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	<title>LiGado em Série, com Bruno Carvalho &#187; Season Pass</title>
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	<description>o blog de séries e TV do iG!</description>
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		<title>Season Pass: Chuck, 2ª Temporada</title>
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		<pubDate>Tue, 23 Jun 2009 14:01:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Carvalho</dc:creator>
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Sim, eu fui injusto com Chuck ao cancelar a cobertura da temporada após o aborrecido episódio 3D. Fato é que a série começou seu segundo ano com um ritmo admirável, mas rendeu-se, ainda que momentaneamente, à episódios com tramas vazias e que deixavam muito pouco a repercutir. Felizmente a segunda metade da temporada, notadamente após [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify"><img class="alignnone size-full wp-image-6631" src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/alerta15.jpg" alt="Alerta de Spoiler - Brasil" width="489" height="20" /><br />
<img class="alignleft size-full wp-image-9177" src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2009/06/coment10611.jpg" alt="" width="275" height="210" />Sim, eu fui injusto com <strong>Chuck </strong>ao cancelar a cobertura da temporada após o aborrecido episódio 3D. Fato é que a série começou seu segundo ano com um ritmo admirável, mas rendeu-se, ainda que momentaneamente, à episódios com tramas vazias e que deixavam muito pouco a repercutir. Felizmente a segunda metade da temporada, notadamente após o episódio &#8220;<em>Chuck Versus the Suburbs</em>&#8221; que iniciou o desenvolvimento da trama entre Chuck e Sarah e o estabelecimento definitivo da organização Fulcrum como o grande desafio dos agentes, a série voltou a brilhar. Eles seguiram em uma crescente, não apenas explorando muito bem o universo <em>geek/cool </em>criado por Josh Schwartz e as constantes referências aos anos 80, como também entrando em um único arco narrativo até o final. Excelentes episódios como &#8220;<em>Chuck Versus the Best Friend</em>&#8221; e &#8220;<em>Chuck Versus the Broken Heart</em>&#8221; confirmaram o amadurecimento da narrativa, embora reiteradamente o núcleo Buy More tenha ficado em segundo ou às vezes em terceiro plano. Além disso, à medida que a trama central se desenvolvia, tornou-se inevitável o esmaecimento do pessoal da loja, que muitas vezes ficou envolvido em <em>storylines </em>bobinhas e dispensáveis, comprometendo (às vezes) o andamento da temporada. Ainda assim, <strong>Chuck </strong>terminou com um saldo muito positivo e seus episódios finais beiraram o sublime, ainda mais após a incrível participação de Chevy Chase  no papel de vilão e sua rivalidade com Steve Bartowski &#8211; o verdadeiro criador do Intersect.  Espetáculo à parte foi aquele final de temporada <em>à la</em> <strong>Matrix</strong>, que tornou imprescindível a necessidade de uma continuação. É curioso que a comédia de ação não apenas cresceu como conseguiu se reinventar completamente com apenas aquela última cena em que o novo Intersect elevou o atrapalhado protagonista à posição de um herói que jamais imaginaríamos ver. De despretensiosa e apenas divertidinha, <strong>Chuck </strong>saltou para o status de &#8220;<em>must see</em>&#8221; da TV, merecendo continuar por várias temporadas. A 3ª temporada de <strong>Chuck</strong> está prevista para retornar no início de 2010 pela NBC americana.</p>
<p><strong>Cotação Bruno Carvalho</strong>: <img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star55.jpg" alt="" /><img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star55.jpg" alt="" /><img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star55.jpg" alt="" /><img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star55.jpg" alt="" /><br />
<span style="font-size: xx-small"><em>Chuck, 2ª temporada exibida em 2008/2009 na NBC americana e atualmente em exibição pela Warner Channel no Brasil.</em></span></p>
<p style="text-align: justify"><a title="Siga o LiGado em Série no Twitter!" href="http://twitter.com/ligadoemserie/" target="_blank"><img class="alignnone size-medium wp-image-8841" src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2009/02/tweet2ad.jpg" alt="" width="696" height="18" /></a></p>
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		<title>Season Pass: 90210, 1ª Temporada</title>
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		<pubDate>Wed, 17 Jun 2009 13:41:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Carvalho</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Eu interrompi a cobertura de 90210 no 5º episódio deste ano de estreia, porque a série que começou muito bem abraçou a pieguice e a artificialidade em seu roteiro, deixando pouco a se comentar ao final de cada capítulo. Mas eu prometi que assistiria tudo para dar um veredicto completo e o que pensei que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify"><img class="alignleft size-full wp-image-9162" src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2009/06/coment1067.jpg" alt="" width="275" height="210" />Eu interrompi a cobertura de <strong>90210 </strong>no 5º episódio deste ano de estreia, porque a série que começou muito bem abraçou a pieguice e a artificialidade em seu roteiro, deixando pouco a se comentar ao final de cada capítulo. Mas eu prometi que assistiria tudo para dar um veredicto completo e o que pensei que seria uma tarefa árdua acabou revelando uma agradável surpresa. Apesar de estar muito longe de ser uma obra-prima da televisão, <strong>90210 </strong>superou suas limitações a partir da segunda metade da temporada trazendo um texto mais denso e coerente, menos hipócrita e até interessante. Dando lugar aos típicos conflitos adolescentes já explorados exaustivamente em outras produções do gênero, o drama abordou com muita eficiência a doença do transtorno bipolar do humor através da personagem Silver, numa trama muito bem construída ao longo de um intenso arco episódico e que pra mim foi o <em>highlight </em>da temporada, com direito a um ótimo <em>cliffhanger</em>. Drogas e gravidez na adolescência, temas não tão originais assim, também foram retratados no relacionamento entre Adrianna e Navid, mas com um enfoque diferenciado. Curiosamente o ponto mais fraco de <strong>90210 </strong>nem foi o elenco inexperiente (algo até comum em séries <em>teens </em>hoje em dia &#8211; à exceção de <strong>Friday Night Lights</strong>), mas sim a insistência em trazerem de volta os integrantes da série original que sempre apareciam destacados e de forma nada sutil, apenas pra constar. Seria muito mais interessante se a tal Donna (pois é, nunca assisti a original), Brenda e Brandom não fossem nem mencionados, porque ficou patético e nada orgânico, como se fosse uma obrigação. Ah, sim, igualmente insossa é a família de &#8220;protagonistas&#8221; que foram se tornando coadjuvantes até a reta final, já que o foco estava constantemente em Naomi, Silver e Adrianna. <strong>90210 </strong>foi uma surpresa por não ter sido a bomba que eu imaginava que seria e a série cumpriu aquilo que prometeu, apesar de dificilmente vir a ser um &#8220;<em>must see</em>&#8221; da nossa TV. Dá pra passar o tempo e às vezes só isso basta.</p>
<p style="text-align: justify"><strong>Cotação Bruno Carvalho</strong>: <img class="alignnone size-full wp-image-8412" src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2009/01/starfull.jpg" alt="Star Full" width="13" height="14" /><img class="alignnone size-full wp-image-8412" src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2009/01/starfull.jpg" alt="Star Full" width="13" height="14" /><img class="alignnone size-full wp-image-8412" src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2009/01/starfull.jpg" alt="Star Full" width="13" height="14" /><br />
<span style="font-size: xx-small"><em>90210, 1ª temporada exibida em 2008/2009 na CW americana e Sony Entertainment Television.</em></span></p>
<p style="text-align: justify"><a title="Siga o LiGado em Série no Twitter!" href="http://twitter.com/ligadoemserie/" target="_blank"><img class="alignnone size-medium wp-image-8841" src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2009/02/tweet2ad.jpg" alt="" width="696" height="18" /></a></p>
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		<title>Season Pass: The Mentalist, 1ª Temporada</title>
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		<pubDate>Tue, 16 Jun 2009 03:01:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Carvalho</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Quando eu escrevi sobre o segundo episódio de The Mentalist logo antes de interromper a cobertura semanal da série, afirmei que a estrutura engessada que o drama possuía (e que a maioria dos procedimentais seguem) eventualmente iria cansar, pois raramente um episódio trazia algo de novo para a trama global. Depois de conferir toda a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify"><img class="alignleft size-full wp-image-7711" src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/12/apass.jpg" alt="" width="84" height="35" />Quando eu escrevi sobre o segundo episódio de <strong>The Mentalist</strong> logo antes de interromper a cobertura semanal da série, afirmei que a estrutura engessada que o drama possuía (e que a maioria dos procedimentais seguem) eventualmente iria cansar, pois raramente um episódio trazia algo de novo para a trama global. Depois de conferir toda a temporada para este <strong>Season Pass</strong>, constatei que minha impressão inicial estava certa. Apesar de ter como cerne o mentalismo, interessante técnica que mistura artes cênicas com hipnose, lógica e inferência, além de um peculiar protagonista &#8211; o misterioso Patrick Jane &#8211; a série falhou consecutivamente em explorar bem o seu universo, apresentando capítulos quase sempre rasos e muito pouco inspirados. Fato é que se não fosse pela imponente persona do competente ator Simon Baker, duvido muito que <strong>The Mentalist</strong> teria virado o sucesso que virou. Fora isso, temos um elenco coadjuvante que é um dos piores que eu já vi em uma série, notadamente pela presença da sempre unidimensional e fraca Robin Tunney (de Prison Break) e das outras figuras insossas que nem merecem destaque.</p>
<p style="text-align: justify"><img class="alignnone size-full wp-image-9160" src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2009/06/coment1066.jpg" alt="" width="691" height="167" /></p>
<p style="text-align: justify">Mas o que mais compromete esta produção, ao meu ver, é a incapacidade que o criador e roteirista Bruno Heller teve de explicar a metodologia por trás dos métodos investigativos de Jane, denotando que grande parte da resolução dos casos não passa apenas de meros &#8220;chutes&#8221; do praticante de mentalismo e consultor do tal CBI (o FBI do estado da Califórnia). Ora, até mesmo o reality-show do ilusionista Criss Angel, que nem roteirizado (direito) é, consegue aprofundar melhor no mentalismo do que este drama policial. Outro grande problema da série são as locações mal escolhidas que dá a reiterada sensação de estarmos assistindo a uma produção de baixíssimo orçamento. É claro que existem alguns elementos positivos, como é o caso da busca de Jane pelo assassino serial Red John, que matou toda sua família. Infelizmente essa <em>storyline</em> não foi sempre abordada e em vez da série crescer, a maior parte de seus episódios é desperdiçada com casos isolados, desinteressantes e muitas vezes óbvios. Cansei de descobrir quem era o assassino, pois quase sempre a própria série fazia questão de dar clarividentes close na cara do culpado logos nas cenas iniciais. Desse jeito qualquer um vira um &#8220;mentalista&#8221;. Por enquanto os truques de Criss Angel entretêm mais.</p>
<p><strong>Cotação Bruno Carvalho</strong>: <img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star121.jpg" alt="" /><img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star121.jpg" alt="" /><a href="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2009/01/starhalf.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-8421" src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2009/01/starhalf.jpg" alt="Half Star" width="20" height="14" /></a><br />
<span style="font-size: xx-small"><em>The Mentalist, 1ª temporada exibida em 2008/2009 na CBS americana e Warner Channel.</em></span></p>
<p style="text-align: justify"><a title="Siga o LiGado em Série no Twitter!" href="http://twitter.com/ligadoemserie/" target="_blank"><img class="alignnone size-medium wp-image-8841" src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2009/02/tweet2ad.jpg" alt="" width="696" height="18" /></a></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Season Pass: Brothers and Sisters, 1ª Temporada</title>
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		<pubDate>Thu, 05 Mar 2009 03:01:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Carvalho</dc:creator>
				<category><![CDATA[Brothers & Sisters]]></category>
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		<description><![CDATA[Desde o fim de Six Feet Under, eu não assistia uma série tão fascinante e prazerosa de acompanhar como Brothers &#38; Sisters, que recentemente "descobri". Depois de conferir toda a primeira temporada desta primorosa produção, posso dizer que estou completamente apaixonado pela família Walker, assim como tinha um imenso carinho pelos "funerários" Fisher. Como muitos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify"><img class="alignleft size-full wp-image-7711" src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/12/apass.jpg" alt="" width="84" height="35" />Desde o fim de <strong>Six Feet Under</strong>, eu não assistia uma série tão fascinante e prazerosa de acompanhar como <strong>Brothers &amp; Sisters</strong>, que recentemente &#8220;descobri&#8221;. Depois de conferir toda a primeira temporada desta primorosa produção, posso dizer que estou completamente apaixonado pela família Walker, assim como tinha um imenso carinho pelos &#8220;funerários&#8221; Fisher. Como muitos que acompanham sabem, o drama tem início após a trágica morte do patriarca William, que deixa um incontável número de problemas para seus herdeiros. O maior deles é Holly Harper (Patricia Wettig, de P<strong>rison Break</strong>), a amante que ele manteve por anos e que chegou para abalar as estruturas da viúva Nora Walker, interpretada com uma intensidade dramática invejável pela talentosa Sally Field. Mas o que faz de <strong>Brothers &amp; Sisters</strong> uma série constantemente interessante é a quantidade e a qualidade de suas subtramas, que frequentemente emergem em momentos difíceis e inapropriados, como em um casamento, uma festa de aniversário e até mesmo em público.</p>
<p style="text-align: justify"><img class="alignnone size-full wp-image-8921" src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2009/03/coment954.jpg" alt="" width="691" height="157" /></p>
<p style="text-align: justify">A dinâmica familiar criada é outro ponto positivo, pois cada membro dos Walker faz com que pequenos problemas tomem enormes proporções, graças à facilidade de comunicação entre eles e a dificuldade que têm em manter segredos uns dos outros. Justin, Kevin, Tommy, Kitty e Sarah são unicamente cativantes e cada uma destas personagens é deliciosamente complexa formando um encaixe perfeito. A maior delas, no primeiro ano, envolveu o esquema de fraude que o Bill deixou no negócio da família, a distribuidora de frutas Ojai Foods, trazendo à tona mais segredos e controvérsias. Mas de todas as tramas, a que mais me envolveu foi a de Kitty Walker, uma republicana convicta que possuía um <em>talk-show</em> onde semanalmente debatia com um democrata os diversos problemas do mundo e depois foi trabalhar para um candidato à presidência (Rob Lowe). Vivida com carisma pela ótima Calista Flockhart (<strong>Ally McBeal</strong>), Kitty é a Walker mais pluridimensional e intrigante, por suas visões políticas e impecável capacidade argumentativa.</p>
<p style="text-align: justify"><img class="alignnone size-full wp-image-8922" src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2009/03/coment955.jpg" alt="" width="690" height="157" /></p>
<p style="text-align: justify">Mas é claro que a estrela do programa é mesmo Nora Waljer, uma mãe de família que às vezes adoramos odiar ou odiamos amar. Intrometida, preocupada e incansavelmente chata, Nora tornou-se a alma do drama, sendo capaz de segurar e lidar muito bem com as maiores bombas jogadas nos momentos mais impactantes, incluindo a dependência química de Justin, a perda do filho de Tommy e as recorrentes batalhas com sua rival (e às vezes amiga) Holly, que acaba como acionária da companhia de seu ex-concumbino. Completando muito bem esta mistura, temos o misterioso Saul (Ron Rifkin, de <strong>Alias</strong>) e a sempre adorável Sarah (Rachel Griffiths, de <strong>Six Feet Under</strong>), que também recebe um grande destaque no primeiro ano quando seu marido momentaneamente se envolve com a mais nova Walker, a &#8220;bastarda&#8221; Rebecca (Emily VanCamp, de <strong>Everwood</strong>). Com um dos melhores <em>castings</em> já vistos em uma série de TV, <strong>Brothers &amp; Sisters</strong> é o meu novo <em>must see</em>, e em breve estarei junto com vocês para comentar as próximas temporadas. Obrigado a todos que me &#8220;obrigaram&#8221; a descobrir esta maravilhosa e imperdível série!</p>
<p><strong>Cotação Bruno Carvalho</strong>: <img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star85.jpg" alt="" /><img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star85.jpg" alt="" /><img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star85.jpg" alt="" /><img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star85.jpg" alt="" /><img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star85.jpg" alt="" /><br />
<span style="font-size: xx-small"><em>1ª Temporada exibida na ABC americana e no Universal Channel.</em></span></p>
<p style="text-align: justify"><em>Matéria dedicada à companheira Claudinha Croitor do sobrevivente <a href="http://colunas.tv.globo.com/legendado/2009/03/05/series-etc-finale/" target="_blank">Legendado</a>, que me &#8220;fez&#8221; colocar Brothers &amp; Sisters como prioridade em 2009. Sentirei falta de sua irreverência e a da sua equipe no podcast e nas notas diárias do extinto Séries Etc.</em></p>
<p style="text-align: justify"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-7102" src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/12/blost.jpg" alt="" width="150" height="90" />Ué, e <strong>LOST</strong>? Pois é. Decidi esta semana que publicarei a resenha amanhã: (i) para permitir que mais leitores assistam ao episódio antes de se depararem com spoilers, podendo comentar mais; (ii) para que eu possa assistir o episódio mais vezes e com mais calma antes de lançar a matéria, fazendo anotações e revendo momentos importantes e (iii) porque eu cansei do <em>streaming</em>. 00:01 o post estará no ar!</p>
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		<title>Season Pass: Boston Legal, Última Temporada</title>
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		<pubDate>Tue, 06 Jan 2009 02:01:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Carvalho</dc:creator>
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		<description><![CDATA[
Com 100 episódios (101 em termos de produção), Boston Legal recentemente deu adeus à TV americana apos uma curta, mas excelente 5ª temporada, que fechou com chave de ouro essa polêmica, controversa, mas espetacular série. Não importa o quão utópicos eram veredictos alcançados por Alan Shore ou quão malucas as atitudes de Denny Crane: David [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify"><img class="alignnone size-full wp-image-6631" src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/alerta15.jpg" alt="Alerta de Spoiler - Brasil" width="489" height="20" /><br />
<a href="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/12/apass.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-7711" src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/12/apass.jpg" alt="" width="84" height="35" /></a>Com 100 episódios (101 em termos de produção), <strong>Boston Legal</strong> recentemente deu adeus à TV americana apos uma curta, mas excelente 5ª temporada, que fechou com chave de ouro essa polêmica, controversa, mas espetacular série. Não importa o quão utópicos eram veredictos alcançados por Alan Shore ou quão malucas as atitudes de Denny Crane: David E. Kelley conseguiu criar um universo único, sustentável e brilhante. Eu perdi as contas de quantas vezes a 4ª parede foi quebrada, quando as personagens falavam abertamente na própria série sobre a próxima temporada, as ameaças de cancelamento, mudanças de horário, novos integrantes e, a melhor de todas, quando Carl Sack quase revelou o nome da emissora ABC em plena alegação final em um dos últimos episódios. Sim, porque apesar de ser classificada como um drama, <strong>Boston Legal</strong> adorava brincar com sua “mitologia” e esses, pra mim, eram os melhores momentos.</p>
<p style="text-align: justify"><img class="alignnone size-full wp-image-8001" src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/12/coment891.jpg" alt="BL 100" width="691" height="157" /></p>
<p style="text-align: justify">Nos últimos episódios da série vimos importantes momentos como a nomeação de Jerry Espenson como sócio, a reunião dos “loucos” do escritório na casa de Shirley para um inusitado e divertidíssimo episódio de Ação de Graças e, por último, a falência da <em>Crane, Poole &amp; Schmidt</em> e a sucumbência de Denny para o Alzheimer. Em <em>Made in China</em> veio uma dura crítica à globalização, simbolizada pela fusão do escritório com um grupo chinês (transformando derradeiramente o escritório na <em>Chang, Poole &amp; Schmidt</em>) e, em <em>Last Call</em>, sem a obrigação de fazerem algo para agradar o grande público (já que a série estava inevitavelmente cancelada), os produtores e roteiristas resolveram cruzar todos os limites da justiça e da moral com o casamento &#8220;homossexual&#8221; de dois homens heterossexuais!</p>
<p style="text-align: justify"><img class="alignnone size-full wp-image-8002" src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/12/coment892.jpg" alt="BL 100" width="694" height="158" /></p>
<p style="text-align: justify">Denny Crane e Alan Shore encerraram a série como marido e marido, pois com a saúde agravada de Denny todos os seus bens precisavam ser rapidamente transferidos (sem pagar impostos) para Alan iniciar o trabalho de ajuda aos pobres! É claro que ele poderia ter criado uma fundação ou coisa parecida, mas isso não seria nada extraordinário como esta série sempre foi. Seja como um drama jurídico, como um palanque político de critica e oposição ao partido republicano dos EUA ou como simplesmente uma sempre agradável diversão, <strong>Boston Legal</strong> certamente ficará na memória de seus fãs como uma das melhores séries já produzidas. Cem aplausos de pé (e um <em>&#8220;pop&#8221;</em>)!</p>
<p style="text-align: justify"><strong>Cotação Bruno Carvalho</strong>: <img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star121.jpg" alt="" /><img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star121.jpg" alt="" /><img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star121.jpg" alt="" /><img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star121.jpg" alt="" width="13" height="14" /><img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star121.jpg" alt="" width="13" height="14" /><br />
<span style="font-size: xx-small"><em>Temporada exibida no Fall Season 2008 no canal ABC americano.</em></span></p>
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		<title>Season Pass: My Own Worst Enemy</title>
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		<pubDate>Mon, 29 Dec 2008 02:01:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Carvalho</dc:creator>
				<category><![CDATA[My Own Worst Enemy]]></category>
		<category><![CDATA[Season Pass]]></category>
		<category><![CDATA[cancelamento]]></category>
		<category><![CDATA[nbc]]></category>
		<category><![CDATA[resenha]]></category>

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		<description><![CDATA[
My Own Worst Enemy tinha tudo para ser uma grande série. A história de um espião que levava duas vidas graças a uma tecnologia de última geração implantada em sua cabeça era tensa, envolvente e interessante. Enquanto Edward era um frio e sagaz agente do governo, seu alter ego Henry não passava de um pacato [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify"><img class="alignnone size-full wp-image-6631" src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/alerta15.jpg" alt="Alerta de Spoiler - Brasil" width="489" height="20" /><br />
<img class="alignleft size-full wp-image-7711" src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/12/apass.jpg" alt="" width="84" height="35" /><strong>My Own Worst Enemy</strong> tinha tudo para ser uma grande série. A história de um espião que levava duas vidas graças a uma tecnologia de última geração implantada em sua cabeça era tensa, envolvente e interessante. Enquanto Edward era um frio e sagaz agente do governo, seu alter ego Henry não passava de um pacato suburbano com família e filhos e que era o disfarce ideal. A coexistência entre os dois era perfeita até que o sistema que &#8220;despertava&#8221; um e &#8220;adormecia&#8221; o outro estragou. A partir daí, Henry começou a aparecer no meio das missões de Edward e este surgia do nada em momentos totalmente inoportunos na vida do primeiro. Isso sem contar que esta &#8220;falha&#8221; precisava ser escondida dos diretores da agência secreta Janus, para não comprometer a vida dos &#8220;dois&#8221;. Christian Slater estava muito bem no papel duplo, sem se tornar óbvio ou caricato demais ao interpretar cada uma das facetas, algo que acontece facilmente quando o ator é limitado.</p>
<p style="text-align: justify"><img class="alignnone size-full wp-image-7772" src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/12/coment875.jpg" alt="" width="693" height="148" /></p>
<p style="text-align: justify">Os episódios seguiam sempre ritmos tensos e com boa ação, em tramas que se passavam em várias partes do mundo, lembrando muito o clima de <strong>Alias</strong>, de J.J. Abrams. Mas o fato de que Henry poderia aparecer a qualquer momento em perigosas situações deixava tudo ainda mais complicado (e era o que frequentemente acontecia). É certo que a série possuía vários furos de roteiro, mas que poderiam facilmente serem deixados de lado em prol da diversão que o drama proporcionava. Ainda contávamos com ótimas subtramas como a de Raymond, o parceiro de Edward que começou a ter problemas com a esposa por causa de sua dupla personalidade e o romance do espião com a misteriosa psiquiatra da organização. A direção era eficaz e as locações, inclusive uma que se passava no Rio, eram plausíveis (ao contrário do que muitas vezes ocorria com <strong>Alias</strong>, por exemplo).</p>
<p style="text-align: justify"><img class="alignnone size-full wp-image-7781" src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/12/coment876.jpg" alt="" width="692" height="148" /></p>
<p style="text-align: justify">Porém, é uma pena que uma boa história como essa teve um final tão lacônico e absurdo como aquele. Como era de se esperar em qualquer trama precocemente cancelada, a série foi embora deixando várias situações em aberto, inclusive a descoberta da mulher de Raymond sobre a natureza de seu trabalho e a indefinição sobre quem matou Tony e desligou o sistema que controlava as personalidades latentes dos ativos. Acho inconcebível o tamanho desrespeito desses canais americanos, que simplesmente puxam o plugue das produções sem nem pensar em dar qualquer tipo de desfecho satisfatório à história, ainda que com um letreiro na tela dizendo o que deveria ter acontecido caso a série continuasse. De promissora, <strong>My Own Worst Enemy</strong> virou apenas mais um esquecível nome na lista das séries sem final, que só aumenta a cada ano. Não darei uma cotação, pois trata-se de uma obra inacabada e não recomendo que vocês a assistam caso algum canal daqui comece a exibí-la, pois ficarão tão frustrados quanto eu.</p>
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		<title>Season Pass: House, 3ª Temporada</title>
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		<pubDate>Wed, 24 Dec 2008 02:01:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Carvalho</dc:creator>
				<category><![CDATA[House]]></category>
		<category><![CDATA[Season Pass]]></category>
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		<category><![CDATA[fox]]></category>
		<category><![CDATA[resenha]]></category>

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		<description><![CDATA[Atualmente a TV exibe o 5º ano de House, mas conforme prometi para vocês, estou me atualizando com a série e recentemente terminei de ver o DVD da 3ª temporada. E que temporada! Tivemos uma experiência muito mais rica vis-à-vis o próprio Gregory House num ano conturbadíssimo. Isso foi possível já no início, quando mergulhamos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify"><img class="alignleft size-full wp-image-7711" src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/12/apass.jpg" alt="" width="84" height="35" />Atualmente a TV exibe o 5º ano de <strong>House</strong>, mas conforme prometi para vocês, estou me atualizando com a série e recentemente terminei de ver o DVD da 3ª temporada. E que temporada! Tivemos uma experiência muito mais rica <em>vis-à-vis</em> o próprio Gregory House num ano conturbadíssimo. Isso foi possível já no início, quando mergulhamos de cabeça num incrível arco episódico com o policial que, após sofrer um &#8220;pequeno&#8221; abuso do médico, passou a perseguí-lo incansavelmente. Descobrimos, logo de cara, que House mantinha em casa um absurdo estoque de seu medicamento favorito, o Vicodin, e que seu vício no analgésico era ainda maior do que poderíamos imaginar. Ele não tem apenas uma dependência química, mas também emocional ao comprimido, já que tomá-lo virou um hábito como respirar: &#8220;<em>[Vicodin] me permite fazer o meu trabalho e tira a minha dor</em>&#8220;. Note a interessante construção desta frase , pois ele diz que o remédio <strong>primeiro</strong> permite a realização do brilhante trabalho dele e, apenas como consequencia, tira sua dor.</p>
<p style="text-align: justify"><img class="alignnone size-full wp-image-7712" src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/12/coment870.jpg" alt="House Season 3" width="694" height="158" /></p>
<p style="text-align: justify">Nos meados daquele ano, vimos também o início do romance entre Chase e Cameron, que começou com um simples <em>affair </em>e evoluiu para algo mais apenas para Chase, numa storyline que foi deveras desinteressante de acompanhar. Felizmente os casos da semana foram excelentes, como o do jovem cigano que engoliu o palito, o do sujeito em coma (John Larroquete, de <strong>Boston Legal</strong>), do garoto hostil que jogava xadrez e, o melhor, do menino com leucemia, ao final. Outro grande ponto abordado foi o do início de desgaste da amizade de House com Wilson, já que este começou a questionar as atitudes pra lá de controversas do amigo. Porém, o fato mais importante do ano aconteceu com relação à equipe de House, numa espécie de &#8220;motim&#8221; liderado por Foreman. Este, após praticar atos de tortura com o irmão do garoto leucêmico (ele  retirou a medula óssea sem anestesia), acabou chegando à conclusão que estava tornando-se manipulador e maquiavélico como seu próprio chefe e decidiu que não era isso que queria para sua vida. Esse impasse do sai e não sai acabou causando ainda a dispensa de Chase e a demissão de Cameron.</p>
<p style="text-align: justify"><img class="alignnone size-full wp-image-7721" src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/12/coment871.jpg" alt="House Season 3" width="694" height="158" /></p>
<p style="text-align: justify">Podemos dizer que a 3ª temporada de <strong>House</strong> representou um <em>&#8220;wake up call&#8221;</em> na vida do doutor, embora dificilmente ele aceitará isso abertamente (ou até mesmo internamente). Sem equipe, com uma amizade desgastada e cada vez mais sozinho, chegou a hora de Greg repensar o seu estilo de vida à base de Vicodin e hostilidade. De todas as temporadas até o momento, esta certamente foi a melhor e mais movimentada de todas elas. Apesar de <strong>House</strong> ser uma série episódica, com casos isolados, é um dos dramas mais interessantes da atualidade, que merece ser acompanhado em sequencia para você não perder o fio da meada. Agora vou rumo à 4ª temporada e ao <strong>Season</strong> <strong>Pass</strong> dela!</p>
<p style="text-align: justify"><strong>Cotação Bruno Carvalho</strong>: <img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star121.jpg" alt="" /><img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star121.jpg" alt="" /><img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star121.jpg" alt="" /><img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star121.jpg" alt="" /><img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/11/star214.jpg" alt="" /><br />
<span style="font-size: xx-small"><em>Temporada exibida no Universal Channel e disponível em DVD para venda e locação.</em></span></p>
<p style="text-align: justify">P.S.: Abro um espaço aqui para elogiar as excelentes legendas dos DVDs da 3ª temporada de <strong>House</strong>, feita pelo Universal Channel, que melhorou e muito em qualidade com relação às temporadas anteriores. Eles fizeram uma pesquisa profunda, utilizando adequadamente os termos técnicos específicos e adaptando-os à nossa realidade quando <span style="text-decoration: underline">estritamente</span> necessário (especialmente para siglas e nomes próprios de medicamentos). Também &#8220;engoliram&#8221; menos frases do que era de costume nos boxes da série. Parabéns à equipe responsável!</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Season Pass: Aliens in America</title>
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		<pubDate>Fri, 12 Sep 2008 14:01:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Carvalho</dc:creator>
				<category><![CDATA[Aliens in America]]></category>
		<category><![CDATA[Season Pass]]></category>
		<category><![CDATA[cw]]></category>
		<category><![CDATA[resenha]]></category>

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		<description><![CDATA[Apesar deste ser um Season Pass, não entregarei spoilers desta série que estréia hoje às 20h30 na Warner. Aliens in America é uma singela comédia de câmera móvel que lembra bastante o sucesso Malcom In the Middle. A premissa é bem simples e mostra o dia a dia de Justin, um adolescente geek que recebe [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify"><img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/09/coment767.jpg" alt="" align="left" />Apesar deste ser um <strong>Season Pass</strong>, não entregarei <em>spoilers</em> desta série que estréia hoje às 20h30 na Warner. <strong>Aliens in America</strong> é uma singela comédia de câmera móvel que lembra bastante o sucesso <strong>Malcom In the Middle</strong>. A premissa é bem simples e mostra o dia a dia de Justin, um adolescente <em>geek</em> que recebe em sua casa o aluno estrangeiro Raja, que foi para os EUA fazer intercâmbio. Só que para surpresa dele e de toda a sua família, a agência enviou um garoto do oriente-médio e a série será focada nas diferenças culturais entre os povos e os diversos apuros que Justin passará na escola com o novo amigo. Mas ao contrário do que acontecia na horrível <strong>Cavemen</strong>, o agradável roteiro de David Guarascio lida com o tema de forma respeitosa e sem cair em clihês baratos e gratuitos, explorando bem o potencial das situações. O único problema da série é que ela às vezes tem a tendência de cair em um sentimentalismo bobo, interferindo no bom ritmo das situações cômicas. Infelizmente esta é mais uma comédia que chega no Brasil cancelada. Apesar de ser engraçadinha e ter bons momentos, <strong>Aliens in America</strong> não é uma comédia hilariante e cheia de tiradas como <strong>How I Met Your Mother</strong> ou <strong>The Office</strong>, por exemplo. Ela não conseguiu sobreviver na temporada 2007/2008 do canal americano CW e fechará com apenas 18 episódios. De toda a forma fica aqui a dica, pois é um bom e rápido passatempo.</p>
<p style="text-align: justify"><strong>Cotação Bruno Carvalho</strong>: <img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/09/star52.jpg" alt="" /><img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/09/star52.jpg" alt="" /><img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/09/star52.jpg" alt="" /><img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/09/star213.jpg" alt="" /><br />
<span style="font-size: xx-small"><em>Aliens in America, 1ª Temporada. Warner Channel, Sextas 20h30, Sábados 20h, Domingos 11h.</em></span></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Season Pass em Série!</title>
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		<pubDate>Thu, 21 Aug 2008 05:00:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Carvalho</dc:creator>
				<category><![CDATA[Chuck]]></category>
		<category><![CDATA[Dirty Sexy Money]]></category>
		<category><![CDATA[Friday Night Lights]]></category>
		<category><![CDATA[Greve dos Roteiristas]]></category>
		<category><![CDATA[How I Met Your Mother]]></category>
		<category><![CDATA[Moonlight]]></category>
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		<category><![CDATA[Season Pass]]></category>
		<category><![CDATA[The Closer]]></category>
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		<category><![CDATA[episodios]]></category>
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		<description><![CDATA[Estamos encerrando a cobertura da temporada 2007/2008 no blog e por isso chegou a hora de eliminar totalmente as pendências para a volta da Semana em Série a partir de Setembro. Como vocês sabem o post semanal com os comentários dos episódios exibidos nos EUA precisou ser interrompido por causa da bagunça no schedule causada [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify"><img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/08/apass.jpg" alt="" align="left" />Estamos encerrando a cobertura da temporada 2007/2008 no blog e por isso chegou a hora de eliminar totalmente as pendências para a volta da <strong>Semana em Série</strong> a partir de Setembro. Como vocês sabem o post semanal com os comentários dos episódios exibidos nos EUA precisou ser interrompido por causa da bagunça no <em>schedule</em> causada pela greve dos roteiristas. Por isso, faremos o <strong>Season Pass em Série</strong> com comentários gerais das temporadas completas das séries que ficaram faltando. Vamos lá!</p>
<p style="text-align: justify"><img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/08/bdirty.jpg" alt="" align="left" /><strong>Dirty Sexy Money, 1ª Temporada</strong>: Esta série chegou muito bem focada em seu objetivo, mas com o passar dos episódios ficou evidente que o roteiro começou a &#8220;passear&#8221; demais. Com apenas 10 episódios, ainda assim a 1ª temporada conseguiu terminar com um saldo positivo. Ironicamente algumas histórias paralelas conseguiram ganhar mais destaque que a trama principal. Falo das peripécias de Patrick, Brian e Jeremy Darling em detrimento daquela chatíssima indefinição sobre as verdadeiras intenções do bilionário Simon Elder e se Tripp Darling é vilão ou mocinho. É claro que boa parte das críticas à série precisam ser relevadas, pois não houve chance da história se desenvolver em virtude da paralisação (aliás, essa vai ser uma afirmação constante nesta matéria). Maldita greve! Enfim, essa é uma produção que acompanharemos quando retornar em 1º de Outubro, pois mostrou ser uma &#8220;novelinha&#8221; com um texto inteligente e cheio de reviravoltas. As atuações de Peter Krause, William Baldwin e Donald Sutherland se destacaram e no 2º ano ainda teremos Lucy Liu no elenco!<br />
<strong>Cotação Bruno Carvalho</strong>: <img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/08/star60.jpg" alt="" /><img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/08/star60.jpg" alt="" /><img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/08/star60.jpg" alt="" /><img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/08/star212.jpg" alt="" /><br />
<span style="font-size: xx-small"><em>Temporada exibida em 2007/2008 nos canais ABC e AXN.</em></span></p>
<p style="text-align: justify"><img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/08/bmother.jpg" alt="" align="left" /><strong>How I Met Your Mother, 3ª Temporada</strong>: Há um dilema em <strong>How I Met Your Mother</strong> que poderia ser previsto desde o início da série. Afinal, qual é a hora ideal para revelar quem é a tal &#8220;mãe&#8221;? Em um <em>season finale</em>? Em um <em>series finale</em>? Talvez. Certamente não concebida para durar tanto, a excelente comédia começou a desandar perto do final de sua 3ª temporada por conta das expectativas frustradas e a demora da revelação (será que é Sarah Chalke?). Mesmo assim, <strong>Mother</strong> é minha <em>sitcom</em> favorita e não estou nem aí pra quem será a mulher de Ted enquanto continuarem a fazer o que fazem tão bem. Bom que o <em>hype</em> gerado pelas participações de Britney Spears (que não estava ruim, mas também não estava espetacular) serviu para colocar esta série sob os holofotes e o 4º ano está garantido. Destaque para os episódios <em>The Chain of Screaming</em>, <em>Rebound Bro</em> e o excelente <em>Miracles</em>. Uma série que sempre brinca de forma brilhante com sua estrutura narrativa, <strong>How I Met Your Mother</strong> definitivamente mostrou que veio pra ficar.<br />
<strong>Cotação Bruno Carvalho</strong>: <img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/08/star60.jpg" alt="" /><img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/08/star60.jpg" alt="" /><img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/08/star60.jpg" alt="" /><img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/08/star60.jpg" alt="" /><br />
<span style="font-size: xx-small"><em>Temporada exibida em 2007/2008 nos canais CBS e FoxLife.</em></span></p>
<p style="text-align: justify"><img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/08/bchuck.jpg" alt="" align="left" /><strong>Chuck, 1ª Temporada</strong>: Um dos maiores problemas de <strong>Chuck</strong> é a constante oscilação entre momentos geniais e outros ridiculamente infantis, principalmente quando eles querem ser mais uma série de ação do que uma comédia descompromissada. O constante &#8220;meio-termo&#8221; da criação de Josh Schwartz impede o crescimento desta comédia. É claro que as referências pop estão sempre presentes, mas isso não é o suficiente para o sucesso desta produção (vide <strong>The Big Bang Theory</strong>, que faz referências do tipo em um contexto bem estabelecido). Falta roteiro. Ou melhor, falta objetivo no roteiro, que muitas vezes parece dar voltas desnecessárias como a inconsistência de Sarah com relação a Chuck e os infinitos furos na história que, ao contrário do aque acontece com <strong>Prison Break</strong> ou <strong>24</strong>, aqui não servem à trama. O resultado disso é que <strong>Chuck</strong> se tornou uma série esquecível, que não fazemos muita questão se estará de volta ou não. Ou você realmente lembra tudo sobre o <em>cliffhanger</em> e está contando os dias de saudade para rever Chuck, Morgan, Ellie e Casey?<br />
<strong>Cotação Bruno Carvalho</strong>: <img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/08/star60.jpg" alt="" /><img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/08/star60.jpg" alt="" /><img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/08/star212.jpg" alt="" /><br />
<span style="font-size: xx-small"><em>Temporada exibida em 2007/2008 nos canais NBC e Warner.</em></span></p>
<p style="text-align: justify"><img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/08/breaper.jpg" alt="" align="left" /><strong>Reaper, 1ª Temporada</strong>: É uma pena que <strong>Reaper</strong> começou a engrenar somente em seus episódios finais. Muitos dos problemas vistos nesta série são os mesmos que apontei em <strong>Chuck</strong>: a falta de objetivo no roteiro e atuações apenas medianas. Aliás, tirando Ray Wise em sua divertida encarnação do Diabo, não podemos dizer sequer que temos boas atuações ali. Isso sem contar que a maioria dos episódios segue sempre a mesmíssima estrutura narrativa (aparece uma &#8220;alma&#8221; nova, Sam recebe o contêiner, arruma confusões na loja, perde a garota e no final salva o dia), o que deixa tudo demasiadamente previsível e chato. <strong>Reaper</strong> precisa utilizar a boa atmosfera que conseguiu criar para chamar a atenção na 2ª temporada com histórias que transcendam os 40 minutos do episódio.<br />
<strong>Cotação Bruno Carvalho</strong>: <img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/08/star60.jpg" alt="" /><img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/08/star60.jpg" alt="" /><br />
<span style="font-size: xx-small"><em>Temporada exibida em 2007/2008 nos canais CW e Universal.</em></span></p>
<p style="text-align: justify"><img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/08/bfnl.jpg" alt="" align="left" /><strong>Friday Night Lights, 2ª Temporada</strong>: Tirando a ausência de um final decente, o que não foi culpa da série e sim, é claro, da greve dos roteiristas, eu não tenho nenhum comentário negativo sobre a 2ª temporada de <strong>Friday Night Lights</strong>. Ao invés de vermos &#8220;mais do mesmo&#8221;, a nova temporada desta magnífica série começou muito bem com a saída do treinador Eric de Dillon para trabalhar em seu emprego dos sonhos na TMU em Austin. O que manteve foi o retrato cru das dificuldades de uma cidade desesperada junto as sempre ótimas atuações do jovem elenco. Outras <em>storylines</em> também mereceram destaque, como a do arco de Landry e Tyra envolvendo o estuprador morto e, mais tarde na temporada, a paternidade de Jason Street. Foi um ano em que o campeonato de futebol ficou parcialmente em segundo plano, dando chance de conhecermos mais sobre a vida o dia a dia em Dillon. Chamo atenção ainda para as atuações de Brad Leland (Buddy Garrit), Louanne Stephens (Lorraine Saracen) e de Zach Gilford, que explorou a densidade dramática de Matt Saracen de forma nunca antes vista até então. Grande parte da autenticidade desta série se deve ao fato da filmagem ocorrer em locações reais, da ausência de ensaios exaustivos e da liberdade concedida aos atores até para mudar o texto na hora se acreditarem que tornará o personagem mais fiel à realidade. Por essas e outras afirmo que <strong>Friday Night Lights</strong> é uma obra-prima da televisão atual e não deve de forma alguma passar despercebida por vocês fãs de séries.<br />
<strong>Cotação Bruno Carvalho</strong>: <img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/08/star60.jpg" alt="" /><img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/08/star60.jpg" alt="" /><img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/08/star60.jpg" alt="" /><img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/08/star60.jpg" alt="" /><img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/08/star60.jpg" alt="" /><br />
<span style="font-size: xx-small"><em>Temporada exibida em 2007/2008 nos canais NBC e Sony.</em></span></p>
<p style="text-align: justify"><img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/08/bmoon.jpg" alt="" align="left" /><strong>Moonlight, 1ª Temporada</strong>: Eu fui entusiasta desta mediana produção da CBS quando ela estreou e fiquei um pouco descontente com seu cancelamento. Longe de ser excelente, <strong>Moonlight</strong> deveria ter continuado pelo simples fato de que muita coisa pior continua sendo exibida por aí. Existia sim uma série boa ali, nós somente precisávamos assistí-la com mais complacência. Pois é. Infelizmente o público americano não viu desta forma, já que ela foi sumariamente cancelada por baixa audiência. <strong>Moonlight</strong> era, sobretudo, uma série de detetives que apenas usava o vampirismo como pano de fundo para contar boas histórias. A produção de Joel Silver (<strong>Matrix, Veronica Mars</strong>) ainda aproveitou para brincar com a mitologia dos imortais, trazendo interessantes enfoques como o fato deles tolerarem a luz do sol por certo tempo. Mas reconheço que nos capítulos finais a série sucumbiu ao <em>trash</em> barato, principalmente após a aparição de Coraline e a partir daí tudo desandou. Merecia uma segunda chance, de qualquer forma.<br />
<strong>Cotação Bruno Carvalho</strong>: <img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/08/star60.jpg" alt="" /><img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/08/star60.jpg" alt="" /><img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/08/star212.jpg" alt="" /><br />
<span style="font-size: xx-small"><em>Temporada exibida em 2007/2008 nos canais CBS e Warner.</em></span></p>
<p style="text-align: justify"><img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/08/bcloser.jpg" alt="" align="left" /><strong>The Closer, 3ª Temporada</strong>: Esta é a única série investigativa que eu sempre segui do início, episódio por episódio, justamente por fugir do lugar-comum que &#8220;atinge&#8221; as principais produções do gênero. Ao invés de solucionarem crimes utilizando luminol, DNA, espirros de sangue e ultra-computadores que buscam todos os sistemas em segundos, a divisão de Homicídio Prioritário da Polícia de Los Angeles tem uma arma implacável: Brenda Leigh Johnson. Vivida com uma intensidade invejável por Kyra Sedwick, a detetive utiliza a tecnologia de desvendar crimes como método subsidiário ao interrogatório de suspeitos e é aí que <strong>The Closer</strong> se sobressai como drama policial/forense. Ao focar em personagens e não em procedimentos a série atinge o seu ápice com textos e histórias que marcam, trazendo sempre os coadjuvantes do caso da semana ao papel principal. Na 3ª temporada, Brenda lidou com os desafios de se tornar uma mulher de meia-idade precocemente graças à atropelada vida que leva em função do trabalho, enquanto tentava conciliar o relacionamento com seu noivo Fritz, do FBI. Se você não conhece, corra atrás. Essa é mais uma série indispensável para os fãs da boa TV.<br />
<strong>Cotação Bruno Carvalho</strong>: <img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/08/star60.jpg" alt="" /><img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/08/star60.jpg" alt="" /><img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/08/star60.jpg" alt="" /><img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/08/star60.jpg" alt="" /><img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/08/star60.jpg" alt="" /><br />
<span style="font-size: xx-small"><em>Temporada exibida em 2007/2008 na TNT.</em></span></p>
<p style="text-align: justify"><img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/08/briches.jpg" alt="" align="left" /><strong>The Riches, 1ª Temporada</strong>: Como eu disse aqui no blog, me surpreendi muito com o piloto de <strong>The Riches</strong>, e após conferir toda a 1ª temporada posso dizer que ela definitivamente entra para o meu top de dramas atuais, ao lado de <strong>Dexter</strong> e <strong>Damages</strong>. Wayne Malloy, percorrendo o árduo caminho de manter uma mentira para salvar um estilo de vida que não é seu, acabou envolvendo a sua família nas mais complicadas situações e precisou, a cada episódio, apagar um incêndio diferente de proporções assustadoras. Esta é mais uma série em que você assiste o tempo todo tenso, perguntando a cada instante o que será que eles vão faazer pra sair dessa! Fenomenais, inclusive, estão as atuações do comediante Eddie Izzard no papel do astuto patriarca e da atriz Minnie Driver (quem eu tinha uma certa birra) como a instável e geniosa Dahlia. O final do 1º ano acaba de forma chocante e eu já estou louco para conferir o que acontece em seguida. A série atualmente está sendo exibida pela FOX e já saiu em DVD. O Telecine Light já começou a transmissão do 2º ano, que tem somente 7 episódios por causa da greve. Está mais que recomendada.<br />
<strong>Cotação Bruno Carvalho</strong>: <img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/08/star60.jpg" alt="" /><img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/08/star60.jpg" alt="" /><img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/08/star60.jpg" alt="" /><img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/08/star60.jpg" alt="" /><img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/08/star60.jpg" alt="" /><br />
<span style="font-size: xx-small"><em>Temporada exibida em 2007/2008 nos canais FX, Telecine Light e FOX.</em></span></p>
<p style="text-align: justify">É isso! É claro que não dá pra acompahar todas as séries em exibição, mas a cada ano a lista vai aumentando. O <em>Fall Season</em> 2008/2009 começa oficialmente no dia 1º de Setembro com a volta de <strong>Prison Break</strong> e <strong>Gossip Girl</strong>, com cobertura integral do <strong>LiGado em Série</strong>! Uma boa temporada para todos!</p>
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		<title>Season Pass: Em Defesa do 6º Dia de Jack Bauer</title>
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		<pubDate>Wed, 13 Aug 2008 02:02:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Carvalho</dc:creator>
				<category><![CDATA[24 Horas]]></category>
		<category><![CDATA[Season Pass]]></category>
		<category><![CDATA[jack bauer]]></category>

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		<description><![CDATA[Tardiamente terminei de ver as 6 temporadas de 24 em seqüência, que comecei há exatamente 1 ano para preparar a próxima cobertura. Após muitos tiros, explosões, ameaças e vários "drop the gun", cheguei a um veredicto sobre o mal falado 6º dia na vida de Jack Bauer: nao é ruim! Aliás, pra mim ele ainda [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify">Tardiamente terminei de ver as 6 temporadas de <strong>24</strong> em seqüência, que comecei há exatamente 1 ano para preparar a próxima cobertura. Após muitos tiros, explosões, ameaças e vários &#8220;<em>drop the gun</em>&#8220;, cheguei a um veredicto sobre o mal falado 6º dia na vida de Jack Bauer: nao é ruim! Aliás, pra mim ele ainda está longe de ser o pior da série. É claro que <strong>24</strong> cometeu deslizes na última temporada exibida na TV, mas é importante ressaltar os méritos da produção, que foram muitos. Parece até que virou lugar-comum falar mal da temporada, que começou incrivelmente bem e tensa, graças ao retorno de Bauer da China após um longo período preso e torturado. Os ataques de Hamri-Assad e a caça a Abu-Fayed foram eletrizantes. Mas admito que os meados do &#8220;dia&#8221; não foram tão bons assim e acredito que partem daí as principais críticas. Joel Surnow e sua turma foram corajosos ao mudar a estrutura narrativa e resolver o conflito principal bem antes do final.</p>
<p style="text-align: justify"><img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/08/coment734.jpg" alt="" width="690" height="211" /></p>
<p style="text-align: justify">Com isso, a grande ameaça passou a ser a de um perigoso incidente internacional envolvendo 3 grandes potências bélicas: EUA, China e Rússia. Ao que parece essa situação de potencial 3ª Guerra Mundial não agradou os fãs. Jack Bauer também estava diferente. Amargurado e introspectivo, nosso herói também foi incompreendido, mas isso se deu em grande parte graças às limitações artísticas de Kiefer Sutherland, que (admitamos) falhou um pouco em retratar com eficiência tudo que ele sofreu nas mãos dos chineses. Ainda assim, não foi nada tão insuportável quanto as anteriores aparições de Kim Bauer e Nina Meyers, que beiravam o óbvio em todas as cenas. A seqüência caída de episódios encerrou-se a partir da 18ª hora e a temporada terminou com um saldo positivo após a invasão da CTU pelos chineses e a louca obstinação do pai de Jack. <strong>24</strong> é o tipo de série que você tem que relevar algumas coisas ao assistir, assim como <strong>Prison Break</strong> e <strong>Alias</strong>, por exemplo. Bom ou ruim, fato é que já passou da hora de ouvirmos aquele &#8220;tic, tic, tic&#8221; característico, mas ainda teremos que esperar até Novembro pelo telefilme. Agora sim estou em dia!</p>
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		<title>Season Pass: The Big Bang Theory</title>
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		<pubDate>Thu, 12 Jun 2008 02:01:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Carvalho</dc:creator>
				<category><![CDATA[Season Pass]]></category>
		<category><![CDATA[The Big Bang Theory]]></category>
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		<category><![CDATA[resenha]]></category>
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		<description><![CDATA[Terminou na semana passada na Warner a primeira temporada da simpática The Big Bang Theory, sitcom criada por Chuck Lorre, o mesmo que nos trouxe Two and a Half Men. Embora a comédia não ter sido o grande destaque da temporada 2007/2008, podemos apontar vários elementos positivos que estão ficando cada vez mais escassos em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify"><img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/06/apass2.jpg" alt="" align="left" />Terminou na semana passada na Warner a primeira temporada da simpática <strong>The Big Bang Theory</strong>, <em>sitcom</em> criada por Chuck Lorre, o mesmo que nos trouxe <strong>Two and a Half Men</strong>. Embora a comédia não ter sido o grande destaque da temporada 2007/2008, podemos apontar vários elementos positivos que estão ficando cada vez mais escassos em produções de câmera fixa. O principal deles é um personagem extremamente bem construído, Sheldon (Jim Parsons), que conseguiu roubar a cena em <strong>todos</strong> os episódios da temporada. Nerd assumido, ele não tem receios em ser excêntrico e até mesmo inconvenientemente franco em qualquer situação. A trama, que é erroneamente centrada no interesse romântico do outro nerd Leonard (John Galeki) por sua vizinha Penny (Kaley Cuoco), evolui pouco a cada capítulo, algo que já é característico das séries de Lorre.</p>
<p style="text-align: justify"><img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/06/coment669.jpg" alt="" width="691" height="211" /></p>
<p style="text-align: justify">Outro fator positivo são os personagens secundários: Raj (Kunal Nayyar) e Howard (Simon Helberg). Complementando o grupo de <em>geeks</em>, estes muitas vezes arrancam as maiores risadas, especialmente nas elaboradas cenas iniciais envolvendo toda a turma, como naquela em que eles jogam um game <em>online</em> em <em>The Fuzzy Boots Corollary</em>. É certo também que às vezes eles erraram a mão, tornando Sheldon exagerado até demais em algumas ocasiões ou deixando a trama estagnada sem arcos episódicos interessantes (aquele episódio do aniversário foi sofrível). Contudo, <strong>The Big Bang Theory</strong> é uma série que demonstra ter um bom potencial cômico para as próximas temporadas. Tomara que eles continuem resgatando a cultura pop alternativa sem deixar de inovar.</p>
<p style="text-align: justify"><strong>Cotação Bruno Carvalho</strong>: <img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/06/star32.jpg" alt="" /><img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/06/star32.jpg" alt="" /><img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/06/star32.jpg" alt="" /><img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/06/star210.jpg" alt="" /><br />
<span style="font-size: xx-small"><em>The Big Bang Theory 1ª temporada, exibida na Warner em 2007/2008.</em></span></p>
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		<title>Season Pass: Pushing Daisies</title>
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		<pubDate>Fri, 06 Jun 2008 02:01:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Carvalho</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pushing Daisies]]></category>
		<category><![CDATA[Season Pass]]></category>
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		<description><![CDATA[Terminou ontem no Brasil a primeira temporada de uma das séries mais aclamadas da atualidade, Pushing Daisies, de Bryan Fuller. No piloto conhecemos Ned, um sujeito que quando criança descobriu ser capaz de trazer os mortos de volta à vida com apenas um toque. Não "apenas" isso: com outro toque ele também devolve a morte [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify"><img class="alignleft size-full wp-image-7711" src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/12/apass.jpg" alt="" width="84" height="35" />Terminou ontem no Brasil a primeira temporada de uma das séries mais aclamadas da atualidade, <strong>Pushing Daisies</strong>, de Bryan Fuller. No piloto conhecemos Ned, um sujeito que quando criança descobriu ser capaz de trazer os mortos de volta à vida com apenas um toque. Não &#8220;apenas&#8221; isso: com outro toque ele também devolve a morte a esta pessoa e o tem que fazer em menos de um minuto, senão outro morre no lugar. Já adulto Ned começou a trabalhar fazendo tortas em sua loja &#8220;The Pie Hole&#8221; e nas horas vagas a ajudar o detetive particular Emmerson Cod resolvendo homicídios e coletando recompensas. Para isso, ele literalmente &#8220;acorda&#8221; as vítimas, tenta descobrir quem foi o assassino em um minuto e depois as coloca para &#8220;dormir&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify"><img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/06/coment574.jpg" alt="" width="689" height="204" /></p>
<p style="text-align: justify">Mas esta existência aparentemente estagnada mudou quando ele se viu obrigado a trazer de volta à vida sua antiga paixão de infância Charlotte, que fora assassinada em uma viagem de navio. Sem ter coragem de matá-la novamente, Ned iniciou uma mágica jornada para tentar desvendar o que está ocorrendo à medida que se dá conta do eterno dilema que tomou conta de sua vida: ele jamais poderá encostar um dedo em sua amada. Com fotografia e direção de arte que lembra muito filmes como <strong>Peixe Grande</strong> e <strong>Os Excêntricos Tenembaums</strong>, tudo que vimos nessa série espetacular parecia acontecer em um universo paralelo. Para contrapor o clima mórbido, utilizaram cores vivas e enquadramentos frontais em praticamente todas as cenas, criando um visual único. Embora cada dia presenciávamos um novo mistério a ser resolvido, o foco do drama ao longo desta curta temporada foi seu primoroso texto que brincava com as palavras e as emoções dos personagens de forma absolutamente brilhante.</p>
<p style="text-align: justify"><img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/06/coment175.jpg" alt="" width="692" height="176" /></p>
<p style="text-align: justify">Apesar de carregar um pouco a mão na fantasia, o que poderia causar uma falta de identificação do público com a série, as largas pitadas de humor negro fizeram com que este drama/comédia/história de amor se tornasse denso e sempre instigante. Mesmo assim, reconheço que boa parte dos episódios iniciais avançou muito pouco na história, tornando a trama um pouco estagnada em vários momentos. É claro que a sempre mencionada greve dos roteiristas acabou comprometendo parte da produção, mas à medida que foi se aproximando do fim do primeiro ano, a história foi amadurecendo junto com o protagonista Ned. Por isso, os episódios finais foram os mais surpreendentes, principalmente com a descoberta de Chuck sobre o que realmente aconteceu com seu pai naquela ensolarada e trágica manhã em Couer d&#8217; Cour. Mesmo assim eu acredito que a série ainda vai mostrar a que veio, já que 9 míseros epiódios não mostraram toda a grandiosidade desta magnífica produção.</p>
<p style="text-align: justify"><strong>Cotação LiGado em Série</strong>: <img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/06/star13.jpg" alt="" /><img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/06/star13.jpg" alt="" /><img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/06/star13.jpg" alt="" /><img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/06/star13.jpg" alt="" /><br />
<em><span style="font-size: xx-small">Pushing Daisies 1ª temporada, exibida na Warner em 2007/2008.</span></em></p>
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		<title>Season Pass: Gossip Girl</title>
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		<pubDate>Thu, 05 Jun 2008 02:01:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Carvalho</dc:creator>
				<category><![CDATA[Gossip Girl]]></category>
		<category><![CDATA[Season Pass]]></category>
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		<description><![CDATA[No geral Gossip Girl foi uma agradável surpresa da temporada 2007/2008. A adaptação de Josh Schwartz (The OC, Chuck) do best-seller homônimo da escritora americana Cecily von Ziegesar, chegou com tudo quebrando alguns paradigmas comuns em series teens e dando muito o que falar com uma trama picante e carregada de polemicas. O piloto tem [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify"><img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/06/apass1.jpg" alt="" align="left" />No geral <strong>Gossip Girl</strong> foi uma agradável surpresa da temporada 2007/2008. A adaptação de Josh Schwartz (<strong>The OC, Chuck</strong>) do best-seller homônimo da escritora americana Cecily von Ziegesar, chegou com tudo quebrando alguns paradigmas comuns em series <em>teens</em> e dando muito o que falar com uma trama picante e carregada de polemicas. O piloto tem um quê do filme <strong>Segundas Intenções</strong>, grande sucesso da década de 90, e parece que Schwartz aprendeu com alguns dos erros cometidos em <strong>The OC</strong>, evitando o excesso de tramas paralelas e até mesmo criando antagonistas que ao longo da temporada viríamos a adorar, como Blair e Chuck. Apesar de Serena e Dan serem os protagonistas de fato, é o instável casal de contraventores que costumeiramente rouba todas as cenas.</p>
<p style="text-align: justify"><img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/06/coment662.jpg" alt="" width="687" height="210" /></p>
<p style="text-align: justify">Mas isso mudou um pouco nos meados da série quando Blair começou a empalidecer tramando briguinhas bobas com a irmã de Dan, Jenny, que era inclusive mais nova (e pobre) que a socialite do Upper East Side. A trama então começou a ficar vazia e sem sentido quando o assunto principal começou a ser a disputa pelo fictício reinado de um mísero grupinho de dondocas e aquele acidente na piscina que acabou não rendendo nada de interessante. Contudo, eis que depois do fim da greve dos roteiristas <strong>Gossip Girl</strong> voltou das cinzas trazendo uma invejável seqüência de episódios, desta vez resgatando as promessas do início da temporada, focando no sumiço de Serena e o que ela realmente fez: se tornou cúmplice de um suposto homicídio com sua perigosa ex-amiga Georgina Sparks, interpretada com maestria pela talentosíssima Michelle Trachtenberg. Bom também que as sempre maçantes subtramas com os pais funcionam aqui apenas pano de fundo das histórias dos jovens (mais um erro recorrente de <strong>OC</strong> &#8211; lembram-se do alcoolismo da mãe de Seth?).</p>
<p style="text-align: justify"><img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/06/coment663.jpg" alt="" width="694" height="212" /></p>
<p style="text-align: justify">Coroando o bom desempenho da produção, não posso deixar de citar a  narração de Kristen Bell (<strong>Veronica Mars, Heroes</strong>) que justifica o título da série e dá o perfeito tom das intrigas que os jovens ricos diuturnamente se envolvem. Funcionando muito bem quando está focada nos dramas e polêmicas ao invés dos romances água-com-açúcar (quem se importa com Serena e Dan?), <strong>Gossip Girl</strong> se despediu antes da hora (mais uma vez por culpa da greve) com um final que acabou deixando muita coisa em aberto, mas ainda assim com um saldo positivo. Tomara que Scwhartz consiga segurar a peteca desta vez, como não conseguiu fazer com a saga dos Cohen de Newport Beach.</p>
<p style="text-align: justify"><strong>Cotação Bruno Carvalho</strong>: <img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/06/star9.jpg" alt="" /><img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/06/star9.jpg" alt="" /><img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/06/star9.jpg" alt="" /><img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/06/star9.jpg" alt="" /><br />
<span style="font-size: xx-small"><em>Gossip Girl 1ª temporada, exibida em 2007/2008 na Warner.</em></span></p>
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		<title>Season Pass: Two and a Half Men</title>
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		<pubDate>Wed, 04 Jun 2008 02:01:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Carvalho</dc:creator>
				<category><![CDATA[Season Pass]]></category>
		<category><![CDATA[Two and a Half Men]]></category>
		<category><![CDATA[brasil]]></category>
		<category><![CDATA[resenha]]></category>
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		<description><![CDATA[Com o episódio Waiting For the Right Snapper, a 5ª e irregular temporada de Two and a Half Men terminou ontem depois que a Warner finalmente conseguiu pôr a casa em ordem e corrigiu a cronologia. Mas embora toda a graça do programa seja a falta de compromisso da história, que mantém Alan, Jake e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify"><img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/06/apass.jpg" alt="" align="left" />Com o episódio <em>Waiting For the Right Snapper</em>, a 5ª e irregular temporada de <strong>Two and a Half Men</strong> terminou ontem depois que a Warner finalmente conseguiu pôr a casa em ordem e corrigiu a cronologia. Mas embora toda a graça do programa seja a falta de compromisso da história, que mantém Alan, Jake e Charlie sempre estagnados na vida, não posso deixar de reconhecer que este ano a trama ficou sem identidade. Faltou um <em>storyline</em> um pouco mais complexo ou um arco episódico realmente eficiente para dar um gás na série, como aconteceu nas temporadas anteriores, como de Alan com Kandi, por exemplo. Até mesmo aquele <em>punchline</em> da nova profissão de Charlie como intérprete infantil de sucesso não emplacou e toda aquela seqüência de episódios do relacionamento do solteirão com Linda, iniciada em <em>Dum Diddy Dum Diddy Doo</em>, foi praticamente deixada de lado.</p>
<p style="text-align: justify"><img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/06/coment661.jpg" alt="" width="693" height="212" /></p>
<p style="text-align: justify">Outro fator que contribuiu para que essa fosse uma das temporadas mais fracas de toda a história da série foi o inevitável crescimento de Jake, que já não é mais tão engraçadinho como era antes. Por isso, eles precisaram apelar reiteradas vezes para a carta do &#8220;menino burro&#8221; na tentativa de arrancar algumas risadas adicionais do espectador (poderiam ter feito isso aumentando a participação de Berta, que foi praticamente ignorada pelo roteiro). De fato, a comédia somente voltou a engrenar em seus episódios finais, com aquele ótimo arco do casamento de Evellyn e do amadurecimento de Charlie, com direito ainda ao <em>crossover</em> com <strong>CSI</strong>. Claramente prejudicada pela greve dos roteiristas, inclusive pelo final demasiadamente inconclusivo e insatisfatório, <strong>Two and a Half Men</strong> perdeu um pouco do fôlego nesta temporada, mas ainda assim a comédia figura como uma das melhores <em>sitcoms</em> clássicas atuais. Às vezes a mesmice dá certo, mas está na hora de Chuck Lorre correr mais riscos com os seus três solteirões.</p>
<p style="text-align: justify"><strong>Cotação Bruno Carvalho</strong>: <img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/06/star5.jpg" alt="" /><img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/06/star5.jpg" alt="" /><img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/06/star5.jpg" alt="" /><img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/06/star22.jpg" alt="" /><br />
<span style="font-size: xx-small"><em>Two and a Half Men 5ª temporada, exibida na Warner em 2007/2008</em></span></p>
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		<title>Season Pass: Bionic Woman</title>
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		<pubDate>Thu, 17 Apr 2008 10:33:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Carvalho</dc:creator>
				<category><![CDATA[Bionic Woman]]></category>
		<category><![CDATA[Season Pass]]></category>
		<category><![CDATA[a&e]]></category>
		<category><![CDATA[estreia]]></category>
		<category><![CDATA[nbc]]></category>
		<category><![CDATA[resenha]]></category>

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		<description><![CDATA[Estreou há 2 semanas no Brasil o remake de Bionic Woman, série baseada no drama homônimo de 1976, que foi a grande aposta do canal americano NBC após o sucesso alcançado com Heroes em 2006. Porém, enquanto a série de Tim Kring usou e abusou da estilização dos heróis gerando hype em torno da série [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify"><img src="http://ligadoemserie.blig.ig.com.br/imagens/apass.jpg" alt="" align="left" />Estreou há 2 semanas no Brasil o <em>remake</em> de <strong>Bionic Woman</strong>, série baseada no drama homônimo de 1976, que foi a grande aposta do canal americano NBC após o sucesso alcançado com <strong>Heroes</strong> em 2006. Porém, enquanto a série de Tim Kring usou e abusou da estilização dos heróis gerando <em>hype</em> em torno da série e de seus personagens, a adaptação de David Eick (produtor de <strong>Battlestar Galactica</strong>) peca pela falta de carisma e identidade. A história acompanha a vida de Jaime Sommers, uma garçonete que acaba se envolvendo em um trágico acidente e sua única chance de sobrevivência resta na pesquisa ultra-avançada de seu namorado com &#8220;<em>anthrocites</em>&#8220;, máquinas moleculares milagrosas. As duas pernas, um braço, um ouvido e um olho da moça foram substituídos, tornando-a biônica. Por isso, ela agora terá que &#8220;pagar&#8221; esses <em>upgrades</em> realizando alguns &#8220;serviços de utilidade pública&#8221;. Os primeiros problemas da série já começam pela bela e inexpressiva protagonista, a atriz Michelle Ryan, que não consegue conferir a carga dramática necessária para convencer como heroína.</p>
<p style="text-align: justify"><img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/04/coment153.jpg" alt="" width="694" height="191" /></p>
<p style="text-align: justify">O roteiro é simples com boas pitadas de clichês do gênero, mas cumpre bem o encargo de estabelecer a plausibilidade da situação. Porém, a grande surpresa da série também é a maior decepção: Sarah Corvus, interpretada pela ótima atriz Katee Sackhoff (a Starbuck de <strong>Battestar Galactica</strong>) é <em>outra</em> mulher biônica (e &#8220;do mal&#8221;)! Eles poderiam ter sido um pouco mais originais que isso, não? Durante toda a primeira temporada me perguntei por que Corvus não era a semi-andróide principal, já que a ambigüidade de sua personagem seria muito mais interessante de se ver em papel de destaque. A série possui um visual <em>dark</em>, sempre carregado com chuvas e filtros excessivamente granulados, além de contar com alguns efeitos especiais bem &#8220;mais ou menos&#8221; e cenas de luta pouco inspiradas. Infelizmente, o drama chega e vai embora sem mostrar direito a que veio, pois você consegue perceber claramente ao longo dos episódios que falta um objetivo claro no roteiro, como não acontecia com <strong>Alias</strong>, por exemplo.</p>
<p style="text-align: justify"><img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/04/coment154.jpg" alt="" width="693" height="179" /></p>
<p style="text-align: justify">O resultado é que <strong>Bionic Woman</strong> foi se tornando uma série inexpressiva e de difícil identificação, que vai piorando consideravelmente até o péssimo 9º episódio. A dinâmica entre o elenco é fraca e nem a curta participação de Isaiah Washington (ex-<strong>Grey&#8217;s Anatomy</strong>) foi suficiente para impedir o cancelamento. Por isso, não se apegue, já que foram produzidos apenas 9 episódios e não existem chances de retorno.</p>
<p style="text-align: justify"><img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/04/coment155.jpg" alt="" width="694" height="82" /></p>
<p style="text-align: justify"><strong>Cotação LiGado em Série</strong>: <img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/04/star30.jpg" alt="" /><img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/04/star30.jpg" alt="" /><br />
<span style="font-size: xx-small"><em>Season Pass &#8211; <strong>Bionic Woman</strong> &#8211; 1ª temporada. A&amp;E, Domingos 19h e 21h, Segundas 00h, Quartas 21h, Quintas 14h.</em></span></p>
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