24 Horas: Contagem Regressiva
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24 (8×20 – 8×24 Day 8 11:00 AM – 04:00 PM): A partir da 20ª hora desta última temporada de 24 tivemos a certeza de que Jack Bauer não estava “apenas” atrás de justiça: ele queria e precisava de vingança, não somente pelo que fizeram com Renee Walker, mas também por tudo que ele passou em mais um esgotante dia. E se uma coisa nós sabemos sobre Bauer é que moral, ética ou leis nunca foram capazes de impedí-lo fazer o que o próprio julgava como correto. Por isso, ele dedicou seus últimos momentos em NY perseguindo, localizando e executando todos que cruzaram seu caminho, a começar por Dana Walsh – talvez a vilã mais forte e inescrupulosa na série desde Nina Meyers. Enquanto isso, nos bastidores do poder, a presidente Taylor se afundava ainda mais na farsa para encobrir a verdade sobre a morte de Hassam e, com isso, manter seu precioso acordo de paz vivo.

Traído pelo governo pelo qual dedicou sua vida, Bauer protagonizou nesta reta final alguns dos melhores e mais intensos momentos de toda a série, incluindo o sequestro do crápula Charles Logan, o que certamente foi um deleite para os espectadores. Além disso, as horas derradeiras da série trouxeram a emocionante redenção de nosso herói e a comovente despedida de Chloe, sua parceira para todas as horas. E eu não esperava menos da comandante que mandou prender sua filha em se entregar quando começou a sentir o verdadeiro peso de suas ações. É claro que quando aquele relógio iniciou uma triste contagem regressiva pela primeira vez, ficou impossível imaginar que esse era o final de toda a série. Afinal, 24 se tornou um marco na televisão mundial na última década ao introduzir e aperfeiçoar a narrativa real time de forma tão magistral como nunca antes vimos. Não foi o final ideal para a série, apesar de ter representado um desfecho magnífico para uma temporada em que poucos colocaram fé.

E ainda que sua jornada tenha se iniciado representando o exacerbado republicanismo norte-americano, 24 acabou, por mérito, rompendo mais barreiras do que pretendia, propiciando pertinentes discussões sobre o cenário político dos EUA, inclusive criticando suas próprias origens. Tenho certeza de que uma conclusão virá através do tão aguardado longa-metragem, oportunidade em que veremos Jack Bauer como o “juiz e júri” merecidamente na tela grande.
Cotação Bruno Carvalho: 




24 (8×18 – 8×19 Day 8 9:00 AM – 11:00 AM): A última temporada de 24 definitivamente tomou um rumo inesperado após a morte do presidente Hassam, já que trouxe um dos elementos que estavam faltando na série: o constante clima de urgência. Desesperada para assinar o acordo de paz no oriente médio, a presidente Taylor acabou recorrendo aos artifícios escusos de Charles Logan para colocar os russos de volta às negociações e isso deu o start perfeito para o ato final de Bauer. E ainda que sempre retratada por sua integridade ética e moral, não chegou a ser absurda no contexto da trama a difícil decisão que a comandante do executivo tomou em colocar panos quentes na situação em prol do bem mundial. Dilacerada pelos trágicos eventos do dia e influenciada por seu novo e pragmatista “consultor”, Allison ficou totalmente sem recursos. O problema é que isso aconteceu no dia errado, pois acabou contrariando o eterno defensor da lei e da ordem, aquele que jamais pôde ser contido e confinado por inimigos ou aliados: Jack Bauer. E sem mais quase nada a perder, sequestrar helicóptero, pousar no meio da cidade e driblar a armadilha da CTU para capturá-lo é praticamente feito no automático. Está certo que esta não foi nem de longe a primeira vez que Jack vai contra tudo e todos, mas eu nunca imaginava um confronto Bauer x Taylor há questão de 2 ou 3 episódios atrás. Formidável, ainda, o destaque merecidamente conferido à Chloe O’Brien e sua talentosíssima intérprete Mary-Lynn Rajskub, que domina cada frame no cargo de diretora interina da agência. Mesmo previsível, fato é que 24 sempre foi uma série de “meios” e não de “fins”. A tensão foi elevada pelo tique dos segundos a cada intervalo e o drama recuperou nesta reta final os seus melhores momentos. Way to go!
24 (8×15 – 8×17 Day 8 6:00 AM – 9:00 AM): Sim, eu atrasei com os comentários de 24, mas assim como aconteceu com a qualidade dessa 8ª temporada, antes tarde do que nunca! Digo isso porque a partir da 15ª hora as coisas tomaram um rumo completamente inesperado, com o início de um arco intenso e até mesmo chocante! E eu, que vinha duramente criticando a temporada, tive que pagar língua! A série soube utilizar os mesmos elementos que fizeram sucesso nos “dias” anteriores e que estavam faltando neste, ainda que às vezes se repetindo. As reviravoltas viraram um delicioso lugar-comum, desde o instante em que descobrimos que Hassam não estava no veículo que despencou do prédio até a hora em que Chloe O’Brien foi nomeada como a diretora interina da CTU! Além disso, o sacrifício de Hassam no curso da temporada denota o comprometimento dramático dos roteiristas em encerrar a série no topo, já que o endgame da “busca pela paz” se torna ainda maior e relevante. Foram três horas de incrível tensão, que elevaram os russos à posição definitiva de vilões da temporada, trouxeram o inédito momento íntimo de Jack com Renee, para então imediatamente tirá-la de sua vida de uma vez por todas. Querendo ou não, 24 é uma fórmula que precisa das mortes, traições e tragédias pra funcionar. E funcionou muito bem!
Fringe (2×16: Peter): Emocionante, reveladora e memorável essa volta de Fringe, com um dos melhores episódios de toda a série. Peter já começou com a abertura especial “feita” em 1985, data do incrível flashback que contou a história do amor incondicional de Walter, um pai que fez absolutamente o impossível para salvar seu filho a qualquer custo. E mais do que um mero filler, o capítulo serviu para mergulhar o espectador mais ainda na densa mitologia da série, com mais detalhes sobre a outra dimensão, além daquele interessantíssimo momento envolvendo o modus operandi dos Observadores (que haviam acabado de assistir De Volta Para o Futuro estrelado por Eric Stoltz)! E fora estes geniais easter eggs, incluindo o celular V3 em plena década de 80, Peter denotou a meticulosidade desta produção com um roteiro impecável que, através de pontuais acontecimentos do passado, explicou boa parte do presente da série (vide o braço de Nina Sharp e o fato de Peter não se sentir tão ligado ao pai, por exemplo). Isso sem contar nos aspectos técnicos, desde o capricho do design gráfico dos caracteres até o admirável trabalho de maquiagem, especialmente com Walter, Walternate e Sharp. A temporada segue impecável
24 (8×14: Day 8 5:00 AM – 6:00 AM): Demorou, mas 24 voltou a ser 24. A trama se estabilizou, centrando em Jack, e os vilões agora estão bem definidos, diferentemente de antes. Mais do mesmo? Sem dúvida alguma. Quantas vezes já tivemos um ato de traição interna na administração presidencial? Quantos agentes duplos já passaram pela CTU? Inúmeros. Mas era exatamente isso que estava faltando nesta morna última temporada da série. A 10 horas do fim do dia, as coisas começaram a engrenar com a ameaça radiológica finalmente concretizada. Poxa, eles ficaram 14 horas com as bombas pra lá e pra cá! Mas cadê aqueles momentos de tirar o fôlego como era comum nas temporadas iniciais? Pelo menos agora a temporada segue num caminho menos tortuoso.
Damages (3×10: Tell Me I’m Not Racist): Aos poucos a situação de Tom Shayes vai ficando mais e mais complicada e, em Tell Me I’m Not Racist, Patty percebeu a agitação de seu sócio, que precisa urgentemente recuperar a grana que perdeu no investimento com Tobin. E com o Hewes, Shayes & Associates ameaçado de ser afastado do caso, Tom sabe que suas chances caem vertigiosamente. Contudo, este episódio novamente me deixou com a sensação de que mais coisas estão acontecendo em Damages do que deveriam, seja pelos sonhos de Patty, os problemas familiares de Ellen com a irmã e a misteriosa e suposta babá e até mesmo com caso de extorsão dos Winstone (e cadê Frobisher?). Ainda assim, recheada de atuações primorosas e com um texto sempre muito bem construído, a temporada jamais trouxe sinais de desgaste. A apenas dois episódios do final, é impossível prever o que está pra acontecer.

Grey’s Anatomy (6×19: Sympathy for the Parents): Depois de discutir um tema pesado – o suicídio assistido – Grey’s Anatomy voltou a abordar em um dos casos médicos o “direito à morte”. Por que será que o assunto está tão recorrente? Em Sympathy for the Parents, uma paciente assinou uma declaração dizendo que não queria ser mantida viva por aparelhos e, com o marido contra, o Seattle Grace ficou na complicada posição de ser obrigado a seguir a vontade da declarante de acordo com a Lei. Ainda que indiretamente, o episódio também abordou a complicada relação entre pais e filhos através de Aaron Karev, irmão de Alex, que revelou um pouco mais sobre o passado do sempre ríspido cirurgião. Ter filhos? Não ter? Como criá-los? Parece que Shonda Rhimes está aos poucos preparando o terreno para que a baby fever invada o hospital na próxima temporada. Será que teremos um McBaby a caminho, além do netinho de Mark?
FlashForward (1×14: Better Angels): Apesar de continuar perdendo muito tempo com situações desinteressantes e inúteis, FlashForward finalmente conseguiu trazer um episódio aceitável. Mesmo não estando nem um pouco empolgado com o rumo que a temporada vai levar até seu cancelamento, Better Angels soube avançar na história conectando alguns elementos que estavam soltos, como o flashforward da filha de Mark, bem como deu um rosto ao tão falado D. Gibbons. É uma pena, porém, que algumas revelações nos são dadas da forma menos inventiva possível e sem o menor mistério. O experimento na Somália era exatamente o que poderíamos esperar e pronto. Agora, uma coisa eu não consegui entender: todos os africanos naquela sala foram mortos nus? Por que nenhum dos esqueletos tinha roupa? Como o local estava limpo daquela forma? Bem, quando a série não emplaca, fica difícil relevar detalhes como este, por menores que sejam. Eu, confesso, estou assistindo FlashForward por pura inércia.
Big Love (4×05 – 4×09): Quando estava assistindo ao 6º episódio da temporada de Big Love e descobri que só iria até o 9º, comecei a ficar preocupado pela quantidade de tramas e subtramas que estavam sendo apresentadas e o pouquíssimo tempo para desenvolvimento ou resolução. Vejamos: tínhamos os problemas no cassino indígena, a demissão de Don, a reaparição de Anna grávida, o casamento de Margene com o noivo de Anna pelo green card, a infertilidade de Nikki, os questionamentos da fé de Barb, o tráfico de animais silvestres por Louis e Frank, as ameaças de J.J., o suicidio do amante de Albie e, é claro, o desgastante processo de eleição de Bill como congressista estadual. Como o polígamo iria lidar com todas estas situações até o final? Eis meu engano: criador e colecionador nato de problemas, o mórmon dos subúrbios de Salt Lake City já não se preocupa mais como sair de enrascadas. Ele prefere agora criar um clima ainda mais insustentável, de forma que suas antigas preocupações desapareçam. E assim ele o fez, utilizando sua candidatura e eleição como palanque expor para ao mundo seu peculiar e controverso estilo de vida. A temporada, então, terminou com o maior cliffhanger de toda a série numa cena antes inimaginável. Por quatro anos eles esconderam a verdade do mundo e agora chegou a hora de encará-la de frente. Por essa definitivamente eu não esperava. Big Love é um drama obrigatório no calendário de um bom sériemaníaco e é uma pena que só veremos a continuação daquele momento em 2011.
The Good Wife (1×17: Heart): Uau! Que magnífico este episódio de The Good Wife! A série discutiu um dos pontos mais sensíveis para o norte-americano no momento – a situação dos planos de saúde – através de uma urgente contenda “cliente x companhia”. Contudo, sem romantizar as batalhas judiciais como acontecia na igualmente excelente Boston Legal, o episódio adotou uma linha mais sóbria até mesmo na corte de emergência que precisou ser montada no hospital, já que a autora da ação estava internada e aguardando a decisão da justiça para saber se teria o bebê ou não. Além disso, curioso notar que a advogada de defesa da corporação estava com seu filho em plena sessão de julgamento, ainda que lutando por uma decisão que traria o aborto de um feto para evitar altíssimos gastos com o procedimento. E foi em Heart também que a “boa esposa” se comportou mal, justo quando seu marido decidiu (ainda que como parte de uma estratégia política) buscar a redenção divina. Nada em The Good Wife é preto no branco, revelando que a série tem muitos caminhos a percorrer. E eles fazem isso muito bem.
House (6×15: Black Hole): Tá aí, gostei deste capítulo de House, que conseguiu ser mais equilibrado, com um bom caso médico e uma ótima storyline paralela com os médicos. É muito bom também quando a série volta a sustentar a premissa “todo mundo mente” (cada vez mais esquecida), usando a medicina pra expor sórdidos casos como o do pai que ficou com a namorada do filho enquanto estes estavam terminados. O Dr. House se diverte e nós também. Foi um episódio memorável? Não, passou longe. Mas também não foi daqueles ruins que estão ficando cada vez mais frequentes na série.
Acabou a saga de Jack Bauer na TV. 192 horas (e um telefilme) depois, a série 24 chegará ao seu fim, informou o produtor executivo Jon Cassar via 

The Office (6×15: Manager and Salesman; 6×16-17: The Delivery, Parts 1 and 2): Eis então que a Dunder Mufflin vai ter que entrar na marra no sistema Sabre e em Manager and Salesman foi divertidíssima a disputa entre Michael e Jim pelo cargo menor de vendedor, já que as comissões dos novos produtos – impressoras e toners – são bem interessantes. Mas Michael não aguentou o tranco, ainda mais depois dos “odores” de Phyllis. Impecável, inusitada e muito bem-vinda também foi a participação da ótima Kathy Bates como a CEO da nova corporação. Há tempos Michael não tinha um superior assim e espero que ela retorne mais vezes. Mas a grande atração da temporada foi mesmo The Delivery, episódio duplo sobre o nascimento do bebê de Pam e Jim que teve de tudo: de Dwight destruindo a cozinha da Pam para eliminar mofo e até mesmo a nova mamãe amamentando o bebê alheio sem querer. The Office jamais demonstra sinais de desgaste, o que constantemente me impressiona.
30 Rock (4×13: Anna Howard Shaw Day, 4×14: Future Husband): Vamos combinar que 30 Rock não está com o mesmo pique das temporadas iniciais, o que por um lado até é bom. Menos hype e mais chances para outras séries estreantes como Community e Modern Family (que serão comentadas em breve no Season Pass) se destacarem nas premiações. Anna Howard Shaw Day e Future Husband tiveram sim seus bons momentos, incluindo a participação especial de Jon Hamm no primeiro, mas algumas piadas falharam feio. Poxa, senti uma vergonha alheia tremenda de Kenneth com aquela da “maldição do 

The Big Bang Theory (3×13: The Bozeman Reaction; 3×14: The Einstein Approximation) Estes dois episódios mantiveram a série em seu ótimo momento e descobrimos mais uma paranoia de Sheldon, desta vez com a segurança de seu apartamento que fora roubado em The Bozeman Reaction. Mas The Einstein Approximation superou as expectativas como um dos melhores da temporada, retratando o “bloqueio mental” do nerd mor e a impagável cena do Bazinga na piscina de bolinhas.
How I Met Your Mother (5×13: Jenkins; 5×14: The Perfect Week): Para um episódio que seguiu o ótimo Girls Vs. Suits, Jenkins foi satisfatório, contando ainda com a agradável participação de Amanda Peet (Studio 60) atormentando o já bizarro relacionamento entre Lilly e Marshall. Eu gostei mais de The Perfect Week, que trouxe Barney em mais uma de suas aventuras sexuais (ficar com uma garota por noite durante uma semana), já que o elenco estava mais afiado e entrosado. É uma pena, contudo, que deixaram de lado a história da “mãe” mais uma vez, conforme esperado.



24 “7×22: Day 7: 05:00am – 06:00am”: Esta hora foi consideravelmente superior à anterior com a perseguição que Jack e Rene conduziram no metrô em cenas que imediatamente remeteram à grandes filmes de ação imediatistas como Velocidade Máxima e Duro de Matar: A Vingança. Uma coisa que 24 sabe fazer muito bem é criar constantes momentos de puro desespero, como quando a vítima do ataque terrorista pede ajuda ao guarda que, na verdade, fazia parte de toda a operação. Outra história paralela que está sendo muito bem desenvolvida é a de Olivia Taylor e a desconfiança do agente Aaron Pierce (que ela mesmo contratou) sobre seu envolvimento na morte de Jonas Hodges, algo que pode muito bem desmantelar toda a administração Taylor. Mas eis que chega o ato final com Jack salvando o dia e Kim Bauer caindo mais uma vez nas garras do inimigo, o que seria trágico se não fosse a ducentésima vez que isso acontece na série. Aquilo foi cômico, ainda mais quando descobrimos que o agente que ela achava que a estava perseguindo trabalhava (e mal) para sua proteção. Enfim, a hora chegou ao fim e Jack está mais uma vez na sinuca de bico sendo coagido para salvar o seu atual rival. Que pena que 24 deu uma ótima volta para então chegar no lugar onde já esteve.
Gossip Girl “2×24: Valley Girls”: O que a ganância de Hollywood não faz, não é mesmo? No desespero de extrair mais dinheiro de Gossip Girl, o canal CW encomendou uma espécie de “piloto” dentro da série original para derivar Valley Girls. Por sorte, parece que essa ideia não vai mais pra frente, porque este episódio foi completamente desperdiçado com uma historinha fraca e aborrecida sobre o passado de Lilly VanDer Woodsen, uma personagem sem carisma e nada relevante, no presente ou no passado. Tudo bem que a ambientação nos anos 80 ficou muito legal, mas somente a parte técnica foi positiva. Do ponto de vista criativo, tentaram fazer uma espécie de “link” entre mãe e filha como forma de justificar as impensadas atitudes de ambas, mas sem o menor sucesso. O episódio ainda estragou o acontecimento que deveria ser o ponto alto de qualquer série teen: a antecipada noite de formatura do colegial. No fim das contas, tudo ficou estagnado e o final prorrogado. A narração final da ótima Kristen Bell resumiu muito bem este insosso capítulo: “(…) às vezes o melhor a fazer é se desculpar e deixar o passado ficar pra trás (…)”. Depois deste dispensável episódio, isso o mínimo que eu espero do season finale.
Todo ano acontece em Maio o evento chamado Upfront, que é o anúncio que os canais fazem direcionados aos anunciantes antecipando qual será a grade da temporada que se inicia em Outubro por lá, o Fall Season. É nesta ocasião, portanto, que todo o mundo fica sabendo quais séries serão oficialmente renovadas ou canceladas da televisão. Este ano os canais abertos americanos surpreenderam com algumas renovações e decepcionaram milhões de fãs com alguns cortes inesperados. Se a série que você curte está listada como “cancelada”, dificilmente ela terá sobrevida, pois são raras as produções que conseguem dar a volta por cima. Com relação às renovações, lembrem-se que isso somente vale a partir do fim do ano lá fora e a grande maioria das novas temporadas começarão a chegar no Brasil em 2010. Hoje vamos falar exclusivamente das séries que conhecemos e, em breve, prepararei um especial sobre as novidades. Este ano deu pra notar que os canais foram um pouco mais conservadores com algumas séries que, em outras ocasiões, seriam sumariamente canceladas. Mas em tempos pós-greve, às vezes é mais seguro investir em algumas pratas da casa do que gastar horrores com coisas novas. Vamos lá?

