado. Ganharam uma estrela comigo.<br />
<strong>Cotação Bruno Carvalho</strong>: <img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star121.jpg" alt="" /><img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star121.jpg" alt="" /><img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star121.jpg" alt="" /></p>
<p style="text-align: justify"><img class="alignleft size-full wp-image-9665" src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2009/10/bgoodwife.jpg" alt="bgoodwife" width="165" height="100" /><strong>The Good Wife (1&#215;06: Conjugal)</strong>: Eu já explicitei aqui alguns problemas de<strong> The Good Wife</strong>, notadamente com relação aos casos jurídicos apresentados pela série que apenas &#8220;arranham&#8221; a superfície quando comparados com grandes séries de tribunal que já assistimos, especialmente <strong>Boston Legal</strong>. Mas com <em>Conjugal</em> a série acerta o ritmo e volta a ser aquele promissor drama apresentado no episódio piloto. Assumindo um caso como dativo, o escritório de Alicia resolveu ir mais à fundo na história de um condenado que supostamente cometeu latrocínio com um policial fora de serviço em uma loja de conveniência. Não bastasse isso, o acontecimento virou filme enquanto o sujeito encarava o corredor da morte. Desta vez o desenvolvimento da narrativa não foi simplório e arrastado, fluindo muito bem com a investigação sobre o procedimento cheio de erros que levou à prisão de um inocente por conta de perfil racial. Às vezes <strong>The Good Wife</strong> me lembra a finada <strong>Justice</strong>, mas sem a artificialidade e os exageros daquela produção. Pra melhorar, a história entre Alicia e seu ex-marido foi aprofundada com aquela inevitável visita conjugal, mas ainda assim espero que a vida pessoal dela fique mais em foco. Afinal, o drama é sobre ela, <em>a boa esposa</em>.<br />
<strong>Cotação Bruno Carvalho</strong>: <img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star121.jpg" alt="" /><img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star121.jpg" alt="" /><img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star121.jpg" alt="" /><img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star121.jpg" alt="" />
</p>
<p style="text-align: justify">A semana mal começou e ainda falarei de mais séries, incluindo a estreia de <strong>V</strong>. Aguardo os comentários de vocês abaixo, como sempre!</p>
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		<title>A Semana em Série</title>
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		<pubDate>Thu, 29 Oct 2009 02:01:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Carvalho</dc:creator>
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Dexter (4x04: Dex Takes a Holiday): Este episódio deve ter sido um banho de água fria nos críticos de ocasião que diziam que o drama estava desinteressante e arrastado. Ao contrário da maioria das produções, Dexter é escrita e produzida com muito cuidado e a prova da supremacia técnica e criativa está neste fantástico Dex [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify"><img class="alignnone size-full wp-image-6631" src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/alerta15.jpg" alt="Alerta de Spoiler - Brasil" width="489" height="20" /><br />
<img class="alignleft size-full wp-image-9671" src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2009/10/bdexter.jpg" alt="bdexter" width="165" height="100" /><strong>Dexter (4&#215;04: Dex Takes a Holiday)</strong>: Este episódio deve ter sido um banho de água fria nos críticos de ocasião que diziam que o drama estava desinteressante e arrastado. Ao contrário da maioria das produções, <strong>Dexter</strong> é escrita e produzida com muito cuidado e a prova da supremacia técnica e criativa está neste fantástico <em>Dex Takes a Holiday</em>, um dos melhores episódios de toda a série. Depois de mergulhá-lo num mar de encargos, tarefas e atribulações, o roteiro trouxe descanso ao nosso querido Morgan com a viagem de Rita e as crianças. Sozinho, o que não faltou foi um tempo pra matar. Literalmente. Obstinado em aproveitar o máximo de sua liberdade temporária, Dexter foi atrás de uma policial suspeita de ter assassinado toda sua família e inocentada pela falta de provas e pelo protecionismo dos membros da força com os seus. Mas um assassino facilmente conhece outro e após fazer sua meticulosa <em>due dilligence</em>, o <em>Dark Defender</em> chegou à inevitável conclusão de que ela realmente cometera o crime. Não antes, contudo, a série mostrou algumas das cenas mais angustiantes já vistas, pois a sagaz agente se revelou como um adversário acima da média dos <em>scumbags</em> usuais. E foi transformado no mensageiro da morte durante a execução da mulher que Dexter, perplexo e maravilhado, descobriu que possui um laço muito mais forte do que ele imaginava com Rita e as crianças. <em>Dex Takes a Holiday</em> não só evidenciou ainda mais os talentos de Michael C. Hall e Jennifer Carpenter, como ainda trouxe um dos melhores <em>cliffhangers</em> da temporada, com o ocorrido com Debra e Lundy. <strong>Dexter</strong> continua fenomenal como <em>sempre</em> foi.<br />
<strong>Cotação Bruno Carvalho</strong>: <img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star121.jpg" alt="" /><img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star121.jpg" alt="" /><img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star121.jpg" alt="" /><img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star121.jpg" alt="" /><img style="border: 0px initial initial" src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star121.jpg" alt="" /></p>
<p style="text-align: justify"><img class="alignleft size-full wp-image-9670" src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2009/10/bcalifornication1.jpg" alt="bcalifornication" width="165" height="100" /><strong>Californication (3&#215;04: Zoso, 3&#215;05: Slow Happy Boys)</strong>: O quarto episódio desta temporada de <strong>Californication</strong> foi abaixo da média, engrenando somente em seus instantes finais quando as três mulheres que Hank recentemente &#8220;pegara&#8221; estavam em sua sala de aula na universidade. Pouca coisa aconteceu e os problemas que ele vem enfrentando com Becca não foram bem desenvolvidos. Mas as coisas melhoraram e muito em <em>Slow Happy Boys</em> com a viagem da filha e concomitante chegada de um antigo amigo de Moody. Orgia vai, orgia vem, acontece que a vida do cara fica mais complicada a cada minuto e, apesar deste ter sido mais um <em>filler</em>, <strong>Californication</strong> acaba divertindo, ainda mais agora que retomaram a história do simpático Charlie e sua luta para reconquistar sua mulher. O problema é que o cara não dá uma dentro&#8230; A coisa vai esquentar com o retorno de Karen e quero só ver como ele vai sair de todas em que se meteu!<br />
<strong>Cotação Bruno Carvalho</strong>: <img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star121.jpg" alt="" /><img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star121.jpg" alt="" /><img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star121.jpg" alt="" /></p>
<p style="text-align: justify"><img class="alignleft size-full wp-image-9666" src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2009/10/bgreys.jpg" alt="bgreys" width="165" height="100" /><strong>Grey&#8217;s Anatomy (6&#215;06: I Saw What I Saw)</strong>: <strong>Grey&#8217;s Anatomy</strong> deu um verdadeiro show esta semana! O episódio <em>I Saw What I Saw</em> fugiu completamente do habitual e mostrou o caos que foi instaurado no Seattle Grace após a ocorrência de um erro médico que custou a vida de uma paciente. O curioso é que a narrativa foi desenvolvida no esquema &#8220;ponto de vista&#8221;, o que acabou se tornando um excelente trabalho de criação, logística de produção e edição. As cenas eletrizantes no pronto-socorro que estava atribulado foram revisitadas diversas vezes enquanto os envolvidos prestavam seus depoimentos ao Chief. Mas o grande trunfo do episódio veio mesmo em seu final: ao evidenciar o erro da médica que viera do Mercy West, Derek questionou seu superior sobre a forma que ele vem displicentemente comandando o hospital com o clima de tensão que ele impôs e todo o complicado procedimento de fusão &#8211; esta sim a verdadeira origem dos problemas. Já não vejo a hora em que Sheppard vai emergir como o novo líder do Seattle Grace. <em>Yes he can</em>!<br />
<strong>Cotação Bruno Carvalho</strong>: <img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star121.jpg" alt="" /><img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star121.jpg" alt="" /><img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star121.jpg" alt="" /><img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star121.jpg" alt="" /><img style="border: 0px initial initial" src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star121.jpg" alt="" />
</p>
<p style="text-align: justify"><img class="aligncenter size-full wp-image-9794" src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2009/10/comment1172.jpg" alt="comment1172" width="660" height="225" /></p>
<p style="text-align: justify"><img class="alignleft size-full wp-image-9396" src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2009/09/bglee.jpg" alt="bglee" width="165" height="100" /><strong>Glee (1&#215;08: Mash-Up)</strong>: Este é o segundo episódio em que os roteiristas de <strong>Glee</strong> apostam no desfalque do grupo de canto para criar drama e é a segunda vez que isso não funciona. Da mesma forma que ocorreu com Rachel, esta efêmera instabilidade só prejudica a trama, pois fica evidente que eles querem enrolar o público. Ora, muito melhor se nesta altura do campeonato <strong>Glee</strong> focasse mais no&#8230; campeonato! Até o momento pouco sabemos como serão as eliminatórias do concurso que o Sr. Schuester quer ganhar. Aliás, ele anda bem <em>robert</em>, não? Querendo aparecer, dançar e &#8220;cantar&#8221; o tempo inteiro. O lado bom é que <em>Mash-Up</em> foi mais um episódio divertido com aquele lance dos &#8220;gelados&#8221; e a constante batalha por popularidade na escola. Foi legal também que vimos um lado mais &#8220;paz e amor&#8221; de Sue Sylvester, que estava apaixonada pelo âncora do jornal, mas agora que ela tomou um pé na bunda estou com dó do Glee Club. Só achei que a cena da dancinha podia ter sido em um sonho da treinadora, porque esta desconstrução (ainda que momentânea) de uma personagem tão forte (e capaz de gerar <em>memes</em> na Internet) não faz bem pra série. Infelizmente <strong>Glee</strong> fará uma pausa e voltará somente no dia 11 de Novembro. Confesso, sentirei falta.<br />
<strong>Cotação Bruno Carvalho</strong>: <img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star121.jpg" alt="" /><img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star121.jpg" alt="" /><img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star121.jpg" alt="" /><img class="alignnone size-full wp-image-8421" src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2009/01/starhalf.jpg" alt="Half Star" width="20" height="14" /></p>
<p style="text-align: justify"><img class="alignleft size-full wp-image-9676" src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2009/10/bflash.jpg" alt="bflash" width="165" height="100" /><strong>FlashForward (1&#215;05: Gimme Some Truth)</strong>: Seria a melhor maneira de estabelecer bem uma série de mistério e conspiração com burocracia? Bem, é assim que pensam os <em>showrunners</em> de <strong>FlashForward</strong> que apresentaram mais um episódio em que muito se falou e pouco se fez. Isto resume bem este drama até agora, já que é consenso &#8220;global&#8221;, pelo visto, de que a produção não engrenou. Isso é o que eu colocaria em meu &#8220;Mosaic&#8221;. E aí, temos indícios de que a China está envolvida no apagão? Ok. Indícios. Qualquer fã de série hoje em dia, escolado com LOST, Arquivo X etc. sabe que isso é pura &#8220;encheção de linguiça&#8221;. E nem pra nos enrolarem com estilo: o &#8220;recheio&#8221; de <strong>FlashForward</strong> continua insosso, desmotivador e as coisas só melhoram quando chegam perto dos finais (e olha que o desse episódio nem foi bom). Outro erro gravíssimo é começar um capítulo pelo gancho e não apresentar nenhum fato novo e contundente. Quando terminei de assistir pensei: &#8220;poxa, se já mostraram o <em>cliffhanger</em>, por que perdi meu tempo vendo os 40 minutos anteriores?&#8221; Tá complicado&#8230;<br />
<strong>Cotação Bruno Carvalho</strong>: <img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star121.jpg" alt="" /><img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star121.jpg" alt="" /></p>
<p style="text-align: justify"><img class="alignleft size-full wp-image-9009" src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2009/04/boffice.jpg" alt="boffice" width="165" height="100" /><strong>The Office (6&#215;05: Mafia; 6&#215;06: The Lover)</strong>: Mesmo depois de um estrondoso episódio como foi o do casamento de Jim e Pam, <strong>The Office</strong> continua fazendo bonito. Com <em>Mafia</em> Michael Scott voltou com tudo sendo facilmente influenciado pelas duas mentes mais &#8220;brilhantes&#8221; da filial: Dwight e Andy, que insistiam que o vendedor de seguros italiano era da máfia e queria extorquir a pacata Dunder Mufflin. Mas o mais legal foi Kevin cancelando o cartão de crédito do Jim sem querer, enquanto este curtia sua lua-de-mel em Porto Rico. As coisas esquentaram mesmo em <em>The Lover</em>, quando o caso de Michael com a mãe de Pam veio à público causando uma reação exagerada, mas bem compreensível da nova vendedora. Afinal, quem quer Michael Scott como padastro? Como de costume, a comédia carregou na dose de humor negro, o que é sempre bem-vindo. Ah, e é bom que Jim pare de subestimar Dwight, né? Ele <em>não</em> é louco&#8230; <strong>The Office</strong> vem numa ótima sequência de episódios!<br />
<strong>Cotação Bruno Carvalho</strong>: <img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star121.jpg" alt="" /><img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star121.jpg" alt="" /><img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star121.jpg" alt="" /><img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star121.jpg" alt="" />
</p>
<p style="text-align: justify">Por esta semana é só. Vou falar de algumas séries, incluindo<strong> 30 Rock</strong>, de dois em dois episódios, em caráter experimental igual fiz com algumas acima. Semana que vem tem mais!</p>
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		<title>A Semana em Série</title>
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		<pubDate>Wed, 28 Oct 2009 02:01:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Carvalho</dc:creator>
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Brothers &#38; Sisters (4x04: From France With Love): Kitty com câncer. Kitty com câncer. Kitty com câncer e, ah, a Sarah voltou de viagem depois de ter um caso com um Francês porque... Kitty está com câncer. Ela mentiu sobre o motivo da volta antecipada porque Kitty está com câncer. Justin decidiu que vai ser [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify"><img class="alignnone size-full wp-image-6631" src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/alerta15.jpg" alt="Alerta de Spoiler - Brasil" width="489" height="20" /><br />
<img class="alignleft size-full wp-image-9668" src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2009/10/bsisters.jpg" alt="bsisters" width="165" height="100" /><strong>Brothers &amp; Sisters (4&#215;04: From France With Love)</strong>: Kitty com câncer. Kitty com câncer. Kitty com câncer e, ah, a Sarah voltou de viagem depois de ter um caso com um Francês porque&#8230; Kitty está com câncer. Ela mentiu sobre o motivo da volta antecipada porque Kitty está com câncer. Justin decidiu que vai ser um oncologista e foi tentar um estágio na área porque Kitty está com câncer. Nora Walker está mais neurada do que nunca porque Kitty está com câncer. Se isso é chato na resenha, imagina durante um episódio inteiro? Esse acontecimento virou o centro da série e soa como um ato desesperado dos roteiristas para tentar reerguer o drama que passou por uma severa crise criativa na 3ª temporada. Depois que a poeira da morte de William Walker baixou e que os &#8220;podres&#8221; que ele havia escondido no armário por anos vieram a público, faltam elementos para que a série volte a surpreender. Aí apelaram para essa doença e o drama segue sem perspectivas, sem <em>cliffhangers</em> e tremendamente água-com-açúcar. Sabemos que ela não vai morrer, então tudo fica parecendo procrastinação! Pena, pois é um excelente elenco desperdiçado.<br />
<strong>Cotação Bruno Carvalho</strong>: <img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star121.jpg" alt="" /><img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star121.jpg" alt="" /><img class="alignnone size-full wp-image-8421" src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2009/01/starhalf.jpg" alt="Half Star" width="20" height="14" /></p>
<p style="text-align: justify"><img class="alignleft size-full wp-image-9648" src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2009/10/bteory.jpg" alt="bteory" width="165" height="100" /><strong>The Big Bang Theory (3&#215;05: The Creepy Candy Coating Corollary)</strong>: A divisão das personagens de <strong>The Big Bang Theory</strong> em &#8220;núcleos&#8221; está fazendo bem à comédia, pois quando todos estão juntos fica mais evidente o disparate entre a atuação de Jim Parsons com os demais. E se sozinhos Leonard e Penny não funcionam, bastou adicionar o fator Hollowitz como a &#8220;vela&#8221; da relação para que as situações fiquem divertidíssimas. Aquela cena no café-da-manhã com as interrupções inconvenientes do nerd carente foi demais! Mas é claro que no final das contas é Sheldon que sempre rouba a cena e, mais uma vez, o sujeito foi passado pra trás, só que desta vez pelo seu ídolo <em>trekker</em>, Will Wheaton! <strong>The Big Bang Theory</strong> continua explorando como nenhuma outra série o vasto universo da cultura pop.<br />
<strong>Cotação Bruno Carvalho</strong>: <img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star121.jpg" alt="" /><img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star121.jpg" alt="" /><img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star121.jpg" alt="" /><img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star121.jpg" alt="" /></p>
<p style="text-align: justify"><img class="alignleft size-full wp-image-8989" src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2009/04/bmother.jpg" alt="bmother" width="165" height="100" /><strong>How I Met Your Mother (5&#215;05: Dual Citizenship)</strong>: Um dos pontos positivos de <strong>How I Met Your Mother</strong> às vezes vira um problema: eles pegam uma piada e vão até o fim com ela. Isso é bom quando a história funciona, mas nos dois casos apresentados em <em>Dual Citizenship</em>, o resultado deixou a desejar. Pra começar, a ideia da viagem de Ted e Marshall à antiga pizzaria <em>trash</em> que gostavam foi até boa, mas no segundo bloco a piada já estava esgotada e previsível (especialmente quando envolvia Lilly). A mesma coisa aconteceu com Barney e Robin no caso da moça perder a noção de cidadania e ficar numa espécie de &#8220;limbo&#8221; civil, pois não sentia vínculos nem com EUA e nem com Canadá. Apesar de realizar uma leve crítica à &#8220;América&#8221; quando Barney aponta as diferenças entre os países (o sistema de saúde e a criminalidade, por exemplo), o episódio como um todo esmaece perante os primeiros desta temporada, que focaram mais na turma.<br />
<strong>Cotação Bruno Carvalho</strong>: <img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star121.jpg" alt="" /><img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star121.jpg" alt="" /><img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star121.jpg" alt="" />
</p>
<p style="text-align: justify"><img class="aligncenter size-full wp-image-9780" src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2009/10/comment1170.jpg" alt="comment1170" width="660" height="210" /></p>
<p style="text-align: justify"><img class="alignleft size-full wp-image-9673" src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2009/10/bhouse.jpg" alt="bhouse" width="165" height="100" /><strong>House (6&#215;05: Brave Heart)</strong>: Uau! Já estamos no 5º episódio e os eventos de <em>The Tyrant</em> continuam repercutindo no hospital. Dá pra ver que Chase está no limite, vivendo um imenso conflito interno por ter matado o ditador africano. O que na hora pareceu a decisão mais certa no calor do momento, agora se tornou uma esgotante batalha moral consigo mesmo e com as pessoas que nele confiam, incluindo sua mulher e seus colegas de trabalho. E o pior de tudo é que ainda que ele tente confessar o que fez, acaba falhando porque o peso da notícia vai deixar enormes feridas. O caso da semana também foi excelente, começando pela perseguição de um bandido mestre em &#8220;<em>parkour</em> e revelando a displicência de um policial que achava que sua vida estava no fim por conta de uma doença incurável. E mesmo com a cabeça &#8220;cheia&#8221;, House, é claro, conseguiu dar um jeito. Eu apenas não entendi o propósito das vozes que o bom doutor anda ouvindo no quarto de Amber. Era mesmo só o Wilson &#8220;conversando&#8221; com ela? De qualquer forma, tenho certeza que mais alguma coisa interessante a série está preparando para nós&#8230; Mais um ótimo episódio!<br />
<strong>Cotação Bruno Carvalho</strong>: <img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star121.jpg" alt="" /><img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star121.jpg" alt="" /><img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star121.jpg" alt="" /><img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star121.jpg" alt="" /><img class="alignnone size-full wp-image-8421" src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2009/01/starhalf.jpg" alt="Half Star" width="20" height="14" /></p>
<p style="text-align: justify"><img class="alignleft size-full wp-image-9667" src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2009/10/bgossip.jpg" alt="bgossip" width="165" height="100" /><strong>Gossip Girl (3&#215;06: Enough About Eve)</strong>: Olha de uns tempos pra cá estou achando <strong>Gossip Girl</strong> uma tremenda baboseira. Às vezes sempre foi (sei que muitos vão concordar com isso), mas o fato é que antes a trama era, na maioria das vezes, coerente e entretia. Agora me parece que nesta nova temporada as personagens estão mais voláteis e de uma forma que não soa mais crível. Basta ver o comportamento de Blair e sua constante mudança de prioridades e a bagunça que a repugnante Vanessa aprontou apenas para discursar num brinde de um evento. Não li os livros e não sei se ela é assim na história original, mas na TV isso não está funcionando. <strong>Gossip Girl</strong> está &#8220;inho&#8221; demais. Dan e Olivia num <em>romancinho</em>, Chuck e Blair com uma <em>briguinha</em>, Serena e Carter com uma <em>intriguinha</em> e Nate continua avulso com seus <em>probleminhas</em> de família aristocrata que ninguém dá a mínima&#8230; <em>Enough About Eve</em> terminou com Blair e Vanessa juntas, depois de todo o mal que uma fez para a outra em poucos <em>instantes</em>. Eu não aguento mais muito tempo desse lero lero não&#8230; Andei assistindo 90210 e, apesar de não ser nenhum primor da TV, está com uma história bem mais concisa e sólida do que esta. Quem sabe é hora de trocar&#8230;<br />
<strong>Cotação Bruno Carvalho</strong>: <img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star121.jpg" alt="" /><img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star121.jpg" alt="" /></p>
<p style="text-align: justify"><img class="alignleft size-full wp-image-9665" src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2009/10/bgoodwife.jpg" alt="bgoodwife" width="165" height="100" /><strong>The Good Wife (1&#215;05: Crash)</strong>: Estou começando a achar que <strong>The Good Wife</strong> levará o troféu &#8220;fogo de palha&#8221; desta temporada. Poxa, este é o terceiro episódio seguido em que o drama está num verdadeiro marasmo. O caso do marido de Alicia não evolui em nada e os julgamentos da semana não apresentam, por exemplo, o nível de relevância de discussão social como acontecia com <strong>Boston Legal</strong>. Ou seja, há semanas <strong>The Good Wife</strong> não se estabelece como um bom drama familiar e nem como uma série de interessantes casos jurídicos. O dessa semana, por exemplo, sobre as esposas dos funcionários de uma companhia ferroviária, foi arrastado enquanto a burocracia do escritório de Alicia tomava conta: desde abordar o aborrecido processo de contratar uma nova assistente até aventurar-se por intriguinhas envolvendo a saída de um sócio que nunca sequer deu as caras na série. E aí, o que sobra? Tirando a sempre competente interpretação de Julianna Marguiles, este episódio deixou apenas a expectativa de que este drama resgate o seu promissor início e engrene de uma vez.<br />
<strong>Cotação Bruno Carvalho</strong>: <img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star121.jpg" alt="" /><img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star121.jpg" alt="" /><img class="alignnone size-full wp-image-8421" src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2009/01/starhalf.jpg" alt="Half Star" width="20" height="14" />
</p>
<p style="text-align: justify">To meio ríspido, eu sei. Mas <em>they had it coming. </em>Ainda esta semana comentários de <strong>Dexter</strong>, <strong>Californication</strong>, <strong>FlashForward</strong>, <strong>Glee</strong>, <strong>30 Rock</strong>, <strong>The Office</strong> e <strong>Grey&#8217;s Anatomy</strong>!</p>
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		<title>A Semana em Série</title>
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		<pubDate>Thu, 22 Oct 2009 02:01:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Carvalho</dc:creator>
				<category><![CDATA[Californication]]></category>
		<category><![CDATA[Dexter]]></category>
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		<category><![CDATA[Gossip Girl]]></category>
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		<category><![CDATA[resenha]]></category>
		<category><![CDATA[semana]]></category>
		<category><![CDATA[usa]]></category>

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		<description><![CDATA[
Dexter (4x03: Blinded by the Light): É complicado ser um serial killer discreto, meticuloso e intocado. Já não bastassem todos os obstáculos na vida de Dexter para cumprir sua obscura função social: esposa, bebê, enteada pré-adolescente, trabalho e sanidade mental, em Blinded by the Light nosso herói precisou lidar com a inconveniente vizinhança que resolveu [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify"><img class="alignnone size-full wp-image-6631" src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/alerta15.jpg" alt="Alerta de Spoiler - Brasil" width="489" height="20" /><br />
<img class="alignleft size-full wp-image-9671" src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2009/10/bdexter.jpg" alt="bdexter" width="165" height="100" /><strong>Dexter (4&#215;03: Blinded by the Light)</strong>: É complicado ser um <em>serial killer</em> discreto, meticuloso e intocado. Já não bastassem todos os obstáculos na vida de Dexter para cumprir sua obscura função social: esposa, bebê, enteada pré-adolescente, trabalho e sanidade mental, em <em>Blinded by the Light</em> nosso herói precisou lidar com a inconveniente vizinhança que resolveu se mostrar pró-ativa justo agora, por causa de um arruaceiro no bairro. Dexter está esgotado e isso está se refletindo nos diversos aspectos de sua vida que ele deveria cuidadosamente lidar. Sem querer algumas situações estão virando potenciais bombas-relógio, como a relação com o corrupto Quinn e a exposição de seu &#8220;lado negro&#8221; para sua própria mulher. Pra piorar, temos ainda o sinistro Trinity, que vai revelando ser um assassino perigosíssimo e impiedoso, que segue indene. A complexidade da trama ainda fica evidente com os desvios de foco na delegacia, tanto de Batista e LaGuerta como de Debra e o retorno de Lundy que complica a situação com Anton. Me estranha Dexter, sempre atento e focado em potenciais &#8220;vítimas&#8221;, ter deixado passar com tanta facilidade o verdadeiro responsável pela desordem em sua comunidade. O acúmulo de complicações está ofuscando o <em>Dark Defender</em>.<br />
<strong>Cotação Bruno Carvalho</strong>: <img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star121.jpg" alt="" /><img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star121.jpg" alt="" /><img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star121.jpg" alt="" /><img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star121.jpg" alt="" /><img class="alignnone size-full wp-image-8421" src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2009/01/starhalf.jpg" alt="Half Star" width="20" height="14" /></p>
<p style="text-align: justify"><img class="alignleft size-full wp-image-9670" src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2009/10/bcalifornication1.jpg" alt="bcalifornication" width="165" height="100" /><strong>Californication (3&#215;03: Verities &amp; Balderdash)</strong>: Eu acho que Hank Moody é uma das personagens mais subestimadas das séries. Em termos de complexidade emocional, ele não deixa muito a desejar perante figuras fortes das séries como Gregory House ou Dexter Morgan. Acontece que o talento dele não é o diagnóstico impecável ou a meticulosa carnificina em prol do bem coletivo: Moody é um especialista no &#8220;viva e deixe viver&#8221; e no (desculpem a palavra) &#8220;foda-se&#8221;! Mestre em complicar o mundo ao seu redor, em <em>Verities &amp; Balderdash</em> ele se engraçou com a mulher do reitor, com sua assistente na universidade enquanto na verdade queria pegar uma de suas alunas que é stripper! E quando tudo dá errado em sua vida (vide a briga com a filha) ele ainda tem Karen, seu porto seguro, para colocá-lo no caminho menos errado. Já Charlie não tem a mesma sorte. Sendo praticamente obrigado a transar com sua &#8220;masculina&#8221; chefe, ele resolve &#8220;entrar nesta mulher&#8221; justo na hora em que Marcy resolve dar o braço a torcer&#8230; Ele é o oposto de Moody, uma espécie de antagonista &#8220;do bem&#8221;. Apesar do que falei sobre a personalidade peculiar de Hank, <strong>Californication</strong> está longe de ter a densidade e importância de séries como <strong>Dexter</strong> e <strong>House</strong>, por exemplo, mas ela serve como uma divertida e moderna crônica de amor, sexo, drogas e as inconsequências da vida.<br />
<strong>Cotação Bruno Carvalho</strong>: <img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star121.jpg" alt="" /><img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star121.jpg" alt="" /><img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star121.jpg" alt="" /><img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star121.jpg" alt="" /></p>
<p style="text-align: justify"><img class="alignleft size-full wp-image-9673" src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2009/10/bhouse.jpg" alt="bhouse" width="165" height="100" /><strong>House (6&#215;04: Instant Karma)</strong>: A 6ª temporada de <strong>House</strong> está trilhando novos rumos de forma bem satisfatória e, ao mesmo tempo, resgatando o que havia de melhor na dinâmica bem estabelecida das primeiras temporadas da série. As principais mudanças dizem respeito ao doutor em si e sua nova forma de encarar o mundo imediatamente ao seu redor, enquanto o retorno de Chase e Cameron à ativa vem num oportuno momento. Por falar nisso, o episódio continuou a tratar do caso do <span style="text-decoration: underline">homicídio doloso</span> que Chase cometeu (chamar de &#8220;erro médico intencional&#8221; é eufemismo) e o desconforto que ele causou em Foreman, que teve que acobertar o caso numa sabatina médica. Mais interessante ainda foi a forma como House não só descobriu e encarou tal fato, já que, extremamente surpreso pela atitude de Chase, reservou-se a um comentário sobre a técnica médica do colega no diagnóstico do ditador, que fora preciso e apurado (ele apenas realizou o tratamento errado). O caso da semana, do &#8221;karma Instantâneo&#8221; do bilionário que doou tudo para salvar o filho, foi mero coadjuvante em toda a história, ainda que sugerindo, de forma bem sutil, levantar um questionamento de ordem religiosa na cabeça de House. Ah, sim, a Thirteen se foi, mas aposto que ela volta! Ótimo episódio.<br />
<strong>Cotação Bruno Carvalho</strong>: <img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star121.jpg" alt="" /><img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star121.jpg" alt="" /><img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star121.jpg" alt="" /><img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star121.jpg" alt="" />
</p>
<p style="text-align: justify"><img class="aligncenter size-full wp-image-9444" src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2009/09/comment1137.jpg" alt="comment1137" width="660" height="170" /></p>
<p style="text-align: justify"><img class="alignleft size-full wp-image-9667" src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2009/10/bgossip.jpg" alt="bgossip" width="165" height="100" /><strong>Gossip Girl (3&#215;04: Dan de Fleurette, 3&#215;05: Rufus Getting Married)</strong>: <strong>Gossip Girl</strong> passa por um sério momento de instabilidade, dando a impressão que a série está seguindo vários caminhos ao mesmo tempo, sem conseguir chegar a lugar algum. <em>Dan de Fleurette</em> foi até um episódio mais consistente com a aproximação de Dan (sem saber) com uma estrela de cinema que quer ter uma vida normal na faculdade, criando situações divertidinhas. A aparição de Tyra Banks como uma diva em decadência também foi legal (embora pareça que ela foi escalada apenas pra dar uma função pra Serena), mas o grande problema agora é a vilã ineficiente Georgina Sparks. Se antes ela causava intrigas e pregava a discórdia, agora o roteiro a coloca como uma grande bocó que é reiteradamente vítima de suas próprias armações, seja a chantagem que ela aprontou com a Vanessa ou com o estrago que ela tentou fazer no casamento de Lilly e Rufus contando sobre o filho dos dois, no episódio <em>Rufus Getting Married</em>. Na primeira, Dan pegou Vanessa no flagra, e esta imediatamente contou tudo, e na segunda a festa já estava estragada com a discussão do casal. Na verdade, a revelação sobre Scott serviu para reconciliar os pais de Dan e Serena e unir as famílias. Tramas mal desenvolvidas como estas e outras (as de Bree Buckley e Carter, por exemplo) apenas evidenciam que <strong>Gossip Girl</strong> está em queda. Antes a diversão proporcionada conseguia relevar estes problemas. Agora está ficando mais difícil&#8230;<br />
<strong>Cotação Bruno Carvalho</strong>: <img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star121.jpg" alt="" /><img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star121.jpg" alt="" /><img class="alignnone size-full wp-image-8421" src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2009/01/starhalf.jpg" alt="Half Star" width="20" height="14" /></p>
<p style="text-align: justify"><img class="alignleft size-full wp-image-9646" src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2009/10/bfringe.jpg" alt="bfringe" width="165" height="100" /><strong>Fringe (2&#215;04: Momentum Deferred, 2&#215;05: Dream Logic)</strong>: Todo episódio que traz mais informações diretas sobre a mitologia de <strong>Fringe</strong> é sensacional, como aconteceu com <em>Momentum Deferred</em>. Olivia finalmente se lembrou de seu encontro com William Bell na dimensão alternativa e as revelações do sujeito foram esclarecedoras pra ela e para nós. Agora sabemos mais sobre os seres que povoam o drama desde o início e o porque deles terem habilidades extraordinárias como, por exemplo, serem resistentes à balas &#8211; são híbridos. Descobrimos também que Bell decidiu se exilar naquele &#8220;novo mundo&#8221; e novamente a iminência de uma grande guerra entre as realidades foi ventilada. Mesmo sem explicitar o fato gerador da rixa que esta desconhecida organização tem com o universo em que vive Nina Sharp, Peter, William e Olivia, <strong>Fringe</strong> atingiu um ótimo <em>high</em> com sua capacidade de nos fascinar apenas com o sugestionamento. Já <em>Dream Logic</em> fugiu completamente da estrutura do episódio anterior, apresentando um caso &#8220;desconexo&#8221;, mas ainda assim muito interessante e peculiar: o do médico que era &#8220;viciado em sonhos&#8221; gerados por pacientes seus que usavam um implante no cérebro para controle de insônia. Não tenho dúvidas que muito em breve os fatos isolados estarão cada vez mais próximos, já que esta série nunca foi linear e, da mesma forma, nunca deixou de ser no mínimo impactante. Aguardo ansiosamente pelos próximos!<br />
<strong>Cotação Bruno Carvalho</strong>: <img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star121.jpg" alt="" /><img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star121.jpg" alt="" /><img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star121.jpg" alt="" /><img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star121.jpg" alt="" /><img style="border: 0px initial initial" src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star121.jpg" alt="" /></p>
<p style="text-align: justify"><img class="alignleft size-full wp-image-9666" src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2009/10/bgreys.jpg" alt="bgreys" width="165" height="100" /><strong>Grey&#8217;s Anatomy (6&#215;04: Tainted Obligation, 6&#215;05: Invasion)</strong>: Eu confesso que apesar do bom ritmo de <strong>Grey&#8217;s Anatomy</strong>, a história do retorno do pai de Lexie e Grey não atingiu o resultado esperado, grande parte porque Thatcher nunca foi uma personagem importante para a série e para nós. Assim, o grande sacrifício que a médica fez pelo pai ausente doando parte de seu fígado soou mais como uma tentativa de colocar a protagonista à força no lugar de destaque. Uma tentativa falha, ressalto. O melhor deste início de temporada está sendo mesmo a fusão dos hospitais e a chegada do <em>staff</em> do Mercy West com seus uniformes laranjas e diferentes métodos pra tudo. Os embates da equipe do Seattle Grace com os novatos geram situações divertidas, lembrando muito as disputas ciumentas de meninos pequenos por atenção dos adultos. E tirando o bobo retorno do pai de Torres, o episódio ainda assumiu um lado mais <em>dark</em> com a súbita e inesperada dispensa de Izzie e o desaparecimento da moça, após cometer um grave erro médico.<strong> Grey&#8217;s Anatomy</strong>, apesar de alguns problemas pontuais, segue com um começo de temporada sólido e promissor.<br />
<strong>Cotação Bruno Carvalho</strong>: <img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star121.jpg" alt="" /><img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star121.jpg" alt="" /><img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star121.jpg" alt="" /><img class="alignnone size-full wp-image-8421" src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2009/01/starhalf.jpg" alt="Half Star" width="20" height="14" />
</p>
<p style="text-align: justify">Comentários de <strong>The Office</strong> ficarão para o início da próxima semana, pois quero falar de <em>Niagara</em> em um post especial. Aguardo os comentários de vocês sobre os episódios da semana aqui abaixo!</p>
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		<title>A Semana em Série</title>
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		<pubDate>Mon, 19 Oct 2009 03:01:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Carvalho</dc:creator>
				<category><![CDATA[30 Rock]]></category>
		<category><![CDATA[Brothers & Sisters]]></category>
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Brothers &#38; Sisters (4x03: Almost Normal): A doença de Kitty, ao meu ver, veio num momento onde o foco deveria ser (qualquer) outro. Ora, na temporada anterior mesmo a família Walker lidou com o problema de saúde de Robert e tudo isso que estão (re) vivendo com a sua esposa parece um imenso dèja vu. O [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify"><img class="alignnone size-full wp-image-6631" src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/alerta15.jpg" alt="Alerta de Spoiler - Brasil" width="489" height="20" /><br />
<img class="alignleft size-full wp-image-9668" src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2009/10/bsisters.jpg" alt="bsisters" width="165" height="100" /><strong>Brothers &amp; Sisters (4&#215;03: Almost Normal)</strong>: A doença de Kitty, ao meu ver, veio num momento onde o foco deveria ser (qualquer) outro. Ora, na temporada anterior mesmo a família Walker lidou com o problema de saúde de Robert e tudo isso que estão (re) vivendo com a sua esposa parece um imenso <em>dèja vu</em>. O mesmo posso dizer com relação à Kevin e Scotty com a questão do bebê (barriga-de-aluguel ou adoção), assunto abordado também na temporada passada e até batido. Às vezes <strong>Brothers &amp; Sisters</strong> me lembra um pouco a finada <strong>Party of Five</strong>, onde sempre alguma grande tragédia familiar estava acontecendo. Poxa, nós sabemos que esta série não precisa disso e a prova está nas ótimas tramas envolvendo o antigo rival de William que apareceu para complicar as coisas na Ojai ou até mesmo a incursão de Justin na faculdade de medicina. A temporada ainda não decolou e os sinais de desgaste vão ficando mais evidentes&#8230;<br />
<strong>Cotação Bruno Carvalho</strong>: <img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star121.jpg" alt="" /><img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star121.jpg" alt="" /><img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star121.jpg" alt="" /></p>
<p style="text-align: justify"><img class="alignleft size-full wp-image-8989" src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2009/04/bmother.jpg" alt="bmother" width="165" height="100" /><strong>How I Met Your Mother (5&#215;04: The Sexless Innkeeper)</strong>: É sempre imprevisível a forma que <strong>How I Met Your Mother</strong> vai contar uma história. Entre sonhos, <em>flashbacks</em> e <em>flashforwards</em>, a variada estrutura narrativa que esta sitcom segue a difere de todas as outras produções do gênero. Desta vez eles voltaram séculos no tempo para contar o caso da &#8220;pousada do assexuado&#8221;, já que Ted caíra no velho golpe da mulher utilizá-lo apenas para passar a noite em seu apartamento, sem sexo! Os casais também deram um show à parte com toda aquela celeuma envolvendo o &#8220;encontro&#8221;, mas confesso que no final a ótima piada começou a esgotar, pois passaram do ponto. De qualquer forma, a cançao &#8220;<em>All By Ourselves</em>&#8221; foi demais!<br />
<strong>Cotação Bruno Carvalho</strong>: <img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star121.jpg" alt="" /><img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star121.jpg" alt="" /><img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star121.jpg" alt="" /><img style="border: 0px initial initial" src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2009/01/starhalf.jpg" alt="Half Star" width="20" height="14" /></p>
<p style="text-align: justify"><img class="alignleft size-full wp-image-9648" src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2009/10/bteory.jpg" alt="bteory" width="165" height="100" /><strong>The Big Bang Theory (3&#215;04: The Pirate Solution)</strong>: Poxa, somente aquela cena que mostrou Sheldon e Raj trabalhando até a &#8220;exaustão&#8221; ao som de <em>Eye of the Tiger</em> já valeu por todo este ótimo episódio de <strong>The Big Bang Theory</strong>! <em>The Pirate Solution</em> trouxe exatamente o que a série precisa: uma agitada nas coisas. Apesar de sempre bons, eles estavam meio acomodados e deixando tudo nas costas de Jim Parsons. Com a estadia de Raj nos EUA ameaçada, a solução mais brilhante que eles encontraram foi colocar o nerd para trabalhar com o encrenqueiro mor, o que rendeu situações hilárias: &#8220;<em>você trabalha PARA mim</em>&#8220;! Isso além de ajudar a derrubar o &#8220;mito&#8221; Sheldon, porque não há nada melhor do que mostrar o cara errado e dando (ao menos um pouco) o braço à torcer. Longa vida aos reis da ciência!<br />
<strong>Cotação Bruno Carvalho</strong>: <img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star121.jpg" alt="" /><img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star121.jpg" alt="" /><img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star121.jpg" alt="" /><img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star121.jpg" alt="" /><img class="alignnone size-full wp-image-8421" src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2009/01/starhalf.jpg" alt="Half Star" width="20" height="14" /></p>
<p style="text-align: justify"><img class="alignleft size-full wp-image-9665" src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2009/10/bgoodwife.jpg" alt="bgoodwife" width="165" height="100" /><strong>The Good Wife (1&#215;03: You Can&#8217;t Go Home Again, 1&#215;04: Fixed)</strong>: Poxa, <strong>The Good Wife</strong> estava indo relativamente bem até que estes dois episódios apareceram para quebrar completamente o ritmo. Primeiro porque o roteiro simplesmente ignorou a investigação que os filhos de Alicia estavam conduzindo com relação à foto incriminadora do pai. Isso é estranho, porque ao mesmo tempo em que sugerem que ele pode ter sido vítima de uma armação, estes episódios praticamente confirmaram o envolvimento dele em todas as acusações que estão sendo feitas. Tudo bem que o drama está apenas começando, mas seria bom que uma estrutura lógica fosse seguida. O destaque continua na forma como Alicia vive esta delicada situação e como ela acaba utilizando esta experiência negativa em sua vida para ajudar os outros. Gostei muito do caso envolvendo a manipulação do júri que, no final das contas, foi providenciada pela própria parte que a moça defendia (legal também a participação do &#8220;Andy&#8221; de <strong>True Blood</strong> como o advogado de defesa da empresa farmacêutica). <strong>The Good Wife</strong> ainda precisa, contudo, encontrar o seu caminho e seguí-lo com convicção. A falta de um objetivo maior pode comprometer esta promissora série.<br />
<strong>Cotação Bruno Carvalho</strong>: <img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star121.jpg" alt="" /><img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star121.jpg" alt="" /><img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star121.jpg" alt="" />
</p>
<p style="text-align: justify"><img class="aligncenter size-full wp-image-9717" src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2009/10/comment1165.jpg" alt="comment1165" width="660" height="170" /></p>
<p style="text-align: justify"><img class="alignleft size-full wp-image-9396" src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2009/09/bglee.jpg" alt="bglee" width="165" height="100" /><strong>Glee (1&#215;07: Throwdown)</strong>: Sue Sylvester carregou grande parte deste episódio de <strong>Glee</strong> (e boa parte da série até agora), o que não é nada reprovável, já que Jane Lynch é uma atriz excelente e que vem me surpreendendo a cada aparição na TV (ela também fez <strong>Party Down</strong> e está frequentemente em <strong>Two and a Half Men</strong>). A incontrolável rixa que ela tem com o grupo Glee é, de longe, a parte mais interessante desta comédia musical que vem demonstrando ter uma boa dose de humor negro. Simplesmente adorei os momentos politicamente incorretos, principalmente quando colocaram a &#8220;minoria&#8221; para cantar sob o comando da loira: &#8220;<em>eu gosto tanto de minorias que estou pensando em me mudar para Califórnia para me tornar uma</em>&#8220;. Pena que ela abandonou o cargo de co-treinadora tão cedo: &#8220;<em>é coisa de frutinha. Eu não aguento ver estes jovens emocionados, a não ser se for por exaustão física&#8221;</em>. Brilhante! Foi bacana também ver a galera cantando de verdade em cena (sem dublagem e <em>auto-tune</em>), numa <em>jam session</em> bem agradável e real. Um bom episódio, inquestionavelmente!<br />
<strong>Cotação Bruno Carvalho</strong>: <img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star121.jpg" alt="" /><img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star121.jpg" alt="" /><img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star121.jpg" alt="" /><img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star121.jpg" alt="" /></p>
<p style="text-align: justify"><img class="alignleft size-full wp-image-9676" src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2009/10/bflash.jpg" alt="bflash" width="165" height="100" /><strong>FlashForward (1&#215;03: 137 Sekunden, 1&#215;04: Black Swan)</strong>: Decepcionantes. Esta palavra resume muito bem o meu sentimento com relação aos dois últimos episódios de <strong>FlashForward</strong> exibidos na TV americana. Ora, pra uma série que se vende como o próximo grande fenômeno pós-<strong>LOST</strong>, seu desempenho está muito aquém do ideal. <em>137 Sekunden</em> foi até construído de forma interessante, crescendo até o momento em que Mark interroga o nazista e ele dá aquela revelação sobre os pássaros e a descoberta de um incidente anterior na Somália emerge. Eis aí que <em>Black Swan</em> chegou como um tremendo anti-clímax, contando uma historinha totalmente desinteressante sobre o garoto com hipocortisolismo e ignorando os fatos do capítulo anterior. Isso sem contar no retorno daquela moça presa (num interrogatório que não levou a lugar algum) e na insistência com o caso de Olivia com sua visão futura (como bem disse a colunista Claudia Croitor: quantas vezes vão mostrar aquela cena dela chamando o futuro companheiro?). Para temermos pelo casal de protagonistas, a série precisa, primeiro, fazer com que nos <span style="text-decoration: underline">importemos</span> com eles. Objetivo falho até o momento e não sei nem o que dizer do final com o &#8220;Charlie&#8221; ligando para o sujeito, que chegou a dar vergonha alheia tamanha a artificialidade da frase que ele diz. Os episódios de <strong>FlashForward</strong> até agora são vazios e parece que o drama quer se sustentar apenas nos <em>cliffhangers</em> (que vá lá, foram bons). Alerta <strong>Jericho</strong>.<br />
<strong>Cotação Bruno Carvalho</strong>: <img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star121.jpg" alt="" /><img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star121.jpg" alt="" /><img class="alignnone size-full wp-image-8421" src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2009/01/starhalf.jpg" alt="Half Star" width="20" height="14" /></p>
<p style="text-align: justify"><img class="alignleft size-full wp-image-9010" src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2009/04/b30rock.jpg" alt="" width="165" height="100" /><strong>30 Rock (4&#215;01: Season 4)</strong>: Foi muito válida a comemoração que os roteiristas de <strong>30 Rock</strong> fizeram no início deste episódio, convidando todos para a 4ª temporada de uma série que disseram que não iria durar por conta da baixa audiência. Tina Fey e sua equipe superaram todos os obstáculos para chegar até aqui abocanhando, de quebra, vários e merecidos prêmios. Nesta premiére eles já começaram elevando o nível quando Kenneth resolveu mobilizar os pages para uma greve contra o canal por causa da ganância de seu CEO Jack Donaghy. Enquanto isso Liz e Pete iniciaram o árduo trabalho de contratar mais um ator para o show (o que deixa os outros, especialmente Jenna, descontrolados), mas o grande destaque deste episódio foi Tracy e sua obstinação de &#8220;reaproximar&#8221; das classes mais baixas, que rendeu os melhores momentos. A grande sacada, contudo, envolveu o fim da greve declarado por Kenneth pelos motivos errados &#8211; ele apenas queria que seu chefe escrevesse que era um grande mentiroso em um pedaço de papel. Gênio! Já o número musical final com Jenna foi um espetáculo à parte. Como é bom voltar ao Rockefeller Plaza, nº 30!<br />
<strong>Cotação Bruno Carvalho</strong>: <img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star121.jpg" alt="" /><img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star121.jpg" alt="" /><img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star121.jpg" alt="" /><img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star121.jpg" alt="" /><img style="border: 0px initial initial" src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star121.jpg" alt="" />
</p>
<p style="text-align: justify">Calma que não acabou! Esta semana ainda tem mais uma leva de comentários, com <strong>Californication, Dexter, Fringe, Gossip Girl, House, Grey&#8217;s Anatomy</strong> e o melhor <strong>The Office </strong>de todos!</p>
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		<title>A Semana em Série</title>
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		<pubDate>Tue, 13 Oct 2009 03:01:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Carvalho</dc:creator>
				<category><![CDATA[Bored to Death]]></category>
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		<description><![CDATA[
Terça chegou e conforme prometido continuo aqui o Semáforo Semana em Série com comentários das principais novidades deste Fall Season e dos retornos. Lembrando que as séries com sinal verde retornarão sempre aqui no blog, seja semanalmente ou no Season Pass; os dramas e comédias com sinal amarelo ficarão "em observação" e os marcados com [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify"><img class="alignnone size-full wp-image-6631" src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/alerta15.jpg" alt="Alerta de Spoiler - Brasil" width="489" height="20" /><br />
Terça chegou e conforme prometido continuo aqui o <strong>Semáforo Semana em Série</strong> com comentários das principais novidades deste <em>Fall Season</em> e dos retornos. Lembrando que as séries com sinal verde retornarão sempre aqui no blog, seja semanalmente ou no <strong>Season Pass;</strong> os dramas e comédias com sinal amarelo ficarão &#8220;em observação&#8221; e os marcados com sinal vermelho não voltam (com nosso aval para vocês &#8220;cancelarem&#8221; também sem dó). <em>Shall we</em>?
</p>
<p style="text-align: justify"><img class="aligncenter size-full wp-image-9650" src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2009/10/comment1160.jpg" alt="comment1160" width="660" height="120" /></p>
<p style="text-align: justify"><img class="alignleft size-full wp-image-9665" src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2009/10/bgoodwife.jpg" alt="bgoodwife" width="165" height="100" /><strong><span style="color: #008000">The Good Wife<span style="color: #000000"> (1&#215;01: Pilot, 1&#215;02: Stripped)</span></span></strong>: Tirando a interpretação da talentosa Julianna Margulies como &#8220;a boa esposa&#8221;, não vi muitos méritos no <span style="text-decoration: underline">piloto</span> de <strong>The Good Wife</strong>. Centrado numa mãe de família que é obrigada a retomar sua carreira como advogada depois que seu marido foi preso acusado de envolvimento em um escândalo político, o drama chegou sem mostrar direito a que veio, adotando uma narrativa levemente arrastada e com um &#8220;caso da semana&#8221; esquemático. Mas eis que veio o segundo episódio para assentar melhor a premissa da série, diminuindo a mecanicidade do roteiro e permitindo que a proposta seja melhor desenvolvida. Aliás, quando <strong>The Good Wife</strong> direciona sua atenção para Alicia (a esposa), o drama atinge o seu potencial, evidenciando os sacrifícios que ela tem que fazer para tentar preservar sua estrutura familiar enquanto luta internamente para processar o acontecido. Não curti tanto a parte jurídica/investigativa, que deixa muito a desejar perto de séries como <strong>The Practice</strong>,<strong> The Closer</strong> e até mesmo de <strong>Boston Legal</strong>, que muitas vezes nem se levava à sério. De qualquer forma, acabou revelando-se uma boa surpresa na temporada.</p>
<p style="text-align: justify"><strong><img class="alignleft size-full wp-image-9666" src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2009/10/bgreys.jpg" alt="bgreys" width="165" height="100" /><span style="color: #008000">Grey&#8217;s Anatomy</span></strong><strong> (6&#215;01: Good Mourning, 6&#215;02: Goodbye, 6&#215;03: I Always Feel Like Somebody&#8217;s Watchin&#8217; Me)</strong>: Foi com muita sensibilidade e sensatez que Shonda Rhimes iniciou o 6º ano no Seattler Grace após a morte de George O&#8217;Maley, personagem querido por muitos e que oficialmente desfalca a atração. Em vez de fazer um confortável salto temporal, a roteirista soube explorar muito bem a morte do cirurgião e conseguiu, de forma delicada, contar como foi o impacto deste acontecimento na vida de seus amigos. Interessante que, da mesma forma que ocorre na vida real, a &#8220;ficha&#8221; demorou a cair e aos poucos Izzie, Meredith, Karev, Bailey e os demais foram se dando conta de que ele realmente se foi. O episódio duplo que abriu esta temporada foi emocionalmente desgastante, mas necessário. Já em <em>I Always Feel Like Someone Is Watchin&#8217; Me</em>, o 3º episódio, a notícia da fusão instaurou o caos no hospital e, pelo visto, os dias do Chief parecem estar contados, já que Derek tem chances de assumir um importante papel na organização dos funcionários contra a Diretoria. Só não acho que esta história dos empregos vai render, pois sabemos que ninguém do &#8220;elenco principal&#8221; será despedido. Com relação à Izzie, sua permanência na série é uma faca de dois gumes, pois se por um lado sabemos que ela está com câncer, por outro não tememos mais por sua vida (depois da &#8220;ressurreição&#8221;), o que certamente tira o peso dramático intentado. Por fim ressalto que os pacientes foram interessantes, com destaque para o sujeito esquizofrênico e sua mãe super protetora. Um bom início de uma temporada promissora!</p>
<p style="text-align: justify"><strong><img class="alignleft size-full wp-image-9667" src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2009/10/bgossip.jpg" alt="bgossip" width="165" height="100" /><span style="color: #008000">Gossip Girl </span>(3&#215;01: Reversals of Fortune, 3&#215;02: The Freshman, 3&#215;03: The Lost Boy)</strong>: Felizmente<strong> Gossip Girl</strong> não ficou só naquela baboseira de Serena querendo chamar atenção do pai ausente que vimos no primeiro episódio. Aquela traminha foi uma das coisas mais ridículas que a série pôs na tela e parece que eles simplesmente não têm nada em vista para a moça. Mas eis que Blair Waldorf consegue salvar o que parecia ser um morno início de temporada, com sua epopeia na NYU! Valeu a pena demais ver que as coisas não seriam tão fáceis como ela imaginava, pois lá não é a Constance onde ela estava acostumada a ser a Queen B! Festinhas com sushi? Bolsinhas de presente? O pessoal da facu quer é agitação e o jogo literalmente virou, pois Dan Humphrey se tornou o popular! Pra melhorar Georgina voltou pra agitar, mostrando que de sonsa ela só tem a cara! É uma pena que mais histórias precisam ser contadas e que a narrativa não foca somente no &#8220;núcleo Blair&#8221;. Não saquei qual foi aquela do filho de Rufus e Lilly aparecer dizendo que não é o verdadeiro. Mancada gigante do roteiro, numa situação que não ficou nada crível. Ainda que com um Nate avulso pegando a lindinha da cancelada <strong>Privileged</strong> e uma rivalidade boba entre Serena e Chuck, <strong>Gossip Girl</strong> no fim das contas ainda consegue divertir um bocado. Segue na nossa cobertura, mas não tão firme assim&#8230;</p>
<p style="text-align: justify"><strong><img class="alignleft size-full wp-image-9668" src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2009/10/bsisters.jpg" alt="bsisters" width="165" height="100" /><span style="color: #008000">Brothers &amp; Sisters</span></strong><strong> (4&#215;01: The Road Ahead, 4&#215;02: Breaking the News)</strong>: Que existe um problema na dinâmica de <strong>Brothers &amp; Sister</strong>s não é novidade pra ninguém. Eu adoro este drama, mas tenho que admitir que sua fórmula de &#8220;conflitos de família&#8221; já esgotou e por isso a 4ª temporada chega com um enorme desafio de mudar isso para conseguir surpreender o público. Jura que Nora e Holly discutiram mais uma vez em uma festa? Barraco público entre Justin e Rebbeca? Ora, me conte algo novo. As brigas e confusões, que antes eram o meio em <strong>Brothers &amp; Sisters</strong>, passaram a ser o fim, porque com um time invejável de talentos as cenas ficam sim muito boas. Mas precisam mudar e não adianta fazer a clássica manobra &#8220;<strong>Prison Break</strong>&#8221; de enganar o espectador com truques sugestivos de edição para isso, como aconteceu no final do primeiro episódio. E se alguém vai ser ameaçado por uma doença, não pode ser Kitty nessa altura do campeonato. Foquem em Sarah, que está praticamente avulsa na trama, mas mais do casal McCallister não dá. Reitero que eu gosto de cada frame deste drama, me sinto parte daquela família, mas a série tem que reconhecer estes problemas para crescer. No segundo episódio as coisas acalmaram, as contendas ficaram restritas a quatro paredes e com esta &#8220;respirada&#8221;, a temporada parece que começou a desenvolver. Destaque para o retorno &#8220;WTF&#8217; de Ryan (ele não tinha sumido?) roubando informações preciosas da Ojai Foods e, é claro, para Nora Walker ao final entregando-se ao melhor papel de sua carreira. É essa a <strong>Brothers &amp; Siters</strong> que eu quero continuar vendo.</p>
<p style="text-align: justify"><strong><img class="alignleft size-full wp-image-9670" src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2009/10/bcalifornication1.jpg" alt="bcalifornication" width="165" height="100" /><span style="color: #008000">Californication</span></strong><strong> (3&#215;01: Wish You Were Here, 3&#215;02: The Land of Rape and Honey)</strong>: Hank Moddy é incorrigível e a estreia da 3ª temporada de <strong>Californication</strong> mostra que a série tem fôlego pra muito mais! <em>Wish You Were Here</em> foi um desfile de cenas e situações politicamente incorretas como pouco vemos na TV, mas de uma forma tão autêntica que jamais pode ser repreensível: da filha de Hank experimentando drogas ao professor claramente pedófilo, o episódio cruzou com facilidade a barreira da contravenção e fez uma verdadeira festa (especialmente naquele jantar). Mesmo sabendo que Hank tornaria um professor Universitário, o roteiro acertou e muito ao decidir mostrar como foi o processo e cumpre aqui destacar a ótima surpresa do retorno de Peter Gallagher (<strong>The OC</strong>) à TV, no papel do reitor. Já em <em>Land of Rape and Honey</em>, Ed Westwick fez uma divertida ponta na pele de um aspirante a novelista de romances vampirescos e Moody não deixou barato: &#8220;<em>o mundo não precisa de mais ficção ruim sobre vampiros&#8221;</em>, numa clara menção à <strong>Twilight </strong>(e, por que não, à <strong>The Vampire Diaries</strong>, de quebra). Ah, que bom também que temos Kathleen Turner em mais um papel, digamos, forte! Por estes episódios tenho certeza de que será uma excelente temporada, como de costume! Aquela aluna que também é <em>stripper</em> por si só garantirá isso&#8230;</p>
<p style="text-align: justify"><strong><img class="alignleft size-full wp-image-9671" src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2009/10/bdexter.jpg" alt="bdexter" width="165" height="100" /><span style="color: #008000">Dexter</span></strong><strong> (4&#215;01: Living the Dream, 4&#215;02: Remains to be Seen)</strong>: Depois de assistir aos dois primeiros episódios desta 4ª temporada de <strong>Dexter</strong> eu me senti esgotado igual o protagonista. Obrigado a suportar inúmeros encargos de uma só vez &#8211; pai de família, detetive e assassino serial &#8211; Morgan nunca esteve numa situação tão complicada, pois além de ter que manter o seu disfarce para o mundo, agora tem o horrível entrave de conseguir&#8230; ficar acordado no meio de tudo! Pra piorar ainda mais, o seu algoz Lundy está de volta à cidade atrás de um perigoso psicopata que desembarcou em Miami, o <em>Trinity Killer</em>, sombriamente interpretado pelo ótimo John Lithgow <strong>(3rd Rock From the Sun</strong>). A temporada, que é a primeira cujo roteiro é inteiramente desgarrado dos livros, começou num altíssimo clima de tensão com o acidente de Dexter logo após ter dado cabo à sua mais recente vítima. Mas o segundo episódio veio e conseguiu deixar tudo ainda mais imprevisível quando percebemos que a memória de Dexter aparentemente pregou uma peça no sujeito, já que o corpo do sujeito que ele matou simplesmente havia desaparecido. A saída pra tudo foi tão genial quanto o próprio Código de Harry, provando que o instinto de auto-preservação do nosso herói demonstra de forma inequívoca quem ele realmente é. Aplausos de pé para este começo de temporada da melhor série da TV!</p>
<p style="text-align: justify"><strong><img class="alignleft size-full wp-image-9672" src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2009/10/bbored.jpg" alt="bbored" width="165" height="100" /><span style="color: #bebb0e">Bored to Death </span></strong><strong>(1&#215;01: Stockholm Syndrome, 1&#215;02: The Alanon Case)</strong>: Um aspecto sobre <strong>Bored to Death</strong> é inquestionável: sua esquisita originalidade. Sem uma premissa definida, esta nova comédia da HBO começa contando a história de um escritor abalado pelo fim de um cômodo relacionamento e que resolve fazer bicos como detetive particular. Adotando uma forma narrativa característica de filmes <em>noir</em>, o maior problema desta série diz respeito ao seu objetivo e ao excesso de &#8220;liberdades poéticas&#8221; de seu texto. Ora, torço para que as bizarras coincidências do roteiro não estejam ali apenas por ser, pois, do contrário, as costumeiras sacadas &#8220;espertinhas&#8221; de Johnathan ou o desapego de George (Ted Danson) deixarão de ser engraçados e tornar-se-ão enfadonhas com o passar do tempo. Com dois episódios exibidos a história não parece ter evoluído quase nada e também não podemos dizer que o protagonista é uma figura carismática e cativante. Por isso ficarei de olho nessa série, que por enquanto ganha o sinal amarelo em nossa cobertura. Sabemos que HBO é HBO, mas coisas como <strong>Hung</strong> estão aí para lembrar-nos que o canal não é infalível a erros&#8230;</p>
<p style="text-align: justify"><strong><img class="alignleft size-full wp-image-9673" src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2009/10/bhouse.jpg" alt="bhouse" width="165" height="100" /><span style="color: #008000">House</span></strong><strong> (6&#215;01: Broken, 6&#215;02: Epic Fail, 6&#215;03: The Tyrant)</strong>: Com certeza me faltarão adjetivos para descrever o que foi a estreia da 6ª temporada de <strong>House:</strong> uma obra-prima que poderia facilmente ter sido um longa metragem que arrasaria em bilheteria no mundo inteiro. Fugindo totalmente da narrativa episódica e característica, <em>Broken</em> mergulhou de cabeça no universo de Gregory House, desconstruindo a personagem aos poucos, num ritmo até cansativo. Internado em uma instituição mental, House iniciou um perigoso jogo em que seus esforços para sabotar a si mesmo (como ele sempre fez) constantemente vinham em vão, já que ele estava sempre passos atrás do programa de reabilitação a que se submeteu. No fim ele teve que ceder e espero que esta epifania na vida da personagem consiga trazer uma bem-vinda mudança à série, que começava a sofrer um desgaste. E foi justamente isso que vimos em <em>Epic Fail,</em> episódio que retomou a rotina no hospital, mas sem o bom doutor que resolveu explorar seus dotes culinários. Foreman assumiu a chefia e o constante atrito o levou a tomar a absurda decisão de despedir sua namorada, Thirteen (ô casal que não convence), trazendo Cameron e Chase de volta à trupe para o surpreendente episódio <em>The Tyrant</em> que seguiu. Encerrando esta trilogia com chave de ouro, o capítulo que tinha como personagem principal a figura de um genocida africano certamente dividirá opiniões com o chocante desfecho (e evitarei dizer aqui qual é, mesmo com o aviso de <em>spoiler</em> no topo). Torço muito para que esta história volte a ser explorada e que os casos em <strong>House</strong> sejam contados com mais calma agora que, aparentemente, nada mais será o mesmo&#8230;</p>
<p style="text-align: justify"><strong><img class="alignleft size-full wp-image-9674" src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2009/10/beastwick.jpg" alt="beastwick" width="165" height="100" /><span style="color: #e61a03">Eastwick</span></strong><strong> (1&#215;01: Pilot)</strong>: Se você gosta de programas que não exigem o mínimo de raciocínio, tramas óbvias e assustadoramente previsíveis, <strong>Eastwick</strong> é um prato cheio. Baseada na mesma obra que deu origem ao clássico filme <strong>As Bruxas de Eastwick</strong>, com Jack Nicholson, esta série aparenta ter o objetivo de retirar toda e qualquer densidade dramática do livro e vomitar o resultado na telinha sem o menor esforço narrativo. Não vou nem perder tempo narrando a premissa, pois basta saber que três mulheres que vivem numa cidadezinha descobrem-se bruxas e, logo de cara, você vê coisas como uma delas sonhando algo para, instantes a seguir, exatamente o que ela sonhou tornar-se realidade ou (oh!) uma dizer a palavra &#8220;terremoto&#8221; ou &#8220;eletricidade&#8221; (<em>sabiamente</em> jogadas fora de contexto numa frase) para que (oh!) um terremoto ocorra ou um raio caia do céu. <strong>Eastwick</strong> não quer que o espectador perca tempo pensando, por isso não vou perder mais meu tempo falando desta produção barata da ABC, que merece o feitiço do cancelamento.</p>
<p style="text-align: justify"><strong><img class="alignleft size-full wp-image-9009" src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2009/04/boffice.jpg" alt="boffice" width="165" height="100" /><span style="color: #008000">The Office </span></strong><strong>(6&#215;01: Gossip, 6&#215;02: The Meeting, 6&#215;03: The Promotion)</strong>: Ano após ano <strong>The Office</strong> consegue reinventar-se, o que é louvável considerando que esta é uma comédia sobre o dia a dia em um escritório. A ideia da súbita promoção de Jim ao posto de co-gerente da filial abriu inúmeras possibilidades e, por incrível que pareça, tudo aconteceu de forma orgânica à história que estava sendo desenvolvida. É fato que os roteiristas desta série nunca deixaram a bola cair e a nova organização refletiu diretamente na evolução das personagens. Quando eu iria imaginar que Jim se tornaria o anti-herói quando assumiu o encargo de decidir o que fazer para distribuir os bônus? Que bagunça épica ele aprontou ao lado de Michael Scott, líder que ele sempre criticou. Foi muito bom voltar à Scranton e a equipe realmente está de parabéns!</p>
<p style="text-align: justify"><strong><img class="alignleft size-full wp-image-9675" src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2009/10/bcommunity.jpg" alt="bcommunity" width="165" height="100" /><span style="color: #bebb0e">Community</span></strong><strong> (1&#215;01: Pilot, 1&#215;02: Spanigh 101, 1&#215;03: Introdution to Film, 1&#215;04: Social Psychology)</strong>: Eu ainda não estou certo sobre o futuro de <strong>Community</strong>. Após um piloto fraco, a série deu uma boa virada em seu segundo episódio e conseguiu ir além de sua premissa &#8211; advogado perde a licença e é obrigado a refazer o curso numa faculdade comunitária, onde encontra diversos tipos esquisitos e uma linda garota. Joel McHale, apresentador do programa <strong>The Soup</strong> no E!, é o protagonista que quer passar de ano sem esforços e o ator consegue realizar um bom trabalho. Já Chevy Chase, costumeiramente excelente, aparece subaproveitado num papel que o relega à condição de o &#8220;velhote bobo&#8221; e os outros personagens parecem ter sido compostos para tentar espelhar a galera &#8220;do fundão&#8221; de <strong>The Office</strong> e <strong>30 Rock</strong>. A comédia tem o seu charme, conta com umas boas sacadas, mas não sei&#8230; O quarto episódio foi arrastado e desinteressante, sem contar algumas situações que soam forçadas. Falta alguma coisa para torná-la indispensável como <strong>Modern Family</strong>, por exemplo. Ficarei de olho e, por enquanto, ela ganha o nosso sinal amarelo.</p>
<p style="text-align: justify"><strong><img class="alignleft size-full wp-image-9676" src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2009/10/bflash.jpg" alt="bflash" width="165" height="100" /><span style="color: #008000">FlashForward </span>(1&#215;01: No More Good Days, 1&#215;02: White to Play)</strong>: Desde que o conceito de <strong>FlashForward</strong> veio à público, as indicações de que ela será &#8220;o novo <strong>LOST</strong>&#8221; não param. Pelo intenso episódio piloto, que já inicia a série mostrando um fenômeno mundial desconhecido que faz com que toda a população do planeta apague por 2 minutos e 17 segundos para ter um <em>flash</em> do futuro, é sim possível notar elementos que podem fazer com que ela seja uma grande série de suspense e mistério como a dos sobreviventes do voo 815. Mas da mesma forma também percebi muitas similaridades com a fracassada <strong>Jericho</strong>. Fato é que <strong>FlashForward</strong> é bastante promissora e só. A relevância que ela terá dependerá de seu desenvolvimento e até o final do primeiro episódio a produção se destaca das demais desta temporada por conseguir instigar a imaginação do espectador com a constante pergunta: &#8220;o que você faria se visse o seu próprio futuro&#8221;? O segundo episódio foi sensivelmente mais fraco e a ideia de um evento em escala mundial, como de fato ocorreu, ainda não foi bem estabelecida. O foco na equipe do FBI de Los Angeles traz uma visão limitada dos eventos e aprofunda-se somente no quadro da investigação de Mark (o que foi bastante conveniente, não é?). Sinceramente não quero aumentar as minhas expectativas, mas considero os dois primeiros episódios satisfatórios até o momento. Contudo, quero ser surpreendido como aconteceu no final do piloto com a descoberta de que um misterioso sujeito estava &#8220;acordado&#8221; bem na hora do apagão global. Agora, se isso virar a sustentação dos <em>cliffhangers</em> do drama, como aconteceu no final do segundo episódio, teremos um grande problema à vista. Espero muito que os roteiristas desta série tenham uma visão global daquilo que estão lidando, pois senão eles ficarão <em>perdidos</em>.</p>
<p style="text-align: justify"><strong><img class="alignleft size-full wp-image-8886" src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2009/02/bdollhouse.jpg" alt="bdollhouse" width="165" height="100" /><span style="color: #008000">Dollhouse</span> (2&#215;01: Vows)</strong>: Depois de uma primeira temporada ascendente, <strong>Dollhouse</strong> parece ter estagnado sua trama nesta estreia do 2º ano e isso foi refletido na baixíssima audiência que a série recebeu. Tudo bem que estamos apenas começando, mas a expectativa é alta e Joss Whedon não soube vender bem o seu novo plano. <em>Vows</em> adotou uma narrativa confusa e Paul como &#8220;cliente&#8221; da casa e toda aquela história de Echo casando com um criminoso não conseguiu convencer. O <em>endgame</em> não está claro e apenas 13 episódios estão garantidos (o criador já disse que o 13º episódio desta temporada cria um desfecho satisfatório, continuando ou não). Pelo histórico positivo, <strong>Dollhouse</strong> continua com sinal verde, mas passará para o <strong>Season Pass</strong>, onde poderemos fazer uma análise sobre como será o desempenho da temporada como um todo. Torço para que não seja cancelada precocemente, apesar dos pesares.</p>
<p style="text-align: justify"><strong><img class="alignleft size-full wp-image-9396" src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2009/09/bglee.jpg" alt="bglee" width="165" height="100" /><span style="color: #008000">Glee</span> (1&#215;03: Acafellas, 1&#215;04: Preggers, 1&#215;05: The Rhodes Not Taken, 1&#215;06: Vitamin D)</strong>: Vocês sabem, pela <a href="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/2009/06/11/primeiras-impressoes-glee/" target="_blank">resenha</a> que fiz do episódio piloto, que eu não sou totalmente entusiasta de <strong>Glee</strong>. Na última <strong><a href="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/2009/09/16/a-semana-em-serie-14/" target="_blank">Semana em Série</a></strong> que fiz antes da minha viagem relatei as melhorias desta série musical, mas temo não corresponder às expectativas dos fãs nas resenhas. Começando pelo lado positivo dos últimos episódios exibidos, gostei muito da forma como que a trama foi conduzida: centrada em uma disputa infantil entre o departamento artístico da escola com o de educação física (liderado pela ótima Jane Lynch como a inescrupulosa Sue), o roteiro dá uma importância absurda às situações e tudo toma uma dimensão ainda maior e mais interessante do que seria na vida real. As personagens também são todas convicentes e bem construídas, do elenco principal às pontas. Artisticamente, <strong>Glee</strong> é uma série completa, mas eu não consigo acostumar com certos aspectos do lado &#8220;musical&#8221; quando este não é apresentado de forma orgânica. Ora, é até aceitável (<em>pra mim</em>) que uma música comece em um sonho ou numa apresentação, mas a 4ª parede cai completamente quando o time de futebol americano inteiro começa a dançar <em>All the Single Ladies</em> da Beyoncé sem o menor propósito. Concordo que isso funciona para o &#8220;alegre&#8221; Kurt, mas do contrário soa muito forçado. Outra coisa que não desce na minha opinião é a atuação em excesso, que afeta a série em muitos momentos (e que pode ser culpa da direção): as performances de Kristen Chenoweth (<em>pra mim</em>, reitero) beiraram o insuportável de tão <em>over</em>, comprometendo o resultado final. Ora, às vezes parece até que eles estão sob o efeito de altas doses de energético (ah, não, era vitamina D)! Da mesma forma que aconteceu com <strong>Pushing Daisies</strong> (e seu excesso de fantasia), acredito que estes detalhes, caso não acertados, podem eventualmente cansar o espectador a médio prazo. Gosto muito das músicas, da maioria das performances e das ótimas tramas como a da gravidez de Quinn, dos planos da mulher do Will, dos triângulos amorosos e a luta para que o grupo entre no campeonato estadual, mas <strong>Glee</strong> poderia diminuir o tom aqui e ali para emplacar de vez.</p>
<p style="text-align: justify"><strong><span style="color: #e61a03">Three Rivers</span><span style="font-weight: normal"> e </span><span style="color: #e61a03">Mercy</span></strong>: Não vou me aprofundar nestas séries, porque além de não planejar acompanhá-las, seus episódios pilotos foram absurdamente esquemáticos e refletem tão somente o interesses dos executivos das emissoras CBS e NBC em terem versões das séries médicas de sucesso atuais. A primeira conta a história de uma equipe de especialistas em transplante de órgõs, apresentando uma montagem inadequada, casos desinteressantes, arrastados e uma linguagem rasa. Já a segunda quer ser a <strong>Grey&#8217;s Anatomy</strong> das enfermeiras e é bobinha, água-com-açúcar e piegas. Aposto em cancelamento e não recomendo perderem tempo com elas. Se quiser insistir em alguma, acredito que <strong>Three Rivers</strong> deva ir mais longe pelo investimento realizado. Mas se quiser assistir séries médicas de qualidade mesmo, fique <strong>House</strong>, <strong>Nurse Jackie</strong> e a própria<strong> Grey&#8217;s Anatomy</strong>. Fica a dica. Ah, e sobre <strong><span style="color: #e61a03">The Forgotten</span></strong>, bem, digamos que com dez minutos eu desliguei a TV, pra vocês verem a paciência que eu tenho com séries investigativas genéricas&#8230; Passo.</p>
<p style="text-align: justify">Esse foi o <strong>Semáforo</strong>! Na próxima <strong>Semana em Série</strong> as estrelas estarão de volta à cena para quotar as séries que ficarão em nossa cobertura! Agradeço desde já a sua audiência e o seu comentário, caso queria compartilhar aqui as suas impressões sobre estas e outras séries que acompanha! Até a próxima!</p>
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		<title>A Semana em Série</title>
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		<pubDate>Thu, 08 Oct 2009 03:01:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Carvalho</dc:creator>
				<category><![CDATA[A Semana em Série]]></category>
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É evidente que Hollywood passa por uma profunda crise criativa nesta década. Basta olhar na quantidade de séries que são canceladas da noite pro dia, seja porque são muito ruins ou porque são medianas a ponto de se tornarem dispensáveis pela audiência. Retomando a Semana em Série, realizaremos aqui no blog uma análise das principais [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify"><img class="alignnone size-full wp-image-6631" src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/alerta15.jpg" alt="Alerta de Spoiler - Brasil" width="489" height="20" /><br />
É evidente que Hollywood passa por uma profunda crise criativa nesta década. Basta olhar na quantidade de séries que são canceladas da noite pro dia, seja porque são muito ruins ou porque são medianas a ponto de se tornarem dispensáveis pela audiência. Retomando a <strong>Semana em Série</strong>, realizaremos aqui no blog uma análise das principais estreias da temporada no primeiro <strong>Semáforo</strong>! É isso mesmo: considerando o volume de séries para acompanharmos neste início, indicarei através de sinais (e não de estrelas) se tal produção merece ou não ser assistida (e repercutida), de acordo com os critérios do blog. Uma série que recebe o sinal<span style="color: #e61a03"> vermelho<span style="color: #000000"> </span></span>logo de cara sairá da nossa cobertura e não voltará tão cedo (a não ser que melhore muito, mas muito mesmo, ou que extrema pressão popular exija seu retorno). Já um drama ou comédia com o sinal <span style="color: #bebb0e">amarelo</span> vai, inicialmente, ficar fora dos comentários semanais para uma análise com mais atenção e possível reclassificação para o sinal <span style="color: #339966">verde</span>, onde será regular e sistematicamente comentada no blog, seja na <strong>Semana em Série</strong> ou no nosso <strong>Season Pass</strong>. Vamos lá?
</p>
<p style="text-align: justify"><img class="aligncenter size-full wp-image-9650" src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2009/10/comment1160.jpg" alt="comment1160" width="660" height="120" /></p>
<p style="text-align: justify"><strong><span style="color: #e61a03"><img class="alignleft size-full wp-image-9640" src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2009/10/bcougar.jpg" alt="bcougar" width="165" height="100" />Cougar Town</span><span style="color: #e61a03"> <span style="color: #000000">(1&#215;01: Pilot, 1&#215;02, Into the Great Wide Open)</span></span></strong>: A nova comédia da ABC estrelada pela ex-<strong>Friends</strong> e ex-<strong>Dirt</strong> Courteney Cox soa como uma tentativa desesperada de fazer humor. E um humor besta, sem qualquer tipo de refinamento, digno dos piores pastelões. Jules é uma mãe quarentona que, após o divórcio com o loser que a engravidou quando jovem, resolve correr atrás dos anos de farra que perdeu. Forçada ao extremo, a atuação de Cox é lamentável e o roteiro é simplório, limitando-se a colocá-la em situações constrangedoras (e <em>gags</em> físicas ridículas) com o único objetivo de arrancar riso do espectador de passagem. Temos também um elenco de coadjuvantes insosso que torna o resultado ainda mais desprazerosso de se assistir. Ora, o que foi o final do segundo episódio com a brincadeirinha do &#8220;susto&#8221; ou as fotografias das &#8220;aventuras&#8221; bêbadas de Jules? Se você rever a cena verá que muitas imagens simplesmente não fazem o menor sentido e só foram colocadas ali para fazer graça, sem o menor nexo com a história. Vergonha alheia total. Em apenas dois episódios <strong>Cougar Town</strong> mostrou que não tem conteúdo nem pra ser uma comédia descompromissada e divertida. Torço e espero por um cancelamento precoce.</p>
<p style="text-align: justify"><strong><span style="color: #e61a03"><img class="alignleft size-full wp-image-9641" src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2009/10/bhank.jpg" alt="bhank" width="165" height="100" />Hank <span style="color: #000000">(1&#215;01: Pilot)<span style="font-weight: normal">:</span></span> </span></strong>A premissa de <strong>Hank</strong> &#8211; pai desastrado e desatento que se envolve num escândalo financeiro e é obrigado a viver com a família na &#8220;classe média&#8221; &#8211; e sua execução porca, colocam mais uma mancha na carreira de Kelsey Grammer, que mal se recuperou de sua última bomba, a horrenda <strong>Back to You</strong>. Essa nova <em>sitcom</em> da ABC (alguém poderia proibir o canal de produzí-las?) é totalmente instantânea e pré-fabricada: o roteiro é raso, os cenários parecem terem sido reaproveitados de uma comédia cancelada qualquer de &#8220;família americana&#8221; e, pior de tudo, a série simplesmente não é engraçada. Todas as piadas são as mesmíssmas que já cansamos de ouvir em produções similares e, além de não ser nada inovadora, <strong>Hank</strong> evidencia a cada <em>take</em> o desconforto de Grammer no papel, bem como uma preguiça descomunal em compor uma personagem, pois ele se rende ao &#8220;básico&#8221; da atuação com suas caras e bocas. É deprimente ver o que o Frasier se tornou&#8230;</p>
<p style="text-align: justify"><strong><span style="color: #bebb0e"><img class="alignleft size-full wp-image-9642" src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2009/10/bpurpose.jpg" alt="bpurpose" width="165" height="100" /><span style="color: #e61a03">Accidentally on Purpose <span style="color: #000000">(1&#215;01: Pilot, 1&#215;02: Memento, 1&#215;03: One Night Stand)</span></span></span></strong>: Apesar de simpática, Jenna Elfman já provou que é uma atriz limitada a uma personagem só: a mesma mulher descolada, desbocada e meio doidinha que fez algum sucesso no início da extinta <strong>Dharma &amp; Gregg</strong>. A série traz uma premissa interessante, sobre uma mulher que engravida &#8220;sem querer, querendo&#8221; de um jovem sem futuro, mas o texto imediatamente esbarra em todos os clichês do gênero e no final sai mal apesar de conseguir arrancar uma risada aqui e outra ali. Falta, contudo, mais personagens carismáticos para a série emplacar, além de um roteiro mais ágil, contemporâneo e menos carregado de piadas óbvias de sexo. Essa de <em>roomates</em> que vivem brigando é tão velha como Tony Danza. A CBS conseguiu estabelecer-se bem com as <em>sitcoms</em> <strong>Two and a Half Men</strong>, <strong>How I Met Your Mother</strong> e <strong>The Big Bang Theory</strong>. Perto delas, <strong>Accidentaly on Purpose</strong> é mesmo um verdadeiro desastre proposital só pra compor a meia hora que faltava para inteirar o bloco.</p>
<p style="text-align: justify"><span style="color: #bebb0e"><strong><img class="alignleft size-full wp-image-9643" src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2009/10/bmiddle.jpg" alt="bmiddle" width="165" height="100" />The Middle</strong><strong><span style="color: #000000"> (1&#215;01: Pilot)</span></strong></span>: Por mais &#8220;divertidinha&#8221; que pareça, <strong>The Middle</strong> por enquanto nada mais é que uma versão mais adulta de <strong>Malcom in the Middle</strong>, só que desta vez contada sob o olhar dos pais e não do filho do meio. Poxa, é com mais uma produção <em>single-camera</em> sobre uma família de classe média-baixa americana que a ABC quer reerguer seu núcleo de comédia? Fora as corretas atuações de Patricia Heaton e Neil Flynn, no fim das contas a série traz a sensação de &#8220;mais do mesmo&#8221;: tem o filho menor esquisito, a pré-adolescente que não se adapta e o marmanjo rebelde que no fundo está em busca de atenção. O roteiro é razoável, a produção é caprichada e a trilha-sonora acerta em diversos momentos, mas no final a sensação de vazio após ter assistido o piloto permanece e você acaba não conseguindo distinguir esta de outras séries como <strong>Aliens in America</strong>, <strong>According to Jim</strong>, <strong>&#8216;Til Death</strong> e por aí vai. Se conseguir melhorar nos próximos, vai pro <strong>Season Pass</strong>.</p>
<p style="text-align: justify"><span style="color: #339966"><strong><img class="alignleft size-full wp-image-9644" src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2009/10/bmodern.jpg" alt="bmodern" width="165" height="100" />Modern Family </strong><strong><span style="color: #000000">(1&#215;01: Pilot, 1&#215;02: The Bicycle Thief)</span></strong></span><span style="color: #000000">: Ah, como é bom ser positivamente surpreendido por uma nova série que você não dava nada. Pelos promos, </span><strong><span style="color: #000000">Modern Family</span></strong><span style="color: #000000"> parecia querer ser um</span>a versão familiar de <strong>The Office</strong>, mas em vez de restringir-se à cópia do estilo de câmera e das situações <em>nonsense</em> que ocorrem na filial da Dunder Mufflin, esta comédia soube ser autêntica e com um humor muito bem dosado, que não é carregado no &#8220;<em>white trash</em>&#8221; deprimente e, o mais importante, não trata o espectador como uma planta. Contando a história de três famílias modernas que, logo no final do primeiro episódio descobrirmos ser a mesma, a trama circunda com muito cuidado e leveza por alguns estereótipos clássicos como o do pai que quer ser &#8220;amigão&#8221; dos filhos, o vovô que casa com uma mulher mais nova (numa triunfal volta do eterno Ed O&#8217;Neil, o Al Bundy de <strong>Married&#8230; With Children</strong>) e até mesmo um divertido casal de homossexuais que resolve adotar um filho ao melhor estilo <em>Brangelina</em>. Este é o bom exemplo de criação, interpretação e produção que as outras comédias do canal ABC deveriam seguir. É possível fazer comédia sem se expor ao ridículo. [<strong>Season Pass</strong>]</p>
<p style="text-align: justify"><span style="color: #e61a03"><strong><img class="alignleft size-full wp-image-9645" src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2009/10/bheroes.jpg" alt="bheroes" width="165" height="100" />Heroes </strong><strong><span style="color: #000000">(4&#215;01: Orientation, 4&#215;02: Jump, Push, Fall, 4&#215;03: Ink)</span></strong></span><span style="color: #000000">: Eu já perdi a conta de quantas vezes eu já comecei uma resenha de </span><strong><span style="color: #000000">Heroes</span></strong><span style="color: #000000"> dizendo que &#8220;eu já perdi a conta de quantas vezes o drama de Tim Kring deu inúmeras e desnecessárias voltas&#8221;. Sinceramente, não sei mais o que esperar de um novo volume onde novos personagens são aprensentados enquanto a história permanece estagna</span>da no marasmo criativo dos roteiristas desta série. Depois de dois episódios que beiraram o insuportável de tão mal conduzidos e uma terceira parte igualmente aborrecida e nada esclarecedora, <strong>Heroes</strong> despede-se de nossa cobertura semanal, pois não dá mais pra ficar repercutindo cada vez que Hiro perde e retoma seu poder, ou cada vez que Sylar é destruído e retorna e, pior ainda, cada instante em que Noah Bennet vira a casaca para atender ao imediatismo de um roteiro incrivelmente furado, cansativo e sem fim. Será que terá um fim? Quantos <em>reboots</em> precisaremos testemunhar para nos dar conta que Tim Kring não tem talento? Chega. Chegou na 4a temporada já! <strong>Heroes</strong> foi longe demais só na promessa eterna. Quando finalmente isso acabar eu assisto tudo e digo aqui como terminará, mas por enquanto não dá mais. Acabou a paciência há muito tempo e agora acabou a boa vontade.</p>
<p style="text-align: justify"><strong><span style="color: #bebb0e"><img class="alignleft size-full wp-image-9395" src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2009/09/bmelroseplace.jpg" alt="bmelroseplace" width="165" height="100" />Melrose Place <span style="color: #000000">(1&#215;02: Nightingale, 1&#215;03: Grand, 1&#215;04: Vine)</span></span></strong><span style="color: #000000">: Depois de quatro episódios, deu pra ver que </span><strong><span style="color: #000000">Melrose Place</span></strong><span style="color: #000000"> foi uma série construída para tentar ser </span><em><span style="color: #000000">hit</span></em><span style="color: #000000">, com todos os elementos que um drama &#8220;ousado&#8221; precisa: um galã misterioso, uma falsa santa, uma desconhecida piradinha, um casal certinho e uma loira maravilhosa pra botar fogo em um condomínio californiano onde todos moram. Infelizmente até agora essa mistura não conseguiu dar liga. O texto não é tão ruim (já vimos muitas coisa pior, vai), mas tamb</span>ém não podemos dizer que no fim de um episódio estamos loucos pelo próximo. A um porque a história da morte da tal <span style="text-decoration: line-through">Susan</span> Sidney não empolga a ponto de querermos saber quem foi que a matou, já que ela não desperta a menor empatia de ninguém. A dois porque muito pouca coisa acontece numa série que deveria, no mínimo, ser mais agitada pelo elenco que tem. A CW muitas vezes parece que é o canal dos <em>remakes</em> apenas por ser, como se viabilizá-los fosse o objetivo final. <strong>Melrose Place</strong> precisa desenvolver e muito para ganhar um espaço fixo aqui. Quem sabe mais pra frente ela faça companhia a <strong>90210</strong> em nosso <strong>Season Pass</strong>&#8230;</p>
<p style="text-align: justify"><strong><span style="color: #339966"><img class="alignleft size-full wp-image-9646" src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2009/10/bfringe.jpg" alt="bfringe" width="165" height="100" />Fringe <span style="color: #000000">(2&#215;01: A New Day in the Old Town, 2&#215;02: Night of Desirable Objects, 2&#215;03: Fracture)</span></span></strong><span style="color: #000000">: Dificilmente uma série atual consegue iniciar uma segunda temporada de forma tão promissora quanto aconteceu com </span><strong><span style="color: #000000">Fringe</span></strong><span style="color: #000000">, ainda mais considerando o nível do </span><em><span style="color: #000000">finale</span></em><span style="color: #000000">, que deixou todo mundo boquiaberto. Digo mais: os eventos do padrão, sejam os provocados (o homem que troca de face) ou espontâneos (o garoto-escorpião) estão mais interessantes e aterrorizantes do que nunca e a químic</span>a já estabelecida entre o elenco principal é invejável. A história também evoluiu consideravelmente, agora que objetivos maiores foram traçados, incluindo a inesperada morte de Charlie e a usurpação de sua imagem por aquele misterioso &#8220;ser&#8221;. Embora ainda desconhecidos, os responsáveis por toda esta conspiração estão tomando forma e, de maneira muito acertada, o roteiro permitiu que as bombásticas revelações da temporada anterior fossem bem aproveitadas com a súbita amnésia de Olivia, que terá que processar junto com o público o que aquele encontro com William Bell significou. Lembremos também que o Peter original também morreu pequeno e que este que vemos é a sua versão alternativa, o que é fundamental para compreendermos até o jeito sempre admirado que Walter sempre o olha. Outro fator positivo desta temporada foi a de estabelecer uma ameaça séria à divisão <em>Fringe Science</em>, que terá que lutar para manter-se &#8220;aberta&#8221; (leia-se, conseguir provas mais contundentes das manifestações do padrão e da séria ameaça que é iminente sobre o mundo). Por fim, registro aquela interessante, mas igualmente assombrosa forma de comunicação do soldado com uma provável realidade alternativa e a terrível indicação de que o tal Observador não está aqui somente para observar&#8230; <strong>Fringe</strong> consegue me assustar como poucos filmes de terror.</p>
<p style="text-align: justify"><span style="color: #bebb0e"><strong><img class="alignleft size-full wp-image-9647" src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2009/10/btrauma.jpg" alt="btrauma" width="165" height="100" /><span style="color: #e61a03">Trauma <span style="color: #000000">(1&#215;01: Pilot)</span></span></strong></span><span style="color: #000000">: A NBC adora tentar reviver o passado e a aposta da vez é com </span><strong><span style="color: #000000">Trauma</span></strong><span style="color: #000000">. O drama emergencial é focado numa equipe de resgate de São Francisco, con direito a um piloto cheio de acidentes elaborados e de grande porte, além de muitos efeitos especiais que são apenas corretos para a TV. Mas a despeito de toda esta produção, o que falta na série são personagens cujo público possa se identificar. Sem apresentar ou aprofundar em qualquer aspecto da vida destes socorristas, a série</span> já mergulha no &#8220;trabalho&#8221;, impedindo uma conexão inicial e necessária para manter o espectador interessado. Tem ação e muita movimentação, mas falta conteúdo até para repercutir. O impacto de <strong>Trauma</strong>, por enquanto, é apenas visual e lá para o terceiro resgate já cansou.</p>
<p style="text-align: justify"><strong><span style="color: #339966"><img class="alignleft size-full wp-image-8989" src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2009/04/bmother.jpg" alt="bmother" width="165" height="100" />How I Met Your Mother <span style="color: #000000">(5&#215;01: Definitions, 5&#215;02: Double Date, 5&#215;03: Robin 101)</span></span></strong><span style="color: #000000">: Que bom que este 5o ano de </span><strong><span style="color: #000000">How I Met Your Mother</span></strong><span style="color: #000000"> voltou mais divertido e dando uma importância menor ao sentimentalismo barato como estava acontecendo na metade final da temporada anterior. O relacionamento entre Barney e Robin deu uma boa guinada na história e virou o cerne deste início, tanto que os três primeiros episódios foram basicamente sobre eles, desde a estreia com a indefinição do casal sobre o seu &#8220;status&#8221; até culminar no excelente Robin 101 (um dos melhores de toda a série) em que Ted vira o professor particular de Barney e o assunto é a canadense, seus trejeitos, suas manias e esquisitisses. Me lembrou muito os clássicos episódios de </span><strong><span style="color: #000000">Friends</span></strong><span style="color: #000000"> em que a</span> história é totalmente sustentada no universo rico das personagens. Ponto positivíssimo para a comédia. Que bom que eles deram a volta por cima!</p>
<p style="text-align: justify"><span style="color: #339966"><strong><img class="alignleft size-full wp-image-9648" src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2009/10/bteory.jpg" alt="bteory" width="165" height="100" />The Big Bang Theory </strong><strong><span style="color: #000000">(3&#215;01: The Electric Can Opener Fluctuation, 3&#215;02: The Jiminy Conjecture, 3&#215;03: The Gotholowitz Deviation)</span></strong></span><span style="color: #000000">: Perto de Jim Parsons o restante do elenco de </span><strong><span style="color: #000000">The Big Bang Theory</span></strong><span style="color: #000000"> imediatamente esmaece e os mais prejudicados são John Galecki (Leonard) e Kunal Nayyar (Raj). Digo isso porque o casal Penny/Leonard formado não consegue convencer por nada e eles acabam deixando algumas cenas bastante mornas. Aliás, sem as personagens Sheldon e Howard, a </span>comédia não poderia sequer existir, pois basta um murmuro do nerd mor ou uma entrada em cena do desajeitado galanteador (vestido de gótico) para a plateia cair no riso. O mesmo não pode ser dito, por exemplo, da já batida timidez do indiano quando sóbrio em frente de mulheres. Este início, contudo, conseguiu ficar fácil no saldo positivo, pois o roteiro é quase sempre impecável. Destaco o experimento que o sempre sagaz Sheldon Cooper realizou em Penny, educando-a como um cachorrinho em seu apartamento, que já é um dos melhores momentos desta comédia.</p>
<p style="text-align: justify">Calma que ainda não acabou! Nesta <span style="text-decoration: line-through">segunda</span> terça faremos mais uma rodada do <strong>Semáforo</strong> com comentários de (e já adianto as cores): <strong><span style="color: #339966">Grey&#8217;s Anatomy</span>, <span style="color: #339966">Gossip Girl</span>, <span style="color: #339966">Brothers &amp; Sisters</span>, <span style="color: #339966">Californication</span>, <span style="color: #339966">The Good Wife</span>, <span style="color: #339966">Dexter</span>, <span style="color: #bebb0e">Bored to Death</span>, <span style="color: #339966">House</span>, <span style="color: #339966">Glee</span>, <span style="color: #e61a03">Eastwick</span>, <span style="color: #339966">The Office</span>, <span style="color: #bebb0e">Community</span>, <span style="color: #339966">FlashForward</span>, <span style="color: #339966">Dollhouse</span> </strong>e<strong> <span style="color: #e61a03">Mercy</span><span style="font-weight: normal">! </span></strong></p>
]]></content:encoded>
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		<title>A Semana em Série</title>
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		<pubDate>Tue, 26 May 2009 03:01:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Carvalho</dc:creator>
				<category><![CDATA[24 Horas]]></category>
		<category><![CDATA[A Semana em Série]]></category>
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		<description><![CDATA[
24 "7x22: Day 7: 05:00am - 06:00am": Esta hora foi consideravelmente superior à anterior com a perseguição que Jack e Rene conduziram no metrô em cenas que imediatamente remeteram à grandes filmes de ação imediatistas como Velocidade Máxima e Duro de Matar: A Vingança. Uma coisa que 24 sabe fazer muito bem é criar constantes [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify"><img class="alignnone size-full wp-image-6631" src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/alerta15.jpg" alt="Alerta de Spoiler - Brasil" width="489" height="20" /><br />
<img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2009/01/b24.jpg" alt="" align="left" /><strong>24 &#8220;7&#215;22: Day 7: 05:00am &#8211; 06:00am&#8221;</strong>: Esta hora foi consideravelmente superior à anterior com a perseguição que Jack e Rene conduziram no metrô em cenas que imediatamente remeteram à grandes filmes de ação imediatistas como <strong>Velocidade Máxima</strong> e <strong>Duro de Matar: A Vingança</strong>. Uma coisa que <strong>24</strong> sabe fazer muito bem é criar constantes momentos de puro desespero, como quando a vítima do ataque terrorista pede ajuda ao guarda que, na verdade, fazia parte de toda a operação. Outra história paralela que está sendo muito bem desenvolvida é a de Olivia Taylor e a desconfiança do agente Aaron Pierce (que ela mesmo contratou) sobre seu envolvimento na morte de Jonas Hodges, algo que pode muito bem desmantelar toda a administração Taylor. Mas eis que chega o ato final com Jack salvando o dia e Kim Bauer caindo mais uma vez nas garras do inimigo, o que seria trágico se não fosse a ducentésima vez que isso acontece na série. Aquilo foi cômico, ainda mais quando descobrimos que o agente que ela achava que a estava perseguindo trabalhava (e mal) para sua proteção. Enfim, a hora chegou ao fim e Jack está mais uma vez na sinuca de bico sendo coagido para salvar o seu atual rival. Que pena que <strong>24</strong> deu uma ótima volta para então chegar no lugar onde já esteve.<br />
<strong>Cotação Bruno Carvalho</strong>: <img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star85.jpg" alt="" /><img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star85.jpg" alt="" /><img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star85.jpg" alt="" /><br />
<span style="font-size: xx-small"><em>Episódio exibido em 11/05/2009 na FOX americana.</em></span></p>
<p style="text-align: justify"><img class="alignleft size-full wp-image-8989" src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2009/04/bmother.jpg" alt="" width="165" height="100" /><strong>How I Met Your Mother &#8220;4&#215;23: As Fast as She Can&#8221;</strong>: Depois do ótimo <em>Right Place, Right Time</em> da semana anterior, este episódio de <strong>How I Met Your Mother </strong>veio como um balde de água fria em todos os fãs da série, pois ignorou grande parte da <em>storyline</em> que fora desenvolvida, que dava a entender que após aquele momento os eventos que levaram Ted a conhecer a sua mulher seriam intensificados. Não. Em vez disso, a série descaradamente voltou ao lugar-comum com historinhas batidas (a tal aposta com as multas de trânsito, que se estendeu além da conta) e uma enrolação sem tamanho com o caso de Tony, o marido de Stella, tentando arrumar um emprego para o Mosby. Parece que trouxeram a loira de volta só para dar aquele <em>cliffhanger</em>, já que  participação dela não teve o menor sentido e não serviu em nada para a trama. Isso sem contar na ceninha do &#8220;abatedouro&#8221; à la Hannibal Lecter, que soou como uma esquete barata de um humorístico de segunda linha. <strong>How I Met Your Mother</strong> perdeu o tom mais uma vez e os episódios bons agora passaram a ser a exceção, e não a regra, como antes eram.<br />
Cotação Bruno Carvalho: <img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star121.jpg" alt="" /><img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star121.jpg" alt="" /><img class="alignnone size-full wp-image-8421" src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2009/01/starhalf.jpg" alt="Half Star" width="20" height="14" /><br />
<span style="font-size: xx-small"><em> Episódio exibido em 11/05/2009 na CBS americana.</em></span></p>
<p style="text-align: justify"><img class="alignnone size-full wp-image-9122" src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2009/05/coment1046.jpg" alt="" width="693" height="167" /></p>
<p style="text-align: justify"><img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/bgossip1.jpg" alt="" align="left" /><strong>Gossip Girl &#8220;2&#215;24: Valley Girls&#8221;</strong>: O que a ganância de Hollywood não faz, não é mesmo? No desespero de extrair mais dinheiro de <strong>Gossip Girl</strong>, o canal CW encomendou uma espécie de &#8220;piloto&#8221; dentro da série original para derivar <strong>Valley Girls</strong>. Por sorte, parece que essa ideia não vai mais pra frente, porque este episódio foi completamente desperdiçado com uma historinha fraca e aborrecida sobre o passado de Lilly VanDer Woodsen, uma personagem sem carisma e nada relevante, no presente ou no passado. Tudo bem que a ambientação nos anos 80 ficou muito legal, mas somente a parte técnica foi positiva. Do ponto de vista criativo, tentaram fazer uma espécie de &#8220;link&#8221; entre mãe e filha como forma de justificar as impensadas atitudes de ambas, mas sem o menor sucesso. O episódio ainda estragou o acontecimento que deveria ser o ponto alto de qualquer série <em>teen</em>: a antecipada noite de formatura do colegial. No fim das contas, tudo ficou estagnado e o final prorrogado. A narração final da ótima Kristen Bell resumiu muito bem este insosso capítulo: <em>&#8220;(&#8230;) às vezes o melhor a fazer é se desculpar e deixar o passado ficar pra trás (&#8230;)&#8221;</em>. Depois deste dispensável episódio, isso o mínimo que eu espero do <em>season finale</em>.<br />
<strong>Cotação Bruno Carvalho</strong>: <img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star85.jpg" alt="" /><img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star85.jpg" alt="" /><br />
<span style="font-size: xx-small"><em>Episódio exibido em 11/05/2009 na CW americana.</em></span></p>
<p style="text-align: justify">Com os anúncios do próximo <em>Fall Season</em>, os principais canais abertos encerraram a temporada e agora poucas séries <em>mainstream</em> permanecem no ar. Por isso, este será o último post <strong>Semana em Série</strong> do Mid Season. É claro que em breve começam as estreias do verão americano, com muita coisa boa voltando. Assim, a cobertura em blocos será interrompida até que as produções em volume retornem. Como teremos mais tempo a partir de agora, resolvi dedicar as próximas semanas para comentários mais completos dos <em>Season Finales</em> em posts separados, como vários de vocês pediram. Falarei nos próximos dias sobre os finais de temporada de <strong>24, Fringe, Gossip Girl, Grey&#8217;s Anatomy, How I Met Your Mother, The Big Bang Theory, The Office, 30 Rock</strong> e <strong>Prison Break</strong> (e do telefilme!). Ah, e conforme prometido o <strong>Season Pass</strong> 2009 está chegando! Fique ligado!</p>
<p style="text-align: justify"><a title="Siga o LiGado em Série no Twitter!" href="http://twitter.com/ligadoemserie/" target="_blank"><img class="alignnone size-medium wp-image-8841" src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2009/02/tweet2ad.jpg" alt="" width="696" height="18" /></a></p>
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		<title>Sitcoms em Série Duplo!</title>
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		<pubDate>Tue, 12 May 2009 03:01:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Carvalho</dc:creator>
				<category><![CDATA[30 Rock]]></category>
		<category><![CDATA[A Semana em Série]]></category>
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How I Met Your Mother "4x21: The Three Days Rule / 4x22: Right Place Right Time": Que bom que How I Met Your Mother voltou a empolgar, numa sequência de episódios que começou divertida e terminou de forma surpreendente! Em Three Days Rule, Barney foi o destaque com seus conceitos malucos que eventualmente dão certo, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify"><img class="alignnone size-full wp-image-6631" src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/alerta15.jpg" alt="Alerta de Spoiler - Brasil" width="489" height="20" /><br />
<img class="alignleft size-full wp-image-8989" src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2009/04/bmother.jpg" alt="" width="165" height="100" /><strong>How I Met Your Mother &#8220;4&#215;21: The Three Days Rule / 4&#215;22: Right Place Right Time&#8221;</strong>: Que bom que <strong>How I Met Your Mother</strong> voltou a empolgar, numa sequência de episódios que começou divertida e terminou de forma surpreendente! Em <em>Three Days Rule</em>, Barney foi o destaque com seus conceitos malucos que eventualmente dão certo, ainda mais depois de comparar os três dias que o homem deve esperar para ligar para uma mulher depois de sair com ela à ressurreição de Cristo, conforme narrada na Bíblia. Porém, foi constrangedora aquela participação de Kevin Richardson (<strong>The Knights of Prosperity</strong>), que foi batida, exagerada e mal aproveitada. Mas a grande surpresa da temporada (e de toda a série) veio no episódio seguinte, <em>Right Place Right Time</em>, onde a história de como Ted encontrou a mãe de seus filhos foi explorada de forma sem precedentes, com várias idas e vindas até chegar no momento em que encontramos&#8230; Stella? Pois é, mesmo depois de uma brilhante narrativa, não poderíamos esperar que eles iriam entregar tudo de bandeja, né? É claro que Stella não é a mãe (Ted já afirmou isso antes), mas certamente ela é o caminho para se chegar à mulher misteriosa. Tomara que esta revelação venha ainda nesta temporada, pois a série já está no ponto em que deveria terminar, mesmo rendendo bons momentos. É melhor acabar por cima e com chave de ouro.<strong><br />
Cotação Bruno Carvalho</strong>:<strong> 4&#215;21:</strong> <img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star121.jpg" alt="" /><img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star121.jpg" alt="" /><img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star121.jpg" alt="" /><img class="alignnone size-full wp-image-8421" src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2009/01/starhalf.jpg" alt="Half Star" width="20" height="14" /> &#8211; <strong>4&#215;22</strong>: <img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star121.jpg" alt="" /><img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star121.jpg" alt="" /><img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star121.jpg" alt="" /><img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star121.jpg" alt="" /><img class="alignnone size-full wp-image-8421" src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2009/01/starhalf.jpg" alt="Half Star" width="20" height="14" /><br />
<span style="font-size: xx-small"><em> Episódios exibidos em 27/04/2009 e 04/05/2009 na CBS americana.</em></span></p>
<p style="text-align: justify"><strong><img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/bteory.jpg" alt="" align="left" /></strong><strong>The Big Bang Theory &#8220;2&#215;21: The Vegas Renormalization / 2&#215;22: The Classified Materials Turbulence&#8221;</strong>: Por estar confirmada por mais duas temporadas, a pressão sobre os roteiristas de <strong>The Big Bang Theory</strong> é menor, mas ainda assim eles continuam apresentando toda semana situações hilárias que aprofundam no universo <em>geek</em> destes quatro amigos (e Penny). Depois que Leslie deu o fora em Howard, os amigos seguiram para Las Vegas em vez de ficarem brincando do joguinho &#8220;Adivinhe a Personagem&#8221; (já que Sheldon é sempre Spock), e lá acabaram encontrando um &#8220;espécime&#8221; até então intocado pelos não tão jovem nerds: uma prostituta (interpretada pela ótima Jodo Lyn de <strong>Prison Break</strong>). Embora esta <em>storyline</em> não ter sido tão bem explorada como deveria, foi em Los Angeles onde o episódio trouxe seus melhores momentos, com Sheldon sendo obrigado a passar a noite na casa de Penny após ser trancado para fora de casa. Eu não gosto tanto assim da infantilização da personagem (que inevitavelmente o torna mais fraco), mas apenas aquela tirada no final valeu a pena. Já no <em>The Classified Materials Turbulence</em>, o humor continuou em alta e com muitas piadinhas escatológicas.  No final isso foi um pouco cansativo, a despeito da história ter girado em torno da privada espacial que Wolowitz construiu. Mesmo assim, foram duas ótimas semanas da comédia.<strong><br />
</strong><strong>Cotação Bruno Carvalho</strong>: <strong>2&#215;21: </strong><img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star121.jpg" alt="" /><img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star121.jpg" alt="" /><img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star121.jpg" alt="" /><img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star121.jpg" alt="" /> <strong>- 2&#215;22:</strong> <img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star121.jpg" alt="" /><img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star121.jpg" alt="" /><img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star121.jpg" alt="" /><img class="alignnone size-full wp-image-8421" src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2009/01/starhalf.jpg" alt="Half Star" width="20" height="14" /><br />
<span style="font-size: xx-small"><em>Episódios exibido em 27/04/2009 e 04/05/2009 na CBS americana.</em></span></p>
<p style="text-align: justify"><img class="alignnone size-full wp-image-9078" src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2009/05/coment1024.jpg" alt="" width="696" height="168" /></p>
<p style="text-align: justify"><img class="alignleft size-full wp-image-9009" src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2009/04/boffice.jpg" alt="" width="165" height="100" /><strong>The Office &#8220;5&#215;24: Casual Friday / 5&#215;25: Cafe Disco&#8221;</strong>: Depois de vários episódios centrados no &#8220;elenco principal&#8221;, <strong>The Office</strong> acertadamente dedicou praticamente todo o <em>Casual Friday</em> nos coadjuvantes, que são divertidos e bastante talentosos. Aliás, esta foi a prova de que eles deveriam sim focar mais nos &#8220;outros&#8221; (principalmente no pessoal do galpão). Cada personagem ali é extremamente bem construída, a despeito do tempo em tela: seja a inocência de Kevin, a falta de noção de Angela, os comentários assustadores de Creed ou a irreverência de Andy. Todos fazem um excelente trabalho e a guerrinha entre os vendedores foi demais, com Michael &#8220;virando a casaca&#8221; a todo momento. Mas foi em <em>Cafe Disco</em> que a comédia largou de vez o arco episódico da mudança estrutural na Dunder Mufflin e apresentou um capítulo extremamente hilário do início ao fim, quando Michael decidiu transformar a sede da antiga Michael Scott Paper Company num lounge com café expresso grátis onde os funcionários puderam, enfim, relaxar (até o pezinho de Angela balançou). Como eu queria ter um chefe assim!<br />
<strong>Cotação Bruno Carvalho</strong>: <strong>5&#215;24:</strong> <img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star121.jpg" alt="" /><img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star121.jpg" alt="" /><img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star121.jpg" alt="" /><img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star121.jpg" alt="" /><img class="alignnone size-full wp-image-8421" src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2009/01/starhalf.jpg" alt="Half Star" width="20" height="14" /> &#8211; <strong>5&#215;25</strong>: <img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star121.jpg" alt="" /><img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star121.jpg" alt="" /><img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star121.jpg" alt="" /><img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star121.jpg" alt="" /><img class="alignnone size-full wp-image-8421" src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2009/01/starhalf.jpg" alt="Half Star" width="20" height="14" /><br />
<span style="font-size: xx-small"><em>Episódios exibidos em 30/04/2009 e 07/05/2009 na NBC americana.</em></span></p>
<p style="text-align: justify"><img class="alignleft size-full wp-image-9010" src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2009/04/b30rock.jpg" alt="" width="165" height="100" /><strong>30 Rock &#8220;3&#215;20: The Natural Order / 3&#215;21: Mamma Mia&#8221;</strong>: O colega da Sociedade de Blogs Juliano Cavalca disse em seu Twitter que vai ser difícil tirarem o 3º Emmy seguido de <strong>30 Rock</strong> e eu concordo plenamente com ele. Apesar de termos boas comédias por aí, por mais uma temporada esta série está se superando com  um texto impecável e ótimas atuações. A guerrinha entre Liz e Tracy sobre as responsabilidades de cada um foi impagável! Melhor ainda foi o arco de Jack com sua mãe que começou no <em>The Natural Order</em> e a descoberta sobre a identidade de seu verdadeiro pai em <em>Mamma Mia</em>, que além da agradável participação do mestre Alan Alda, ainda deixou para o final o melhor e mais inesperado cliffhanger da semana! O genitor de Jack precisa de um rim! Será que o egoísta CEO vai atender o pedido de seu &#8220;novo&#8221; pai ou ele vai tramar algo para fugir dessa? Quero muito ver como isso vai se desenrolar no Season Finale desta semana que tem o sugestivo título <em>Kidney, Now</em>! (Rim, Agora)!<br />
<strong>Cotação Bruno Carvalho</strong>: <strong>3&#215;20: </strong><img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star121.jpg" alt="" /><img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star121.jpg" alt="" /><img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star121.jpg" alt="" /><img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star121.jpg" alt="" /><img class="alignnone size-full wp-image-8421" src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2009/01/starhalf.jpg" alt="Half Star" width="20" height="14" /> -<strong> 3&#215;21: </strong><img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star121.jpg" alt="" /><img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star121.jpg" alt="" /><img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star121.jpg" alt="" /><img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star121.jpg" alt="" /><img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star121.jpg" alt="" /><br />
<span style="font-size: xx-small"><em>Episódio exibido em 30/04/2009 e 07/05/2009 na NBC americana.</em></span></p>
<p style="text-align: justify">Foram duas ótimas semanas para as comédias, <em>in deed</em>!</p>
<p style="text-align: justify"><a title="Siga o LiGado em Série no Twitter!" href="http://twitter.com/ligadoemserie/" target="_blank"><img class="alignnone size-medium wp-image-8841" src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2009/02/tweet2ad.jpg" alt="" width="696" height="18" /></a></p>
]]></content:encoded>
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		<title>A Semana em Série: Dramas!</title>
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		<pubDate>Wed, 06 May 2009 03:01:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Carvalho</dc:creator>
				<category><![CDATA[24 Horas]]></category>
		<category><![CDATA[A Semana em Série]]></category>
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24 "7x20: Day 7: 03:00am - 04:00am": Mais uma hora se passou e permaneço com a pulga atrás da orelha pra esse Tony Almeida vilão. Da mesma forma que Jack Bauer foi julgado por uma comissão do governo por agir justificando os meios através dos fins, o mesmo benefício da dúvida pode ser dado ao [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify"><img class="alignnone size-full wp-image-6631" src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/alerta15.jpg" alt="Alerta de Spoiler - Brasil" width="489" height="20" /><br />
<img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2009/01/b24.jpg" alt="" align="left" /><strong>24 &#8220;7&#215;20: Day 7: 03:00am &#8211; 04:00am&#8221;</strong>: Mais uma hora se passou e permaneço com a pulga atrás da orelha pra esse Tony Almeida vilão. Da mesma forma que Jack Bauer foi julgado por uma comissão do governo por agir justificando os meios através dos fins, o mesmo benefício da dúvida pode ser dado ao seu colega. Afinal, ambos tiveram vários motivos ao longo dos anos para virarem de lado e não o fizeram. Vinte horas após o início do dia fomos apresentados à um secreto grupo de controllers de empresas para-militares que reúnem-se anonimamente através de um sistema privado e que têm objetivos semelhantes aos de Hodges: resgatar os contratos de defesa que foram perdidos na administração Taylor através da pontual criação de ameaças terroristas. Mas enquanto o CEO da Starkwood claramente era movido por acreditar no que estava fazendo, como apontei na resenha anterior, estes novos sujeitos mostraram-se impiedosos e motivados apenas pelo dinheiro. É por isso que, mesmo vendo Almeida com a arma na cara de um muçulmano inocente, contesto a sua lealdade a estas pessoas, já que dinheiro nenhum no mundo trará de volta o que ele perdeu. Nem preciso falar que esta foi mais uma hora tensa e emocionalmente desgastante de <strong>24</strong>, mas tomara que decidam de uma vez com quem fica a lealdade de Tony&#8230;<br />
<strong>Cotação Bruno Carvalho</strong>: <img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star85.jpg" alt="" /><img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star85.jpg" alt="" /><img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star85.jpg" alt="" /><img class="alignnone size-full wp-image-8421" src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2009/01/starhalf.jpg" alt="Half Star" width="20" height="14" /><br />
<span style="font-size: xx-small"><em>Episódio exibido em 27/04/2009 na FOX americana.</em></span></p>
<p style="text-align: justify"><img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/bgossip1.jpg" alt="" align="left" /><strong>Gossip Girl &#8220;2&#215;22: Southern Gentleman Prefer Blondes&#8221;</strong>: Por um instante achei que <strong>Gossip Girl </strong>iria ficar naquela draminha bobo com Gabriel mantendo duas namoradas, mas eis que a trama se revela ser muito mais complicada do que imaginaríamos. O galã do sul e suposto filho de milionários da indústria tabagista nada mais é do que um excelente golpista que passou pelo Upper East Side fazendo um estrago monstruoso e, de quebra, levando ainda as economias do pobre Rufus Humphrey (ainda que devidamente avisado). Os roteiristas ainda sabiamente utilizaram este incidente para separar de vez o casal Blair e Nate (passando da hora) e dar a deixa para o retorno da sempre interessante e instável Georgina Sparks, mais uma vez marcando presença numa reta final de temporada, assim como a fumaça negra no céu da ilha de <strong>LOST</strong>. Legal também que no fim até mesmo a morena Poppy foi passada pra trás (ou seria parte do golpe?) e quero só ver o que vão armar para recuperarem os milhões perdidos num horrível investimento. Afinal, em tempos de crise, cada maço de 10 mil dólares faz falta para aquela gente, não é mesmo?<br />
<strong>Cotação Bruno Carvalho</strong>: <img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star85.jpg" alt="" /><img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star85.jpg" alt="" /><img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star85.jpg" alt="" /><img class="alignnone size-full wp-image-8421" src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2009/01/starhalf.jpg" alt="Half Star" width="20" height="14" /><br />
<span style="font-size: xx-small"><em>Episódio exibido em 27/04/2009 na CW americana.</em></span></p>
<p style="text-align: justify"><img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/10/bfringe1.jpg" alt="" align="left" /><strong>Fringe &#8220;1&#215;18: Midnight&#8221;</strong>: Eu fiquei mais surpreso por <strong>Fringe </strong>ter finalmente revelado algo de concreto sobre sua mitologia do que a natureza da revelação em si, de que William Bell &#8211; o fundador da Massive Dynamics &#8211; é o homem por trás dos maquiavélicos e aterrorizantes eventos que formam o padrão. Isso era óbvio desde o piloto, não? Mas a série é capaz de mais, como vimos neste ótimo <em>Midnight</em>, apresentando um novo caso continuamente tenso com a história da mulher de um poderoso cientista que foi infectada por um agente biológico e caçava homens pela noite atrás da medula óssea de suas presas. Além de impressionar pelo realismo gráfico, a fotografia sempre escura e carregada é extremamente sábia ao mostrar apenas os relances das anomalias, criando uma constante aura de seriedade no que está sendo mostrado, por mais absurdo que seja. <strong>Fringe </strong>confirma a versatilidade e o talento criativo de J.J. Abrams e da competente equipe da <em>Bad Robot</em>. Tivemos sim alguns baixos neste ano de estreia, mas o drama segue firme e intrigante semana após semana e que bom que ganhou recentemente mais uma temporada completa!<br />
<strong>Cotação Bruno Carvalho</strong>: <img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/10/star70.jpg" alt="" /><img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/10/star70.jpg" alt="" /><img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/10/star70.jpg" alt="" /><img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/10/star70.jpg" alt="" /><img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/10/star70.jpg" alt="" /><br />
<span style="font-size: xx-small"><em>Episódio exibido em 28/04/2009 na FOX americana.</em></span></p>
<p style="text-align: justify"><img class="alignnone size-full wp-image-9065" src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2009/05/coment1018.jpg" alt="" width="699" height="169" /></p>
<p style="text-align: justify"><img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/bgreys1.jpg" alt="" align="left" /><strong>Grey&#8217;s Anatomy &#8220;5&#215;21: No Good at Saying Sorry (One More Chance)&#8221;</strong>: Já é inegável que a 5ª temporada de <strong>Grey&#8217;s Anatomy</strong> reergueu a série completamente e redimiu-se dos erros do ano passado. Mas primeiro vou falar do que não gostei neste episódio: a atuação totalmente over de Sharon Lawrence como a mãe de Izzie, que mostrou ser um erro de roteiro e direção num episódio tão carregado como este. O que deveria ser o cerne do capítulo, a história da menininha que atirou em seu pai 17 vezes (e de propósito), tornou-se um caso secundário e sub-explorado. Acredito que isso prejudicou o desenvolvimento das demais tramas, com destaque, claro, para os problemas de Grey com figuras paternais, tanto com Tatcher quanto com o próprio Chief. O tema &#8220;desculpa e arrependimento&#8221; foi melhor explorado no caso de Yang e Hunt, representando o ápice deste episódio naquela discussão no estacionamento. De qualquer forma, o 99º capítulo continuou muito bem a temporada, embora sem elevar o nível como seus antecessores. O final de temporada está bem encaminhado, assim como o secreto 100º episódio que vai ao ar esta semana nos EUA.<br />
<strong>Cotação Bruno Carvalho</strong>: <img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star85.jpg" alt="" /><img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star85.jpg" alt="" /><img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star85.jpg" alt="" /><img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star85.jpg" alt="" /><img class="alignnone size-full wp-image-8421" src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2009/01/starhalf.jpg" alt="Half Star" width="20" height="14" /><br />
<span style="font-size: xx-small"><em>Episódio exibido em 30/04/2009 na ABC americana.</em></span></p>
<p style="text-align: justify"><img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2009/02/bdollhouse.jpg" alt="" align="left" /><strong>Dollhouse &#8220;1&#215;11: Briar Rose&#8221;</strong>: Sempre soubemos que a <em>Dollhouse </em>estava a um passo à frente do Detetive Paul, por isso passei metade do episódio questionando a facilidade com que ele entrou e circulou pela casa junto, mesmo que guiado pelo tal designer da estrutura ambiental subterrânea. O que eu não poderia imaginar, claro, é que não só Adelle estava observando-o o tempo inteiro, como o tal cientista era o temido Alpha disfarçado e foi este que usou o policial para infiltrar-se na casa. Mas a inesperada reviravolta não parou aí, pois o sujeito ainda demonstrou ter um profundo laço com Echo, deixando a briga imprevisível e ainda mais pessoal para o policial afastado Paul. Imagino que este deva agora lutar lado a lado com a Casa no final de temporada, que pode vir a ser o final de toda a série. Eu torço pra que <strong>Dollhouse </strong>seja renovada, pois desde o seu primeiro episódio a série vem crescendo exponencialmente à cada capítulo, desenvolvendo sua trama muito bem como poucas produções hoje em dia conseguem e, principalmente, mantendo-se fiel à sua premissa. Talvez este drama seja  tão bom porque foi concebido como uma obra fechada desde o início pelo sagaz Joss Wheddon. Renovada ou cancelada, <strong>Dollhouse </strong>já é uma das salvações deste esquecível <em>Mid Season</em>.<br />
<strong>Cotação Bruno Carvalho</strong>: <img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star85.jpg" alt="" /><img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star85.jpg" alt="" /><img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star85.jpg" alt="" /><img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star85.jpg" alt="" /><img class="alignnone size-full wp-image-8421" src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2009/01/starhalf.jpg" alt="Half Star" width="20" height="14" /><br />
<span style="font-size: xx-small"><em>Episódio exibido em 01/05/2009 na FOX americana.</em></span></p>
<p style="text-align: justify"><img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/bprison.jpg" alt="" align="left" /><strong>Prison Break &#8220;4&#215;19: S.O.B.&#8221;</strong>: Eu realmente estava perdendo a fé em <strong>Prison Break </strong>até que este episódio chegou e estremeceu toda a série até o seu piloto, com a revelação de que Lincoln e Michael não são irmãos biológicos. Este fato não apenas trouxe sentido à alguns acontecimentos &#8211; como o fato de Christina Scofield desprezar tanto o filho mais velho &#8211; , como também trouxe novas perspectivas para o nosso herói, que no fim das contas preteriu a própria mãe em prol da pessoa que sempre esteve ao seu lado nos momentos difíceis: Burrows. T-Bag também voltou a mostrar suas cartas traindo o grupo como sempre em prol da segurança do lado mais forte da batalha e o episódio deixou claro qual o motivo da divisão da Companhia por Scylla: poder mediato x dinheiro imediato. O destaque de <em>S.O.B.</em>, claro, ficou com segura e enérgica atuação de Wentworth Miller na discussão de Scofield com sua mãe e há muito tempo não o víamos assim tão passional na série. Por fim, a força bruta de Lincoln terá novamente que se juntar ao Q.I. de Michael para saírem da complicada situação que foi armada para todo o grupo. <strong>Prison Break</strong> voltou aos trilhos e empolgou para este fim de série, sem esquecer que ainda teremos um telefilme para fechar de vez a alucinante história que, apesar dos (aceitáveis) percalços, sempre foi uma das minhas preferidas.<br />
<strong>Cotação Bruno Carvalho</strong>: <img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star121.jpg" alt="" /><img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star121.jpg" alt="" /><img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star121.jpg" alt="" /><img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star121.jpg" alt="" /><br />
<span style="font-size: xx-small"><em>Episódio exibido em 01/05/2009 na FOX americana.</em></span></p>
<p style="text-align: justify"><a title="Siga o LiGado em Série no Twitter!" href="http://twitter.com/ligadoemserie/" target="_blank"><img class="alignnone size-medium wp-image-8841" src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2009/02/tweet2ad.jpg" alt="" width="696" height="18" /></a></p>
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		<title>A Semana em Série, Parte II</title>
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		<pubDate>Sun, 03 May 2009 06:32:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Carvalho</dc:creator>
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24 "7x19: Day 7: 02:00am - 03:00am": Na 19ª hora deste complicado dia de 24, a segunda reviravolta de Tony Almeida continua uma incógnita pra mim, porque ao mesmo tempo em que vemos o vilão deixando Jack sofrer a sua convulsão, ele sai sem certificar que o companheiro não é mais uma ameaça - e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify"><img class="alignnone size-full wp-image-6631" src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/alerta15.jpg" alt="Alerta de Spoiler - Brasil" width="489" height="20" /><br />
<img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2009/01/b24.jpg" alt="" align="left" /><strong>24 &#8220;7&#215;19: Day 7: 02:00am &#8211; 03:00am&#8221;</strong>: Na 19ª hora deste complicado dia de <strong>24</strong>, a segunda reviravolta de Tony Almeida continua uma incógnita pra mim, porque ao mesmo tempo em que vemos o vilão deixando Jack sofrer a sua convulsão, ele sai sem certificar que o companheiro não é mais uma ameaça &#8211; e algo que Tony tem absoluta certeza é a de que Jack Bauer nunca deve ser subestimado. O problema é se a partir daí descobrirmos que ele novamente bancou o vilão jogando com o inimigo para então novamente mostrar-se um herói. Isso, definitivamente, prejudicaria e muito a integridade desta temporada. Fora isso, esta hora foi um bom <em>filler</em> que trouxe uma nova perspectiva com relação à magnitude da organização por trás dos ataques, pois colocou o perigosíssimo Jonas Hodges numa posição de mero &#8220;intermediário&#8221;. Talvez ele tenha sido até mesmo usado, pois após o diálogo que ele teve com um soldado, deu pra perceber claramente que, embora inescusável, sua convicção de que a Starkwood era a salvação do país, assim como o orgulho que sentiu ao ouvir que seus homens foram &#8220;bem treinados, soaram verdadeiros. O dia acaba em cinco horas e, apesar desta indefinição com a situação de Almeida, <strong>24</strong> entrou muito bem num promissor arco final.<br />
<strong>Cotação Bruno Carvalho</strong>: <img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star85.jpg" alt="" /><img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star85.jpg" alt="" /><img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star85.jpg" alt="" /><img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star85.jpg" alt="" /><br />
<span style="font-size: xx-small"><em>Episódio exibido em 20/04/2009 na FOX americana.</em></span></p>
<p style="text-align: justify"><img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/bgossip1.jpg" alt="" align="left" /><strong>Gossip Girl &#8220;2&#215;21: Sedar Anything&#8221;</strong>: <strong>Gossip Girl</strong> retornou para sua reta final, mas ainda não posso dizer que em sua boa forma de sempre. Sedar Anything focou demais suas atenções no insosso casal Blair e Nate, que não convencem ninguém nem de longe. Os draminhas da família Humphrey também continuam desinteressantes, parte graças à falta de expressividade do ator Matthew Seller, que interpreta o patriarca Rufus, e da igualmente aborrecida relação dele com Lilly. Não sei como que este vai ser o tema do <em>spin-off</em> <em>prequel</em> da série&#8230; Felizmente as trapalhadas de Serena serviram aqui como o alívio dramático que faltava, pois descobrimos que ela casou-se (ainda que de mentirinha) com o loirinho na Espanha, e o cara aparentemente mantém um outro relacionamento. Só quero saber como essa história vai virar o cerne dos próximos e derradeiros capítulos, porque essa simples traição é mais do que batida. A 2ª temporada de <strong>Gossip Girl</strong> até agora foi muito boa, mas é sempre bom ficar com o pé atrás depois de um mediano episódio como este.<br />
<strong>Cotação Bruno Carvalho</strong>: <img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star85.jpg" alt="" /><img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star85.jpg" alt="" /><img class="alignnone size-full wp-image-8421" src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2009/01/starhalf.jpg" alt="Half Star" width="20" height="14" /><br />
<span style="font-size: xx-small"><em>Episódio exibido em 20/04/2009 na CW americana.</em></span></p>
<p style="text-align: justify"><img class="alignleft size-full wp-image-9009" src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2009/04/boffice.jpg" alt="" width="165" height="100" /><strong>The Office &#8220;5&#215;23: Broke&#8221;</strong>: Ah, não importa quão costumeiras são as histórias de &#8220;volta por cima&#8221; em filmes e séries: fato é que elas geralmente são muito boas pra quem assiste e torce pelas personagens e, no caso de <strong>The Office</strong>, foi sensacional! Depois de descobrir que a <em>Michael Scott Paper Company</em> estava no vermelho (e dificilmente sairia de lá), Michael iniciou uma série de atitudes errantes na tentativa de minimizar o seu prejuízo e, no final das contas, com uma importante ajuda de Jim &#8211; parte por vingança contra o novo chefe e parte por saber que Scotty tem uma boa índole &#8211; a matriz sucumbiu ao grandioso blefe que criaram, culminando no melhor momento de toda a temporada. Agora, o que eu realmente quero ver é como Michael vai se comportar daqui pra frente com relação àqueles que o deixaram na mão quando ele mais precisou. E <strong>The Office</strong> ainda não chegou ao fim, a temporada foi estendida e terá 26 episódios!<br />
<strong>Cotação Bruno Carvalho</strong>: <img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star121.jpg" alt="" /><img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star121.jpg" alt="" /><img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star121.jpg" alt="" /><img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star121.jpg" alt="" /><img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star121.jpg" alt="" /><br />
<span style="font-size: xx-small"><em>Episódio exibido em 23/04/2009 na NBC americana.</em></span></p>
<p style="text-align: justify"><img class="alignleft size-full wp-image-9010" src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2009/04/b30rock.jpg" alt="" width="165" height="100" /><strong>30 Rock &#8220;3&#215;19: The Ones&#8221;</strong>: É muito positivo perceber o amadurecimento do texto de <strong>30 Rock </strong>(que já era bom), notadamente com a utilização de piadas racistas que servem muito bem como uma crítica implícita, mas real, até chegar em Tina Fey tirando sarro dela mesma ao escrever sobre sua forma física. The Ones concluíu muito bem a ótima participação de Selma Hayek (e &#8220;What a Frak&#8221; foi aquela camisa?), contando ainda com piadas inesperadamente boas envolvendo Jenna, um paramédico e a divertida incógnita que é Kenneth. Não me surpreenderia nem um pouco se <strong>30 Rock</strong> novamente for indicada às principais categorias cômicas no Emmy e abocanhar todas. Gosto muito das outras comédias da TV, mas esta continua em seu melhor momento.<br />
<strong>Cotação Bruno Carvalho</strong>: <img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star121.jpg" alt="" /><img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star121.jpg" alt="" /><img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star121.jpg" alt="" /><img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star121.jpg" alt="" /><img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star121.jpg" alt="" /><br />
<span style="font-size: xx-small"><em>Episódio exibido em 23/04/2009 na NBC americana.</em></span></p>
<p style="text-align: justify"><img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2009/02/bdollhouse.jpg" alt="" align="left" /><strong>Dollhouse &#8220;1&#215;10: Haunted&#8221;:</strong> Provavelmente <strong>Dollhouse</strong> é uma das séries mais subestimadas desta temporada, ainda mais depois deste magnífico episódio <em>Haunted</em>, que levou o conceito da Casa de Bonecas para além de sua premissa. Ao invés de usar um dos &#8220;bonecos&#8221; para satisfazer desejos momentâneos, a milionária Margareth Bashford resolveu fazer &#8220;scans&#8221; mensais próprios, pois suspeitava que corria risco de morte. Assim, foi com enorme surpresa (para nós e para ela, certamente) que a senhora acordou no corpo de Echo após ter falecido e decidiu investigar o seu próprio homicídio. Além de desenvolver-se muito bem, a trama conseguiu levantar intrigantes questões éticas e morais, ainda que ficcionais, sobre as possibilidades que aquela tecnologia pode trazer. Em contraposto, vimos o programador Topher sendo manipulado por Adelle, que anualmente permite que ele dê uma &#8220;escapada&#8221; daquela vida atribulada que leva. Funcionando bem como &#8220;série de casos semanais&#8221; e &#8220;novelinha&#8221;, <strong>Dollhouse</strong> permanece no pódium das melhores surpresas do ano.<br />
<strong>Cotação Bruno Carvalho</strong>: <img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star85.jpg" alt="" /><img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star85.jpg" alt="" /><img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star85.jpg" alt="" /><img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star85.jpg" alt="" /><img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star85.jpg" alt="" /><br />
<span style="font-size: xx-small"><em>Episódio exibido em 24/04/2009 na FOX americana.</em></span></p>
<p style="text-align: justify"><a title="Siga o LiGado em Série no Twitter!" href="http://twitter.com/ligadoemserie/" target="_blank"><img class="alignnone size-medium wp-image-8841" src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2009/02/tweet2ad.jpg" alt="" width="696" height="18" /></a></p>
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