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	<title>LiGado em Série, com Bruno Carvalho &#187; entrevista</title>
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	<description>o blog de séries e TV do iG!</description>
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		<title>Alan Ball em Entrevista Imperdível Sobre True Blood!</title>
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		<pubDate>Mon, 28 Sep 2009 03:01:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Carvalho</dc:creator>
				<category><![CDATA[True Blood]]></category>
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		<description><![CDATA[A saga de Sookie Stackhouse e Bill Compton não acabou, é claro, já que a HBO não seria maluca de não renovar True Blood para mais uma temporada! Se você ainda não leu, acesse os nossos comentários sobre o final da 2ª temporada que foi simplesmente ARREBATADOR! Por isso, no meio de todo esse hype [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify"><img class="size-full wp-image-9464 alignleft" src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2009/09/comment1140.jpg" alt="comment1140" width="275" height="210" />A saga de Sookie Stackhouse e Bill Compton não acabou, é claro, já que a HBO não seria maluca de não renovar <strong>True Blood</strong> para mais uma temporada! Se você ainda não leu, acesse os nossos comentários sobre o final da 2ª temporada que foi simplesmente ARREBATADOR! Por isso, no meio de todo esse <em>hype</em> (merecido e justificado) em torno da série, o criador do melhor drama vampiresco já visto na telinha, Alan Ball (que por sinal é o criador da melhor série de todos os tempos, <strong>Six Feet Under</strong>) respondeu algumas questões dos fãs e do site TV Squad. Além de revelar alguns detalhes sobre a nova temporada, Ball demonstrou muita lucidez ao falar sobre sua criação e definitivamente provou porque ele está na &#8220;Categoria A&#8221; de <em>showrunners </em>atuais. A tradução foi gentilmente cedida pelo blog especializado em True Blood, o excelente <a href="http://fangtasiabrasil.blogspot.com/" target="_blank">Fangtasia Brasil</a>, e o texto contém ligeiros <em>spoilers</em>, mas nada comprometedor. Apenas deixe para ler depois caso você ainda não terminou de assistir a 2ª temporada, ok?</p>
<p style="text-align: justify">Leia a entrevista completa após o <em>jump</em>:</p>
<p style="text-align: justify"><span id="more-9463"></span></p>
<p style="text-align: justify">
<p style="text-align: justify"><strong>Alguns leitores sentem que a série não é fiel aos livros. O que você pensa sobre isso?<br />
<span style="font-weight: normal">Eu acho que um livro e um programa de televisão são dois tipos diferentes de mídia. Se eu seguisse fielmente os livros, a série seria só sobre a Sookie, porque é ela quem narra a história, e os outros personagens mal iriam aparecer. O Jason só apareceria no bar para abraçar a Sookie e fazer com que todos pensassem que ele amava a irmã dele para, assim, conseguir pegar alguém. A Tara não teria aparecido até essa temporada e seria branca. O Lafayette estaria morto&#8230; Então tudo que eu posso dizer para essas pessoas é que a série é baseada nos livros, mas não é uma adaptação literal deles. Eu estou fazendo o que acredito ser o melhor para transformar essa história numa série de TV. Outra coisa: se eu só seguisse os livros, não haveriam surpresas. Você saberia exatamente o que estaria por vir. Então, pessoalmente, eu não vejo benefício algum em fazer uma cópia exata deles para a TV.</span></strong></p>
<p><strong> </strong>
</p>
<p style="text-align: justify"><strong> </strong><strong>Qual é o processo criativo que você utiliza para decidir quais histórias e personagens vai seguir?<br />
<span style="font-weight: normal">Bem, a Sookie narra os livros, então a história dela já é automaticamente contada. No início de cada temporada nós consultamos os livros e pegamos os pontos que adoramos e os pontos que acreditamos que dariam bons cliffhangers em finais de episódios. Então nós começamos a encaixar os outros personagens, porque, apesar de a Anna ser a estrela e a Sookie ser a personagem central, a série tem que ser um conjunto. Isso é uma das coisas que eu adoro: temos vários personagens e espaço para todo mundo. Às vezes, nós olhamos para algo que acontece nos livros e pensamos “talvez isso ficasse melhor se nós mudássemos”. Por exemplo, no primeiro livro, quando o Longshadow ataca a Sookie, é o Eric quem o mata com uma estaca. Havia algo vago ali, como &#8220;Oh, o Eric está encrencado. Ele vai ter que andar na prancha&#8221;. Nos pareceu mais dramático, no mundo da nossa série de TV, se Bill fosse quem o matasse. O Eric foi apresentado meio que na periferia de Bill e Sookie e só agora ele se tornou um personagem auto-suficiente. Nós ainda escolhemos a pior punição possível para o Bill, que foi ser obrigado a fazer um vampiro. Agora, nós temos essa menina doida, ex-cristã, educada em casa e anti-social, que virou uma vampira, a qual eu acho uma personagem fantástica.</span></strong></p>
<p style="text-align: justify"><strong>A Jessica é maravilhosa.<br />
<span style="font-weight: normal">E, mais uma vez, se nós tivéssemos sido fiéis aos livros, nós não teríamos a Jessica. Então, para as pessoas que amam os livros, vocês sempre os terão. Nós não estamos tirando nada daquilo de vocês.</span></strong></p>
<p style="text-align: justify"><strong>O Eric terá maior expressividade na terceira temporada? Ele e a Sookie vão ficar juntos?<br />
<span style="font-weight: normal">Eu não posso te dizer se eles vão ficar juntos, porque isso estragaria a surpresa. Mas se você veio acompanhando a segunda temporada, viu que o Eric definitivamente tem feito coisas para deixar a Sookie mais suscetível a ele. Ele realmente a quer, só não sabe por que. Eu acho que é mais profundo do que “eu a quero porque o Bill Compton a tem”, embora tenha um pouco desse sentimento nisso, porque o Eric é totalmente um “macho alfa”.</span></strong></p>
<p style="text-align: justify"><strong>Todos estão fantásticos na série. Eu não sei como você conseguiu juntar todas essas pessoas, encaixadas em papéis perfeitos para cada uma. Você já tinha alguns atores em mente?<br />
<span style="font-weight: normal">De maneira alguma. Eu não trabalho dessa forma. Para mim, o personagem é auto-suficiente quando estou escrevendo e, naquele ponto, eu já havia lido seis livros da Charlaine que me deixaram perfeitamente claro quem os personagens eram. O mais importante para mim é encontrar a pessoa que pode habitar espiritualmente aquele papel, que preencha a essência do personagem, e não quem é completamente igual ao personagem descrito nos livros. Eu tenho sorte, porque quando você trabalha com a HBO, você não tem um comitê de pessoas se metendo nas suas decisões. Não tem ninguém falando “olha, você tem que escalar gente conhecida, porque senão ninguém vai assistir à série”. Então, não sou obrigado a escalar apenas rostos familiares, o que eu adoro, porque assim você pode ir conhecendo o personagem sem ficar pensando “ah, é aquele cara daquela série!” Admito, todos sabiam quem Anna Paquin era, mas eu acho que ela se reinventou.</span></strong></p>
<p style="text-align: justify"><strong>É o trabalho em equipe que consegue entregar esta excelente série?<br />
<span style="font-weight: normal">O que é interessante sobre </span>True Blood<span style="font-weight: normal"> é que, diferente de </span>Six Feet Under<span style="font-weight: normal">, a série é divertida, muito divertida. Eu nunca trabalhei com esse gênero, então tudo isso é meio novo pra mim. Como um contador de histórias, eu certamente tenho várias portas diferentes para serem abertas, portas que eu não tinha com </span>Six Feet Under<span style="font-weight: normal">. Nós realmente gostamos de ir trabalhar. Nessas últimas semanas eu estive trabalhando com os escritores no episódio de estreia da terceira temporada e eles querem escrever mesmo de férias, o que é ótimo, porque eu gosto de ser muito organizado. Normalmente, estamos quatro ou cinco episódios à frente e eu não sei trabalhar de outra forma. Eu conheço um monte de series que trabalham no estilo “toma, aqui está o roteiro”, bem antes da filmagem. Eu teria um ataque do coração. A ansiedade seria demais para mim, eu não tenho tanta coragem assim.</span></strong>
</p>
<p style="text-align: justify"><strong><span style="font-weight: normal"><img class="aligncenter size-full wp-image-9473" src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2009/09/comment1141.jpg" alt="comment1141" width="660" height="222" /></span></strong></p>
<p style="text-align: justify"><strong>Quais as principais diferenças sobre escrever Six Feet Under e </strong><strong>True Blood?<br />
Six Feet Under<span style="font-weight: normal"> era sobre luto e sobre viver com o luto, enquanto </span>True Blood <span style="font-weight: normal">é apenas escapismo. Nós realmente tentamos enraizar as relações e os personagens de modo a faze-los compreensíveis e psicologicamente aceitáveis, com atitudes que nós possamos reconhecer. Mas, você sabe, estamos falando de vampiros e caras que se transformam em cachorros…</span></strong></p>
<p style="text-align: justify"><strong>Você pode nos dizer alguma coisa sobre a terceira temporada?</strong><br />
Bom, o livro está aí pra quem quiser ler, então não vou estar fazendo nenhuma grande revelação se disser quer vamos conhecer o Rei Vampiro do Mississippi, Russell Edgington. E nós encontraremos lobisomens pela primeira vez. Nós só ouvimos falar sobre eles, mas vamos conhecê-los de fato. E eu estou muito empolgado com uma personagem chamada Debbie Pelt, que será a ex-namorada de um cara que está ajudando a Sookie a tentar encontrar o Bill. Ela é muito divertida. Mas há outros ótimos personagens também. Todos estarão passando por uma crise de identidade na terceira temporada – O que eu sou? Quem eu sou? O que é a minha vida? Ela é o que eu quero que ela seja? Como eu faço ela ser o que eu quero que ela seja? Quais são meus reais valores? E algumas pessoas vão estar pensando “Eu sou humano? Eu sempre achei que fosse, mas talvez eu estivesse errado”. Para um caso em particular, a resposta será, &#8220;Sim, querido, você estava errado”.</p>
<p style="text-align: justify"><strong>E a Sookie? Ela é em parte fada? Você pode falar sobre isso?</strong><br />
Eu posso dizer que a Sookie não é cem por cento humana. Agora ela sabe disso. Ela não sabe o que ela é, mas sabe que ela não é totalmente humana.</p>
<p style="text-align: justify"><strong>As pessoas realmente gostaram da história envolvendo o Sam, o Andy e o Jason. Eles possuem, de fato, alguma ligação maior?<br />
<span style="font-weight: normal">Eles não têm nenhuma relação. Entretanto, o Andy está diretamente relacionado a alguém. Ele não sabe disso, mas vai ficar chocado quando descobrir quem é.</span></strong></p>
<p style="text-align: justify"><strong>E Godric, ele está realmente morto?<br />
<span style="font-weight: normal">Ele está realmente morto. Entretanto, Godric e Eric têm mil anos de <em>flashbacks</em> para serem explorados&#8230;</span></strong></p>
<p style="text-align: justify"><strong>As pessoas não têm gostado da história com a Maryann. O que você pensa sobre isso?<br />
<span style="font-weight: normal">Estou perplexo, porque eu acho que a personagem e a atriz são fantásticas. Eu também conheço um monte de pessoas que realmente a adoram. Acho que as pessoas são impacientes, você sabe o que quero dizer? Quando sua história vale a pena, é realmente muito gratificante. Maryann, contudo, não estará na terceira temporada.</span></strong></p>
<p style="text-align: justify"><strong>Quando você está pesquisando sobre o sobrenatural, é assustador ter que pensar e escrever sobre estas coisas ou é apenas diversão pra você?<br />
<span style="font-weight: normal">Bem, meu objetivo para a série é abordar o sobrenatural como uma manifestação mais profunda que a natureza, mais profunda do que talvez sejamos capazes de perceber. Mas na minha vida pessoal, eu acredito que lendas sobrenaturais e coisas místicas são apenas manifestações do inconsciente coletivo, então eu realmente não fico com medo. Quero dizer, com certeza você lê sobre coisas horríveis que pessoas fizeram umas às outras em busca de algum objetivo místico ou oculto, mas isso é apenas a natureza humana. É só psicologia. Psicopatas existem em todos os lugares e tem existido ao longo de toda a história.</span></strong></p>
<p style="text-align: justify"><strong>Você acredita no sobrenatural?<br />
<span style="font-weight: normal">Eu com certeza acredito que o que percebemos como humanos é apenas a ponta do iceberg. Eu não acredito necessariamente em vampiros, lobisomens, ou coisas desse tipo, mas acredito que realmente haja um plano ao qual não temos acesso. Eu não sei do que se trata, então eu hesito em ir mais fundo nessas coisas do que isso. Porque eu não faço idéia do que seja, mas sei que existe.</span></strong></p>
<p style="text-align: justify"><strong>Por que você acha que as pessoas estão tão interessadas em vampiros agora?<br />
<span style="font-weight: normal">Bom, honestamente, eu acho que foi coincidência vários filmes, series e livros sobre vampiros terem surgido ao mesmo tempo. Mas eu também acredito que vampiros são sexy. Eles são um retrato muito primitivo da sexualidade. Também é divertido fantasiar sobre essas criaturas que são mais fortes que a gente, que nos forçam contra a nossa vontade por caminhos muito sensuais e selvagens, enquanto não é exatamente divertido imaginar um humano fazendo essas coisas. É fantasioso você imaginar se render a isso de uma maneira segura, porque você sabe que um vampiro nunca vai realmente vir atrás de você. Mas nós vamos conhecer um vampiro na terceira temporada que não é nem um pouco protetor como Bill. Quem leu os livros vai reconhecer o nome: Franklin Mott</span></strong></p>
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		<title>Tim Kring Admite Erros em &#8216;Heroes&#8217; e Critica Espectadores</title>
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		<pubDate>Fri, 28 Nov 2008 02:01:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Carvalho</dc:creator>
				<category><![CDATA[Heroes]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<description><![CDATA[O criador e roteirista de Heroes, Tim Kring, também pode ser chamado de o “mago” das entrevistas. A cada vez que ele põe a boca no microfone sai uma pérola. Da primeira vez ele disse que sua criação tinha alguns problemas. Na segunda, disse que iria melhorar o drama após despedir dois roteiristas e pedir [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify"><a href="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/coment820.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-6932" src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/coment820.jpg" alt="Tim Kring" width="190" height="145" /></a>O criador e roteirista de <strong>Heroes</strong>, Tim Kring, também pode ser chamado de o “mago” das entrevistas. A cada vez que ele põe a boca no microfone sai uma pérola. Da primeira vez ele disse que sua criação tinha alguns problemas. Na segunda, disse que iria melhorar o drama após despedir dois roteiristas e pedir ajuda a Bryan Fuller (<strong>Pushing Daisies</strong>), mas foi recentemente que ele deu a entrevista que pode ser um marco em sua carreira. Em um painel num evento de roteiristas, o sujeito já começou dizendo “<em>o que eu estava pensando?</em>”, se referindo ao processo criativo de <strong>Heroes</strong>. Primeiro ele admitiu que não escreveu um final, nem ao menos um <em>guideline</em> para as temporadas. Criou personagens com a intenção de descartá-los ao final de cada ano, mas precisou engavetar essa idéia por pressão do público e da emissora:</p>
<blockquote>
<p style="text-align: justify"><em>&#8220;A premissa da série me conquistou, mas assim que a idéia original terminou, os personagens não traziam mais questionamentos ou crises existenciais e aí começou a ficar difícil para eu me conectar com o texto. (…) Não temos uma ilha pra escapar.&#8221;</em></p>
</blockquote>
<p style="text-align: justify">Em seguida, ele disse que não tem controle sobre o elenco, que acabou virando amigo de todo mundo e que é difícil separar este papel do encargo de ser chefe, pois não sabe delegar funções e acaba tendo que fazer tudo sozinho sem dar chance para os outros aprenderem. Depois ele se gabou de ter tido ótimas sacadas como o sangue de Claire que regenera e salva pessoas, mas acabou reconhecendo que isso funcionou como uma faca afiada, já que tudo passou a ficar muito fácil. “<em>Tivemos que tirar o corte da faca</em>”, relatou. Ele ainda aproveitou experiência que vem tendo no comando desta multimilionária produção e deu uma dica aos jovens roteiristas e aspirantes que assistiam sua palestra, sugerindo que nunca criem tramas com viagem no tempo:</p>
<blockquote>
<p style="text-align: justify"><em>&#8220;Isso é um campo minado que fará sua cabeça explodir e te deixará louco. Tentei utilizar este recurso com uma certa dosagem de regras, mas tudo tem sido muito complicado pra nós. Vamos parar um pouco com isso nos próximos 12 episódios desta temporada.&#8221;</em></p>
</blockquote>
<p style="text-align: justify"><a href="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/coment821.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-6942" src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/coment821.jpg" alt="Mohinder Spider" width="190" height="145" /></a>Mesmo assim, Kring desejou ser possível que ele voltasse no tempo para corrigir todos os seus erros e que tenta não mais ficar chateado com a “<em>ciência imperfeita que é  fazer uma série</em>&#8220;. Mas a melhor parte ficou para o final, quando ele decidiu culpar a imensa queda na audiência à crise econômica, à greve dos roteiristas e especialmente às mídias digitais (TiVo, DVD e Internet) que atraem os mais inteligentes e deixam apenas os <strong>bobos assistindo séries quando elas são exibidas na TV</strong>! É mole? Ele também não gosta do fato de <strong>Heroes</strong> ser serializada, já que um episódio não se esgota em si, dependendo de arcos. O sonho dele era fazer com que o drama dos heróis fosse mais episódico como <strong>Fringe</strong> ou como as séries policiais, por exemplo. Bom, talvez Tim Kring devesse estar do outro lado desse painel de roteiristas, tomando notas de colegas como Carlton Cuse, Damon Lindelof, Aaron Sorkin, Shonda Rhimes e, até mesmo, Josh Schwartz (sem exageros). Eu até tinha algumas esperanças com <strong>Heroes</strong>, mas depois dessa estou com medo do que está por vir.</p>
<p style="text-align: justify">O que você acha disso tudo? Tim Kring é incompreendido, mas muito sincero ou ele realmente é um sujeito sem as mínimas condições de levar a série pra frente?</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Kiefer Sutherland Quebra Silêncio Sobre Sua Prisão</title>
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		<pubDate>Tue, 18 Nov 2008 16:16:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Carvalho</dc:creator>
				<category><![CDATA[24 Horas]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[entrevista]]></category>
		<category><![CDATA[jack bauer]]></category>

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		<description><![CDATA[Em uma recente entrevista à Men's Vogue, Kiefer Sutherland da série 24 revelou detalhes do período em que ficou preso por dirigir sobre a influência de álcool em 2007. "Jack Bauer" contou à publicação que foi proibido de fumar e sofreu um grande incômodo com as luzes que nunca eram apagadas. Ele ainda queixou-se da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify"><a href="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/coment813.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-6672" src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/coment813.jpg" alt="Jack Bauer, Redemption" width="190" height="145" /></a>Em uma recente entrevista à <em>Men&#8217;s Vogue</em>, Kiefer Sutherland da série <strong>24</strong> revelou detalhes do período em que ficou preso por dirigir sobre a influência de álcool em 2007. &#8220;Jack Bauer&#8221; contou à publicação que foi proibido de fumar e sofreu um grande incômodo com as luzes que nunca eram apagadas. Ele ainda queixou-se da total ausência de privacidade, já que era proibido até mesmo de se cobrir e que todas as celas possuíam uma câmera de monitoramento instalada. Para piorar, no acordo judicial realizado prometeram que ele não teria que dividir a cela com ninguém, mas que quando chegou foi obrigado a conviver com outro preso por 3 semanas. Sutherland conseguiu tirar algo bom de tudo isso, já que descobriu, nos 48 dias que permaneceu encarcerado, que consegur ficar sem beber e fumar e que pretende parar com o vício do tabaco em breve. Kiefer Sutherland volta no próximo domingo na TV americana com <strong>Redemption</strong>, telefilme que introduzirá a nova temporada de <strong>24</strong>, que estreia em 2009.</p>
<p style="text-align: justify"><strong>Leia também: <a href="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/2008/11/19/sitcoms-em-serie-2/" target="_blank">A Cobertura das Sitcoms da Seman</a><a href="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/2008/11/19/sitcoms-em-serie-2/" target="_blank">a</a>!<br />
</strong></p>
]]></content:encoded>
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