LOST: Trailer e Cena Completa de “6×06: Sundown”
Confira abaixo o trailer de Sundown, o 6º episódio da última temporada de LOST e aqui uma cena completa e inédita:
Confira abaixo o trailer de Sundown, o 6º episódio da última temporada de LOST e aqui uma cena completa e inédita:
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Grey’s Anatomy (6×14: Valentine’s Day Massacre; 6×15: The Time Warp): Há semanas Grey’s Anatomy vem numa agradável constância de ótimos episódios, que continuou com Valentine’s Day Massacre. O capítulo voltou a focar no relacionamento de Grey e Derek em boa hora, colocando a moça na difícil posição de questionar seu papel como cirurgiã para estar ao lado do marido em uma ocasião política. Mas foi através de um caso médico que ela viu o quanto estava ficando igual sua mãe e finalmente passou a aceitar as escolhas que fez, o que permitiu um raro crescimento da personagem. Mas foi Time Warp a pièce de resistance desta temporada – um capítulo atípico que voltou em diversas épocas do Seatle Grace Hospital com um singelo e particular olhar nos momentos que definiram o rumo e o caráter de importantes figuras como Torres e, especialmente Miranda Bailey. Quem diria que a “Nazi” chegou quietinha e de forma quase imperceptível? Submissa a uma péssima e imponente residente, ela cavou seu lugar ao sol e aprendeu na marra a se postar e a literalmente gritar para que seu inigualável talento seja ouvido. Gostei também do flashback do Chief (tirando as perucas horríveis que arrumaram, inclusive a do Joe do bar) que o tornou menos antipático. Impecável a atuação de Sarah Paulson como a lendária Ellis Grey, que certamente construiu a personagem em cima da atuação de Kate Burton. Espero ver mais episódios assim em Grey’s Anatomy. Agora, só um detalhe bem off: quem estava cuidando do sempre agitado hospital e das cirurgias com TODO MUNDO na palestra, hein?
Cotação Bruno Carvalho: 




The Good Wife (1×14: Hi): Em 14 episódios é notória e admirável a evolução de The Good Wife. Como poucas séries procedimentais atuais, este drama consegue dosar de forma perfeita os casos isolados com a história principal sem deixar uma prejudicar a outra. Em Hi o escritório precisou entrar num verdadeiro lockdown para cuidarem de um caso em que um importante casal era o principal suspeito do homicídio de uma babá, o que foi perfeito para Alicia, poupada de ter que testemunhar os golpes baixos de Childs no caso de Peter Florrick. Eu apenas não gosto muito quando The Good Wife vira uma série de detetives através das descobertas de Kalinda, pois prefiro ver os casos sendo resolvidos em sessão na corte do através de investigações nas ruas, pois permite que o bom roteiro seja apreciado em sua melhor forma. Enfim, Peter conseguiu o que queria e aguardará seu novo julgamento em prisão domiciliar e já não posso mais esperar pra ver como será a dinâmica entre a boa esposa e o mau marido sem os vidros, as grades e as paredes da prisão.
Cotação Bruno Carvalho: 



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House (6×13: 5 to 9) Eu já disse aqui que quando a equipe por trás de House quer fazer um episódio realmente bom eles fazem. Com a qualidade do elenco que têm e com as ótimas personagens que criaram, não precisam gastar meses pesquisando complexos casos médicos para serem resolvidos (como acontece). Isso nós já vimos e revimos aos montes. Nesta 6ª temporada os melhores capítulos foram aqueles que direcionaram suas atenções em House (Broken), Wilson (Wilson) e agora em Cuddy neste excelente 5 to 9. Quem vê a diretora do hospital dando suas costumeiras broncas em House jamais poderia imaginar como cada dia para ela é uma verdadeira batalha que precisa ser vencida, desde o momento em que acorda às 5 da manhã para cuidar da filha até a hora em que finalmente consegue deixar o trabalho, exausta, às 9 da noite. O roteiro foi sensível e inteligente o bastante para não martirizá-la apenas por ser uma working mom. Ao mesmo tempo intenso e agitado, o episódio revelou ainda a quantidade de pequenos e grandes desafios administrativos que a médica enfrenta em sua pesada rotina, justificando ainda aquele aliviador grito de “yes” ao final de mais um dia de trabalho. Talvez House daria um descanso pra ela se assistisse este excelente 5 to 9.
Cotação Bruno Carvalho: 




24 (8×07: Day 8 10:00 PM – 11:00 PM; 8×08: Day 8 11:00 – 12:00 AM): A estrutura narrativa de 24 sempre foi uma faca de dois gumes para a série, mas a fascinação pelo nível técnico do “tempo real” e do imediatismo das tramas foi dando lugar, ao longo de oito temporadas, para o esgotamento de histórias e das formas com que a série pode nos surpreender. Hoje os intermináveis minutos são os maiores vilões de Jack Bauer e todo espectador consegue enxergar que o drama não segue com o mesmo pique de seu início. Estas duas últimas horas continuaram no “lenga-lenga” que tomou conta deste 8º dia, a ponto dos capítulos serem amorfos e sem identidade. O que aconteceu desde as 11h da noite foi tão irrelevante que qualquer outra produção não gastaria mais do que alguns instantes em tela revelando tais acontecimentos para nós. 24, por ser 24, teve que gastar dois episódios inteiros. Jack nadou, nadou e morreu na praia, pois a grande “reviravolta” deste primeiro terço da temporada virou um tremendo anti-clímax. O “Sr. Sark” sequestrou os nukes de seu próprio pai? Oh, não! E agora? Agora é torcer pra que a temporada engrene, que não percam mais tempo com a historinha cada vez mais atrapalhada da “Starbuck” na CTU ou até mesmo que explodam logo as cargas. Alguma coisa precisa acontecer de verdade pra agitar esta série.
Cotação Bruno Carvalho: 
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Damages (3×03: Flight’s at 11:08; 3×04: Don’t Throw That at the Chicken): Pra uma coisa o episódio Flight’s at 11:08 serviu: estabelecer de uma vez por todas que Damages não se desenvolve bem sem seus já característicos saltos temporais, flashbacks e flashforwards. Passando-se no ínterim de apenas uma noite, raramente vi tamanha perda de tempo na história da série apenas para trazer à tona o caso do vôo de Danielle Marquetti. Felizmente este “experimento” dos produtores não foi pra frente no incrível Don’t Throw That at the Chicken, que trouxe momentos explosivos como a decisão ultimada do patricarca da família Tobin sendo interceptada por seu filho Joe, que por sua vez emergiu definitivamente como o vilão da temporada. Isso fora o crescimento cada vez mais interessante do Tio Lenny na trama e o gradual envolvimento de Ellen e Shayes em toda essa lambança. Agora, quem é que não estava completamente simpatizado por Patty na delegacia perante a perda do amigo e não deu um pulo naqueles milésimos finais? Damages recupera o seu primor neste 4º capítulo com este soco no estômago pra acordar o espectador. Fenomenal!
Cotação Bruno Carvalho: 



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Na próxima semana falarei dos pendentes de Big Love e Friday Night Lights! As comédias deram uma pausa nos EUA e retomarei os comentários assim que novos episódios forem exibidos lá, já que estou comentando-os de 2 em 2. Aguardo seu comentário!
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(LOST “6×05: Lighthouse”) Lighthouse já começou com uma bomba: como assim Jack não lembra de ter feito uma operação de apêndice e tem um filho? Mesmo no flash-sideway, esta nova “realidade” me chocou e deixou mais urgente a ideia de que estas versões precisam se encontrar de alguma forma. Como? Não sei. Talvez Jacob saiba, pois ele aparece quando quer, fala sobre os “candidatos” (que aparentemente são mais poderosos que Doogen) e move as peças na ilha a seu bel prazer. E quer dizer que Claire passou todo esse tempo na ilha vivendo por aí com UnLocke, seu pai Christian Sheppard, cuidando de uma caveira como se fosse Aaron e assassinando os Outros? Bizarro. Ainda assim, não deixa de ser curioso que as situações fora da ilha estão sempre em certa “sintonia” com o que acontece dentro: a reaparição da loira (ainda que em menção), as novas descobertas de Jack, os problemas com figuras paternas e por aí vai… Não é coincidência, claro, mas é admirável a forma com que os roteiristas conseguiram este feito de forma sempre orgânica e inovadora.

Mas nem Hurley dando mais uma vez de espectador e questionando a origem dos corpos na caverna ou Jin se borrando de medo de Claire ou até mesmo Doogen surgindo no conservatório onde David tocava sua masterpiece foi páreo para o que veio no terceiro ato deste episódio e que me deixou totalmente boquiaberto: o farol de Jacob. Gente, o que foi aquilo? Ao ver aquelas imagens passando no espelho imediatamente me lembrei dos flashes que víamos no monstro de fumaça. Seria esta a forma de Jacob “selecionar” seus candidatos? Será que ele sentava naquele farol por séculos e a cada “grau” do giroflex ficava observando seus possíveis pupilos e colocando-os em suas adoradas listas? Sim, concordo que as respostas estão demorando pra chegar e que as perguntas estão acumulando, mas pela primeira vez desde a premiére da temporada tive a sensação de que algo de concreto está sendo construído peça por peça e de forma bastante minuciosa. Não estou muito fã de continuar tão no escuro por mais uma semana, mas se a temporada conseguir crescer e surpreender como sempre faz, toda a espera não terá sido em vão.
Cotação Bruno Carvalho: 


Considerações Adicionais
Jacob x Kate – Qual é a birra de Jacob com Kate? Por que ele não a quis em seu mini-walkabout com Jack e Hurley? Sobre sua ausência do nome dela na lista da semana passada, como muitos questionaram, acredito que foi apenas circunstancial, já que a leitora Juliana indica nos comentários abaixo que ela agora aparece na roda como nº 51.
David - Até então eu achava que os acontecimentos do flash-sidewaay não eram tão “inovadores” assim, até que vi o filho de Jack. Sinal que as mudanças retroagiram por praticamente a vida inteira dos sobreviventes, já que até mesmo a operação de apêndice de Jack ocorrera quando ele era criança. Mas por que ele não se lembrava da cicatriz? Tem coisa aí.
Alice – Mais uma vez referências da obra “Alice no País das Maravilhas” em LOST. Além do óbvio espelho e do livro, notaram o coelho que dá a chave para a casa da ex-mulher de Jack?
A importância dos números – Aqui mais uma vez vimos que os números estão relacionados a candidatos, agora mostrados como “graus” na roda do farol de Jacob. Ainda temos muitas questões importantes que envolvem tais caracteres que não foram sequer ventiladas (apesar de prometidas). Incluo aí a Equação de Valenzetti e os experimentos Dharma que serviam justamente para modificar as “variáveis” que trariam o fim do mundo. Os números ganham cada vez mais importância na trama, é fato, e sabemos o que significam agora. Mas ainda não considero este mistério 100% explicado, pois ao longo dos 5 últimos anos levantaram vários outros questionamentos relacionados a eles e que pendem de respostas.
E aí, o que mais notou de curioso e que merece ser repercutido e considerado em Lighthouse?
Finalmente consegui subir para o Flickr e colocar a descrição nas quase 200 fotos que tirei em Hollywood, na viagem que fiz ano passado pelo programa do Instituto InFilm. As imagens ilustram as visitas que fizemos na Universal Studios, ABC Studios, Disney Animation, Warner Studio Lot (onde realizei meu sonho de pisar no set preservado de Friends), sede da Panavision, Academia de Hollywood e downtown Los Angeles. Check it out!

Por lá registrei ainda imagens dos sets/lots de True Blood, ER, Brothers, Desperate Housewives, The Tonight Show with Conan O’Brien, The Jay Leno Show, produção da animação da Disney A Princesa e o Sapo, bastidores técnicos de NCIS: Los Angeles, Private Practice, Green Hornet e também coisas de turista como passeios na Disneyland, Kodak Theatre etc. (afinal não sou de ferro, né galera!). Leia também as matérias que fiz sobre a gravação de The New Adventures of Old Christine, dos programas de late night e a visita ao bar Merlotte’s. Ô vontade de voltar!
No imenso mar de reality-shows instantâneos e descartáveis produzidos pela TV americana destaca-se Undercover Boss, da CBS, programa que tem uma premissa simples, interessante e efetiva: altos executivos de grandes empresas passam uma semana disfarçados de empregados de “chão de fábrica” e relatam suas experiências. No mundo corporativista de hoje, é muito comum que a distância entre a “linha de frente” das empresas e a diretoria seja cada vez maior e não dificilmente vemos decisões, políticas e programas serem ditados apenas com bases em números em uma planilha, sem sequer considerar o impacto que causarão na vida dos que realmente colocam a mão na massa. No episódio piloto de Undercover Boss, o presidente e chefe de operações da maior companhia privada de limpeza dos EUA, a Waste Management, viveu na pele as particularidades de várias subsidiárias, catou lixo, limpou banheiros químicos e conheceu as histórias e dificuldades que seus empregados passam no dia a dia. O maior choque veio logo de cara, quando testemunhou sua supervisora interromper o almoço e sair correndo bater o ponto, já que para cada minuto de atraso do já curto intervalo de meia hora, a empresa descontava dois. Já quando fazia a rota no caminhão de lixo com uma motorista, fomos surpreendidos com a revelação de que a senhora precisava fazer suas necessidades numa lata, pois a pausa para usar o banheiro afetaria a escala de produtividade imposta pelos gerentes. Mas o que mais me chamou atenção em Undercover Boss foi mesmo a “realidade” da atração. Após cumprir a jornada semanal, o CEO revela sua verdadeira identidade às pessoas com quem trabalhou e traça metas para corrigir as falhas operacionais e até mesmo rever as decisões. E mesmo ninguém saindo com um prêmio milionário, é tocante ver como estas pequenas mudanças causam um impacto tão significativo na vida destas pessoas. Mais que um show de entretenimento – afinal, é divertido ver o grande chefão da empresa de lixo ser despedido por um encarregado, pois não conseguiu catar papel direito – este reality deveria se tornar a política de grandes, médias e até pequenas empresas, de tão simples é a sua implementação. Undercover Boss foi exibido nos EUA após o Super Bowl, continua com novos capítulos a cada domingo, e ainda não tem previsão para estrear no Brasil.
The Lighthouse é o 5º episódio da 6ª temporada de LOST. Confira as fotos promocionais do episódio em nossa galeria.
As audtions terminaram. Embora Simon estivesse claramente mais animado nas rodadas de Dallas e Denver (será que já é por causa do The X-Factor?), já era hora desse longo processo seletivo avançar. E de fato, a verdadeira competição em American Idol começa com a intensa e desgastante Hollywood Week (apelidada de “Hell Week”), quando os candidatos realmente precisam mostrar serviço e absolutamente ninguém está seguro. Mas das duas últimas temporadas pra cá é possível notar uma tendência para se destacar no reality: se mas pro início o que contava pontos era uma boa interpretação (Kelly Clarkson, Ruben) ou uma “voz unique” (Fantasia), hoje os juízes e o público exigentes valorizam mais o talento da criação dos competidores. O copycat sai de cena e o que vale mesmo é a capacidade de criar arranjos novos e diferentes de músicas conhecidas. Basta ver que nos últimos anos quem mais se destacou foram Kris Allen, Adam Lambert e David Cook – todos artistas mais completos e não apenas meros reprodutores de canções.

Assim, realmente me surpreendi com os talentos criativos como o de Andrew Garcia (que fez uma brilhante rendition de uma música de Paula Abdul, Straight Up), Michael “Big Mike” Lynche (com Waiting on the World to Change, de John Mayer) e Janell Wheeler (que cantou muito bem American Boy de Estelle e Kanye West com o violão). Legal vê-los continuando e muita gente ruim indo embora sem dó. Por outro lado, a edição tendenciosa de American Idol (que sempre foi assim, reconheço), está irritando. Às vezes eles gastam mais tempo prometendo mostrar algo que será “chocante” dito por juízes (e que no final não é nada de mais) do que exibindo mesmo as performances. Gostei de Ellen DeGeneres como substituta definitiva de Paula Abdul. Seus comentários foram divertidos e sempre pertinentes e não sei o motivo de tanta crítica à moça só porque ela não chegou “causando”. Não é essa a proposta do programa. Sobre a sempre tensa Group Round, apenas achei que poucos foram eliminados pra tanto drama (de 96 caiu pra 71), mesmo que teremos mais uma rodada com as apresentações individuais.
Na última terça American Idol deu uma repaginada na forma de apresentar o drama da eliminação dos quartos, mesclando com um retrospecto dos melhores momentos de cada participante e o corte final (e ficou bem menos maçante). O Top 24 foi formado ontem à noite (achei justo) e agora o comando da atração está com o público, para o pavor de Simon Cowell. Chegou a hora de acompanhar Idol mais de perto e preparar os créditos para baixar as versões bacanas que saem no iTunes!
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(LOST “6×04: The Substitute”) Não diga o que John Locke não pode fazer. É esse tipo de respeito que ele sempre pediu (mesmo antes de paralítico), mas constantemente o tratavam de forma contrária, julgando-o por suas limitações e não pelo seu verdadeiro caráter, ainda que sem nenhuma fé. Afinal, o pobre, infeliz e desiludido John Locke do flash-sideway de LOST desta semana é um sujeito completamente diferente do que vimos durante sua jornada na ilha – o verdadeiro walkabout de sua vida. Definitivamente explicadas estão todas as desesperadas ações do velho que passou a acreditar graças à chance dada pelo acidente: sim, ele jamais queria voltar para sua realidade patética e assim descansará eternamente naquele lugar, ainda tendo “o pior funeral da história”, cuja única pessoa apta a falar de suas qualidades fora seu próprio assassino.

Mas avancemos a trilha do UnLocke com James para o momento que todos certamente estão comentando: as respostas na gruta. Que Jacob quis todas aquelas pessoas ali já estava claro, mas até então não sabíamos o real motivo. O homem que passamos a chamar de “bom” por mero costume queria achar um substituto para o cargo de salvador da ilha – daí, inclusive, surgiram os números 4, 8, 15, 16, 23 e 42 (Jacob e suas listas). Mas salvador de quê? Por que o UnLocke é necessariamente o “malvado” da história, já que ele somente quer se libertar daquele lugar? Não é porque sua roupa era negra que ele seja do lado “obscuro”. Ele apenas é o antagonista de Jacob por enquanto. Por isso, a bondade do UnLocke é algo que precisamos pensar e considerar, pois a fé cega de Richard certamente não é confiável (como qualquer fé cega). Pelo visto o substituto não será Ford, sobrando poucos elegíveis para o posto. E piadas internas à parte, não vi em The Substitute elementos que podemos classificá-lo como um dos melhores da série (como muitos dirão). Foi uma boa peça para o quebra-cabeças, sem dúvida alguma, mas longe de ter sido fundamental (como eu passei a esperar que fosse a partir desta semana).
Cotação Bruno Carvalho: 


Considerações Adicionais
Os números – Tomara mesmo que a explicação para os números não seja apenas “Jacob tem uma coisa com números”. E a equação de Valenzetti de que eles seriam variáveis numa conta que preveria o fim do mundo? E por que eles eram apertados por Desmond na escotilha? Enfim, falta explicar muuuuuito sobre eles.
Walt? Comentaram que o moleque que dá a indicação da sala dos professores para Locke no flash-sideway poderia ser o Walt. Bom, considerando que o ator Malcom David Kelly já deve estar casado e com filhos (exagero, eu sei), acho que seria muito tosco tentar um re-casting para o garoto. Espero que tenha sido uma coincidência.
O menino loiro – Não vejo motivos para que aquele menino loiro que alerta o UnLocke ser Aaron. O filho de Claire naquela “realidade” é bem mais novo e está fora da ilha, tanto que Kate retorna justamente para achar Claire. Será?
Conforme expliquei, a 1ª temporada de Glee ainda não acabou, apesar da FOX brasileira insistir que sim em suas chamadas equivocadas. Como a série tem diversos números musicais elaborados, a produção de cada episódio é naturalmente mais demorada que das demais e por esta razão foi necessário dividir a temporada em duas partes. Nos EUA os 9 capítulos restantes deste ano serão exibidos a partir de 13 de Abril, enquanto a FOX daqui jogou o retorno para o 2º semestre. Confira então um matéria do Entertainment Tonight sobre o que veremos na 2ª parte de Glee:
Com Revista TV Séries e Entertainment Tonight.
O padrão HDTV mal foi definido no Brasil, especialmente nas TVs por assinatura que possuem poucas opções de canais e preços exorbitantes, e já se fala no lançamento da nova tecnologia de transmissão HDTV 3D. Quem promete é a NET em parceria com a Rede Globo, que diz que irá trazer a novidade para o país até o final deste ano. O sistema sequer foi oficialmente lançado lá fora e ainda existem pouquíssimos aparelhos de TVs compatíveis – sim, será necessário ter um novo equipamento. O 3D se popularizou rapidamente nos cinemas graças a grandes sucessos de bilheteria como o de Avatar e a própria NET prevê um investimento de R$ 200 milhões para entrar neste “filão”. Por enquanto apenas dois canais nos EUA anunciaram as transmissões em 3D: o Discovery Channel e o ESPN, este, inclusive, irá transmitir a Copa do Mundo já neste formato. Durante os desfiles das escolas de samba no Rio de Janeiro a Globo realizou testes que envolveram a captação de imagens com câmeras especiais, além de um severo trabalho de pré-produção. Para visualizar o efeito, o assinante terá que possuir os óculos especiais que deverão acompanhar os novos aparelhos. Por enquanto preços das TVs ou do serviço ainda não estão disponíveis.
A leitora do LiGado em Série e estudante de medicina Taynara Barreto esteve na primeira exibição-teste da TV digital 3D no Hotel Fasano no Rio de Janeiro e relatou pra nós em primeira mão que “apesar de ser bastante experimental, a nova tecnologia é incrível“. Ela ficou maravilhada pela qualidade e pelos detalhes que o 3D proporcionou nos desfiles. Sobre os óculos, ela contou que eles não a incomodaram nem um pouco e que são “bem estilosos“. Questionamos se ela vislumbraria assistir TV em 3D 24 horas por dia e ela disse que apesar de não ser cansativo, preferiria assistir apenas os principais eventos neste formato, além de filmes e séries: “não consigo ainda imaginar a programação inteira em 3D como, por exemplo, um telejornal“, completou. A NET ainda não divulgou quando o sistema batizado de “NET HD 3D” estará disponível para todo o país.
Com informações de Daniel Castro e Assessoria NET. Foto por Taynara Barreto (Margareth Barreto e Karen Martins na imagem).
Na semana passada os editores do excelente blog especializado em LOST, o Dude We Are Lost! me convidaram para participar do Dudecast. No podcast especial discutimos os eventos do episódio What Kate Does que dividiu as opiniões do público e da crítica. Na conversa eu e Davi Garcia falamos da absurda transmissão do canal AXN, conforme relatei aqui no blog, relembramos alguns importantes momentos da série e trocamos teorias sobre o novo recurso narrativo utilizado na série nesta 6ª e última temporada. Na segunda parte a co-editora Juliana Ramanzini leu e respondeu os e-mails com as dúvidas e comentários dos leitores. O áudio completo com a minha participação pode ser baixado aqui: Dudecast #40 – What Kate Does (Participação de Bruno Carvalho). Espero que curtam!
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24 (8×06: Day 8 9:00 PM – 10:00 PM): Bom, acho que não tenho como fugir: este episódio de 24 foi realmente fraco. São apenas 9h da noite em NY (aliás, é em NY mesmo?) e parece que estamos de madrugada, já que quase nada de relevante aconteceu! A introdução de mais um time de vilões, os russos, acabou se revelando precipitada e prejudicou a interessante trama com a negociação que vinha sendo travada entre o presidente Hassar e os EUA na ONU. Este é o segundo episódio seguido que Jack e Rene estão na “trilha” das armas nucleares, mas desta vez não avançaram bem na investigação, o que pode ser atribuído como uma séria preguiça dos roteiristas (aturamos Jack Bauer no carro semana passada, mas agora já é demais, não?). Na CTU tudo também está parado, com a ação concentrada nas escapadas de Dana para lidar com o ex-namorado criminoso (de novo). Eu estava bem empolgado até agora, mas esta hora deixou muito pouca coisa a repercutir e me decepcionou bastante.
Cotação Bruno Carvalho: 

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Damages (3×02: The Dog is Happier Without Her): O segundo episódio desta temporada de Damages ainda está com a missão de estabelecer bem o mistério para depois começar a resolvê-lo e isso eles sempre souberam fazer muito bem. De longe, o mais interessante não é nem o comprometimento do misterioso Joe Tobin com o escândalo financeiro do pai, mas sim testemunhar o gradual envolvimento de Tom Shayes nesta sórdida história que, muito em reve, custará sua vida. Bom também ver o crescimento de Martin Short na trama como advogado da família, já que ele tem sempre que jogar em diversos lados sem mostrar que sabe mais do que mostra. Não gostei, contudo, dessa Patty Hewes menos “litigiosa” do que o comum, principalmente com relação ao seu infiel marido no processo de divórcio. The Dog is Happier Without Her, apesar de não ter sido um capítulo com a usual dose de cenas e revelações chocantes, acabou terminando muito bem com aquele cliffhanger. Afinal, quem realmente é Danielle Marquetti e qual será o envolvimento dela nisso tudo? Estou curioso.
Cotação Bruno Carvalho: 



Big Love (4×04: The Mighty and Strong): O que Bill queria? Sério! Qual é a dele? No momento em que ele escolhe viver segregado da sociedade com três esposas, filhos de várias idades com várias mulheres criados num lar onde há uma evidente subversão da noção de família, ele precisa ser mais flexível quando explode uma situação como a de seu filho mais velho apaixonado por uma das irmãs-esposas. Ora, se o próprio exige dos outros que o ciúme seja posto de lado e engolido num casamento plural, como ele pode ser tão rígido com Ben e Margene? Isso seria algo absurdo, sim, mas para uma família tradicional! Mas é claro que seu conservadorismo republicano e seu velado fundamentalismo religioso falariam mais alto e o sujeito praticamente expulsou o filho de casa – algo que seu próprio pai também o fizera. Mas isso é só um problema a mais pra Bill resolver, já que ele foi mesmo à diante com sua candidatura ao Senado Estadual. A temporada está apenas tomando forma: tem o caso do contrabando de aves silvestres de Lois, Don tendo que se expor para proteger o segredo do chefe, os escusos interesses de JJ “juntando-se” com a mãe de Nikki e ainda as escapadelas de Alby com o curador dos bens da Juniper Crrek. Big Love, que começou como um drama peculiar sobre uma família mórmon, agora está cada vez mais tensa e imperdível!
Cotação Bruno Carvalho: 



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Grey’s Anatomy (6×13: State of Love and Trust): Shonda Rhimes está com tudo nesta 6ª temporada, não? Derek Sheppard finalmente assumiu o cargo de diretor interino do Seattle Grace Hospital enquanto o Chief está inepto a realizar seu trabalho em virtude do alcoolismo. Mas a atividade de chefiar a equipe se mostrou muito mais difícil do que poderíamos imaginar, pois tudo que poderia dar errado no 1º dia de McDreamy no comando deu, inclusive uma paciente acordar no meio de uma cirurgia e ficar traumatizada. E vamos combinar que o grande destaque da primeira metade do episódio foi o discurso de Miranda Bailey para o anestesista, digno dos tempos áureos da “Nazi”. No entanto, quem carregou mesmo o capítulo até o final foi Sandra Oh, mais uma vez com uma interpretação digna de vários Emmys, numa jornada emocionalmente desgastante em defesa de seu maior amor: a cirurgia. Ela, sem dúvida, resgatou seu brilho e grande parte da história da série, relembrando até mesmo Preston Burke. Christina Yang é a personagem mais forte de Grey’s Anatomy, merece todo este destaque e mais. E Izzie, hein? Alguém sentiu falta dela? Eu não.
Cotação Bruno Carvalho: 



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The Good Wife (1×13: Bad): Se você não começou a dar a devida atenção a The Good Wife, comece. A série vem num bom ritmo desde a sua estreia, e este capítulo conseguiu contar e concluir muito bem dois casos, sem esquecer também da história principal envolvendo o julgamento de Peter. Na trama que envolvia a defesa do empresário que supostamente assassinou sua esposa, o episódio trouxe diversas reviravoltas – ora apontando a filha do casal como a verdadeira responsável e ora indicando que Alicia e o Stern, Lockhart & Gardner ajudaram o marido criminoso a se safar. Outro ponto positivo foi o de não estereotipar Diane – uma autêntica democrata – ao colocá-la não apenas considerando a possibilidade de adquirir uma arma de fogo para se defender de um criminoso que a persegue, como também ligeiramente seduzida pela ideia, ainda que publicamente contra. Mas o que eu gostei mesmo de ver foi a movimentação entre Childs e Florrick, explicando melhor os fatos que levaram a condenação deste (a receptação de favores sexuais em troca do arquivamento de alguns casos que o promotor cuidava) e as diversas inconsistências que apontam uma conspiração que se aproveitou das indiscrições do marido da boa esposa. Bad, por todos estes motivos, foi um episódio admirável, que trouxe grandes avanços na trama e se desenvolveu de forma fluida e nada atribulada. O melhor da série até agora.
Cotação Bruno Carvalho: 




House (6×12: Moving the Chains): Poxa, o que aconteceu com House? Que temporada inconsistente! Começou muito bem, piorou, melhorou e agora piorou de novo. Parece que eles não definiram que linha seguirão este ano e nós espectadores acabamos sendo punidos por conta disso. O caso médico foi isolado e aborrecido, a introdução de uma nova personagem – o irmão de Foreman – foi desnecessária e nem mesmo o tal mistério sobre as pegadinhas na casa de Wilson e House foi interessante. Enfim, temos grandes intérpretes, ótimos papeis e um roteiro fraco. E nós sabemos que eles são capazes de mais! Poxa, cadê as histórias bacanas que vimos em Broken e Epic Fail ou nos episódios criativos que brincam com a estrutura narrativa da série como o lendário Three Stories? Às vezes acho que House poderia ser um drama médico infinitamente melhor se tivesse menos episódios como uma série de TV paga americana, pois este me pareceu pura preguiça e enrolação. O pior é que eu já vi o próximo (5 to 9) e sei o quanto eles podem ser fenomenais quando querem, o que torna ter que ver capítulos como este ainda mais frustrante.
Cotação Bruno Carvalho: 
Outras Cotações:
The Big Bang Theory (3×13: The Bozeman Reaction; 3×14: The Einstein Approximation) Estes dois episódios mantiveram a série em seu ótimo momento e descobrimos mais uma paranoia de Sheldon, desta vez com a segurança de seu apartamento que fora roubado em The Bozeman Reaction. Mas The Einstein Approximation superou as expectativas como um dos melhores da temporada, retratando o “bloqueio mental” do nerd mor e a impagável cena do Bazinga na piscina de bolinhas.
Cotação Bruno Carvalho: 



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How I Met Your Mother (5×13: Jenkins; 5×14: The Perfect Week): Para um episódio que seguiu o ótimo Girls Vs. Suits, Jenkins foi satisfatório, contando ainda com a agradável participação de Amanda Peet (Studio 60) atormentando o já bizarro relacionamento entre Lilly e Marshall. Eu gostei mais de The Perfect Week, que trouxe Barney em mais uma de suas aventuras sexuais (ficar com uma garota por noite durante uma semana), já que o elenco estava mais afiado e entrosado. É uma pena, contudo, que deixaram de lado a história da “mãe” mais uma vez, conforme esperado.
Cotação Bruno Carvalho: 



The Office (6×13: The Banker; 6×14: Sabre): Eu sinceramente não entendi o motivo de um episódio de recap no meio da temporada, como foi o The Banker. Soou preguiçoso da parte deles, ainda mais que esta aquisição da empresa Sabre ainda não colou. De qualquer forma, vai ser interessante a Dunder Mufflin tendo que se adaptar à rotina dos novos donos, ainda mais com a excelente Kathy Bates como nova CEO. Por enquanto, o episódio Sabre deixou apenas a promessa.
Cotação Bruno Carvalho: 


30 Rock (4×11: Winter Madness; 4×12 Verna): 3o Rock trouxe dois bons episódios nas últimas semanas, mas nada de excepcional. Winter Madness foi divertidinho, mas não curto muito as storylines centradas em convidados especiais como esta com Julianne Moore, pois sabemos que não vão durar. Melhor quando o guest star vira um mero “acessório” da série, como já ocorreu diversas vezes. Verna foi mais divertido com a história da mãe louca de Jenna (o que explica muito como ela é) e aquela excelente paródia do filme Atividade Paranormal no apartamento de Liz. MVP para Judah Friedlander, que é uma espécie de “Creed” de 30 Rock.
Cotação Bruno Carvalho: 


Bom carnaval pra todos!
A contagem regressiva continua. Na próxima terça-feira o canal ABC americano exibirá The Substitute, o 4º episódio da última temporada de LOST. A saga dos sobreviventes do Oceanic 815 se encerrará no 18º capítulo. As imagens já estão em nossa galeria e abaixo você confere o trailer que, é claro, contém spoilers:
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(LOST “6×03: What Kate Does”) Ao longo destes quase 6 anos, a trama de LOST desenvolveu-se de forma não linear, fazendo com que a interpretação de seus episódios tornasse, com o passar do tempo, um exercício de memória cada vez mais exigente. Afinal, a trama que teve início na queda de um vôo em 2004 já se ramificou pelo tempo e espaço, retroagindo décadas e percorrendo boa parte do mundo. Assim, ainda que esta seja uma série com carregada dose de ficção, eventos sobrenaturais e muita filosofia, LOST também sempre teve uma estrutura narrativa brilhante. What Kate Does seguiu esta linha, avançando a história na ilha (ainda que pouco) enquanto apresentava o flash-sideway de Kate e Claire que naturalmente se encaixava em importantes momentos, pois ainda que em realidades alternativas, as personagens mantêm intactas suas essências. A jornada emocional da sardenta, que saiu da ilha, criou o filho de Claire por 3 anos e decidiu retornar para resgatá-la mostrou como o destino das duas está necessariamente selado – uma ajudando a outra em momentos difíceis. As respostas, que os mais desatentos certamente reclamarão que não vieram, começaram sim a aparecer. Pra mim está mais claro do que nunca que a ilha é mesmo um grande tabuleiro de gamão onde as peças são literalmente exoradas para lados opostos, ao bel prazer de vontades maiores.

O líder Dogen ainda confirmou que Jack e todos os outros foram levados até lá para cumprir um propósito maior em vida. Não, a beleza de LOST não está em revelações, tiroteios e sequestros, mas sim em seus momentos mais intimistas, como quando Kate finalmente percebe que perdeu James de vez, ou quando este se dá conta que foi ele o maior responsável pela morte de sua amada Juliet, o que o levará de volta ao caminho obscuro que sempre trilhou desde que viu seus pais morrerem nas mãos de Sawyer. Eu não discordo dos que se desapontaram com o ritmo do capítulo, nitidamente menos intenso que os primeiros, mas eu continuo preferindo ver uma boa história sendo construída para chegar num grande desfecho – e isso foi sistematicamente feito em TODAS as temporadas até agora – do que simplesmente presenciar uma atribulada resolução de enigmas apenas “para constar”. Em outras palavras, prefiro que LOST continue instigando-nos a pensar e refletir: seja mostrando um “Ethan” completamente diferente do que nós conhecemos (este jamais “infectado” pelo mal da ilha) ou trazendo Claire de volta depois de uma temporada inteira afastada, aparentemente sem saber quem diabos é Jin. Enfim, tenho certeza que o que Kate faz ao abandonar Jack e o templo para continuar sua vida de fugitiva certamente trará uma importante e talvez irreversível implicação no rumo desta temporada que está apenas começando. Enjoy the ride.
Cotação Bruno Carvalho: 



De quê adianta, AXN? De que adianta anunciar por meses com toda pompa do mundo que vai estrear a 6ª e última temporada de LOST com apenas uma semana de diferença com os EUA se vocês não têm o MÍNIMO de respeito com o telespectador que confiou na proposta do canal? Poxa, aqui é Brasil. B-R-A-S-I-L! Tenho certeza que milhares de espectadores se surpreenderam com as legendas EM PORTUGÊS DE PORTUGAL exibidas no primeiro bloco de “Perdidos“. Uma falha como estas, mesmo que tenha sido normalizada a partir do 2º bloco, mostra o quanto a nossa TV PAGA é tecnicamente despreparada. Isso fora os erros (“aeromoça” virou “pilota”; “lugar” virou “sítio”; “banheiro” virou “casa de banho” e por aí vai), a sincronia precária, palavras cortadas, o baixíssimo tempo de permanência em tela (menos de um segundo por texto), a qualidade SD, o irritante excesso de comerciais (por que pagamos, hein?), cenas CORTADAS e tudo mais. É muito, mas muito complicado ser consumidor no Brasil, mesmo com uma legislação protetiva e abrangente. Estamos à mercê dos prestadores de serviços. Vocês tiveram UMA SEMANA inteira pra colocar uma tradução decente no ar! Sabe em quanto tempo os anônimos legenders de Internet, que canais e distribuidoras tanto condenam e perseguem, fazem? Em pouquíssimas horas! HORAS! Está explicado porque vivem querendo fechar sites de legendas através de organizações como ADEPI e APCA: porque os canais estão a anos luz de atingirem a qualidade, agilidade e eficiência destes. Enfim, pra quem vai literalmente se aventurar em assistir LOST pela TV PAGA, aqui os meus comentários de “6×01, 6×02: LA X”. Mais tarde falaremos de “6×03: What Kate Does”. Ah, e se você vai continuar assistindo pelo AXN e espera que na semana que vem vão passar o episódio 6×03, ESQUEÇA! O tal intervalo de uma semana virou DUAS porque na próxima eles vão reprisar este! Ou seja, novo inédito na TV PAGA somente dia 23/02!
Enviamos e-mail à assessoria do canal AXN solicitando um posicionamento acerca dos erros. Até o momento não recebemos nenhuma declaração.
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(Fringe “2×15: Jacksonville”) Magnífico, surpreendente e aterrorizante: certamente me faltarão adjetivos para descrever este episódio de Fringe, uma série que vem cuidadosamente construindo uma excelente história que acaba de atingir seu ápice. Pra começar, tivemos uma das cenas de abertura mais impactantes de toda a história do drama, com o choque de dois universos paralelos causando um cenário de terror e repulsa, com os corpos literalmente fundidos uns nos outros. E foi através da investigação desta enorme manifestação do Padrão que nós mergulhamos como nunca antes na mitologia da série, com direito a uma profunda olhada no passado de Olivia Dunham e nas experiências que Walter Bishop conduziu na moça. O dom que a agente do FBI desenvolvera quando jovem através do auxílio das drogas aplicadas por Bishop tornou-se obrigatório – ela precisava enxergar os objetos vindos “do além” o mais rápido possível, já que para contrabalancear a massa do prédio que invadira nosso mundo, outro inevitavelmente seria “levado”.

Tudo isso pode soar bizarro e ilógico para um Observador de fora, alguém que não acompanha Fringe, mas um dos méritos da série é o de justamente fazer sentido neste fantástico universo (ou universos) criado. E digo mais: a ciência marginal de Fringe às vezes nem é tão absurda assim, já que muitas vezes ela não está tão longe assim de nossa realidade. E mesmo com um ritmo invejável, desde o retorno de Olivia à “cadeira” até a espetacular cena final com o desaparecimento do prédio sob os olhos de dezenas de pessoas (facilmente enganadas, segundo Broyles), foram mesmo os últimos segundos de Jacksonville que causaram arrepios. Agora novamente com o controle do dom de enxergar o que não pertence a este universo, Olivia descobriu o triste segredo que motivou Walter a realizar tantas atrocidades em sua vida – seu amor incondicional ao filho e o ato desesperado de trazer sua “versão” paralela para este mundo após precoce sua morte. Não há dúvidas que atingimos um ponto sem volta nesta emocionante história. Fringe lamentavelmente fará uma pausa agora, retornando em Abril na TV americana. Fará muita falta.
Cotação Bruno Carvalho: 




Está aí algo que eu realmente não esperava ver, pelo menos tão cedo: Jay Leno e David Letterman juntos a Oprah em um comercial para o Late Show durante o Super Bowl de ontem. Depois de toda a confusão na NBC sobre o comando do Tonight Show, David Letterman claramente tomou partido do apresentador despedido Conan O’Brien e vinha martelando Leno em seus monólogos nas últimas semanas. Enquanto isso, o “queixudo” concedeu uma entrevista à Oprah que prejudicou ainda mais sua imagem, pois ele culpou a baixa audiência do Tonight Show a O’Brien. Letterman e Leno não se bicam direito desde quando uma situação semelhante ocorreu entre os dois nos anos 90, conforme expliquei nesta matéria. O mais curioso é que segundo o site EW, a ideia do comercial teria partido do próprio Letterman, para dar uma “amenizada” na situação do ex-colega. Confira:
O comercial acima é uma espécie de remake deste protagonizado apenas por Letterman e Oprah, quando estes é que eram brigados. Tudo na paz agora, pelo visto!
Glee já é um fenômeno mundial e por isso mesmo todo mundo quer um pedaço da série. Na TV paga brasileira, quem detém os direitos é a FOX Brasil, que anda divulgando inadvertidamente que a série está em seus últimos episódios, com apenas 13 capítulos exibidos. Mentira. Glee recebeu encomenda de 22 nos EUA para a 1ª temporada – o normal para os padrões da TV aberta de lá – e não de apenas 13. Sectionals, que a FOX Brasil insiste em chamar de “final de temporada”, marca apenas o início de um longo hiato que foi necessário para a produção de novos roteitos. E apesar de já garantida para a 2ª temporada, não há sequer previsão de estreia desta, já que ainda faltam 9 episódios tanto no Brasil quanto nos EUA para a 1ª temporada se encerrar. A FOX Brasil aparentemente faz isso para evitar a pressão dos fãs pelos inéditos que só vão retornar por aqui no segundo semestre, conforme divulgou a assessoria de imprensa. Ou talvez porque eles não têm a menor noção do produto que veiculam. Uma pena, pois a pausa também aconteceu nos EUA (lá Glee só retorna em Abril com o episódio 14). Outra confusão também diz respeito a quem vai exibir a série na TV aberta. Todos sabem que a Globo tem um contrato com a FOX, mas noticiam que o SBT (parceiro principal da Warner) garantiu os direitos. E isso, pelo visto, procede. A Globo até o momento não exerceu seu poder de preferência e o canal de Silvio Santos está interessado na série. Atualização: A Globo confirmou que adquiriu os direitos para exibir Glee no Brasil, porém não divulgou data.
No último sábado os sites Terra, UOL, Globo.com e R7 noticiaram que o elenco do musical desembarcará em Salvador no próximo dia 10 para o carnaval. O curioso é que esses grandes portais atribuíram a nota a declarações de um perfil falso de Silvia Abravanel no Twitter, já que a página verdadeira da diretora do SBT e filha de Silvio Santos no serviço de microblogging é fechada. Além disso, disseram também que um suposto empresário mexicano estaria viajando com a trupe pela América do Sul, mas o jornalista Paulo Antunes apontou que não existe qualquer referência oficial deste sujeito em toda a Internet. Por enquanto nenhum representante da série ou dos artistas confirmou a informação. Tudo na base do “diz que me diz”. Como diria o narrador da Globo, “Glee é uma turma que causa e apronta uma tremenda confusão por onde passa”!
Contradição: O ator Chris Colfer, que interpreta o Kurt em Glee disse há pouco em sua conta verificada no Twitter que acabou de assistir ao musical Mary Poppins, que está em cartaz nos EUA. Como ele estaria no Paraguai com o suposto empresário mexicano ao mesmo tempo, conforme “confirmou” o Terra? Já Mark Salling, o Puck, que também já estaria na América Latina a caminho de Salvador, postou há poucos instantes uma foto tirada no saguão de um hotel em Las Vegas e durante o final de semana inteiro relatou sua estadia na cidade. O “compromisso” com a informação dos portais R7, Terra, UOL e Globo.com impressiona.
Atualização: Depois que fizemos a matéria, gentilmente divulgada por todo o Twitter com a ajuda dos leitores, os perfis do empresário e de SIlvia Abravanel foram apagados e o elenco de Glee passou o carnaval loooonge do Brasil.
Leia mais: “A Falsa Notícia Sobre Atores de Glee no Brasil” (Fora de Série/ClicRBS)
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Damages (3×01: Your Secrets Are Safe): Paty Hewes está de volta e posso dizer que apenas este primeiro episódio de Damages me empolgou bem mais que a 2ª temporada inteira. Quase um ano após os obscuros eventos que separaram Ellen e Patty, a poderosa litigante está agora envolvida em mais um caso high profile, desta vez como curadora dos bens bloqueados de um empresário que deu o famoso golpe da pirâmide financeira (sim, igualzinho Bernie Madoff). E como sempre, o jogo de bastidores já começa intenso, com uma família devastada, troca de acusações, polícia e muita mentira. Mas o que sempre chamou a atenção em Damages é o fato de sua narrativa fazer um salto de seis meses no futuro para revelar um trágico e misterioso acontecimento. Pois é, ver Tom Shayes morto em uma lixeira não foi nada fácil. Your Secrets Are Safe inicia, então, a colcha de retalhos com ações, omissões e muito dolo. Ah, sim, o dolo! Desde quando Patty Hewes levanta da cadeira sem ter uma segunda intenção em mente? Colocar o nome de Shayes na porta? Ótimo, mas ela é capaz de ter causado tudo isso apenas porque não gostou do formato do novo logotipo. Não estou dizendo que ela é a culpada, mas sim que ela pode (e deve) ter algo a ver com a morte do sócio. Aí temos um mendigo, um celular, e a bolsa da Ellen. É curiosíssimo ver Damages costurar esses flashbacks e flashforwards com um elenco afiado (destaque para Martin Short!) e um texto sinistro, cru e sempre surpreendente. Bring it on, Hewes!
Cotação Bruno Carvalho: 



Big Love (4×03: Strange Bedfellows): Meu Pai Celestial! Esta 4ª temporada de Big Love mal começou e já está impressionante, a começar pelo envolvimento amoroso intenso entre Alby e Dale, o que ele hipocritamente chama de “mera diversão”. O filho de Roman Grant é tão amarrado ao credo em que foi criado, que não apenas não se aceita, como também se condena através da projeção do julgamento de seu pai. Já Bill decidiu mesmo que vai iniciar sua perigrinação ao Senado. Mas a “bomba” do episódio não foi Barb atropelando uma nativo-americana, nem a prisão de Nikki com uma 38 num prédio federal ou o ex-marido dela emergindo como o vilão da série. Nem de longe. Quem roubou este episódio com um beijo foi Margene em Ben, numa das cenas mais “WTF” de toda a série! Ora, sempre soubemos que pela aproximação de idade os dois tinham uma ligação maior, mas que momento que escolheram, não? Em rede nacional! Minha cara ficou igual a da Barb, pois eu jamais esperava algo do tipo com tanta confusão na família dos Henrickson. Big Love, que inclusive está garantida por mais uma temporada (valeu HBO!), é um drama comportamental obrigatório e corajoso, com uma crítica sócio-religiosa escancarada e muito incisiva.
Cotação Bruno Carvalho: 




Caprica (1×02: Rebirth): Depois que assisti ao piloto de Caprica há 8 meses, disse que esta era a única série de 2010 por qual eu realmente esperava, não só pelo fato dela ser ambientada no universo da finada Battlestar Galactica. E mesmo com esta grande expectativa, a série conseguiu surpreender. A falecida Zoe Graystone desenvolveu o avatar perfeito, uma cópia virtual de si que permitiu a criação do primeiro Cylon e abriu as portas para uma infinidade de questões éticas e morais que terão a ex-integrante do grupo monoteísta Soldados do Um como principal protagonista. Seu pecado original deu início a uma relação antes inexistente entre humanos e máquinas, que em Caprica se apresenta em seu estágio mais primitivo. Foi magnífica, inclusive, a decisão da série em “humanizar” Zoe para nós quando ela está “presa” no corpo do guerreiro metálico, o que não apenas faz um enorme sentido em termos narrativos, como também é uma bonus feature tremenda para os fãs da saga estelar. Caprica deixou claro que não será um drama fácil que entregará tudo mastigado ao espectador. O ponto alto do episódio, claro, foi a mãe de Zoe expondo ao mundo que sua filha era uma terrorista (e não era), apenas para desesperadamente poder dizer que sabe algo sobre ela, por pior que seja. Existem muitas camadas sobre a curiosa sociedade de Caprica City antes da “primeira queda” que precisamos desvendar, como os casamentos plurais, as religiões conflitantes e o fundamentalismo do grupo Soldados do Um e qual será sua participação nos bombásticos eventos que um dia virão. Sem dúvida alguma, Caprica é a melhor surpresa de 2010 até agora. (ah, e obrigado Alessandra Torresani – a Zoe em pessoa – pelo RT!)
Cotação Bruno Carvalho: 




Friday Night Lights (4×10: I Can’t; 4×11: Injury List): É sempre bom poder elogiar uma série quando ela merece, mas também existe a hora de puxar a orelha. Friday Night Lights passou grande parte de suas 4 temporadas sem demonstrar qualquer sinal de desgaste, pois sempre soube trazer tramas interessantes para a telinha, mesmo quando as baixas e trocas no elenco eram inevitáveis. Pois eis que esta reta final o drama realmente andou me desapontando. O novo elenco não está dando liga. O drama de Vince com a bandidagem e sua mãe drogada; a ameaça ao time com a lesão de Luke e até mesmo Julie com essa de construir casas para a caridade não empolgam. Nem a volta de Matt Saracen foi interessante. De fato, além de Eric e Tami Taylor, somente o “núcleo” Riggins tem rendido bons momentos, o que é triste já que ele também é um que vai abandonar a série. A poucos episódios do final, Friday Night Lights precisa colocar a cabeça de volta no jogo literalmente. A série precisa de fôlego para manter sua qualidade e continuar, mesmo estando garantida por, pelo menos, mais uma temporada.
Cotação Bruno Carvalho: 


Fringe (2×14: The Bishop Revival): Eu ando rasgando elogios à Fringe há alguns episódios não é à toa. A série conseguiu sobreviver ao estigma da “2ª temporada” sem deixar a peteca cair, constantemente aprimorando-se de um capítulo para o outro. Mas eu achei que iria gostar de The Bishop Revival bem mais do que eu gostei, já que o episódio veio para estabelecer algo que já estava muito bem arraigado: a família é importante para Walter. Assim, a plot com esta ameaça nazista surgiu como um pano de fundo para que a série novamente batesse na tecla desta proposta, tornando-se um filler tão dispensável quanto aquele que fora exibido fora de ordem pela FOX americana há algumas semanas. É uma pena que Fringe não quis inovar quando poderia muito bem fazê-lo, mas uma coisa é certa: eles têm muito crédito conosco e o episódio passou longe de ser ruim. Foi interessante e tenso com a trama do nazista e seu experimento para o “controle de raças”, apenas não tanto quanto eu esperava.
Cotação Bruno Carvalho: 


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House (6×11: Remorse): House é o tipo da série que sabe muito bem quais elementos deve utilizar para criar uma boa história e eles o fazem introduzindo uma personagem capaz de deixar Greg naturalmente mais interessado por um caso do que o normal (pena que com menos frequência, ultimamente). E quando o bom doutor se importa, nós nos importamos, pois ele vai fazer de tudo para se aprofundar em cada célula do novo problema apresentado. Uma paciente psicopata que cospe na moral e nos bons costumes e ainda provoca o desejo de vingança na Thirteen? Ora, um win-win! É bom também quando um caso interfere diretamente na vida pessoal do médico, o que culminou na história do pedido de desculpas a um colega de faculdade que ele prejudicou com uma de suas peças, revelando um pouco mais do que se passa em sua perturbada cabeça. Ainda assim, House continua com uma temporada irregular e bastante aquém das anteriores. A cada novo capítulo eu fico na esperança de que a estrutura narrativa se altere para a que vimos no início deste 6º ano. Ah, e poderiam tirar o Foreman logo. Não está fazendo a menor falta.
Cotação Bruno Carvalho: 



Life UneXpected (1×02: Home Inspected): Eu dei mais uma chance a Life UneXpected para vocês não ficarem dizendo que eu abandono as séries no episódio piloto por má vontade. O segundo episódio deu o tom de como deve ser a série: um vai e volta sem fim e com algumas incoerências que já começaram a me incomodar. Vou dar um exemplo: Lux cria uma celeuma sobre como vai pra escola, apesar de sempre ter se virado e juntado não sei quantos mil dólares para morar sozinha. Ela acaba fazendo com que o pai dela vá de táxi com a turma de bêbados levá-la. Ora, tudo isso para que ela chegue na escola e saia escondida para ir pra “república” com o namorado e com os outros órfãos abandonados/descolados? Ah, gente, fala sério! Se ela queria sair escondida, porque não o fez logo? Ah, sim: porque o roteiro é fraco. A estrutura dos episódios também é bem pobrinha. Tudo está bem, aí criam novos problemas e no final fica tudo bem de novo, todos se abraçam, ela ganha um quarto com iPod, pôsteres bacanas e pronto. Andei dando uma olhada no episode guide e o próximo se chama Rent Uncollected, ou seja, a “ameaça” da vez deve ter algo a ver com a cobrança do aluguel. Isso já foi muito bem desenvolvido em Chaves. Não estou dizendo que Life UneXpected não tenha lá seus méritos, como ressaltei na resenha do piloto. Ela é agradável, divertidinha e possui alguns diálogos legaiszinhos. Mas é dispensável. Continuarei acompanhando em off e , se melhorar, ganha um Season Pass, fechado?
Cotação Bruno Carvalho: 

Faltou comentar as comédias, eu sei. Vou deixar para o início da próxima semana. Aguardo seu comentário!
A espera acabou, o tempo para perguntas também. Esta é a promessa do canal ABC com o trailer do próximo episódio de LOST intitulado “6×03: What Kate Does”. Ressalto que o vídeo pode conter spoilers para quem ainda não assistiu aos dois primeiros episódios da nova temporada, comentados aqui. No Brasil LOST chega oficialmente na próxima terça 09/02 às 21h pelo AXN. Aliás, vale parabenizar o canal pelo curtíssimo intervalo de tempo com relação à exibição americana – 1 semana – o que demonstra um respeito enorme com os fãs da série, além de abrir um ótimo precedente para a concorrência. Fique aí com o trailer do próximo LOST:
P.S.: A Semana em Série atrasou, mas lançarei os comentários dos episódios em edição única nesta sexta, ok?