A Semana em Série, Parte I (Sem Mentiras!)
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Big Love “3×10: Sacrament (Season Finale)”: Que incrível final, não? Big Love definitivamente sacramentou (perdão pelo trocadilho) o alto nível dessa série, alinhando perfeitamente o roteiro, a edição, a trilha imediatista e as impecáveis atuações de todo o elenco. No topo da lista está a morte de Roman pelas mãos vingativas de Joey, mas o destaque foi mesmo a sordidez de Albie e Nikki, com um dos diálogos mais perturbadores da série enquanto discutiam formas de explodir os próprios pais. Pra minha surpresa, o que parecia ser apenas uma idealização, acabou sendo levado à cabo pelo filho do profeta, ainda que sem sucesso. O sequestro chegou ao fim, os Green escaparam novamente e a volúvel Nikki retornou à casa com sua primeira filha, hoje com 14 anos (o pai era quem, Zelko Ivanek, o especialista em ser coadjuvante). Foi positiva, também, a plot com Margene e seu negócio que rendeu bons frutos, depois de ser subestimada pelo marido. Quero muito ver o desenrolar disso na próxima temporada que, claro, já está garantida pela HBO. A cena final com a comunhão de Bill Henricksson foi marcante, evidenciando o quão perdido o sujeito está. Já é certo dizer que esta é a melhor temporada de Big Love, que avança significativamente a cada episódio, surpreendendo e indo sempre além da sua premissa. Prestem mais atenção a esta série e quem nunca viu ou parou de ver, reafirmo, comecem ou retomem. #ficadica
Cotação Bruno Carvalho: 




Episódio exibido em 22/02/2009 na HBO americana.
United States of Tara “1×10: Betrayal”: Eu concordo com todos os comentários que afirmaram que esta série não me “pegou”. Inevitavelmente o gosto influencia na análise de determinadas produções, pois a opinião é parcial e nunca foi meu propósito comentar séries com isenção. Foi gerada muita expectativa com United States of Tara e isso fatalmente foi um erro ao meu ver. Em quase uma temporada, Diablo Cody provou que não sabe segurar o espectador, já que seu texto muitas vezes é vazio e sem propósito, que nem de longe lembra o seu trabalho anterior (Juno), este sim digno de prêmios. O único trunfo desta produção é mesmo a interpretação quádrupla de Toni Collete, que cada vez mais foi se adaptando aos papéis, atingindo ótimos momentos (muitos deles que não dependem do texto). Infelizmente (ou felizmente, não sei), somente agora depois de 10 episódios é que a série deu uma boa guinada com a tal “traição” da mãe com o pretendente do filho, enquanto esta estava agindo como a adolescente de 17 anos T. O final fechou muito bem o mediano episódio com aquele incêndio provocado pelo garoto na cabana da “guria”.
Cotação Bruno Carvalho: 



Episódio exibido em 22/03/2009 no Showtime americano.
Heroes “3×20: Cold Snap”: Faltando poucos episódios para o fim, Heroes entrou em uma bem-vinda curva ascendente, mesmo com um episódio que não podemos considerar “fantástico”. Acho que nunca mais poderemos falar isso da série sem se preocupar se o que está por vir será uma nova bomba. Afinal, apesar de Bryan Fuller ter voltado, as mãos de Tim Kring continuam no teclado. Mas Cold Snap foi bom, trouxe a inesperada revelação de que Micah é o Rebel, o que é totalmente coerente com os poderes que o garoto tem (coerência em Heroes? Raridade). As cenas de ação também voltaram a empolgar. Aquele auto-congelamento/suicídio (?) de Tracy no estacionamento ficou bem “Matrix”, mas foi legal. Eu só não valido o que Hiro se tornou na série: um grande bocó. Ficou claro também que “retiraram” (de forma porca) o poder dele de viajar como bem quer, assim como fizeram com Peter Petrelli, que agora tem habilidades limitadas (uma de cada vez). Vítima de seu próprio roteiro, Tim Kring está rebolando pra dar conta de terminar esse volume num nível aceitável, e até que está conseguindo. Só espero que ele não deixe a peteca cair nos próximos, pra justificar a renovação para a 4ª temporada.
Cotação Bruno Carvalho: 


(por muito pouco seriam quatro)
Episódio exibido em 23/03/2009 na NBC americana.
24 “7×15: Day 7: 10:00pm – 11:00pm”: É muito aliviante este momento em 24 em que as autoridades (in) competentes começam a tomar ciência da grave situação que se formou ao longo do dia, finalmente crendo em Bauer. Repleta de tiroteios e ação, esta hora focou no estabelecimento do problema que tomará conta da madrugada: a ameaça doméstica e biológica conduzida pelo Sr. Hodges (Jon Voight como um vilão que realmente põe medo por sua frieza), que possui uma agenda pessoal para aumentar a sub-contratação de mão-de-obra militar – a especialidade de sua empresa. Enfraquecida, porém, está a situação na Casa Branca com o desinteressante draminha entre a filha da presidente e o chefe de gabinete, que foi obrigado a se demitir. Funcionando como uma boa ponte entre o dia e a noite, a hora chegou ao fim com mais um de seus tensos cliffhangers, já que o nosso herói foi exposto aos agentes nocivos da arma. Ainda faltam 9 horas para o fim deste dia… Força, Jack!
Cotação Bruno Carvalho: 



Episódio exibido em 23/03/2009 na FOX americana.
Gossip Girl “2×19: The Grandfather”: Nate nunca foi um personagem digno de merecer um episódio de destaque, tanto pela limitação do ator quanto por sua inexpressiva passagem dramática ao longo destas quase duas temporadas. Mais eis que do nada, como uma Fênix, o romance dele com Blair emergiu das cinzas em mais um final “OMFG” já característico na série. Gossip Girl é mestre em rearranjar as mesmas peças de seu tabuleiro, conforme já mencionei em diversas resenhas, mas por essa acho que ninguém esperava. Isso já afetou diretamente Chuck e indiretamente atingirá todos os Upper East Siders, o que certamente trará muito material para a misteriosa blogueira. O que o drama precisa deixar de lado, contudo, são os casos dos adultos que de longe são os mais desinteressantes, perdendo, inclusive, para as traminhas bobas de Vanessa (alguém gosta dela?). O episódio foi um filler, claro, mas dos bons. Esta temporada terá 24 episódios, ou seja, ainda tem muita coisa pra acontecer.
Cotação Bruno Carvalho: 



Episódio exibido em 23/03/2009 na CW americana.
Amanhã tem LOST e sexta tem mais episódios comentados em sequência! Obrigado por sua visita e (espero) seu comentário!
Ah, nosso 1º de Abril será no Twitter! Siga para rir durante todo o dia com notícias, digamos, improváveis!
Autor: Bruno Carvalho - Categoria(s): 24 Horas, A Semana em Série, Big Love, Enquete, Gossip Girl, Heroes, United States of Tara Tags: cw, fox, hbo, nbc, showtime








Dei uma rápida olhada neste tópico e não li nenhum comentário sobre a série Supernatural da Warner estou adorando, assisti todos os capítulos e achei muito bom pena que nínguem tem conhecimento porque o Dean e o Sam me deixa morrendo de vontade de ver fantasmas só para que eles venham me salvar rsrsr
Sem muito oq comentar. Só q o Micah ser o Rebel não surpreendeu em nada a mim, desde q Rebel surgiu na série eu já imaginava ser ele, ainda bem q os roteiristas foram coerentes dessa vez.
E Bryan Fuller já voltou (ele assinou sozinho o roteiro desse eps) matando 2, será q Heroes ainda tem salvação??
E Damages? Tá pegando fogo!
@Gustavo
Na parte II
Bruno, me explica direito, eu entendi q o Bill irá fundar uma nova igreja no finale de Big Love, é isso mesmo? oO
.
E respondendo a sua pergunta: acho q ngm gosta da Vanessa mesmo, e concordo completamente que as tramas adultas estão um saco… aquela questão da lista de Lily e Rufus foi muuuito chata.
@Maru_Sparrow
Bill está enfrentando um momento de questionamento de sua fé, já que tudo ao seu redor está desmoronando. Não creio que ela vá fundar uma nova religião ou auto-intitular profeta como Roman ou Albie.
Acho que aquele final foi apenas um exercício para nos mostrar isso, de que ele pode estar aberto à mudanças, pois não encontra as respostas que procura nem na Igreja Mórmon e nem na “facção” poligâmica fundamentalista. Obviamente ele manterá a prática plural, mas seguindo termos que deveremos conhecer na próxima temporada em 2010.
Desculpe postar um comentário off-topic, Bruno, mas o episódio dessa semana de House (”Locked In”) é um dos melhores de toda série.
Então, se havia alguma dúvida de que esta temporada vale a pena ser acompanhada, apesar dos altos e baixos, elas não existem mais.
Não sei que problema vc vê em United States os Tara, eu estou curtindo a série desde o começo, acho muito boa, e a atuação da Toni Collete é muito boa (adoro o Buck ^^).
Assisti ontem o 1×11 e achei bem interessante, acho que vai acontecer lguma reviravolta no season finale, tipo ela encontrar o tal Trip Johanssen…
Ah, muito bom o teu site, descobri por acaso no google e agora venho acompanhando sempre :D
Juno foi um dos piores filmes que eu já vi.Um absurdo ter recebido tantos prêmios.
Olha, eu também protesto contra a implicância com Tara. Acho a série ótima, sutil, bem atuada, sem apelação desnecessária, com relações verossímeis. Achei o fim da temporada bem bacana também.
Te mandei um comentário que não havia encontrado a minha série favorita no seu blog ” Supernatural” mas, foi pura falta de atenção da minha parte só esqueci de procurar por categoria. Baixo todos os capítulos de Supernatural e assisto tudo de novo aos domingos. Adoro o Sam e Dean winchester espera que esta série seja como Friends, de longa duração.
um grande abraço
Luely Gardner
Eu tinha desconfiado que Micah era o Rebel assim que começou a invasão de Matt e Peter ao edifício 26 e achei a revelação bem feita.
O Hiro SEMPRE foi um bocó, desde o primeiro episódio.
A cena no estacionamento foi boa mesmo, mas não tinha porque matarem a Tracey, justo agora que ela começou a aprender a usar os poderes – se bem que não duvido nada que ela “derreta” e consiga retornar a forma física.
Achei boas as medidas de diminuírem os poderes de Peter e Hiro, e já tava reclamando do “novo poder de voo do Matt” até que a cena se desenrolou.
E um furo, como Peter voou na hora de salvar a Angela no elevador se ele estava com o poder do Matt após a fuga do edifício 26 e nunca chegou a tocar no Nathan pra roubar o poder dele?
[...] Big Love – Enviou: Prom Queen; On Trial; Come Ye Saints; Fight or Flight; Outer Darkness e o season finale Sacrament. [...]