Glee: Hell-O
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Glee (1×14: Hell-O): Glee está de volta: muita música, muito hype, alegria e descontração. Todos sabem das ressalvas que tenho com a série, embora eu consiga me divertir sem ter que levá-la à sério demais (como muitos por aí fazem). Mas o grande problema do retorno (e da série como um todo), ao meu ver, é a efemeridade das personagens e situações. Tudo é muito volátil em Glee: em um momento Rachel está completamente apaixonada por Finn, mas este não quer saber do relacionamento; daí segundos depois (sim, segundos) ela conhece outro rapaz, canta um dueto numa livraria e Finn instantaneamente já é “passado”. Ao todo isso ocorreu em menos de 10 minutos. Ah, e Finn agora já não tem mais dúvidas e quer ficar com Rachel “custe o que custar”. Fora que o “ápice dramático” no New Directions é alguém sair do grupo ou ser ameaçado de expulsão – o que ocorre sistematicamente desde o piloto. Contudo, não tenho somente críticas à série: o núcleo “Sue Sylvesver”, graças ao incomensurável talento de Jane Lynch, é capaz de produzir os melhores momentos da comédia musical e o romance do Sr. Schuester com Anna Emma retornou de forma bem interessante. Os números musicais em Hell-O foram, mais uma vez, um show à parte: teve a ótima versão de Gives You Hell protagonizada por Rachel e o destaque ficou com número final Hello Hello Goodbye. É preciso relevar muita coisa em Glee (especialmente o roteiro e algumas interpretações), já que no final das contas a série é capaz de trazer um leve e indolor entretenimento.
Cotação Bruno Carvalho: 


Na FOX Brasileira a 1ª temporada de Glee, que terá 22 episódios, somente retorna no 2º semestre e em data ainda não definida pelo canal. Leia: FOX Brasil Confunde o Espectador e Fã de Glee.


Concordo em gênero, número e grau.
Mas só uma correção: a música final se chama “Hello Goodbye” – de longe uma das melhores da série.
E a professora que se envolve com Will se chama Emma e não Anna.
A propósito, no segundo episódio as coisas se tornam ainda mais efêmeras. As histórias de Glee beiram o ridículo, mas a série vale [e muito] pela parte musical e pelo personagem Sue Sylvester :)
Você confundiu o nome da última música e o nome da professora com quem o Will se envolve…
O nome da música é Hello Goodbye (Hello é o dueto que a Rachel canta na livraria) e o da professora é Emma :)
Mais atenção!
Corrigido, gente.
glee, pra mim, já virou uma espécie de guilty pleasure. um seriado que eu sei que é ruim, que até teria vergonha de falar q gosto pra algumas pessoas, mas acabo assistindo.
essa volatidade sempre me irritou. a pior situação foi quando rachel, do nada, se apaixonou perdidamente por mr. schue em um único episódio e depois não se apaixonou mais.
como seriado, pensando que em um seriado é impesável os personagens mudarem tanto assim, glee é muito ruim.
mas sue sylvester salva um pouco
Gosto bastante de Glee e consigo enxergar com olhos de fã não alucinado os defeitos da série. Os numeros musicais voltaram melhores, completos, mais parecendo numeros de filmes e nao somente trechinhos de musicas. Mas o grande mal da série é nao ter roteiro. Os episódios têm um fiapo de história (quando têm) e realmente os “adolescentes” são muito voláteis. No episódio com musicas da Madonna, por exemplo, parace que ninguém se preocupou em criar uma história, como se dissessem “numeros com musicas da Madonna bastam”. São muito bons, mas não bastam.
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Eu ainda achei esse episódio muito fraco para a “grande volta” da série que todo mundo esperava. Se eles tivessem guardado o especial da Madonna, que foi ao ar nos EUA essa semana, teria sido muito melhor!
Não sei vocês, mas eu na adolescência (eles tem o que? 16, 17 anos?) era exatamente como a Rachel (sem a parte do saber cantar, hohoho). Perdidamente apaixonada por alguém, mas totalmente disposta a me apaixonar no próximo segundo pelo fulaninho bonitinho que aparecesse (mas sem nunca esquecer a grande paixão, que ia e voltava conforme a situação).
Para mim a melhor parte do episodio foi o dueto de Rachel e Jesse. Enfim um homem que sabe cantar de verdade nesta série! Ok, eu tambem adoro o Kurt cantando, mas ele nunca tem realmente destaque, sempre relegado a algumas poucas frases musicais (com exceções, é claro). Os outros homens não demonstraram potência nas vozes ainda.
Tbm concordo com vc!
A série é muito boa , adoro… mas não vejo em Glee esse negócio todo que falam , muito menos a ponto de ganhar Globo de Ouro.
Comparado a todos os episódios da série, The Power of Madonna , sim, foi espetacular!
Será que fui a única a achar o The Power of Madonna fraco? Quero dizer, teve umas músicas que eu gostei muito, mas nem todas ficaram legal na voz do Glee e a história em si foi tão pífia.
acho que glee tem a licença poética de se apaixonar e desapaixonar em segundos, fazer de tudo um grande drama e fazer duetos mudarem a cabeça das pessoas por um único motivo. é glee. a serie mais despretenciosa da atualidade, na minha opinião.
mas uma observação… a rachel não esqueceu finn… mesmo sendo glee, acho que deixam claro que ele ainda mexe com ela.
achei “the power of madonna” realmente incrível. achei que conseguiram colocar madonna em glee e glee em madonna numa proporção perfeita, sem ter que forçar ou mudar a história… adorei os encaixes nas musicas e principalmente nos diáogos.
quero mto ver a volta de kristin chenoweth, mais da idina menzel e o densenrolar da história de will e emma, rachel e finn, puck e quinn… e estou feliz com a atenção maior à brittany, que tem dado umas deixas fantásticas.
glee voltou, nem melhor nem pior do que antes. apenas glee e eu adoro!
Sempre detestei musicais, mas me apaixonei por Glee (ou pela Lea Michele). Achava você e as demais pessoas que criticavam o roteiro muito exigentes. Os episódios eram bobos, mas talvez por isso muito agradáveis, especialmente para quem quer fugir da realidade massacrante das grandes cidades brasileiras.
Mas depois desse retorno estou achando a sua crítica até moderada.
Nesse episodio pela primeira vez não achei que a Lea foi espetacular (o que sempre foi o padrão dela). A canção final dos Beatles soou com uma repetição dos Rolling Stones no episodio 13, de certa forma ficou até mais fraca.
Esse rapaz novo que vai fazer par com ela não emplacou, a aparição dele foi incrivelmente forçada. Foi disparado o episódio mais fraco dos 14.
E aquele episódio da Madona ontem foi um videoclipe “gigante”.
Espero que parem de tentar faturar uma grana no Itunes e comecem a fazer episódios com alguma história, porque criticar o roteiro de Glee ficou impossível: eles jogaram o roteiro fora!!!
Essa inconstancia toda, só fará a série se esgotar. Por quem a rachel poderia se apaixonar na segunda temporada?! ela já esteve perdidamente apaixonada por metade do elenco! Além do texto fraquinho, Rachel e Finn são desprezíveis. O ator que faz o Finn só tem uma expressão, argh!
Sue Sylvester QUEEN!
Como a Mica já disse acho que essa volatilidade que os personagens demonstram é algo bem típico de adolescente, principalmente losers, então com essa parte da série eu fico bem ok, pq é assim mesmo, se vc não é o bambambam da escola, certamente se apaixonará por ele, e se ele te rejeitar e outra pessoa aparecer e te der atenção pronto, é paixão.
Achei que o episódio seria mais emplogante, mas gostei mesmo assim. Sue arrasa!
Acabei de me sentir uma loser na minha adolescência, karina, huahuahua.
Eu esperava mais desses dois episódios, mas acho que o problema foi justamente esse, eu esperava muito. foi um hiato grande e a saudade acabou aumentando as proporções.
O fato da Rachel se apaixonar cada hora por uma pessoa diferente jah foi levemente explicado no episodio 10. Ela tem baixa auto estima
Bruno, por que vc diz que a primeira temp. de Glee ainda não acabou? O seu critério de contar uma temporada a cada 22 episódios não se sustenta (vide a primeira temp. de Grey’s Anatomy, por exemplo). Enfim, nos EUA essa temporada está sendo nomeada de segunda (inclusive lá já foi lançado o DVD da primeira), por aqui, como vc mesmo já citou, a FOX também chama essa temporada de segunda. Existe alguém, além de vc, que considera a segunda temp. uma “continuação da primeira”? Todo esse rolo que vc criou faz parte da sua campanha difamatória contra a série? Abçs
Prezado Vinicius, esta sua acusação rendeu um post explicativo que você pode ler aqui:
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http://colunistas.ig.com.br/ligadoemserie/2010/04/23/fox-brasil-confunde-o-espectador-e-fa-de-glee/
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Espero que finalmente entenda quem está enganando quem.
Vinícius
Ainda estamos na primeira temporada sim. É só ver como os episódios são numerados no site oficial de Glee na Fox:
1×14 Hell-o
1×15 Power of Madonna
…
Eu também não entendi porque eles fizeram esse hiato tão grande entre os episódios 13 e 14. Sei que eles fazem uma pausa para as festas de final de ano, mas essa foi enorme. Mas ainda estamos na primeira temporada, ok?
Com um mínimo de pesquisa qualquer um consegue constatar que essa temporada realmente não acabou.
Quanto aos comentários do episódio: Ah, Bruno, fala sério… já vi isso acontecer diversas vezes, uma garota quando não tem o amor correspondido está mais suscetível a se apaixonar por outro, até porque ela imagina, ainda que insconscientemente, que seu envolvimento com outra pessoa provocará no seu antigo pretendente ciúmes fortes o suficiente para fazê-lo cair aos seus pés. É clichê, mas é clássico… acontece o tempo todo, hehe. A série é adolescente e não pode fugir dessas peculiaridade, não podendo se esperar dela uma maior densidade no roteiro. E o dueto foi até inspirador, por ser de uma composição de Lionel Ritchie, cujas letras são, algumas vezes, bregas.
Dito isto, adorei a seleção de músicas… Ouvir The Doors, AC/DC e Beatles em um mesmo episódio me faz muito bem!
[...] resenha de Glee no post anterior um leitor me acusou de estar fazendo uma campanha “difamatória” sobre o número de [...]
O episódio 1.14 de Glee pra mim foi meio decepcionante, eu até admiro o plano de negócio da série, mas tá virando uma plataforma de lançamentos para o itunes. Sinceramente, os números Hello I love you e Highway to Hell não acrescentaram nada na trama (mas devem vender bem muitos downloads, né?). Fora que o resto do roteiro ficou espremido dentro dos 60 minutos do show – na correria a Rachel tem que se apaixonar em um break mesmo! De qualquer modo para quem ainda não viu, o 1.15 (Power of Madonna) foi infinitamente melhor!
…Perdidamente apaixonada por alguém, mas totalmente disposta a me apaixonar no próximo segundo pelo fulaninho bonitinho que aparecesse (mas sem nunca esquecer a grande paixão, que ia e voltava conforme a situação). ²
É assim mesmo nessa idade, gente, ainda mais tendo essa baixo auto estima que ela tem em relação a rapazes. Super normal e comum rsrs.
Eu adoro Glee e eu não vejo muitos problemas nos roteiros. Acho que essa é a idéia da série, fazer as coisas mais escrachadas, sem se levar muito a sério. O bom é que não fica tão previsível ou melodramático como alguns seriados de adolescentes. Basta lembrar os jurados das Sectionais. Todo mundo esperando pessoas entendidas e temos aqueles três que seria as últimas pessoas do mundo qualificadas para julgar uma competição de corais. Isso é Glee! Maluca, irreverente e muito divertida. E tem mais. Quem acha a atitude da Rachel inverossímel, tinha que conhecer minha amiga de colégio. Um dia a menina tava apaixonada por um, outro dia por outro. E sofria mesmo com isso, chegava as lágrimas por causa dos amados. Cabeça de adolescente é assim mesmo. Amo Glee!!!
Upa, desculpem os erros de gramática. Não revisei meu texto! heheh
ô… não vejo a hora dos comentários sobre o ep 1.15
power of madonna
particularmente, achei o melhor…
aguardando…
e parabéns pelos comentários…
Não sou fã de Glee. Mas vou acompanhando a série pelos motivos que o xará aponta: entrentenimento leve e indolor.
Pois, de vez em quando é capaz de produzir pérolas como: “golfinhos são tubarões gays”.
Americano gosta de cada porcaria. Como pode existir programas como American Idol e Glee?
Sobre as inconsistências do roteiro, e para quem sabe inglês, de uma olhada nesta sátira de 1 minuto…
http://ow.ly/1Bm08
[...] episódios serão postadas de forma isolada e ao longo da semana, como fiz com Treme, LOST, Fringe, Glee, 24 e The Good Wife. Acredito que desta forma a cobertura ficará menos engessada, permitindo [...]
Thanks so much for the post. Really Great.
TmyKzi A big thank you for your blog article.Much thanks again. Cool.