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28/04/2009 - 00:01

American Idol: Semana Disco e Top 5 Revelado!

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A semana da “Era Disco” sempre foi um problema para os participantes do American Idol, pois as músicas são muito características e é muito difícil fugir do original. Mesmo assim, alguns poucos conseguiram sobressair-se justamente evitando este estigma e criando algo diferente em cima das canções que marcaram toda uma geração. Os grandes destaques ficaram com Adam Lambert (“que novidade”), desta vez contido, mas com uma bela versão balada de If Can’t Have You (Bee Gees) e Kris Allen, que desta vez foi o meu favorito da semana, com um arranjo super moderno de She Works Hard For the Money (da Donna Summer). É possível ver que estes dois têm um cuidado especial com seus shows, fazendo adequadas modificações nas melodias e palpitando até nos efeitos de luz, instrumentos utilizados e enquadramentos de câmera (especialmente Adam). Por outro lado, afundando cada vez mais está Danny Gokey, que não inovou  nas últimas semanas e acha que fazer uma performance espalhafatosa resolverá o seu problema. Foi assim com Taylor Hicks, que hoje sumiu da mídia por ser um cantor “genérico” e sem identidade. Gokey, de fato, chamou a minha atenção quando cantou Kiss From a Rose, mas hoje ele segue como um discípulo do copycat. Não curti nem um pouco a Hot Stuff de Allisson Iraheta, que ficou com um ritmo estranho como se ela sempre estivesse um tom à frente da melodia. Nesta 8ª temporada de Idol não adianta só apenas uma boa voz. Por isso mesmo que o público despachou Lil’ Rounds, que não evoluiu absolutamente nada desde a sua chegada na atração (e ela merecia ter ido antes de Megan Joy, por exemplo) e o limitado Anoop DeSai, que teve seus bons momentos, mas não conseguiu sair disso. Ah, e depois da desajeitada apresentação de Matt Giraud, acho que os juízes se arrependeram demais de ter usado o “colar do anjo” com ele. Foi sofrível aquele Stayin’ Alive. Top 5 formado, eliminações justíssimas e na semana que vem os “Idols” cantarão músicas do Rat Pack. Isso vai ser interessante…

Autor: Bruno Carvalho - Categoria(s): American Idol Tags: , , , , , ,
20/04/2009 - 02:35

American Idol: Trilhas-Sonoras e Nenhuma Eliminação!

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Hoje eu vou direto ao ponto: a utilização da “Cláusula Daughtry” pra salvar Matt Giraud da eliminação foi totalmente precipitada, impensada e a decisão incoerente de Simon e dos juízes tirou boa parte de credibilidade do programa. Primeiramente, porque Matt Giraud não é nenhum Chris Daughtry. Apesar de cantar bem, ele constantemente desliza e não tem grandes chances de ganhar esta competição. Assim, o tão aguardado momento em que um concorrente seria salvo pelo auto dos julgadores foi mais pra constar do que pra valer, pois dificilmente os realmente bons cairão pro Bottom 3 este ano. A “América” aprendeu a votar, tanto que as figurinhas da noite de eliminação estão sempre lá: Anoop e Lil’. A semana com trilhas-sonoras e o inusitado mentor Quentin Tarantino (ele entende de músicas para seus filmes, mas não é um bom técnico vocal) denotou mais uma vez que este Idol é de Adam Lambert (sorry por bater nesta mesma tecla, mas nesta altura é inevitável) e que a grande surpresa da atração será quem ficará com o posto de segundo lugar. Eu apostava muito minhas fichas em Danny Gokey, mas ultimamente ele anda tão apagado que até mesmo a melosidade de Anoop ou os exageros de Iraheta estão superando-o em certas apresentações. Outro candidato pra se prestar muita atenção é Kris Allen, que mais uma vez foi um dos melhores, apesar daquela crítica absurda de Randy, de que “ele foi desafinado desde o início”. Não só Kara e Paula discordaram dele, como Simon aproveitou a oportunidade na noite seguinte para reafirmar que ele foi brilhante. Aliás, essa idéia do julgamento em pares foi tão ruim que na próxima semana eles voltarão ao método original. O problema aí é a presença de um quarto elemento, que quebra todo o ritmo da hora de julgar. Enfim, ao salvar Matt, Idol criou um problemão para a semana Disco, onde duas pessoas terão que ser eliminadas – sem a possibilidade de salvamento – o que aí sim pode vir a ser muito injusto dependendo de quem fique no Bottom 2. A produção precisa parar de inventar formas de se sabotar. No geral, esta foi uma noite fraca, com performances esquecíveis de quase todo o grupo. Era melhor terem exibido o Acústico MTV Bryan Adams no lugar.

Autor: Bruno Carvalho - Categoria(s): American Idol Tags: , , , , ,
06/04/2009 - 00:01

American Idol: Top 9 com Top Downloads

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Na semana onde cada participante poderia escolher a melhor música que reflete seu estilo, já que o tema era livre (Top Downloads no iTunes), a maioria provou mais uma vez que não sabe o tipo de artista que quer ser, utilizando a maior plataforma da música mundial para “brincar de aprender a ser artista”. Isso vem acontecendo com Lil’ Rounds, Scott McIntyre, Anoop DeSai e até com Matt Giraud. Esse último já entregou ótimas performances quando ficou no R&B, mas decepcionou quando resolveu cantar seus “ídolos”, como fez esta semana com You Found Me, do The Fray e trilha da 5ª temporada de LOST. O que Randy Jackson afirmou em sua crítica foi muito pertinente: não é porque você gosta da música ou do artista, que necessariamente deve cantá-los. Os poucos que sabem o que querem ser e vender são os favoritos para levar o título de ídolo – Adam Lambert, Kris Allen e Danny Gokey. Allison Iraheta é até boazinha, mas os exageros dela como “roqueira” não a levarão muito longe nesta competição, tanto que ficou no Bottom 3 esta semana. Ah, e apesar de considerá-lo o melhor de todos, Adam decepcionou cantando Play That Funky Music do Wild Cherry (banda de uma música só), o que foi sua pior escolha até hoje – e nisso incluo a bizarrice que ele fez na Semana Country. Ah, e com relação às apresentações em grupo, deu pra ver claramente que elas são parcialmente dubladas e isso, independente do motivo (dizem que é pra não atrapalhar a coreografia), compromete demais a integridade uma competição pra encontrar o favorito da música. Enfim, chegamos no momento mais delicado da semana que foi a eliminação de Megan Joy. Ela é diferente, sabe cantar bem, mas concordo que sua apresentação foi insuportável. Poxa, quando ela tinha a chance de cantar músicas de qualquer artista que favorecesse seus dotes vocais (Amy Winehouse, Feist ou até Nelly Furtado), ela me aparece com uma versão paupérrima de Turn Your Lights Down Low, de Bob Marley? Não dá! Simon poderia ter salvado-a, mas ela foi não humilde ao receber as críticas, o que custou sua saída antecipada da atração. Esta foi uma semana de altos e (muitos) baixos. Na próxima eles cantarão músicas do ano em que nasceram.

Top 8 formado! O que acharam da eliminação de Megan Joy? Justa ou precipitada? Alguém merecia ter saído antes? (cof cof Scott cof cof)…

Autor: Bruno Carvalho - Categoria(s): American Idol Tags: , , , , ,
30/03/2009 - 00:01

American Idol: Top 10 com Motown

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Surpreendentemente a semana com o tema da gravadora Motown foi ainda mais fraca do que a da rádio country e a grande maioria dos finalistas entregou performances esquecíveis. Quem deveria ter nadado de braçadas foi Lil’ Rounds e mais uma vez a moça provou que tem apenas uma voz boa e mais nada. Ora, claramente ela é uma cantora de R&B e nem na noite cujo tema era exatamente esse ela conseguiu escolher uma música boa para explorar o seu talento. O que os juízes ressaltaram sem parar durante as apresentações é que eles estão procurando um artista completo, capaz de escolher bem as músicas, seguir um estilo próprio e autêntico para tornar-se o ídolo americano. De todos, foi fácil perceber que apenas Adam Lambert trilha esse rumo, confirmando o que eu venho dizendo há várias semanas de que ele é quem deve vencer esta competição. Top 10 é ainda aquela coisa de peneirar os bons, já que ainda tem muita coisa ruim no pacote, notadamente Scott McIntyre (que não dá uma dentro há semanas), Lil’ (pelos motivos já expostos), Anoop (que canta bem, mas não tem “star quality”) e Allison. Apesar desta última ter o vozeirão e tudo mais, muitas vezes o que ela canta é incompreensível, compensando suas limitações musicais gritando as canções de forma cansativa. Eu não aguentaria um CD inteiro com músicas dela, ao contrário de Megan Joy, por exemplo, que esteve longe de ser o “train wreck” que Randy afirmou. Michael Sarver foi embora depois daquele teatrinho dos juízes se iriam salvá-lo ou não, mas o que realmente me preocupou foi Matt Giraud – um dos melhores talentos do grupo – estar no Bottom 2 faltando ainda muitas semanas para as etapas finais. Não defendo que ele deva ser o vencedor, mas certamente ele não merecia estar ali naquela constrangedora posição. O Top 9 está formado e eu continuo perguntando pra vocês: quem deve ser o próximo American Idol?

Autor: Bruno Carvalho - Categoria(s): American Idol Tags: , , , , ,
23/03/2009 - 00:01

American Idol: A Caída Semana Country

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Idol Alexis GraceHistoricamente estes episódios da Semana Country quase sempre trazem algumas das apresentações mais caídas de Idol e, de fato, nesta 8ª temporada poucos foram os que realmente sobressaíram. Aliás, apenas as apresentações de Matt Giraud, Danny Gokey e Adam Lambert – nesta ordem – valeram a pena (e este último apenas por demonstrar sua versatilidade). Os homens estão ganhando de lavada, já que começaram em número maior e pela segunda semana consecutiva uma mulher é eliminada da atração. As que restaram também não podem ser consideradas como grandes favoritas, porque somente Megan Joy é realmente “unique” e interessante pra atração. Lil’ Rounds revelou que é uma boa cantora, mas não é nem um pouco “artista”, ficando totalmente limitada ao tentar cantar fora de sua área de especialidade, o R&B. É claro que Simon e os demais juízes não deixaram barato e a entupiram de críticas. Allison ainda é muito jovem (às vezes nem consigo entender o que ela fala) e era certo que Alexis não iria longe. Mas eu queria destacar um aspecto desta temporada que vem desagradando muita gente: Kara DioGuardi. Apresentada com muita expectativa para trazer igualitária presença feminina e comentários mais embasados (já que ela é cantora e Paula, coreógrafa), Kara fica totalmente perdida ao falar – muitas vezes criticando de forma genérica e vaga – e quase toda vez que ela é a primeira da fila comete gafes e chega ao ponto de tornar Paula uma juíza sensata. Enfim, ela não serve pra nada, pois quando ela consegue construir uma frase que não contenha as palacras “riffs” e “chops”, limita-se a repetir o que os outros já estabeleceram. A dinâmica construída ao longo de 8 temporadas foi desnecessariamente quebrada. Existe explicação para ela estar ali, que é a preparação para a saída de Paula, que já revelou publicamente estar incomodada em permanecer na atração. Ah, e um participante que precisa sair e que provavelmente está aí também por outras razões é Scott McIntyre. A história dele é comovente e tal, por ser deficiente visual igual sua irmã, mas pra cantar não dá. Enfim, desculpe Ryan, mas desta vez não baixarei nada no iTunes. Semaninha fraca.

O próximo tema será com as músicas da antiga gravadora Motown, especializada em R&B, Soul, Jazz e que revelou grandes artistas como Diana Ross, The Temptations, Gladys Knight, Steve Wonder e os Jackson Five. Afinal, quem, na sua opinião, deve ser o American Idol deste ano? Meu voto continua em Adam Lambert. Será que ele leva?

Autor: Bruno Carvalho - Categoria(s): American Idol Tags: , , , , ,
16/03/2009 - 00:01

American Idol: Top 13, Michael Jackson e a ‘Regra Daughtry’

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coment965Antes de virar um lunático e completamente insolvente por conta de inúmeras dívidas judiciais e extrajudiciais,  Michael Jackson foi a maior estrela pop que este planeta já viu. Cada disco, single ou videoclipe eram antecipadíssimos por uma incontável legião de fãs (que me incluía) e seu talento até hoje é algo único no mundo do entretenimento. Me lembro até hoje quando Gloria Maria anunciou em primeira mão no Fantástico, numa época em que a Internet nem sequer engatinhava, a estreia mundial do vídeo de Black or White e, logo depois, quando abri o plástico do vinil duplo Dangerous ao sair da loja. Por isso, foi com muito entusiasmo e nostalgia que assisti este top 13, mas é incompreensível que na noite do rei do pop grandes sucessos foram simplesmente ignorados por Danny Gokey, Megan Joy, Jorge Nuñez e, principalmente, Scott MacIntyre. Só pra citar alguns (senão ficaria aqui o dia todo), onde estava Don’t Stop ‘Til You Get Enough, Rock With You, Thriller, Bad, Leave Me Lone, In the Closet, Ben, Smooth Criminal, Jam ou I Wanna Be Startin’ Somethin’? Ao invés disso, os quatro que citei escolheram Pretty Young Thing (uma raridade/demo), Rockin’ Robin (uma obscura da longínqua época dos Jackson Five), Never Can Say Goodbye (blargh) e, por último, Keep the Faith, faixa do próprio Dangerous que ninguém nunca deve ter escutado mais de uma ou duas vezes.

coment964

Os “idols” já provaram que na escolha musical a grande maioria não faz um bom trabalho, como vimos acontecer com Anoop Desai, que acabou com Beat It, Alexis Grace que destruiu a Dirty Diana com sua cantoria over the top e o sempre linear Michael Sarver, que não saiu do lugar com You Are Not Alone. Felizmente, Adam Lambert salvou a noite mais uma vez e também não posso reclamar das performances de Matt Giraud com uma ótima versão de Human Nature e Kris Allen, que conhece o catálogo de Michael Jackson muito bem e trouxe a inesperada, mas excelente, Remember the Time. Agora, o momento “I rest my case” veio no episódio de eliminação, com a recém introduzida “Regra Daughtry”, algo que eu venho falando que o programa precisa desde quando Taylor Hicks e Jordin Sparks venceram a atração. Os juízes precisam ter certo controle e poder de mando sobre o que acontece naquele palco, pois eles sabem muito o que é comercial ou não (cadê o público que consagrou Hicks? Foi comprar o CD do Daughtry, ora). As eliminações foram justíssimas (embora eu preferiria que MacIntyre saísse ao invés de Jasmine), mas estes dois não iriam muito longe de qualquer forma. Agora só faltam 10 pularem fora até que Adam Lambert seja coroado o 8º American Idol. Alguém duvida?

Episódios exibidos em 10/03/2009 e 11/03/2009 na FOX americana e 14/03/2009 e 15/03/2009 no canal Sony.

Autor: Bruno Carvalho - Categoria(s): American Idol Tags: , , , ,
09/03/2009 - 00:01

American Idol e… Top 13?

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Por ser o terceiro grupo a se apresentar, imaginaríamos que os seus integrantes aprenderiam com os erros das primeiras rodadas e com os conselhos dos juízes, principalmente com relação à escolha de música. Infelizmente, este não foi o caso, tornando esta rodada de apresentações dos semifinalistas a mais desastrosa de todas. Antes algum deles realmente soubesse cantar, porque ouvir Von Smith, Alex Vagner-Trugman, Arianna Afsar e Nathaniel Marshall foi absolutamente doloroso, ainda que por pouco mais de um minuto e meio. Até os que não foram tão mal assim, ficaram abaixo do nível das semanas anteriores e eu tenho certeza de que havia mais talento na rodada de repescagem do que neste grupo. Basta ver os que passaram: Jorge Nuñes com uma aborrecida apresentação de Don’t Let the Sun Go Down On Me (Elton John), Scott MacIntyre com a pouco conhecida Mandolin Rain de um grupo chamado Bruce Hornsby and the Range e, por fim, Lil Rounds, a única que sabe mesmo cantar de todos os 12, mas que limita-se ao copycat, como bem disse Simon, com a óbvia escolha de Be Without You, da Mary J. Blige. Eu questiono o que irá acontecer com esses artistas limitados em semanas temáticas como Anos 60 ou 70 e country music, por exemplo.

Na repescagem, felizmente tocada pelos juízes e não pelo público, foi excelente ver que Megan Joy Corkey passou, sendo uma das poucas candidatas verdadeiramente autênticas e contemporâneas da noite. Curiosa também a escolha de Anoop Desai com My Prerrogative de Britney Spears Bobby Brown, que fez com que toda a sistemática do programa fosse alterada, inaugurando o primeiro Top 13 de American Idol. Mas ele vale tudo isso? Não acredito que o garoto tenha qualidades vocais pra ir longe na competição, assim como Matt Giraud que, não esqueçamos, acabou com o Viva La Vida de Coldplay há algumas semanas. Eu fiquei triste que Jesse Langseth não entrou na lista, porque já que iriam dobrar tanto as regras assim, era melhor terem criado um Top 14 com eliminação dupla na próxima semana. Mas o pior da noite ficou por conta da “atriz” Tatiana Del Toro, que inexplicavelmente cantou a mesma música (Saving All My Love For You, da Witney Huoston) pela terceira vez no programa! Simon foi a voz da razão, como sempre, quando questionou o que ela iria fazer numa semana em que o tema não englobasse essa música. Top 13 formado, com uma escolha bagunçada, muita gente que não merecia estar ali e agora fica a esperança que o programa não cometa os erros do ano passado, com várias semanas temáticas nada contemporâneas (incluindo uma sessão dupla de Beatles).

E aí, quem será o próximo American Idol?

Autor: Bruno Carvalho - Categoria(s): American Idol Tags: , , , , ,
11/06/2007 - 00:02

Jordin Sparks? Sério?

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A impressão que deu foi a de que a sexta temporada de American Idol acabou e não “aconteceu”. Jordin Sparks? Ela nunca foi original, nunca teve aquele fator “it”, como dizia Simon, e só chegou a final por uma falha estrutural no formato programa. Até agora não consigo entender como Melinda saiu. “É o público que vota”, sim, eu sei. Mas será que o mesmo público que deu a ela o título de Idol vai comprar seus CDs? Isso não aconteceu com Taylor Hicks, que “ganhou” no ano passado. Todo mundo preferiu os álbums de Katharine McPhee e Chris Daughtry (o quarto colocado). Aliás, a música dele já está nas rádios brasileiras, um feito até hoje conquistado apenas por Kelly Clarkson, vencedora da primeira temporada. A queda na audiência este ano foi evidente e não deve passar despercebida pelos produtores. Tentaram disfarçar com um excesso de convidados e programas especiais, mas o fato é que Idol está perdendo a credibilidade. Também ficou cansativo o tanto que os juízes ficaram reafirmando que o programa ainda é o melhor e mais assistido. Afinal, você compraria o CD de Jordin Sparks? Baixaria as músicas dela? Eu não.

Autor: Bruno Carvalho - Categoria(s): American Idol Tags: , , , , ,
07/06/2007 - 21:50

Idol no Sony: Jordin x Blake

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O que mais me surpreendeu esta semana em Idol foi a reação de Simon à eliminação de Melinda Doolittle. Ele não sabia se demonstrava o seu descontentamento com o resultado de forma enérgica ou não, porque fazer isso à essa altura da competição seria admitir a verdade: o programa vem perdendo credibilidade a cada edição. Cada semifinalista apresentou três vezes cada, uma delas com músicas escolhidas pelos juízes. Não empolgaram. Jordin foi levemente melhor que Blake, mas onde ela sobra em talento, falta em originalidade. Suas apresentações são sempre copycat de alguma outra cantora. Já Blake sempre traz os melhores arranjos e versões, mas ele não tem a voz que um American Idol precisa ter. É uma pena mesmo que Melinda não vai ganhar.

O resultado foi tão chocante que eles até amenizaram a noite de resultados com uma brincadeira com os Simpsons. Por mais que eu goste de Blake, seria muito mais justo do ponto de vista técnico se Melinda continuasse, porque dos três semifinalistas, ela foi a que sempre manteve o alto nível de suas performances. Como todos os juízes falaram, eu não duvido que ela terá uma carreira de sucesso e ainda acho que suas vendas superarão às dos finalistas. Já disse isso aqui no blog e repito: o programa precisa de uma séria revisão enquanto ainda está em alta. Esta foi a edição mais complicada do programa: excesso de enrolação, Antonella, Sanjaya, performances fraquíssimas… A audiência que já chegou em níveis altíssimos apresentou uma leve queda este ano. Tomara que não deixem o programa cair ladeira abaixo. O Sony exibe a final (alguém aí ainda não sabe quem venceu?) neste domingo, dia 10, a partir das 17h.

Autor: Bruno Carvalho - Categoria(s): American Idol Tags: , , , ,
31/05/2007 - 21:51

Idol no Sony: Fim da Linha Para LaKisha

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Esta semana tivemos uma noite de apresentações bastante morna. Mesmo com duas músicas cada, os semi-finalistas não conseguiram empolgar. O tema também não ajudou muito, Bee Gees. Não sei porque esta temporada ainda não teve a noite com músicas Top Semanal Billboard, como sempre teve. Pouca coisa contemporânea foi cantada até agora. Blake não foi bom, mas ainda continua o mais original e atual; Melinda foi razoável e Jordin já está ficando cansativa. A impressão que dá é que cada “idol” está esperando a final para mostrar a que veio, sem perceber que até lá poderá deixar a competição.

Infelizmente esta não foi a semana para LaKisha e ela foi eliminada após duas péssimas performances, principalmente com a truncada versão de “Stayin’ Alive”. Ela é uma boa cantora, mas não soube conduzir sua participação no programa. Passou mais da metade da temporada na sombra dos outros participantes e convencida por elogios da sua única memorável apresentação, que vimos na primeira semana ao vivo, ainda no “Idol Lounge” (com a música “You’re Gonna Love Me”). Não deu, ela foi sumindo aos poucos e a eliminação foi justa e inevitável. Seguem na competição: Blake, Melinda e Jordin. Idol já esteve melhor… O Sony exibe a grande final no dia 10 de Junho às 17h.

Autor: Bruno Carvalho - Categoria(s): American Idol Tags: , ,
25/05/2007 - 14:29

Balanço: American Idol 6

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A 6ª temporada de American Idol que acabou ontem nos EUA comprovou que a fórmula da atração nunca esteve tão desgastada. Afinal, o programa vem perdendo credibilidade e cada vez mais se faz necessário um reestudo da fórmula. Ela é falha e nós descobrimos isso desde que Ruben Studdard venceu Clay Aiken e, mais recentemente, Taylor Hicks eliminou Katharine McPhee. Na minha opinião, apenas as edições em que Kelly Clarkson e Carrie Underwood venceram foram realmente justas e criaram verdadeiros ídolos musicais. Mas, os problemas não acontecem somente na fase final. Já tivemos que agüentar Sanjaya, um “cantor” que passou reiteradas vezes de fase sustentado por penteados ridículos e Antonella Barba, que ficou conhecida mais por suas fotos eróticas do que por seus dotes musicais.

Mesmo com o voto popular, estas pessoas não estariam ali senão pela triagem de Randy, Paula e Simon. Nesta temporada tivemos os cantores mais fracos já vistos (poucos como Melinda foram a exceção) e os juízes estavam demasiadamente desmotivados, repetitivos e pouco inspirados. Isso ficou muito notório, principalmente depois de tantos convidados especiais e briguinhas ensaiadas entre Simon e Ryan. Até Homer Simpson apareceu apresentando. Eu realmente não estava me importando quem venceria a competição, depois que certa pessoa foi eliminada em terceiro lugar. Por mais que outros conseguiram obter sucesso sem vencer a disputa, o grand prize ainda é ser condecorado como o Idol. Você já ouviu Fantasia, Ruben ou Taylor no rádio? Tem alguma coisa errada aí e espero que os produtores pensem muito nisso para a próxima temporada. Os únicos destaques este ano foram as audições do início (como sempre são) e o evento beneficente Idol Gives Back que o Sony exibiu na semana passada. Comentarei o resultado final na semana em que o Sony exibir no Brasil.

E os Ídolos Anteriores?:

- Kelly Clarkson foi a primeira vencedora, a que mais vendeu discos e única que obteve sucesso internacional. Em breve ela lançará seu terceiro álbum “My December” que já causou muitas problemas com a gravadora: ela bateu o pé e não fez nenhuma das mudanças de arranjo que impuseram e pode até perder seu contrato. Ruben Studdard venceu o favorito Clay Aiken, lançou 3 álbuns, participou de filmes, mas sumiu da mídia depois. Agora se dedica a cantar músicas gospel e vez ou outra retorna como colaborador em álbuns de R&B de outros artistas do ramo. Fantasia Barrino também fez algum sucesso de imediato, lançou dois discos, um filme autobiográfico (que passa sempre na HBO) e depois sumiu. Recentemente ela voltou como protagonista do musical off-broadway “The Color Purple” de Quincy Jones. Podemos dizer que Carrie Underwood foi a única vencedora depois de Kelly a fazer sucesso de verdade. Seu disco “Some Hearts” já vendeu mais de 6 milhões de cópias somente nos EUA e seu novo single “I’ll Stand By You” está no topo de várias paradas. Já Taylor Hicks não obteve números expressivos com as vendas de seu álbum de estréia, que também demorou demais pra sair. Por causa disso, muitos meios têm questionado a credibilidade do programa – por que quem o elegeu não o apoiou comprando seus CDs?

Quem se deu bem sem vencer?: Chris Daughtry foi o quarto colocado do Idol passado e seu disco está muito bem nas paradas. Clay Aiken, o vice do Idol 2, virou sensação musical em 2003 e Jennifer Hudson, eliminada na metade da 4ª edição, ganhou o Oscar de melhor atriz coadjuvante no musical Dreamgirls.

Autor: Bruno Carvalho - Categoria(s): American Idol Tags: , ,
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