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12/05/2010 - 01:01

American Idol: Top 5 com Frank Sinatra

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Finalmente esse moleque Aaron Kelly foi eliminado. Já estava ficando incoômoda a discrepância entre ele e os demais finalistas e a sua permanência até o Top 5 denuncia mais uma vez como o formato do American Idol precisa de sérias adaptações para coibir erros como este. Era notório que ele seguia por popularidade entre garotinhas que votavam em massa e, no processo, cantores melhores foram embora, incluindo Didi Benami, Siobhan Magnus e até mesmo Andrew Garcia. Todos estes mereciam ter ficado mais que Aaron. Ora, se brincar, até Katie Stevens merecia também, pois vinha fazendo um trabalho melhor. O programa busca um ídolo da música, um artista completo e capaz de vender milhões de discos e não uma voz pra dublar animações da Disney. Sobre as apresentações com o tema Frank Sinatra, não há muito o que repercutir. Se mais nada der errado daqui pra frente, as performances da primeira noite com os clássicos de Frank Sinatra indicaram o que venho ratificando aqui há semanas: o duelo final ficará entre Crystal Bowersox e Lee Dewyze, com vantagem para a vitória da garota considerando seu histórico na atração. No dia da eliminação tivemos a performance over the top de Lady Gaga e, ainda que goste dela, prefiro muito mais as apresentações estilo “stripped down” (tradução livre: sem muitas firulas) como vimos na semana anterior com a banda Lady Antebellum e também com Shakira. Enfim, o espetáculo precisa continuar e na próxima semana (pra quem acompanha pelo Sony) teremos o Top 4 com trilhas do cinema. Este, como eu disse, será o último American Idol que pretendo acompanhar. Andei assistindo alguns episódios do X-Factor, programa britânico que Simon vai levar para os EUA em 2011, e realmente trata-se de um formato bem mais interessante (com maior poder de gerência dos juízes) e capaz de evitar as “injustiças” causadas pelo total controle da “América” no reality. (Ah, e se você que viu pelos EUA quem foi eliminado, evite comentar para não estragar a surpresa dos leitores que assim não o fazem).

[Turma, excepcionalmente os comentários de LOST esta semana serão postados na primeira hora desta quinta, 13/05. Agradeço pela compreensão e peço desculpas aos que esperavam pela matéria]

Autor: Bruno Carvalho - Categoria(s): American Idol Tags: , , , , , , ,
10/05/2010 - 15:01

Glee: Bad Reputation

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Glee (1×17: Bad Reputation): Esta semana Glee ficou no meio termo. Não foi exagerado como o capítulo de Madonna, mas acabou ficando aquém do último Home, que teve Kristen Chenoweth, apesar de levemente divertido. O tema da “má reputação” deu uma agitada na turma e criou algumas performances interessantes como Ice Ice Baby (mas eles precisam segurar a mão na dublagem de Will) e  Total Eclipse of the Haert. Uma pena que o desfecho foi meio capenga com aquela cena da conversa de Schuester com Quinn, que realmente ficou apagada pelo roteiro desde a volta. Agora, eu não estou entendendo a necessidade que a série tem de constantemente colocar Sue Sylvester em um vídeoclipe fora de contexto e sem o menor propósito. Soa desesperador, artifical e é desnecessário e bobo todas as vezes. Poxa, Jane Lynch é o maior “ativo” que eles têm e o enfraquecimento da antagonista desta forma só é prejudicial à própria comédia. Sue fica muito melhor gritando com as cheerios e arrumando confusão com o Glee Club do que brincando de fazer covers à la Marcos Mion. Não entendi também a veloz participação de Molly Shannon como uma potencial rival da treinadora, que no fim das contas ficou só na ameaça. Espero que ela retorne, pois esta também é uma ótima atriz que não pode ser desperdiçada. Bad Reputation, assim, soou como um episódio incompleto e, por falar nisso, como não tivemos uma versão de “Bad Reputation” de Joan Jett & The Blackhearts no repertório? Ficaram devendo essa…
Cotação Bruno Carvalho:

Autor: Bruno Carvalho - Categoria(s): Glee Tags: , , ,
06/05/2010 - 00:01

American Idol: Top 7 e Top 6

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Para uma semana cujo tema foi “músicas que inspiram”, poucos foram os finalistas que realmente se inspiraram. Ora, essa era a chance ideal para Michael Lynche, Casey James e (com muita sorte) os demais correrem atrás do prejuízo das semanas com temas específicos, pois aqui eles poderiam escolher livremente a canção e adaptá-las ao que (em tese) sabem fazer de melhor. Mas não. Casey veio com uma versão karaokê de Don’t Stop (Yesterday’s Gone), Big Mike não trouxe nada de novo com sua Hero (trilha de Homem Aranha 1) e Aaron Kelly quase me fez rir tentando tirar algo de I Believe I Can Fly (do R. Kelly). A missão aqui era criar versões inspiradoras de músicas e, mais uma vez, somente Crystal Bowersox e LeeDewyze o fizeram (e a deste último para The Boxer já figura entre uma das melhores da temporada). Tim Urban foi eliminado e não há muito o que acrescentar, pois isso já deveria ter acontecido há um bom tempo. O Idol Gives Back foi competente, mostrando como se deve fazer um show beneficente. Mas avanço pra falar de mais uma incoerência este ano: a eliminação de Siobhan Magnus no Top 6. Eu não curto os gritos que ela solta em algumas músicas, bem como seu estilo semi-bizarro de cantoria. Mas ao contrário da “América”, pelo visto, sei admitir que ela não deveria ter sido eliminada nesta altura. Muito menos quando aquele moleque do Aaron e o inconstante Michael seguem (este, inclusive, provando que não foi merecedor do salvamento dos juízes). Poxa, imagina Aaron Kelly cantando Frank Sinatra no próximo? Não dá. A semana com as músicas de Shania Twain teria sido uma das melhores se não fosse por esse equívoco. Ah, e pela primeira vez Crystal mostrou um leve sinal de desgaste e reconheço que Lee passou na frente com sua ótima rendition de You’re Still the One. A loira ainda é minha favorita, mas ela precisa vir com tudo agora nesta reta final para garantir a merecida vitória da última mulher que restou na competição.

Autor: Bruno Carvalho - Categoria(s): American Idol Tags: , , , , , , , , , , , , ,
04/05/2010 - 00:01

Glee: Home

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Glee (1×16: Home): Apesar de tudo que eu disse (e reitero) sobre o episódio de Glee com as músicas de Madonna, sempre afirmei em minhas resenhas que eu gosto da série e ótimos episódios como este Home são o motivo. Finalmente dando início de verdade a esta segunda metade da 1ª temporada, o capítulo formou-se em torno do tema “lar” e a partir daí conseguiu trazer uma história bem contextualizada (sem vídeoclipes soltos entre um bloco e outro). Isso pode muito bem ser observado através dos números musicais que, ao contrário do que aconteceu na semana anterior, aqui foram todos orgânicos à trama – ainda que com as liberdades poéticas e excessos de praxe. As músicas, em especial o dueto Fire de Will e April logo no início, foram excepcionais, culminando no ápice Beautiful de Mercedes durante a apresentação das cheerios. Aliás, não sei porque Kristin Chenoweth não entra logo para o elenco regular, pois devido ao seu notório background com musicais na Broadway, suas participações formam sempre um par artístico e ideal com a série. Os instantes finais com ela cantando a música Home do filme The Wiz foram acima da média de toda a temporada e muito bem justificados pelo roteiro, diga-se de passagem. Em Home, Glee também resgatou sua premissa ao voltar a abordar temas relevantes do universo adolescente, aqui representados pelos dilemas da família de Finn e a pressão social que a cultura da magreza pode causar em jovens. Foi um episódio mais sisudo que o normal, sim, mas nada que as divertidas aparições e referências de Sue Sylvester não resolvam. Jane Lynch é uma atriz com talento interminável que merece e merecerá todos os prêmios a que for indicada e receber na próxima Awards Season. Glee precisa de mais capítulos assim.
Cotação Bruno Carvalho:

Music Guide de 1×16: Home.

Autor: Bruno Carvalho - Categoria(s): Glee Tags: , , , , , , ,
15/04/2010 - 00:01

American Idol: Top 9 com Lennon/McCartney

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Inquestionavelmente a semana de apresentações com músicas do catálogo Lennon/McCartney já figura entre uma das melhores da temporada, pois as canções têm um grande apelo universal. Ficaram acima da média as performances de Crystal Bowersox (como sempre), Lee DeWyze e Casey James, que respectivamente trouxeram ótimas versões de Come Together, Hey Jude e Jealous Guy. O restante – e desta vez incluo Andy Garcia – não soube empolgar (especialmente Siobhan com a sonífera versão de Across the Universe). Já a noite de eliminações foi mais uma prova de que o formato já não funciona tanto mais. É inexplicável até Michael Lynche ter sido o mais votado para sair pelo público enquanto os fracos e limitados Aaron Kelly e Tim Urban continuam na competição. Ainda que não consigo ver Lynche chegando à final, é certo que ele merece mais tempo no programa. Agora, com relação ao salvamento dos juízes, esta “cláusula” em American Idol apenas cria mais um problema, pois esta semana dois finalistas precisaram ser eliminados. Assim, as chances de injustiças pelo público dobram e não há mais a possibilidade de trazer alguém de volta. Um tiro no pé, a não ser que corram com os dois moleques (Kelly e Urban) ou até mesmo com Katie Stevens que, convenhamos, também não deveria continuar por muito mais tempo. Na semana que vem nos EUA teremos o especial filantrópico Idol Gives Back em prol das vítimas do terremoto do Haiti – lembrando que no primeiro ano do especial ninguém foi eliminado. Será que repetirão o feito?

Autor: Bruno Carvalho - Categoria(s): American Idol Tags: , , , , , , , , , , , ,
07/04/2010 - 00:01

American Idol: Top 10 com R&B e Soul

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Um dos motivos que levou Simon Cowell a encerrar sua jornada no American Idol para se dedicar à produção do reality-show musical que criou na Inglaterra, o X-Factor, foi justamente sua frustração pela condução popular da competição – que culminou na antecipada eliminação de Didi Benami semana passada. Na noite de apresentações o jurado já havia demonstrado sua insatisfação ao prever e constatar que o fraco Tim Urban continuaria avançando. No X-Factor, os jurados têm o poder de decisão sobre quem será o eliminado, não se limitando apenas ao voto de salvamento, como acontece em Idol. Sobre as apresentações, as noites temáticas do programa não servem para testar a versatilidade dos finalistas em cantar estilos diferentes. Pelo contrário, o que se busca é a capacidade artística em adaptar os variados temas ao estilo próprio, algo que na semana R&B/Soul apenas Crystal Bowersox (claro), Lee Dewyze, Michael Lynche e Andrew Garcia souberam fazer. Este último, aliás, finalmente entregou uma performance digna de seu talento, criando um acústico com Forever de Chris Brown. Um dos poucos, inclusive, que foram contemporâneos. Até a sempre elogiada Siobhan deixou a desejar (mais uma vez) porque não soube inovar em nada com sua versão de Through the Fire. Simplesmente não dá pra entender o que, além de Urban, Aaron Kelly e Katie Stevens estão fazendo neste Top 9. Não que Didi Benami, uma boa cantora que constantemente faz escolhas erradas, iria chegar muito longe. Mas esses que citei mereciam ter ido embora antes dela e só não foram por conta do apelo popular. Tem razão Simon em querer sair de uma competição onde um sorriso maroto ganha do apuro técnico. Minhas esperanças para a Season 9 estão todas depositadas na vitória de Crystal Bowersox. Ela tem que ganhar de qualquer jeito. Do contrário, American Idol vai coroar (com a saída de Simon) o declínio do formato. Que venha o X-Factor US.

Autor: Bruno Carvalho - Categoria(s): American Idol Tags: , , , , , , , , , , , , ,
01/04/2010 - 00:01

American Idol: Top 11 e Hits da Billboard

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Esta temporada de American Idol já não está das melhores, este não é o time mais inspirado de finalistas e aí eles vão e colocam Miley Cyrus como MENTORA da turma? É forçar a barra demais, né? Foi tudo errado, desde a semana passada quando disseram que o tema das apresentações seria “teen music” e depois mudaram de última hora para músicas tops da Billboard. Simon Cowell precisou repetir ao longo da noite que a escolha das canções é o fundamental neste jogo e mais uma vez o resultado final foi fraquíssimo. Um catálogo vasto de grandes músicas e aí vem Andrew Garcia cantando I Heard it Through the Grapevines, Didi Benami com You’re no Good e Aaron Kelly com I Don’t Wanna Miss a Thing? Aaron Kelly cantando uma das maiores baladas ever? Está muito difícil levar essa temporada a sério. Até mesmo os constantemente elogiados Michael Lynche e Casey James ficaram apagados. Lee Dewyze, então, nem se fala. Que saudades da 8ª temporada com Adam Lambert, Kris Allen e cia. dando um show de grandes e originais interpretações semana após semana. American Idol virou um programa de karaoke e se Crystal Bowersox não estiver na final, não vou nem me dar ao trabalho de assistir mais (ainda mais que Simon vai sair ano que vem). Agora, nada, absolutamente nada, poderia nos preparar para aquela versão horrenda que Paige Miles fez de Agains All Odds. Doeu. Phill Collins e Mariah Carey deveriam se juntar e processá-la por danos morais e materiais. Se o público não a tivesse eliminado, seria justo que os juízes entrassem em consenso e a expulsassem daquele palco na noite da berlinda. O reality simplesmente não está conseguindo empolgar este ano.

Autor: Bruno Carvalho - Categoria(s): American Idol Tags: , , , , , , , ,
18/03/2010 - 00:01

Um Passeio Genial Pelos Temas de Séries!

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Uau, fantástico o medley que esses “dois” caras aí embaixo fizeram com os temas musicais de várias séries antigas e recentes, incluindo dramas, comédias e até alguns desenhos bem inusitados. Divertido, criativo e nostálgico ao mesmo tempo! Será que você consegue identificar todas antes de passarem o nome? Muito, mas muito legal mesmo, especialmente as transições entre um tema e outro!

Minhas favoritas foram as de The OC, Naruto, Married… With Children, Cheers, The Office, True BloodBig Love e, é claro, Friends! Ah, e eu disse “dois”, porque na verdade tudo foi feito por um cara só, esse talentoso Fredde Gredde. O cara gravou separado com dois instrumentos e depois sincronizou criando este memorável vídeo. Show!

Autor: Bruno Carvalho - Categoria(s): Notícias Tags: , ,
11/03/2010 - 00:01

American Idol: Top 20

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A semana em American Idol começou com um drama offscreen bem do jeito que eles gostam: a finalista Crystal Bowersox precisou ser internada por complicações de diabetes e a turma dos homens se apresentou um dia antes. A mudança, contudo, não justificou mais uma rodada de performances abaixo do nível da atração para a maioria. As exceções vieram apenas com Big Mike, que certamente garantiu seu ticket no Top 12 cantando It’s a Man’s Man’s Man’s World e Andrew Garcia que foi tecnicamente correto com You Give Me Something, apesar desta não ter sido a melhor escolha de música. Na semana passada, inclusive, questionaram porque não mencionei Casey James, que havia copiado cantado Bryan Adams, e a resposta veio agora com a versão fraquíssima de I Don’t Wanna Be. Além de estar claro que ele não tem o star power necessário pra se destacar na competição, vale lembrar que Bo Bice cantou a mesma música num nível infinitamente superior naquele mesmo palco. Mas o pior, claro, veio com Todrick Hall e suas versões malucas de músicas, desta vez literalmente ofendendo o clássico de Tina Turner, What’s Love Got to Do With It e sua saída foi será mais do que merecida.

As mulheres, em sua maioria, também decepcionaram, com menções desonrosas, é claro, para as eliminadas Haeley Vaughn (que estraçalhou The Climb, de Miley Cyrus) e a péssima (péssima, péssima, péssima) Michelle Delamor que, além de ter ressucitado Creed em rede mundial (o que por si só já merecia a eliminação), conseguiu o impressionante feito de piorar a música. A temporada vai tomando forma com Crystal Bowersox à frente. Sua versão de Long as I Can See the Light foi a melhor performance da semana e ela ganhou de Simon, de quebra, uma justa comparação à evolução que a vencedora Kelly Clarkson teve na 1ª edição do programa. É sim hora de prestar atenção nela, ainda mais por conta de seu profissionalismo e autenticidade. Sim, Siobhan Magnus também surpreendeu, mas eu ainda não consigo imaginá-la indo longe. Ela é muito estranha, como apontaram os juízes. As outras frontrunners femininas são Lilly Scott e Katelyn Epperly, mas suas escolhas não me agradaram. Gosto também de Didi Benami, mas suas escolhas também a atrapalham. Os participantes precisam sair da zona de conforto para nos surpreender e isto está demorando acontecer. Ou será que somente quando começar o Top 12 esta temporada vai engrenar de vez?

P.S.: Sony, mais uma vez, 5 horas direto no sábado? Really? Já passou da hora de colocarem American Idol em um horário alternativo.

Autor: Bruno Carvalho - Categoria(s): American Idol Tags: , , , , , , , ,
01/03/2010 - 00:01

American Idol: Top 24

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Os shows ao vivo começaram e a impressão inicial que ficou foi a de que as auditions e fases prometeram muito mais deste grupo do que eles conseguiram cumprir. Poucas foram as surpresas nas duas noites de apresentações, o que pode ser comprovado pelas críticas duríssimas dos juízes. Praticamente nenhuma performance foi 100% elogiada por Ellen, Randy Kara e Simon e isso é raro de acontecer. Na noite das mulheres os problemas principais foram escolhas de música, incluindo vários “assassinatos” de clássicos dos Beatles, em especial do de I Wanna Hold Your Hand, de Haeley Vaugh, que foi pavoroso. Minha favorita foi Crystal Bowersox que, apesar de ter feito um cover de Alanis Morissette com Hand in my Pocket, foi a única performance que conseguiu me entreter de todas as 12. Destaques vocais para Lilly Scott e Didi Benami, mas ainda não vejo nelas o star quality que a atração procura. Com os homens o problema foi maior, já que a qualidade técnica foi realmente preocupante, como aconteceu logo de cara com Todrick Hall e sua versão de Since You’ve Been Gone, de Kelly Clarkson. Simon disse que beirou o estúpido.

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Concordo. Em todas as apresentações não consegui identificar um próximo David Cook, Adam Lambert ou Kris Allen – todos estes artistas completos e que constantemente subiam no palco para inovar com versões interessantes e, às vezes, até melhores que as originais. Isso não é querer muito depois da busca que American Idol fez entre mais de 100.000 candidatos. O destaque da noite masculina, em minha opinião, acabou ficando com Andrew Garcia, mesmo com todas as críticas, pois ele foi o único que conseguiu chegar o mais próximo de trazer algo novo e tecnicamente adequado com seu acústico de Sugar, We’re Going Down, de Fall Out Boy. Lee Dewyze também foi bom, ainda mais comparando-o aos demais, mas concordo com os juízes que ele poderia ter escolhido uma música mais adequada ao seu vocal, como uma de Kings of Leon sugerida pelo Randy. Para as duas noites, eu teria eliminado mais gente do que apenas Janell, Joe, Ashley e Tyler. Ainda é cedo para definir se o resultado foi justo ou não, já que conhecemos esta turma muito pouco. Não sei se outros poderiam ter ido no lugar, mas estes certamente mereceram sair. Este início não conseguiu empolgar tanto como eu esperava. Rough start.

P.S.: É absurda e equivocada a decisão do canal Sony de exibir American Idol tão somente através de uma maratona de 5 horas lotada de intervalos comerciais no sábado à noite, começando às 21h. Mais noites e um horário alternativo cairiam muito bem.

Autor: Bruno Carvalho - Categoria(s): American Idol Tags: , , , , , , ,
19/01/2010 - 00:01

American Idol: Fase Inicial

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comment1249Simon Cowell fez é muito bem em deixar American Idol enquanto o reality ainda está em alta, assim como Paula Abdul. Mas mesmo com uma audiência monstruosa de 30 milhões de espectadores na estreia, não é de hoje que o formato está desgastado e menos empolgante. Tanto é que nos últimos anos registrei exatamente isso nas resenhas das temporadas que cada vez parecem estar mais longas. De fato, estes episódios em Boston e Atlanta não conseguiram ir além do esperado para a fase inicial, trazendo os testes que misturam performances boas com as horríveis apenas para um leve entretenimento – especialmente daqueles que acham, ou melhor, têm a certeza de que cantam bem e na verdade não cantam nada. Senti certo cansaço também da edição, que estava menos ágil e apurada como de costume e a falta de disposição de Simon Cowell é evidente. Outro fator que não contribuiu muito para esta nova temporada, pelo menos até agora, foram as dispensáveis participações de Victoria Beckham e Mary J. Blige como juradas substitutas de Paula Abdul até a chegada de Ellen (que só entrana Semana Hollywood). Pouco carismáticas, frias e dando a constante impressão de estarem ali forçadas, as cantoras não souberam fazer a diferença como a embriagada coreógrafa fazia. Ainda assim, Idol consegue divertir em diversos momentos, mas gastar quatro horas inteiras para mostrar as audições em apenas duas cidades hoje já é muito por todos os fatores que mencionei. Pra piorar, uma suposta lista com 20 nomes do Top 24 da atração, que somente é revelado depois da fase Hollywood, torna tudo ainda mais sem sentido e procastinatório, se confirmado. American Idol precisa justamente do que o Simon adora: “a breath of fresh air“, ou seja, algo novo e refrescante. Porém, sinto que isso somente vai vir com The X-Factor em 2011 nesta altura do campeonato. E enquanto o novo reality não chega, o melhor a fazer é dar umas risadas com o sujeito do “pants on the ground“:

Autor: Bruno Carvalho - Categoria(s): American Idol Tags: , , , , , , , , ,
12/01/2010 - 00:01

O Último American Idol com Simon Cowell

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comment1241É hoje que a overdose episódica do American Idol retorna à TV nos EUA e este será o primeiro sem Paula Abdul e o último com Simon Cowell. É isso mesmo. Ontem o jurado mais famoso do mundo anunciou que a 9ª temporada do reality será sua última, pois ele estará comprometido a trazer da Inglaterra outro show de competição pela fama: o X-Factor, em 2011. Há anos vemos notícias da iminente saída dele da atração, ainda mais quando ele começou a deixar claro publicamente seus problemas com o formato, que dão ao público total poder de decisão  sobre o vencedor. No X-Factor, programa que ele mesmo criou, a influência dos juízes é maior – daí o motivo dele estar tão envolvido com esta nova versão americana, que deve ser sediada em Las Vegas. Todo ano ao final de uma cobertura eu prometo a mim mesmo que será a última, mas logo que o ciclo reinicia eu volto atrás. Desta vez não vai ter jeito. Simon Cowell é a alma do programa e sem ele a atração vira uma disputa de calouros como qualquer outra que existe aos rodos pelo mundo afora. Os outros jurados, infelizmente, não conseguirão segurar o rojão sozinhos com a mesma categoria, mesmo com Idol garantido por, no mínimo, mais três temporadas (e a FOX já confirmou que elas serão exibidas mesmo sem ele). Pelo menos este ano temos a presença da talentosa e divertida Ellen DeGeneres no lugar de Paula Abdul, que deve entrar na fase conhecida como Hollywood Week. No início grandes nomes da música e do entretenimento revezarão na cadeira que Abdul deixou vaga (detalhes no vídeo abaixo). Como eu já falei aqui, esta primeira fase é empolgante e a edição é impecável. Para vocês terem uma ideia, o trabalho pra colocar uma temporada de Idol no ar a partir de Janeiro de um ano começa em Julho/Agosto do ano anterior! O programa percorre várias cidades em todo país e os produtores e juízes ouvem os milhares de selecionados para os testes. Como sempre, meus comentários sobre este início de temporada serão esporádicos e com base nos principais acontecimentos e lá para a Semana Hollywood, quando as coisas esquentarem, farei comentários mais frequentes. No Brasil, o Sony começa a transmissão a partir deste sábado 16/01, às 21h.

De qualquer forma, já deixo avisado que esta será a última cobertura de American Idol no blog. Ah, e antes de começarmos, queria fazer um balanço das 8 temporadas anteriores e saber de vocês: quem foi o melhor vencedor até hoje? (Kelly, Ruben, Fantasia, Carrie, Taylor, Jordin, Cook ou Kris?) e vocês continuarão assistindo American Idol sem Simon Cowell?

Autor: Bruno Carvalho - Categoria(s): American Idol Tags: , , , , ,
25/11/2009 - 00:01

Adam Lambert: Entretenimento e Polêmica!

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comment1187Mal estreou oficialmente no showbizz e o vice-campeão do American Idol 2009 já está dando o que falar. Depois de arrebatar a trilha-sonora do blockbuster 2012 há poucas semanas, o cantor fez sua primeira performance ao vivo em rede nacional no tradicional American Music Awards. Cantando sua nova faixa de trabalho For Your Entertainment, do álbum homônimo, ele pulou, gritou e chocou a audiência conservadora ao simular sexo oral com um de seus dançarinos, fazer diversos gestos obscenos, além de tascar um beijo na boca de um dos músicos de sua banda. Assumidamente homossexual, Adam retrucou as críticas sobre ter “exagerado” e manteve a posição de que a performance foi para promover a liberdade artística e não para irritar ninguém. “As mulheres usam e abusam da sexualidade na música há anos, mas no instante em que um homem faz o mesmo, todo o mundo enlouquece“, justificou sua indignação às milhares de reclamações recebidas pela emissora ABC. O assunto foi tão sério para os executivos do canal, que além de editarem a versão exibida para a costa oeste americana (atrasada por causa do fuso), sua participação no Good Morning America que estava agendada para a manhã hoje foi sumariamente revogada e sem nenhuma justificativa. Felizmente o rival Early Show, da CBS, disse que o receberia na hora e ele topou. Isso tudo foi apenas a primeira semana em que Adam Lambert está oficialmente “lançado”. Imagine o que deve vir por aí em termos de polêmica e controvérsia… Adam já tem outras aparições confirmadas no Late Show com David Letterman e The Ellen DeGeneres Show, ambas ainda hoje. Abaixo o clipe de For Your Entertainment, que teve lançamento mundial na noite de ontem:

Autor: Bruno Carvalho - Categoria(s): American Idol Tags: , ,
11/11/2009 - 06:41

2012 Traz Música de Adam Lambert!

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Ontem conferi a cabine de 2012 (filme catástrofe divertido e muito bem feito, mas só), e fiquei muito feliz ao ouvir a música de estreia do CD de Adam Lambert, o candidato à American Idol que perdeu o título para o Kris Allen (que é bom, mas não tanto), simplesmente é a trilha principal que encerra o longa de Rolland Emmerich! O clipe também é muito bacana e prova que Adam tem um talento nato. Ele é um astro da música vocalmente e conta ainda com uma presença em cena invejável. Até hoje não sei como o outro levou. Confira então o clipe de Time For Miracles:

Aproveitando, o apagão bagunçou meu cronograma e assim que der envio a continuação da Semana em Série, ok? Tentarei mandar mais tarde. Ah, e o Adam Lambert está lançando CD, clipe e anda fazendo aparições nos principais programas e talk-shows americanos. Err… E cadê o Kris Allen, hein?

Autor: Bruno Carvalho - Categoria(s): American Idol Tags: , ,
14/09/2009 - 00:00

Michael Jackson’s This is It

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Sim, este não é um blog sobre cinema e nem música, mas estes são temas universais, não é mesmo? Ontem à noite no 2009 MTV Video Music Awards foi oficialmente lançado o trailer que não consigo parar de ver desde então, e por isso resolvi compartilhar com vocês. O documentários intitulado This is It nunca deveria ter sido feito, pois trata-se apenas de gravações dos bastidores da turnê de mesmo nome que Michael Jackson faria na O2 Arena em Londres e, é claro, não fez. As imagens aqui já são emocionantes e o filme completo ficará em cartaz em cinemas de todo o mundo por apenas 2 semanas a partir do dia 28 de Outubro. É isso:

Autor: Bruno Carvalho - Categoria(s): Notícias Tags: , ,
26/06/2009 - 00:01

Michael Jackson em Série dos Anos 70

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Desde pequeno o grupo Jackson Five liderado por Michael Jackson brilhava nos palcos do The Ed Sullivan Show nas noites dominicais da CBS com performances e coreografias impecáveis. Mais tarde, já em carreira solo, o rei do pop foi um dos primeiros a investir pesado em um formato até então pouco considerado pelo mercado fonográfico: o vídeoclipe. De fato, antes mesmo da invasão de profissionais do cinema na TV como vemos hoje, Michael já buscava para os seus vídeos grandes diretores da telona como John Landis (Lobisomem Americano em Londres), Martin Scorsese (Taxi Driver), John Singleton (Os Donos da Rua) em produções com orçamentos inimagináveis para a época. Além disso, graças a uma parceria com a Pepsi, o astro recebeu fundos ilimitados para contar suas histórias em verdadeiros curtas musicais que eram antecipadíssimos, como foi o caso do clipe de Black or White, que teve estreia mundial (lembro até hoje de Glória Maria anunciando no Fantástico). Ele também fez diversas aparições memoráveis na TV: na festa de 25 anos da gravadora Motown cantando e dançando Billie Jean (1983); na campanha USA for Africa com o single We Are the World (1985); no intervalo do Super Bowl com a mega apresentação de Heal the Word (1993) e depois em infames momentos como o do documentário de Martin Bashir, Living With Michael Jackson, e no infeliz caso do bebê na sacada, ambos na década de 2000. O que poucos sabem é que Michael Jackson já foi protagonista de uma série de TV. Todos os principais fatos sociais eram e são traduzidos nas produções serializadas que nós tanto gostamos: do estabelecimento do american way of life até a recente ameaça terrorista, moda, comportamento, política e música viram premissas centrais. Isso não foi diferente com o estrondoso sucesso que os Jackson Five tiveram na década de 70, tanto que o canal ABC produziu um desenho com que mesclava aventuras fictícias da banda com fatos reais e clipes. Confira um trecho do pouco conhecido The Jackson 5ive:

The Jackson 5ive foi originalmente exibida entre 1971 e 1973 nos sábados de manhã nos EUA e depois reprisada uma década mais tarde, em 1985, no auge da carreira do cantor. Por questões de conflito de agenda (o desenho era produzido em um estúdio londrino), as vozes dos integrantes do grupo não eram utilizadas – tão somente as músicas. De qualquer forma, fica aqui registrado que além de cantor, dançarino, protagonista de cinema, Michael Jackson também teve sua própria série de TV. Perdemos um dos maiores entertainers da História. Confira vários vídeos do programa no YouTube e relembre (ou conheça) os sucessos que marcaram gerações.

Autor: Bruno Carvalho - Categoria(s): Canais, Notícias Tags: ,
25/05/2009 - 00:01

Kris Allen, o American Idol 2009

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Incoerente. Essa é uma boa palavra pra resumir o resultado final de American Idol, que consagrou Kris Allen como o vencedor. Ao longo dos últimos meses testemunhamos o surgimento e ascensão de um verdadeiro astro da música, Adam Lambert, que nos surpreendeu semana após semana com apresentações versáteis, criativas, inovadoras e com um vozeirão que não faz feio nem perto de grandes lendas do rock como Freddie Mercury, Steven Tyler, Brian Johnson e Robert Plant. Ora, quando o próprio vencedor da atração vira e diz que ele não deveria ter ganhado, é porque tem alguma coisa muito errada aí. Este resultado praticamente anulou um ótimo ano de American Idol, como não víamos há muito tempo. Repleta de bons talentos vocais, desde a unique Megan Joy até o simpático Danny Gokey, a temporada seguiu numa crescente indicando sempre o óbvio: o troféu era do Adam. Mas então o que aconteceu? Muitos colunistas disseram que a final seria decidida por uma legião de pré-adolescentes encantadas com o rostinho bonito de Allen e o próprio Adam chegou a dizer em uma coletiva que sua orientação sexual e a exposição de seu passado drag provavelmente podem ter influenciado a votação. Teria a chamada “middle America” preterido-o por ser homossexual? Só podemos especular, pois até a porcentagem de votos que anualmente é revelada, este ano está sendo mantida sob sigilo.

Com relação à final em si, notadamente sobre a parte técnica, a atração foi impecável e irrepreensível. Os diversos números musicais com os finalistas evidenciaram o cuidado da produção em pareá-los vocalmente com os artistas convidados, fora Kara DioGuardi de biquini… Foram excelentes os pocket shows como os de Fergie e os Black-Eyed Peas, Carlos Santana, Jason Mraz, mas é claro que o grande destaque da noite foi a mega apresentação do Kiss com Adam Lambert. A direção foi eficiente, os quadros (incluindo os divertidos Golden Idols) foram fluídos – o que raramente acontece em programas ao vivo – e a noite foi apoteótica e grandiosa como nunca. É uma pena que todos os ensaios, as luzes, os efeitos e recursos utilizados no final foram em vão, porque coroaram o ídolo errado mais uma vez. Não acho que foi nenhum demérito do Kris ter levado, pelo contrário. A incoerência veio do povo. Kris conseguiu vencer o favorito considerado por Simon o melhor cantor a subir naquele palco. Foi esperto, soube escolher bem as suas músicas e encontrar o seu nicho com suas versões acústicas de sucessos. Ele é talentoso, mas sua vitória explicitou o que eu venho dizendo há várias temporadas: há uma falha no processo do American Idol que por diversas vezes compromete a integridade da atração. Desde a vitória de Ruben Studdard na segunda temporada sou um defensor de que os juízes deveriam ter um poder decisório maior, de forma a guiar melhor todo o processo. Clay Aiken, Katherine McPhee e, agora, Adam Lambert agradeceriam.

Gene Simmons Quer Adam Lambert em Turnê com o KISS!

O American Idol mal acabou e Adam Lambert já recebeu uma proposta praticamente irrecusável. Gene Simmons, o vocalista da antológica banda KISS convidou o ex-participante para realizar uma turnê com a banda. E não é um gig para simplesmente abrir os shows, não. Simmons quer que Adam coloque armadura e maquiagem como se fosse um novo integrante, do jeito que os fãs da banda gostam: “tem que ser grandioso, forte, tem que ir com tudo“, revelou. O vocalista ainda disse que o convite está de pé pra quando ele quiser, pois sabe que Adam estará comprometido nos próximos meses com a turnê American Idol Top 10 Live, que percorre todos os EUA. “Ele pode começar quando ele quiser“, completou. Adam disse em resposta que adoraria participar e que seria uma honra pra ele. Ele ainda agradeceu muito o convite, mas por enquanto nenhum acordo foi oficializado.

Queen Também Almeja Adam Lambert nos Vocais!

É mole? Mesmo sem vencer a atração, duas das maiores bandas de rock do mundo estão querendo Adam Lambert. Com a anunciada saída de Paul Rodgers, que temporariamente retornou para uma turnê mundial, o guitarrista Bryan May e o bateirista Roger Taylor disseram formalmente que querem o jovem cantor no mesmo posto que um dia foi de Freddie Mercury. A fonte da notícia é a revista especializada Rolling Stone, que reportou com exclusividade o interesse dos integrantes remanescentes da banda no “vice-Ídolo”: “definitivamente queremos ter uma conversa significativa com ele“, afirmou May. Nada contra Kris Allen, mas duas ofertas desse nível não é pra qualquer um…

Autor: Bruno Carvalho - Categoria(s): American Idol Tags: , , , , ,
21/05/2009 - 00:39

Quer Saber Quem Venceu o American Idol?

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iPhone PostAcabou agora há pouco nos EUA a 8ª temporada de American Idol com o resultado da batalha final entre Adam Lambert e Kris Allen, direto do Nokia Theatre em Los Angeles. Foram mais de 100 milhões de votos e é claro que de qualquer forma aquela máxima de que não é possível agradar a todos é sempre aplicável. Os comentários completos sobre a última semana de apresentação serão postados na segunda, como de costume, após a exibição do Sony no Brasil. Mas, para aqueles que estão ávidos para conhecer o rosto do novo ídolo pop da música, clique nesse link por sua conta e risco e deixe abaixo seu comentário. Clicou? E aí, gostou do resultado ou não? Achou justo?

Autor: Bruno Carvalho - Categoria(s): American Idol, Notícias Tags: , , ,
19/05/2009 - 06:01

American Idol: Adam x Kris

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Apesar de ter uma boa voz e uma personalidade agradável, Danny Gokey artisticamente era o mais limitado dos concorrentes que sobraram nesta reta final de American Idol e sua eliminação não apenas foi justa, como esperada. Sem seguir um estilo musical conciso, Danny saiu atirando para todos os lados, acertando em certos momentos, mas dançando (desesperadamente) em vários outros. Sua participação, enfim, foi irregular e depois da música que ele “sofreu” de Paula Abdul combinado com aquela versão enfadonha de You Are So Beautiful, não teve mais jeito. Kris Allen, por exemplo, não tem uma voz tecnicamente melhor que a de Gokey, mas o jovem consegue trazer semana após semana performances que entretêm, especialmente quando ele interpreta a música ao invés de simplesmente cantá-la com arranjo de fanfarra como seu colega mais velho fazia. Idol não é um simples show de calouros e sim um concurso que busca pelo ídolo pop da música. Por falar nisso, por mais que eu goste de Adam, reconheço que essa semana ele não brilhou da forma costumeira e suas apresentações foram ligeiramente indulgentes (sendo que Cryin’ foi tão copycat quanto Apologize). Ainda assim, ele continua sendo meu favorito pra vencer, mas a primeira música que corri pra baixar no iTunes foi a versão de Kris para Heartless. Aliás, total bola fora de Randy Jackson ao dizer que ele foi melhor que o original de Kanye West e que a rendition que o The Fray recentemente fez. Além de ser desrespeitoso com os intérpretes (inclusive com Kris, deixando-o numa situação complicada), a comparação que Randy fez foi esdrúxula, pois a música apenas foi cantada em um estilo diferente e com uma pegada “acústico pop” que nada lembra o Hip Hop. O Top 2 foi justo, Kris e Adam conquistaram este lugar por mérito e não por sorte e a batalha promete ser interessante. Hoje à noite darei um jeito de saber os números para votar em Adam, já que amanhã (ou domingo, para os que acompanham com o Brasil) quero vê-lo como o American Idol. E vocês, quem querem que vença?

Autor: Bruno Carvalho - Categoria(s): American Idol Tags: , , , , ,
11/05/2009 - 00:01

American Idol: Semana Rock e Top 3!

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Quem acompanha minhas resenhas sobre esta oitava temporada de American Idol sabe que eu não sou muito fã de Allison Iraheta, pois a considero pouco versátil e com uma diccção comprometida pelo excesso de maneirismos (e talvez falta de maturidade vocal). Mas com base exclusivamente nas apresentações desta semana, merecia ela sair? Não, apesar de eu ter ficado feliz com sua eliminação que uma hora seria inevitável. Aliás, isso está acontecendo muito este ano, com participantes sendo eliminados após suas melhores apresentações. A rendition de Iraheta ao clássico Cry Baby de Janis Joplin e o dueto com Adam não deixaram nada a desejar, afinal este é o estilo dela! Da mesma forma que não considero-a digna de ser a American Idol – como de fato não será – também não acho que ela deveria ter sido eliminada logo após uma de suas melhores performances no programa. Com isso eu cutuco Kris Allen, que vinha desempenhando um sólido papel ao longo de semanas e acabou com a Come Together dos Beatles (horrível escolha dele, num catálogo tão vasto). Por fim deu pra perceber  que o público pesou o desempenho dos participantes ao longo da temporada e acabou preterindo a moça e no final das contas isso foi justo, pois ela era a única que merecia sair pelo conjunto da obra. Mas uma coisa que não desce foi a condescendência dos juízes  Kara e Randy ao dizerem para Kris e Danny (especialmente este último, que fez Dream On do Aerosmith se tornar algo insuportável de ouvir) que eles foram “razoavelmente bem considerando que este não é o estilo deles”. Ora, em diversas semanas Adam cantou completamente fora de seu estilo musical e se saiu muito bem em todos! Nada impedia de Kris e Danny terem feito uma versão adequada a seus estilos com uma canção do gênero, assim como Lambert fez na semana com os temas Grand Ole Opry, Rat Pack e, obviamente, no tema de Músicas da Infância com a espetacular Mad World. Esta derradeira semana provou o que venho dizendo há mais de 10 resenhas: Adam  é o único ali com a qualidade técnica vocal e artística necessárias para vencer esta competição. Nunca, em nenhuma temporada, o nível foi tão alto. Como disse Simon, vai ser muito difícil superá-lo tão cedo. Agora, o que falar da noite de ontem com as apresentações de Paula Abdul, que usou dois microfones, dublagem e auto-tune (um software que corrige desafinos e dá um som metálico) ao mesmo tempo?! Esta participação dela seria muito adequada no So You Think You Can Dance, reality-show de dança, mas nunca no American Idol. Estranhos também estiveram Slash e Gwen Stefani (com o No Doubt agora) totalmente desconfortáveis naquele palco. Ironicamente o que salvou a noite foi a banda Daughtry e seu novo single.

Está acabando, na próxima semana entraremos na reta final e a pergunta ainda está de pé: quem você acha que será o próximo American Idol?

Autor: Bruno Carvalho - Categoria(s): American Idol Tags: , , , ,
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