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08/10/2009 - 00:01

A Semana em Série

Alerta de Spoiler - Brasil
É evidente que Hollywood passa por uma profunda crise criativa nesta década. Basta olhar na quantidade de séries que são canceladas da noite pro dia, seja porque são muito ruins ou porque são medianas a ponto de se tornarem dispensáveis pela audiência. Retomando a Semana em Série, realizaremos aqui no blog uma análise das principais estreias da temporada no primeiro Semáforo! É isso mesmo: considerando o volume de séries para acompanharmos neste início, indicarei através de sinais (e não de estrelas) se tal produção merece ou não ser assistida (e repercutida), de acordo com os critérios do blog. Uma série que recebe o sinal vermelho logo de cara sairá da nossa cobertura e não voltará tão cedo (a não ser que melhore muito, mas muito mesmo, ou que extrema pressão popular exija seu retorno). Já um drama ou comédia com o sinal amarelo vai, inicialmente, ficar fora dos comentários semanais para uma análise com mais atenção e possível reclassificação para o sinal verde, onde será regular e sistematicamente comentada no blog, seja na Semana em Série ou no nosso Season Pass. Vamos lá?

comment1160

bcougarCougar Town (1×01: Pilot, 1×02, Into the Great Wide Open): A nova comédia da ABC estrelada pela ex-Friends e ex-Dirt Courteney Cox soa como uma tentativa desesperada de fazer humor. E um humor besta, sem qualquer tipo de refinamento, digno dos piores pastelões. Jules é uma mãe quarentona que, após o divórcio com o loser que a engravidou quando jovem, resolve correr atrás dos anos de farra que perdeu. Forçada ao extremo, a atuação de Cox é lamentável e o roteiro é simplório, limitando-se a colocá-la em situações constrangedoras (e gags físicas ridículas) com o único objetivo de arrancar riso do espectador de passagem. Temos também um elenco de coadjuvantes insosso que torna o resultado ainda mais desprazerosso de se assistir. Ora, o que foi o final do segundo episódio com a brincadeirinha do “susto” ou as fotografias das “aventuras” bêbadas de Jules? Se você rever a cena verá que muitas imagens simplesmente não fazem o menor sentido e só foram colocadas ali para fazer graça, sem o menor nexo com a história. Vergonha alheia total. Em apenas dois episódios Cougar Town mostrou que não tem conteúdo nem pra ser uma comédia descompromissada e divertida. Torço e espero por um cancelamento precoce.

bhankHank (1×01: Pilot): A premissa de Hank – pai desastrado e desatento que se envolve num escândalo financeiro e é obrigado a viver com a família na “classe média” – e sua execução porca, colocam mais uma mancha na carreira de Kelsey Grammer, que mal se recuperou de sua última bomba, a horrenda Back to You. Essa nova sitcom da ABC (alguém poderia proibir o canal de produzí-las?) é totalmente instantânea e pré-fabricada: o roteiro é raso, os cenários parecem terem sido reaproveitados de uma comédia cancelada qualquer de “família americana” e, pior de tudo, a série simplesmente não é engraçada. Todas as piadas são as mesmíssmas que já cansamos de ouvir em produções similares e, além de não ser nada inovadora, Hank evidencia a cada take o desconforto de Grammer no papel, bem como uma preguiça descomunal em compor uma personagem, pois ele se rende ao “básico” da atuação com suas caras e bocas. É deprimente ver o que o Frasier se tornou…

bpurposeAccidentally on Purpose (1×01: Pilot, 1×02: Memento, 1×03: One Night Stand): Apesar de simpática, Jenna Elfman já provou que é uma atriz limitada a uma personagem só: a mesma mulher descolada, desbocada e meio doidinha que fez algum sucesso no início da extinta Dharma & Gregg. A série traz uma premissa interessante, sobre uma mulher que engravida “sem querer, querendo” de um jovem sem futuro, mas o texto imediatamente esbarra em todos os clichês do gênero e no final sai mal apesar de conseguir arrancar uma risada aqui e outra ali. Falta, contudo, mais personagens carismáticos para a série emplacar, além de um roteiro mais ágil, contemporâneo e menos carregado de piadas óbvias de sexo. Essa de roomates que vivem brigando é tão velha como Tony Danza. A CBS conseguiu estabelecer-se bem com as sitcoms Two and a Half Men, How I Met Your Mother e The Big Bang Theory. Perto delas, Accidentaly on Purpose é mesmo um verdadeiro desastre proposital só pra compor a meia hora que faltava para inteirar o bloco.

bmiddleThe Middle (1×01: Pilot): Por mais “divertidinha” que pareça, The Middle por enquanto nada mais é que uma versão mais adulta de Malcom in the Middle, só que desta vez contada sob o olhar dos pais e não do filho do meio. Poxa, é com mais uma produção single-camera sobre uma família de classe média-baixa americana que a ABC quer reerguer seu núcleo de comédia? Fora as corretas atuações de Patricia Heaton e Neil Flynn, no fim das contas a série traz a sensação de “mais do mesmo”: tem o filho menor esquisito, a pré-adolescente que não se adapta e o marmanjo rebelde que no fundo está em busca de atenção. O roteiro é razoável, a produção é caprichada e a trilha-sonora acerta em diversos momentos, mas no final a sensação de vazio após ter assistido o piloto permanece e você acaba não conseguindo distinguir esta de outras séries como Aliens in America, According to Jim, ‘Til Death e por aí vai. Se conseguir melhorar nos próximos, vai pro Season Pass.

bmodernModern Family (1×01: Pilot, 1×02: The Bicycle Thief): Ah, como é bom ser positivamente surpreendido por uma nova série que você não dava nada. Pelos promos, Modern Family parecia querer ser uma versão familiar de The Office, mas em vez de restringir-se à cópia do estilo de câmera e das situações nonsense que ocorrem na filial da Dunder Mufflin, esta comédia soube ser autêntica e com um humor muito bem dosado, que não é carregado no “white trash” deprimente e, o mais importante, não trata o espectador como uma planta. Contando a história de três famílias modernas que, logo no final do primeiro episódio descobrirmos ser a mesma, a trama circunda com muito cuidado e leveza por alguns estereótipos clássicos como o do pai que quer ser “amigão” dos filhos, o vovô que casa com uma mulher mais nova (numa triunfal volta do eterno Ed O’Neil, o Al Bundy de Married… With Children) e até mesmo um divertido casal de homossexuais que resolve adotar um filho ao melhor estilo Brangelina. Este é o bom exemplo de criação, interpretação e produção que as outras comédias do canal ABC deveriam seguir. É possível fazer comédia sem se expor ao ridículo. [Season Pass]

bheroesHeroes (4×01: Orientation, 4×02: Jump, Push, Fall, 4×03: Ink): Eu já perdi a conta de quantas vezes eu já comecei uma resenha de Heroes dizendo que “eu já perdi a conta de quantas vezes o drama de Tim Kring deu inúmeras e desnecessárias voltas”. Sinceramente, não sei mais o que esperar de um novo volume onde novos personagens são aprensentados enquanto a história permanece estagnada no marasmo criativo dos roteiristas desta série. Depois de dois episódios que beiraram o insuportável de tão mal conduzidos e uma terceira parte igualmente aborrecida e nada esclarecedora, Heroes despede-se de nossa cobertura semanal, pois não dá mais pra ficar repercutindo cada vez que Hiro perde e retoma seu poder, ou cada vez que Sylar é destruído e retorna e, pior ainda, cada instante em que Noah Bennet vira a casaca para atender ao imediatismo de um roteiro incrivelmente furado, cansativo e sem fim. Será que terá um fim? Quantos reboots precisaremos testemunhar para nos dar conta que Tim Kring não tem talento? Chega. Chegou na 4a temporada já! Heroes foi longe demais só na promessa eterna. Quando finalmente isso acabar eu assisto tudo e digo aqui como terminará, mas por enquanto não dá mais. Acabou a paciência há muito tempo e agora acabou a boa vontade.

bmelroseplaceMelrose Place (1×02: Nightingale, 1×03: Grand, 1×04: Vine): Depois de quatro episódios, deu pra ver que Melrose Place foi uma série construída para tentar ser hit, com todos os elementos que um drama “ousado” precisa: um galã misterioso, uma falsa santa, uma desconhecida piradinha, um casal certinho e uma loira maravilhosa pra botar fogo em um condomínio californiano onde todos moram. Infelizmente até agora essa mistura não conseguiu dar liga. O texto não é tão ruim (já vimos muitas coisa pior, vai), mas também não podemos dizer que no fim de um episódio estamos loucos pelo próximo. A um porque a história da morte da tal Susan Sidney não empolga a ponto de querermos saber quem foi que a matou, já que ela não desperta a menor empatia de ninguém. A dois porque muito pouca coisa acontece numa série que deveria, no mínimo, ser mais agitada pelo elenco que tem. A CW muitas vezes parece que é o canal dos remakes apenas por ser, como se viabilizá-los fosse o objetivo final. Melrose Place precisa desenvolver e muito para ganhar um espaço fixo aqui. Quem sabe mais pra frente ela faça companhia a 90210 em nosso Season Pass

bfringeFringe (2×01: A New Day in the Old Town, 2×02: Night of Desirable Objects, 2×03: Fracture): Dificilmente uma série atual consegue iniciar uma segunda temporada de forma tão promissora quanto aconteceu com Fringe, ainda mais considerando o nível do finale, que deixou todo mundo boquiaberto. Digo mais: os eventos do padrão, sejam os provocados (o homem que troca de face) ou espontâneos (o garoto-escorpião) estão mais interessantes e aterrorizantes do que nunca e a química já estabelecida entre o elenco principal é invejável. A história também evoluiu consideravelmente, agora que objetivos maiores foram traçados, incluindo a inesperada morte de Charlie e a usurpação de sua imagem por aquele misterioso “ser”. Embora ainda desconhecidos, os responsáveis por toda esta conspiração estão tomando forma e, de maneira muito acertada, o roteiro permitiu que as bombásticas revelações da temporada anterior fossem bem aproveitadas com a súbita amnésia de Olivia, que terá que processar junto com o público o que aquele encontro com William Bell significou. Lembremos também que o Peter original também morreu pequeno e que este que vemos é a sua versão alternativa, o que é fundamental para compreendermos até o jeito sempre admirado que Walter sempre o olha. Outro fator positivo desta temporada foi a de estabelecer uma ameaça séria à divisão Fringe Science, que terá que lutar para manter-se “aberta” (leia-se, conseguir provas mais contundentes das manifestações do padrão e da séria ameaça que é iminente sobre o mundo). Por fim, registro aquela interessante, mas igualmente assombrosa forma de comunicação do soldado com uma provável realidade alternativa e a terrível indicação de que o tal Observador não está aqui somente para observar… Fringe consegue me assustar como poucos filmes de terror.

btraumaTrauma (1×01: Pilot): A NBC adora tentar reviver o passado e a aposta da vez é com Trauma. O drama emergencial é focado numa equipe de resgate de São Francisco, con direito a um piloto cheio de acidentes elaborados e de grande porte, além de muitos efeitos especiais que são apenas corretos para a TV. Mas a despeito de toda esta produção, o que falta na série são personagens cujo público possa se identificar. Sem apresentar ou aprofundar em qualquer aspecto da vida destes socorristas, a série já mergulha no “trabalho”, impedindo uma conexão inicial e necessária para manter o espectador interessado. Tem ação e muita movimentação, mas falta conteúdo até para repercutir. O impacto de Trauma, por enquanto, é apenas visual e lá para o terceiro resgate já cansou.

bmotherHow I Met Your Mother (5×01: Definitions, 5×02: Double Date, 5×03: Robin 101): Que bom que este 5o ano de How I Met Your Mother voltou mais divertido e dando uma importância menor ao sentimentalismo barato como estava acontecendo na metade final da temporada anterior. O relacionamento entre Barney e Robin deu uma boa guinada na história e virou o cerne deste início, tanto que os três primeiros episódios foram basicamente sobre eles, desde a estreia com a indefinição do casal sobre o seu “status” até culminar no excelente Robin 101 (um dos melhores de toda a série) em que Ted vira o professor particular de Barney e o assunto é a canadense, seus trejeitos, suas manias e esquisitisses. Me lembrou muito os clássicos episódios de Friends em que a história é totalmente sustentada no universo rico das personagens. Ponto positivíssimo para a comédia. Que bom que eles deram a volta por cima!

bteoryThe Big Bang Theory (3×01: The Electric Can Opener Fluctuation, 3×02: The Jiminy Conjecture, 3×03: The Gotholowitz Deviation): Perto de Jim Parsons o restante do elenco de The Big Bang Theory imediatamente esmaece e os mais prejudicados são John Galecki (Leonard) e Kunal Nayyar (Raj). Digo isso porque o casal Penny/Leonard formado não consegue convencer por nada e eles acabam deixando algumas cenas bastante mornas. Aliás, sem as personagens Sheldon e Howard, a comédia não poderia sequer existir, pois basta um murmuro do nerd mor ou uma entrada em cena do desajeitado galanteador (vestido de gótico) para a plateia cair no riso. O mesmo não pode ser dito, por exemplo, da já batida timidez do indiano quando sóbrio em frente de mulheres. Este início, contudo, conseguiu ficar fácil no saldo positivo, pois o roteiro é quase sempre impecável. Destaco o experimento que o sempre sagaz Sheldon Cooper realizou em Penny, educando-a como um cachorrinho em seu apartamento, que já é um dos melhores momentos desta comédia.

Calma que ainda não acabou! Nesta segunda terça faremos mais uma rodada do Semáforo com comentários de (e já adianto as cores): Grey’s Anatomy, Gossip Girl, Brothers & Sisters, Californication, The Good Wife, Dexter, Bored to Death, House, Glee, Eastwick, The Office, Community, FlashForward, Dollhouse e Mercy!

Autor: Bruno Carvalho - Categoria(s): A Semana em Série, Accidentally on Purpose, Cougar Town, Fringe, Hank, Heroes, How I Met Your Mother, Melrose Place, Modern Family, The Big Bang Theory, The Middle, Trauma Tags: , ,

54 comentários para “A Semana em Série”

  1. Vinícius disse:

    Não acredito! Por que Modern Family vai para o Season Pass? Quero cobertura semanal! E Mad Men e Glee, como é que ficam as reviews? Também quero cobertura semanal!

    Desculpa, Bruno, não é querendo dar uma de ditador (quem manda no blog é você, claro), mas é que estou absolutamente louco de vontade de ter, TODAS AS SEMANAS, comentários de Glee (que é boba, sim, mas é irresistível!) e Mad Men (que é clássica!), entende?

    (MODE carente e puxa-saco ON)

    P.S.: Mais uma vez, Modern Family para cobertura semanal! É super curtinha e passa rápido que é uma beleza! Dá para assistir o mesmo episódio dus vezes sem enjoar.

    • Bruno Carvalho disse:

      Conforme dito ao final da matéria, comentários de Glee na terça. Mad Men farei um Season Pass, porque quase ninguém assiste e a matéria fica jogada às traças.

  2. Assisto Cougar Town, Heroes, Melrose, Fringe, HIMYM e tirando Heroes, estou satisfeito com todas. Aliás, estou amando Melrose e Cougar Town. Fringe e Mother já são obrigação e estão ótimas. Mas q bom q na proxima rodada do semáforo, assisto a todas em verde! =D

  3. Leandro Rodrigues disse:

    Ate que enfim tirou heroes da semana! parei na season anterior, nao dava mais!
    poxa, baixei bored to death, ainda nao vi, mas tava super animado, ja vi o amarelinho ai, deu um leve desanimo…
    Flashforward teve um dos melhores pilotos que ja vi na minha vida! melhor estreia dos ultimos anos sem duvida!

  4. Daniel Mello disse:

    Excelentes comentários e textos muito bem redigidos, parabéns.
    Gostaria de deixar alguns comentários que não sei se são relevantes ou não, mas ai vão…

    - A respeito de Heroes, mesmo como fã da série, me curvo a admitir que fugiu muito do contexto e da trama inicial. Só continuo acompanhando por curiosidade de ver que destino a série vai tomar. Você só incluiu comentários até o 4×03, mas assisti o 4×04 e posso garantir que a série permaneceu na mesma. Talvez uma única novidade tenha sido o reaparecimento de Sylar após a morte do Natan, e fico na ansiedade de ver o beijo entre Clair e Gretchen (Pura fantasia, rs).

    - Com relação a Cougar Town, acho que o rapaz que comentou indignado com o seu post deveria rever seus conceitos e perceber que este é um blog de opiniões e que esta é totalmente subjetiva, ou seja, cada um tem a sua. Creio que as pessoas acompanham seu blog por ver aqui uma opinião mais técnica, que destaca desde a trama até a atuação dos artistas envolvidos, isso é bem interessante.
    Pois bem, ainda mantendo sobre Cougar Town, não tive coragem de assistir, por medo de me decepcionar com a Courtney Cox neste novo trabalho. Prefiro manter a moça em minha mente lembrando apenas da perfeição que foi Friends.

    - How i met your mother continuo só vendo elogios sobre a série e já baixei as temporadas pra assistir, ainda não comecei por falta de tempo mesmo.

    Pra finalizar, assim como a moça anteriormente citou, acho que faltam comentários sobre Greek, a série ganha pouco destaque nos blogs sobre séries, e mesmo mantendo o triangulo amoroso entre Cappie, Casey e Evan (que já deu o que tinha que dar) a série apresenta situações hilárias.

    PS.: Como bom viciado nesta, faltou lembrar que não vi nada a respeito de Two and a Half Men!

  5. fernando disse:

    Ah pára, falar mal de Melrose Place?
    Sinceramente parece que você realmente não viu a original.
    Está muito bem amarrada a trama, com seus flashbacks que contam o porque cada um poderia ter assassinado Syd. E fora a promessa de Ashlee (Argh) Simpson Wentz ser uma nova Kimberly.
    Vida longa ao condomínio, mesmo que ele precise explodir novamente.

    • Bruno Carvalho disse:

      Sim, não vi a original.
      Mas a resenha é sobre a nova.

  6. Daniel disse:

    Não vai dar mais uma chance para Two and a Half Men? Essa temporada, pelos 3 episódios que saíram, promete ser bem engraçada. Valeu.

    • Gosto muito de Two and a Half Men sim, continuo assistindo e acho muito boa. Porém, há 7 anos ela é narrativamente a mesma, mudando algo aqui ou ali momentaneamente. Isso aaba tornando as resenhas semanais vazias, por isso algumas séries vão para o Season Pass, como esta.

  7. Bruno disse:

    sugestão: fazer uma lista com as novas séries e o canal e a previsão de quando vai passar aqui no Brasil, pra gente ficar aguardando, ou se não vai passar ou sem previsão. Caso não venha passar recorrerei ao download.

  8. Diego disse:

    Eu entedi que você vai começar comentar Californication? Adoro essa série, que eu definiria como uma das séries mais corajosas que eu já assisti. Não pela ousadia das cenas eróticas, mas pelo roteiro não se prender demais em subtramas que, por mais interessantes que possam ser para quem assiste, não quase nunca duram mais que dois episódios. A série fica assim renovada sempre e surpreendentemente mantém a qualidade.
    Já estou ansioso pelo seu texto. :)

    Valeu, Bruno!

  9. Marcia Silva disse:

    Nossa! Adorei essa Semana em Série e esse novo esquema do Semáforo, assim não fica nenhum estreia sem comentário e uma avaliação crítica. Só senti falta das estrelinhas que ajudavam a medir a qualidade dos episódios de dentro de uma mesma série.

    E quantas séries você está vendo! Fiquei surpresa de ver tantas outras ainda serem anunciadas na segunda parte do Semana em Série. =)

  10. Thiago Silva disse:

    não sei de onde surgiu a idéia do semáforo e das cores, mas eu achei ela bem melhor que as estrelas. estrelas combina mais com algo sem continuação. como as séries têm episódios (quase) toda semana é mais interessante ver algo que faça uma referência a “invista” e/ou”desista” que simplesmente dizer que aquele episódio mereceu “x” estrelas.

    abraços e vida longa ao blog e ao Bruno! :D

  11. Fábio disse:

    Super coerente esse tópico. Finalmente alguém teve coragem de meter o pau na nova série da Cougar Cox! Eu acompanho apenas porque sou um rapaz esperançoso, mas a única coisa que me deixa feliz na série é o vizinho bem apessoado dela.

    Infelizmente fico triste com o comentário que quase ninguém assiste MAD MEN. Sei que é verdade e acredito que o motivo de tal repúdia seja pelo fato da série tirar vários prêmios de outras séries queridinhas pela massa. Eu também acho que outras séries deveriam ser premiadas na categoria drama, mas isso não tira o mérito de Mad Men que acredito ser um clássico. Aquele tipo de produção que neguinho vai assistir em DVD daqui uma década e vai descobrir o quanto sensacional era.

    Quanto a Melrose, eu concordo em tudo novamente do que você disse. É trash, mas eu adoro acompanhar! Acho que o blog precisa ter um espaço mesmo para esses novelões feitos seguindo receita de bolo e espero que continue sendo comentada aqui, rs…

    Das outras séries citadas que assisto: HIMYM, Modern Family, Heroes (assisto por assistir), Brother and Sisters, Dexter, Eastwick (apesar de estar evidente o quanto a série é limitada), FlashForwars( cativante) e Community (gosto, mas não amo… ainda tenho um pé atrás, mas pode ser apenas uma questão de tempo), Desperate Housewives, The New Adventures of Old Christine e Survivor.

    Quero também uma opinião em relação a 90210. Não sei se eu tô acostumandol, mas parece que a nova temporada em nada lembra a primeira. Vem seguindo um ritmo bem mais certeiro.

    • Bruno Carvalho disse:

      Já falei de 90210 no blog e não vou voltar a comentá-la tão cedo. Acesse a tag lateral, grato.

  12. Andtroty disse:

    Cade FlashForward???????????

  13. Eu gosto muito das novelas da globo e tanben dos desenhos da SBT. bejos meu nome e lorena tenho 12 anos.

  14. Vinícius disse:

    Ainda quero Modern Family semanalmente!

    Ninguém assiste Mad Men?! Como assim?! E ainda se considera fã de séries?

    E a Lorena aí de cima está de brincadeira, não é?

    Fundado o movimento:

    MODERN FAMILY E MAD MEN PARA COBERTURA SEMANAL!

    Adeptos?

  15. Karina disse:

    Nossa bateu um desespero quando o post foi chegando ao final e eu não vi nada de Grey’s, estou mega curiosa por que só assisto no Sony, então terça vou bater ponto aqui pra ler seus comentários, já fiquei animada com a classificação.
    Deu vontade de assistir Modern Family e ver a terceira de The Big Bang Theory.
    Eu não acompanhava o blog quando a classificação era por estrelas, mas achei o sistema de cores bem legal, nem li os comentários dos que estavam em vermelho.

  16. Wagner Salivan disse:

    Gosto muito de Fringe, porém achei o começo ada segunda temporada morna!
    Accidentally on Purpose não fede nem cheira, a atriz me lembra a que fazia Samantha Who?
    Vi que vc comentará sobre Dollhouse, e está em “sinal verde”, mas sinceramente não acredito que vá muito longe, até pq a primeira temporada não foi lá essas coisas!

    Parabéns pelo blog!=D

  17. bku disse:

    Bruno,
    esse esquema do semáforo é só temporário ou vai substituir o esquema das estrelas durante a cobertura da SS?

    PS: Para constar: prefiro esse esquema para um apanhado geral, como vc está fazendo para vários de uma vez, por ser mais eficiente; mas para a SS, quando os comentários forem individualizados para cada episódio, prefiro³³³ mais das estrelas.

  18. Andre disse:

    sabe q curti modern family, sou bem enjoado com séries de comédia, mas esta eu achei despretensiosa e curti aquelas frases do ed ó´neil falando de família etc. to vendo mais por ele mesmo, se bem que quase todos estão bem

  19. Andtroty disse:

    sorry

  20. Realmente o momento do Sheldon educando a Penny como cahorrinho entrou no hall dos melhores momentos da sério, genial!!! Vou começar a ver How I meet your mother!

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