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	<title>LiGado em Série, com Bruno Carvalho &#187; Journeyman</title>
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	<description>o blog de séries e TV do iG!</description>
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		<title>Journeyman: Não. Perca. Seu. Tempo.</title>
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		<pubDate>Thu, 29 May 2008 02:01:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Carvalho</dc:creator>
				<category><![CDATA[Journeyman]]></category>
		<category><![CDATA[estreia]]></category>
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		<category><![CDATA[resenha]]></category>

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			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify">É bastante recorrente vermos séries com premissas absolutamente brilhantes e mal executadas, seja por falta de recursos ou de competência da equipe de produção. Contudo, é raro ver uma premissa horrível levada tão à sério como essa <strong>Journeyman</strong> que estreou ontem dublada no nosso querido canal Raposa. À primeira vista, a parte técnica do drama criado por Kevin Falls (ex-roteirista de <strong>The West Wing, Shark</strong> e <strong>North Shore</strong>) chega até a ser irrepreensível, especialmente com a sua caprichada fotografia. Mas infelizmente a série não se sustenta desde os minutos iniciais com sua trama pra lá de bizarra: um homem começa a viajar no tempo <span style="text-decoration: underline">do nada</span> e tem a chance de reencontrar sua ex-mulher falecida, que também parece estar fazendo o mesmo. Não, ele não usa uma máquina ou algo do tipo, ele simplesmente está andando, a tela ganha um brilho e <em>bam</em>, volta dez anos no passado e retorna ao presente da mesma forma. Uma série com um tema lúdico ou demasiadamente fictício (como <strong>Heroes</strong> ou <strong>LOST</strong>, por exemplo) precisa fazer sentido pelo menos dentro do universo criado. Essa não faz.</p>
<p style="text-align: justify"><img src="http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/files/2008/05/coment652.jpg" alt="" width="687" height="210" /></p>
<p style="text-align: justify">Ao longo de sua primeira, curta e única temporada, Dan Vassar vai ter que descobrir por que este incrível fenômeno está acontecendo com ele, enquanto ele faz as suas idas e vindas ao longo de décadas, erradicamente salvando pessoas e complicando ainda mais a sua situação. Dá um tempo, né? Muita gente que jura de pé junto que a série é excelente, que só melhora e que o final foi completamente satisfatório. Mas existem muitas razões pra se dizer isso: tem quem goste de séries B (ou C, no caso) só porque é legal ser do contra; tem quem ache que a produção é <em>Cult</em> (não é) e tem também quem se contente com pouco. Eu não. Juro que tentei acompanhá-la de todas as formas possíveis, mas o roteiro fraco, as atuações medianas e os efeitinhos especiais de quinta categoria excederam todos os limites do aceitável. <strong>Journeyman</strong> é uma perda de tempo e por mais que você tente se apegar não tem como fugir disso. Se for arriscar, saiba que a série irá embora deixando muita coisa em aberto e não diga que eu não avisei: você não é Dan Vassar e não poderá voltar atrás!</p>
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