A Semana em Série da Semana Passada!
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24 “7×21: Day 7: 04:00am – 05:00am”: Nesta temporada de 24, como acontece em várias, raramente os episódios destoam muito um do outro, graças à narrativa fluida em tempo real. Mas na vigésima primeira hora a série deu um forte sinal de desgaste com Tony Almeida comandando uma farsa contra um muçulmano inocente, talvez mais porque o ator Carlos Bernard não consegue convencer tanto assim como vilão (e ainda acredito que ele não seja) do que pela trama em si. Fica cada vez mais latente, também, a sensação de que já vimos tudo aquilo que aconteceu e, pelo avançar da hora, não está mais legal. A indefinição do estado de saúde de Jack incomoda e o clima de tensão que deveria estar nas alturas, desaponta. A hora passou e foi um danado de um filler. Essa temporada empolgou tanto no início que parece que nem os próprios roteiristas estão dando conta de se superar. Tomara que os próximos provem o contrário.
Cotação Bruno Carvalho: 

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Episódio exibido em 04/05/2009 na FOX americana.
Gossip Girl “2×23: The Wrath of Con”: Só eu que achei este episódio de Gossip Girl uma “tremenda confusão”? Então quer dizer que Gabriel não foi o arquiteto do plano, e sim Poppy, mas mesmo assim os dois continuam andando livremente pelo Upper East Side de NY como se nada tivesse acontecido? E o que foi aquilo de Lilly mandando prender a própria filha para “protegê-la de um escândalo”? Eu hein! Se ela iria pegar a bandida, como a reputação da jovem socialite ficaria manchada? Pra piorar, o incoerente Rufus novamente deixou seu orgulho falar mais alto e deixou de fazer o pedido de casamento, tudo por causa de uma bobagem. Aliás, a história destes dois, que será mostrada em um flashback no próximo episódio, tem que ser muito boa (até mesmo se virar o tal spin-off), pra poder explicar o porque de tanta mágoa e instabilidade entre os dois. Poxa, Lilly tem fundos ilimitados! Custava tanto assim pro cara deixar que a mulher que ama ajude a pagar a faculdade de seus filhos? Enfim, o bom ritmo de Gossip Girl foi quebrado com estas inconsistências no roteiro que atrapalham. Vamos ver no que vai dar…
Cotação Bruno Carvalho: 

Episódio exibido em 04/05/2009 na CW americana.

Fringe “1×19: The Road Not Taken”: Foi através da espetacular montagem inicial com os vários casos desta temporada que Fringe iniciou o seu penúltimo e decisivo episódio, assumindo e explicitando ao FBI o manifesto do movimento ZFT como a causa do Padrão. Ainda sem nem mostrar a cara de William Bell, a série estabeleceu esta figura como uma das mais misteriosas desta atual leva de produções e fico sem saber o que esperar a partir deste momento. Outro fator extremamente positivo é o destaque central da trama ser uma mulher – Olivia Dunham – na contramão de grandes dramas onde uma figura masculina é apontada como o “the one“. Ela é a escolhida aqui, sem dúvida alguma, notadamente agora que está enxergando além da capacidade humana normal, como explicou o Dr. Bishop: ao tomar um novo rumo, os dejá vús de realidades alternativas se tornaram cada vez mais frequentes e ela passou a vivenciar os incidentes de maneira única, como se realmente tivesse poderes. Ah, e se antes tínhamos plena certeza de que a Massive Dynamics estava envolvida em toda esta tramóia, o atentado contra Nina Sharp deu a entender que estamos falando de algo ainda maior e incompreensível. A guerra está prestes a começar e eu nem sei quais são os lados!
Cotação Bruno Carvalho: 



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Episódio exibido em 05/05/2009 na FOX americana.
Grey’s Anatomy “5×22: What a Difference a Day Makes”: Pra quem está no limite da vida, realmente um dia faz toda a diferença, especialmente se este é o dia do seu casamento. Mas ao contrário do que todos nós poderíamos esperar, a cerimônia do 100º episódio de Grey’s Anatomy não foi para Meredith e Derek, e sim para Izzie e Alex. Toda a jornada da loira está sendo apresentada de forma fenomenal, permitindo que os espectadores se despeçam dela um pouquinho a cada episódio e a cada fio de cabelo que inevitavelmente começará a cair. Imagino que tudo realmente esteja caminhando para isso, pois não faria nenhum sentido mergulharmos numa intensidade dramática tão forte para depois ela seguir vivinha e feliz da silva. Ainda que casada com Alex, é com Denny Duquette que ela deverá se encontrar em breve. A marca de cem episódios hoje é comemorada por toda a série que consegue atingí-la, pois está cada vez mais difícil fazer televisão, ainda mais do nível de Grey’s Anatomy. Parabéns à Shonda e a todo o elenco e equipe por fazerem um dos melhores dramas da atualidade!
Cotação Bruno Carvalho: 




Episódio exibido em 07/05/2009 na ABC americana.
Prison Break “4×20: Cowboys and Indians”: Passamos tanto tempo vendo séries com personagens pluridimensionais, que às vezes esquecemos que é possível que as coisas sejam apenas o “preto no branco” e que Christina Scofield pode simplesmente ser uma pessoa má e mesquinha, capaz de fazer o que fez com o próprio filho (ainda que adotivo). Isso não diminui em nada a força dramática da série que retornou ao jogo de gato e rato, com Michael e Lincoln juntos e novamente cercado por tudo e por todos, no meio de um complicadíssimo jogo de poder. Esse, inclusive, sempre foi o grande mérito da série, trazendo ação inteligente e de perder o fôlego. Cowboys and Indians, ainda assim, foi além. Superado o incidente internacional, a armação e com Scylla nas mãos, Scofield foi colocado na situação mais impossível da série até agora, sendo obrigado a escolher entre duas pessoas que ama incondicionalmente, sem tempo para bolar algum plano para sair dessa. Prison Break voltou a brilhar!
Cotação Bruno Carvalho: 



Episódio exibido em 08/05/2009 na FOX americana.

Dollhouse “1×11: Briar Rose”: Sempre soubemos que a Dollhouse estava a um passo à frente do Detetive Paul, por isso passei metade do episódio questionando a facilidade com que ele entrou e circulou pela casa junto, mesmo que guiado pelo tal designer da estrutura ambiental subterrânea. O que eu não poderia imaginar, claro, é que não só Adelle estava observando-o o tempo inteiro, como o tal cientista era o temido Alpha disfarçado e foi este que usou o policial para infiltrar-se na casa. Mas a inesperada reviravolta não parou aí, pois o sujeito ainda demonstrou ter um profundo laço com Echo, deixando a briga imprevisível e ainda mais pessoal para o policial afastado Paul. Imagino que este deva agora lutar lado a lado com a Casa no final de temporada, que pode vir a ser o final de toda a série. Eu torço pra que Dollhouse seja renovada, pois desde o seu primeiro episódio a série vem crescendo exponencialmente à cada capítulo, desenvolvendo sua trama muito bem como poucas produções hoje em dia conseguem e, principalmente, mantendo-se fiel à sua premissa. Talvez este drama seja tão bom porque foi concebido como uma obra fechada desde o início pelo sagaz Joss Wheddon. Renovada ou cancelada, Dollhouse já é uma das salvações deste esquecível Mid Season.
The Office “5×23: Broke”: Ah, não importa quão costumeiras são as histórias de “volta por cima” em filmes e séries: fato é que elas geralmente são muito boas pra quem assiste e torce pelas personagens e, no caso de The Office, foi sensacional! Depois de descobrir que a Michael Scott Paper Company estava no vermelho (e dificilmente sairia de lá), Michael iniciou uma série de atitudes errantes na tentativa de minimizar o seu prejuízo e, no final das contas, com uma importante ajuda de Jim – parte por vingança contra o novo chefe e parte por saber que Scotty tem uma boa índole – a matriz sucumbiu ao grandioso blefe que criaram, culminando no melhor momento de toda a temporada. Agora, o que eu realmente quero ver é como Michael vai se comportar daqui pra frente com relação àqueles que o deixaram na mão quando ele mais precisou. E The Office ainda não chegou ao fim, a temporada foi estendida e terá 26 episódios!
30 Rock “3×19: The Ones”: É muito positivo perceber o amadurecimento do texto de 30 Rock (que já era bom), notadamente com a utilização de piadas racistas que servem muito bem como uma crítica implícita, mas real, até chegar em Tina Fey tirando sarro dela mesma ao escrever sobre sua forma física. The Ones concluíu muito bem a ótima participação de Selma Hayek (e “What a Frak” foi aquela camisa?), contando ainda com piadas inesperadamente boas envolvendo Jenna, um paramédico e a divertida incógnita que é Kenneth. Não me surpreenderia nem um pouco se 30 Rock novamente for indicada às principais categorias cômicas no Emmy e abocanhar todas. Gosto muito das outras comédias da TV, mas esta continua em seu melhor momento.
Heroes “3×23: 1961″: Tim Kring já aprontou uma bagunça tão grande com essa série, que já não importa mais quanto ele volte ou avance no tempo para que ela engrene. A bem da verdade é que este drama nunca passou da promessa, às vezes trazendo episódios excelentes para o que propõe, sem conseguir fugir da esporacidade. Lembram-se do Hiro voltando do futuro e conversando com ele mesmo da primeira vez no metrô? Pois bem, cadê aquele Hiro? Aquele futuro dele com a espada Samurai e o cabelo style foi mudado e ele foi condenado a ser um bocó pra sempre? Mas Faraday não disse que… Ops, isso é sobre uma série com viagens no tempo que é bem escrita. Em resumo, 1961 foi dar umas voltas em… 1961, mostrando o passado de Angela Petrelli e que ela teve uma irmã bonitinha que virou uma velha louca que foi deixada para trás. O que isso serve à história do volume intitulado “Fugitivos”? Nada! O único “núcleo” que vai bem nesta série é o de Sylar com seu novo poder de virar quem quer e pena que ele só apareceu nos segundos finais. Ah, sim, nos segundos finais do antepenúltimo episódio de uma temporada que só não foi pior que a 2ª, porque isso é humanamente impossível até pra Tim Kring.




Damages “2×13: Trust Me”: É muito difícil classificar este final de Damages porque se por um lado o drama fechou todas as suas pontas soltas ao longo dos últimos doze episódios, ele o fez às custas de enganar o público com uma montagem barata dos eventos que ocorreram no flat de Ellen Parsons. De longe, o mais forçado e incomcebível pra mim foi Patty conversando com Ellen depois de ser esfaqueada por Finn Garrety no elevador. Sim, sabemos que a dona do Hewes & Associados é durona e faria tudo para continuar com seu plano de vingança, mas exageraram um pouco nessa dose, não acharam? Não obstante, as demais conclusões não deixaram a desejar, notadamente com relação ao assassinato do policial corrupto por Wes, as diversas reviravoltas com o caso do suborno do juiz e a queda de Dave Pelle e Walter Kendrick. Eu não me incomodaria, contudo, de não ter que saber mais sobre Danniel Purcell, Michael Hewes e, óbvio, Ray Fiske. Aquela cena do sonho foi totalmente desnecessária para uma narrativa que sempre foi sóbria e fria até demais. Tom Shayes, quem diria, salvou o dia e o final deu o tom promissor para o início de mais uma temporada, agora que Patty e Ellen (que se tornaram emocionalmente dependentes uma da outra) estão “quites”. Eu também tenho certeza que ela vai voltar, porque Arthur Frobisher está chegando com tudo: “Trust me“.
Big Love “3×10: Sacrament (Season Finale)”: Que incrível final, não? Big Love definitivamente sacramentou (perdão pelo trocadilho) o alto nível dessa série, alinhando perfeitamente o roteiro, a edição, a trilha imediatista e as impecáveis atuações de todo o elenco. No topo da lista está a morte de Roman pelas mãos vingativas de Joey, mas o destaque foi mesmo a sordidez de Albie e Nikki, com um dos diálogos mais perturbadores da série enquanto discutiam formas de explodir os próprios pais. Pra minha surpresa, o que parecia ser apenas uma idealização, acabou sendo levado à cabo pelo filho do profeta, ainda que sem sucesso. O sequestro chegou ao fim, os Green escaparam novamente e a volúvel Nikki retornou à casa com sua primeira filha, hoje com 14 anos (o pai era quem, Zelko Ivanek, o especialista em ser coadjuvante). Foi positiva, também, a plot com Margene e seu negócio que rendeu bons frutos, depois de ser subestimada pelo marido. Quero muito ver o desenrolar disso na próxima temporada que, claro, já está garantida pela HBO. A cena final com a comunhão de Bill Henricksson foi marcante, evidenciando o quão perdido o sujeito está. Já é certo dizer que esta é a melhor temporada de Big Love, que avança significativamente a cada episódio, surpreendendo e indo sempre além da sua premissa. Prestem mais atenção a esta série e quem nunca viu ou parou de ver, reafirmo, comecem ou retomem. #ficadica


24 “7×14: Day 7: 9:00pm – 10:00pm”:A temporada já estava caminhando muito bem e agora que Jack Bauer está sendo implacavelmente caçado por todos os lados deste jogo, a coisa só tende a melhorar. Os roteiristas criaram uma situação praticamente impossível dele sair, pois o timing do FBI está sempre atrasado e mais nosso herói segue praticamente sozinho no meio dessa luta, sem Bill ou Chloe para ajudá-lo. Discordo de quem disse que a hora deu uma “respirada” na série, pois é agora que a situação ficou verdadeiramente alarmante. Em alguns momentos 24 me lembrou até mesmo os bons momentos em que Lincoln Burrows e Michael Scofield eram caçados em Prison Break, com intermináveis cenas de ação e tensão. Eu pulei quando vi Jack naquele trator revirando o trailer de cabeça pra baixo com seu caçador dentro e mesmo que eu queria este momento postergado (afinal, ele encontrou um inimigo à sua altura), vibrei com a vitória do “lado bom”. Sem esquecer do texto, 24 ainda nos presenteou com ótimos diálogos sobre arrependimento na casa do Senador Myers. Ah, e com relação à ajuda dele e do governo, ninguém achou que isso seria tão fácil assim, não? São 10 da noite! Como o tempo voa!
How I Met Your Mother “4×17: The Front Porch”: Sim, How I Met Your Mother ficou indulgente com sua estrutura narrativa, utilizado-a muitas vezes porque podem (preguiça de roteirista) e não porque servem à história como deveriam. Se à esta altura do campeonato cutucar o longínquo e aborrecido romance de Ted e Robin é o melhor que podem fazer (se pelo menos fossem um Ross e Rachel da vida), é sinal que HIMYM deve mesmo começar a preparar-se para o fim. As cenas na tal “varanda do futuro” foram aborrecidas e nada inspiradas. Afinal, só queremos saber como ele conheceu a mãe de seus filhos! The Big Bang Theory “2×18: Em contrapartida à colega de emissora, The Big Bang Theory mostrou porque foi renovada por 
Battlestar Galactica “4×19: Daybreak, Part I”: Eu adoro Battlestar Galactica, todos sabem, considero uma das melhores séries recentemente produzidas (que os Deuses do SyFy a tenham), mas este episódio foi aquém do que o mais otimista dos fãs poderia esperar (estou certo, 


12 Semifinalistas (Grupo 2) e Resultados: Esta inovadora forma de selecionar candidatos para o Top 12 do programa (escolhendo os 3 melhores ao invés de eliminar os 3 piores) pode causar sensíveis impactos na atração à médio prazo. Antes um candidato que não teve uma semana boa tinha a chance de voltar no programa seguinte e surpreender o público e os juízes. Mas com o número limitado de vagas tivemos que presenciar a saída da ótima Jasmine Murray (que cantou Love Song), Jesse Langseth (com uma boa versão de Bette Davis Eyes) e minha favorita Megan Joy Cokrey (cantando Put Your Records On). Eu concordo com a seleção de Adam Lambert, Kris Allen e da jovem Alison Irahetta, mas faltaram vagas pra mais talentos esta semana. Sofríveis, contudo, foram as performances de Matt Giraud, que literalmente perdeu a voz ao tentar cantar Viva La Vida do Coldplay e do igualmente esquecível Kai Kalama (o Sayid de Idol). Boa parte das apresentações mostraram o desleixo dos juízes, que deixaram passar de fase coisas como Nick/Norman, que poderia muito bem ter sido o Sanjaya desta temporada, se não fosse tão irritante. Agora é só esperar que a repescagem traga de volta alguns dos bons candidatos que foram injustiçados pelo novo formato. Ah, e o momento constrangedor da noite foi Kara DioGuardi falando mal de Kris, para depois ser esmagada pela opinião dos outros. Por isso que a partir daí ela passou a fazer comentários mais genéricos quando era a primeira a opinar. Concordo com Paula Abdul: quatro juízes tiram o equilíbrio da atração. Kara é desnecessária.

Não dá pra negar que 24 está repetitiva. Não dá. Da mesma forma, não dá pra negar que esta temporada está boa demais da conta! Nesta sexta hora, a equipe do FBI organizou-se para tentar impedir a transação com Matobo e sua mulher, ainda sem saberem que Bauer e Almeida estão trabalhando à favor deles. Mas o melhor momento do episódio veio quando a agente Walker tomou conhecimento desse fato, ainda que relutante a acreditar, o que sempre enobrece o nosso herói. Quantas vezes isso já aconteceu? O altruísmo de Jack Bauer por sua nação? Não importa, é sempre bom ver cenas como esta, em grande ou pequena escala. Afinal, a redenção de um homem para a salvação de muitos só é a história mais contada da… História! Nunca será cansativa. Finalmente também foi revelado como Tony “viveu” (o que não convenceu muito, né?) e isso agora já é mais um item a ser cruzado na lista de coisas a fazer no dia. 24 também aprendeu que não adianta enrolar como muitas séries fazem, e por isso dois aviões colidiram quase em cima dos jardins da Casa Branca, levando esse jogo subitamente a um nível ainda mais complicado e perigoso. Isso também já aconteceu antes com a bomba atômica etc., mas também não importa! As traições, os prazos fatais, as reviravoltas (como a do marido da presidente com seu quase assassinato) e os ganchos que nos deixam com os nervos à flor da pele por mais uma semana são mais do que bem vindos. Só quero ver como vão sair dessa, e só faltam 18 horas para o fim de mais um longo dia! Estão curtindo tanto quanto eu?



Scrubs (6 de Janeiro, ABC): Cancelada pelo canal NBC, a comédia retorna após um longo período fora do ar agora que foi resgatada pela concorrente ABC. A 8ª temporada da sitcom médica é a última que terá o ator Zach Braff como regular e veremos a participação de Courteney Cox (Friends, Dirt) no papel da nova chefe do hospital Sacred Heart. No Brasil a série não tem previsão de estreia.
Damages (7 de Janeiro, FX): Depois de ganhar o Globo de Ouro e o Emmy de Melhor Atriz por sua incrível atuação, Glenn Close está de volta como Patty Hewes para a aguardadíssima segunda temporada de Damages. O drama de mistério que tem como foco as tramóias e crimes que acontecem nos bastidores de um importante escritório de advocacia estreou em 2007 com excelentes críticas e não foi exibido este ano por causa da greve dos roteiristas. A primeira temporada teve 13 episódios (já em DVD) e é um must see dos leitores do LiGado em Série. O canal AXN ainda não sinalizou quando a série estreará por aqui.
24 (11 de Janeiro, FOX): Após enfrentar a milícia de Sangala nos confins da Áfrca, Jack Bauer deixa seu exílio e retorna aos EUA para responder por seus crimes e, mais uma vez, precisará salvar o país de graves ameaças que envolvem corrupção nos bastidores do alto escalão do executivo norte-americano, agora comandado por uma mulher. O 7º dia ainda está sem previsão de estreia na FOX Brasil (como já é de costume), mas o telefilme
American Idol (13 de Janeiro, FOX): Dispensando qualquer tipo de apresentação, o fenômeno mundial retorna nos EUA e no Brasil em Janeiro com aquela overdose de episódios que massacram a concorrência nos vários dias e horários em que é exibida. Na 7ª temporada a novidade é a inclusão de uma nova juíza, Kari DioGuardi, produtora musical e letrista, fazendo com que o show siga o formato do original Pop Idol. Nas fases iniciais (que são as melhores), o programa exibirá os testes gravados desde Agosto deste ano em várias cidades americanas. Porém, a produção revelou que este ano diminuirão a quantidade de episódios de auditions ruins e aumentarão a Hollywood Week, pois eles querem mais qualidade sonora. Outra mudança é que provavelmente teremos 36 finalistas ao invés de 24 e este ano não teremos o especial Idol Gives Back em função da crise mundial. O Sony exibirá American Idol começando em 17 de Janeiro, apenas 4 dias após a estreia americana.
Lie to Me (14 de Janeiro, FOX): Estreando como protagonista de uma série de TV, o ator inglês Tim Roth é em Lie to Me um consultor que especializou-se em descobrir as mentiras que o ser humano conta (3 para cada 10 minutos de conversa, em média). Descrito como um polígrafo humano, Cal Lightman prestará seus importantes serviços à polícia investigativa na série, que é baseada em grandes estudos sobre o comportamento humano. O drama tem produção executiva de Brian Gazer, de 24.
Battlestar Galactica (16 de Janeiro, Sci-Fi): Liderada pelo comandante Adama, a nave Battlestar Galactica finalmente descobriu a terra no final do 10º episódio da 4ª temporada, que continuará neste Mid Season para um encore de mais 10 episódios em sequencia, que serão os últimos da série. No Brasil, infelizmente, a TNT simplesmente parou de exibir o drama espacial ao final da 3ª temporada e o drama espacial está sem emissora em terras nacionais, apesar de termos aqui o Sci-Fi Channel. Enquanto não estreia, o site do canal americano está lançando mini-episódios exclusivos para a Internet, contando algumas histórias paralelas.
Big Love (18 de Janeiro, HBO): Bill Henrickson e suas três esposas Barb, Nikki e Margene estão chegando na HBO americana para mais uma sórdida temporada! Big Love é um interessantíssimo drama sobre o mundo da poligamia da forma concebida pelos dogmas da Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias,
The United States of Tara (18 de Janeiro,
LOST (21 de Janeiro, ABC): Provavelmente a estreia mais aguardada do ano, LOST chega no final de Janeiro nos EUA para a sua 5ª e penúltima temporada, que deverá ser centrada na saga de retorno dos Oceanic 6 à ilha, com a promessa de responder alguns mistérios e criar outros. Recentemente os produtores Carlton Cuse e Damon Lindelof divulgaram a imagem de mais um logotipo da Iniciativa Dharma! LOST deve estrear ainda no primeiro semestre de 2009 aqui no Brasil pelo AXN.

The Celebrity Apprentice (1º de Março, NBC): Donald Trump estreará a 8ª temporada de seu reality-show (a 2ª com famosos) em Março. Bom, mesmo com a fórmula desgastada, o canal decidiu dar a luz verde ao programa, já que os custos de produção não são altos e a nova estratégia será a de exibir duas horas direto toda semana. Exatamente: o programa agora terá duas horas todo domingo à noite, conforme confirmou o executivo Mark Burnett. A nova temporada deverá ter “celebridades” como Dennis Rodman, Joan e Melissa Rivers, além de Khloe Kardashian.
Castle (9 de Março, ABC): Com uma das premissas mais interessantes do Mid Season, ao meu ver, Castle terá como protagonista o inquieto escritor de romances policiais Rick Castle, que começará a trabalhar com a polícia, já que aparentemente os crimes sobre os quais ele escreve estão sendo executados na vida real. Com uma personalidade forte, ele aproveitará a experiência para fazer laboratório para sua próxima obra, pois está sofrendo de bloqueio de escritor. Sua inspiração será a metódica detetive da polícia de NY Kate Beckett. Castle tem como inspiração a série Moonlighting, estrelada por Bruce Willis na década de 80 e será mais um drama romântico leve do que uma série investigativa propriamente dita.





