A Semana em Série, Parte I e a Estreia de ‘Dollhouse’!
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Big Love “3×04: On Trial”: Enfim chegou o tão esperado dia do julgamento de Roman Grant e a expectativa de toda a Salt Lake City que o “profeta” seja condenado pelos crimes de cárcere privado, estupro e tráfico de menores e poligamia, é claro. Mas é exatamente por isso que os mórmons fundamentalistas se organizam em comunidades fechadas: para controlar o seu rebanho. Até mesmo Nikki, que tem uma conturbadíssima relação com o pai, estava trabalhando no escritório responsável pelo caso contra Roman, bem debaixo do nariz de seu esposo, e ela foi uma peça fundamental em toda a tramóia que foi armada para libertar o líder comunitário. Bill tem que aprender com o pessoal da Juniper Creek sobre como agir na surdina, porque aquela atitude de tentar destronar Grant através do confuso Albie foi tão infantil quanto inútil. Em mais um excelente episódio, o ator Harry Dean Stanton roubou a cena, cada vez mais à vontade no controverso papel do “polígamo mor” que interpreta (a cena dele cantando na prisão foi de arrepiar!). Ah, e fora de toda esta confusão, vimos a “família” Henricksson propondo casamento à Ana. Isso significa, segundo o dogma polígamo, que ao atingir quatro esposas, Bill terá que chegar a sete para atingir uma graça divina ainda maior. Sim, sete.
Cotação Bruno Carvalho: 



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Episódio exibido em 08/02/2009 na HBO americana.
Heroes “3×15: Trust and Blood”: Eu juro que só continuo assistindo e cobrindo Heroes porque comecei e porque já estamos na 3ª temporada. É uma questão de honra ver o que Tim Kring vai aprontar a cada semana e quando ele vai finalmente desistir de tentar entregar algo que não consegue. Mesmo reiniciando a trama de forma promissora no volume “Fugitives”, conforme apontei semana passada, este segundo capítulo já mostrou que o roteiro está em frangalhos (Brian Fuller ainda não se juntou à série nesta altura). Ah, e vou abrir um parênteses aqui pra ressaltar algo que não faz o menor sentido, ainda considerando que esta é uma série “em quadrinhos”: quando Daphne corre e “leva” alguém, a pessoa do nada consegue andar na mesma velocidade que ela, o que é um absurdo total, já que apenas Peter e Sylar têm esta habilidade de assimilar poderes dos outros. Ainda bem que ela se foi, mas ao mesmo tempo que a série tenta se “enxugar” do excesso de personagens, um novo é apresentado (o garoto de Aliens in America), sem o menor propósito dramático. Heroes continua incoerente. Matt Parkam desenha o futuro, mas não consegue impedí-lo. Os poderes de Peter foram removidos, mas do nada ele passou a absorver uma habilidade de cada vez, algo que é evidente ter sido uma atitude de desespero de Kring, para impedir que sey “herói” seja invencível. Trust and Blood foi um episódio fraco, que encheu linguiça e que não conseguiu justificar as atitudes de Nathan Petrelli de maneira convincente. Está muito cansativo, mas como eu disse no início, continuar agora é uma questão de honra.
Cotação Bruno Carvalho: 

Episódio exibido em 09/02/2009 na NBC americana.
The Big Bang Theory “2×15: The Maternal Capacitance”: É notável a boa forma de The Big Bang Theory nesta segunda temporada, ainda mais depois deste incrível The Maternal Capacitance, onde ficamos conhecendo a mãe de Leonard que é uma espécie de Sheldon 5.0! Dizem que as manias das pessoas só pioram com o tempo e a química perfeita estabelecida entre Sheldon e Beverly mostrou que ele trilhará os mesmos caminhos, tornando-se um sujeito robotizado e extremamente incapaz de manter um relacionamento normal. O que não decepcionou esta semana foi o restante do elenco, que conseguiu ficar à altura do “protagonista” com as subtramas de Leonard e Penny (ambos com problemas com seus genitores) e a bizarra relação que a mãe de Sheldon identificou em Raj e Wollowitz, que está presente em toda essa turma. Não é à toa que este episódio marcou mais um recorde de audiência da série. Geeks rocks!
Cotação Bruno Carvalho: 



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Episódio exibido em 09/02/2009 na CBS americana.

Fringe “1×14: Ability”: Eu não disse na resenha anterior que valia a pena voltar as atenções para Fringe? No último episódio antes de um longo hiatus, retomaram o caso do Sr. Jones, o sujeito que se teletransportou de uma prisão na Alemanha para Boston com o único objetivo de recrutar Olivia para um exército de especiais, obrigando-a a realizar testes, sob pena da morte de milhares. Mas naquela cena em que ela desarma a bomba apenas olhando para um quadro de luzes, será que não foi Peter quem realmente o fez? Penso nesta hipótese, pois ele divide DNA com a conturbada, mas brilhante mente de Walter, que descobrimos implicitamente ser o autor de um manuscrito que é a bíblia da ciência marginal e é o que motiva os responsáveis pelo Padrão a movimentarem-se em prol de uma inevitável guerra com o mundo. Não é à toa que o velho sempre teve a chave para desvendar os mistérios apresentados. Fringe retorna somente no dia 7 de Abril, mas a série finalmente nos deixou ansiosos para os novos capítulos que prometem responder muitas perguntas e espero que uma delas seja sobre o Observador, que sempre aparece em algum frame de cada capítulo. Uma guerra entre a ciência e natureza será imperdível!
Cotação Bruno Carvalho: 




Episódio exibido em 10/02/2009 na FOX americana.
Dollhouse “1×01: Ghost”: Episódios pilotos de séries são geralmente esquemáticos, permitindo que o espectador compreenda um pouco sobre o universo que está sendo apresentado na nova produção. Mas isso não é 100% aplicável a Dollhouse. Joss Whedon estava certo em pedir que os fãs diminuíssem a expectativa pela série, pois ele criou uma verdadeira bagunça, influenciada por diversas produções que vão de Alias à Matrix, passando por A Ilha, 1984 e, por coincidência (acredito), a fracassada My Own Worst Enemy. Não que este novo drama não seja interessante, pelo contrário, mas muita coisa foi apresentada de forma rápida, impedindo uma correta assimilação do que estávamos assistindo. À princípio, o projeto Dollhouse se mostra como uma secreta organização que recruta garotas perdidas, como a estonteante Echo (Eliza Dushku) para se tornarem prostitutas de luxo programadas para satisfazerem ao máximo os seus clientes. Vivendo em uma prisão de luxo, elas são submetidas a uma lavagem cerebral após cada missão, mas recebem, em contrapartida, proteção e toda estrutura material para continuarem neste ramo. Porém, o piloto avança e esta primeira impressão é subitamente modificada, quando vemos Echo sendo escalada para uma missão que envolve intermediar uma transação de resgate no sequestro de uma garotinha. Isso só é possível porque um programador implantou em seu cérebro tais expertises, minutos antes dela entrar em ação. Do lado de fora da “casa”, um policial chamado Paul (Tamon Penikhet) luta para descobrir a verdade sobre este projeto (tornando-se o maior clichê até agora). Como eu disse, Whedon apronta uma bagunça que pode vir a ser difícil de limpar, criando uma série ainda sem identidade própria, como os fragmentos de personalidades que são implantados nas próprias “bonecas”. Só resta saber se esta mistura dará certo.
Cotação Bruno Carvalho: 


Episódio exibido em 13/02/2009 na FOX americana.
Battlestar Galactica “4×15: No Exit”: Se você está atordoado com o excesso de informações que este episódio trouxe, eu não o culpo. Com cinco partes faltantes para o final de toda a saga de Galactica, a série literalmente nos contou, através das recém chegadas memórias de Sam, tudo aquilo que já cogitamos perguntar sobre a história. Em resumo, a verdade é que a 13ª tribo de Kobol era constituída de Cylons humanóides que os próprios humanos criaram e estes foram colonizar a Terra milhares de anos atrás. Contudo, quando esta tribo criou robôs serventes, estes rebelaram-se e os Últimos Cinco desenvolveram a tecnologia de ressurreição e voltaram para as 12 colônias com o intuito de alertá-los sobre os perigos de fazerem o mesmo. Como os drives FTL não haviam sido desenvolvidos, a viagem demorou mlhares de anos, os Últimos Cinco chegaram no meio da Guerra e precisaram barganhar com os Cylons híbridos utilizando a tecnologia de ressurreição e criação de humanóides em troca de paz e acabaram sendo alienados em Caprica com falsas memórias. Ufa! Ainda precisamos de tempo para processar tudo isso, justo agora que vimos o péssimo estado de conservação de Galactica, que está pronta para ser invadida pela tecnologia do inimigo para sobreviver à sucumbência de seu metal ao tempo. Quem diria que apenas algumas lembranças de um Cylon ferido mudariam a perspectiva de toda a série, mas me pergunto se tudo isso não poderia ter sido nos apresentado de forma mais orgânica. Tomara que os próximos episódios dosem melhor a quantidade de informações, do contrário meu cérebro irá literalmente fritar, mesmo eu não sendo um Cylon. A reta final de Battlestar Galactica está imperdível e se você está atrasado, corra logo porque está perdendo uma incrível aventura!
Cotação Bruno Carvalho: 



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Episódio exibido em 13/02/2009 no Sci-Fi americano.
Amanhã a nossa cobertura continua com United States of Tara, The Office, 30 Rock, Damages, Trust Me e Grey’s Anatomy! Falarei das horas pendentes de 24 na quarta! Fique liGado e deixe seu comentários sobre os capítulos da semana? O que acharam da estreia de Dollhouse?
Autor: Bruno Carvalho - Categoria(s): A Semana em Série, Battlestar Galactica, Big Love, Dollhouse, Fringe, Heroes, The Big Bang Theory Tags: cbs, fox, hbo, nbc, resenha, sci-fi, semana, usa







Eu curtí bastante Dollhouse, confesso! Qndo ouví os primeiros rumores sobre a série, tive grande expectativa, afinal era o Josh de Buffy e Angel q tava por trás neh. Mas depois as expectativas foram diminuindo por causa de tudo q lia (o próprio Josh em suas entrevistas, as mudanças no roteiro, nas gravaçoes do piloto, a interferência da FOX na criação da série, a esculhambada de jogá-la pras sextas-feiras). Enfim, já fui assitir esse piloto qse sem nenhuma expectativa e gostei bastante do que vi. Precisa acertar mta coisa ainda, e explicar outras. Mas calma né gente, tá só começando e se nao for (precocemente) cancelada.. vai dar oq falar ainda.
E tem essa misturera mesmo de Alias, My Own Worst Enemy (mto parecidasss nessa questao de conflitos de pessoas numa só) e tb Matrix.
Mas é isso.. vamos ver o proximo episódio e oq vem pela frente.
Oi Bruno!! Primeiro eu tenho que te dizer q o “Ligado em Série” já está há muito tempo gravado nos meus favoritos aki no meu pc, e que não perco um post seu!! mas eu queria aqui realmente começar uma campanha pra que vc possa comentar esse que é o seriado mais viciante que eu jah conheci e que eu adoro de++++: BROTHERS & SISTERS!!!!!!!!!!!!!!!! Por favor… eu mesmo já vi (li) vc falando muito bem da série, dos atores (Sally Field e Rachel Griffits foram indicadas ao Globo de Ouro)!!! eu simplesmente não consigo + viver sem os jantares e festas da família Walker e aposto que vc sentiria o mesmo!! Brothers & Sisters jah!!!! só porque é tudo de bom!!!! Abraçooo
Vi Dollhouse com boa vontade, mas o piloto não me conquistou. Darei outra chance, quem sabe duas?, porque sei que não se mede qualidade da série pelo piloto. (Exceto Heroes, aquela porcaria… hehe) E também porque adoro Firefly! Joss Whedon tem crédito comigo. Agora, e essa mania nova da Fox de fazer episódios de 49, 50 minutos? Fringe e Dollhouse… das que eu sei. Parece que querem dar a impressão de que tem muito a dizer nessas séries de “mistério sci-fi”. Espero que dessa série seja apenas o primeiro episódio, porque eu tava torcendo pro episódio acabar logo. E isso é um mau sinal. No mais, achei Eliza Dushku bem ruinzinha…
Sobre BSG, uau! Fico arrepiado! E como 43 minutos são tão pouco… :)
Abraço
Gostei bastante desse ultimo episódio de The Big Bang Theory, a série está evoluindo bem, muito engraçada.
O melhor episódio de “Fringe”, sem dúvida. Um primor em todos os sentidos.
eu achei que o capítulo de heroes foi muito bom, interessante eles terem de fazer uma liga underground para poderem fazer justiça, e o capítulo de battlestar foi muito foda, mesmo com tanta informação como você disse.
abs !
Acredito que os “Final Five” tenham se oferecido para ajudar na criação de modelos humanóides em troca do fim da guerra. Por isso os Cylons ficaram no exílio por 40 anos antes da guerra nuclear nas 12 colônias. O Cavill, o primeiro modelo, se rebelou contra os “Final Five” e substituiu suas memórias originais. Por isso eles não sabiam que eram Cylons. Isso sem contar a história do tal Daniel, que era o modelo 7 que nunca fui desenvolvido. Acho que ele tem alguma ligação com a Starbuck. Quem sabe seria o pai dela?
Fringe realmente foi excepcional. Quanto a Dollhouse, achei interessante, mas o que vai me prender á série é mesmo essa Eliza Dushku. O que foi a cena dela com um microvestidinho dançando? Absurdo…
Bruno, por que Fringe só volta em Abril? Essa temporada acabou?
Resposta do Editor
Não, a 1ª temporada não acabou, apenas sofreu uma pausa estratégica para a produção de novos roteiros e foco do canal na exibição de outras atrações (como American Idol, Dollhouse e Terminator, por exemplo). Isso é comum em várias séries. Prison Break, também da FOX, está em pausa e igualmente só volta em Abril.
Dollhouse tem ideias e premissas interessantes, que não são super originais, é verdade, mas é rodeada de personagens sem alma, sem persona. O que é irônico numa série que trata de pessoas com implantes de personalidades.
Eu acabei gostando mais da cinderela virgem que da especialsita em sequestro. A primeira foi muito mais ousado do que a outra, que é um tipo mais comum em séries de ação.
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Heroes continua com o desfile de situações mal construidas ou jogadas no lixo, quando boas. Eles fugindo do local do acidente do avião e voltando logo em seguida pareceu um bando de baratas tontas sem destino, que é o resumo da série.
Sylar salvou mais uma vez o episódio. Mesmo que numa linha narrativa independente dos ditos heróis ele diz a que veio a todo momento e não enrola. A ideia dele ter um aprendiz é interessante. Vamos ver no que dá.
Fringe apresentou um caminho sinuoso, no começo parecia uma cópia descarada de Arquvo X. Insisti em assistir, mesmo depois de alguns episódios muito fracos, antes da 1ª parada, no final do ano. Depois disto foram episódios cada vez melhores, com aberturas fantásticas (a abertura em que o cara é atacado por borboletas imaginárias e pula o prédio em câmera lenta vai ficar um bom tempo ainda em minha mente) e a série começou a trilhar um caminho mais seguro, culminando na minha opinião neste que foi o melhor episódio até agora. Jared Harris como o alemão David Jones deu um show de interpretação, junto do sempre presente John Noble com seu enigmático. Não sabia que a série ficaria tanto tempo assim fora. Sem dúvida está sendo um prato cheio para fãs de ficção.
O que dizer sobre Dollhouse?
Bem, para começar a premissa é interessante, mas se não bem estudada pode cair no ridículo como Heroes.
Para piloto achei bem fraquinho, mas por experiência própria, o piloto por vezes é completamente diferente do rumo da série (Dexter, por exemplo).
O grande defeito do episódio foi, como muitos disseram, explicar determinados factos bastante rápido, o que não deu tempo para assimilar toda a informação. Devido a esta rapidez, deixei escapar alguns factores importantes, o que prejudica o desempenho do episódio.
Espero que a série não trate uma personalidade por episódio, porque se hoje quase adormeci no piloto, irei com certeza ressonar nos próximos.
Estou bastante contente por Fringe ter finalmente engrenado (episódios acima da média desde o hiatus de natal) e, também por todos concordarem que a série pode fazer sucesso, se não comparada tão intimamente com X-Files ou LOST. A série continua cada vez mais interessante, apenas julgo que ainda não está bem definido qual o papel de Peter no meio de toda a trama.
Heroes não foi mau de todo, mas ainda tem muito que trabalhar.
É, Heros nem foi mal não. Foi HORRÍVEL, PÉSSIMO. Nem dá pra dizer q teve algo bom nesse 3×15. =/
Só Eliza Dushku dançando com aquele vestidinho já valia 5 estrelas pro epi! God, que saudades eu tava dela!
Poxa, acabei de assistir FRINGE. Dou 5 estrelas para esse episódio. Eu já estava preocupado, os últimos episódios tinham sido tão fracos que pensei que a série tinha caido para não se levantar mais. Ainda bem que voltou com tudo.
Quanto HEROES, eu dou menos 5 estrelas. A 3ª Temporada continua péssima. Eu achei ridiculo o Nathan descrevendo o episódio naquela ligação, era óbvio que ele estava falando com a mãe dele, não teve a menor graça aquilo. HEROES tem que ser cancelada, se não estou fadado a acompanhar uma série que está cada vez mais ridicula (hehehe…)
Quando assisti o piloto de Dollhouse lembrei exatamente de A Ilha, Alias e My Own Worst Enemy. Achei o episódio meio didático e serviu para abaixar minhas expectativas. Pelo menos tem a Eliza Dushku.
Não seria “parentêses” ou “parentêsis”?
Eu sou fãzona do Joss Whedon e gostei do comentário do Bruno sobre Dollhouse. Gostei muito do piloto, só que tá longe de ser a melhor coisa que o Joss já fez. Só peço paciência, porque a primeira temporada de Buffy também não foi lá aquelas coisas (eu amo porque sou fã, saboreio os momentinhos, mas entendo o outro lado) e na segunda temporada tomou fôlego e foi aquele primor. Então calma com Dollhouse, eu detestaria que o hype acabasse estragando a série.
[...] Love – Enviou: Prom Queen; On Trial; Come Ye Saints; Fight or Flight; Outer Darkness e o season finale [...]