Fox | LiGado em Série, com Bruno Carvalho
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30/07/2010 - 13:46

Ellen DeGeneres Deixa o American Idol; Kara DioGuardi Despedida

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Todos sabiam que Simon Cowell não voltaria para a próxima temporada de American Idol. A surpresa, porém, ficou por conta de Ellen DeGeneres, que divulgou ontem que também não estará presente no ano que vem. “Dois meses atrás, eu falei para a Fox e para os produtores que eu não sentia que esse era o lugar certo para mim”, disse Ellen para o E! Online. A apresentadora, que havia fechado um multicontrato em 2009, ainda afirma que não deixaria o Idol até a produção decidir o que fazer. “Foi uma decisão difícil, mas meu horário de trabalho se tornou algo maior do que eu esperava. Eu também percebi nessa temporada que, embora eu ame descobrir e apoiar novos talentos, era difícil para mim julgar as pessoas e, às vezes, ferir seus sentimentos. Eu adorei a experiência e sou muito grata pelo ano que tive. Sou uma grande fã do programa e continuarei sendo”. A baixa na atração vem para coroar o desgaste do programa após a perda de Paula Abdul e Simon. Do elenco original, apenas Ryan Seacrest e Randy Jackson permanecem, já que Kara DioGuardi foi despedida. Os produtores terão agora a difícil missão de encontrar dois nomes fortes para substituir os jurados desistentes e, o que é mais complicado, tentar manter American Idol vivo por mais uma temporada. Embora renovada, a baixa audiência (comparada aos primeiros anos) já é um problema para a FOX. Será que dura assim?

Autor: Bruno Carvalho - Categoria(s): American Idol, Notícias Tags: , , , ,
12/07/2010 - 00:01

Novidades no Elenco de Fringe

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O final na segunda temporada de Fringe deixou os fãs ansiosos pelo futuro da trama e suas possibilidades, com a introdução definitiva do outro universo. Gerando muitas especulações, o site Entertainment Weekly divulgou que a atriz Amy Madigan foi contratada para viver a mãe da Olivia (Anna Torv) do mundo alternativo, evidenciando que a narrativa vai continuar abordando acontecimentos nos dois lados. A personagem de Madigan é descrita como uma mãe devotada e que possui ligações surpreendentes com a família Bishop e seu arco deve durar quatro episódios. A atriz foi indicada ao Oscar pelo filme “Duas Vezes na Vida”, de 1985 e recentemente participou de Grey’s Anatomy como a Dra. Katharine Wyatt, a psicóloga de Grey. Mas não é apenas com sua mãe que Olivia irá se relacionar na próxima temporada. Lance Reddick (Broyles) afirmou em uma entrevista que a protagonista desenvolverá uma relação interessante com o Alter-Broyles. Outra adição no elenco é Andre Royo, o Bubbles de The Wire, interpretando um taxista logo na premiére que viverá situações tensas ao lado da Alter-Olivia enquanto esta sofre um pesado choque de cultura em nosso universo. A 3ª temporada de Fringe está em produção nos EUA com previsão de estreia por lá no mês de Setembro.

Autor: Bruno Carvalho - Categoria(s): Fringe, Notícias Tags: , , , , , , ,
30/06/2010 - 00:01

Os ‘Reis da Fuga’ Ganham Novo Lar

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Imagine se Michael Scofield abrisse uma firma de consultoria para ajudar a capturar foragidos da justiça? Com o final de Prison Break, os produtores executivos e roteiristas da série de perseguição Matt Olmstead e Nick Santora desenvolveram um novo projeto para a FOX: o drama Breakout Kings. A história gira em torno de um grupo de ex-prisioneiros que passa a trabalhar em conjunto com agentes federais na apreensão de criminosos foragidos. O trato é esse: 1 mês a menos de pena para cada captura bem sucedida, mas condenação dobrada se os “consultores” apenas tentarem escapar antes do fim do acordo. A FOX, contudo, descartou encomendar a série a partir do elogiado piloto, pois comprometeu seu orçamento com a renovação de Lie to Me e Human Target, conforme lembrou a jornalista Fernanda Furquim do Nova Temporada. Felizmente o canal a cabo americano A&E se interessou pelo projeto e já foi autorizada a produção de 13 episódios iniciais a partir de Setembro em estúdios canadenses (uma tendência atual que visa a diminuição de custos) para estreia logo no início de 2011. No elenco temos o ator Domenick Lombardozzi, da série The Wire e Laz Alonso, do filme Avatar. Promete.

Autor: Bruno Carvalho - Categoria(s): Breakout Kings, Notícias Tags: , , ,
14/06/2010 - 00:01

Glee [Season Finale]

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Glee (1×21: Funk; 1×22: Journey): Glee iniciou sua 1ª temporada de forma até promissora, mas seu desempenho foi bastante prejudicado pelo excesso de divulgação, cultuação, dublagens e pela falta de uma estrutura narrativa coerente. O penúltimo episódio, Funk, foi um bom exemplo disso. O capítulo transcorreu limitando-se a repetir a expressão “funk” a cada diálogo, denotando a falta de um roteiro sólido sustendando-o. Afinal, no 45º minuto do 2º tempo a série resolveu abordar a competição entre os corais escolares, que há muito tempo estava de lado. Mesmo assim, não tivemos nenhuma preparação ou um arco narrativo decente para adentrarmos ao capítulo final com a disputa pelos Regionals. E mais uma vez Glee optou pela desconstrução de personagens na tentativa de fazer graça criando aqueles ilógicos momentos entre Will e Sue, enfraquecendo um dos poucos aspectos da série que funciona, que é a rivalidade entre os dois. Já Journey focou grande parte da atenção em Quinn e no nascimento de seu bebê, sendo que a própria série havia relegado a história da jovem mãe a segundo plano desde o retorno no mid season. Isso sem contar na situação de Rachel e sua mãe que, além de mal apresentada, sequer foi satisfatoriamente concluída. No final, a comédia musical resolveu apelar para a emoção barata para encerrar o ano escondendo suas diversas falhas. Cansei de ler comentários sobre como foi um final “tocante, emocionante” etc. – e pode até ter sido -, mas no geral esta foi uma temporada de estreia fraca, sustentada apenas pelo hype, ainda que seus defensores digam que é “pura diversão” ou que não é pra “ser levada à sério”. Glee agora não é mais novidade, por isso quero muito ver como farão para sobreviver mais duas temporadas inteiras subestimando a inteligência do público desta forma.
Cotação Bruno Carvalho:

Autor: Bruno Carvalho - Categoria(s): Glee Tags: , ,
02/06/2010 - 00:01

Fringe: Over There

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Alerta de Spoiler - Brasil
Fringe (2×22; 2×23: Over There, Parts 1 and 2): Nesta 2ª temporada Fringe fez muito mais do que expandir a nossa percepção do fantástico mundo da ciência marginal. Ao contrário das séries meramente procedimentais, o drama criado por J.J. Abrams, Alex Kurtzman e Roberto Orci veio para contar a envolvente história de um pai que inicou uma guerra entre universos alternativos para salvar seu filho. Nas duas partes do intenso Over There nós visitamos o outro lado, que descobrimos ter sofrido muito mais os efeitos colaterais das trangressões de Walter Bishop e Walternate, os verdadeiros responsáveis pelos bizarros acontecimentos do Padrão. Além disso, os roteiristas justificaram de forma elegante todo o primeiro ato desta história – representado pela temporada de estreia da série – que trazia o bom doutor, sem saber, sempre com a resposta para as mais variadas e absurdas ocorrências investigadas por Olivia Dunhan e a divisão Fringe. Assustado com as repercussões de seus experimentos, o próprio Walter exigiu que seu colega William Bell eliminasse fisicamente sua memória na tentativa de livrar-se da pesada sensação de culpa.

Na outra Nova York, o maquiavélico plano do poderoso e assustador Sr. Secretário veio à tona: ele quer destruir o nosso mundo a todo custo, utilizando-se da força administrativa do Departamento de Defesa de lá e da notória versão da divisão Fringe que comanda. Com isso, o episódio trouxe um dos pontos mais altos da temporada, que foi a surpreendente introdução de Otherlivia, a alter de Olivia Dunham que foi cuidadosamente condicionada a acreditar que os visitantes do outro mundo, inclusive Olivia, são essencialmente maus. A troca que aconteceu nos instantes finais (ainda que facilmente previsível pelo contexto da trama), trouxe um dos maiores cliffhangers de toda a série e é difícil prever o tamanho do impacto que virá na nova temporada. Com Over There Fringe encerra o ano de forma impecável e estabelece-se como o melhor drama de ficção científica no ar, substituindo com propriedade o vazio recentemente deixado por grandes séries do gênero como LOST e Battlestar Galactica.
Cotação Bruno Carvalho:

Autor: Bruno Carvalho - Categoria(s): Fringe Tags: , , , , , ,
01/06/2010 - 00:01

Glee

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Glee (1×18: Laryngitis; 1×19: Dream On; 1×20: Theatricality): Glee mais uma vez revelou-se como uma série efêmera e, por isso, cada vez mais difícil de ser levada à sério. E sim, pra funcionar, ainda que como uma comédia musical, uma produção precisa nos fazer acreditar nas situações daquele universo, por mais absurdo ou irreal que seja. Em Laryngitis vimos o extremo oposto disto, pois o roteiro constantemente sabotou suas intenções desconstruindo as personagens apenas para (tentar) fazer uma graça momentânea. Ora, quem aqui conseguiu levar pra frente a ideia do casal Puck e Mercedes ou Kurt bancando o hetero? Ninguém. E se a série não consegue se convencer disso, como quer que o público se envolva com estas situações que sabemos que darão em nada? As músicas foram outro ponto negativo de Laryngitis, destroçando o clássico One do U2 e ainda trazendo um pavoroso e artificial número R&B com Mercedes e Santana. Sem Rachel cantando (e ela estava com amigdalite e não laringite, o que torna o título do episódio inexplicável), a parte musical também não avançou aqui. Mais uma vez reitero que à exceção da Sue Sylvester de Jane Lynch, Glee tem algumas das personagens mais voláteis e mal construídas da TV, pois o roteiro limita-se a colocá-las nadando à favor das marés e modinhas criadas. Isso sem contar na barata tentativa de emocionar o espectador com o surgimento daquele menino tetraplégico trazendo uma mensagem que até agora não sei qual é.

O capítulo seguinte, Dream On, dirigido por Joss Whedon (Buffy, Dollhouse) limitou-se a colocar o programa Glee Club em risco de ser encerrado mais uma vez, repetindo a batida storyline que tomou conta desta 1ª temporada. Nem a participação de Neil Patrick Harris (How I Met Your Mother) como o auditor carrasco que no final das contas apenas queria ser uma estrela dos musicais foi capaz de salvar o episódio, apesar de contar com números mais elaborados. O problema é que o excesso de dublagem e auto-tune (software que corrige timbres) continua irritante e comprometendo os resultados. Afinal, Glee é sobre um coral escolar e cada vez mais as apresentações estão over produzidas. Seria mais interessante se mais momentos como aqueles vistos no já melhor Theatricality aparecessem na tela: os garotos cantando para Quinn e o dueto Poker Face de Rachel com sua mãe, ambos no estilo acapella. Por falar nisso, a história do reencontro das divas foi mais um exemplo da velocidade em que as situações se apresentam e são concluídas, ainda que eventualmente retomadas mais tarde como foi o caso das “diferenças” entre Finn e Kurt. Com muitos episódios encomendados e, aparentemente, pouca história pra contar, os capítulos soam vazios e repetitivos. A série deveria focar mais no campeonato estadual pelo qual todos praticam semana após semana, mostrando a evolução do grupo, os outros competidores etc. Ah, sim: e deveriam trazer Sue Sylvester de volta urgentemente. Cadê ela?
Cotação Bruno Carvalho:

Autor: Bruno Carvalho - Categoria(s): Glee Tags: , , , ,
31/05/2010 - 00:01

24 Horas: Contagem Regressiva

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Alerta de Spoiler - Brasil
24 (8×20 – 8×24 Day 8 11:00 AM – 04:00 PM): A partir da 20ª hora desta última temporada de 24 tivemos a certeza de que Jack Bauer não estava “apenas” atrás de justiça: ele queria e precisava de vingança, não somente pelo que fizeram com Renee Walker, mas também por tudo que ele passou em mais um esgotante dia. E se uma coisa nós sabemos sobre Bauer é que moral, ética ou leis nunca foram capazes de impedí-lo fazer o que o próprio julgava como correto. Por isso, ele dedicou seus últimos momentos em NY perseguindo, localizando e executando todos que cruzaram seu caminho, a começar por Dana Walsh – talvez a vilã mais forte e inescrupulosa na série desde Nina Meyers. Enquanto isso, nos bastidores do poder, a presidente Taylor se afundava ainda mais na farsa para encobrir a verdade sobre a morte de Hassam e, com isso, manter seu precioso acordo de paz vivo.

Traído pelo governo pelo qual dedicou sua vida, Bauer protagonizou nesta reta final alguns dos melhores e mais intensos momentos de toda a série, incluindo o sequestro do crápula Charles Logan, o que certamente foi um deleite para os espectadores. Além disso, as horas derradeiras da série trouxeram a emocionante redenção de nosso herói e a comovente despedida de Chloe, sua parceira para todas as horas. E eu não esperava menos da comandante que mandou prender sua filha em se entregar quando começou a sentir o verdadeiro peso de suas ações. É claro que quando aquele relógio iniciou uma triste contagem regressiva pela primeira vez, ficou impossível imaginar que esse era o final de toda a série. Afinal, 24 se tornou um marco na televisão mundial na última década ao introduzir e aperfeiçoar a narrativa real time de forma tão magistral como nunca antes vimos. Não foi o final ideal para a série, apesar de ter representado um desfecho magnífico para uma temporada em que poucos colocaram fé.

E ainda que sua jornada tenha se iniciado representando o exacerbado republicanismo norte-americano, 24 acabou, por mérito, rompendo mais barreiras do que pretendia, propiciando pertinentes discussões sobre o cenário político dos EUA, inclusive criticando suas próprias origens. Tenho certeza de que uma conclusão virá através do tão aguardado longa-metragem, oportunidade em que veremos Jack Bauer como o “juiz e júri” merecidamente na tela grande.
Cotação Bruno Carvalho:

Autor: Bruno Carvalho - Categoria(s): 24 Horas Tags: , , , , , ,
27/05/2010 - 00:01

House: A Última Luz

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Alerta de Spoiler - Brasil
House (6×20: Baggage; 6×21: Help Me): É uma pena que estes últimos episódios de House fizeram parte de uma temporada tão inconstante, assim como os ótimos Broken, Wilson e 5 to 9. A série se supera toda vez que dá um tempo nos casos da semana e foca nos médicos do Princeton-Plainsboro e em Baggage, ainda que parcialmente dedicado a uma paciente que perdera a memória, o capítulo adotou uma rica narrativa através de flashbacks que não raramente se mesclavam de forma orgânica e tecnicamente brilhante com as cenas no hospital. House e seu terapeuta percorriam e interagiam com os acontecimentos que o próprio médico relembrava e que estavam diretamente ligados aos sentimentos deste com relação a Wilson – que o colocou pra fora de casa – e Cuddy. E ainda que de forma tardia e abrupta, o episódio Help Me veio provar que o drama sabe impressionar quando quer. Desta vez não havia um grande mistério da medicina pra ser resolvido: a catástrofe com o guindaste soterrou uma mulher e o fato dela estar prestes a perder uma perna foi o suficiente para não somente atrair a atenção do doutor, como também para fazê-lo repensar a sua vida, seu acidente e o que ele se tornou após anos mutilando-se fisica e psicológicamente. House não estava ali apenas para salvar a garota, e sim para desesperadamente gritar por socorro numa última tentativa de salvar a si mesmo. Felizmente Lisa Cuddy finalmente revelou e rendeu-se ao seu amor por House e trouxe uma luz para a série neste fim de temporada. O drama precisa urgentemente se renovar e este é um ótimo começo, iniciando um importante arco dramático para o protagonista. Tomara que a próxima temporada confirme isso.
Cotação Bruno Carvalho:

Autor: Bruno Carvalho - Categoria(s): House Tags: , , ,
26/05/2010 - 23:01

American Idol: Considerações Finais

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Está aí: Lee Dewyze é o American Idol 2010, cuja final acabou de ser transmitida pelo Sony de forma elegante e sem falhas (apesar do som levemente baixo e imagem em SD). A 9ª temporada do reality-show mais assistido do mundo, infelizmente, coroa o desgaste do formato do Pop Idol importado da Inglaterra pela Freemantle Media. O resultado foi coerente, apesar de Crystal Bowersox ter feito uma “campanha” mais consistente desde o início (e eu preferí-la). Os EUA adoram um underdog que se destaca no melhor estilo “from zero to hero” e o rapaz teve sim seus méritos e soube crescer ao longo das intermináveis semanas de apresentações. Mas já foi o tempo em que American Idol era relevante o suficiente para discutirmos as justicas ou injustiças do resultado final. A atração já está em sobretempo há algumas temporadas e desta vez não vai ter jeito de não abandoná-la com a saída de Simon Cowell. O jurado, que é e sempre foi a alma do programa, já se mostrou mais do que aborrecido e insatisfeito com o formato e por isso mesmo criou sua própria competição musical em sua terra natal, o X-Factor, que confere aos produtores e jurados um poder maior de controle e condução. Era notório o descontentamento e desmotivação dele, o que culminou numa temporada melancólica, penosa, sem surpresas e grandes momentos. Certamente Idol será renovado por vários anos, mas eu pararei por aqui.

Autor: Bruno Carvalho - Categoria(s): American Idol Tags: , , , ,
26/05/2010 - 00:01

American Idol: Crystal ou Lee?

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Até que no final das contas tudo acabou dando certo, não? Depois das eliminações dos “Sanjayas” da temporada – Tim Urban e Aaron Kelly – era inevitável que Big Mike e Casey James seriam os próximos. A 9ª temporada de American Idol foi inteiramente dominada por Crystal Bowersox e Lee DeWyze. Mas a partir do Top 4 o jogo começou a virar e parece que Lee colocou em mente que vai ganhar esta competição e, se isso acontecer, será muito justo. Todos que acompanham as resenhas da temporada sabem que eu sempre indiquei Crystal como minha favorita. Porém, tenho que reconhecer o crescimento de Lee, que foi diretamente proporcional ao aumento de sua confiança no jogo. No Top 4 com temas de cinema ele fez uma versão incrível de Kiss From a Rose do Seal e, apesar da música já estar mais do que esgotada em American Idol, sendo alvo até de uma brincadeiras de Jack Black em um dos Idol Gives Back anteriores, ele trouxe algo de novo e superou todos os que já a interpretaram no programa. O mesmo pode ser dito da escolha de Simon pra ele no Top 3: Hallellujah foi sistematicamente cantada por competidores com ou sem talento, mas como apostou o próprio jurado, ele iria fazer algo especial com a canção e não duvido nada que esta será a apresentação pela qual o público poderá coroá-lo vencedor esta noite. Crystal, por outro lado, vem nas últimas semanas arriscando pouco com suas escolhas, apesar de sempre ter se mantido fiel ao seu estilo. Não gostei de vê-la sem seu tradicional instrumento em sua mais recente apresentação, pois ficou claro seu desconforto e ausência de presença de palco cantando Maybe I’m Amazed do Jem (apesar da versão em si ter ficado espetacular como sempre). O público considera tudo e qualquer descuido pode custar a vitória. Enfim, pela primeira vez veremos a final ao vivo com os EUA, a partir das 21h (Brasília) – antes, às 20h, será transmitido o episódio de ontem nos EUA -  e dessa vez acho que quem levar terá merecido bem. E aí, quem será o próximo American Idol na sua opinião?

Autor: Bruno Carvalho - Categoria(s): American Idol Tags: , , , , , , , , , ,
18/05/2010 - 12:01

Fall Season 2010: O Upfront da FOX

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Bem estabelecida em audiência, a FOX apresentou esta semana a sua programação para a próxima temporada que reflete seu tom mais conservador. A única surpresa já havia sido anunciada há alguns meses, que foi o cancelamento de 24, drama tradicional da emissora que certamente abrirá espaço para a produção de filmes derivados. As novas séries anunciadas denotam a intenção do canal em restabelecer seu núcleo cômico não animado, que há algumas temporadas vem capengando. Contudo, a emissora segue forte mesmo com as pratas da casa que foram renovadas (em especial House e Glee), bem como com o retorno de American Idol em 2011, mesmo sem Simon Cowell, jurado que deixa o reality para se dedicar à produção da versão americana de X-Factor (que pelo visto deve ficar somente para o Fall de 2011/2012). Confira como ficou a situação da Raposa:

O canal vai continuar com House M.D. (7ª temporada), Fringe (3ª temporada), Glee (2ª temporada), Lie to Me (3ª temporada), Bones (6ª temporada), Human Target (2ª temporada), The Simpsons (22ª temporada), Family Guy (9ª temporada), American Dad (6ª temporada), The Cleveland Show (2ª temporada) e os realities American Idol, So You Think You Can DanceHell’s Kitchen e Kitchen Nightmares.

Canceladas estão as séries 24 (8ª temporada), Dollhouse (2ª temporada), Brothers (1ª temporada), Past Life (1ª temporada), ‘Til Death (4ª temporada) e Sons of Tucson (1ª temporada).

Terra Nova: É a maior aposta da FOX no segmento drama para a nova temporada, mas só deve chegar em 2011. A super produção é de Steven Spielberg e contará a história de uma família que viaja no tempo até a época dos dinossauros numa expedição para salvar a humanidade de uma iminente ameaça. (detalhes)

Running Wilde: Comédia que terá Will Arnet (Arrested Development) de volta à telinha no papel de um eterno playboy que fará de tudo para conquistar seu grande amor de infância (uma jovem altruísta) que, claro, é o seu oposto. (detalhes)

Raising Hope: Será uma comédia sobre um jovem que tem uma filha com uma criminosa procurada pela justiça e precisará da ajuda dos pais para encarar os desafios nesta inusitada família. (detalhes)

Lonestar: Parece que esta será uma espécie de Cane do petróleo contando a história de um sujeito que vive duas vidas e têm famílias em diferentes cidades do Texas. Jon Voight (24) e Adrianne Palicki (Friday Night Lights) estão no elenco. (detalhes)

Ride-Along: Traz a FOX investindo novamente na busca de um drama policial, desta vez acompanhando a polícia de Chicago na luta diária contra o crime e a corrupção. A produção é de Shawn Ryan (The Shield, The Unit). (detalhes)

Mixed Signals: Prevista para estrear somente no mid season (2011), esta será mais uma daquelas usuais comédias sobre amigos, relacionamentos e problemas amorosos. (detalhes)

The Good Guys: Do criador Matt Nix (Burn Notice), esta será uma comédia de ação jogada nas noites de sexta cuja premissa são os conflitos entre um policial da velha guarda (Bradley Withford, de Studio 60) com um detetive jovem, certinho e moderninho (Colin Hanks, de Mad Men). (detalhes)

Bob’s Burgers: É uma nova animação da FOX para integrar o bloco de domingo sobre um homem fascinado por hamburgers, sua família e a lanchonete que eles tocam num ponto desvalorizado, ao lado de uma funerária. (detalhes)

Leia Mais Sobre os Upfronts dos canais e sinopses das novas séries da temporada 2010/2011:

- Fall Season 2010: O Upfront da NBC
- Fall Season 2010: O Upfront da FOX
- Fall Season 2010: O Upfront da ABC
- Fall Season 2010: O Upfront da CBS
- Fall Season 2010: O Upfront da CW
- Fall Season 2010: Renovações e Cancelamentos [lista completa]

Autor: Bruno Carvalho - Categoria(s): Cancelamentos, Fall Season, Lonestar, Mid Season, Mixed Signals, Raising Hope, Running Wilde, Terra Nova, The Good Guys Tags: , , ,
14/05/2010 - 00:01

Fringe: Brown Betty e Northwest Passage

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Alerta de Spoiler - Brasil
Fringe (2×20: Brown Betty; 2×21: Northwest Passage): Sou fã da liberdade poética e criativa de Fringe desde o piloto, mas preciso admitir que Brown Betty foi o episódio errado na hora errada. Ora, a série passou toda a 2ª temporada estabelecendo o incondicional amor paterno de Walter com Peter e não era necessário interromper o excelente ritmo que estava sendo adotado para restabelecer isso de forma lúdica com os devaneios do cientista drogado. Apesar de impecável a direção de arte e a criação de um clima “noir-tech”, toda esta estrutura me soou desperdiçada na trama, sem contar nos rápidos números musicais (inseridos de última hora a pedido do canal FOX para promover a série Glee) que trouxeram os atores, em especial Anna Torv, desconfortáveis em cena. Enfim, a temporada poderia ter seguido muito bem sem este episódio, assim como aconteceu com aquele que foi resgatado da primeira temporada (Unearthed) e que no fim das contas também não acrescentou nada e confundiu os espectadores por apresentar Charlie ainda vivo. Felizmente em Northwest Passage o drama retornou em um de seus melhores momentos, com um capítulo extremamente tenso e lotado de mistérios. Acompanhando os passos de Peter depois que este decidiu fugir do pai “daqui”, a narrativa adotou um tom meticuloso a cada cena, conduzindo-nos para um dos pontos mais cruciais da temporada através da caçada de Newton e seus shapeshifters: a revelação do “homem do outro lado”, que é mesmo Walternate.

E somente com aqueles instantes finais uma imensidão de fatos, informações e enigmas sobre o universo de Fringe vêm à tona. Se o Walter Bishop que nós conhecemos fora capaz de quebrar a barreira do impossível para salvar a vida de seu filho, era de se esperar que Walternate faria o mesmo para resgatá-lo, depois de juntadas as peças. O padrão, então, foi manifestado e movimentado por duas versões de uma mente brilhante, sob os sempre curiosos olhares dos guardiões dos universos, os Observadores. Vale abrir um espaço aqui para ressaltar a magnífica performance de Joshua Jackson, que interpreta Peter agora com uma imponente presença em tela a cada cena. A dinâmica dele com a xerife da cidadezinha foi invejável. Ainda faltam muitos mistérios para serem respondidos, mas agora sabemos que a tão aguardada “guerra” entre os dois mundos têm seus comandantes que estão dispostos a ir até o fim e o season finale começa a tomar forma com ar de grandiosidade. Pra qual lado vocês vão torcer?
Cotação Bruno Carvalho:

Autor: Bruno Carvalho - Categoria(s): Fringe Tags: , , , , ,
12/05/2010 - 01:01

American Idol: Top 5 com Frank Sinatra

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Finalmente esse moleque Aaron Kelly foi eliminado. Já estava ficando incoômoda a discrepância entre ele e os demais finalistas e a sua permanência até o Top 5 denuncia mais uma vez como o formato do American Idol precisa de sérias adaptações para coibir erros como este. Era notório que ele seguia por popularidade entre garotinhas que votavam em massa e, no processo, cantores melhores foram embora, incluindo Didi Benami, Siobhan Magnus e até mesmo Andrew Garcia. Todos estes mereciam ter ficado mais que Aaron. Ora, se brincar, até Katie Stevens merecia também, pois vinha fazendo um trabalho melhor. O programa busca um ídolo da música, um artista completo e capaz de vender milhões de discos e não uma voz pra dublar animações da Disney. Sobre as apresentações com o tema Frank Sinatra, não há muito o que repercutir. Se mais nada der errado daqui pra frente, as performances da primeira noite com os clássicos de Frank Sinatra indicaram o que venho ratificando aqui há semanas: o duelo final ficará entre Crystal Bowersox e Lee Dewyze, com vantagem para a vitória da garota considerando seu histórico na atração. No dia da eliminação tivemos a performance over the top de Lady Gaga e, ainda que goste dela, prefiro muito mais as apresentações estilo “stripped down” (tradução livre: sem muitas firulas) como vimos na semana anterior com a banda Lady Antebellum e também com Shakira. Enfim, o espetáculo precisa continuar e na próxima semana (pra quem acompanha pelo Sony) teremos o Top 4 com trilhas do cinema. Este, como eu disse, será o último American Idol que pretendo acompanhar. Andei assistindo alguns episódios do X-Factor, programa britânico que Simon vai levar para os EUA em 2011, e realmente trata-se de um formato bem mais interessante (com maior poder de gerência dos juízes) e capaz de evitar as “injustiças” causadas pelo total controle da “América” no reality. (Ah, e se você que viu pelos EUA quem foi eliminado, evite comentar para não estragar a surpresa dos leitores que assim não o fazem).

[Turma, excepcionalmente os comentários de LOST esta semana serão postados na primeira hora desta quinta, 13/05. Agradeço pela compreensão e peço desculpas aos que esperavam pela matéria]

Autor: Bruno Carvalho - Categoria(s): American Idol Tags: , , , , , , ,
11/05/2010 - 00:01

24 Horas: Day 8 09:00 AM – 11:00 AM

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Alerta de Spoiler - Brasil
24 (8×18 – 8×19 Day 8 9:00 AM – 11:00 AM): A última temporada de 24 definitivamente tomou um rumo inesperado após a morte do presidente Hassam, já que trouxe um dos elementos que estavam faltando na série: o constante clima de urgência. Desesperada para assinar o acordo de paz no oriente médio, a presidente Taylor acabou recorrendo aos artifícios escusos de Charles Logan para colocar os russos de volta às negociações e isso deu o start perfeito para o ato final de Bauer. E ainda que sempre retratada por sua integridade ética e moral, não chegou a ser absurda no contexto da trama a difícil decisão que a comandante do executivo tomou em colocar panos quentes na situação em prol do bem mundial. Dilacerada pelos trágicos eventos do dia e influenciada por seu novo e pragmatista “consultor”, Allison ficou totalmente sem recursos. O problema é que isso aconteceu no dia errado, pois acabou contrariando o eterno defensor da lei e da ordem, aquele que jamais pôde ser contido e confinado por inimigos ou aliados: Jack Bauer. E sem mais quase nada a perder, sequestrar helicóptero, pousar no meio da cidade e driblar a armadilha da CTU para capturá-lo é praticamente feito no automático. Está certo que esta não foi nem de longe a primeira vez que Jack vai contra tudo e todos, mas eu nunca imaginava um confronto Bauer x Taylor há questão de 2 ou 3 episódios atrás. Formidável, ainda, o destaque merecidamente conferido à Chloe O’Brien e sua talentosíssima intérprete Mary-Lynn Rajskub, que domina cada frame no cargo de diretora interina da agência. Mesmo previsível, fato é que 24 sempre foi uma série de “meios” e não de “fins”. A tensão foi elevada pelo tique dos segundos a cada intervalo e o drama recuperou nesta reta final os seus melhores momentos. Way to go!
Cotação Bruno Carvalho:

Autor: Bruno Carvalho - Categoria(s): 24 Horas Tags: , , ,
10/05/2010 - 15:01

Glee: Bad Reputation

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Glee (1×17: Bad Reputation): Esta semana Glee ficou no meio termo. Não foi exagerado como o capítulo de Madonna, mas acabou ficando aquém do último Home, que teve Kristen Chenoweth, apesar de levemente divertido. O tema da “má reputação” deu uma agitada na turma e criou algumas performances interessantes como Ice Ice Baby (mas eles precisam segurar a mão na dublagem de Will) e  Total Eclipse of the Haert. Uma pena que o desfecho foi meio capenga com aquela cena da conversa de Schuester com Quinn, que realmente ficou apagada pelo roteiro desde a volta. Agora, eu não estou entendendo a necessidade que a série tem de constantemente colocar Sue Sylvester em um vídeoclipe fora de contexto e sem o menor propósito. Soa desesperador, artifical e é desnecessário e bobo todas as vezes. Poxa, Jane Lynch é o maior “ativo” que eles têm e o enfraquecimento da antagonista desta forma só é prejudicial à própria comédia. Sue fica muito melhor gritando com as cheerios e arrumando confusão com o Glee Club do que brincando de fazer covers à la Marcos Mion. Não entendi também a veloz participação de Molly Shannon como uma potencial rival da treinadora, que no fim das contas ficou só na ameaça. Espero que ela retorne, pois esta também é uma ótima atriz que não pode ser desperdiçada. Bad Reputation, assim, soou como um episódio incompleto e, por falar nisso, como não tivemos uma versão de “Bad Reputation” de Joan Jett & The Blackhearts no repertório? Ficaram devendo essa…
Cotação Bruno Carvalho:

Autor: Bruno Carvalho - Categoria(s): Glee Tags: , , ,
06/05/2010 - 00:01

American Idol: Top 7 e Top 6

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Para uma semana cujo tema foi “músicas que inspiram”, poucos foram os finalistas que realmente se inspiraram. Ora, essa era a chance ideal para Michael Lynche, Casey James e (com muita sorte) os demais correrem atrás do prejuízo das semanas com temas específicos, pois aqui eles poderiam escolher livremente a canção e adaptá-las ao que (em tese) sabem fazer de melhor. Mas não. Casey veio com uma versão karaokê de Don’t Stop (Yesterday’s Gone), Big Mike não trouxe nada de novo com sua Hero (trilha de Homem Aranha 1) e Aaron Kelly quase me fez rir tentando tirar algo de I Believe I Can Fly (do R. Kelly). A missão aqui era criar versões inspiradoras de músicas e, mais uma vez, somente Crystal Bowersox e LeeDewyze o fizeram (e a deste último para The Boxer já figura entre uma das melhores da temporada). Tim Urban foi eliminado e não há muito o que acrescentar, pois isso já deveria ter acontecido há um bom tempo. O Idol Gives Back foi competente, mostrando como se deve fazer um show beneficente. Mas avanço pra falar de mais uma incoerência este ano: a eliminação de Siobhan Magnus no Top 6. Eu não curto os gritos que ela solta em algumas músicas, bem como seu estilo semi-bizarro de cantoria. Mas ao contrário da “América”, pelo visto, sei admitir que ela não deveria ter sido eliminada nesta altura. Muito menos quando aquele moleque do Aaron e o inconstante Michael seguem (este, inclusive, provando que não foi merecedor do salvamento dos juízes). Poxa, imagina Aaron Kelly cantando Frank Sinatra no próximo? Não dá. A semana com as músicas de Shania Twain teria sido uma das melhores se não fosse por esse equívoco. Ah, e pela primeira vez Crystal mostrou um leve sinal de desgaste e reconheço que Lee passou na frente com sua ótima rendition de You’re Still the One. A loira ainda é minha favorita, mas ela precisa vir com tudo agora nesta reta final para garantir a merecida vitória da última mulher que restou na competição.

Autor: Bruno Carvalho - Categoria(s): American Idol Tags: , , , , , , , , , , , , ,
04/05/2010 - 00:01

Glee: Home

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Glee (1×16: Home): Apesar de tudo que eu disse (e reitero) sobre o episódio de Glee com as músicas de Madonna, sempre afirmei em minhas resenhas que eu gosto da série e ótimos episódios como este Home são o motivo. Finalmente dando início de verdade a esta segunda metade da 1ª temporada, o capítulo formou-se em torno do tema “lar” e a partir daí conseguiu trazer uma história bem contextualizada (sem vídeoclipes soltos entre um bloco e outro). Isso pode muito bem ser observado através dos números musicais que, ao contrário do que aconteceu na semana anterior, aqui foram todos orgânicos à trama – ainda que com as liberdades poéticas e excessos de praxe. As músicas, em especial o dueto Fire de Will e April logo no início, foram excepcionais, culminando no ápice Beautiful de Mercedes durante a apresentação das cheerios. Aliás, não sei porque Kristin Chenoweth não entra logo para o elenco regular, pois devido ao seu notório background com musicais na Broadway, suas participações formam sempre um par artístico e ideal com a série. Os instantes finais com ela cantando a música Home do filme The Wiz foram acima da média de toda a temporada e muito bem justificados pelo roteiro, diga-se de passagem. Em Home, Glee também resgatou sua premissa ao voltar a abordar temas relevantes do universo adolescente, aqui representados pelos dilemas da família de Finn e a pressão social que a cultura da magreza pode causar em jovens. Foi um episódio mais sisudo que o normal, sim, mas nada que as divertidas aparições e referências de Sue Sylvester não resolvam. Jane Lynch é uma atriz com talento interminável que merece e merecerá todos os prêmios a que for indicada e receber na próxima Awards Season. Glee precisa de mais capítulos assim.
Cotação Bruno Carvalho:

Music Guide de 1×16: Home.

Autor: Bruno Carvalho - Categoria(s): Glee Tags: , , , , , , ,
30/04/2010 - 00:01

Fringe: The Man From the Other Side

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Alerta de Spoiler - Brasil
Fringe (2×19: The Man From the Other Side): Enfim Fringe atinge o “ponto sem volta” com este magnífico The Man From the Other Side, encerrando de vez o dilema de Walter sobre o segredo de Peter e abrindo espaço para uma angustiante reta final da temporada. O episódio já se iniciou retomando a assustadora história dos shapeshifters e rvelando a forma bizarra como eles chegam em “nosso” mundo para realizar as missões de Newton. Além disso, esquematicamente, Fringe continua seguindo à risca a fórmula de um drama procedimental, mas sem que as técnicas e procedimentos investigativos esgotem a série. em vez disso, um crescente clima de tensão é criado a cada capítulo, tornando o terceiro e final ato sempre importante para a trama. Desta vez, todas as pistas convergiaram naquela ponte, em que um experimento similar ao que Walter conduziu para trazer o filho alternativo do outro mundo foi realizado. E eis que misteriosamente vemos um homem andando – o homem do outro lado. Mas quem? William Bell? Walternate? Seja lá quem for, sabemos que são poucos os que têm tamanha motivação para quebrar a regra de dois Universos de uma só vez, e isso, por si, já pode ser entendido como uma enorme tragédia pronta para acontecer, ainda mais agora que Peter tem ciência de sua delicada condição. Mas uma das cenas mais horripilantes e intrigantes desta temporada veio no momento em que Walter tentava reanimar um dos shapeshifters. Por que aquele ser pediu “desculpas” a Walter? Quem era ele? Fringe, a cada capítulo, se torna uma série de ficção cada vez mais indispensável. Ansiosíssimo pelo próximo.
Cotação Bruno Carvalho:

Autor: Bruno Carvalho - Categoria(s): Fringe Tags: , , , ,
28/04/2010 - 00:01

American Idol: Top 9 com Elvis Presley

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Está aí (atrasado, eu sei) o resultado da semana Elvis Presley em American Idol: Andrew Garcia e Katie Stevens precisaram ser eliminados de uma vez por causa do salvamento de Michael Lynche na semana anterior. Foi injusto? Não, nem um pouco. Com relação à Andrew, poucas vezes vi na atração um desempenho tão decadente, já que ele começou elevando as expectativas na semana Hollywood e, salvo uma ou outra performance em que se saiu bem, só fez decepcionar. E o grande problema dele não foi técnico, foi criativo. Agradável voz, ótimo timbre, mas desperdiçava o talento com péssimas e insossas escolhas musicais. Sobre Katie não dava mesmo para esperar que ela fosse longe… Era uma questão de tempo. As apresentações com os clássicos de Elvis (sempre contemporâneos) mais uma vez deram o tom de como deve ser a final: Crystal Bowersox disputando com Lee DeWyze. Aaron Kelly e Tim Urban aí, pra mim, continua sendo uma piada de mal gosto e os demais (Siobhan, Big Mike e Casey) têm seus momentos, mas no fim das contas esmaecem perante os frontrunners que mencionei. No geral essa última temporada de American Idol com Simon (e a última pra mim, ever) não está conseguindo empolgar, pois não há clima de competição. Temos dois cantores em um nível e o restante correndo pela beirada, o que torna o processo burocrático e sem surpresas. Ah, e agora o Sony exibe Idol com uma semana de atraso. Pelo menos a final, ou melhor, o dia em que Crystal sagrar-se a campeã, será exibida ao vivo aqui no Brasil, conforme divulgaram.

Autor: Bruno Carvalho - Categoria(s): American Idol Tags: , , , , , , , , , , , , , , ,
23/04/2010 - 02:01

24 Horas: Day 8 6:00 AM – 9:00 AM

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Alerta de Spoiler - Brasil
24 (8×15 – 8×17 Day 8 6:00 AM – 9:00 AM): Sim, eu atrasei com os comentários de 24, mas assim como aconteceu com a qualidade dessa 8ª temporada, antes tarde do que nunca! Digo isso porque a partir da 15ª hora as coisas tomaram um rumo completamente inesperado, com o início de um arco intenso e até mesmo chocante! E eu, que vinha duramente criticando a temporada, tive que pagar língua! A série soube utilizar os mesmos elementos que fizeram sucesso nos “dias” anteriores e que estavam faltando neste, ainda que às vezes se repetindo. As reviravoltas viraram um delicioso lugar-comum, desde o instante em que descobrimos que Hassam não estava no veículo que despencou do prédio até a hora em que Chloe O’Brien foi nomeada como a diretora interina da CTU! Além disso, o sacrifício de Hassam no curso da temporada denota o comprometimento dramático dos roteiristas em encerrar a série no topo, já que o endgame da “busca pela paz” se torna ainda maior e relevante. Foram três horas de incrível tensão, que elevaram os russos à posição definitiva de vilões da temporada, trouxeram o inédito momento íntimo de Jack com Renee, para então imediatamente tirá-la de sua vida de uma vez por todas. Querendo ou não, 24 é uma fórmula que precisa das mortes, traições e tragédias pra funcionar. E funcionou muito bem!
Cotação Bruno Carvalho: Half Star

Autor: Bruno Carvalho - Categoria(s): 24 Horas Tags: , , ,
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