True Blood: O Final Que Ninguém Esperava
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Todo o contexto necessário para compreender e aceitar o final desta ascendente temporada de True Blood estava no diálogo da Rainha Anne com Bill sobre a natureza da mênade MaryAnn. Foi tão-somente quando a milenar vampira descreveu o quão patético e simplório aquele ser é, que o véu que de certa forma cobria a maneira que os cidadãos de Bon Temps “acordados” a enxergavam caiu. Destruí-la sempre foi algo fácil e factível, bastava saber como, e isso somente ocorreu com o retorno de Bill. E ele, de fato, retornou à cidade sabendo o que era preciso fazer: dar exatamente o que ela queria – o esperado encontro com o “belzebu”. E foi com a junção das diversas naturezas (a de Sam, Andy, Sookie e Bill) que a fera foi finalmente ferida.

Por isso é com muita surpresa que li por aí comentários de espectadores e colunistas que criticaram justamente o aspecto da série que eu demorei para encarar como positivo. True Blood não é linear, correta ou necessariamente coesa. No episódio piloto eu apontei isso com grande ênfase, justamente porque se tratava de algo novo, de um contexto do qual não estávamos inseridos e que era bem diferente de Six Feet Under (obra pregressa de Alan Ball que pautava justamente no realismo). Esse foi o final necessário para a história de MaryAnn e a ascensão de uma nova trama que, pelo apresentado, será focada no questionamento da natureza daqueles habitantes: vampiros bons, maus, transformers, mênades ou garçonetes possuídas por um demônio qualquer…
True Blood precisa ser encarada como uma válvula de escape do ordinário e o “V” somente fará o devido efeito quando você se libertar destes conceitos que funcionam muito bem em outras produções, mas não nesta. A temporada, como mencionei, foi absurdamente crescente e acho que por isso qualquer final seria, de certa forma, decepcionante (justamente por ser um final). Era imperiosa a necessidade de encerrar completamente esta história para começar uma nova e o drama nos deixou literalmente viciados. Sim, concordo que eles poderiam ter feito toda a cena da derrota de MaryAnn por Sam e Bill de forma mais orgânica e não tão abrupta. Ela merecia. O final, como sempre, me deixou com aquele gosto de “quero mais” como poucas séries fazem hoje em dia. Resumindo: eu adorei.
Cotação Bruno Carvalho: 



Episódio “2×12: Beyond Here Lies Nothin” exibido em 13/09/2009 na HBO americana.








Me decepcionei com esse fim. Mas a cena que ela se encontra com o Boi “Sam” é fantástica. O cliffhanger final é mto tosco..
é..a unica coisa q achei q ficou faltando foi um un cliffhanger melhor..
Adorei o episódio e preciso confessar que achei o cliffhanger um misto de tosco/trash com awesome. A série vira e mexe apresenta uns aspectos normais de romance e reação de Sookie quando foi pedida em casamento por Bill foi previsível e já dava para imaginar que, quando ela voltasse do banheiro, algo teria acontecido. Se já era esperado, então por que foi legal? Não sei explicar o motivo para eu ter gostado, talvez por ser True Blood.
Ao contrário do pessoal acima, os ganchos para a próxima temporada são ótimos e muitos! O sumiço de Bill o distancia de Sookie. Desta forma, a segurança dela em estar do lado do seu vampiro vai pro espaço. E praticamente todos os demais personagens tiveram ótimos ganchos para a próxima temporada.
Enfim, concordo. Gostei bastante do final de temporada..
Há braços
Paulo
Talvez para fazer jús o fim da personagem MaryAnn fosse necessário um episódio final mais longo, pois ela de fato marcou os espectadores, assim como Alan Ball sabia que deveria já introduzir indícios como será a próxima temporada neste episódio. Não posso dizer muito sobre o cliffhanger, porém quem já conhece o livro, sabe que este fim é bem importante, e definirá muita coisa em torno da relação Bill e Sookie.
Não gostei mt do final. E olha que eu estava me amarrando na temporada. Acho que tudo se resolveu rápido demais e quase 30 minutos foram pura enrolação.
enfim, a trama do fellowship of the sun e o vampiro godric se resolveu com muito mais emoção.
Eles poderiam pelo menos ter enfeitado o boi, porque mesmo se eu fosse muito idiota e fanático, jamais iria olhar pra um boi normal, e falar: “deus-chifrudo, oi?”. E se fosse um boi que escapou de uma fazenda???
Ok, deu para tirar muita coisa boa e dá até para levar em consideração toda essa fantástica temporada da série… Mas o responsável por 50% da minha sensação de que esse episódio não foi um dos melhores foi a rápida e ínfima despedida a uma personagem tão sensacional como a de Marryann. Amava e amarei aquela personagem. Era algo único. Mórbido, intrigante, fácil de amar e ao mesmo tempo odiar. Vai fazer muita falta! Mas fazer o q??? Tbm sofri com a morte de Godric!
Enfim, não foi a 8ª maravilha, esse Finale, mas pertenceu a uma temporada beirando o impecável.
Q venha ano q vem, com mais TB! =)
“True Blood precisa ser encarada como uma válvula de escape do ordinário e o “V” somente fará o devido efeito quando você se libertar destes conceitos que funcionam muito bem em outras produções, mas não nesta.”
não concordo muito com esse comentário, não é pq é uma série sobre fantástico, sobrenatural ou etc que ela não deva ter uma “coerencia” ou “sentido”, todas as séries tem a mesma questão pra mim desde Lost, Supernatural ou Greys anatomy, e TODAS pra mim são uma válvuva de escape da vida real, ou alguem acredita em uma ilha misteriosa que some e aparece, em um super agente que passa 24 horas por dia resolvendo um problema? um serial Killer “bonzinho”, são séries diferentes mas espero o mesmo de todas, quero dizer… concordo que não devamos ficar procurando “sentido” em tudo e significados misteriosos bla bla bla, cada um tem suas preferencias lógico
espera mais dessa finale a série evoluiu muito este ano mas a estoria da Maryann se extendeu demais, não sabiam como finalizar e fizeram aquele final apressado pra dar mais espaço pra um monte de gente sem importancia (Eggs) e menos tempo pra personagens interessantes (Jessica, Laffa, Eric e a Rainha) tá a Sookie é a principal mas pra mim pareceu meio bi-polar a temporada toda o que me irritou
ou era pra achar aquela estória do “ovo” interessante?
Meu problema com True Blood é que eu acho que ela se embanana toda na hora de ser trash. Ela não vai “até o fim”, ou quando tenta, deixa a qualidade meio que de lado, mesmo que esta retorne rapidinho. As idéias são ótimas, mas acho a execução meio descuidada (sim). Outras séries já fizeram esse tipo de coisa e foram mais bem sucedidas artisticamente. Basicamente, eu concordo com a Joelma. Mas mesmo com esses defeitos, gosto muito da série e gostei da finale, principalmente porque acho que deixou uns ganchos bem interessantes pra próxima temporada. :D
True Blood chega ao fim. Que pena! Acho que realmente 30 minutos é um tempo curto e isso faz com que as tramas não possam ser muito aprofundadas. Agora chega HUNG, também da HBO e com episódios de 30 minutos. Vi o trailer no Youtube segue o link. http://www.youtube.com/watch?v=vEKaEYtm7kg
Parece bem bom. Adorei o Ray! A estreia é neste sábado!. Alguém já viu?
Acho que realmente a hsitória da Maryann se estendeu muito nessa 2ª temporada, a história de Dallas me prendeu muito mais à atenção. e por mais que Alan Ball diga que a série tem muitas diferenças em relação aos livros, percebo que ele vem seguindo sim a cronologia de “Sookie Stackhouse Stories”, ou seja, já imaginava o sequestro do Bill no final. e vou te falar: Sookie & Bill, eitha casalzinho chatinho!
que venha Sookie & Eric na terceira temporada!! esse casal sim vai ser sensacional ( Se forem seguidos os livros,rsrs…)
Valeu pelos reviews e coments sobre a série True Blood, poucas pessoas conseguem captar e degustar o quanto este seriado é maravilhoso e definitivamente vc é um destas pessoas que enxerga bem mais do que as cenas mostradas, entende toda a simbologia que a faz ser tão impressionante. Espero voltar no ano que vem e ver seus comentários da 3ª temporada!!! Continue!