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22/04/2010 - 14:01

Glee: Hell-O

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Glee (1×14: Hell-O): Glee está de volta: muita música, muito hype, alegria e descontração. Todos sabem das ressalvas que tenho com a série, embora eu consiga me divertir sem ter que levá-la à sério demais (como muitos por aí fazem). Mas o grande problema do retorno (e da série como um todo), ao meu ver, é a efemeridade das personagens e situações. Tudo é muito volátil em Glee: em um momento Rachel está completamente apaixonada por Finn, mas este não quer saber do relacionamento; daí segundos depois (sim, segundos) ela conhece outro rapaz, canta um dueto numa livraria e Finn instantaneamente já é “passado”. Ao todo isso ocorreu em menos de 10 minutos. Ah, e Finn agora já não tem mais dúvidas e quer ficar com Rachel “custe o que custar”. Fora que o “ápice dramático” no New Directions é alguém sair do grupo ou ser ameaçado de expulsão – o que ocorre sistematicamente desde o piloto. Contudo, não tenho somente críticas à série: o núcleo “Sue Sylvesver”, graças ao incomensurável talento de Jane Lynch, é capaz de produzir os melhores momentos da comédia musical e o romance do Sr. Schuester com Anna Emma retornou de forma bem interessante. Os números musicais em Hell-O foram, mais uma vez, um show à parte: teve a ótima versão de Gives You Hell protagonizada por Rachel e o destaque ficou com número final Hello Hello Goodbye. É preciso relevar muita coisa em Glee (especialmente o roteiro e algumas interpretações), já que no final das contas a série é capaz de trazer um leve e indolor entretenimento.
Cotação Bruno Carvalho:

Na FOX Brasileira a 1ª temporada de Glee, que terá 22 episódios, somente retorna no 2º semestre e em data ainda não definida pelo canal. Leia: FOX Brasil Confunde o Espectador e Fã de Glee.

Autor: Bruno Carvalho - Categoria(s): Glee Tags: , , , , , ,
22/04/2010 - 00:01

Fringe: Olivia. In the Lab. With the Revolver e White Tulip

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Alerta de Spoiler - Brasil
Fringe (2×17: Olivia. In the Lab. With the Revolver; 2×18: White Tulip): É claro que logo após o excelente Peter, Fringe daria uma respirada com um capítulo não tão imerso na mitologia da série. Ainda assim, Olivia. In the Lab. With the Revolver trouxe à tona mais uma vez os experimentos que Walter conduziu nos anos 80 com crianças, quando aplicou em várias a droga Cortexiphan. O passado atormenta o velho cientista que simplesmente não consegue ter uma semana de descanso. Mas a pièce de resistánce desta nova parte da temporada indiscutivelmente veio com White Tulip, um episódio que em pouco mais de 40 minutos conseguiu, por exemplo, ser mais complexo que toda a 5ª temporada de LOST que abordou o tema viagens no tempo. E se Fringe já havia sido muito bem sucedida criando os universos paralelos, a experiência temporal atingiu aqui um nível sem precedentes. Novamente uma produção de J.J. Abrams utiliza o amor como justificativa para que personagens façam coisas extraordinárias e o tal Dr. Peck (vivido pelo eterno Peter Weller de RoboCop) certamente inovou o conceito. Além disso, todo o experimento – mais esta manifestação do padrão – estava diretamente relacionado com o que vem acontecendo com Walter e seu dilema em trazer à tona a verdade sobre a origem desse Peter. White Tulip foi mais um episódio significativo nesta ascendente temporada de Fringe, série que a cada semana se estabelece como uma das melhores representantes do gênero ficção científica da última década.
Cotação Bruno Carvalho:

Autor: Bruno Carvalho - Categoria(s): Fringe Tags: , ,
15/04/2010 - 00:01

American Idol: Top 9 com Lennon/McCartney

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Inquestionavelmente a semana de apresentações com músicas do catálogo Lennon/McCartney já figura entre uma das melhores da temporada, pois as canções têm um grande apelo universal. Ficaram acima da média as performances de Crystal Bowersox (como sempre), Lee DeWyze e Casey James, que respectivamente trouxeram ótimas versões de Come Together, Hey Jude e Jealous Guy. O restante – e desta vez incluo Andy Garcia – não soube empolgar (especialmente Siobhan com a sonífera versão de Across the Universe). Já a noite de eliminações foi mais uma prova de que o formato já não funciona tanto mais. É inexplicável até Michael Lynche ter sido o mais votado para sair pelo público enquanto os fracos e limitados Aaron Kelly e Tim Urban continuam na competição. Ainda que não consigo ver Lynche chegando à final, é certo que ele merece mais tempo no programa. Agora, com relação ao salvamento dos juízes, esta “cláusula” em American Idol apenas cria mais um problema, pois esta semana dois finalistas precisaram ser eliminados. Assim, as chances de injustiças pelo público dobram e não há mais a possibilidade de trazer alguém de volta. Um tiro no pé, a não ser que corram com os dois moleques (Kelly e Urban) ou até mesmo com Katie Stevens que, convenhamos, também não deveria continuar por muito mais tempo. Na semana que vem nos EUA teremos o especial filantrópico Idol Gives Back em prol das vítimas do terremoto do Haiti – lembrando que no primeiro ano do especial ninguém foi eliminado. Será que repetirão o feito?

Autor: Bruno Carvalho - Categoria(s): American Idol Tags: , , , , , , , , , , , ,
07/04/2010 - 00:01

American Idol: Top 10 com R&B e Soul

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Um dos motivos que levou Simon Cowell a encerrar sua jornada no American Idol para se dedicar à produção do reality-show musical que criou na Inglaterra, o X-Factor, foi justamente sua frustração pela condução popular da competição – que culminou na antecipada eliminação de Didi Benami semana passada. Na noite de apresentações o jurado já havia demonstrado sua insatisfação ao prever e constatar que o fraco Tim Urban continuaria avançando. No X-Factor, os jurados têm o poder de decisão sobre quem será o eliminado, não se limitando apenas ao voto de salvamento, como acontece em Idol. Sobre as apresentações, as noites temáticas do programa não servem para testar a versatilidade dos finalistas em cantar estilos diferentes. Pelo contrário, o que se busca é a capacidade artística em adaptar os variados temas ao estilo próprio, algo que na semana R&B/Soul apenas Crystal Bowersox (claro), Lee Dewyze, Michael Lynche e Andrew Garcia souberam fazer. Este último, aliás, finalmente entregou uma performance digna de seu talento, criando um acústico com Forever de Chris Brown. Um dos poucos, inclusive, que foram contemporâneos. Até a sempre elogiada Siobhan deixou a desejar (mais uma vez) porque não soube inovar em nada com sua versão de Through the Fire. Simplesmente não dá pra entender o que, além de Urban, Aaron Kelly e Katie Stevens estão fazendo neste Top 9. Não que Didi Benami, uma boa cantora que constantemente faz escolhas erradas, iria chegar muito longe. Mas esses que citei mereciam ter ido embora antes dela e só não foram por conta do apelo popular. Tem razão Simon em querer sair de uma competição onde um sorriso maroto ganha do apuro técnico. Minhas esperanças para a Season 9 estão todas depositadas na vitória de Crystal Bowersox. Ela tem que ganhar de qualquer jeito. Do contrário, American Idol vai coroar (com a saída de Simon) o declínio do formato. Que venha o X-Factor US.

Autor: Bruno Carvalho - Categoria(s): American Idol Tags: , , , , , , , , , , , , ,
05/04/2010 - 00:01

A Semana em Série

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Alerta de Spoiler - Brasil
Fringe (FOX)Fringe (2×16: Peter): Emocionante, reveladora e memorável essa volta de Fringe, com um dos melhores episódios de toda a série. Peter já começou com a abertura especial “feita” em 1985, data do incrível flashback que contou a história do amor incondicional de Walter, um pai que fez absolutamente o impossível para salvar seu filho a qualquer custo. E mais do que um mero filler, o capítulo serviu para mergulhar o espectador mais ainda na densa mitologia da série, com mais detalhes sobre a outra dimensão, além daquele interessantíssimo momento envolvendo o modus operandi dos Observadores (que haviam acabado de assistir De Volta Para o Futuro estrelado por Eric Stoltz)! E fora estes geniais easter eggs, incluindo o celular V3 em plena década de 80, Peter denotou a meticulosidade desta produção com um roteiro impecável que, através de pontuais acontecimentos do passado, explicou boa parte do presente da série (vide o braço de Nina Sharp e o fato de Peter não se sentir tão ligado ao pai, por exemplo). Isso sem contar nos aspectos técnicos, desde o capricho do design gráfico dos caracteres até o admirável trabalho de maquiagem, especialmente com Walter, Walternate e Sharp. A temporada segue impecável
Cotação Bruno Carvalho:

b2424 (8×14: Day 8 5:00 AM – 6:00 AM): Demorou, mas 24 voltou a ser 24. A trama se estabilizou, centrando em Jack, e os vilões agora estão bem definidos, diferentemente de antes. Mais do mesmo? Sem dúvida alguma. Quantas vezes já tivemos um ato de traição interna na administração presidencial? Quantos agentes duplos já passaram pela CTU? Inúmeros. Mas era exatamente isso que estava faltando nesta morna última temporada da série. A 10 horas do fim do dia, as coisas começaram a engrenar com a ameaça radiológica finalmente concretizada. Poxa, eles ficaram 14 horas com as bombas pra lá e pra cá! Mas cadê aqueles momentos de tirar o fôlego como era comum nas temporadas iniciais? Pelo menos agora a temporada segue num caminho menos tortuoso.
Cotação Bruno Carvalho: Half Star

Damages (3×10: Tell Me I’m Not Racist): Aos poucos a situação de Tom Shayes vai ficando mais e mais complicada e, em Tell Me I’m Not Racist, Patty percebeu a agitação de seu sócio, que precisa urgentemente recuperar a grana que perdeu no investimento com Tobin. E com o Hewes, Shayes & Associates ameaçado de ser afastado do caso, Tom sabe que suas chances caem vertigiosamente. Contudo, este episódio novamente me deixou com a sensação de que mais coisas estão acontecendo em Damages do que deveriam, seja pelos sonhos de Patty, os problemas familiares de Ellen com a irmã e a misteriosa e suposta babá e até mesmo com caso de extorsão dos Winstone (e cadê Frobisher?). Ainda assim, recheada de atuações primorosas e com um texto sempre muito bem construído, a temporada jamais trouxe sinais de desgaste. A apenas dois episódios do final, é impossível prever o que está pra acontecer.
Cotação Bruno Carvalho:

Grey's Anatomy (ABC)Grey’s Anatomy (6×19: Sympathy for the Parents): Depois de discutir um tema pesado – o suicídio assistido – Grey’s Anatomy voltou a abordar em um dos casos médicos o “direito à morte”. Por que será que o assunto está tão recorrente? Em Sympathy for the Parents, uma paciente assinou uma declaração dizendo que não queria ser mantida viva por aparelhos e, com o marido contra, o Seattle Grace ficou na complicada posição de ser obrigado a seguir a vontade da declarante de acordo com a Lei. Ainda que indiretamente, o episódio também abordou a complicada relação entre pais e filhos através de Aaron Karev, irmão de Alex, que revelou um pouco mais sobre o passado do sempre ríspido cirurgião. Ter filhos? Não ter? Como criá-los? Parece que Shonda Rhimes está aos poucos preparando o terreno para que a baby fever invada o hospital na próxima temporada. Será que teremos um McBaby a caminho, além do netinho de Mark?
Cotação Bruno Carvalho:

bflashFlashForward (1×14: Better Angels): Apesar de continuar perdendo muito tempo com situações desinteressantes e inúteis, FlashForward finalmente conseguiu trazer um episódio aceitável. Mesmo não estando nem um pouco empolgado com o rumo que a temporada vai levar até seu cancelamento, Better Angels soube avançar na história conectando alguns elementos que estavam soltos, como o flashforward da filha de Mark, bem como deu um rosto ao tão falado D. Gibbons. É uma pena, porém, que algumas revelações nos são dadas da forma menos inventiva possível e sem o menor mistério. O experimento na Somália era exatamente o que poderíamos esperar e pronto. Agora, uma coisa eu não consegui entender: todos os africanos naquela sala foram mortos nus? Por que nenhum dos esqueletos tinha roupa? Como o local estava limpo daquela forma? Bem, quando a série não emplaca, fica difícil relevar detalhes como este, por menores que sejam. Eu, confesso, estou assistindo FlashForward por pura inércia.
Cotação Bruno Carvalho:

bbigloveBig Love (4×05 – 4×09): Quando estava assistindo ao 6º episódio da temporada de Big Love e descobri que só iria até o 9º, comecei a ficar preocupado pela quantidade de tramas e subtramas que estavam sendo apresentadas e o pouquíssimo tempo para desenvolvimento ou resolução. Vejamos: tínhamos os problemas no cassino indígena, a demissão de Don, a reaparição de Anna grávida, o casamento de Margene com o noivo de Anna pelo green card, a infertilidade de Nikki, os questionamentos da fé de Barb, o tráfico de animais silvestres por Louis e Frank, as ameaças de J.J., o suicidio do amante de Albie e, é claro, o desgastante processo de eleição de Bill como congressista estadual. Como o polígamo iria lidar com todas estas situações até o final? Eis meu engano: criador e colecionador nato de problemas, o mórmon dos subúrbios de Salt Lake City já não se preocupa mais como sair de enrascadas. Ele prefere agora criar um clima ainda mais insustentável, de forma que suas antigas preocupações desapareçam. E assim ele o fez, utilizando sua candidatura e eleição como palanque expor para ao mundo seu peculiar e controverso estilo de vida. A temporada, então, terminou com o maior cliffhanger de toda a série numa cena antes inimaginável. Por quatro anos eles esconderam a verdade do mundo e agora chegou a hora de encará-la de frente. Por essa definitivamente eu não esperava. Big Love é um drama obrigatório no calendário de um bom sériemaníaco e é uma pena que só veremos a continuação daquele momento em 2011.
Cotação Bruno Carvalho:

V (1×05: Welcome to the War): Os quatro primeiros episódio de V, exibidos no ano passado serviram para apresentar esta nova versão da série e após este longo hiato, era de se esperar que o quinto capítulo viesse com tudo, ainda mais com esse título “Bem-Vindo à Guerra”. Pois é, vã esperança. O drama alienígena decepcionou muito em seu retorno, basicamente porque a série reiteradamente falha em utilizar sua trama para realizar uma discussão social e política relevante (vide Battlestar Galactica e a V original). O texto é raso, com diálogos vazios e cenas que parecem ter saído de uma produção amadora. Ora, o que foi Anna naquela sauna com um homem nu criando seu “exército”? Ah, faça-me o favor! A limitação técnica (com um excesso de pós-produção de segunda linha) e criativa da série atingiu níveis preocupantes, sem contar no elenco sem sintonia que me deixa o tempo todo lamentando o desperdício de uma talentosa atriz como Elizabeth Mitchell a cada cena. Voltem com ela pra ilha! No desespero de restabelecer seu núcleo de ficção em busca do “novo LOST“, o canal ABC cometeu mais um atentado ao gênero (o outro é FlashForward, claro). V, desse jeito, não vai durar.
Cotação Bruno Carvalho:

Autor: Bruno Carvalho - Categoria(s): 24 Horas, Big Love, Damages, FlashForward, Fringe, Greys Anatomy, V Tags: , , , , , , , , , , , , , , , , , , ,
27/03/2010 - 02:01

24 Horas é Cancelada

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Acabou a saga de Jack Bauer na TV. 192 horas (e um telefilme) depois, a série 24 chegará ao seu fim, informou o produtor executivo Jon Cassar via Twitter. Os rumores de que o 8º dia seria o último correm há certo tempo, mas segundo o canal FOX, Kiefer Sutherland e os produtores, o consenso sobre o término somente foi atingido em negociações recentes. O bottom line é que os custos para a produção de uma temporada de 24 são altos e o retorno financeiro é menor a cada ano, ainda mais após a saída do criador Joel Surnow como principal showrunner. No entanto, é praticamente certo que Jack Bauer retorne para mais uma aventura, desta vez nos cinemas. Os planos de encerrar a história da série na grande tela vêm de longa data e pelo visto tanto Kiefer Sutherland como os executivos da Twentieth Century Fox são favoráveis ao projeto. Assim, ainda que o final da 8ª temporada (que será integralmente produzida e exibida, cabe ressaltar) não encerre de forma conclusiva a história do herói, o desfecho satisfatório provavelmente virá em um longa-metragem. 24 Horas – O Filme, então, deve vir em 2011. So long, Jack!

Autor: Bruno Carvalho - Categoria(s): 24 Horas Tags: , , ,
25/03/2010 - 00:01

American Idol: Top 12 com Rolling Stones

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Não sou grande entusiasta do catálogo de Rolling Stones, mas pelo pouco que conheço, senti que os finalistas não representaram bem a essência do rock de Mick, Keith e cia. Poxa, 12 pessoas pra cantar e a maior parte dos grandes clássicos da banda ficou de fora? Não entendi. Foi uma noite fraca de apresentações – uma das piores do Top 12 desde os primórdios da atração – e poucos foram os que realmente salvaram. Aliás, em mais uma semana os destaques novamente ficaram com Crystal Bowersox e Siobhan Magnus. Essa última, vale ressaltar, comparada até a Adam Lambert por conta de sua elogiada rendition de Paint in Black. Pessoalmente não curto o estilo da moça e sua mania de inserir um histérico grito no fim de cada música, mas tenho que reconhecer seu talento. E se antes eu colocava todas as minhas fichas em Andrew Garcia, agora estou bastante desapontado com suas escolhas e performances. Ele atingiu o pico muito cedo na competição com sua versão de Straigh Up e vem demonstrando dificuldades em manter o hype. Sobre a eliminação de Lacey, cantei essa pedra desde a primeira apresentação dela no Top 24. Inexpressiva, maçante e sem carisma, Lacey Brown não tem o star power pra avançar numa competição como esta, tanto é que até já havia sido eliminada na Hollywood Round do American Idol 2009. Tim Urban e Paige Miles foram os companheiros dela no Bottom 3 (bem merecido) e era óbvio que os juízes não iriam gastar o único salvamento da temporada com ela. Enfim, o que salvou mesmo esta semana foram as apresentações de David Cook e Ke$ha na noite de eliminações, além das divertidas briguinhas ensaiadas entre Simon e Ryan. Vamos ver se na semana que vem os Idols voltam mais inspirados.

Autor: Bruno Carvalho - Categoria(s): American Idol Tags: , , , , , , , , , , , ,
16/03/2010 - 00:01

American Idol: Top 12 Revelado!

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Não há mais espaço para amadorismo. A última semana de apresentações no palco menor trouxe a separação entre os frontrunners da temporada e os que provavelmente tentarão chances em outros programas do gênero ou virarão cantores de bar de hotel. E por mais que eu gostaria de ver as inexpressivas Lacey Brown, Paige Miles ou Katie Stevens partindo no lugar de Lilly Scott, não posso reclamar que o resultado foi injusto. O nível desta temporada está baixíssimo, grande parte por culpa dos juízes que não souberam escolher direito os finalistas. Lembram-se das eliminações dos quartos? Pois é, me pergunto se não eliminaram um quarto inteiro errado por engano, pois das 8 mulheres que se apresentaram apenas Crystal Bowersox e Siobhan Magnus têm potencial para ir longe na competição (Didi Benami correndo por fora). Mas duvido que Siobhan, inclusive, se destacaria tanto nas temporadas anteriores que eram repletas de verdadeiras divas da música.

E os homens? Pra mim a situação deles foi apenas levemente melhor. Esta semana Michael Lynche até fez a Kara chorar, mas a trajetória dele me lembra muito a de Ruben Studdard na 2ª temporada. Constantemente elogiado pelos juízes após suas apresentações, Ruben fracassou em vendas (e esse é o objetivo da atração): ele cantava bem, mas num estilo pouco comercial. Lynche segue na mesma linha. Por isso eu aposto mais em Andrew Garcia que, apesar da equivocada decisão de cantar Genie in a Bottle de Christina Aguilera com um arranjo confuso (tentando reprisar sem sucesso o impacto do acústico que fez com uma música de Paula Abdul), mostra que é um artista contemporâneo, versátil e com um estilo de cantar sempre agradável, sem ficar gritando seu talento. Gostei sim também das apresentações de Tim Urban (Hallellujah), Casey James (You Think of Me) e, especialmente, Lee Dewyze, que pra mim foi o melhor da noite cantando Fireflies do Owl City.  O Top 12 foi formado, mais ainda sem grandes surpresas.

Autor: Bruno Carvalho - Categoria(s): American Idol Tags: , , ,
11/03/2010 - 00:01

American Idol: Top 20

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A semana em American Idol começou com um drama offscreen bem do jeito que eles gostam: a finalista Crystal Bowersox precisou ser internada por complicações de diabetes e a turma dos homens se apresentou um dia antes. A mudança, contudo, não justificou mais uma rodada de performances abaixo do nível da atração para a maioria. As exceções vieram apenas com Big Mike, que certamente garantiu seu ticket no Top 12 cantando It’s a Man’s Man’s Man’s World e Andrew Garcia que foi tecnicamente correto com You Give Me Something, apesar desta não ter sido a melhor escolha de música. Na semana passada, inclusive, questionaram porque não mencionei Casey James, que havia copiado cantado Bryan Adams, e a resposta veio agora com a versão fraquíssima de I Don’t Wanna Be. Além de estar claro que ele não tem o star power necessário pra se destacar na competição, vale lembrar que Bo Bice cantou a mesma música num nível infinitamente superior naquele mesmo palco. Mas o pior, claro, veio com Todrick Hall e suas versões malucas de músicas, desta vez literalmente ofendendo o clássico de Tina Turner, What’s Love Got to Do With It e sua saída foi será mais do que merecida.

As mulheres, em sua maioria, também decepcionaram, com menções desonrosas, é claro, para as eliminadas Haeley Vaughn (que estraçalhou The Climb, de Miley Cyrus) e a péssima (péssima, péssima, péssima) Michelle Delamor que, além de ter ressucitado Creed em rede mundial (o que por si só já merecia a eliminação), conseguiu o impressionante feito de piorar a música. A temporada vai tomando forma com Crystal Bowersox à frente. Sua versão de Long as I Can See the Light foi a melhor performance da semana e ela ganhou de Simon, de quebra, uma justa comparação à evolução que a vencedora Kelly Clarkson teve na 1ª edição do programa. É sim hora de prestar atenção nela, ainda mais por conta de seu profissionalismo e autenticidade. Sim, Siobhan Magnus também surpreendeu, mas eu ainda não consigo imaginá-la indo longe. Ela é muito estranha, como apontaram os juízes. As outras frontrunners femininas são Lilly Scott e Katelyn Epperly, mas suas escolhas não me agradaram. Gosto também de Didi Benami, mas suas escolhas também a atrapalham. Os participantes precisam sair da zona de conforto para nos surpreender e isto está demorando acontecer. Ou será que somente quando começar o Top 12 esta temporada vai engrenar de vez?

P.S.: Sony, mais uma vez, 5 horas direto no sábado? Really? Já passou da hora de colocarem American Idol em um horário alternativo.

Autor: Bruno Carvalho - Categoria(s): American Idol Tags: , , , , , , , ,
18/02/2010 - 02:01

American Idol: Hollywood “Hell” Week

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As audtions terminaram. Embora Simon estivesse claramente mais animado nas rodadas de Dallas e Denver (será que já é por causa do The X-Factor?), já era hora desse longo processo seletivo avançar. E de fato, a verdadeira competição em American Idol começa com a intensa e desgastante Hollywood Week (apelidada de “Hell Week”), quando os candidatos realmente precisam mostrar serviço e absolutamente ninguém está seguro. Mas das duas últimas temporadas pra cá é possível notar uma tendência para se destacar no reality: se mas pro início o que contava pontos era uma boa interpretação (Kelly Clarkson, Ruben) ou uma “voz unique” (Fantasia), hoje os juízes e o público exigentes valorizam mais o talento da criação dos competidores. O copycat sai de cena e o que vale mesmo é a capacidade de criar arranjos novos e diferentes de músicas conhecidas. Basta ver que nos últimos anos quem mais se destacou foram Kris Allen, Adam Lambert e David Cook – todos artistas mais completos e não apenas meros reprodutores de canções.

comment1269

Assim, realmente me surpreendi com os talentos criativos como o de Andrew Garcia (que fez uma brilhante rendition de uma música de Paula Abdul, Straight Up), Michael “Big Mike” Lynche (com Waiting on the World to Change, de John Mayer) e  Janell Wheeler (que cantou muito bem American Boy de Estelle e Kanye West com o violão). Legal vê-los continuando e muita gente ruim indo embora sem dó. Por outro lado, a edição tendenciosa de American Idol (que sempre foi assim, reconheço), está irritando. Às vezes eles gastam mais tempo prometendo mostrar algo que será “chocante” dito por juízes (e que no final não é nada de mais) do que exibindo mesmo as performances. Gostei de Ellen DeGeneres como substituta definitiva de Paula Abdul. Seus comentários foram divertidos e sempre pertinentes e não sei o motivo de tanta crítica à moça só porque ela não chegou “causando”. Não é essa a proposta do programa. Sobre a sempre tensa Group Round, apenas achei que poucos foram eliminados pra tanto drama (de 96 caiu pra 71), mesmo que teremos mais uma rodada com as apresentações individuais.

Na última terça American Idol deu uma repaginada na forma de apresentar o drama da eliminação dos quartos, mesclando com um retrospecto dos melhores momentos de cada participante e o corte final (e ficou bem menos maçante). O Top 24 foi formado ontem à noite (achei justo) e agora o comando da atração está com o público, para o pavor de Simon Cowell. Chegou a hora de acompanhar Idol mais de perto e preparar os créditos para baixar as versões bacanas que saem no iTunes!

Autor: Bruno Carvalho - Categoria(s): American Idol Tags: , , , , , , , ,
16/02/2010 - 17:01

Prévia dos Novos Episódios de Glee!

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Conforme expliquei, a 1ª temporada de Glee ainda não acabou, apesar da FOX brasileira insistir que sim em suas chamadas equivocadas. Como a série tem diversos números musicais elaborados, a produção de cada episódio é naturalmente mais demorada que das demais e por esta razão foi necessário dividir a temporada em duas partes. Nos EUA os 9 capítulos restantes deste ano serão exibidos a partir de 13 de Abril, enquanto a FOX daqui jogou o retorno para o 2º semestre. Confira então um matéria do Entertainment Tonight sobre o que veremos na 2ª parte de Glee:

Com Revista TV Séries e Entertainment Tonight.

Autor: Bruno Carvalho - Categoria(s): Glee Tags: , , , , ,
09/02/2010 - 00:01

Fringe: Jacksonville

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Alerta de Spoiler - Brasil
(Fringe “2×15: Jacksonville”) Magnífico, surpreendente e aterrorizante: certamente me faltarão adjetivos para descrever este episódio de Fringe, uma série que vem cuidadosamente construindo uma excelente história que acaba de atingir seu ápice. Pra começar, tivemos uma das cenas de abertura mais impactantes de toda a história do drama, com o choque de dois universos paralelos causando um cenário de terror e repulsa, com os corpos literalmente fundidos uns nos outros. E foi através da investigação desta enorme manifestação do Padrão que nós mergulhamos como nunca antes na mitologia da série, com direito a uma profunda olhada no passado de Olivia Dunham e nas experiências que Walter Bishop conduziu na moça. O dom que a agente do FBI desenvolvera quando jovem através do auxílio das drogas aplicadas por Bishop tornou-se obrigatório – ela precisava enxergar os objetos vindos “do além” o mais rápido possível, já que para contrabalancear a massa do prédio que invadira nosso mundo, outro inevitavelmente seria “levado”.

comment1266

Tudo isso pode soar bizarro e ilógico para um Observador de fora, alguém que não acompanha Fringe, mas um dos méritos da série é o de justamente fazer sentido neste fantástico universo (ou universos) criado. E digo mais: a ciência marginal de Fringe às vezes nem é tão absurda assim, já que muitas vezes ela não está tão longe assim de nossa realidade. E mesmo com um ritmo invejável, desde o retorno de Olivia à “cadeira” até a espetacular cena final com o desaparecimento do prédio sob os olhos de dezenas de pessoas (facilmente enganadas, segundo Broyles), foram mesmo os últimos segundos de Jacksonville que causaram arrepios. Agora novamente com o controle do dom de enxergar o que não pertence a este universo, Olivia descobriu o triste segredo que motivou Walter a realizar tantas atrocidades em sua vida – seu amor incondicional ao filho e o ato desesperado de trazer sua “versão” paralela para este mundo após precoce sua morte. Não há dúvidas que atingimos um ponto sem volta nesta emocionante história. Fringe lamentavelmente fará uma pausa agora, retornando em Abril na TV americana. Fará muita falta.
Cotação Bruno Carvalho:

Autor: Bruno Carvalho - Categoria(s): Fringe Tags: , , , , , , , ,
01/02/2010 - 00:01

24 Horas: 8:00 PM – 9:00 PM

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Alerta de Spoiler - Brasil
24 (8×05: Day 8 8:00 PM – 9:00 PM): Ora ora, nada mal para um episódio em que Jack Bauer ficou praticamente o tempo inteiro dentro do carro, não? Na 5ª hora deste novo dia, a trama de 24 começa a ficar mais complicada à medida em que os minutos passam, já que a tentativa de ataque ao presidente Hassam foi mesmo apenas o início de um novo golpe arquitetado por traidores anti-reformistas em conluio com os russos. Bom também que o desenvolvimento dos acontecimentos das últimas horas tiveram um impacto mais coerente de Hassam, adotando uma postura mais passional e violenta – algo que havia me incomodado muito nos anteriores. E por falar em “coerência”, confesso que está sendo difícil ver “Kara Thrace”, a eterna Starbuck de Batthestar Galactica, agindo de forma submissa àquele ex-namorado bandido dela.

comment1258

Até quando essa Dana vai tolerar estes abusos, ainda mais considerando que ele pode abrir a boca sobre seu passado dark? Tem uma boa história sendo construída aí. Mas vamos combinar que quem não só segurou o episódio, como também se destacou, foi Renee Walker dando continuidade à sua incursão disfarçada pela máfia russa, gerando mais uma vez os momentos mais “WTF” deste início de temporada. Poxa, até mesmo Jack já precisou passar por uma cota gritante de situações extremas pra ficar 1/3 do que a mulher está pirada e com tendências suicidas que dão medo. MVP total para a atriz Annie Wersching, que se revela como a melhor adição ao elenco da série nos últimos anos. Teve ainda muito jogo político na ONU, Chloe com suas suspeitas na CTU e o russo Josef desobedecendo as ordens do pai e levando o irmão doente para o médico. Esta hora foi um filler, sim, mas dos bons e promissores! Tomara que a temporada se sustente assim!
Cotação Bruno Carvalho:

Ainda esta semana no blog, comentários de Damages, LOST, Big Love, Caprica, Friday Night Lights, Fringe, House, Life UneXpected e muito mais! Fique LiGado!

Autor: Bruno Carvalho - Categoria(s): 24 Horas Tags: , , , , ,
20/01/2010 - 00:01

Fringe: A Fronteira do Possível

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Alerta de Spoiler - Brasil
comment1250Fringe (2×12: Johari Window): Antes de falar do episódio da semana passada, cabe ressaltar aqui que o canal FOX americano tomou uma decisão infeliz, de exibir um episódio de Fringe produzido na 1ª temporada, chamado Unearthed, como um tapa-buracos da programação. Essa bagunça acabou confundindo os fãs da série ao mostrar o agente Charlie ainda vivo (além de outras inconsistências) atrapalhando, ainda, todos os guias de episódios da 2ª temporada. E apesar de interessante, contando a sinistra história de uma garota que era “possuída” pela energia radioativa de um soldado morto, o capítulo não avançou em nada na história, tanto que foi descartado da cronologia da série. O drama voltou mesmo foi com o incrível Johari Window, episódio amedontrador e muito bem construído que teve em seu cerne a aparição de humanos deformados na pacata cidade de Edina. O mistério bem ao estilo Arquivo X colocou mais uma vez Walter Bishop como um dos responsáveis diretos por esta nova manifestação do padrão, já que mais uma vez descobrimos seu envolvimento com um experimento bizarro que almejava buscar a invisibilidade, enganando os olhos humanos com ondas eletromagnéticas. E apesar de sempre absurda, a ciência das descobertas do doutor continua sendo fascinante. Foi com surpresa que a história da “metamorfose” dos habitantes de Edina chegou a um inusitado desfecho, já que não havia transformação coisa alguma, mas sim o uso da mesma tecnologia eletromagnética empregada na tentativa de conseguir a camuflagem perfeita para esconder os afetados pela enorme carga de radiação que aquele povo fora exposto em prol da ciência militar. Assim, ainda que de forma indireta, o estudo de Walter acabou ajudando aquelas pessoas a se tornarem invisíveis perante os olhos da sociedade cruel e impiedosa.
Cotação Bruno Carvalho: Half Star

Autor: Bruno Carvalho - Categoria(s): Fringe Tags: , , , , , , ,
19/01/2010 - 00:01

American Idol: Fase Inicial

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comment1249Simon Cowell fez é muito bem em deixar American Idol enquanto o reality ainda está em alta, assim como Paula Abdul. Mas mesmo com uma audiência monstruosa de 30 milhões de espectadores na estreia, não é de hoje que o formato está desgastado e menos empolgante. Tanto é que nos últimos anos registrei exatamente isso nas resenhas das temporadas que cada vez parecem estar mais longas. De fato, estes episódios em Boston e Atlanta não conseguiram ir além do esperado para a fase inicial, trazendo os testes que misturam performances boas com as horríveis apenas para um leve entretenimento – especialmente daqueles que acham, ou melhor, têm a certeza de que cantam bem e na verdade não cantam nada. Senti certo cansaço também da edição, que estava menos ágil e apurada como de costume e a falta de disposição de Simon Cowell é evidente. Outro fator que não contribuiu muito para esta nova temporada, pelo menos até agora, foram as dispensáveis participações de Victoria Beckham e Mary J. Blige como juradas substitutas de Paula Abdul até a chegada de Ellen (que só entrana Semana Hollywood). Pouco carismáticas, frias e dando a constante impressão de estarem ali forçadas, as cantoras não souberam fazer a diferença como a embriagada coreógrafa fazia. Ainda assim, Idol consegue divertir em diversos momentos, mas gastar quatro horas inteiras para mostrar as audições em apenas duas cidades hoje já é muito por todos os fatores que mencionei. Pra piorar, uma suposta lista com 20 nomes do Top 24 da atração, que somente é revelado depois da fase Hollywood, torna tudo ainda mais sem sentido e procastinatório, se confirmado. American Idol precisa justamente do que o Simon adora: “a breath of fresh air“, ou seja, algo novo e refrescante. Porém, sinto que isso somente vai vir com The X-Factor em 2011 nesta altura do campeonato. E enquanto o novo reality não chega, o melhor a fazer é dar umas risadas com o sujeito do “pants on the ground“:

Autor: Bruno Carvalho - Categoria(s): American Idol Tags: , , , , , , , , ,
12/01/2010 - 00:01

O Último American Idol com Simon Cowell

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comment1241É hoje que a overdose episódica do American Idol retorna à TV nos EUA e este será o primeiro sem Paula Abdul e o último com Simon Cowell. É isso mesmo. Ontem o jurado mais famoso do mundo anunciou que a 9ª temporada do reality será sua última, pois ele estará comprometido a trazer da Inglaterra outro show de competição pela fama: o X-Factor, em 2011. Há anos vemos notícias da iminente saída dele da atração, ainda mais quando ele começou a deixar claro publicamente seus problemas com o formato, que dão ao público total poder de decisão  sobre o vencedor. No X-Factor, programa que ele mesmo criou, a influência dos juízes é maior – daí o motivo dele estar tão envolvido com esta nova versão americana, que deve ser sediada em Las Vegas. Todo ano ao final de uma cobertura eu prometo a mim mesmo que será a última, mas logo que o ciclo reinicia eu volto atrás. Desta vez não vai ter jeito. Simon Cowell é a alma do programa e sem ele a atração vira uma disputa de calouros como qualquer outra que existe aos rodos pelo mundo afora. Os outros jurados, infelizmente, não conseguirão segurar o rojão sozinhos com a mesma categoria, mesmo com Idol garantido por, no mínimo, mais três temporadas (e a FOX já confirmou que elas serão exibidas mesmo sem ele). Pelo menos este ano temos a presença da talentosa e divertida Ellen DeGeneres no lugar de Paula Abdul, que deve entrar na fase conhecida como Hollywood Week. No início grandes nomes da música e do entretenimento revezarão na cadeira que Abdul deixou vaga (detalhes no vídeo abaixo). Como eu já falei aqui, esta primeira fase é empolgante e a edição é impecável. Para vocês terem uma ideia, o trabalho pra colocar uma temporada de Idol no ar a partir de Janeiro de um ano começa em Julho/Agosto do ano anterior! O programa percorre várias cidades em todo país e os produtores e juízes ouvem os milhares de selecionados para os testes. Como sempre, meus comentários sobre este início de temporada serão esporádicos e com base nos principais acontecimentos e lá para a Semana Hollywood, quando as coisas esquentarem, farei comentários mais frequentes. No Brasil, o Sony começa a transmissão a partir deste sábado 16/01, às 21h.

De qualquer forma, já deixo avisado que esta será a última cobertura de American Idol no blog. Ah, e antes de começarmos, queria fazer um balanço das 8 temporadas anteriores e saber de vocês: quem foi o melhor vencedor até hoje? (Kelly, Ruben, Fantasia, Carrie, Taylor, Jordin, Cook ou Kris?) e vocês continuarão assistindo American Idol sem Simon Cowell?

Autor: Bruno Carvalho - Categoria(s): American Idol Tags: , , , , ,
04/01/2010 - 00:01

Minta Pra Mim, Mentalista

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Neste feriadão andei assistindo às novas temporadas de dois dramas investigativos semelhantes: Lie to Me e The Mentalist. Digo semelhantes, pois ambos têm como protagonistas figuras interessantes, inteligentes e que adotam curiosos métodos empíricos para desvendar crimes: o estudo de expressões faciais e o mentalismo, respectivamente. Porém, o que sobra na ótima construção das personagens principais, falta para a criação de séries instigantes e indispensáveis. Em Lie to Me é comum vermos casos desinteressantes e sem emoção, o que torna o processo de solução do mistério da semana cansativo e mecânico. Existem algumas exceções aqui e ali, principalmente quando Cal Lightman está pessoalmente envolvido, mas via de regra a série peca em estabelecer uma conexão mais profunda com o espectador. O método em si é legal, mas apenas a parte “técnica” não é suficiente para segurar uma produção assim. Os problemas que me incomodam em The Mentalist também não têm a ver com o sempre divertido Patrick Jane, e sim com a falta de sintonia do restante do elenco coadjuvante, em especial da fraca Robin Tunney como a líder do grupo Theresa Lisbon.

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Os casos, inclusive, muitas vezes soam genéricos (CBI, really?) e repetidos, ainda mais que a investigação sobre o assassino da família de Jane, o Red John, tende sempre a ficar em segundo plano. Nesta leva de 10 episódios do segundo ano apenas um retomou a história. Outra característica comum nas duas produções é a ausência de uma figura feminina forte ou de um interesse romântico para os “especialistas”, o que torna tudo ainda menos estimulante. Acredito que isso, de certa forma, seja herança da ótima House. Bruno Heller e Samuel Baun quiseram criar figuras fortes e pluridimensionais como Greg, mas acabaram se esquecendo do restante, que é fundamental. Concordo que Lie to Me e The Mentalist muitas vezes funcionam como um bom e ligeiro passatempo de 40 minutos, mas ao longo de uma temporada inteira (ou meia temporada, que seja) as séries esmaecem perante outros dramas investigativos atuais como The Closer e Law & Order: SVU, por exemplo. Aliás, se for para indicar duas séries policiais com ótimos casos, protagonistas interessantes, métodos distintos e intrigantes, fico com as histórias de Brenda Leigh Johnson e Olivia Benson, que dão de dez a zero em todos os aspectos.

Autor: Bruno Carvalho - Categoria(s): Lie to Me, The Mentalist Tags: , , ,
26/11/2009 - 20:31

1.440 Minutos

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Sem delongas, eis o novo e eletrizante trailer da 8ª temporada de 24, ao som de Jay-Z e Rihanna, e em alta definição:

Esta deve ser a última temporada da série, que estreia nos EUA em 17 de Janeiro de 2010. No Brasil a FOX ainda não soltou a previsão de início, mas sabemos que eles sempre atrasam em virtude da dublagem. Além do elenco regular, o novo dia terá a participação de Freddie Prize Jr. e Katee Sackhoff, a Starbuck de Battlestar GalacticaJack Bauer is gonna run this town! Mais novidades no nosso Twitter! Siga lá!

Autor: Bruno Carvalho - Categoria(s): 24 Horas Tags: , ,
24/11/2009 - 00:01

Fringe: Agosto

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Alerta de Spoiler - Brasil
comment1184“Existem cópias de tudo”, relembrou o início de mais um fabuloso episódio de Fringe. Tal afirmação também se aplica ao nosso amigo misterioso Observador, pois logo de cara nos deparamos com um que, bem, não se limitou apenas a observar. Após sequestrar uma garota aparentemente normal, fomos descobrindo aos poucos mais sobre estes “seres” que, pelo visto, estiveram sempre próximos e presentes nos acontecimentos mais marcantes da Humanidade. Desde sempre. Eis então que a abdução da tal garota que deveria ser vítima de um grande acidente aéreo começou a levantar questionamentos não apenas em Peter e Olivia, mas também nos outros Observadores. Por que raios o estranho sujeito desobedeceu ordens expressas de sua “espécie” para impedir a morte de uma simples escultora? Seria ela uma peça importante na iminente guerra entre as realidades? Salvá-la era algo extremamente necessário e que impediria uma enorme tragédia ou coisa do tipo? Certamente todos nós cogitamos algo parecido ao longo do episódio, mas foi aí que Fringe mais uma vez nos pegou de surpresa. O Observador sentia algo por ela. “Talvez até amor”, exclamou. Ora, isso é motivo justo para quebrar um código de conduta que transcende o tempo e as várias dimensões? Claro que sim! Por óbvio esse não foi o episódio que esperávamos, mas através desta singela história nós conhecemos detalhes imprescindíveis sobre este grupo que está aí por alguma razão. Semana após semana o drama continua provando o quanto sua mitologia é rica, densa e muito bem construída. E olha que de quebra tivemos um show de interpretação de John Noble como o sempre fantástico e enigmático Walter Bishop e seu comovente passado que manifesta o incondicional amor que ele sente pro seu filho Peter. Mais um excelente episódio!

Cotação Bruno Carvalho:
Episódio “2×08: August” exibido em 19/11/2009 na FOX americana.

Autor: Bruno Carvalho - Categoria(s): Fringe Tags: , ,
18/11/2009 - 00:01

Fringe: Ação Humana

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Alerta de Spoiler - Brasil
comment1182Fraco, inócuo e incoerente. Estes seriam os adjetivos justos para descrever o sétimo episódio de Fringe. Seriam se não fosse pela revelação (ou revolução, eu diria) trazida pelos seus instantes finais com Nina Sharp “teclando”, que mudaram toda a visão que tínhamos não apenas do capítulo, como também de toda a série até agora. Abordando um caso envolvendo controle mental, a divisão de ciência marginal do FBI se deparou com um inimigo desconhecido, que revelou ser o filho de um cientista da Massive Dynamic que usou o experimento de seu pai para sair numa rota de morte e destruição em busca de sua mãe biológica. O que não fazia sentido algum, contudo, era a forma com que Tyler “acidentalmente” havia se tornado um poderoso controlador de mentes – numa rara combinação entre um distúrbio cognitivo e acesso ocasional a um super medicamento – e ainda um inescrupuloso assassino. Eu estava achando que Fringe havia passado dos limites, pois o episódio não traria nada de concreto à série se tudo fosse um acidente e não uma manifestação do Padrão. Olivia, quem diria, estava certa, já que todas as pistas acabam apontando de volta para a poderosa organização. E eis que, pela primeira vez, a série explicitamente colocou a corporação de William Bell por trás deste e de vários outros casos como a principal fomentadora dos bizarros experimentos que assolam o mundo. Tyler, então, foi apenas um dos “clones” gerados através de barriga-de-aluguel, biologicamente preparado para atingir o objetivo almejado. O problema é que as coisas saíram do controle justamente porque este “surtou” e, mental e quimicamente desiquilibrado, resolveu investigar seu passado a qualquer custo. Com Of Human Action o drama atinge mais um de seus ápices e prepara o terreno para intrigantes possibilidades que observaremos com muita atenção no próximo episódio.

Cotação Bruno Carvalho: starhalf
Episódio “2×07: Of Human Action” exibido em 12/11/2009 na FOX americana.

Autor: Bruno Carvalho - Categoria(s): Fringe Tags: , ,
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