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14/09/2009 - 00:00

Michael Jackson’s This is It

Sim, este não é um blog sobre cinema e nem música, mas estes são temas universais, não é mesmo? Ontem à noite no 2009 MTV Video Music Awards foi oficialmente lançado o trailer que não consigo parar de ver desde então, e por isso resolvi compartilhar com vocês. O documentários intitulado This is It nunca deveria ter sido feito, pois trata-se apenas de gravações dos bastidores da turnê de mesmo nome que Michael Jackson faria na O2 Arena em Londres e, é claro, não fez. As imagens aqui já são emocionantes e o filme completo ficará em cartaz em cinemas de todo o mundo por apenas 2 semanas a partir do dia 28 de Outubro. É isso:

Autor: Bruno Carvalho - Categoria(s): Notícias Tags: , ,
26/06/2009 - 00:01

Michael Jackson em Série dos Anos 70

Desde pequeno o grupo Jackson Five liderado por Michael Jackson brilhava nos palcos do The Ed Sullivan Show nas noites dominicais da CBS com performances e coreografias impecáveis. Mais tarde, já em carreira solo, o rei do pop foi um dos primeiros a investir pesado em um formato até então pouco considerado pelo mercado fonográfico: o vídeoclipe. De fato, antes mesmo da invasão de profissionais do cinema na TV como vemos hoje, Michael já buscava para os seus vídeos grandes diretores da telona como John Landis (Lobisomem Americano em Londres), Martin Scorsese (Taxi Driver), John Singleton (Os Donos da Rua) em produções com orçamentos inimagináveis para a época. Além disso, graças a uma parceria com a Pepsi, o astro recebeu fundos ilimitados para contar suas histórias em verdadeiros curtas musicais que eram antecipadíssimos, como foi o caso do clipe de Black or White, que teve estreia mundial (lembro até hoje de Glória Maria anunciando no Fantástico). Ele também fez diversas aparições memoráveis na TV: na festa de 25 anos da gravadora Motown cantando e dançando Billie Jean (1983); na campanha USA for Africa com o single We Are the World (1985); no intervalo do Super Bowl com a mega apresentação de Heal the Word (1993) e depois em infames momentos como o do documentário de Martin Bashir, Living With Michael Jackson, e no infeliz caso do bebê na sacada, ambos na década de 2000. O que poucos sabem é que Michael Jackson já foi protagonista de uma série de TV. Todos os principais fatos sociais eram e são traduzidos nas produções serializadas que nós tanto gostamos: do estabelecimento do american way of life até a recente ameaça terrorista, moda, comportamento, política e música viram premissas centrais. Isso não foi diferente com o estrondoso sucesso que os Jackson Five tiveram na década de 70, tanto que o canal ABC produziu um desenho com que mesclava aventuras fictícias da banda com fatos reais e clipes. Confira um trecho do pouco conhecido The Jackson 5ive:

The Jackson 5ive foi originalmente exibida entre 1971 e 1973 nos sábados de manhã nos EUA e depois reprisada uma década mais tarde, em 1985, no auge da carreira do cantor. Por questões de conflito de agenda (o desenho era produzido em um estúdio londrino), as vozes dos integrantes do grupo não eram utilizadas – tão somente as músicas. De qualquer forma, fica aqui registrado que além de cantor, dançarino, protagonista de cinema, Michael Jackson também teve sua própria série de TV. Perdemos um dos maiores entertainers da História. Confira vários vídeos do programa no YouTube e relembre (ou conheça) os sucessos que marcaram gerações.

Autor: Bruno Carvalho - Categoria(s): Canais, Notícias Tags: ,
25/05/2009 - 00:01

Kris Allen, o American Idol 2009

Incoerente. Essa é uma boa palavra pra resumir o resultado final de American Idol, que consagrou Kris Allen como o vencedor. Ao longo dos últimos meses testemunhamos o surgimento e ascensão de um verdadeiro astro da música, Adam Lambert, que nos surpreendeu semana após semana com apresentações versáteis, criativas, inovadoras e com um vozeirão que não faz feio nem perto de grandes lendas do rock como Freddie Mercury, Steven Tyler, Brian Johnson e Robert Plant. Ora, quando o próprio vencedor da atração vira e diz que ele não deveria ter ganhado, é porque tem alguma coisa muito errada aí. Este resultado praticamente anulou um ótimo ano de American Idol, como não víamos há muito tempo. Repleta de bons talentos vocais, desde a unique Megan Joy até o simpático Danny Gokey, a temporada seguiu numa crescente indicando sempre o óbvio: o troféu era do Adam. Mas então o que aconteceu? Muitos colunistas disseram que a final seria decidida por uma legião de pré-adolescentes encantadas com o rostinho bonito de Allen e o próprio Adam chegou a dizer em uma coletiva que sua orientação sexual e a exposição de seu passado drag provavelmente podem ter influenciado a votação. Teria a chamada “middle America” preterido-o por ser homossexual? Só podemos especular, pois até a porcentagem de votos que anualmente é revelada, este ano está sendo mantida sob sigilo.

Com relação à final em si, notadamente sobre a parte técnica, a atração foi impecável e irrepreensível. Os diversos números musicais com os finalistas evidenciaram o cuidado da produção em pareá-los vocalmente com os artistas convidados, fora Kara DioGuardi de biquini… Foram excelentes os pocket shows como os de Fergie e os Black-Eyed Peas, Carlos Santana, Jason Mraz, mas é claro que o grande destaque da noite foi a mega apresentação do Kiss com Adam Lambert. A direção foi eficiente, os quadros (incluindo os divertidos Golden Idols) foram fluídos – o que raramente acontece em programas ao vivo – e a noite foi apoteótica e grandiosa como nunca. É uma pena que todos os ensaios, as luzes, os efeitos e recursos utilizados no final foram em vão, porque coroaram o ídolo errado mais uma vez. Não acho que foi nenhum demérito do Kris ter levado, pelo contrário. A incoerência veio do povo. Kris conseguiu vencer o favorito considerado por Simon o melhor cantor a subir naquele palco. Foi esperto, soube escolher bem as suas músicas e encontrar o seu nicho com suas versões acústicas de sucessos. Ele é talentoso, mas sua vitória explicitou o que eu venho dizendo há várias temporadas: há uma falha no processo do American Idol que por diversas vezes compromete a integridade da atração. Desde a vitória de Ruben Studdard na segunda temporada sou um defensor de que os juízes deveriam ter um poder decisório maior, de forma a guiar melhor todo o processo. Clay Aiken, Katherine McPhee e, agora, Adam Lambert agradeceriam.

Gene Simmons Quer Adam Lambert em Turnê com o KISS!

O American Idol mal acabou e Adam Lambert já recebeu uma proposta praticamente irrecusável. Gene Simmons, o vocalista da antológica banda KISS convidou o ex-participante para realizar uma turnê com a banda. E não é um gig para simplesmente abrir os shows, não. Simmons quer que Adam coloque armadura e maquiagem como se fosse um novo integrante, do jeito que os fãs da banda gostam: “tem que ser grandioso, forte, tem que ir com tudo“, revelou. O vocalista ainda disse que o convite está de pé pra quando ele quiser, pois sabe que Adam estará comprometido nos próximos meses com a turnê American Idol Top 10 Live, que percorre todos os EUA. “Ele pode começar quando ele quiser“, completou. Adam disse em resposta que adoraria participar e que seria uma honra pra ele. Ele ainda agradeceu muito o convite, mas por enquanto nenhum acordo foi oficializado.

Queen Também Almeja Adam Lambert nos Vocais!

É mole? Mesmo sem vencer a atração, duas das maiores bandas de rock do mundo estão querendo Adam Lambert. Com a anunciada saída de Paul Rodgers, que temporariamente retornou para uma turnê mundial, o guitarrista Bryan May e o bateirista Roger Taylor disseram formalmente que querem o jovem cantor no mesmo posto que um dia foi de Freddie Mercury. A fonte da notícia é a revista especializada Rolling Stone, que reportou com exclusividade o interesse dos integrantes remanescentes da banda no “vice-Ídolo”: “definitivamente queremos ter uma conversa significativa com ele“, afirmou May. Nada contra Kris Allen, mas duas ofertas desse nível não é pra qualquer um…

Autor: Bruno Carvalho - Categoria(s): American Idol Tags: , , , , ,
21/05/2009 - 00:39

Quer Saber Quem Venceu o American Idol?

iPhone PostAcabou agora há pouco nos EUA a 8ª temporada de American Idol com o resultado da batalha final entre Adam Lambert e Kris Allen, direto do Nokia Theatre em Los Angeles. Foram mais de 100 milhões de votos e é claro que de qualquer forma aquela máxima de que não é possível agradar a todos é sempre aplicável. Os comentários completos sobre a última semana de apresentação serão postados na segunda, como de costume, após a exibição do Sony no Brasil. Mas, para aqueles que estão ávidos para conhecer o rosto do novo ídolo pop da música, clique nesse link por sua conta e risco e deixe abaixo seu comentário. Clicou? E aí, gostou do resultado ou não? Achou justo?

Autor: Bruno Carvalho - Categoria(s): American Idol, Notícias Tags: , , ,
19/05/2009 - 06:01

American Idol: Adam x Kris

Apesar de ter uma boa voz e uma personalidade agradável, Danny Gokey artisticamente era o mais limitado dos concorrentes que sobraram nesta reta final de American Idol e sua eliminação não apenas foi justa, como esperada. Sem seguir um estilo musical conciso, Danny saiu atirando para todos os lados, acertando em certos momentos, mas dançando (desesperadamente) em vários outros. Sua participação, enfim, foi irregular e depois da música que ele “sofreu” de Paula Abdul combinado com aquela versão enfadonha de You Are So Beautiful, não teve mais jeito. Kris Allen, por exemplo, não tem uma voz tecnicamente melhor que a de Gokey, mas o jovem consegue trazer semana após semana performances que entretêm, especialmente quando ele interpreta a música ao invés de simplesmente cantá-la com arranjo de fanfarra como seu colega mais velho fazia. Idol não é um simples show de calouros e sim um concurso que busca pelo ídolo pop da música. Por falar nisso, por mais que eu goste de Adam, reconheço que essa semana ele não brilhou da forma costumeira e suas apresentações foram ligeiramente indulgentes (sendo que Cryin’ foi tão copycat quanto Apologize). Ainda assim, ele continua sendo meu favorito pra vencer, mas a primeira música que corri pra baixar no iTunes foi a versão de Kris para Heartless. Aliás, total bola fora de Randy Jackson ao dizer que ele foi melhor que o original de Kanye West e que a rendition que o The Fray recentemente fez. Além de ser desrespeitoso com os intérpretes (inclusive com Kris, deixando-o numa situação complicada), a comparação que Randy fez foi esdrúxula, pois a música apenas foi cantada em um estilo diferente e com uma pegada “acústico pop” que nada lembra o Hip Hop. O Top 2 foi justo, Kris e Adam conquistaram este lugar por mérito e não por sorte e a batalha promete ser interessante. Hoje à noite darei um jeito de saber os números para votar em Adam, já que amanhã (ou domingo, para os que acompanham com o Brasil) quero vê-lo como o American Idol. E vocês, quem querem que vença?

Autor: Bruno Carvalho - Categoria(s): American Idol Tags: , , , , ,
11/05/2009 - 00:01

American Idol: Semana Rock e Top 3!

Quem acompanha minhas resenhas sobre esta oitava temporada de American Idol sabe que eu não sou muito fã de Allison Iraheta, pois a considero pouco versátil e com uma diccção comprometida pelo excesso de maneirismos (e talvez falta de maturidade vocal). Mas com base exclusivamente nas apresentações desta semana, merecia ela sair? Não, apesar de eu ter ficado feliz com sua eliminação que uma hora seria inevitável. Aliás, isso está acontecendo muito este ano, com participantes sendo eliminados após suas melhores apresentações. A rendition de Iraheta ao clássico Cry Baby de Janis Joplin e o dueto com Adam não deixaram nada a desejar, afinal este é o estilo dela! Da mesma forma que não considero-a digna de ser a American Idol – como de fato não será – também não acho que ela deveria ter sido eliminada logo após uma de suas melhores performances no programa. Com isso eu cutuco Kris Allen, que vinha desempenhando um sólido papel ao longo de semanas e acabou com a Come Together dos Beatles (horrível escolha dele, num catálogo tão vasto). Por fim deu pra perceber  que o público pesou o desempenho dos participantes ao longo da temporada e acabou preterindo a moça e no final das contas isso foi justo, pois ela era a única que merecia sair pelo conjunto da obra. Mas uma coisa que não desce foi a condescendência dos juízes  Kara e Randy ao dizerem para Kris e Danny (especialmente este último, que fez Dream On do Aerosmith se tornar algo insuportável de ouvir) que eles foram “razoavelmente bem considerando que este não é o estilo deles”. Ora, em diversas semanas Adam cantou completamente fora de seu estilo musical e se saiu muito bem em todos! Nada impedia de Kris e Danny terem feito uma versão adequada a seus estilos com uma canção do gênero, assim como Lambert fez na semana com os temas Grand Ole Opry, Rat Pack e, obviamente, no tema de Músicas da Infância com a espetacular Mad World. Esta derradeira semana provou o que venho dizendo há mais de 10 resenhas: Adam  é o único ali com a qualidade técnica vocal e artística necessárias para vencer esta competição. Nunca, em nenhuma temporada, o nível foi tão alto. Como disse Simon, vai ser muito difícil superá-lo tão cedo. Agora, o que falar da noite de ontem com as apresentações de Paula Abdul, que usou dois microfones, dublagem e auto-tune (um software que corrige desafinos e dá um som metálico) ao mesmo tempo?! Esta participação dela seria muito adequada no So You Think You Can Dance, reality-show de dança, mas nunca no American Idol. Estranhos também estiveram Slash e Gwen Stefani (com o No Doubt agora) totalmente desconfortáveis naquele palco. Ironicamente o que salvou a noite foi a banda Daughtry e seu novo single.

Está acabando, na próxima semana entraremos na reta final e a pergunta ainda está de pé: quem você acha que será o próximo American Idol?

Autor: Bruno Carvalho - Categoria(s): American Idol Tags: , , , ,
28/04/2009 - 00:01

American Idol: Semana Disco e Top 5 Revelado!

A semana da “Era Disco” sempre foi um problema para os participantes do American Idol, pois as músicas são muito características e é muito difícil fugir do original. Mesmo assim, alguns poucos conseguiram sobressair-se justamente evitando este estigma e criando algo diferente em cima das canções que marcaram toda uma geração. Os grandes destaques ficaram com Adam Lambert (”que novidade”), desta vez contido, mas com uma bela versão balada de If Can’t Have You (Bee Gees) e Kris Allen, que desta vez foi o meu favorito da semana, com um arranjo super moderno de She Works Hard For the Money (da Donna Summer). É possível ver que estes dois têm um cuidado especial com seus shows, fazendo adequadas modificações nas melodias e palpitando até nos efeitos de luz, instrumentos utilizados e enquadramentos de câmera (especialmente Adam). Por outro lado, afundando cada vez mais está Danny Gokey, que não inovou  nas últimas semanas e acha que fazer uma performance espalhafatosa resolverá o seu problema. Foi assim com Taylor Hicks, que hoje sumiu da mídia por ser um cantor “genérico” e sem identidade. Gokey, de fato, chamou a minha atenção quando cantou Kiss From a Rose, mas hoje ele segue como um discípulo do copycat. Não curti nem um pouco a Hot Stuff de Allisson Iraheta, que ficou com um ritmo estranho como se ela sempre estivesse um tom à frente da melodia. Nesta 8ª temporada de Idol não adianta só apenas uma boa voz. Por isso mesmo que o público despachou Lil’ Rounds, que não evoluiu absolutamente nada desde a sua chegada na atração (e ela merecia ter ido antes de Megan Joy, por exemplo) e o limitado Anoop DeSai, que teve seus bons momentos, mas não conseguiu sair disso. Ah, e depois da desajeitada apresentação de Matt Giraud, acho que os juízes se arrependeram demais de ter usado o “colar do anjo” com ele. Foi sofrível aquele Stayin’ Alive. Top 5 formado, eliminações justíssimas e na semana que vem os “Idols” cantarão músicas do Rat Pack. Isso vai ser interessante…

Autor: Bruno Carvalho - Categoria(s): American Idol Tags: , , , , , ,
20/04/2009 - 02:35

American Idol: Trilhas-Sonoras e Nenhuma Eliminação!

Hoje eu vou direto ao ponto: a utilização da “Cláusula Daughtry” pra salvar Matt Giraud da eliminação foi totalmente precipitada, impensada e a decisão incoerente de Simon e dos juízes tirou boa parte de credibilidade do programa. Primeiramente, porque Matt Giraud não é nenhum Chris Daughtry. Apesar de cantar bem, ele constantemente desliza e não tem grandes chances de ganhar esta competição. Assim, o tão aguardado momento em que um concorrente seria salvo pelo auto dos julgadores foi mais pra constar do que pra valer, pois dificilmente os realmente bons cairão pro Bottom 3 este ano. A “América” aprendeu a votar, tanto que as figurinhas da noite de eliminação estão sempre lá: Anoop e Lil’. A semana com trilhas-sonoras e o inusitado mentor Quentin Tarantino (ele entende de músicas para seus filmes, mas não é um bom técnico vocal) denotou mais uma vez que este Idol é de Adam Lambert (sorry por bater nesta mesma tecla, mas nesta altura é inevitável) e que a grande surpresa da atração será quem ficará com o posto de segundo lugar. Eu apostava muito minhas fichas em Danny Gokey, mas ultimamente ele anda tão apagado que até mesmo a melosidade de Anoop ou os exageros de Iraheta estão superando-o em certas apresentações. Outro candidato pra se prestar muita atenção é Kris Allen, que mais uma vez foi um dos melhores, apesar daquela crítica absurda de Randy, de que “ele foi desafinado desde o início”. Não só Kara e Paula discordaram dele, como Simon aproveitou a oportunidade na noite seguinte para reafirmar que ele foi brilhante. Aliás, essa idéia do julgamento em pares foi tão ruim que na próxima semana eles voltarão ao método original. O problema aí é a presença de um quarto elemento, que quebra todo o ritmo da hora de julgar. Enfim, ao salvar Matt, Idol criou um problemão para a semana Disco, onde duas pessoas terão que ser eliminadas – sem a possibilidade de salvamento – o que aí sim pode vir a ser muito injusto dependendo de quem fique no Bottom 2. A produção precisa parar de inventar formas de se sabotar. No geral, esta foi uma noite fraca, com performances esquecíveis de quase todo o grupo. Era melhor terem exibido o Acústico MTV Bryan Adams no lugar.

Autor: Bruno Carvalho - Categoria(s): American Idol Tags: , , , , ,
06/04/2009 - 00:01

American Idol: Top 9 com Top Downloads

Na semana onde cada participante poderia escolher a melhor música que reflete seu estilo, já que o tema era livre (Top Downloads no iTunes), a maioria provou mais uma vez que não sabe o tipo de artista que quer ser, utilizando a maior plataforma da música mundial para “brincar de aprender a ser artista”. Isso vem acontecendo com Lil’ Rounds, Scott McIntyre, Anoop DeSai e até com Matt Giraud. Esse último já entregou ótimas performances quando ficou no R&B, mas decepcionou quando resolveu cantar seus “ídolos”, como fez esta semana com You Found Me, do The Fray e trilha da 5ª temporada de LOST. O que Randy Jackson afirmou em sua crítica foi muito pertinente: não é porque você gosta da música ou do artista, que necessariamente deve cantá-los. Os poucos que sabem o que querem ser e vender são os favoritos para levar o título de ídolo – Adam Lambert, Kris Allen e Danny Gokey. Allison Iraheta é até boazinha, mas os exageros dela como “roqueira” não a levarão muito longe nesta competição, tanto que ficou no Bottom 3 esta semana. Ah, e apesar de considerá-lo o melhor de todos, Adam decepcionou cantando Play That Funky Music do Wild Cherry (banda de uma música só), o que foi sua pior escolha até hoje – e nisso incluo a bizarrice que ele fez na Semana Country. Ah, e com relação às apresentações em grupo, deu pra ver claramente que elas são parcialmente dubladas e isso, independente do motivo (dizem que é pra não atrapalhar a coreografia), compromete demais a integridade uma competição pra encontrar o favorito da música. Enfim, chegamos no momento mais delicado da semana que foi a eliminação de Megan Joy. Ela é diferente, sabe cantar bem, mas concordo que sua apresentação foi insuportável. Poxa, quando ela tinha a chance de cantar músicas de qualquer artista que favorecesse seus dotes vocais (Amy Winehouse, Feist ou até Nelly Furtado), ela me aparece com uma versão paupérrima de Turn Your Lights Down Low, de Bob Marley? Não dá! Simon poderia ter salvado-a, mas ela foi não humilde ao receber as críticas, o que custou sua saída antecipada da atração. Esta foi uma semana de altos e (muitos) baixos. Na próxima eles cantarão músicas do ano em que nasceram.

Top 8 formado! O que acharam da eliminação de Megan Joy? Justa ou precipitada? Alguém merecia ter saído antes? (cof cof Scott cof cof)…

Autor: Bruno Carvalho - Categoria(s): American Idol Tags: , , , , ,
30/03/2009 - 00:01

American Idol: Top 10 com Motown

Surpreendentemente a semana com o tema da gravadora Motown foi ainda mais fraca do que a da rádio country e a grande maioria dos finalistas entregou performances esquecíveis. Quem deveria ter nadado de braçadas foi Lil’ Rounds e mais uma vez a moça provou que tem apenas uma voz boa e mais nada. Ora, claramente ela é uma cantora de R&B e nem na noite cujo tema era exatamente esse ela conseguiu escolher uma música boa para explorar o seu talento. O que os juízes ressaltaram sem parar durante as apresentações é que eles estão procurando um artista completo, capaz de escolher bem as músicas, seguir um estilo próprio e autêntico para tornar-se o ídolo americano. De todos, foi fácil perceber que apenas Adam Lambert trilha esse rumo, confirmando o que eu venho dizendo há várias semanas de que ele é quem deve vencer esta competição. Top 10 é ainda aquela coisa de peneirar os bons, já que ainda tem muita coisa ruim no pacote, notadamente Scott McIntyre (que não dá uma dentro há semanas), Lil’ (pelos motivos já expostos), Anoop (que canta bem, mas não tem “star quality”) e Allison. Apesar desta última ter o vozeirão e tudo mais, muitas vezes o que ela canta é incompreensível, compensando suas limitações musicais gritando as canções de forma cansativa. Eu não aguentaria um CD inteiro com músicas dela, ao contrário de Megan Joy, por exemplo, que esteve longe de ser o “train wreck” que Randy afirmou. Michael Sarver foi embora depois daquele teatrinho dos juízes se iriam salvá-lo ou não, mas o que realmente me preocupou foi Matt Giraud – um dos melhores talentos do grupo – estar no Bottom 2 faltando ainda muitas semanas para as etapas finais. Não defendo que ele deva ser o vencedor, mas certamente ele não merecia estar ali naquela constrangedora posição. O Top 9 está formado e eu continuo perguntando pra vocês: quem deve ser o próximo American Idol?

Autor: Bruno Carvalho - Categoria(s): American Idol Tags: , , , , ,
23/03/2009 - 00:01

American Idol: A Caída Semana Country

Idol Alexis GraceHistoricamente estes episódios da Semana Country quase sempre trazem algumas das apresentações mais caídas de Idol e, de fato, nesta 8ª temporada poucos foram os que realmente sobressaíram. Aliás, apenas as apresentações de Matt Giraud, Danny Gokey e Adam Lambert – nesta ordem – valeram a pena (e este último apenas por demonstrar sua versatilidade). Os homens estão ganhando de lavada, já que começaram em número maior e pela segunda semana consecutiva uma mulher é eliminada da atração. As que restaram também não podem ser consideradas como grandes favoritas, porque somente Megan Joy é realmente “unique” e interessante pra atração. Lil’ Rounds revelou que é uma boa cantora, mas não é nem um pouco “artista”, ficando totalmente limitada ao tentar cantar fora de sua área de especialidade, o R&B. É claro que Simon e os demais juízes não deixaram barato e a entupiram de críticas. Allison ainda é muito jovem (às vezes nem consigo entender o que ela fala) e era certo que Alexis não iria longe. Mas eu queria destacar um aspecto desta temporada que vem desagradando muita gente: Kara DioGuardi. Apresentada com muita expectativa para trazer igualitária presença feminina e comentários mais embasados (já que ela é cantora e Paula, coreógrafa), Kara fica totalmente perdida ao falar – muitas vezes criticando de forma genérica e vaga – e quase toda vez que ela é a primeira da fila comete gafes e chega ao ponto de tornar Paula uma juíza sensata. Enfim, ela não serve pra nada, pois quando ela consegue construir uma frase que não contenha as palacras “riffs” e “chops”, limita-se a repetir o que os outros já estabeleceram. A dinâmica construída ao longo de 8 temporadas foi desnecessariamente quebrada. Existe explicação para ela estar ali, que é a preparação para a saída de Paula, que já revelou publicamente estar incomodada em permanecer na atração. Ah, e um participante que precisa sair e que provavelmente está aí também por outras razões é Scott McIntyre. A história dele é comovente e tal, por ser deficiente visual igual sua irmã, mas pra cantar não dá. Enfim, desculpe Ryan, mas desta vez não baixarei nada no iTunes. Semaninha fraca.

O próximo tema será com as músicas da antiga gravadora Motown, especializada em R&B, Soul, Jazz e que revelou grandes artistas como Diana Ross, The Temptations, Gladys Knight, Steve Wonder e os Jackson Five. Afinal, quem, na sua opinião, deve ser o American Idol deste ano? Meu voto continua em Adam Lambert. Será que ele leva?

Autor: Bruno Carvalho - Categoria(s): American Idol Tags: , , , , ,
16/03/2009 - 00:01

American Idol: Top 13, Michael Jackson e a ‘Regra Daughtry’

coment965Antes de virar um lunático e completamente insolvente por conta de inúmeras dívidas judiciais e extrajudiciais,  Michael Jackson foi a maior estrela pop que este planeta já viu. Cada disco, single ou videoclipe eram antecipadíssimos por uma incontável legião de fãs (que me incluía) e seu talento até hoje é algo único no mundo do entretenimento. Me lembro até hoje quando Gloria Maria anunciou em primeira mão no Fantástico, numa época em que a Internet nem sequer engatinhava, a estreia mundial do vídeo de Black or White e, logo depois, quando abri o plástico do vinil duplo Dangerous ao sair da loja. Por isso, foi com muito entusiasmo e nostalgia que assisti este top 13, mas é incompreensível que na noite do rei do pop grandes sucessos foram simplesmente ignorados por Danny Gokey, Megan Joy, Jorge Nuñez e, principalmente, Scott MacIntyre. Só pra citar alguns (senão ficaria aqui o dia todo), onde estava Don’t Stop ‘Til You Get Enough, Rock With You, Thriller, Bad, Leave Me Lone, In the Closet, Ben, Smooth Criminal, Jam ou I Wanna Be Startin’ Somethin’? Ao invés disso, os quatro que citei escolheram Pretty Young Thing (uma raridade/demo), Rockin’ Robin (uma obscura da longínqua época dos Jackson Five), Never Can Say Goodbye (blargh) e, por último, Keep the Faith, faixa do próprio Dangerous que ninguém nunca deve ter escutado mais de uma ou duas vezes.

coment964

Os “idols” já provaram que na escolha musical a grande maioria não faz um bom trabalho, como vimos acontecer com Anoop Desai, que acabou com Beat It, Alexis Grace que destruiu a Dirty Diana com sua cantoria over the top e o sempre linear Michael Sarver, que não saiu do lugar com You Are Not Alone. Felizmente, Adam Lambert salvou a noite mais uma vez e também não posso reclamar das performances de Matt Giraud com uma ótima versão de Human Nature e Kris Allen, que conhece o catálogo de Michael Jackson muito bem e trouxe a inesperada, mas excelente, Remember the Time. Agora, o momento “I rest my case” veio no episódio de eliminação, com a recém introduzida “Regra Daughtry”, algo que eu venho falando que o programa precisa desde quando Taylor Hicks e Jordin Sparks venceram a atração. Os juízes precisam ter certo controle e poder de mando sobre o que acontece naquele palco, pois eles sabem muito o que é comercial ou não (cadê o público que consagrou Hicks? Foi comprar o CD do Daughtry, ora). As eliminações foram justíssimas (embora eu preferiria que MacIntyre saísse ao invés de Jasmine), mas estes dois não iriam muito longe de qualquer forma. Agora só faltam 10 pularem fora até que Adam Lambert seja coroado o 8º American Idol. Alguém duvida?

Episódios exibidos em 10/03/2009 e 11/03/2009 na FOX americana e 14/03/2009 e 15/03/2009 no canal Sony.

Autor: Bruno Carvalho - Categoria(s): American Idol Tags: , , , ,
09/03/2009 - 00:01

American Idol e… Top 13?

Por ser o terceiro grupo a se apresentar, imaginaríamos que os seus integrantes aprenderiam com os erros das primeiras rodadas e com os conselhos dos juízes, principalmente com relação à escolha de música. Infelizmente, este não foi o caso, tornando esta rodada de apresentações dos semifinalistas a mais desastrosa de todas. Antes algum deles realmente soubesse cantar, porque ouvir Von Smith, Alex Vagner-Trugman, Arianna Afsar e Nathaniel Marshall foi absolutamente doloroso, ainda que por pouco mais de um minuto e meio. Até os que não foram tão mal assim, ficaram abaixo do nível das semanas anteriores e eu tenho certeza de que havia mais talento na rodada de repescagem do que neste grupo. Basta ver os que passaram: Jorge Nuñes com uma aborrecida apresentação de Don’t Let the Sun Go Down On Me (Elton John), Scott MacIntyre com a pouco conhecida Mandolin Rain de um grupo chamado Bruce Hornsby and the Range e, por fim, Lil Rounds, a única que sabe mesmo cantar de todos os 12, mas que limita-se ao copycat, como bem disse Simon, com a óbvia escolha de Be Without You, da Mary J. Blige. Eu questiono o que irá acontecer com esses artistas limitados em semanas temáticas como Anos 60 ou 70 e country music, por exemplo.

Na repescagem, felizmente tocada pelos juízes e não pelo público, foi excelente ver que Megan Joy Corkey passou, sendo uma das poucas candidatas verdadeiramente autênticas e contemporâneas da noite. Curiosa também a escolha de Anoop Desai com My Prerrogative de Britney Spears Bobby Brown, que fez com que toda a sistemática do programa fosse alterada, inaugurando o primeiro Top 13 de American Idol. Mas ele vale tudo isso? Não acredito que o garoto tenha qualidades vocais pra ir longe na competição, assim como Matt Giraud que, não esqueçamos, acabou com o Viva La Vida de Coldplay há algumas semanas. Eu fiquei triste que Jesse Langseth não entrou na lista, porque já que iriam dobrar tanto as regras assim, era melhor terem criado um Top 14 com eliminação dupla na próxima semana. Mas o pior da noite ficou por conta da “atriz” Tatiana Del Toro, que inexplicavelmente cantou a mesma música (Saving All My Love For You, da Witney Huoston) pela terceira vez no programa! Simon foi a voz da razão, como sempre, quando questionou o que ela iria fazer numa semana em que o tema não englobasse essa música. Top 13 formado, com uma escolha bagunçada, muita gente que não merecia estar ali e agora fica a esperança que o programa não cometa os erros do ano passado, com várias semanas temáticas nada contemporâneas (incluindo uma sessão dupla de Beatles).

E aí, quem será o próximo American Idol?

Autor: Bruno Carvalho - Categoria(s): American Idol Tags: , , , , ,
11/06/2007 - 00:02

Jordin Sparks? Sério?

A impressão que deu foi a de que a sexta temporada de American Idol acabou e não “aconteceu”. Jordin Sparks? Ela nunca foi original, nunca teve aquele fator “it”, como dizia Simon, e só chegou a final por uma falha estrutural no formato programa. Até agora não consigo entender como Melinda saiu. “É o público que vota”, sim, eu sei. Mas será que o mesmo público que deu a ela o título de Idol vai comprar seus CDs? Isso não aconteceu com Taylor Hicks, que “ganhou” no ano passado. Todo mundo preferiu os álbums de Katharine McPhee e Chris Daughtry (o quarto colocado). Aliás, a música dele já está nas rádios brasileiras, um feito até hoje conquistado apenas por Kelly Clarkson, vencedora da primeira temporada. A queda na audiência este ano foi evidente e não deve passar despercebida pelos produtores. Tentaram disfarçar com um excesso de convidados e programas especiais, mas o fato é que Idol está perdendo a credibilidade. Também ficou cansativo o tanto que os juízes ficaram reafirmando que o programa ainda é o melhor e mais assistido. Afinal, você compraria o CD de Jordin Sparks? Baixaria as músicas dela? Eu não.
Autor: Bruno Carvalho - Categoria(s): American Idol Tags: , , , , ,
07/06/2007 - 21:50

Idol no Sony: Jordin x Blake

O que mais me surpreendeu esta semana em Idol foi a reação de Simon à eliminação de Melinda Doolittle. Ele não sabia se demonstrava o seu descontentamento com o resultado de forma enérgica ou não, porque fazer isso à essa altura da competição seria admitir a verdade: o programa vem perdendo credibilidade a cada edição. Cada semifinalista apresentou três vezes cada, uma delas com músicas escolhidas pelos juízes. Não empolgaram. Jordin foi levemente melhor que Blake, mas onde ela sobra em talento, falta em originalidade. Suas apresentações são sempre copycat de alguma outra cantora. Já Blake sempre traz os melhores arranjos e versões, mas ele não tem a voz que um American Idol precisa ter. É uma pena mesmo que Melinda não vai ganhar.

O resultado foi tão chocante que eles até amenizaram a noite de resultados com uma brincadeira com os Simpsons. Por mais que eu goste de Blake, seria muito mais justo do ponto de vista técnico se Melinda continuasse, porque dos três semifinalistas, ela foi a que sempre manteve o alto nível de suas performances. Como todos os juízes falaram, eu não duvido que ela terá uma carreira de sucesso e ainda acho que suas vendas superarão às dos finalistas. Já disse isso aqui no blog e repito: o programa precisa de uma séria revisão enquanto ainda está em alta. Esta foi a edição mais complicada do programa: excesso de enrolação, Antonella, Sanjaya, performances fraquíssimas… A audiência que já chegou em níveis altíssimos apresentou uma leve queda este ano. Tomara que não deixem o programa cair ladeira abaixo. O Sony exibe a final (alguém aí ainda não sabe quem venceu?) neste domingo, dia 10, a partir das 17h.

Autor: Bruno Carvalho - Categoria(s): American Idol Tags: , , , ,
31/05/2007 - 21:51

Idol no Sony: Fim da Linha Para LaKisha

Esta semana tivemos uma noite de apresentações bastante morna. Mesmo com duas músicas cada, os semi-finalistas não conseguiram empolgar. O tema também não ajudou muito, Bee Gees. Não sei porque esta temporada ainda não teve a noite com músicas Top Semanal Billboard, como sempre teve. Pouca coisa contemporânea foi cantada até agora. Blake não foi bom, mas ainda continua o mais original e atual; Melinda foi razoável e Jordin já está ficando cansativa. A impressão que dá é que cada “idol” está esperando a final para mostrar a que veio, sem perceber que até lá poderá deixar a competição.

Infelizmente esta não foi a semana para LaKisha e ela foi eliminada após duas péssimas performances, principalmente com a truncada versão de “Stayin’ Alive”. Ela é uma boa cantora, mas não soube conduzir sua participação no programa. Passou mais da metade da temporada na sombra dos outros participantes e convencida por elogios da sua única memorável apresentação, que vimos na primeira semana ao vivo, ainda no “Idol Lounge” (com a música “You’re Gonna Love Me”). Não deu, ela foi sumindo aos poucos e a eliminação foi justa e inevitável. Seguem na competição: Blake, Melinda e Jordin. Idol já esteve melhor… O Sony exibe a grande final no dia 10 de Junho às 17h.

Autor: Bruno Carvalho - Categoria(s): American Idol Tags: , ,
25/05/2007 - 14:29

Balanço: American Idol 6

A 6ª temporada de American Idol que acabou ontem nos EUA comprovou que a fórmula da atração nunca esteve tão desgastada. Afinal, o programa vem perdendo credibilidade e cada vez mais se faz necessário um reestudo da fórmula. Ela é falha e nós descobrimos isso desde que Ruben Studdard venceu Clay Aiken e, mais recentemente, Taylor Hicks eliminou Katharine McPhee. Na minha opinião, apenas as edições em que Kelly Clarkson e Carrie Underwood venceram foram realmente justas e criaram verdadeiros ídolos musicais. Mas, os problemas não acontecem somente na fase final. Já tivemos que agüentar Sanjaya, um “cantor” que passou reiteradas vezes de fase sustentado por penteados ridículos e Antonella Barba, que ficou conhecida mais por suas fotos eróticas do que por seus dotes musicais.

Mesmo com o voto popular, estas pessoas não estariam ali senão pela triagem de Randy, Paula e Simon. Nesta temporada tivemos os cantores mais fracos já vistos (poucos como Melinda foram a exceção) e os juízes estavam demasiadamente desmotivados, repetitivos e pouco inspirados. Isso ficou muito notório, principalmente depois de tantos convidados especiais e briguinhas ensaiadas entre Simon e Ryan. Até Homer Simpson apareceu apresentando. Eu realmente não estava me importando quem venceria a competição, depois que certa pessoa foi eliminada em terceiro lugar. Por mais que outros conseguiram obter sucesso sem vencer a disputa, o grand prize ainda é ser condecorado como o Idol. Você já ouviu Fantasia, Ruben ou Taylor no rádio? Tem alguma coisa errada aí e espero que os produtores pensem muito nisso para a próxima temporada. Os únicos destaques este ano foram as audições do início (como sempre são) e o evento beneficente Idol Gives Back que o Sony exibiu na semana passada. Comentarei o resultado final na semana em que o Sony exibir no Brasil.

E os Ídolos Anteriores?:

- Kelly Clarkson foi a primeira vencedora, a que mais vendeu discos e única que obteve sucesso internacional. Em breve ela lançará seu terceiro álbum “My December” que já causou muitas problemas com a gravadora: ela bateu o pé e não fez nenhuma das mudanças de arranjo que impuseram e pode até perder seu contrato. Ruben Studdard venceu o favorito Clay Aiken, lançou 3 álbuns, participou de filmes, mas sumiu da mídia depois. Agora se dedica a cantar músicas gospel e vez ou outra retorna como colaborador em álbuns de R&B de outros artistas do ramo. Fantasia Barrino também fez algum sucesso de imediato, lançou dois discos, um filme autobiográfico (que passa sempre na HBO) e depois sumiu. Recentemente ela voltou como protagonista do musical off-broadway “The Color Purple” de Quincy Jones. Podemos dizer que Carrie Underwood foi a única vencedora depois de Kelly a fazer sucesso de verdade. Seu disco “Some Hearts” já vendeu mais de 6 milhões de cópias somente nos EUA e seu novo single “I’ll Stand By You” está no topo de várias paradas. Já Taylor Hicks não obteve números expressivos com as vendas de seu álbum de estréia, que também demorou demais pra sair. Por causa disso, muitos meios têm questionado a credibilidade do programa – por que quem o elegeu não o apoiou comprando seus CDs?

Quem se deu bem sem vencer?: Chris Daughtry foi o quarto colocado do Idol passado e seu disco está muito bem nas paradas. Clay Aiken, o vice do Idol 2, virou sensação musical em 2003 e Jennifer Hudson, eliminada na metade da 4ª edição, ganhou o Oscar de melhor atriz coadjuvante no musical Dreamgirls.

Autor: Bruno Carvalho - Categoria(s): American Idol Tags: , ,
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