A Semana em Série
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Brothers & Sisters (4×03: Almost Normal): A doença de Kitty, ao meu ver, veio num momento onde o foco deveria ser (qualquer) outro. Ora, na temporada anterior mesmo a família Walker lidou com o problema de saúde de Robert e tudo isso que estão (re) vivendo com a sua esposa parece um imenso dèja vu. O mesmo posso dizer com relação à Kevin e Scotty com a questão do bebê (barriga-de-aluguel ou adoção), assunto abordado também na temporada passada e até batido. Às vezes Brothers & Sisters me lembra um pouco a finada Party of Five, onde sempre alguma grande tragédia familiar estava acontecendo. Poxa, nós sabemos que esta série não precisa disso e a prova está nas ótimas tramas envolvendo o antigo rival de William que apareceu para complicar as coisas na Ojai ou até mesmo a incursão de Justin na faculdade de medicina. A temporada ainda não decolou e os sinais de desgaste vão ficando mais evidentes…
Cotação Bruno Carvalho: 


How I Met Your Mother (5×04: The Sexless Innkeeper): É sempre imprevisível a forma que How I Met Your Mother vai contar uma história. Entre sonhos, flashbacks e flashforwards, a variada estrutura narrativa que esta sitcom segue a difere de todas as outras produções do gênero. Desta vez eles voltaram séculos no tempo para contar o caso da “pousada do assexuado”, já que Ted caíra no velho golpe da mulher utilizá-lo apenas para passar a noite em seu apartamento, sem sexo! Os casais também deram um show à parte com toda aquela celeuma envolvendo o “encontro”, mas confesso que no final a ótima piada começou a esgotar, pois passaram do ponto. De qualquer forma, a cançao “All By Ourselves” foi demais!
Cotação Bruno Carvalho: 


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The Big Bang Theory (3×04: The Pirate Solution): Poxa, somente aquela cena que mostrou Sheldon e Raj trabalhando até a “exaustão” ao som de Eye of the Tiger já valeu por todo este ótimo episódio de The Big Bang Theory! The Pirate Solution trouxe exatamente o que a série precisa: uma agitada nas coisas. Apesar de sempre bons, eles estavam meio acomodados e deixando tudo nas costas de Jim Parsons. Com a estadia de Raj nos EUA ameaçada, a solução mais brilhante que eles encontraram foi colocar o nerd para trabalhar com o encrenqueiro mor, o que rendeu situações hilárias: “você trabalha PARA mim“! Isso além de ajudar a derrubar o “mito” Sheldon, porque não há nada melhor do que mostrar o cara errado e dando (ao menos um pouco) o braço à torcer. Longa vida aos reis da ciência!
Cotação Bruno Carvalho: 



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The Good Wife (1×03: You Can’t Go Home Again, 1×04: Fixed): Poxa, The Good Wife estava indo relativamente bem até que estes dois episódios apareceram para quebrar completamente o ritmo. Primeiro porque o roteiro simplesmente ignorou a investigação que os filhos de Alicia estavam conduzindo com relação à foto incriminadora do pai. Isso é estranho, porque ao mesmo tempo em que sugerem que ele pode ter sido vítima de uma armação, estes episódios praticamente confirmaram o envolvimento dele em todas as acusações que estão sendo feitas. Tudo bem que o drama está apenas começando, mas seria bom que uma estrutura lógica fosse seguida. O destaque continua na forma como Alicia vive esta delicada situação e como ela acaba utilizando esta experiência negativa em sua vida para ajudar os outros. Gostei muito do caso envolvendo a manipulação do júri que, no final das contas, foi providenciada pela própria parte que a moça defendia (legal também a participação do “Andy” de True Blood como o advogado de defesa da empresa farmacêutica). The Good Wife ainda precisa, contudo, encontrar o seu caminho e seguí-lo com convicção. A falta de um objetivo maior pode comprometer esta promissora série.
Cotação Bruno Carvalho: 


Glee (1×07: Throwdown): Sue Sylvester carregou grande parte deste episódio de Glee (e boa parte da série até agora), o que não é nada reprovável, já que Jane Lynch é uma atriz excelente e que vem me surpreendendo a cada aparição na TV (ela também fez Party Down e está frequentemente em Two and a Half Men). A incontrolável rixa que ela tem com o grupo Glee é, de longe, a parte mais interessante desta comédia musical que vem demonstrando ter uma boa dose de humor negro. Simplesmente adorei os momentos politicamente incorretos, principalmente quando colocaram a “minoria” para cantar sob o comando da loira: “eu gosto tanto de minorias que estou pensando em me mudar para Califórnia para me tornar uma“. Pena que ela abandonou o cargo de co-treinadora tão cedo: “é coisa de frutinha. Eu não aguento ver estes jovens emocionados, a não ser se for por exaustão física”. Brilhante! Foi bacana também ver a galera cantando de verdade em cena (sem dublagem e auto-tune), numa jam session bem agradável e real. Um bom episódio, inquestionavelmente!
Cotação Bruno Carvalho: 



FlashForward (1×03: 137 Sekunden, 1×04: Black Swan): Decepcionantes. Esta palavra resume muito bem o meu sentimento com relação aos dois últimos episódios de FlashForward exibidos na TV americana. Ora, pra uma série que se vende como o próximo grande fenômeno pós-LOST, seu desempenho está muito aquém do ideal. 137 Sekunden foi até construído de forma interessante, crescendo até o momento em que Mark interroga o nazista e ele dá aquela revelação sobre os pássaros e a descoberta de um incidente anterior na Somália emerge. Eis aí que Black Swan chegou como um tremendo anti-clímax, contando uma historinha totalmente desinteressante sobre o garoto com hipocortisolismo e ignorando os fatos do capítulo anterior. Isso sem contar no retorno daquela moça presa (num interrogatório que não levou a lugar algum) e na insistência com o caso de Olivia com sua visão futura (como bem disse a colunista Claudia Croitor: quantas vezes vão mostrar aquela cena dela chamando o futuro companheiro?). Para temermos pelo casal de protagonistas, a série precisa, primeiro, fazer com que nos importemos com eles. Objetivo falho até o momento e não sei nem o que dizer do final com o “Charlie” ligando para o sujeito, que chegou a dar vergonha alheia tamanha a artificialidade da frase que ele diz. Os episódios de FlashForward até agora são vazios e parece que o drama quer se sustentar apenas nos cliffhangers (que vá lá, foram bons). Alerta Jericho.
Cotação Bruno Carvalho: 

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30 Rock (4×01: Season 4): Foi muito válida a comemoração que os roteiristas de 30 Rock fizeram no início deste episódio, convidando todos para a 4ª temporada de uma série que disseram que não iria durar por conta da baixa audiência. Tina Fey e sua equipe superaram todos os obstáculos para chegar até aqui abocanhando, de quebra, vários e merecidos prêmios. Nesta premiére eles já começaram elevando o nível quando Kenneth resolveu mobilizar os pages para uma greve contra o canal por causa da ganância de seu CEO Jack Donaghy. Enquanto isso Liz e Pete iniciaram o árduo trabalho de contratar mais um ator para o show (o que deixa os outros, especialmente Jenna, descontrolados), mas o grande destaque deste episódio foi Tracy e sua obstinação de “reaproximar” das classes mais baixas, que rendeu os melhores momentos. A grande sacada, contudo, envolveu o fim da greve declarado por Kenneth pelos motivos errados – ele apenas queria que seu chefe escrevesse que era um grande mentiroso em um pedaço de papel. Gênio! Já o número musical final com Jenna foi um espetáculo à parte. Como é bom voltar ao Rockefeller Plaza, nº 30!
Cotação Bruno Carvalho: 



Calma que não acabou! Esta semana ainda tem mais uma leva de comentários, com Californication, Dexter, Fringe, Gossip Girl, House, Grey’s Anatomy e o melhor The Office de todos!
Autor: Bruno Carvalho - Categoria(s): 30 Rock, Brothers & Sisters, FlashForward, Glee, How I Met Your Mother, The Big Bang Theory, The Good Wife Tags: resenha, semana, usa







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concordo sobre FlashForward, a entrada do Charlie foi de dar vergonha alheia. e tb devo concordar com a nota de HIMYM, eu durmi ao final do episodio e nao foi pq meu sono estava muito alto.
dèja vu
Adorei a resenha do Glee desta semana! Sue Sylvester é deliciosamente politicamente incorreta!
Po Bruno, pegou varias series pra Cristo hj!!! Hahaha! Fala bem de uma, só pra balancear! :)
eu só consegui ver glee e the big bang essa semana e bem, mais uma vez concordo com o que vocês disse! tá precisando falar mal de Lie to me pra eu poder discutir HAHAHAHAH
eu acho que a Sue é 80% do humor de Glee, totalmente irônico…e os esquema do sinal, não deu certo?
Sue Sylvester realmente tem roubado a cena em ‘Glee’, é a melhor coisa da série até o momento, sem dúvida; um personagem com a marca do Ryan Murphy. Impressionante como ele continua esquadrinhando a sociedade americana mesmo em uma série disfarçada de mero musical teen.
Bruno, esse post é só pra te avisar que já saiu o arquivo torrent do telefilme Battlestar Galactica: The Plan. Tô baixando aqui agora. Espero ver seu comentário em breve.
Abraços e parabéns pelo blog.
Isso aí! Ainda não vi o seu comentário, mas COM CERTEZA o episódio do casamento de Pam foi o melhore de The Office! =D
Tb achei que a piadinha de HIMYM desgastou um pouco lá pelo final do episódio.
TBBT foi show! Adorei o Raj zoando o Sheldon por não conseguir faze aquele gesto bizarro (que, btw, tb não consegui fazer!).
Glee foi fantástico, principalmente a cena final, muito linda! Já FF, por outro lado, provou não conseguir se manter interessante, acabei atrasando esses dois episódios e vendo de uma vez só, quase dormi lá pela metade do segundo… é muita enrolação, e cada vez que um flashforward é repetido na tela tenho vontade de desligar a tv… por acaso pensam que somos burros p/ ficar repetindo aquilo over and over????
¬¬
Tivemos mais um episódio bacana de HIMYM. Nada muito superior, apenas bom.
Já Glee é outra história. Apesar de ser uma série extremamente teen, melosa e que parece ser uma versão em seriado de uma revista de adolescentes, a série tem cumprido muito bem o seu papel. Destaque para Sue, que se tornou um dos vilãs teens mais bozos que já vi e suas falas, sempre inspiradas e muito superior às falas dos outros personagens.
Também penso em Jericho quando vejo FlashForward. Ainda não me agradou. Mas, confesso que gostei deste último episódio. Achei que o carinha não tinha visto Olivia por estar envolvido com o mistério e não ter apagado, então o final não foi tão surpresa pra mim. Mas, foi o pior final até agora. Aliás, tô sentindo cheiro de buraco na história: como a filha do Mark pode ter visto o menino e saber quem é o D. Gibbons, sendo que o carinha nem lembra de ter visto Olivia? Ou seja, como o menino pode ter reconhecido Olivia se ele estava com a menina, que estava vendo algo sobre D. Gibbons? Ou ela estava com D. Gibbons, vendo algo sobre o menino, que estava vendo algo sobre Olivia? Mas, se estavam vendo algo sobre as pessoas, esse algo teria que ter o nome dessa pessoa, afinal ninguém associou nome a rosto até agora, vide Olivia e Lloyd. Espero que expliquem direito. Outra, o Mark é um pateta, que não quer se separar, mas age como se quisesse. E que merda de detetive é aquela mulher que não se intrigou com a história dos corvos no episódio anterior?
Sobre 30 Rock, continuo gostando da série, mas ela não me pega como outras. É raro eu me empolgar num episódio dela. Nesse eu gargalhei quando Jack pegou o porta-retrato do Nixon. Não a considero a melhor comédia da atualidade, nem daria Emmy de melhor série; se lembrarmos bem, ela concorria com a quinta temporada de Entourage! E sempre achei The Office superior a ela. Uma coisa me deixa besta em 30 Rock: embora ache engraçadinhas, não engulo as piadas de Tina Fey sobre seu físico. Só eu acho que ela é uma gata!?!? Am I wrong?! High five, pal!
Como assim você não tá gostando de Brothers & Sisters? Ainda não vi um episódio ruim nessa temporada.
Fazia tempo que eu nuam ria tanto como ri nesse episódia de HIMYM , os Slides do Marshal me fizeram cair da cadeira, de verdade!!!