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18/11/2009 - 00:01

Fringe: Ação Humana

Alerta de Spoiler - Brasil
comment1182Fraco, inócuo e incoerente. Estes seriam os adjetivos justos para descrever o sétimo episódio de Fringe. Seriam se não fosse pela revelação (ou revolução, eu diria) trazida pelos seus instantes finais com Nina Sharp “teclando”, que mudaram toda a visão que tínhamos não apenas do capítulo, como também de toda a série até agora. Abordando um caso envolvendo controle mental, a divisão de ciência marginal do FBI se deparou com um inimigo desconhecido, que revelou ser o filho de um cientista da Massive Dynamic que usou o experimento de seu pai para sair numa rota de morte e destruição em busca de sua mãe biológica. O que não fazia sentido algum, contudo, era a forma com que Tyler “acidentalmente” havia se tornado um poderoso controlador de mentes – numa rara combinação entre um distúrbio cognitivo e acesso ocasional a um super medicamento – e ainda um inescrupuloso assassino. Eu estava achando que Fringe havia passado dos limites, pois o episódio não traria nada de concreto à série se tudo fosse um acidente e não uma manifestação do Padrão. Olivia, quem diria, estava certa, já que todas as pistas acabam apontando de volta para a poderosa organização. E eis que, pela primeira vez, a série explicitamente colocou a corporação de William Bell por trás deste e de vários outros casos como a principal fomentadora dos bizarros experimentos que assolam o mundo. Tyler, então, foi apenas um dos “clones” gerados através de barriga-de-aluguel, biologicamente preparado para atingir o objetivo almejado. O problema é que as coisas saíram do controle justamente porque este “surtou” e, mental e quimicamente desiquilibrado, resolveu investigar seu passado a qualquer custo. Com Of Human Action o drama atinge mais um de seus ápices e prepara o terreno para intrigantes possibilidades que observaremos com muita atenção no próximo episódio.

Cotação Bruno Carvalho: starhalf
Episódio “2×07: Of Human Action” exibido em 12/11/2009 na FOX americana.

Autor: Bruno Carvalho - Categoria(s): Fringe Tags: , ,
11/11/2009 - 06:41

2012 Traz Música de Adam Lambert!

Ontem conferi a cabine de 2012 (filme catástrofe divertido e muito bem feito, mas só), e fiquei muito feliz ao ouvir a música de estreia do CD de Adam Lambert, o candidato à American Idol que perdeu o título para o Kris Allen (que é bom, mas não tanto), simplesmente é a trilha principal que encerra o longa de Rolland Emmerich! O clipe também é muito bacana e prova que Adam tem um talento nato. Ele é um astro da música vocalmente e conta ainda com uma presença em cena invejável. Até hoje não sei como o outro levou. Confira então o clipe de Time For Miracles:

Aproveitando, o apagão bagunçou meu cronograma e assim que der envio a continuação da Semana em Série, ok? Tentarei mandar mais tarde. Ah, e o Adam Lambert está lançando CD, clipe e anda fazendo aparições nos principais programas e talk-shows americanos. Err… E cadê o Kris Allen, hein?

Autor: Bruno Carvalho - Categoria(s): American Idol Tags: , ,
02/11/2009 - 00:01

24 Horas: Um Novo Dia Vem Aí

Um novo dia na vida de Jack Bauer já tem data de estreia: 17 de Janeiro na FOX americana. Depois da série trocar Los Angeles por Washington, a ação mudará novamente de cenário e se passará em Nova York. A 8ª temporada, inclusive, deve ser a última da série. Confira o primeiro trailer:

Autor: Bruno Carvalho - Categoria(s): 24 Horas Tags: , ,
30/09/2009 - 00:01

Minta Para Mim

Eu gostei muito dos primeiros minutos de Lie to Me, drama que estreou ontem na FOX, que tem como protagonista oDr. Cal Lightman, adequadamente interpretado pelo talentoso Tim Roth, dando uma palestra sobre as nuances do comportamento humano que são capazes de entregar, em quase cem por cento dos casos, se uma pessoa está mentindo, se está com raiva, com medo etc. Ele especializou-se em prestar consultoria neste ramo, contratando uma equipe de “polígrafos” para desvendar qualquer tipo de caso que demande sua expertise. Erroneamente comparada com The Mentalist, certo é que Lightman e Patrick Jane conseguem ver o que não está óbvio, mas estes utilizam métodos diversos. Não é porque eles desvendam crimes de forma peculiar que se enquadram na mesma categoria. Se assim fosse, Gil Grissom (CSI) e Brenda Leigh Johnson (The Closer) também entrariam nesse falho exemplo, pois muitas vezes eles também utilizam técnicas que outros colegas de séries semelhantes adotam, incluindo o mentalismo, a investigação forense e o estudo de expressões faciais. Mas o problema de Lie to Me reside justamente em sua mecanicidade, pois tudo parece tão fácil quanto a apresentação do keynote do especialista no início, como se o método fosse infalível (deixando o espectador sempre seguro). A série certamente desperta a nossa curiosidade (será que poderemos identificar mentirosos ao nosso redor?), mas me pergunto até onde eles conseguirão manter esta intrigante premissa sem se desgastarem.

comment1150

Acho que apenas nunca vamos nos cansar quando do Dr. Lightman e sua equipe pegam alguém na mentira, principalmente numa situação inesperada e imprevisível. É igual ver Grissom resolvendo um crime. Ele faz a mesmíssima coisa há anos e ninguém queria que ele fosse embora de CSI. Além disso, a série foi muito feliz ao abordar logo de cara as limitações das máquinas detectoras mentira e como elas podem ser facilmente burladas, tornando o trabalho dos especialistas neste ramo de certa forma indispensável. Mas nem tudo são flores no drama, porque os roteiristas frequentemente contam histórias aborrecidas e que não despertam o interesse do espectador. Fora que os “investigados” ros recebem como se fosse a coisa mais normal do mundo: “Ah, vocês são os caras da mentira, legal”. Lie to Me é outra série tecnicamente impecável, desde sua instigante abertura até o momento em que comparam as expressões faciais e gestos dos mentirosos com a de pessoas famosas em situações semelhantes, denotando que tudo isso que vimos tem uma base científica e pode ser explicado (ao contrário de The Mentalist, por exemplo). Eu só acho uma pena ver todo esse potencial desperdiçado em tramas fracas (e o que o ótimo David Anders de Alias e Heroes estava fazendo numa ponta mínima?). Lie to Me não poderia ter começador deslizando assim, especialmente com uma montagem ineficiente, que bagunça a mente do espectador e impede sua identificação com as personagens que já não são tão carismáticas assim.

Veredicto LiGado em Série: Vale continuar a ver se você não tem mais nada para fazer no horário. Não chega a ser horrível como Mental, mas não é nenhuma obra-prima da TV.

Autor: Bruno Carvalho - Categoria(s): Lie to Me Tags: , ,
19/09/2009 - 17:19

Fringe em Hollywood! Uau!

comment1138

Acabei de por os pés no hotel aqui no maravilhoso bairro West Hollywood e antes de sair para o tour inicial não posso deixar de comentar com vocês a campanha maciça de divulgação da 2ª temporada de Fringe que vi por toda Los Angeles no caminho (não pude tirar fotos, pois estava dirigindo na freeway). São prédios inteiramente plotados com pôsteres como esse aí em cima e logo que liguei a TV do quarto para zapear os canais, vi um comercial bacanérrimo da série na FOX que me deixou louco! Ainda não vi o episódio de estreia do 2º ano (foi tão bom assim? digam aí!), mas estou muito ansioso. Pena que só terei tempo de ver tudo quando retornar ao Brasil. De qualquer forma, fica aqui o registro de que esta é “a” série destaque na cidade e estou embasbacado com a (merecida) importância que eles dão com cinema e TV aqui na capital de entretenimento do mundo! P.S.: F***ing jet lag.

Autor: Bruno Carvalho - Categoria(s): Fringe, LiGado em Série em Hollywood Tags: , ,
16/09/2009 - 00:01

A Semana em Série: 90210, Melrose Place e Glee!

Alerta de Spoiler - Brasil
b90210290210 “2×01: To New Beginings!”: Eu não entendo. 90210 custou pra atingir sua “maioridade” ao longo da primeira temporada (tanto que ressaltei exatamente esta qualidade no Season Pass que fiz), e agora a série se vangloria de ter dado um “reboot” na trama, praticamente desperdiçando boa parte do que foi conquistado. Tudo bem, a nova abertura ficou excelente, mas em termos dramáticos os principais cliffhangers que ficaram do ano anterior foram muito mal explorados. Primeiro que a situação entre Naveed e Adrianna não evoluiu em nada e segundo que as novas “BFFs” ficaram andando pra cima e pra baixo de biquini sem rumo, como se isso bastasse para a estreia emplacar (bom, em parte, as roupas mínimas de Silver ajudaram, vai). Naomi perdeu aquele quê de femme fatale, Dixon continua um bocó e todo aquele mistério envolvendo o acidente hit and run com Annie foi totalmente relegado à segundo plano (será que ela matou mesmo? Tenho minhas dúvidas). O final, OK, foi legal a Naomi com a foto da filha do diretor pelada, mas até quando isso vai render assunto? 90210 voltou bem morna e tomara que não demore para esquentar novamente.
Cotação Bruno Carvalho: starfullstarfullstarhalf
Episódio exibido em 08/09/2009 na CW americana.

bmelroseplaceMelrose Place “1×01: Pilot”: Eu não conferi a Melrose Place original, por isso meus comentários serão estritamente focados neste novo remake da CW, sem realizar comparações. Confesso que eu comecei a assistir esta série com certo preconceito, já que é tendência do canal produzir enlatados para consumo imediato, mas acabei me surpreendendo com alguns pontos positivos desta atração, como o clima de mistério meio Twin Peaks já no início com o homicídio de Sydney, a proprietária do condomínio Melrose Place em Los Angeles. O destaque do elenco vai para o cineasta independente Jonah (o mais carismático) e os desafios para tentar um lugar ao sol de Hollywood. A série também tem um quê de Dirty Sexy Money onde cada um parece esconder um segredo sórdido, como a jovem estudante de medicina que se posta como “íntegra”, mas acaba se prostituindo para pagar as dívidas de seu curso já no final do primeiro episódio. Enfim, achei aquela montagem no final complicada, ainda mais que não estamos tão familiarizados com nomes e rostos. É, sem dúvida, uma alternativa mais “adulta” aos dramas teen que a CW andava produzindo (tipo Privileged e a própria 90210), mas ainda faltam subsídios para dar um veredicto sobre o sucesso ou não desta série.
Cotação Bruno Carvalho: starfullstarfullstarfull
Episódio exibido em 08/09/2009 na CW americana.

comment1135

bgleeGlee “1×02: Showmance”: Certamente Glee é uma série que vai dividir opiniões e não passará despercebida, seja por bem ou por mal. Eu mesmo, quando vi o piloto que foi exibido meses atrás, afirmei que a série adotou um clima aborrecido e até mesmo esquemático na forma de apresentar suas personagens. Contudo, as melhorias daquele episódio para este Showmance foram notórias. Se antes a trama soava bobinha, agora vimos que existem elementos que podem sim alavancar este peculiar musical, como a professora de educação física que faz de tudo para acabar com o Glee Club, chegando ao cúmulo de “denunciar” gastos não autorizados com 17 fotocópias de panfletos do grupo musical na máquina privativa da escola. A subtrama envolvendo a vida pessoal do professor Will é interessante e os números musicais, apesar de às vezes serem oviamente overs, conseguem fazer desta uma série única. O que continua de certa forma “intragável” é o excesso de doçura da personagem Rachel (embora Lea Michelle seja uma cantora extremamente talentosa) e sua paixonite besta com o esportista Finn, além dos momentos em que a série gasta um precioso tempo em tela com trivialidades. Tanto que se Glee fosse uma produção de 30 minutos, acho que estouraria fácil. Em suma, em virtude do considerável avanço após o episódio piloto, continuarei dando uma chance aos esquisitinhos do coral da escola. Melhor performance do episódio: Glee Cast cantando Take a Bow, de Rihanna. As músicas da série estão disponíveis para compra na iTunes Store ($)!
Cotação Bruno Carvalho: starfullstarfullstarfullstarhalf
Episódio exibido em 09/09/2009 na CW americana.

Na próxima Semana em Série (que deve demorar um pouco em virtude da minha viagem) falarei da volta de Gossip Girl, Fringe, The Office e das estreias de Community e The Beautiful Life: TBL.

Autor: Bruno Carvalho - Categoria(s): 90210, Glee, Melrose Place Tags: , , ,
29/08/2009 - 21:55

Nublado, Sujeito a Vicodin…

Genial a campanha de divulgação da 6ª temporada de House!

Autor: Bruno Carvalho - Categoria(s): House Tags: , ,
24/08/2009 - 00:01

O Marginal e o Real na Ciência de Fringe

Vários casos, infinitas impossibilidades. A ciência marginal de Fringe concebida no universo criado por J.J. Abrams é realmente fantástica. Muitas vezes misturando o real com o imaginário e com o absurdo, um dos maiores méritos desta produção é o de justamente adotar um tom sóbrio e de plausibilidade para as situações mais bizarras que são objeto de investigação por Olivia Dunham, Peter e Walter Bishop. Mas por incrível que pareça, muitos dos conceitos que podemos atribuir logo de cara como pura ficção, na verdade tem sim certo fundamento real e, quem sabe, algum dia podem até ter uma aplicabilidade prática em nosso mundo. É isso que a sagaz colega Camila Picheth descobriu após uma considerável pesquisa que ela gentilmente cedeu para publicação aqui no blog. Afinal, o que são aqueles conceitos que aparecem na abertura de Fringe?

Psicocinesia

É a habilidade de mover e/ou afetar objetos físicos usando apenas o poder da mente. Teoricamente, a psicocinese (ou telecinese) pode se manifestar em qualquer pessoa. Todos possuem faculdades parapsicológicas, mas poucos a desenvolvem. No entanto, a maioria dos parapsicólogos afirmam que tais fenômenos seriam espontâneos, involuntários e incontroláveis, diferente do que acontece, por exemplo, com o Sylar de Heroes. Alguns cientistas já tentaram, e ainda tentam, provar que existem pessoas com essa capacidade, como o cientista Garret Moddel. O que é realidade por enquanto é uma nova tecnologia que pode tornar as pessoas eletronicamente telecinéticas. O projeto consiste em um capacete com eletrodos capaz de captar ondas cerebrais para influenciar o ambiente virtual de alguma forma.

Teletransporte

É a transferência de um objeto de um lugar para outro, de maneira rápida e sem precisar percorrer o caminho normal. Antes idealizado em clássicas séries de ficção, e em Fringe com o incidente envolvendo o Sr. Jones, o teletransporte já se tornou algo real de certa forma. Em 1998, físicos do Caltech (California Institute of Technology), junto a dois grupos europeus, conseguiram teleportar uma partícula de energia que carrega luz, o fóton. No começo de 2009 ano, outro grupo de pesquisadores norte-americanos na Universidade de Maryland teve sucesso em transmitir, pela primeira vez, um átomo pela distância de um metro. Isso quer dizer que em pouco tempo o novo meio de transporte será o teletransporte? Na verdade não. Para chegar no ponto que vimos em Fringe, existe um longo caminho a ser percorrido. Mesmo se os pesquisadores desenvolverem a capacidade de teletransportar um ser humano a vários metros, isso ainda gera um problema maior: quando uma partícula é teleportada, uma cópia identica do objeto é criada no ponto de destino, destruindo o original. Se fôssemos os teletransportados, o que estaria andando pelas cidades seriam nossos clones, pois o original seria, em tese, destruído.

Nanotecnologia

Em uma simples definição, a nanotecnologia consiste no uso de átomos para a construção de estruturas e novos materiais. Hoje diversas áreas como a medicina, a química e a biologia estão associadas com esta nova tecnologia. Ela foi desenvolvida no Japão e já se mostra promissora mesmo em seus primeiros passos, como na produção de biomateriais, chips e nanocompósitos. Um exemplo do que a nanotecnologia pode ser capaz no futuro é um aparelho parecido com um microondas. A nanotecnologia tem o potencial de trazer benefícios em áreas, como nas construções (rodovias ou túneis se autoconstruindo), na alimentação (recriar alimentos a partir do ar e de alguns resíduos), na medicina (nanorobôs capazes de destruir agentes infecciosos ou mesmo reparar o DNA danificado), na ecologia (a limpeza de todo o lixo acumulado no planeta), no espaço (fabricação de foguetes e estações orbitais e até permitir a habitação de outros planetas). Infelizmente, toda essa pesquisa pode ser usada também no armamento de um país. Podem ser criados milhões de mínusculos robôs voadores capazes de se infiltrar em qualquer ambiente e nanovírus capazes de fazer um estrago inimaginável.

Inteligência Artificial

É uma área que busca desenvolver métodos ou dispositivos que tornem sistemas computacionais capazes de simular ou possuir a capacidade humana de raciocinar e resolver problemas. Já existem programas que possuem certo nível de inteligência, como A.L.I.C.E e Allan – alguns chatterbots (programa que responde a perguntas como se fosse um humano); ELIZA (programa que simula um psicoterapeuta) e outro que aprende ao ler textos e jornais públicos, o Córtex. Vários games também utilizam softwares com aplicações desta tecnologia. No entanto, ainda não foi criado (ou anunciado) nenhum programa com total inteligência artificial. Isso implicaria, certamente, em várias questões, até mesmo de ordem ética e moral.

Animação Suspensa

Consiste numa técnica em que o corpo de um organismo vivo é esfriado até que suas funções vitais parem de funcionar e depois retorne a vida sem nenhum tipo de dano. Em 2006, cientistas norte-americanos fizeram um experimento com porcos, simulando um episódio grave que poderia acontecer com seres humanos na mesa de cirurgia. A temperatura corpórea dos porcos foi reduzida até 10ºC com uma solução salina fria, durante vinte minutos. No ano passado, pesquisadores de Massachusetts induziram ratos a animação suspensa durante vários minutos usando sulfeto de hidrogênio. Ambos casos com porcos e ratos foram bem-sucedidos ao reanimarem os animais sem danos. Em 2001, no Canadá, existe o registro de um bebê de apenas um ano de idade que engatinhou para fora de casa numa noite que fazia 0ºC. Sua mãe a encontrou duas horas depois, congelado e sem sinais vitais. Quando chegou ao hospital, foi aquecida e ressuscitada, sem qualquer sequela do acidente. Já em 2006, foi um homem de 35 anos que se congelou durante uma escalada nos arredores do Japão. Ele foi resgatado 24 horas depois, foi considerado morto por não possuir sinal vital, mas ao chegar ao hospital ele simplesmente acordou, novamente sem nenhuma sequela. Todas essas pesquisas fazem que em um futuro talvez não tão distante essa técnica possa ser utilizada em hospitais e no espaço (a Agência Espacial Européia pretende viabilizar tal técnica para uma viajem até Marte prevista para 2030). Atualmente existem algumas indústrias que oferecem uma criogenização após a morte, caso uma cura seja criada para a doença que o matou. Isso não lembra Vanilla Sky?

Matéria Negra

É a matéria que representa em torno de 90% do universo e é responsável pela gravidade necessária para mantê-lo unido. Os outros 10% são a matéria normal, que podemos ver e tocar. Durante muito tempo, a matéria negra (ou matéria escura) não passou de uma teoria, mas em 2006 cientistas norte-americanos conseguiram provar sua existência. Vislumbra-se que tal elemento pode ser decisivo no destino do nosso universo. Observações recentes mostram que o universo está aumentando, o que sugere a possibilidade que todas as galáxias se afastarão umas das outras, tornando o espaço cada vez mais frio e escuro.

Curioso, não é mesmo? Camila Picheth, que compilou estes dados, escreve para o SérieManíacos e recentemente publicou outra matéria interessantíssima sobre os “CSIs Brasileiros“.

Autor: Bruno Carvalho - Categoria(s): Fringe, Notícias Tags: ,
05/08/2009 - 10:02

Paula Abdul Abandona o American Idol

Depois de 8 temporadas à frente da bancada mais famosa dos EUA, a cantora, coreógrafa e juíza jurada Paula Abdul anunciou ontem via Twitter que não participará mais do reality-show American Idol. Nas mensagens dirigidas aos fãs, ela disse: “É com muita tristeza em meu coração que decidi não retornar ao Idol. Sentirei falta de cuidar dos novos talentos, mas principalmente de fazer parte do programa que ajudei a se tornar um fenômeno internacional. Gostaria de agradecer o incondicional apoio e enorme carinho que vocês demonstraram e eu tenho, sem dúvida alguma, os melhores fãs do mundo e eu amo todos vocês”. Os rumores da saída de Abdul são antigos e especula-se que até mesmo a contratação de Kara DioGuardi (a criticada 4ª juíza jurada) já foi feita antecipando esta decisão de Abdul. O motivo da saída não foi oficialmente revelado, mas há semanas sabemos que os executivos da atração e o empresário da artista estavam negociando seu passe no programa e que a principal controvérsia era remuneração. E aí, vão sentir falta de Paula Abdul no American Idol?

Autor: Bruno Carvalho - Categoria(s): American Idol, Notícias Tags: , ,
19/06/2009 - 10:37

FOX Estreia Canal On Demand na Internet

Enfim uma notícia boa para os fãs de séries brasileiros! A FOX International Channels apresentou esta semana a sua TV online com conteúdo on demand chamada Mundo FOX. Embora não seja uma inovação tecnológica, o portal de entretenimento online próprio de uma emissora é novidade no Brasil, já que os grandes sites estrangeiros como o Hulu.com não permitem acesso fora dos EUA. Com o Mundo FOX qualquer usuário da internet poderá assistir gratuitamente e a qualquer momento várias produções dos canais do grupo (FOX, FX, Speed e NatGeo). Os destaques, claro, estão com as séries 24, Prison Break, American Dad, Family Guy, Burn Notice, My name is Earl, Life on Mars, dentre outras, e o melhor é que o conteúdo não está dublado! Eu conferi o streaming e a qualidade de áudio e vídeo é muito boa, apesar de não estar em alta definição. Segundo o executivo de operações da FOX, o serviço ainda permite ao usuário várias funções: desde incorporar o conteúdo em redes sociais até adaptar o fundo da tela, equilibrando a luz e e proporcionando uma melhor experiência ao assistir os vídeos. Além disto, o sistema adapta o vídeo automaticamente conforme a velocidade de conexão do usuário. A iniciativa é muito positiva e, embora esteja longe de derrubar o download não permitido de séries, mostra que o grupo está antenado na tendência do mercado. Seria bom, contudo, que o gap de exibição com os EUA fosse diminuído, pois é completamente inadmissível o público nacional ter que esperar tanto para ver a temporada da série que gosta com a velocidade de transmissão das informações. Ah, embora esta não seja a situação ideal para os olhos da ABTA (a Associação Brasileira das Empresas de TV a Cabo), o site somente exibe reprises das produções e o material inédito deve continuar a ser exibido primeiro na TV. De qualquer forma, vale a pena conferir.

Autor: Bruno Carvalho - Categoria(s): Canais, Notícias Tags: , , ,
15/06/2009 - 00:01

Prison Break: O Fim

Alerta de Spoiler - Brasil
Existe uma razão porque demorei para escrever sobre o final de Prison Break: como um fã saudosista das primeiras temporadas, foi muito difícil ter que me despedir de Scofield e companhia, tendo que reconhecer os erros que a série cometeu. É claro que por ser uma produção com um roteiro imediatista e aberto, os roteiristas precisavam sempre passar batido em certos pontos para que a história se desenvolvesse. Neste ponto eu até concordo com as diversas “omissões” (vamos colocar assim) ao longo dos anos, pois tudo foi feito em prol da diversão e isso era inegável que Prison Break sempre proporcionava. A 3ª temporada veio seguida da greve, colocando o drama em uma delicada situação que precisava de qualquer jeito ser resolvida neste derradeiro ano, por bem ou por mal. Isso não quer dizer, contudo, que os episódios finais foram ruins.

Em Rate of Exchange a narrativa focou no resgate de Sarah e Lincoln, que contou ainda com as usuais reviravoltas e traições, mas mostrando uma Companhia já enfraquecida pelos últimos acontecimentos. Isso foi positivo, já que soaria muito forçado caso a organização fosse desmantelada de uma vez nos instantes finais. Sinal que o roteiro evoluiu e ficou mais equilibrado, mas às custas de um episódio menos impactante e tenso do que o de costume. Felizmente Killing Your Number conseguiu não apenas reverter essa situação, como deu um desfecho satisfatório para inúmeras personagens (incluindo alguns rostos antigos como Sucre, C-Note e até mesmo Kellerman, que não havia morrido como eu suspeitei na época) antes de revelar o que o destino reservou para nossos heróis principais.

O ato final se iniciou com a morte da mãe de Scofield pelas mãos de Sarah e trouxe, enfim, a redenção dos irmãos e a exposição da tal “verdade”, cuja busca custou um incrível número de mortes e sacrifícios. Mas foi o final de tudo que mereceu destaque pela coragem dos showrunners em encerrarem com Scofield morto, trazendo coerência à história depois de muitos anos de pequenas e grandes inconstâncias. A montagem que fizeram, com flashes tristes e alegres misturados, foi tocante e colocou um ponto final e definitivo na saga de forma verdadeiramente satisfatória. Pra mim (e para o canal FOX americano) a série se encerrou aí e desta forma, sem considerar o telefilme que foi produzido e lançado direto em DVD. Teria sido muito melhor deixar a causa mortis de Scofield intocada para nós preenchermos as lacunas sozinhos, já que toda aquela trama sobre a prisão de Sarah foi desnecessária.

Prison Break foi um bom drama de ação. Está longe de ser o melhor que já vimos, mas igualmente distante de ser o pior. O importante é que apesar de tudo eles entregaram o que prometeram, às vezes decepcionando, claro, mas na maioria acertando e surpreendendo a cada “break“.

Cotação Bruno Carvalho:
Episódios exibidos em 15/05/2009 na FOX americana.

Autor: Bruno Carvalho - Categoria(s): Prison Break Tags: , , ,
11/06/2009 - 01:41

Primeiras Impressões: Glee

Alerta de Spoiler - Brasil
A ocorrência e recorrência de certos fenômenos culturais em Hollywood é interessante. De repente, uma série musical é tida por muitos como a mais promissora estreia da próxima temporada, indo na onda dos sucessos High School Musical, Hanna Montana, Camp Rock e cia. Glee, ao meu ver, é apenas isso: uma tentativa de transportar para o mundo “adulto” as produções pré-adolescentes que abocanham milhões na TV e no cinema. Uma tentativa falha, diga-se de passagem, pois o foco é num público (pelo menos em tese) mais maduro. A premissa é bem simplória e mostra a obstinação de um professor colegial em colocar na marra um grupo de jovens esquisitinhos num grande campeonato de musicais intercolegial. As personagens são rasas, estigmatizadas e absolutamente tudo soa clichê e previsível, desde a parte do “casting”, passando pelo momento em que o futuro do projeto é questionado, até a hora em que o professor desistente volta batendo palmas num auditório vazio após ver sem querer o que seus pupilos criaram (como bem lembrou a Claudinha). Estrutura básica de qualquer história estilinho “volta por cima”, mas com muito pouca inventividade. Glee poderia muito bem se passar como um filme da Sessão da Tarde que você assiste com o canto do olho enquanto toma uma lanche. É despretensiosa, sim, mas aborrecida em diversos momentos. Aliás, é muito aborrecida e o que faz desta série não ser um fracasso total são os seus números musicais que acabam empolgando esporadicamente, pois relembram clássicos da década de 80 e que certamente agradarão o público que cresceu nesta época. O problema é que se você tirar as músicas sobra uma comédia rala e se deixarmos apenas as apresentações, se torna cansativa. Assim, não vejo como isso pode durar mais que seis episódios se o ritmo continuar como o desse piloto que foi exibido em forma de “tease” pela TV americana. Mais uma vez parafraseando o Legendado, se esta é considerada a maior aposta da próxima temporada, estamos seriamente perdidos.

Cotação Bruno Carvalho:
Episódio exibido em 19/05/2009 na FOX americana.

Autor: Bruno Carvalho - Categoria(s): Fall Season, Glee, Primeiras Impressões Tags: , ,
03/06/2009 - 00:01

Primeiras Impressões: Mental

Alerta de Spoiler US
Olha, eu juro que tentei. Assisti ao piloto de Mental do início ao fim e com muita boa vontade, sem esperar muito. Produzida pela Fox International e projetada para ser a primeira grande série “mundial”, com estreia simultânea esta noite em vários países, não consigo imaginar este drama emplacando. A premissa… Bem, é essa: um médico insubordinado utiliza métodos controversos e experimentais para tentar diagnosticar e tratar casos difíceis de seus pacientes, enquanto luta de forma silente com seus problemas pessoais e os desafios de conquistar o respeito de sua equipe (que inclui uma severa chefe). Ah, ele ainda invade a casa de seus pacientes à procura de pistas! Não, você não leu errado. Qualquer semelhança com House não é mera coincidência. Acontece que no lugar de um infectologista, temos um psiquiatra e em vez do talentoso ator britânico Hugh Laurie, temos o carismático, porém limitado, ator australiano Chris Vance (o Whistler de Prison Break). Absurdas, também, as comparações desta série rasa com a imensamente profunda In Treatment. O piloto de Mental, com apenas 42 minutos, parece ter umas três horas de duração.

Foi com muita surpresa que assisti ao episódio de estreia de uma série procedimental que fosse tão arrastado como este. A trama, que não é nada complexa e muito pouco técnica, simplesmente não flui. Recém contratado num grande hospital de Los Angeles, o Dr. Jack Gallager tem o desafio de assumir o cargo e já chega abalando, pois precisa ficar nu para acalmar o seu primeiro paciente que enxerga as pessoas como lagartos em suas crises. “Nossa, ele não tem medo de se expor ao ridículo no primeiro dia, tudo pela medicina“, aponta uma personagem constatando o óbvio e denotando o nível que o roteiro segue. Mas o pior de tudo é que Mental não tem identidade e soa vazia, assim como o apagado elenco coadjuvante e as igualmente insossas e nada inspiradas locações. O protagonista em si é fraco e Vance não convence com o excesso de maneirismos para mostrar o tempo todo que é “diferente” como se fosse o Patrick Jane de The Mentalist, mas sem sucesso. Enfim, por se tratar de uma série “mundial” com essa peculiaridade de produção, pode até ser que ela perdure, mas não no mercado americano. Numa primeira impressão, não recomendo. Existem milhares de dramas médicos e/ou procedimentais melhores pra se ver.

Cotação Bruno Carvalho:
Episódio será exibido esta noite, 03/06/2009, em todos os países da FOX International.

Autor: Bruno Carvalho - Categoria(s): Mental Tags: , , ,
01/06/2009 - 00:01

24 Horas: 06:00am – 8:00am

Alerta de Spoiler - Brasil
As duas últimas horas de mais um dia de Jack Bauer transpareceram o desgaste da temporada nesta reta final, que definitivamente não correspondeu ao nível que começou. Se nos primeiros capítulos a repetição de fatos não incomodava pelo empolgante e promissor ritmo que estava sendo desenvolvido, mas Jack passando mal apenas nos momentos “convenientes” e a participação risível de Kim Bauer conseguiu eliminar toda a força dramática que fora criada. Afinal, sabemos que o herói não vai morrer e usar o debilitado estado de saúde dele como um “major cliffhanger” é um tremendo anti-clímax. De fato, as coisas começaram a desengrenar com a morte de Jonas Hodges, que personificava muito bem um dos melhores vilões que a série já teve. A partir daí a ameaça ficou sem nome e a súbita ascensão de Tony Almeida como bad boy não convenceu ninguém. Este final de temporada passou batido, porque de uma hora pra outra o novo “chefão” apareceu e logo foi capturado, sem dar tempo para que a tensão tomasse conta, tendo em vista o cronômetro que inevitavelmente marcaria o fim.

Parece até que faltou tempo para concluir de forma satisfatória os vários arcos. Apenas gostei muito do desfecho da história de Olivia Taylor e a atitude corajosa que a presidente tomou, com um destaque para a excepcional interpretação da atriz Cherry Jones. Mas com relação à “vitória” em si, as cenas do combate derradeiro soaram improvisadas e apressadas. Mesmo assim, preciso reconhecer os méritos desta temporada, que no geral conseguiu manter o nível das demais. 24 nunca foi aquela produção com um texto “brilhante” ou diálogos profundos e isso não é algo necessariamente ruim quando existem outros atributos que se destacam. Este continua sendo um bom drama de ação imediatista que, no entanto, provou ao longo dos anos ter uma fórmula linear, com tendência à repetição e pontuais altos e baixos que no fim se compensam. Sem dúvida é uma boa diversão, mas já não anseio tanto assim por mais uma longa jornada como essa. Quem sabe já está na hora de Bauer pensar num plano de aposentadoria… Será que o governo dos EUA cobre?

Cotação Bruno Carvalho:
Episódios “Day 7: 06:00am – 07:00am” e “Day 7: 07:00am – 8:00am” exibidos em 18/05/2009 na FOX americana.

Autor: Bruno Carvalho - Categoria(s): 24 Horas Tags: , , ,
27/05/2009 - 00:01

Fringe: Admirável Mundo Novo

Alerta de Spoiler - Brasil
Desde a sua concepção, Fringe é uma série convictamente de ficção científica com profundas raízes na parte empírica, mesmo quando exibe as situações mais bizarras que são investigadas pela Divisão de Ciência Marginal do FBI. Acontecimentos impossíveis e fenômenos improváveis ocorreram neste bizarro universo e formam o tal padrão, que até então atribuíamos à poderosa Massive Dynamic. Mas o atentado à vida de Nina Sharp mudou muita coisa e começou a desencadear uma série de situações reveladoras. A resposta para a grande maioria dos chocantes mistérios é ao mesmo tempo simples e intrigante: existe mais de um de tudo. “Todos os dias a vida nos apresenta a uma variedade de escolhas e cada escolha que fazemos cria uma nova realidade”, revelou Walter Bishop. O que acontece, então, com o caminho que não escolhemos? Em Fringe a resposta não está num flash do passado ou do futuro, e sim num quase inacessível presente de uma realidade alternativa. O perigoso Robert Jones quis desesperadamente saber, embora seus motivos ainda sejam desconhecidos.

Mas quem garante que o tal vilão, que agora parece ser o homem por trás do padrão, não está movido por algo tão nobre como o amor de um pai que perdeu um filho de apenas sete anos? Pra mim a maior revelação desde incrível capítulo foi a da precoce morte de Peter, transparecendo todo o sacrifício que Walter fez em sua vida para resgatar uma “versão alternativa” do garoto que adoecera severamente quando criança. O ato final da temporada transcendeu a barreira do factível e foi além de uma forma que sinceramente eu jamais esperava. Olivia Dunham já mostrou ser uma espécie de condutora especial devido ao tratamento que foi submetida quando ainda jovem pelo próprio Dr. Bishop, e foi com a mesma admiração que ela que eu e provavelmente grande parte dos espectadores e fãs desta série ficaram quando a vimos de frente para William Bell em pessoa num andar do World Trade Center. Não, ela não voltou no tempo: simplesmente está num lugar onde o destino tomou um novo rumo. Um lugar que não é necessariamente melhor do que o mundo que ela veio. É apenas diferente.

Com apenas alguns frames, Fringe não só respondeu uma enorme quantidade de perguntas, como abriu espaço para novas e interessantíssimas possibilidades para a 2ª temporada, como se a série realmente tivesse magicamente saltado do 12º para o 14º andar de um prédio. Em Nova York, muitas edificações são construídas sem fazer menção ao 13º pavimento por pura superstição. Isso, contudo, não quer dizer que ele não existe. Como eu disse acima, é bem simples: estávamos diante dele o tempo todo e apenas não sabíamos.

Cotação Bruno Carvalho:
Episódio “1×20: There’s More Than One of Everything” exibido em 12/05/2009 na FOX americana.

Autor: Bruno Carvalho - Categoria(s): Fringe Tags: , , ,
26/05/2009 - 00:01

A Semana em Série

Alerta de Spoiler - Brasil
24 “7×22: Day 7: 05:00am – 06:00am”: Esta hora foi consideravelmente superior à anterior com a perseguição que Jack e Rene conduziram no metrô em cenas que imediatamente remeteram à grandes filmes de ação imediatistas como Velocidade Máxima e Duro de Matar: A Vingança. Uma coisa que 24 sabe fazer muito bem é criar constantes momentos de puro desespero, como quando a vítima do ataque terrorista pede ajuda ao guarda que, na verdade, fazia parte de toda a operação. Outra história paralela que está sendo muito bem desenvolvida é a de Olivia Taylor e a desconfiança do agente Aaron Pierce (que ela mesmo contratou) sobre seu envolvimento na morte de Jonas Hodges, algo que pode muito bem desmantelar toda a administração Taylor. Mas eis que chega o ato final com Jack salvando o dia e Kim Bauer caindo mais uma vez nas garras do inimigo, o que seria trágico se não fosse a ducentésima vez que isso acontece na série. Aquilo foi cômico, ainda mais quando descobrimos que o agente que ela achava que a estava perseguindo trabalhava (e mal) para sua proteção. Enfim, a hora chegou ao fim e Jack está mais uma vez na sinuca de bico sendo coagido para salvar o seu atual rival. Que pena que 24 deu uma ótima volta para então chegar no lugar onde já esteve.
Cotação Bruno Carvalho:
Episódio exibido em 11/05/2009 na FOX americana.

How I Met Your Mother “4×23: As Fast as She Can”: Depois do ótimo Right Place, Right Time da semana anterior, este episódio de How I Met Your Mother veio como um balde de água fria em todos os fãs da série, pois ignorou grande parte da storyline que fora desenvolvida, que dava a entender que após aquele momento os eventos que levaram Ted a conhecer a sua mulher seriam intensificados. Não. Em vez disso, a série descaradamente voltou ao lugar-comum com historinhas batidas (a tal aposta com as multas de trânsito, que se estendeu além da conta) e uma enrolação sem tamanho com o caso de Tony, o marido de Stella, tentando arrumar um emprego para o Mosby. Parece que trouxeram a loira de volta só para dar aquele cliffhanger, já que participação dela não teve o menor sentido e não serviu em nada para a trama. Isso sem contar na ceninha do “abatedouro” à la Hannibal Lecter, que soou como uma esquete barata de um humorístico de segunda linha. How I Met Your Mother perdeu o tom mais uma vez e os episódios bons agora passaram a ser a exceção, e não a regra, como antes eram.
Cotação Bruno Carvalho: Half Star
Episódio exibido em 11/05/2009 na CBS americana.

Gossip Girl “2×24: Valley Girls”: O que a ganância de Hollywood não faz, não é mesmo? No desespero de extrair mais dinheiro de Gossip Girl, o canal CW encomendou uma espécie de “piloto” dentro da série original para derivar Valley Girls. Por sorte, parece que essa ideia não vai mais pra frente, porque este episódio foi completamente desperdiçado com uma historinha fraca e aborrecida sobre o passado de Lilly VanDer Woodsen, uma personagem sem carisma e nada relevante, no presente ou no passado. Tudo bem que a ambientação nos anos 80 ficou muito legal, mas somente a parte técnica foi positiva. Do ponto de vista criativo, tentaram fazer uma espécie de “link” entre mãe e filha como forma de justificar as impensadas atitudes de ambas, mas sem o menor sucesso. O episódio ainda estragou o acontecimento que deveria ser o ponto alto de qualquer série teen: a antecipada noite de formatura do colegial. No fim das contas, tudo ficou estagnado e o final prorrogado. A narração final da ótima Kristen Bell resumiu muito bem este insosso capítulo: “(…) às vezes o melhor a fazer é se desculpar e deixar o passado ficar pra trás (…)”. Depois deste dispensável episódio, isso o mínimo que eu espero do season finale.
Cotação Bruno Carvalho:
Episódio exibido em 11/05/2009 na CW americana.

Com os anúncios do próximo Fall Season, os principais canais abertos encerraram a temporada e agora poucas séries mainstream permanecem no ar. Por isso, este será o último post Semana em Série do Mid Season. É claro que em breve começam as estreias do verão americano, com muita coisa boa voltando. Assim, a cobertura em blocos será interrompida até que as produções em volume retornem. Como teremos mais tempo a partir de agora, resolvi dedicar as próximas semanas para comentários mais completos dos Season Finales em posts separados, como vários de vocês pediram. Falarei nos próximos dias sobre os finais de temporada de 24, Fringe, Gossip Girl, Grey’s Anatomy, How I Met Your Mother, The Big Bang Theory, The Office, 30 Rock e Prison Break (e do telefilme!). Ah, e conforme prometido o Season Pass 2009 está chegando! Fique ligado!

Autor: Bruno Carvalho - Categoria(s): 24 Horas, A Semana em Série, Gossip Girl, How I Met Your Mother Tags: , , , , ,
25/05/2009 - 00:01

Kris Allen, o American Idol 2009

Incoerente. Essa é uma boa palavra pra resumir o resultado final de American Idol, que consagrou Kris Allen como o vencedor. Ao longo dos últimos meses testemunhamos o surgimento e ascensão de um verdadeiro astro da música, Adam Lambert, que nos surpreendeu semana após semana com apresentações versáteis, criativas, inovadoras e com um vozeirão que não faz feio nem perto de grandes lendas do rock como Freddie Mercury, Steven Tyler, Brian Johnson e Robert Plant. Ora, quando o próprio vencedor da atração vira e diz que ele não deveria ter ganhado, é porque tem alguma coisa muito errada aí. Este resultado praticamente anulou um ótimo ano de American Idol, como não víamos há muito tempo. Repleta de bons talentos vocais, desde a unique Megan Joy até o simpático Danny Gokey, a temporada seguiu numa crescente indicando sempre o óbvio: o troféu era do Adam. Mas então o que aconteceu? Muitos colunistas disseram que a final seria decidida por uma legião de pré-adolescentes encantadas com o rostinho bonito de Allen e o próprio Adam chegou a dizer em uma coletiva que sua orientação sexual e a exposição de seu passado drag provavelmente podem ter influenciado a votação. Teria a chamada “middle America” preterido-o por ser homossexual? Só podemos especular, pois até a porcentagem de votos que anualmente é revelada, este ano está sendo mantida sob sigilo.

Com relação à final em si, notadamente sobre a parte técnica, a atração foi impecável e irrepreensível. Os diversos números musicais com os finalistas evidenciaram o cuidado da produção em pareá-los vocalmente com os artistas convidados, fora Kara DioGuardi de biquini… Foram excelentes os pocket shows como os de Fergie e os Black-Eyed Peas, Carlos Santana, Jason Mraz, mas é claro que o grande destaque da noite foi a mega apresentação do Kiss com Adam Lambert. A direção foi eficiente, os quadros (incluindo os divertidos Golden Idols) foram fluídos – o que raramente acontece em programas ao vivo – e a noite foi apoteótica e grandiosa como nunca. É uma pena que todos os ensaios, as luzes, os efeitos e recursos utilizados no final foram em vão, porque coroaram o ídolo errado mais uma vez. Não acho que foi nenhum demérito do Kris ter levado, pelo contrário. A incoerência veio do povo. Kris conseguiu vencer o favorito considerado por Simon o melhor cantor a subir naquele palco. Foi esperto, soube escolher bem as suas músicas e encontrar o seu nicho com suas versões acústicas de sucessos. Ele é talentoso, mas sua vitória explicitou o que eu venho dizendo há várias temporadas: há uma falha no processo do American Idol que por diversas vezes compromete a integridade da atração. Desde a vitória de Ruben Studdard na segunda temporada sou um defensor de que os juízes deveriam ter um poder decisório maior, de forma a guiar melhor todo o processo. Clay Aiken, Katherine McPhee e, agora, Adam Lambert agradeceriam.

Gene Simmons Quer Adam Lambert em Turnê com o KISS!

O American Idol mal acabou e Adam Lambert já recebeu uma proposta praticamente irrecusável. Gene Simmons, o vocalista da antológica banda KISS convidou o ex-participante para realizar uma turnê com a banda. E não é um gig para simplesmente abrir os shows, não. Simmons quer que Adam coloque armadura e maquiagem como se fosse um novo integrante, do jeito que os fãs da banda gostam: “tem que ser grandioso, forte, tem que ir com tudo“, revelou. O vocalista ainda disse que o convite está de pé pra quando ele quiser, pois sabe que Adam estará comprometido nos próximos meses com a turnê American Idol Top 10 Live, que percorre todos os EUA. “Ele pode começar quando ele quiser“, completou. Adam disse em resposta que adoraria participar e que seria uma honra pra ele. Ele ainda agradeceu muito o convite, mas por enquanto nenhum acordo foi oficializado.

Queen Também Almeja Adam Lambert nos Vocais!

É mole? Mesmo sem vencer a atração, duas das maiores bandas de rock do mundo estão querendo Adam Lambert. Com a anunciada saída de Paul Rodgers, que temporariamente retornou para uma turnê mundial, o guitarrista Bryan May e o bateirista Roger Taylor disseram formalmente que querem o jovem cantor no mesmo posto que um dia foi de Freddie Mercury. A fonte da notícia é a revista especializada Rolling Stone, que reportou com exclusividade o interesse dos integrantes remanescentes da banda no “vice-Ídolo”: “definitivamente queremos ter uma conversa significativa com ele“, afirmou May. Nada contra Kris Allen, mas duas ofertas desse nível não é pra qualquer um…

Autor: Bruno Carvalho - Categoria(s): American Idol Tags: , , , , ,
20/05/2009 - 00:01

A Semana em Série da Semana Passada!

Alerta de Spoiler - Brasil
24 “7×21: Day 7: 04:00am – 05:00am”: Nesta temporada de 24, como acontece em várias, raramente os episódios destoam muito um do outro, graças à narrativa fluida em tempo real. Mas na vigésima primeira hora a série deu um forte sinal de desgaste com Tony Almeida comandando uma farsa contra um muçulmano inocente, talvez mais porque o ator Carlos Bernard não consegue convencer tanto assim como vilão (e ainda acredito que ele não seja) do que pela trama em si. Fica cada vez mais latente, também, a sensação de que já vimos tudo aquilo que aconteceu e, pelo avançar da hora, não está mais legal. A indefinição do estado de saúde de Jack incomoda e o clima de tensão que deveria estar nas alturas, desaponta. A hora passou e foi um danado de um filler. Essa temporada empolgou tanto no início que parece que nem os próprios roteiristas estão dando conta de se superar. Tomara que os próximos provem o contrário.
Cotação Bruno Carvalho: Half Star
Episódio exibido em 04/05/2009 na FOX americana.

Gossip Girl “2×23: The Wrath of Con”: Só eu que achei este episódio de Gossip Girl uma “tremenda confusão”? Então quer dizer que Gabriel não foi o arquiteto do plano, e sim Poppy, mas mesmo assim os dois continuam andando livremente pelo Upper East Side de NY como se nada tivesse acontecido? E o que foi aquilo de Lilly mandando prender a própria filha para “protegê-la de um escândalo”? Eu hein! Se ela iria pegar a bandida, como a reputação da jovem socialite ficaria manchada? Pra piorar, o incoerente Rufus novamente deixou seu orgulho falar mais alto e deixou de fazer o pedido de casamento, tudo por causa de uma bobagem. Aliás, a história destes dois, que será mostrada em um flashback no próximo episódio, tem que ser muito boa (até mesmo se virar o tal spin-off), pra poder explicar o porque de tanta mágoa e instabilidade entre os dois. Poxa, Lilly tem fundos ilimitados! Custava tanto assim pro cara deixar que a mulher que ama ajude a pagar a faculdade de seus filhos? Enfim, o bom ritmo de Gossip Girl foi quebrado com estas inconsistências no roteiro que atrapalham. Vamos ver no que vai dar…
Cotação Bruno Carvalho:
Episódio exibido em 04/05/2009 na CW americana.

Fringe “1×19: The Road Not Taken”: Foi através da espetacular montagem inicial com os vários casos desta temporada que Fringe iniciou o seu penúltimo e decisivo episódio, assumindo e explicitando ao FBI o manifesto do movimento ZFT como a causa do Padrão. Ainda sem nem mostrar a cara de William Bell, a série estabeleceu esta figura como uma das mais misteriosas desta atual leva de produções e fico sem saber o que esperar a partir deste momento. Outro fator extremamente positivo é o destaque central da trama ser uma mulher – Olivia Dunham – na contramão de grandes dramas onde uma figura masculina é apontada como o “the one“. Ela é a escolhida aqui, sem dúvida alguma, notadamente agora que está enxergando além da capacidade humana normal, como explicou o Dr. Bishop: ao tomar um novo rumo, os dejá vús de realidades alternativas se tornaram cada vez mais frequentes e ela passou a vivenciar os incidentes de maneira única, como se realmente tivesse poderes. Ah, e se antes tínhamos plena certeza de que a Massive Dynamics estava envolvida em toda esta tramóia, o atentado contra Nina Sharp deu a entender que estamos falando de algo ainda maior e incompreensível. A guerra está prestes a começar e eu nem sei quais são os lados!
Cotação Bruno Carvalho: Half Star
Episódio exibido em 05/05/2009 na FOX americana.

Grey’s Anatomy “5×22: What a Difference a Day Makes”: Pra quem está no limite da vida, realmente um dia faz toda a diferença, especialmente se este é o dia do seu casamento. Mas ao contrário do que todos nós poderíamos esperar, a cerimônia do 100º episódio de Grey’s Anatomy não foi para Meredith e Derek, e sim para Izzie e Alex. Toda a jornada da loira está sendo apresentada de forma fenomenal, permitindo que os espectadores se despeçam dela um pouquinho a cada episódio e a cada fio de cabelo que inevitavelmente começará a cair. Imagino que tudo realmente esteja caminhando para isso, pois não faria nenhum sentido mergulharmos numa intensidade dramática tão forte para depois ela seguir vivinha e feliz da silva. Ainda que casada com Alex, é com Denny Duquette que ela deverá se encontrar em breve. A marca de cem episódios hoje é comemorada por toda a série que consegue atingí-la, pois está cada vez mais difícil fazer televisão, ainda mais do nível de Grey’s Anatomy. Parabéns à Shonda e a todo o elenco e equipe por fazerem um dos melhores dramas da atualidade!
Cotação Bruno Carvalho:
Episódio exibido em 07/05/2009 na ABC americana.

Prison Break “4×20: Cowboys and Indians”: Passamos tanto tempo vendo séries com personagens pluridimensionais, que às vezes esquecemos que é possível que as coisas sejam apenas o “preto no branco” e que Christina Scofield pode simplesmente ser uma pessoa má e mesquinha, capaz de fazer o que fez com o próprio filho (ainda que adotivo). Isso não diminui em nada a força dramática da série que retornou ao jogo de gato e rato, com Michael e Lincoln juntos e novamente cercado por tudo e por todos, no meio de um complicadíssimo jogo de poder. Esse, inclusive, sempre foi o grande mérito da série, trazendo ação inteligente e de perder o fôlego. Cowboys and Indians, ainda assim, foi além. Superado o incidente internacional, a armação e com Scylla nas mãos, Scofield foi colocado na situação mais impossível da série até agora, sendo obrigado a escolher entre duas pessoas que ama incondicionalmente, sem tempo para bolar algum plano para sair dessa. Prison Break voltou a brilhar!
Cotação Bruno Carvalho:
Episódio exibido em 08/05/2009 na FOX americana.

Autor: Bruno Carvalho - Categoria(s): 24 Horas, A Semana em Série, Fringe, Gossip Girl, Greys Anatomy, Prison Break Tags: , , , ,
19/05/2009 - 06:01

American Idol: Adam x Kris

Apesar de ter uma boa voz e uma personalidade agradável, Danny Gokey artisticamente era o mais limitado dos concorrentes que sobraram nesta reta final de American Idol e sua eliminação não apenas foi justa, como esperada. Sem seguir um estilo musical conciso, Danny saiu atirando para todos os lados, acertando em certos momentos, mas dançando (desesperadamente) em vários outros. Sua participação, enfim, foi irregular e depois da música que ele “sofreu” de Paula Abdul combinado com aquela versão enfadonha de You Are So Beautiful, não teve mais jeito. Kris Allen, por exemplo, não tem uma voz tecnicamente melhor que a de Gokey, mas o jovem consegue trazer semana após semana performances que entretêm, especialmente quando ele interpreta a música ao invés de simplesmente cantá-la com arranjo de fanfarra como seu colega mais velho fazia. Idol não é um simples show de calouros e sim um concurso que busca pelo ídolo pop da música. Por falar nisso, por mais que eu goste de Adam, reconheço que essa semana ele não brilhou da forma costumeira e suas apresentações foram ligeiramente indulgentes (sendo que Cryin’ foi tão copycat quanto Apologize). Ainda assim, ele continua sendo meu favorito pra vencer, mas a primeira música que corri pra baixar no iTunes foi a versão de Kris para Heartless. Aliás, total bola fora de Randy Jackson ao dizer que ele foi melhor que o original de Kanye West e que a rendition que o The Fray recentemente fez. Além de ser desrespeitoso com os intérpretes (inclusive com Kris, deixando-o numa situação complicada), a comparação que Randy fez foi esdrúxula, pois a música apenas foi cantada em um estilo diferente e com uma pegada “acústico pop” que nada lembra o Hip Hop. O Top 2 foi justo, Kris e Adam conquistaram este lugar por mérito e não por sorte e a batalha promete ser interessante. Hoje à noite darei um jeito de saber os números para votar em Adam, já que amanhã (ou domingo, para os que acompanham com o Brasil) quero vê-lo como o American Idol. E vocês, quem querem que vença?

Autor: Bruno Carvalho - Categoria(s): American Idol Tags: , , , , ,
14/05/2009 - 20:42

Dollhouse: A Compra e Venda do Livre Arbítrio [+Renovação!]

Alerta de Spoiler - Brasil
Acabou a saga de Echo. Esse provavelmente será o Series Finale de Dollhouse, uma série que definitivamente não foi feita para a TV aberta norte-americana. Joss Whedon foi extremamente eficaz ao contar uma história interessante, rica e condensada em apenas doze episódios. Uma série sobre pessoas que não estão perdidas numa ilha ou no tempo, mas sim no meio de uma sociedade moderna e complicada. Não falo inicialmente de Caroline e dos vários “dolls” que se venderam para a obscura Casa de Bonecos. Falo de Paul, que através da obstinação em salvar alguém que nunca viu (e que não pedia pra ser salvada), não conseguia perceber que era ele mesmo quem estava clamando por ajuda. É claro que não foi possível aparar todas as arestas neste episódio final, mas mesmo sem saber se a série iria continuar ou não, os principais pontos da história tiveram uma conclusão satisfatória e incluo aí o destino de Echo. Depois de toda a confusão com Alpha, a trama mergulhou na filosofia do que é feito por aquela organização através da ativação de Caroline no corpo de uma estranha, fazendo com que ela presenciasse qual foi o fruto do contrato que ela voluntariamente assinou. Afinal, o ser-humano tem o direito de dispor de seu lívre arbítrio, vendendo-se para uma corporação? Podem os direitos fundamentais que foram duramente conquistados ao longo da História serem alienados desta forma? Esta, invariavelmente, foi a pergunta que Dollhouse fez neste final, sem nem mencionar os escrúpulos (ou falta destes) da tal Casa. Às vezes penso que os mais beneficiados por tudo isso são os próprios “dolls”, mas a que preço? Existe um preço para o corpo, a mente e o livre direito de ir e vir? É uma pena que Whedon não terá a chance de responder sua própria premissa. Com isso vários arcos se fecharam e outros precisarão ficar em aberto na cabeça do espectador. Embora lacônico, o fim deixou claro que uma boa história foi contada, continuando ou não. Se existe 0,1% de chance de Dollhouse ser renovada, me agarrarei a esta possibilidade, pois foi uma das melhores coisas que a TV exibiu este ano. Eu adormeci?

Cotação Bruno Carvalho:
Episódio “1×12: Omega” exibido em 08/05/2009 na FOX americana.

ATUALIZAÇÃO 15/05/2009 – 21:30: Dollhouse foi renovada para a 2ª temporada pela FOX americana, reportaram o E! Online e o TheLiveFeed! \o/!

Autor: Bruno Carvalho - Categoria(s): Dollhouse Tags: , ,
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