Brothers & Sisters | LiGado em Série, com Bruno Carvalho
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Arquivo da Categoria Brothers & Sisters

16/06/2010 - 00:01

Season Pass: Brothers & Sisters, 4ª Temporada

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Alerta de Spoiler - Brasil
No início deste ano questionei o que estava acontecendo com Brothers & Sisters, pois o drama que geralmente se mostrou acima da média estava se esgotando. Infelizmente, ao final da 4ª temporada isso se confirmou. Mesmo contando com um elenco de primeira e personagens bem construídas, a história simplesmente começou a ficar mais e mais arrastada a cada episódio, a ponto de temas se tornarem recorrentes e repetidos, como foi o caso da barriga de aluguel de Kevin e Scotty e dos problemas na Ojai Foods. Aliás, o mistério sobre o tal Narrow Lake foi excessivamente postergado pelo roteiro até chegar num desfecho desinteressante e nada inventivo. A temporada passou e não tomou forma, pois a cada hora um pequeno caso tomava conta das atenções, mas tão rapidamente se apagava para dar lugar a outro. Exemplo disso foram os problemas com o visto de Luke, o draminha água-com-açúcar do casal Rebecca e Justin e a tal campanha de Kitty, que tenho certeza que não convenceu  ou motivou ninguém. Até o ator Rob Lowe percebeu que Brothers & Sisters precisa urgentemente caminhar para um desfecho, pois simplesmente abandonou o barco para se dedicar a papeis menos densos (ele entrou para o elenco de Parks and Recreation e fará uma ponta em Californication). É certo que a morte de Robert e o acidente de carro renderão mais alguns dramas para a Família Walker, mas lembremos que a premissa da série já está pra lá de ultrapassada e a produção claramente segue em sobrevida.
Cotação Bruno Carvalho:

Autor: Bruno Carvalho - Categoria(s): Brothers & Sisters Tags: , , , , ,
26/03/2010 - 00:01

Renovações e Cancelamentos de Séries: As Chances

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Esta semana a publicação Entertainment Weekly atualizou a lista com as probabilidades de cancelamento e renovação das produções atuais. As séries americanas, em sua maioria, são produzidas por companhias e estúdios sob encomenda dos canais de televisão que as custeiam. Assim, vários fatores, mormente econômicos, influenciam nas decisões sobre a continuação ou não de determinada atração. Todo ano, por volta do mês de Maio, os canais abertos de lá realizam o chamado Upfront, que é o anúncio oficial do lineup das próximas temporadas para a imprensa e anunciantes, com destaque especial o Fall Season, período no outono americano onde se concentram as maiores estreias. Confira o sumário das chances de cada uma, além da lista das que já sabemos que estão renovadas ou canceladas para a próxima temporada:

Séries Oficialmente Renovadas: Cougar Town, The Middle, Modern Family, The Amazing Race, The Big Bang Theory, The Good Wife, How I Met Your Mother, NCIS: Los Angeles, Survivor, Two and a Half Men, American Dad, Bones, The Cleveland Show, Family Guy, Glee, Fringe, The Simpsons, 30 Rock, Community, Friday Night Lights, Law & Order, The Office, Parks and Recreation, 90210, America’s Next Top Model, Gossip Girl, Smallville, Supernatural, The Vampire Diaries, The Apprentice, Undercover Boss. [atualizado 30/03] Castle.

Séries Com Boas ou Grandes Chances de Renovação: Com boas chances temos CSI: NY, Gary Unmaried, Ghost Whisperer, Lie to Me, Celebrity Apprentice e, com grandes chances, temos Brothers & Sisters, Desperate Housewives, Grey’s Anatomy, Private Practice, Criminal Minds, CSI, CSI: Miami, The Mentalist, NCIS, American Idol, House, Law & Order: SVU.

Séries com 50% de Chances de Renovação: Accidentally on Purpose, Medium, The New Adventures of Old Christine, Rules of Engagement, Human Target, Chuck, Heroes, Mercy, Life UneXpected, One Tree Hill.

Séries em Risco de Cancelamento ou Praticamente Canceladas: Better Off Ted, FlashForward, The Forgotten, Cold Case, Numb3rs, Brothers, Trauma, Melrose Place e V. Na TV paga: Damages.

Séries Oficialmente Canceladas: Hank, Ugly Betty, LOST, Three Rivers, Dollhouse, Past Life, ‘Til Death, Scrubs, The Deep End, Raising the Bar, 24 Horas. Na TV paga: Saving Grace, Nip/Tuck, Monk.

Vale lembrar que as séries de TV a cabo Californication, Dexter, Nurse Jackie, United States of Tara, Weeds, Big Love, Bored to Death, Entourage, Hung, In Treatment, The Ricky Gervais Show, True Blood, Mad Men, Breaking Bad, Sons of Anarchy, Burn Notice, Royal Pains, The Closer, Men of a Certain Age, Spartacus: Blood and Sand, Party Down, Greek, Secret Life of the American Teenager, Secret Diary of a Call Girl, White Collar e HawtoRNe já estão com novas temporadas garantidas e/ou prontas para estrear nos próximos meses nos EUA! O status de outras produções não mencionadas acima não foram publicados pois não existem informações contundentes e/ou oficiais a respeito.

Nota explicativa: em termos técnicos, uma série é considerada “cancelada” quando sua produção é suspensa definitivamente, independente do motivo, seja por encerramento planejado pelos showrunners ou por imposição do canal. Algumas séries canceladas podem ser “salvas” por um canal rival, mas isso é raro de ocorrer.

Autor: Bruno Carvalho - Categoria(s): 24 Horas, 30 Rock, 90210, Accidentally on Purpose, American Dad, American Idol, Better Off Ted, Big Love, Bones, Bored to Death, Breaking Bad, Brothers, Brothers & Sisters, Burn Notice, CSI, CSI:Miami, CSI:NY, Californication, Canais, Cancelamentos, Castle, Chuck, Cold Case, Community, Cougar Town, Damages, Desperate Housewives, Dexter, Dollhouse, Entourage, Fall Season, Family Guy, FlashForward, Friday Night Lights, Fringe, Gary Unmaried, Ghost Whisperer, Glee, Gossip Girl, Greys Anatomy, Hank, HawtoRNe, Heroes, House, How I Met Your Mother, Human Target, Hung, In Treatment, LOST, Law & Order: SVU, LiGado em Série Responde, Lie to Me, Life UneXpected, Mad Men, Medium, Melrose Place, Men of a Certain Age, Mercy, Mid Season, Modern Family, NCIS, NCIS: Los Angeles, Notícias, Numb3rs, Nurse Jackie, Old Christine, Parks and Recreation, Party Down, Past Life, Private Practice, Raising the Bar, Reality TV, Royal Pains, Rules of Engagement, Scrubs, Secret Diary of a Call Girl, Smallville, Sons of Anarchy, Spartacus: Blood and Sand, Supernatural, Survivor, The Amazing Race, The Apprentice, The Big Bang Theory, The Cleveland Show, The Closer, The Deep End, The Forgotten, The Good Wife, The Mentalist, The Middle, The Office, The Simpsons, The Vampire Diaries, Three Rivers, Trauma, True Blood, Two and a Half Men, Ugly Betty, Undercover Boss, United States of Tara, V, Weeds, White Collar Tags: , , , , , ,
06/01/2010 - 00:01

O Que Houve com Brothers & Sisters?

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Alerta de Spoiler - Brasil
comment1231Poucas vezes eu conheci uma série tardiamente e a assisti tão rápido como fiz com Brothers & Sisters. Com um elenco de primeira, texto ágil, moderno e bem escrito, a série até chegou a ser destaque no blog com um Season Pass especial, onde comparei-a com a imbatível Six Feet Under. Mas eis que de meados da 3ª temporada pra cá as coisas não são mais as mesmas na família Walker. O que aconteceu, ao meu ver, é o clássico caso de “esgotamento de premissa”, que ocorre quando o fato motivador da produção não é mais suficiente para sustentar a história. No início, a morte do patriarca William Walker era o estopim dos conflitos e o desenvolvimento da trama seguia bem com as revelações sórdidas que o cara deixou de herança: amantes, problemas na empresa, filhos fora do casamento etc. Mas à medida que estes problemas foram, de certa forma, “resolvidos”, o drama começou a ficar lento e repetitivo. Basta ver pelas histórias similares envolvendo adoção e/ou barriga de aluguel (dos casais Tommy e Julia/Kevin e Scotty/Robert e Kitty), homossexualidade (Kevin e Saul) e, agora, doença (Justin, Robert e Kitty). O lado positivo é que os roteiristas não se “venderam” desconstruindo personagens, pois é até admirável a evolução natural, por exemplo, do relacionamento entre Nora Walker e Holly Harper. Porém, a série conseguiu nestes últimos episódios exibidos na TV americana tornar o casal Justin e Rebecca insuportável, além de relegar para segundo plano a “vingança” que o igualmente aborrecido Ryan Lafferty vinha conduzindo sabotando os negócios na Walker Landing/Ojai Foods. Isso sem contar que praticamente sumiram com Sarah e Saul, desperdiçando os ótimos Rachel Griffiths e Ron Rifkin. Mesmo contando com interpretações acima da média e um texto agradável, espero que Brothers & Sisters comece a caminhar para um desfecho, sob pena deste bom drama se tornar “esquecível” como uma novelinha qualquer. Ou você acha que a série tem fôlego pra mais? Opine!

Autor: Bruno Carvalho - Categoria(s): Brothers & Sisters Tags: , ,
19/11/2009 - 00:01

A Semana em Série

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Alerta de Spoiler - Brasil
bmotherHow I Met Your Mother (5×06: Bagpipes; 5×07: The Rough Patch): Estes últimos dois episódios de How I Met Your Mother desenvolveram e encerraram muito bem o arco do romance entre Robin e Barney sem deixar que a coisa ficasse desgastada, como acontece com muitas séries. Trazendo à tona os problemas em Bagpipes, a comédia rapidamente pulou para o inevitável término do relacionamento do casal que tenta, mas não consegue ser cool quando está junto. E foi no excelente The Rough Patch que vimos o calvário dos dois para perceber o quanto faziam mal um ao outro, mas sem perder o bom humor de costume, já que Barney engordou horrores (exageradamente sob o ponto de vista do Ted futuro, claro) e Robin virou uma baranga totalmente sem noção. Eu já disse várias vezes e repito que How I Met Your Mother sempre se sobressai quando faz uma crônica inteligente sobre os diversos aspectos da vida. Show!
Cotação Bruno Carvalho:

bteoryThe Big Bang Theory (3×06: The Cornhusker Vortex; 3×07: The Guitarrist Amplification): Eu continuo achando que explorar o “relacionamento” entre Leonard e Penny no fim não faz bem pra The Big Bang Theory, justamente porque os dois juntos não convencem por nada. Assim, depois de cada episódio, seja quando a moça convida toda a galera pra ver futebol ou quando um amigo guitarrista está pra dividir apartamento com ela, a suposta ameaça que isso traria a Leonard não atinge o objetivo proposto (fora a química quase negativa dos intépretes John Galecki e Kaley Cuoco). Eu não me importo com o que vai ocorrer com eles e exatamente por isso acho que a comédia deveria focar mais no universo geek dos protagonistas do que em um romance desinteressante. A nota alta (costume nesta série), por enquanto, fica pra próxima.
Cotação Bruno Carvalho:

bgoodwifeThe Good Wife (1×07: Unorthodox): A ideia de uma justiça mais “flexível” e mutável é característica do common law adotado pelos EUA, onde não apenas a legislação é fonte do Direito, mas também as decisões de tribunais chamadas de precedentes. No Brasil não temos isso enraizado desta forma e por isso algumas situações em The Good Wife podem parecer forçadas, mas não são. E foi em um caso bastante inortodoxo que Alicia precisou desmascarar uma farsa que visava extorquir judeus ortodoxos. Estes, por obedecerem o shabath (período semanal em que os fieis estão proibidos de realizar qualquer tipo trabalho), supostamente causaram danos físicos a uma senhora por se absterem de consertar um fio que passava em sua propriedade. Nasceu aí uma interessante discussão jurídica sobre qual seria a lei prevalescente: o princípio constitucional de liberdade ao credo ou o dever de indenizar pelo ato culposo de acordo com a Lei civil. Apesar de muito bem conduzido como o anterior, o episódio pecou em seu ato final por evitar o debate, vertendo o caso mais uma vez para o lado “investigativo”. É aí que The Good Wife perde parte de seu charme, como se seus autores desistissem de concluir qual seria o caminho adotado para resolver a questão no tribunal. Fora isso, o drama segue intrigante, ainda mais agora que o filho da boa esposa retomou a busca por verdades envolvendo a prisão do pai. Tem uma boa história aí…
Cotação Bruno Carvalho:

bflashFlashForward (1×08: Playing Cards With Coyote): Ótimo! Genial! Espetacular! Eu simplesmente adorei a ideia que os produtores de FlashForward tiveram de fazer o pior episódio da série até agora. Ora, isso significa que, uma vez no fundo do poço, eles só tendem a subir e melhorar, (ou não?)! Começando com mais um “clipe musical” totalmente inadequado, Playing Cards With Coyote chegou ao cúmulo de mostrar uma cena onde os supostos responsáveis pelo apagão de todo o planeta decidem através de um jogo de cartas se vão ou não contar a verdade para o público (isso na frente dos outros jogadores e funcionários). Eu não sei o que ficou mais ridículo, se foi o canastrão Simon propondo a decisão do impasse no melhor estilo Cassino Royale ou se foi o até então coerente Lloyd aceitando o esdrúxulo “desafio”. Francamente não sei o que esperar mais de uma série que prometeu tanto e conseguiu fazer de tudo até agora, exceto cumprir o prometido: ser um bom drama de mistério. As histórias paralelas, então, como a da filha de Aaron que não morreu e a introdução de novos rostos a cada finale tornam essa bagunça cada vez mais maçante. Como eu falei, isso é bom, pois não vejo no meu flashforward como isso pode piorar. Do contrário, o futuro da série será tão inevitável quanto o daqueles que em 2010 não viram nada.
Cotação Bruno Carvalho: Half Star

Ah, sim. Gossip Girl e Brothers & Sisters deixam nossa cobertura semanal e passam para o Season Pass. A primeira porque simplesmente desandou muito nos últimos capítulos e a segunda, apesar de eu gostar muito, anda rendendo pouco assunto para repercutir (ou querem que eu discorra sobre a ceninha “Laços de Família” de Kitty Walker e seu câncer?). Aí podem perguntar:  ”mas FlashForward sempre recebe críticas negativas e continua, qual o critério?” Ora, o critério é subjetivo e julgo que mesmo ruim, o drama do apagão rende muito mais assunto (ainda que negativo), de forma que as resenhas não soam vazias. De qualquer forma, continuarei acompanhando todas as séries que “cancelo” aqui e mais pra frente falamos delas quando as pausas começarem, ok? Aguardo o seu comentário e amanhã tem a segunda parte!

Autor: Bruno Carvalho - Categoria(s): Brothers & Sisters, FlashForward, Gossip Girl, How I Met Your Mother, The Big Bang Theory, The Good Wife Tags: , ,
09/11/2009 - 00:01

A Semana em Série

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Alerta de Spoiler - Brasil
bdexterDexter (4×05: Dirty Harry): A situação fugiu do controle, os ânimos estão à flor da pele e a polícia de Miami vive uma de suas maiores crises desde o caso Bay Harbor Butcher. A morte de Frank Lundy trouxe ainda mais imediatismo num clima que beirava o insuportável graças à audácia do animalesco Trinity. Abro aqui mais um parêntesis para elogiar a fenomenal performance de John Lithgow, que consegue nos instigar e assustar ao mesmo tempo. Afinal, o que motiva o sangrento ritual desse sujeito e, o que é pior, como ele consegue disfarçar tão bem? Como Dexter testemunhou, ele aparentemente tem uma vida pacata com família e tudo mais. “Mas Dexter também tem”, podem argumentar. Claro, mas nós sabemos o quão difícil é para o justiceiro que segue o Código de Harry e mata pelo “bem”, sendo colocado contra a parede por tudo e por todos. Os segredos começam a emergir: quem não pulou da poltrona quando viu Rita ao lado da mala que nós conhecemos tão bem? O cerco está fechando e a temporada que nem na metade está vai ficando cada vez mais eletrizante. Dexter continua em seu nível próprio, acima de todas as produções atuais.
Cotação Bruno Carvalho: Half Star

bgossipGossip Girl (3×07: How to Succeed in Bassness, 3×08: The Grandfather, Part II): Adolescentes despreparados lidando com negócios e política. Sério? É assim que Gossip Girl pretende se reerguer do fiasco que está sendo esta 3ª temporada? Duas semanas e dois episódios fraquíssimos abaixo até mesmo da média já baixa dos anteriores. Em How to Succeed in Bassness tivemos que ver a desconstrução de Blair Walforf, personagem de gênio forte, se transformar numa verdadeira bocó, sem contar nas traminhas bobas que colocam a família Humphrey. Jenny já não convence mais com aquela brincadeirinha de “hierarquia da escada” e Rufus vestido de Joey Ramone fazendo referências pop a Lady Gaga não é nada cool. Gossip Girl perdeu o ritmo com o excesso de historinhas paralelas, como vimos no desinteressante The Grandfather, Part II. Poxa, a gente já não dá a mínima pro Nate e vai ligar pra eleiçãozinha de congressista local do primo dele? Who cares se ele ganhou ou perdeu ou se o documentário da podre da Vanessa foi vendido ou não? A série começa com estes casinhos pela metade, desenvolve-os mal e no fim vimos que um episódio inteiro passou e não aconteceu absolutamente nada! Não vou nem comentar sobre o romancezinho de Dan com Olivia, porque vou deixar pra falar mais sobre isso na próxima resenha (os que sabem do spoiler entenderão porque). A audiência abaixo dos 2 milhões nos EUA não me deixa mentir. Desse jeito não dá…
Cotação Bruno Carvalho:

comment1176

bsistersBrothers & Sisters (4×05: Last Tango in Pasadena, 4×06: Zen & the Art of Making Mole): Eu fazia maratonas com as primeiras temporadas de Brothers & Sisters como se não houvesse amanhã. Consumia episódio atrás de episódio noites adentro e já cheguei a comparar esta série à minha favorita de todos os tempos, Six Feet Under. Por isso não consigo conceber o que está acontecendo com o drama nesta 4ª temporada. Minha maior preocupação quando assisto um novo capítulo é o de tentar permanecer acordado. Juro. Onde estão as surpresas? Os segredos? A adrenalina que os encontros, desencontros e intrigas da família Walker causavam? Pelo visto acabou. Nem mesmo a volta da sempre excelente Sarah mudou o marasmo que está a série. Não consigo me entreter com o “alvoroço” causado pelo tal namoradinho francês da balzaquiana e muito menos com o casal insuportável Kevin e Scotty e esse lance da adoção. Dois episódios inteiros se passaram e o máximo que aconteceu foi Ryan tentando passar a perna na Ojai. De fato, somente Holly Harper anda conseguindo empolgar, ainda mais depois da forma com que ela recusou a compra de suas ações, mesmo falida. Brothers & Sisters perdeu o seu dinamismo e a sagacidade de seu roteiro que costumava ser muito, mas muito mais inspirado. Tomara que recuperem logo, pois hoje a série não é um terço do que já foi.
Cotação Bruno Carvalho: Half Star

bflashFlashForward (1×06: Scary Monsters and Super Creeps, 1×07: The Gift): Uau! Quando eu achava que pior não dava pra ficar, FlashForward me coloca uma constrangedora cena inicial com o tal Simon, que nadou na canastrice e na vergonha alheia pelo ator Dominic Monagham. Mais uma semana e a série continua falhando em estabelecer sua curiosa premissa e perde tempo com situações dispensáveis envolvendo as personagens menos carismáticas da TV. O que salvou em Scary Monsters and Super Creeps foi aquele encontro entre Mark e o futuro namorado de sua esposa, mas isso ainda não é suficiente para que o drama engrene. Até mesmo os cliffhangers agora estão repetidos! Simon aparece para Lloyd falando mais uma vez sobre o que eles “fizeram” (fora a trilha-sonora completamente inadequada nos momentos mais tensos). Ok, então tudo foi um experimento de alguma organização secreta. É o máximo que conseguem fazer? Felizmente as coisas melhoraram um pouco no episódio The Gift, mas não me refiro àquele grupo de pessoas que não viram flashforward e decidiram criar um “clube da morte”. Falo da importante implicação que o suicídio do agente pode trazer para a trama, indicando que o futuro pode sim ser modificado. Pelo que vimos da cena final, inclusive, esta é a tendência. Ainda não dá pra ficar completamente satisfeito com FlashForward como aconteceu após o piloto, mas o caminho é esse. O público precisa ser surpreendido e parar de ser enrolado. Ganharam uma estrela comigo.
Cotação Bruno Carvalho:

bgoodwifeThe Good Wife (1×06: Conjugal): Eu já explicitei aqui alguns problemas de The Good Wife, notadamente com relação aos casos jurídicos apresentados pela série que apenas “arranham” a superfície quando comparados com grandes séries de tribunal que já assistimos, especialmente Boston Legal. Mas com Conjugal a série acerta o ritmo e volta a ser aquele promissor drama apresentado no episódio piloto. Assumindo um caso como dativo, o escritório de Alicia resolveu ir mais à fundo na história de um condenado que supostamente cometeu latrocínio com um policial fora de serviço em uma loja de conveniência. Não bastasse isso, o acontecimento virou filme enquanto o sujeito encarava o corredor da morte. Desta vez o desenvolvimento da narrativa não foi simplório e arrastado, fluindo muito bem com a investigação sobre o procedimento cheio de erros que levou à prisão de um inocente por conta de perfil racial. Às vezes The Good Wife me lembra a finada Justice, mas sem a artificialidade e os exageros daquela produção. Pra melhorar, a história entre Alicia e seu ex-marido foi aprofundada com aquela inevitável visita conjugal, mas ainda assim espero que a vida pessoal dela fique mais em foco. Afinal, o drama é sobre ela, a boa esposa.
Cotação Bruno Carvalho:

A semana mal começou e ainda falarei de mais séries, incluindo a estreia de V. Aguardo os comentários de vocês abaixo, como sempre!

Autor: Bruno Carvalho - Categoria(s): A Semana em Série, Brothers & Sisters, Dexter, FlashForward, Gossip Girl, The Good Wife Tags: , ,
28/10/2009 - 00:01

A Semana em Série

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Alerta de Spoiler - Brasil
bsistersBrothers & Sisters (4×04: From France With Love): Kitty com câncer. Kitty com câncer. Kitty com câncer e, ah, a Sarah voltou de viagem depois de ter um caso com um Francês porque… Kitty está com câncer. Ela mentiu sobre o motivo da volta antecipada porque Kitty está com câncer. Justin decidiu que vai ser um oncologista e foi tentar um estágio na área porque Kitty está com câncer. Nora Walker está mais neurada do que nunca porque Kitty está com câncer. Se isso é chato na resenha, imagina durante um episódio inteiro? Esse acontecimento virou o centro da série e soa como um ato desesperado dos roteiristas para tentar reerguer o drama que passou por uma severa crise criativa na 3ª temporada. Depois que a poeira da morte de William Walker baixou e que os “podres” que ele havia escondido no armário por anos vieram a público, faltam elementos para que a série volte a surpreender. Aí apelaram para essa doença e o drama segue sem perspectivas, sem cliffhangers e tremendamente água-com-açúcar. Sabemos que ela não vai morrer, então tudo fica parecendo procrastinação! Pena, pois é um excelente elenco desperdiçado.
Cotação Bruno Carvalho: Half Star

bteoryThe Big Bang Theory (3×05: The Creepy Candy Coating Corollary): A divisão das personagens de The Big Bang Theory em “núcleos” está fazendo bem à comédia, pois quando todos estão juntos fica mais evidente o disparate entre a atuação de Jim Parsons com os demais. E se sozinhos Leonard e Penny não funcionam, bastou adicionar o fator Hollowitz como a “vela” da relação para que as situações fiquem divertidíssimas. Aquela cena no café-da-manhã com as interrupções inconvenientes do nerd carente foi demais! Mas é claro que no final das contas é Sheldon que sempre rouba a cena e, mais uma vez, o sujeito foi passado pra trás, só que desta vez pelo seu ídolo trekker, Will Wheaton! The Big Bang Theory continua explorando como nenhuma outra série o vasto universo da cultura pop.
Cotação Bruno Carvalho:

bmotherHow I Met Your Mother (5×05: Dual Citizenship): Um dos pontos positivos de How I Met Your Mother às vezes vira um problema: eles pegam uma piada e vão até o fim com ela. Isso é bom quando a história funciona, mas nos dois casos apresentados em Dual Citizenship, o resultado deixou a desejar. Pra começar, a ideia da viagem de Ted e Marshall à antiga pizzaria trash que gostavam foi até boa, mas no segundo bloco a piada já estava esgotada e previsível (especialmente quando envolvia Lilly). A mesma coisa aconteceu com Barney e Robin no caso da moça perder a noção de cidadania e ficar numa espécie de “limbo” civil, pois não sentia vínculos nem com EUA e nem com Canadá. Apesar de realizar uma leve crítica à “América” quando Barney aponta as diferenças entre os países (o sistema de saúde e a criminalidade, por exemplo), o episódio como um todo esmaece perante os primeiros desta temporada, que focaram mais na turma.
Cotação Bruno Carvalho:

comment1170

bhouseHouse (6×05: Brave Heart): Uau! Já estamos no 5º episódio e os eventos de The Tyrant continuam repercutindo no hospital. Dá pra ver que Chase está no limite, vivendo um imenso conflito interno por ter matado o ditador africano. O que na hora pareceu a decisão mais certa no calor do momento, agora se tornou uma esgotante batalha moral consigo mesmo e com as pessoas que nele confiam, incluindo sua mulher e seus colegas de trabalho. E o pior de tudo é que ainda que ele tente confessar o que fez, acaba falhando porque o peso da notícia vai deixar enormes feridas. O caso da semana também foi excelente, começando pela perseguição de um bandido mestre em “parkour e revelando a displicência de um policial que achava que sua vida estava no fim por conta de uma doença incurável. E mesmo com a cabeça “cheia”, House, é claro, conseguiu dar um jeito. Eu apenas não entendi o propósito das vozes que o bom doutor anda ouvindo no quarto de Amber. Era mesmo só o Wilson “conversando” com ela? De qualquer forma, tenho certeza que mais alguma coisa interessante a série está preparando para nós… Mais um ótimo episódio!
Cotação Bruno Carvalho: Half Star

bgossipGossip Girl (3×06: Enough About Eve): Olha de uns tempos pra cá estou achando Gossip Girl uma tremenda baboseira. Às vezes sempre foi (sei que muitos vão concordar com isso), mas o fato é que antes a trama era, na maioria das vezes, coerente e entretia. Agora me parece que nesta nova temporada as personagens estão mais voláteis e de uma forma que não soa mais crível. Basta ver o comportamento de Blair e sua constante mudança de prioridades e a bagunça que a repugnante Vanessa aprontou apenas para discursar num brinde de um evento. Não li os livros e não sei se ela é assim na história original, mas na TV isso não está funcionando. Gossip Girl está “inho” demais. Dan e Olivia num romancinho, Chuck e Blair com uma briguinha, Serena e Carter com uma intriguinha e Nate continua avulso com seus probleminhas de família aristocrata que ninguém dá a mínima… Enough About Eve terminou com Blair e Vanessa juntas, depois de todo o mal que uma fez para a outra em poucos instantes. Eu não aguento mais muito tempo desse lero lero não… Andei assistindo 90210 e, apesar de não ser nenhum primor da TV, está com uma história bem mais concisa e sólida do que esta. Quem sabe é hora de trocar…
Cotação Bruno Carvalho:

bgoodwifeThe Good Wife (1×05: Crash): Estou começando a achar que The Good Wife levará o troféu “fogo de palha” desta temporada. Poxa, este é o terceiro episódio seguido em que o drama está num verdadeiro marasmo. O caso do marido de Alicia não evolui em nada e os julgamentos da semana não apresentam, por exemplo, o nível de relevância de discussão social como acontecia com Boston Legal. Ou seja, há semanas The Good Wife não se estabelece como um bom drama familiar e nem como uma série de interessantes casos jurídicos. O dessa semana, por exemplo, sobre as esposas dos funcionários de uma companhia ferroviária, foi arrastado enquanto a burocracia do escritório de Alicia tomava conta: desde abordar o aborrecido processo de contratar uma nova assistente até aventurar-se por intriguinhas envolvendo a saída de um sócio que nunca sequer deu as caras na série. E aí, o que sobra? Tirando a sempre competente interpretação de Julianna Marguiles, este episódio deixou apenas a expectativa de que este drama resgate o seu promissor início e engrene de uma vez.
Cotação Bruno Carvalho: Half Star

To meio ríspido, eu sei. Mas they had it coming. Ainda esta semana comentários de Dexter, Californication, FlashForward, Glee, 30 Rock, The Office e Grey’s Anatomy!

Autor: Bruno Carvalho - Categoria(s): A Semana em Série, Brothers & Sisters, Gossip Girl, House, How I Met Your Mother, The Big Bang Theory, The Good Wife Tags: , ,
19/10/2009 - 00:01

A Semana em Série

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Alerta de Spoiler - Brasil
bsistersBrothers & Sisters (4×03: Almost Normal): A doença de Kitty, ao meu ver, veio num momento onde o foco deveria ser (qualquer) outro. Ora, na temporada anterior mesmo a família Walker lidou com o problema de saúde de Robert e tudo isso que estão (re) vivendo com a sua esposa parece um imenso dèja vu. O mesmo posso dizer com relação à Kevin e Scotty com a questão do bebê (barriga-de-aluguel ou adoção), assunto abordado também na temporada passada e até batido. Às vezes Brothers & Sisters me lembra um pouco a finada Party of Five, onde sempre alguma grande tragédia familiar estava acontecendo. Poxa, nós sabemos que esta série não precisa disso e a prova está nas ótimas tramas envolvendo o antigo rival de William que apareceu para complicar as coisas na Ojai ou até mesmo a incursão de Justin na faculdade de medicina. A temporada ainda não decolou e os sinais de desgaste vão ficando mais evidentes…
Cotação Bruno Carvalho:

bmotherHow I Met Your Mother (5×04: The Sexless Innkeeper): É sempre imprevisível a forma que How I Met Your Mother vai contar uma história. Entre sonhos, flashbacks e flashforwards, a variada estrutura narrativa que esta sitcom segue a difere de todas as outras produções do gênero. Desta vez eles voltaram séculos no tempo para contar o caso da “pousada do assexuado”, já que Ted caíra no velho golpe da mulher utilizá-lo apenas para passar a noite em seu apartamento, sem sexo! Os casais também deram um show à parte com toda aquela celeuma envolvendo o “encontro”, mas confesso que no final a ótima piada começou a esgotar, pois passaram do ponto. De qualquer forma, a cançao “All By Ourselves” foi demais!
Cotação Bruno Carvalho: Half Star

bteoryThe Big Bang Theory (3×04: The Pirate Solution): Poxa, somente aquela cena que mostrou Sheldon e Raj trabalhando até a “exaustão” ao som de Eye of the Tiger já valeu por todo este ótimo episódio de The Big Bang Theory! The Pirate Solution trouxe exatamente o que a série precisa: uma agitada nas coisas. Apesar de sempre bons, eles estavam meio acomodados e deixando tudo nas costas de Jim Parsons. Com a estadia de Raj nos EUA ameaçada, a solução mais brilhante que eles encontraram foi colocar o nerd para trabalhar com o encrenqueiro mor, o que rendeu situações hilárias: “você trabalha PARA mim“! Isso além de ajudar a derrubar o “mito” Sheldon, porque não há nada melhor do que mostrar o cara errado e dando (ao menos um pouco) o braço à torcer. Longa vida aos reis da ciência!
Cotação Bruno Carvalho: Half Star

bgoodwifeThe Good Wife (1×03: You Can’t Go Home Again, 1×04: Fixed): Poxa, The Good Wife estava indo relativamente bem até que estes dois episódios apareceram para quebrar completamente o ritmo. Primeiro porque o roteiro simplesmente ignorou a investigação que os filhos de Alicia estavam conduzindo com relação à foto incriminadora do pai. Isso é estranho, porque ao mesmo tempo em que sugerem que ele pode ter sido vítima de uma armação, estes episódios praticamente confirmaram o envolvimento dele em todas as acusações que estão sendo feitas. Tudo bem que o drama está apenas começando, mas seria bom que uma estrutura lógica fosse seguida. O destaque continua na forma como Alicia vive esta delicada situação e como ela acaba utilizando esta experiência negativa em sua vida para ajudar os outros. Gostei muito do caso envolvendo a manipulação do júri que, no final das contas, foi providenciada pela própria parte que a moça defendia (legal também a participação do “Andy” de True Blood como o advogado de defesa da empresa farmacêutica). The Good Wife ainda precisa, contudo, encontrar o seu caminho e seguí-lo com convicção. A falta de um objetivo maior pode comprometer esta promissora série.
Cotação Bruno Carvalho:

comment1165

bgleeGlee (1×07: Throwdown): Sue Sylvester carregou grande parte deste episódio de Glee (e boa parte da série até agora), o que não é nada reprovável, já que Jane Lynch é uma atriz excelente e que vem me surpreendendo a cada aparição na TV (ela também fez Party Down e está frequentemente em Two and a Half Men). A incontrolável rixa que ela tem com o grupo Glee é, de longe, a parte mais interessante desta comédia musical que vem demonstrando ter uma boa dose de humor negro. Simplesmente adorei os momentos politicamente incorretos, principalmente quando colocaram a “minoria” para cantar sob o comando da loira: “eu gosto tanto de minorias que estou pensando em me mudar para Califórnia para me tornar uma“. Pena que ela abandonou o cargo de co-treinadora tão cedo: “é coisa de frutinha. Eu não aguento ver estes jovens emocionados, a não ser se for por exaustão física”. Brilhante! Foi bacana também ver a galera cantando de verdade em cena (sem dublagem e auto-tune), numa jam session bem agradável e real. Um bom episódio, inquestionavelmente!
Cotação Bruno Carvalho:

bflashFlashForward (1×03: 137 Sekunden, 1×04: Black Swan): Decepcionantes. Esta palavra resume muito bem o meu sentimento com relação aos dois últimos episódios de FlashForward exibidos na TV americana. Ora, pra uma série que se vende como o próximo grande fenômeno pós-LOST, seu desempenho está muito aquém do ideal. 137 Sekunden foi até construído de forma interessante, crescendo até o momento em que Mark interroga o nazista e ele dá aquela revelação sobre os pássaros e a descoberta de um incidente anterior na Somália emerge. Eis aí que Black Swan chegou como um tremendo anti-clímax, contando uma historinha totalmente desinteressante sobre o garoto com hipocortisolismo e ignorando os fatos do capítulo anterior. Isso sem contar no retorno daquela moça presa (num interrogatório que não levou a lugar algum) e na insistência com o caso de Olivia com sua visão futura (como bem disse a colunista Claudia Croitor: quantas vezes vão mostrar aquela cena dela chamando o futuro companheiro?). Para temermos pelo casal de protagonistas, a série precisa, primeiro, fazer com que nos importemos com eles. Objetivo falho até o momento e não sei nem o que dizer do final com o “Charlie” ligando para o sujeito, que chegou a dar vergonha alheia tamanha a artificialidade da frase que ele diz. Os episódios de FlashForward até agora são vazios e parece que o drama quer se sustentar apenas nos cliffhangers (que vá lá, foram bons). Alerta Jericho.
Cotação Bruno Carvalho: Half Star

30 Rock (4×01: Season 4): Foi muito válida a comemoração que os roteiristas de 30 Rock fizeram no início deste episódio, convidando todos para a 4ª temporada de uma série que disseram que não iria durar por conta da baixa audiência. Tina Fey e sua equipe superaram todos os obstáculos para chegar até aqui abocanhando, de quebra, vários e merecidos prêmios. Nesta premiére eles já começaram elevando o nível quando Kenneth resolveu mobilizar os pages para uma greve contra o canal por causa da ganância de seu CEO Jack Donaghy. Enquanto isso Liz e Pete iniciaram o árduo trabalho de contratar mais um ator para o show (o que deixa os outros, especialmente Jenna, descontrolados), mas o grande destaque deste episódio foi Tracy e sua obstinação de “reaproximar” das classes mais baixas, que rendeu os melhores momentos. A grande sacada, contudo, envolveu o fim da greve declarado por Kenneth pelos motivos errados – ele apenas queria que seu chefe escrevesse que era um grande mentiroso em um pedaço de papel. Gênio! Já o número musical final com Jenna foi um espetáculo à parte. Como é bom voltar ao Rockefeller Plaza, nº 30!
Cotação Bruno Carvalho:

Calma que não acabou! Esta semana ainda tem mais uma leva de comentários, com Californication, Dexter, Fringe, Gossip Girl, House, Grey’s Anatomy e o melhor The Office de todos!

Autor: Bruno Carvalho - Categoria(s): 30 Rock, Brothers & Sisters, FlashForward, Glee, How I Met Your Mother, The Big Bang Theory, The Good Wife Tags: , ,
13/10/2009 - 00:01

A Semana em Série

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Alerta de Spoiler - Brasil
Terça chegou e conforme prometido continuo aqui o Semáforo Semana em Série com comentários das principais novidades deste Fall Season e dos retornos. Lembrando que as séries com sinal verde retornarão sempre aqui no blog, seja semanalmente ou no Season Pass; os dramas e comédias com sinal amarelo ficarão “em observação” e os marcados com sinal vermelho não voltam (com nosso aval para vocês “cancelarem” também sem dó). Shall we?

comment1160

bgoodwifeThe Good Wife (1×01: Pilot, 1×02: Stripped): Tirando a interpretação da talentosa Julianna Margulies como “a boa esposa”, não vi muitos méritos no piloto de The Good Wife. Centrado numa mãe de família que é obrigada a retomar sua carreira como advogada depois que seu marido foi preso acusado de envolvimento em um escândalo político, o drama chegou sem mostrar direito a que veio, adotando uma narrativa levemente arrastada e com um “caso da semana” esquemático. Mas eis que veio o segundo episódio para assentar melhor a premissa da série, diminuindo a mecanicidade do roteiro e permitindo que a proposta seja melhor desenvolvida. Aliás, quando The Good Wife direciona sua atenção para Alicia (a esposa), o drama atinge o seu potencial, evidenciando os sacrifícios que ela tem que fazer para tentar preservar sua estrutura familiar enquanto luta internamente para processar o acontecido. Não curti tanto a parte jurídica/investigativa, que deixa muito a desejar perto de séries como The Practice, The Closer e até mesmo de Boston Legal, que muitas vezes nem se levava à sério. De qualquer forma, acabou revelando-se uma boa surpresa na temporada.

bgreysGrey’s Anatomy (6×01: Good Mourning, 6×02: Goodbye, 6×03: I Always Feel Like Somebody’s Watchin’ Me): Foi com muita sensibilidade e sensatez que Shonda Rhimes iniciou o 6º ano no Seattler Grace após a morte de George O’Maley, personagem querido por muitos e que oficialmente desfalca a atração. Em vez de fazer um confortável salto temporal, a roteirista soube explorar muito bem a morte do cirurgião e conseguiu, de forma delicada, contar como foi o impacto deste acontecimento na vida de seus amigos. Interessante que, da mesma forma que ocorre na vida real, a “ficha” demorou a cair e aos poucos Izzie, Meredith, Karev, Bailey e os demais foram se dando conta de que ele realmente se foi. O episódio duplo que abriu esta temporada foi emocionalmente desgastante, mas necessário. Já em I Always Feel Like Someone Is Watchin’ Me, o 3º episódio, a notícia da fusão instaurou o caos no hospital e, pelo visto, os dias do Chief parecem estar contados, já que Derek tem chances de assumir um importante papel na organização dos funcionários contra a Diretoria. Só não acho que esta história dos empregos vai render, pois sabemos que ninguém do “elenco principal” será despedido. Com relação à Izzie, sua permanência na série é uma faca de dois gumes, pois se por um lado sabemos que ela está com câncer, por outro não tememos mais por sua vida (depois da “ressurreição”), o que certamente tira o peso dramático intentado. Por fim ressalto que os pacientes foram interessantes, com destaque para o sujeito esquizofrênico e sua mãe super protetora. Um bom início de uma temporada promissora!

bgossipGossip Girl (3×01: Reversals of Fortune, 3×02: The Freshman, 3×03: The Lost Boy): Felizmente Gossip Girl não ficou só naquela baboseira de Serena querendo chamar atenção do pai ausente que vimos no primeiro episódio. Aquela traminha foi uma das coisas mais ridículas que a série pôs na tela e parece que eles simplesmente não têm nada em vista para a moça. Mas eis que Blair Waldorf consegue salvar o que parecia ser um morno início de temporada, com sua epopeia na NYU! Valeu a pena demais ver que as coisas não seriam tão fáceis como ela imaginava, pois lá não é a Constance onde ela estava acostumada a ser a Queen B! Festinhas com sushi? Bolsinhas de presente? O pessoal da facu quer é agitação e o jogo literalmente virou, pois Dan Humphrey se tornou o popular! Pra melhorar Georgina voltou pra agitar, mostrando que de sonsa ela só tem a cara! É uma pena que mais histórias precisam ser contadas e que a narrativa não foca somente no “núcleo Blair”. Não saquei qual foi aquela do filho de Rufus e Lilly aparecer dizendo que não é o verdadeiro. Mancada gigante do roteiro, numa situação que não ficou nada crível. Ainda que com um Nate avulso pegando a lindinha da cancelada Privileged e uma rivalidade boba entre Serena e Chuck, Gossip Girl no fim das contas ainda consegue divertir um bocado. Segue na nossa cobertura, mas não tão firme assim…

bsistersBrothers & Sisters (4×01: The Road Ahead, 4×02: Breaking the News): Que existe um problema na dinâmica de Brothers & Sisters não é novidade pra ninguém. Eu adoro este drama, mas tenho que admitir que sua fórmula de “conflitos de família” já esgotou e por isso a 4ª temporada chega com um enorme desafio de mudar isso para conseguir surpreender o público. Jura que Nora e Holly discutiram mais uma vez em uma festa? Barraco público entre Justin e Rebbeca? Ora, me conte algo novo. As brigas e confusões, que antes eram o meio em Brothers & Sisters, passaram a ser o fim, porque com um time invejável de talentos as cenas ficam sim muito boas. Mas precisam mudar e não adianta fazer a clássica manobra “Prison Break” de enganar o espectador com truques sugestivos de edição para isso, como aconteceu no final do primeiro episódio. E se alguém vai ser ameaçado por uma doença, não pode ser Kitty nessa altura do campeonato. Foquem em Sarah, que está praticamente avulsa na trama, mas mais do casal McCallister não dá. Reitero que eu gosto de cada frame deste drama, me sinto parte daquela família, mas a série tem que reconhecer estes problemas para crescer. No segundo episódio as coisas acalmaram, as contendas ficaram restritas a quatro paredes e com esta “respirada”, a temporada parece que começou a desenvolver. Destaque para o retorno “WTF’ de Ryan (ele não tinha sumido?) roubando informações preciosas da Ojai Foods e, é claro, para Nora Walker ao final entregando-se ao melhor papel de sua carreira. É essa a Brothers & Siters que eu quero continuar vendo.

bcalifornicationCalifornication (3×01: Wish You Were Here, 3×02: The Land of Rape and Honey): Hank Moddy é incorrigível e a estreia da 3ª temporada de Californication mostra que a série tem fôlego pra muito mais! Wish You Were Here foi um desfile de cenas e situações politicamente incorretas como pouco vemos na TV, mas de uma forma tão autêntica que jamais pode ser repreensível: da filha de Hank experimentando drogas ao professor claramente pedófilo, o episódio cruzou com facilidade a barreira da contravenção e fez uma verdadeira festa (especialmente naquele jantar). Mesmo sabendo que Hank tornaria um professor Universitário, o roteiro acertou e muito ao decidir mostrar como foi o processo e cumpre aqui destacar a ótima surpresa do retorno de Peter Gallagher (The OC) à TV, no papel do reitor. Já em Land of Rape and Honey, Ed Westwick fez uma divertida ponta na pele de um aspirante a novelista de romances vampirescos e Moody não deixou barato: “o mundo não precisa de mais ficção ruim sobre vampiros”, numa clara menção à Twilight (e, por que não, à The Vampire Diaries, de quebra). Ah, que bom também que temos Kathleen Turner em mais um papel, digamos, forte! Por estes episódios tenho certeza de que será uma excelente temporada, como de costume! Aquela aluna que também é stripper por si só garantirá isso…

bdexterDexter (4×01: Living the Dream, 4×02: Remains to be Seen): Depois de assistir aos dois primeiros episódios desta 4ª temporada de Dexter eu me senti esgotado igual o protagonista. Obrigado a suportar inúmeros encargos de uma só vez – pai de família, detetive e assassino serial – Morgan nunca esteve numa situação tão complicada, pois além de ter que manter o seu disfarce para o mundo, agora tem o horrível entrave de conseguir… ficar acordado no meio de tudo! Pra piorar ainda mais, o seu algoz Lundy está de volta à cidade atrás de um perigoso psicopata que desembarcou em Miami, o Trinity Killer, sombriamente interpretado pelo ótimo John Lithgow (3rd Rock From the Sun). A temporada, que é a primeira cujo roteiro é inteiramente desgarrado dos livros, começou num altíssimo clima de tensão com o acidente de Dexter logo após ter dado cabo à sua mais recente vítima. Mas o segundo episódio veio e conseguiu deixar tudo ainda mais imprevisível quando percebemos que a memória de Dexter aparentemente pregou uma peça no sujeito, já que o corpo do sujeito que ele matou simplesmente havia desaparecido. A saída pra tudo foi tão genial quanto o próprio Código de Harry, provando que o instinto de auto-preservação do nosso herói demonstra de forma inequívoca quem ele realmente é. Aplausos de pé para este começo de temporada da melhor série da TV!

bboredBored to Death (1×01: Stockholm Syndrome, 1×02: The Alanon Case): Um aspecto sobre Bored to Death é inquestionável: sua esquisita originalidade. Sem uma premissa definida, esta nova comédia da HBO começa contando a história de um escritor abalado pelo fim de um cômodo relacionamento e que resolve fazer bicos como detetive particular. Adotando uma forma narrativa característica de filmes noir, o maior problema desta série diz respeito ao seu objetivo e ao excesso de “liberdades poéticas” de seu texto. Ora, torço para que as bizarras coincidências do roteiro não estejam ali apenas por ser, pois, do contrário, as costumeiras sacadas “espertinhas” de Johnathan ou o desapego de George (Ted Danson) deixarão de ser engraçados e tornar-se-ão enfadonhas com o passar do tempo. Com dois episódios exibidos a história não parece ter evoluído quase nada e também não podemos dizer que o protagonista é uma figura carismática e cativante. Por isso ficarei de olho nessa série, que por enquanto ganha o sinal amarelo em nossa cobertura. Sabemos que HBO é HBO, mas coisas como Hung estão aí para lembrar-nos que o canal não é infalível a erros…

bhouseHouse (6×01: Broken, 6×02: Epic Fail, 6×03: The Tyrant): Com certeza me faltarão adjetivos para descrever o que foi a estreia da 6ª temporada de House: uma obra-prima que poderia facilmente ter sido um longa metragem que arrasaria em bilheteria no mundo inteiro. Fugindo totalmente da narrativa episódica e característica, Broken mergulhou de cabeça no universo de Gregory House, desconstruindo a personagem aos poucos, num ritmo até cansativo. Internado em uma instituição mental, House iniciou um perigoso jogo em que seus esforços para sabotar a si mesmo (como ele sempre fez) constantemente vinham em vão, já que ele estava sempre passos atrás do programa de reabilitação a que se submeteu. No fim ele teve que ceder e espero que esta epifania na vida da personagem consiga trazer uma bem-vinda mudança à série, que começava a sofrer um desgaste. E foi justamente isso que vimos em Epic Fail, episódio que retomou a rotina no hospital, mas sem o bom doutor que resolveu explorar seus dotes culinários. Foreman assumiu a chefia e o constante atrito o levou a tomar a absurda decisão de despedir sua namorada, Thirteen (ô casal que não convence), trazendo Cameron e Chase de volta à trupe para o surpreendente episódio The Tyrant que seguiu. Encerrando esta trilogia com chave de ouro, o capítulo que tinha como personagem principal a figura de um genocida africano certamente dividirá opiniões com o chocante desfecho (e evitarei dizer aqui qual é, mesmo com o aviso de spoiler no topo). Torço muito para que esta história volte a ser explorada e que os casos em House sejam contados com mais calma agora que, aparentemente, nada mais será o mesmo…

beastwickEastwick (1×01: Pilot): Se você gosta de programas que não exigem o mínimo de raciocínio, tramas óbvias e assustadoramente previsíveis, Eastwick é um prato cheio. Baseada na mesma obra que deu origem ao clássico filme As Bruxas de Eastwick, com Jack Nicholson, esta série aparenta ter o objetivo de retirar toda e qualquer densidade dramática do livro e vomitar o resultado na telinha sem o menor esforço narrativo. Não vou nem perder tempo narrando a premissa, pois basta saber que três mulheres que vivem numa cidadezinha descobrem-se bruxas e, logo de cara, você vê coisas como uma delas sonhando algo para, instantes a seguir, exatamente o que ela sonhou tornar-se realidade ou (oh!) uma dizer a palavra “terremoto” ou “eletricidade” (sabiamente jogadas fora de contexto numa frase) para que (oh!) um terremoto ocorra ou um raio caia do céu. Eastwick não quer que o espectador perca tempo pensando, por isso não vou perder mais meu tempo falando desta produção barata da ABC, que merece o feitiço do cancelamento.

bofficeThe Office (6×01: Gossip, 6×02: The Meeting, 6×03: The Promotion): Ano após ano The Office consegue reinventar-se, o que é louvável considerando que esta é uma comédia sobre o dia a dia em um escritório. A ideia da súbita promoção de Jim ao posto de co-gerente da filial abriu inúmeras possibilidades e, por incrível que pareça, tudo aconteceu de forma orgânica à história que estava sendo desenvolvida. É fato que os roteiristas desta série nunca deixaram a bola cair e a nova organização refletiu diretamente na evolução das personagens. Quando eu iria imaginar que Jim se tornaria o anti-herói quando assumiu o encargo de decidir o que fazer para distribuir os bônus? Que bagunça épica ele aprontou ao lado de Michael Scott, líder que ele sempre criticou. Foi muito bom voltar à Scranton e a equipe realmente está de parabéns!

bcommunityCommunity (1×01: Pilot, 1×02: Spanigh 101, 1×03: Introdution to Film, 1×04: Social Psychology): Eu ainda não estou certo sobre o futuro de Community. Após um piloto fraco, a série deu uma boa virada em seu segundo episódio e conseguiu ir além de sua premissa – advogado perde a licença e é obrigado a refazer o curso numa faculdade comunitária, onde encontra diversos tipos esquisitos e uma linda garota. Joel McHale, apresentador do programa The Soup no E!, é o protagonista que quer passar de ano sem esforços e o ator consegue realizar um bom trabalho. Já Chevy Chase, costumeiramente excelente, aparece subaproveitado num papel que o relega à condição de o “velhote bobo” e os outros personagens parecem ter sido compostos para tentar espelhar a galera “do fundão” de The Office e 30 Rock. A comédia tem o seu charme, conta com umas boas sacadas, mas não sei… O quarto episódio foi arrastado e desinteressante, sem contar algumas situações que soam forçadas. Falta alguma coisa para torná-la indispensável como Modern Family, por exemplo. Ficarei de olho e, por enquanto, ela ganha o nosso sinal amarelo.

bflashFlashForward (1×01: No More Good Days, 1×02: White to Play): Desde que o conceito de FlashForward veio à público, as indicações de que ela será “o novo LOST” não param. Pelo intenso episódio piloto, que já inicia a série mostrando um fenômeno mundial desconhecido que faz com que toda a população do planeta apague por 2 minutos e 17 segundos para ter um flash do futuro, é sim possível notar elementos que podem fazer com que ela seja uma grande série de suspense e mistério como a dos sobreviventes do voo 815. Mas da mesma forma também percebi muitas similaridades com a fracassada Jericho. Fato é que FlashForward é bastante promissora e só. A relevância que ela terá dependerá de seu desenvolvimento e até o final do primeiro episódio a produção se destaca das demais desta temporada por conseguir instigar a imaginação do espectador com a constante pergunta: “o que você faria se visse o seu próprio futuro”? O segundo episódio foi sensivelmente mais fraco e a ideia de um evento em escala mundial, como de fato ocorreu, ainda não foi bem estabelecida. O foco na equipe do FBI de Los Angeles traz uma visão limitada dos eventos e aprofunda-se somente no quadro da investigação de Mark (o que foi bastante conveniente, não é?). Sinceramente não quero aumentar as minhas expectativas, mas considero os dois primeiros episódios satisfatórios até o momento. Contudo, quero ser surpreendido como aconteceu no final do piloto com a descoberta de que um misterioso sujeito estava “acordado” bem na hora do apagão global. Agora, se isso virar a sustentação dos cliffhangers do drama, como aconteceu no final do segundo episódio, teremos um grande problema à vista. Espero muito que os roteiristas desta série tenham uma visão global daquilo que estão lidando, pois senão eles ficarão perdidos.

bdollhouseDollhouse (2×01: Vows): Depois de uma primeira temporada ascendente, Dollhouse parece ter estagnado sua trama nesta estreia do 2º ano e isso foi refletido na baixíssima audiência que a série recebeu. Tudo bem que estamos apenas começando, mas a expectativa é alta e Joss Whedon não soube vender bem o seu novo plano. Vows adotou uma narrativa confusa e Paul como “cliente” da casa e toda aquela história de Echo casando com um criminoso não conseguiu convencer. O endgame não está claro e apenas 13 episódios estão garantidos (o criador já disse que o 13º episódio desta temporada cria um desfecho satisfatório, continuando ou não). Pelo histórico positivo, Dollhouse continua com sinal verde, mas passará para o Season Pass, onde poderemos fazer uma análise sobre como será o desempenho da temporada como um todo. Torço para que não seja cancelada precocemente, apesar dos pesares.

bgleeGlee (1×03: Acafellas, 1×04: Preggers, 1×05: The Rhodes Not Taken, 1×06: Vitamin D): Vocês sabem, pela resenha que fiz do episódio piloto, que eu não sou totalmente entusiasta de Glee. Na última Semana em Série que fiz antes da minha viagem relatei as melhorias desta série musical, mas temo não corresponder às expectativas dos fãs nas resenhas. Começando pelo lado positivo dos últimos episódios exibidos, gostei muito da forma como que a trama foi conduzida: centrada em uma disputa infantil entre o departamento artístico da escola com o de educação física (liderado pela ótima Jane Lynch como a inescrupulosa Sue), o roteiro dá uma importância absurda às situações e tudo toma uma dimensão ainda maior e mais interessante do que seria na vida real. As personagens também são todas convicentes e bem construídas, do elenco principal às pontas. Artisticamente, Glee é uma série completa, mas eu não consigo acostumar com certos aspectos do lado “musical” quando este não é apresentado de forma orgânica. Ora, é até aceitável (pra mim) que uma música comece em um sonho ou numa apresentação, mas a 4ª parede cai completamente quando o time de futebol americano inteiro começa a dançar All the Single Ladies da Beyoncé sem o menor propósito. Concordo que isso funciona para o “alegre” Kurt, mas do contrário soa muito forçado. Outra coisa que não desce na minha opinião é a atuação em excesso, que afeta a série em muitos momentos (e que pode ser culpa da direção): as performances de Kristen Chenoweth (pra mim, reitero) beiraram o insuportável de tão over, comprometendo o resultado final. Ora, às vezes parece até que eles estão sob o efeito de altas doses de energético (ah, não, era vitamina D)! Da mesma forma que aconteceu com Pushing Daisies (e seu excesso de fantasia), acredito que estes detalhes, caso não acertados, podem eventualmente cansar o espectador a médio prazo. Gosto muito das músicas, da maioria das performances e das ótimas tramas como a da gravidez de Quinn, dos planos da mulher do Will, dos triângulos amorosos e a luta para que o grupo entre no campeonato estadual, mas Glee poderia diminuir o tom aqui e ali para emplacar de vez.

Three Rivers e Mercy: Não vou me aprofundar nestas séries, porque além de não planejar acompanhá-las, seus episódios pilotos foram absurdamente esquemáticos e refletem tão somente o interesses dos executivos das emissoras CBS e NBC em terem versões das séries médicas de sucesso atuais. A primeira conta a história de uma equipe de especialistas em transplante de órgõs, apresentando uma montagem inadequada, casos desinteressantes, arrastados e uma linguagem rasa. Já a segunda quer ser a Grey’s Anatomy das enfermeiras e é bobinha, água-com-açúcar e piegas. Aposto em cancelamento e não recomendo perderem tempo com elas. Se quiser insistir em alguma, acredito que Three Rivers deva ir mais longe pelo investimento realizado. Mas se quiser assistir séries médicas de qualidade mesmo, fique HouseNurse Jackie e a própria Grey’s Anatomy. Fica a dica. Ah, e sobre The Forgotten, bem, digamos que com dez minutos eu desliguei a TV, pra vocês verem a paciência que eu tenho com séries investigativas genéricas… Passo.

Esse foi o Semáforo! Na próxima Semana em Série as estrelas estarão de volta à cena para quotar as séries que ficarão em nossa cobertura! Agradeço desde já a sua audiência e o seu comentário, caso queria compartilhar aqui as suas impressões sobre estas e outras séries que acompanha! Até a próxima!

Autor: Bruno Carvalho - Categoria(s): Bored to Death, Brothers & Sisters, Californication, Community, Dexter, Dollhouse, Eastwick, FlashForward, Glee, Gossip Girl, Greys Anatomy, House, Mercy, The Good Wife, The Office, Three Rivers Tags: , ,
13/08/2009 - 00:01

Quanto Vale o Show?

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Por que cada vez mais atores e atrizes estão trocando o cinema pela televisão? Ora, além de protagonizarem ótimos dramas e comédias, aumentarem a base de fãs, assim como sua exposição na mídia, os salários pagos são astronômicos. O mercado da telinha movimenta grandes somas e recentemente o TV Guide divulgou uma lista atualizada dos maiores salários da TV. Ah, já ia me esquecendo: os números são o faturamento POR EPISÓDIO! Cada série tem, em média, cerca de 22 episódios por cada temporada. Então veja os números e faça as contas:

01. Charlie Sheen (Two and Half Men) US$ 875.000,00
02. Kiefer Sutherland (24) US$ 550.000,00
03. Hugh Laurie (House) US$ 400.000,00
04. Mariska Hargitay (Law & Order: SVU) US$ 400.000,00
04. Christopher Meloni (Law & Order: SVU) US$ 400.000,00
05. Marg Helgenberger (CSI) US$ 390.000,00
06. David Caruso (CSI: Miami) US$ 375.000,00
06. Laurence Fishburne (CSI) US$ 375.000,00
07. Mark Hammon (NCIS) US$ 325.000,00
08. Ellen Pompeo (Grey’s Anatomy) US$ 275.000,00
08. Kyra Sedgwick (The Closer) US$ 275.000,00
09. Tim Roth (Lie to Me) US$ 250.000,00
09. Simon Baker (The Mentalist) US$ 250.000,00
09. Patrick Dempsey (Grey’s Anatomy) US$ 250.000,00
09. Calista Flockhart (Brothers & Sisters) US$ 250.000,00
09. Kate Walsh (Private Practice) US$ 250.000,00
09. Denis Leary (Rescue Me) US$ 250.000,00
10. Patricia Arquette (Medium) US$ 225.000,00
11. Tom Welling (Smallville) US$ 175.000,00
12. Sally Field (Brothers & Sisters) US$ 150.000,00
12. Jennifer Love Hewitt (Ghost Whisperer) US$ 150.000,00
13. Blake Lively (Gossip Girl) US$ 50.000,00
13. Chace Crawford (Gossip Girl) US$ 50.000,00

Conforme relatou o colega Davi Garcia, ficaram de fora da lista os valores das estrelas de Desperate Housewives e LOST, pois estes têm apenas números estimados (mas igualmente altos). Ah, e na lista de apresentadores como David Letterman, Dr. Phil, Judge Judy, Simon Cowell e cia., os valores podem passar de 30 milhões de dólares por ano! E aí, acha que algum destes aí de cima recebe até demais pra participar de apenas um episódio? Quem merecia estar neste top e não está?

Autor: Bruno Carvalho - Categoria(s): 24 Horas, Brothers & Sisters, Canais, Ghost Whisperer, Greys Anatomy, House, Law & Order: SVU, Lie to Me, Medium, NCIS, Notícias, Private Practice, Rescue Me, Smallville, The Closer, The Mentalist, Two and a Half Men Tags: , ,
22/05/2009 - 00:01

Upfront 2009/2010: Séries Canceladas e Renovadas

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Todo ano acontece em Maio o evento chamado Upfront, que é o anúncio que os canais fazem direcionados aos anunciantes antecipando qual será a grade da temporada que se inicia em Outubro por lá, o Fall Season. É nesta ocasião, portanto, que todo o mundo fica sabendo quais séries serão oficialmente renovadas ou canceladas da televisão. Este ano os canais abertos americanos surpreenderam com algumas renovações e decepcionaram milhões de fãs com alguns cortes inesperados. Se a série que você curte está listada como “cancelada”, dificilmente ela terá sobrevida, pois são raras as produções que conseguem dar a volta por cima. Com relação às renovações, lembrem-se que isso somente vale a partir do fim do ano lá fora e a grande maioria das novas temporadas começarão a chegar no Brasil em 2010. Hoje vamos falar exclusivamente das séries que conhecemos e, em breve, prepararei um especial sobre as novidades. Este ano deu pra notar que os canais foram um pouco mais conservadores com algumas séries que, em outras ocasiões, seriam sumariamente canceladas. Mas em tempos pós-greve, às vezes é mais seguro investir em algumas pratas da casa do que gastar horrores com coisas novas. Vamos lá?


Oficialmente Renovadas: Better Off Ted (2ª temporada), Brothers & Sisters (4ª temporada), Castle (2ª temporada), Dancing With the Stars (9ª temporada), Desperate Housewives (6ª temporada), Extreme Makeover: Home Edition (7ª temporada), Grey’s Anatomy (6ª temporada), Private Practice (3ª temporada), LOST (6ª temporada), Scrubs (9ª temporada) The Bachelor (14ª temporada) e Ugly Betty (4ª temporada). Oficialmente Canceladas: According to Jim, Boston Legal, Cupid, Dirty Sexy Money, Eli Stone, In the Motherhood, Life on Mars, Pushing Daisies, Samantha Who? e Surviving Suburbia.


Oficialmente Renovadas: Cold Case (7ª temporada), CSI: Crime Scene Investigation (10ª temporada), CSI: Miami (8ª temporada), CSI:NY (6ª temporada), Criminal Minds (5ª temporada), Gary Unmaried (2ª temporada), Ghost Whisperer (5ª temporada), How I Met Your Mother (5ª temporada), Medium (6ª temporada, resgatada da NBC), NCIS (7ª temporada), Numb3rs (6ª temporada), Rules of Engagement (4ª temporada), Survivor (19ª temporada), The Amazing Race (15ª temporada), The Big Bang Theory (3ª e 4ª temporadas),  The Mentalist (2ª temporada), The New Adventures of Old Christine (5ª temporada), Two and a Half Men (7ª, 8ª e 9ª temporadas). Oficialmente Canceladas: Eleventh Hour, Harper’s Island, The Unit, Without a Trace e Worst Week.


Oficialmente Renovadas: 24 (8ª temporada), American Dad! (5ª temporada), American Idol (9ª temporada), Bones (5ª e 6ª temporadas), Dollhouse (2ª temporada), Family Guy (8ª temporada), Fringe (2ª temporada), House M.D. (6ª temporada), Kitchen Nightmares (3ª temporada), Lie to Me (2ª temporada), The Simpsons (21ª temporada) e ‘Til Death (4ª temporada). Oficialmente Canceladas: Do Not Disturb, King of the Hill, Prison Break, Sit Down, Shut Up, Terminator: The Sarah Connor Chronicles.


Oficialmente Renovadas: 30 Rock (4ª temporada), The Biggest Loser (8ª temporada), Celebrity Apprentice (9ª temporada), Chuck (3ª temporada), Friday Night Lights (4ª e 5ª temporadas), Heroes (4ª temporada), Law & Order (20ª temporada), Law & Order: Special Victims Unit (11ª temporada), The Office (6ª temporada), Parks and Recreation (2ª temporada) e Southland (2ª temporada). Oficialmente Canceladas: Crusoe, E.R., Kath & Kim, Kings, Knight Rider, Life, Lipstick Jungle, Medium (salva pelo canal CBS), My Name is Earl e My Own Worst Enemy.


Oficialmente Renovadas: 90210 (2ª temporada), America’s Next Top Model (13ª temporada), Gossip Girl (3ª temporada), One Tree Hill (7ª temporada), Smallville (9ª temporada) e Supernatural (5ª temporada). Oficialmente Canceladas: Everybody Hates Chris, The Game, Privileged e Reaper.

A partir da próxima semana começaremos os especiais com comentários separados dos principais Season Finales da temporada e, em breve, os Season Passes das séries que ficaram de fora da Semana em Série! Ah, e das seis séries que comentei nesta matéria – O Fraco Mid/Season – e que afirmei que não teriam futuro, quatro foram canceladas (Surviving Suburbia, In the Motherhood, The Unusuals e Harper’s Island) e duas renovadas sem ganharem temporada completa (Southland e Parks and Recreation).
E aí, por quais séries ficou feliz ou triste? Qual foi a maior injustiça do ano? Qual série não fará falta? (Alô, fãs de Knight Rider!).

Autor: Bruno Carvalho - Categoria(s): 24 Horas, 30 Rock, 90210, American Idol, Better Off Ted, Boston Legal, Brothers & Sisters, CSI, Canais, Castle, Chuck, Desperate Housewives, Dirty Sexy Money, Do Not Disturb, Dollhouse, Eli Stone, Fall Season, Friday Night Lights, Fringe, Gary Unmaried, Gossip Girl, Greys Anatomy, Harpers Island, Heroes, House, How I Met Your Mother, In the Motherhood, Kath & Kim, Kings, Knight Rider, LOST, Lie to Me, Life on Mars, Lipstick Jungle, My Own Worst Enemy, Old Christine, Parks and Recreation, Prison Break, Private Practice, Privileged, Pushing Daisies, Reaper, Samantha Who?, Sarah Connor Chronicles, Scrubs, Southland, Supernatural, Surviving Suburbia, The Apprentice, The Big Bang Theory, The Mentalist, The Office, The Unusuals, Two and a Half Men, Ugly Betty, Worst Week Tags: ,
31/03/2009 - 00:01

Abril Traz Muitas Estreias na TV Paga!

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Enfim chega o mês quatro e a TV paga preparou estreias e retornos de várias séries para todo o tipo de gosto. Pra começar, uma que eu não recomendo ser seguida (porque até cancelada já foi) é a fraquíssima Knight Rider, que chega já no próximo dia 5 pela Warner, às 20h. O remake da série de sucesso dos anos 70 80 foi um fracasso tanto de público como de crítica nos EUA e é uma coleção de clichês com efeitos de terceira linha e um péssimo roteiro. A quem interessar, a série começa com um telefilme que será exibido nesta sexta às 23h. Uma novidade boa é que a VH1 adquiriu The Secret Diary of a Call Girl, série inglesa estrelada por Billie Piper (Dr. Who) e que já está em seu segundo ano lá fora. Centrada em uma garota de programa londrina e seu dia a dia, o drama é bem ousado e por isso será exibido tarde, às 23h, a partir do dia 6. Não é uma série indispensável, mas é bem curiosa e interessante como boa parte das produções britânicas. Ah, Heroes também está voltando com o “Volume IV: Fugitivos” na tela do Universal Channel dia 10 às 21h, embora continue sendo a 3ª temporada da série. Deu uma leeeeeve melhorada…

Já a antecipada, aclamada e duplamente renovada até a 5ª temporada, Friday Night Lights, finalmente chega ao Brasil pela Sony no dia 10, às 21h, com o seu 3º ano. A produção adotou o formato “pago” com temporada reduzida (serão 13 episódios, apenas). Mas eu garanto que essa diminuição só fez bem ao drama, que está mais intenso do que nunca, trazendo resoluções para alguns pontos pendentes da trama e boas novidades. Já a queridinha do público Brothers and Sisters estreia sua 3ª temporada no dia 15, às 23h, no Universal Channel e a não tão querida assim Life on Mars americana dá as caras no FX no dia seguinte, 16/04, também às 23h (série também já cancelada). Por fim, o grande e aguardado retorno de grande parte dos assinantes é o de Jack Bauer com a nova temporada de 24, começando no dia 14, às 22h, infelizmente dublada pela FOX e com legendas somente pra quem tem pacotes digitais (e em algumas operadoras). Marquem as datas! Os comentários de algumas destas produções você encontra aqui clicando no menu ao lado. Quais séries você irá acompanhar pela TV?

Autor: Bruno Carvalho - Categoria(s): 24 Horas, Brothers & Sisters, Friday Night Lights, Knight Rider, Life on Mars, Secret Diary of a Call Girl Tags: , , , , , ,
05/03/2009 - 00:01

Season Pass: Brothers and Sisters, 1ª Temporada

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Desde o fim de Six Feet Under, eu não assistia uma série tão fascinante e prazerosa de acompanhar como Brothers & Sisters, que recentemente “descobri”. Depois de conferir toda a primeira temporada desta primorosa produção, posso dizer que estou completamente apaixonado pela família Walker, assim como tinha um imenso carinho pelos “funerários” Fisher. Como muitos que acompanham sabem, o drama tem início após a trágica morte do patriarca William, que deixa um incontável número de problemas para seus herdeiros. O maior deles é Holly Harper (Patricia Wettig, de Prison Break), a amante que ele manteve por anos e que chegou para abalar as estruturas da viúva Nora Walker, interpretada com uma intensidade dramática invejável pela talentosa Sally Field. Mas o que faz de Brothers & Sisters uma série constantemente interessante é a quantidade e a qualidade de suas subtramas, que frequentemente emergem em momentos difíceis e inapropriados, como em um casamento, uma festa de aniversário e até mesmo em público.

A dinâmica familiar criada é outro ponto positivo, pois cada membro dos Walker faz com que pequenos problemas tomem enormes proporções, graças à facilidade de comunicação entre eles e a dificuldade que têm em manter segredos uns dos outros. Justin, Kevin, Tommy, Kitty e Sarah são unicamente cativantes e cada uma destas personagens é deliciosamente complexa formando um encaixe perfeito. A maior delas, no primeiro ano, envolveu o esquema de fraude que o Bill deixou no negócio da família, a distribuidora de frutas Ojai Foods, trazendo à tona mais segredos e controvérsias. Mas de todas as tramas, a que mais me envolveu foi a de Kitty Walker, uma republicana convicta que possuía um talk-show onde semanalmente debatia com um democrata os diversos problemas do mundo e depois foi trabalhar para um candidato à presidência (Rob Lowe). Vivida com carisma pela ótima Calista Flockhart (Ally McBeal), Kitty é a Walker mais pluridimensional e intrigante, por suas visões políticas e impecável capacidade argumentativa.

Mas é claro que a estrela do programa é mesmo Nora Waljer, uma mãe de família que às vezes adoramos odiar ou odiamos amar. Intrometida, preocupada e incansavelmente chata, Nora tornou-se a alma do drama, sendo capaz de segurar e lidar muito bem com as maiores bombas jogadas nos momentos mais impactantes, incluindo a dependência química de Justin, a perda do filho de Tommy e as recorrentes batalhas com sua rival (e às vezes amiga) Holly, que acaba como acionária da companhia de seu ex-concumbino. Completando muito bem esta mistura, temos o misterioso Saul (Ron Rifkin, de Alias) e a sempre adorável Sarah (Rachel Griffiths, de Six Feet Under), que também recebe um grande destaque no primeiro ano quando seu marido momentaneamente se envolve com a mais nova Walker, a “bastarda” Rebecca (Emily VanCamp, de Everwood). Com um dos melhores castings já vistos em uma série de TV, Brothers & Sisters é o meu novo must see, e em breve estarei junto com vocês para comentar as próximas temporadas. Obrigado a todos que me “obrigaram” a descobrir esta maravilhosa e imperdível série!

Cotação Bruno Carvalho:
1ª Temporada exibida na ABC americana e no Universal Channel.

Matéria dedicada à companheira Claudinha Croitor do sobrevivente Legendado, que me “fez” colocar Brothers & Sisters como prioridade em 2009. Sentirei falta de sua irreverência e a da sua equipe no podcast e nas notas diárias do extinto Séries Etc.

Ué, e LOST? Pois é. Decidi esta semana que publicarei a resenha amanhã: (i) para permitir que mais leitores assistam ao episódio antes de se depararem com spoilers, podendo comentar mais; (ii) para que eu possa assistir o episódio mais vezes e com mais calma antes de lançar a matéria, fazendo anotações e revendo momentos importantes e (iii) porque eu cansei do streaming. 00:01 o post estará no ar!

Autor: Bruno Carvalho - Categoria(s): Brothers & Sisters, Season Pass Tags: ,
27/06/2007 - 02:04

Namorando?

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Fortes rumores apurados pelo colunista Mario Armando (também conhecido como “Perez Hilton”) dão conta de que o ator Wentworth Miller, o Michael Scofield de Prison Break, está namorando o ator Luke MacFarlane, da série Brothers & Sisters. O colunista revela ainda mais detalhes: “os dois estão juntos há cerca de 6 meses, mas são muito discretos no relacionamento porque Wentworth ainda não assumiu publicamente que é homossexual. Ele anda muito recluso desde que ficou famoso e mais ainda depois que começou a namorar Luke“. MacFarlane já ficou conhecido na mídia depois de ter assumido seu relacionamento relâmpago com T.R. Knight, o O’Maley de Grey’s Anatomy. Um representante da Twentieth Century Fox também revelou que Miller é extremamente metódico no trabalho e que ultimamente anda recusando grande parte das entrevistas de divulgação de Prison Break, porque fica muito nervoso com os repórteres insistentemente perguntando se ele é gay ou não. Já consigo ouvir daqui os suspiros das fãs do galã…

Os episódios inéditos da 2ª temporada de Prison Break voltam em Agosto dublados na Fox Brasileira, no mesmo mês em que começa exibição da 3ª temporada na Fox Americana.

Autor: Bruno Carvalho - Categoria(s): Brothers & Sisters, Notícias, Prison Break Tags:
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