iG

Publicidade

Publicidade
27/01/2009 - 02:14

A Semana em Série: 18/01 a 24/01

Compartilhe: Twitter

Alerta de Spoiler - Brasil
Estou finalmente em dia com a exibição dos episódios da semana e espero que curtam os comentários das antigas e das novas produções:

Big Love “3×01: Block Party”: Depois de uma morna 2ª temporada, parece que Big Love decidiu voltar com tudo! Bill Henrickson é um ser tão peculiar e complexo, que às vezes faz Dexter Morgan (Dexter) ou David Fisher (Six Feet Under) parecerem sujeitos normais. Eu nunca canso de apontar a facilidade com que ele adora colecionar problemas, mas Bill parece se superar a cada temporada que passa. É muito conveniente pra ele acreditar nos dogmas de sua religião, acolhendo o que quer (ter várias mulheres) e simplesmente virando as costas para o que não o interessa (entrar em certos ramos de trabalho).  No meio disso tudo, Barb, Margene e Nikki sofrem, especialmente esta última, que teve sua identidade exposta em todo o bairro por causa da prisão de seu pai Roman Grant e agora vive sendo ridicularizada pela vizinhança e espionando no escritório que cuida do caso do velho. Já Barb, coitada, aceitou “namorar” uma 4ª esposa, pois ela acredita que ao questionar os peculiares ensinamentos dos dissidentes da igreja Mórmon de Utah, sua doença voltou. Para estas pessoas (e isso não é ficção), o tamanho da família plural dita a quantidade de “felicidade” no reino eterno. Coitado também de Alby Grant, então. O novo “profeta” foi pego com as calças abaixadas solicitando sexo em um banheiro masculino nos arredores da UEB. Eu só quero saber quanto tempo mais os segredos desta gente, que envolve cárcere privado, pedofilia  e agressão doméstica, continuarão indenes. Esta promete ser uma ótima temporada!
Cotação Bruno Carvalho:
Episódio exibido em 18/01/2009 na HBO americana.

United States of Tara “1×01: Pilot”: Quando comecei a ver o piloto de United States of Tara, minha primeira reação foi a de não entender por que tanta gente estava falando bem desta criação de Diablo Cody (Juno), que tem produção executiva de Steven Spielberg. Ora, a história de uma mãe de família que sofre do distúrbio de múltipla personalidade é até interessante, mas nos minutos iniciais desta comédia o tom extremo e caricato que chegou a tomar conta da tela realmente me incomodou. Mas é logo após conhecermos Tara e uma de suas personalidades, a jovem “T”, somos gradativamente inseridos no universo peculiar de uma família que não apenas aceita conviver com uma pessoa neste estado, como de fato até se acostumou em serem diferentes (pessoas acostumam-se com tudo). Basta ver no final quando o marido e a filha constataram o quão estranho o fato de Buck, o mais divertido dos alter-egos, ser canhoto. Foi como se isso fosse a parte mais bizarra de toda essa história. O destaque, claro, vai para a atuação de Toni Collete, que está surpreendente e irreconhecível em seus vários papéis. E olha que ainda nem conhecemos Alice, a dona-de-casa dos anos 50, que deve aparecer no próximo capítulo. United States of Tara pode não ser genial ou brilhante por enquanto, mas é deveras divertida e interessante. Mais um ponto para o canal Showtime!
Cotação Bruno Carvalho:
Episódio exibido em 18/01/2009 no Showtime americano.

Gossip Girl “2×16: You’ve Got Yale!”: Às vezes eu quase perco a fé em Gossip Girl. Eu sinceramente não aguento mais esse draminha de séries teen sobre quem entrou em qual faculdade, quais casais vão se separar e por aí vai. Desde Dawson’s Creek, OC etc., essa conversinha nunca acaba. Com Gossip Girl eu achei que seria diferente, já que havia a indicação de que todos iriam pra Yale e de lá a série continuaria numa boa. Não, os roteiristas têm que criar dúvidas e esse vai e volta de admissões, reitores e cia. que só eles entendem. Eu disse “quase” perco a fé, porque o episódio no final traz várias reviravoltas, como Chuck sendo adotado por Lilly, Blair declarando uma guerra fria à nova professorinha ninfeta e Jack Bass perdendo a linha e partindo para o estupro após perder o controle acionário das Indústrias Bass (aliás, indústria de quê, hein?). Os bons elementos da trama estão aí, eles só precisam reorganizá-los e fugirem dos clichês, o que geralmente constumam fazer. Continuarei dando chace aos Upper East Siders, por enquanto.
Cotação Bruno Carvalho:
Episódio exibido em 19/01/2009 na CW americana.

How I Met Your Mother “4×13: Three Days of Snow”: Ah, que delicioso episódio de Mother! Three Days of Snow funcionou justamente como a crônica que mencionei na resenha anterior, brincando de forma genial com sua narrativa, como em seus tempos de glória na 2ª temporada. Todas as histórias foram singelas, com piadas orgânicas à trama, especialmente o caso das tradições de Marshall e Lilly, culminando naquele apoteótico momento no aeroporto. Foi um episódio redondinho, cheio de excelentes momentos e atuações. Não precisou de mais nada, nem de guarda-chuva, nem de cabra e nem da tal mãe.
Cotação Bruno Carvalho:
Episódio exibido em 19/01/2009 na CBS americana.

The Big Bang Theory “2×13: The Friendship Algorithim”: Com Sheldon de volta ao centro das atenções, fico cada vez mais surpreso como que todas as relações sociais para ele são um mero experimento científico do qual ele está sempre conduzindo. Ao sentir a necessidade de arrumar um amigo apenas com o objetivo de ter acesso aos recursos de um departamento na faculdade, o geek elevou a sua incapacidade de ser e apresentar-se de forma normal, inclusive ao travar uma inocente conversa com uma menininha na biblioteca, conversa esta que poderia facilmente acabar em um tribunal caso Leonard não tivesse intervido. Em suma, Sheldon é sim uma criança muito inteligente que desenvolveu apenas a parte de seu cérebro reservada ao conhecimento empírico, mas é assim que ele faz desta uma das melhores sitcoms da TV. The Big Bang Theory precisa urgentemente ser mais reconhecida de tão boa que é. Ou pelo menos Jim Parsons.
Cotação Bruno Carvalho:
Episódio exibido em 19/01/2009 na CBS americana.

Fringe “1×11: Bound”: Uau! Que retorno foi esse, não? Olivia surpreendeu logo nos minutos iniciais, escapando de seu cárcere em uma cena eletrizante e mais uma caso bizarríssimo foi alvo das investigações de Walter e Peter (a criação de organismos unicelulares gigantes dentro do corpo de pessoas). Mas o melhor deste episódio foi, é claro, o confronto de Dunham om Mitchell e Samantha Loeb, que não apenas fazem parte da conspiração, como também estavam infiltrados bem debaixo do nariz do FBI. Pra complicar, o departamento Fringe Science está sendo investigado pela corregedoria (um pouco de clichê aí, mas tudo bem) e todo o capítulo seguiu no já característico clima de mistério, intrigas e insinuações. Pena que Fringe é sempre aquela série promissora que não acontece, pois até agora não podemos falar com orgulho de determinado episódio, como um The Constant de LOST, por exemplo. É só isso que está faltando pra essa série estourar e vez.
Cotação Bruno Carvalho:
Episódio exibido em 20/01/2009 na FOX americana.

Damages “2×03: I Knew Your Pig”: Eu tenho a leve impressão que Damages jogou cartas demais na mesa neste início de temporada, mas não sei até que ponto isso é proposital. Estamos com um excesso de tramas paralelas que (i) confundem o espectador e; (ii) ainda não estão ligadas. Isso, à longo prazo, pode até ser solucionado com brilhantismo, mas os roteiristas precisam jogar algo mais contundente pra nós além do fato de Danny Purcell ser pai do filho de Patty e pequenas coisinhas aqui e ali. Sim, os dois têm uma história e isso já foi muito bem estabelecido desde o início, mas e daí? Damages perde sim alguns pontos por não encaixar bem suas histórias secundárias e nos deixar totalmente no vácuo das artimanhas que só Patty Hewes sabe que está fazendo. Eu fico vidrado em cada frame de Damages, mas este início de temporada está pra lá de confuso.
Cotação Bruno Carvalho:
Episódio exibido em 21/01/2009 no FX americano.

Lie to Me “1×01: Pilot”: Eu simplesmente adorei os primeiros minutos de Lie to Me, em que o Dr. Cal Lightman, adequadamente interpretado pelo talentoso Tim Roth, dá uma palestra sobre as nuances do comportamento humano que são capazes de entregar, em quase 100% dos casos, se uma pessoa está mentindo,  com raiva, com medo etc. Ele especializou-se em prestar consultoria neste ramo, contratando uma equipe de “polígrafos humanos” para desvendar qualquer tipo de caso que demande sua expertise. Erroneamente comparada com The Mentalist, certo é que Lightman e Patrick Jane conseguem ver o que não está óbvio, mas estes utilizam métodos diversos. Não é porque eles desvendam crimes de forma peculiar que se enquadram na mesma categoria. Se assim fosse, Gil Grissom (CSI) e Brenda Leigh Johnson (The Closer) também entrariam nesse falho exemplo, pois muitas vezes utilizam técnicas que outros colegas de séries semelhantes também adotam, incluindo o mentalismo, a investigação forense e o estudo de expressões faciais. Mas o problema de Lie to Me reside em sua mecanicidade, pois tudo parece tão fácil quanto a apresentação do keynote do especialista no início. A série certamente desperta a nossa curiosidade (será que poderemos identificar mentirosos ao nosso redor?), mas me pergunto até onde eles conseguirão manter esta intrigante premissa sem se desgastarem. Este é um desafio que irei acompanhar a partir de agora e vamos ver até onde vão.
Cotação Bruno Carvalho:
Episódio exibido em 21/01/2009 na FOX americana.

Grey’s Anatomy “5×13: Stairway to Heaven”: Meus comentários sobre este episódios serão breves, pois ele traz a conclusão do caso que vínhamos acompanhando nas últimas resenhas. Que bom que Shonda Rhimes não rendeu-se ao sentimentalismo barato, evitando que os órgãos do serial killer fossem para o menininho e que, ao final, Grey foi lá testemunhar a execução do criminoso. Foi tudo muito bom, a cena final com Sheppard e Christina foi legal e tudo mais, mas é sério que eles precisavam daquela história do pênis quebrado de Mark Sloane? Sério mesmo? Poxa, Grey’s Anatomy estava indo tão bem sem essas bobagens e isso só serviu pra que o campeão de buscas no Google na semana fosse a expressão “broken penis”, com homens de todo o mundo morrendo de medo de que isso aconteça com eles. Pois é, eu pesquisei. 1) o pênis não é um osso. 2) A fratura peniana acontece no corpo cavernoso e é raro de acontecer. 3) Podemos seguir adiante, por favor, Shonda? Quem sabe com um final para o romance fantasma de Izzie e Denny que certamente já durou bastante tempo. Quero saber logo qual doença que ela tem pra eu pesquisar no Google se realmente é possível ela beijar e tocar um ente querido falecido na porta de um hospital.
Cotação Bruno Carvalho:
Episódio exibido em 22/01/2009 na ABC americana.

The Office “5×12: Prince Family Paper”: Todo episódio de The Office que começa com uma das “pegadinhas” de Jim com Dwight já eleva o nível logo de cara (e essa foi uma das mais elaboradas de todas), mas ao contrário do capítulo anterior, o que veio em seguida não decepcionou. Na verdade, até surpreendeu. Enquanto Michael e Dwight saíram numa missão de espionagem empresarial, a ociosa filial de Scranton passou todo o episódio num inusitado jogo chamado: “Hillary Swank É Gostosa ou Não?”. Eu queria saber qual é o processo criativo dos roteiristas para atingirem algo tão brilhante e específico. Contadores e vendedores de papel travaram uma interminável discussão que envolveu até mesmo a utilização dos recursos do escritório para chegarem num veredicto. Já na Prince Family Paper, tivemos mais uma demonstração de que, apesar de estúpido, Michael tem um coração puro e(e que Dwight é o bronco de sempre). Provavelmente este foi melhor episódio da temporada! E afinal, a Menina de Ouro é gostosa ou não? Quero a opinião de vocês!
Cotação Bruno Carvalho:
Episódio exibido em 22/01/2009 na NBC americana.

30 Rock “3×09: Retreat to Move Foward”: 30 Rock segue num ritmo de altos e baixos nesta temporada, conseguindo arrancar enormes gargalhadas esparsas em episódios como esse, mas deixando um vazio entre elas. Eu já mencionei aqui que a trama anda muito desconexa e ao invés da piada funcionar dentro de um contexto, muitas vezes as “punchlines” entram sem tom, como se Tina Fey estivesse escrevendo um quadro para o Saturday Night Live. Muitas vezes, inclusive, eles passam tempo demais desenvolvendo uma esquete, que no final não tem uma conclusão satisfatória, como aconteceu com o caso da diabetes de Tracy. Gastaram preciosos minutos com uma embaraçosa atuação de Jack McBryer e os já cansativos exageros de Jane Krakowski, pra entregarem um final à lá Chaves. Desculpe Tina, mas dessa vez não deu de novo pra entrar no hype.
Cotação Bruno Carvalho:
Episódio exibido em 22/01/2009 na NBC americana.

Battlestar Galactica “4×12: A Disquiet Follows My Soul”: É justo que uma população inteira esteja constantemente à mercê de um governo militar e totalitarista? Este retorno de Battlestar Galactica, além de quebrar importantes paradigmas, inevitavelmente nos faz pensar: e se Adama e sua cúpula estiverem errados? Onde está a Justiça nisso tudo? Se um estado de exceção perdura por um período de tempo excessivamente longo, tornando a convivência diária insuportável, uma reorganização de poderes e responsabilidade é sim bem vinda e necess[aria. Por isso, eu não culpo as atitudes de Felix Gaeta e dos vários rebeldes que estão prestes a iniciar uma revolução na frota, numa aliança com Tom Zarek. Se não foi dada a palavra a estas pessoas (ou elas não foram levadas à sério), infelizmente não há outro jeito de conseguir atenção, senão com violência e rebeldia. A história nos mostra isso de forma incontestável. Nosso mundo foi feito assim e parece que o deles também será. Isso infelizmente acontece numa época em que o bebê híbrido some para dar lugar ao fruto cilônico que pode perpetuar a raça máquinas sem a nave da Ressurreição. O jogo está virando, crenças foram abandonadas e nos corredores de Galactica é possível trombar com Laura Roslin correndo contra o tempo que ficou alienada a uma vã profecia. É hora de reconstruírem a história e faltam só 8 episódios! Que série maravilhosa!
Cotação Bruno Carvalho:
Episódio exibido em 23/01/2009 no Sci-Fi americano.

Se você procura os comentários da incrível estreia de LOST, fazemos a cobertura toda madrugada de quarta pra quinta, imediatamente após a exibição do episódio nos EUA. Clique aqui para conferir os comentários de 5×01: Because You Left e 5×02: The Lie! Não deixe também de mandar a sua opinião, comentários e teorias sobre a 5ª temporada da série, que é a penúltima!

Certamente notaram a ausência dos comentários sobre a 5ª hora de 24 aqui. Mas eu explico: a cada temporada, eu escolho algumas séries para seguir fora da Semana em Série, de forma que ela receba mais destaque. Assim, separarei um dia só pra falar das aventuras de Jack Bauer, assim como já faço com LOST! Ainda esta semana eu solto as minhas impressões sobre “7×05: 12:00pm-13:00pm“. E vocês, o que acharam dos episódios da semana passada e das estreias de United States of Tara e Lie to Me? Aguardo a opinião de todos os leitores, inclusive os que passam aqui diariamente e não comentam, ok?

Autor: Bruno Carvalho - Categoria(s): 30 Rock, A Semana em Série, Big Love, Damages, Fringe, Gossip Girl, Greys Anatomy, How I Met Your Mother, Lie to Me, The Big Bang Theory, The Office, United States of Tara Tags: , , , , , , , , , ,

Ver todas as notas

32 comentários para “A Semana em Série: 18/01 a 24/01”

  1. - Notas do Editor

    Estou no Rio, sem rotina. Desculpem a hora das postagens. Se tiver algum erro me avisem, não pude passar no corretor. Tive que escrever tudo direto no Google Docs.

    Verei se consigo que 24 entre amanhã. Se não der, fica pra sexta, mas em breve regularizo. Essa matéria já deu trabalho demais, espero que gostem!

  2. Bruno Sousa disse:

    Uau!!! Nossa eu pensei que sua review de Lie to Me ia ser bem chatinha, tipo “ela peca em parecer demais com um série policial, diferente de The Mentalist”, mas eu tive um grande prazer de ver que você não fez esse tipo de comentário como fizeram outros blogueiros. Realmente não sei como pude pensar isso… destacou os pontos certos como o desgaste que pode ocorrer com essa premissa de Lie to Me!

  3. Bruno Sousa disse:

    Ah! E não sei se você gosta de séries do tipo ‘terror/suspense’ ou até série britânica, mas vai ai uma dica: Apparitions! Muito boa, bem polêmica estilo Dexter, mas sobre os assuntos da igreja. A algumas semanas acabou sua primeira temporada com 6 episódios. Se puder confira!

  4. re disse:

    bruno adorei seu sarcasmo nessa parte de greys anatomy:
    “Quero saber logo o qual doença que ela tem pra eu pesquisar no Google se realmente é possível ela beijar e tocar um ente querido falecido na porta de um hospital.”

    concrdo em genero numero e grau. esa serie era p ser real enao ficçao, fantasia. odiei do fundo do meu utero essa invençao de shonda, por mais q ache o morto um gato kk
    .

  5. Thais Afonso disse:

    Sobre Tara: Não gostei muito do piloto, achei extremamente sem graça. Mas dei uma segunda chance, e apesar de também não ter rido no segundo episódio, comecei a gostar da série. Toni Collette está sensacional. Acho que na próxima temporada de prêmios, ela leva tudo.

    Sobre GG: Eu ainda me identifico com essas tramas sobre entrar na faculdade, afinal, eu entrei ano passado só. Então, apesar de série ser feito de uma maneira bobinha, enquanto no livro a admissão na faculdade chegava a ser um assunto angustiante, eu ainda curto. E eu passei por essa situação toda, SATs, redações infinitas sobre a sua vida, esperar seus professores escreverem sua carta de recomendação, então acho que me identifico mais que a maioria dos brasileiros. Mas a situação de Blair em relação a Yale realmente nem foi o melhor do episódio. O melhor foi todo o desenvolvimento com Chuck e Lily, eles derrubando Jack, o Jack atacando a Lily e o Chuck voltando pra casa dos Van der Woodsen (ou Van der Basses, como eu li em algum lugar).

    Sobre TBBT: Até gostei do episódio, mas acho que ainda não está tão engraçado quanto estava antes do hiato. Porém, ainda é a melhor comédia da temporada, e o Parsons é o melhor ator cômico, e concordo com você que ambos merecem ser reconhecidos.

    Sobre Fringe: Acho que fui a única, mas achei o episódio fraco.

    Sobre Grey’s: Melhor episódio da temporada, na minha opinião. O roteiro estava perfeito (tirando o fato do Denny aparecer) e as atuações estavam fantásticas. Também quero procurar a doença da Izzy no Google, porquê WTF? Ela transou com uma cara morto. Que doença faz isso acontecer?

  6. re disse:

    sobre fringe, concordo tb. falta algo p coisa estourar. tipo q a serie e como um sexo sem orgasmo. FALTA O CLIMAX, O ORGASMO p ficar na cabeça, querendo bis achando fodona
    kkkk

    desulpe a analogia mas caiu como luva p minha tentaiva de explicar oq axo da serie

  7. Sobre as estréias, Tara é ótima. Não sei por que é vendida como comédia, pois não risos são raros para quem assiste. Ainda assim é um ótima série, com uma atuação absurda de Collete e um roteiro muito bem trabalhado por Diablo Cody. Já Lie to Me, não me chamou muito a atenção, mas achei bem interessantes essas técnicas de saber quando uma pessoa está mentindo e tal. Continuarei assistindo, mesmo com todos os clichês e a alta semelhança com The Mentalist, que já devo abandonar na próxima semana.

    O episódio de Fringe realmente foi muito bom, uma ótima maneira de voltar. Apesar dos pesares, é uma série que me cativa pela forma que a trama é conduzida.

    Damages teve mais um episódio ótimo, ainda melhor que os anteriores e, diferente de você, não estou achando tão confuso, ainda que, realmente, as tramas secundárias ainda não estão se encaixando na principal.

    Esse episódio de Grey’s Anatomy foi o melhor da temporada, na minha opinião. Apesar do desnecessário “broken penis” (que nem teve tanto espaço no episódio), Stairway to Heaven foi um episódio excelente, especialmente em suas cenas finais. A Ellen Pompeo estava ótima, o que não tinha acontecido em nenhuma temporada anterior.

    Abração!

  8. Bruno Sousa disse:

    Pequeno erro que eu percebi até agora: “Quero saber logo o qual doença que ela tem pra eu pesquisar no Google… ” Pequeno erro no ‘o qual’ !

    Resposta do Editor

    Valeu. Ficar sem Word sucks.

  9. Hillary Swank não é gostosa! hehe

  10. Antonio Carlos disse:

    Bruno, sobre o E.R, alguma notícia de quando a ultima temporada aterisa por aqui??
    Valeu…

  11. JM disse:

    Gostei de “Tara”, provavelmente vou acompanhar (só treze episódios por temporada, vinte minutos, download rápido…). Não é uma comédia pra se ter crises de riso, mas é muito agradável :)

    “Continuarei dando chace aos Upper East Siders, por enquanto.” Eu não sei se posso dizer o mesmo ‘-’ Não só porque alguns episódios estão fraquinhos (se fosse por isso eu teria parado com Grey’s logo no início da quarta temporada), mas porque eu não vejo futuro para a série. É uma série legalzinha, mas não acho que vá passar disso.

    Gostei bastante desse retorno de Fringe, mas achei que fugiu um pouco da “fórmula” da série. Com tantos episódios bons, Fringe já saiu da minha lista de séries que estão perigando, mas se o próximo episódio for a tosquice que parece ser pelo promo, vai voltar pra lá.

    Achei esse episódio de Grey’s Anatomy muito, MUITO superior que qualquer episódio dessa temporada. Teve uma “personalidade” própria; não teve aquele clima de segunda temporada, mas um clima novo, que eu adorei. Até as histórias mais bobinhas e fora de contexto foram muito bem trabalhadas e a Shonda (ou quem quer que tenha escrito o episódio) está de parabéns. O próximo episódio promete e, se cumprir, será a prova final de que Grey’s Anatomy voltou a ser o drama médico que já foi um dia.

    Estou atrasado com Damages, TBBT, The Office e Battlestar e não vejo as outras.

  12. JM disse:

    Puts, tinha feito um comentário enorme e sumiu :( resumindo:

    - Gostei de “Tara”. Não tem um humor que causa crise de risos, mas provavelmente vou acompanhar (teremos mais reviews aqui?)

    - Gostei do retorno de Fringe, mesmo tendo saído da fórmula do programa. Acho que a série teve um desses “orgasmos” no gancho do episódio 10 e provavelmente terá outro na season finale, mas pelo promo, o próximo episódio parece ser uma tosquice sem fim

    - Melhor episódio da fraca quinta temporada de Grey’s Anatomy, emocionante. Até as histórias mais bobinhas e fora de contexto foram muito bem trabalhadas

    - Achei Lie to Me um programa vazio, sem personalidade própria e já cansei de séries policiais (já vi todas as temporadas de CSI .-.)

    - Estou quase parando de ver GG, mas esse episódio foi legalzinho.

    - Não vejo Big Love, 30 Rock e HIMYM e estou atrasado com as outras.

  13. João PT disse:

    Como ontem dissera GG está fraco. Este episódio foi melhor que o anterior, mas nada de especial. Aliás a primeira parte foi uma autêntica chatice. Só a partir da cena de Blair e das amigas, começou a ficar interessante (apesar dos clichês). A cena final foi totalmente inesperada, o que rendeu uma melhor nota ao episódio.
    Agora assustei-me a valer. Olhei para a nota de Fringe e era de 0,5 estrelas. Depois fiz refresh e apareceram 3 estrelas e meia (que susto), pensei que você não tivesse gostado do episódio.
    Eu achei um bom episódio, mas mesmo assim continuo a preferir Safe (último antes do hiatus).
    Grey’s Anatomy para variar gostei (posso ser um pouco facioso).
    Este arco foi muito bem explorado com todos já dissemos, a destacar:
    o veredícto que Izzie está doente (um pouco burra da parte dela ter demorado séculos a descobrir , após tantas pistas de Denny)
    A execução do serial killer e as pazes de Cristina com Meredith.
    A cena do Broken Penis que achei piada para descontrair de toda aquela tensão.
    Sadie não me convence acho uma personagem dispensável, George cada vez mais ausente.
    Agora no que toca às estreias:
    Lie To Me gostei do piloto, e se continuar assim vou seguir esta série com muito prazer. Por norma acho todos os pilotos fracos, comparativamente aos restantes episódios, mas com Lie To Me isso não aconteceu. Caso interessante o do jovem Testemunha de Geóva. Também gostei do genérico quase tão bom como o de TBBT.
    United States of Tara, obrigado Bruno era o empurrãozinho que me faltava para começar a ver. Uns dias atrás estive quase a ver, mas um bloguista disse bastante mal dela, que fiquei à espera da sua resenha para decidir.

    É já na amanhã LOST!

  14. Rony. disse:

    Concordo que ‘Lie to Me’ tende a se desgastar. De qualque forma, gostei bastante do primeiro episódio, principalmente pela atuação do Tim Roth. É o tipo da série carregada pelo personagem principal, e ele é genial. Aquele ar irritadiço é impagável! Por outro lado, a assistente Gillian oferece um alívio à rabugice dele. Outro ponto que me agradou muito foi deixarem o espectador participar da brincadeira, conhecer em detalhes os pontos observados pelo Cal. É muito chato em algumas séries policiais os personagens desvendarem tudo e o espectador não saber como isso aconteceu. Também adorei as inserções de imagens de famosos pegos em suas mentiras e as cenas finais, que ilustram bem por que o personagem é tão solitário.

    Também gostei demais da volta de ‘Fringe’. Como você sempre ressalta – acertadamente-, alguns episódios ficam com cara de ‘caso do dia’, sem muita ligação com a trama principal. Felizmente não foi o que aconteceu nesse retorno da série.
    E ver o Walter bancando o cupido foi hilário! Todo mundo sabia desde o primeiro episódio que ia haver um clima entre a Olivia e o Peter, finalmente resolveram deixar de enrolar e deixar isso mais explícito.

  15. Rony. disse:

    Ah, e fiquei curioso de ver ‘United States of Tara’ por causa da Toni Collete. Mas sabendo que é da roteirista de ‘Juno’… Hmm… por enquanto, passo.

  16. vinicius disse:

    Meu caro Bruno, com tanta série interessante, como The mentalist,
    one tree hill, brothers and sisters, vc comenta sempre as mesmas.
    E greys anatomy é muito chata e irreal.
    Se for pra comentar sobre greys, comente também de Gost e supernatural.
    Ou ER.
    Mas seu blog ta ficando meio chato e repetitivo.
    Os comentários são sempre os mesmos, assim como as séries.

    Resposta do Editor

    Cada blog segue seu estilo, seu editorial. É impossível eu comentar ER, uma série que nunca vi e que já está no 15º ano. Eu não começo a comentar séries que não vejo desde o início, pra não prejudicar as resenhas. É uma filosofia que adoto e não abro mão. Sobre Brothers & Sisters, ainda estou no início da 2ª temporada, mas assistindo pra poder chegar junto com vocês. Já falei aqui, inclusive, o que acho de The Mentalist e porque eu não vou comentá-la episódio por episódio.

    Não tem como fazermos coberturas completas de séries sem ser repetitivo, pois a natureza das séries é essa! Mas sempre tento adicionar novos dramas e comédias à cobertura (que só aumenta) e duvido que encontre um blog de autor único que fale de tantas produções como eu. Espero que compreenda.

  17. João PT disse:

    Acabei de ver United States of Tara, excelente episódio, gostei bastante, espero que consiga extrair todo o seu potencial (que tem) e também mostrar bastantes personalidades diferenciadas.

    Resposta do Editor

    O 2º episódio é bem fraco, e só existem 3 personalidades além de Tara: “T”, Buck e Alice.

  18. raquel lopes disse:

    Sobre a quinta temporada de grey’s anatomy , foi um absurdo o Denny ter retornado , ja que a Izzie levou duas temporadas para superar a morte dele e ja estava se acertando com o Alex , e pelo que li o Denny vai continuar com ela enquanto ela vai se recuperando da doença , mas essa volta do Denny foi muito criticada pelos fãs da serie .

  19. Vinícius disse:

    Bom, achei GG legal… A parte das faculdades é clichê sim, mas pra quem nunca assistiu outra série de adolescentes que disputam vagas em faculdades foi no mínimo diferente. Um ponto fraco que achei foi novamente o fraco romance entre Dan e Serena. Nesse episódio foi a vez dele de causar algum destúrbio no relacionamento porque não aceitou a decisão de Serena não querer ir para Yale. Achei muito legal o fato de Lily tentar ajudar Chuck e ele ter aceitado a ajuda, terminando com a adoção.

    TBBT foi um ótimo episódio, graças a Jim Parsons. As outras personagens também são muito bem interpretadas, mas Sheldon tem algo a mais. Também não sei como a série ainda não foi reconhecida.

    Achei que Fringe foi excelente. As tramas dos episódios anteriores estão se juntando, como o agente que estava envolvido com o sequestro da Olívia. Acredito e espero que o “clímax” que muitos esperam acontecerá sim, pois o agente comentou que estavam tentando salvar a Olívia de algo.. Bom, vamos ver no que vai dar né?! ^^

    O episódio de Grey’s foi emocionante! O caso do menino que era compatível com o serial killer foi uma ótima combinação… Foi bom que Yang e Mer se acertaram (pelo menos foi o que pareceu), e o caso do broken penis eu interpretei mais como o momento de descontração do episódio, pra que não ficasse só no drama, como acontecia antes entre Callie e Sloan. Claro que o momento de descontração não precisava ser exatamente esse, mas foi aceitável.

    Não acompanhei nenhuma estréia, mas fiquei com vontade de assistir “Lie to Me”, parece ser muito interessante.

    Que bom que você está novamente em dia com a exibição dos episódios Bruno. Seus comentários são os melhores. Acompanho o Blog diariamente, mas não tenho o costume de comentar. Valeu ^^.

  20. Rafael Maranhão disse:

    Também adorei esse episódio de The Office, e pra falar a verdade não acho Hillary Swank gostosa não!!

    Fiquei com bastante votande de ver Lie to me, a história parece ser bacana, e é um tema que gosto.

  21. Leandro disse:

    Acho que a industrias Bass deve ser de algo relacionado com arquitetura… Lembro de algum episodio que falou algo do tipo.

    No the Office, realmente, é brilhante como eles conseguem transformar algo tao simples (uma discussão que qualquer um de nos poderiamos ter com amigos e etc) num momento tao engraçado… pensando numa cena antiga…
    quando aquela moreninha (namorada do Jim) acho que Kate ne? chega a filial, junto com outros funcionarios de sua antiga filial, e o michael faz aquele show todo e a namorada do jim pergunta:
    Como voces trabalham?
    e a phillis responde:
    Tentamos arrumar um tempinho durante o dia!

    Sendo que dessa vez a culpa nao foi do michael, chegamos a conclusao de que ng gosta de trabalhar!

    muito engraçado!

  22. João PT disse:

    Pena, obrigado pela dica, mas mesmo assim vou dar uma olhada e depois digo o que achei no próximo semana em série.

  23. natalia disse:

    fala sério the office é hilário, no começo achei a série meio boba, mas os personagens me surpreendem, me lembram aquelas pessoas corporativas de um trabalho que tive… moscando. interessante que aqui parece só ter homens comentando da série. só para provocar hehe… gostoso eu não diria, mas sexy mesmo é o michael scott.
    http://fxbrasil.uol.com.br/br/series/the-office/fotos/
    amo esse ator.

  24. Maru_Sparrow disse:

    Que bom q vc vai continuar a seguir Lie to Me e United States of Tara, gostei de todos os review, foi uma semana boa no fim das contas, com boas estréias e bons episódios (tirando gossip girl, que anda muito repetitiva)

  25. Tiago disse:

    Os dois últimos episódios de Grey’s (o 12 e o 13) foram os melhores da temporada. Acho que a série voltou com tudo e deve ficar melhor ainda agora que finalmente revelaram que Izzie está doente (já era meio óbvio…).

  26. Diego disse:

    achei o episódio de Gossip Girl melhor que os dois anteriores … a cena do diabinho e do anjo foi demais…
    nunca tinha visto nada sobre faculdades, pois nao assistia nenhum série teen, mas achei que foi bem legal (apesar que o 2×06 foi bem melhor)
    O Dan foi completamente ridiculo, a Serena é obrigada a ir pra onde ele quer?
    que venha logo Georgina pra dar um gás na série *.*

  27. JM disse:

    Raquel Lopes, eu ouvi falar exatamente o contrário, e no final do episódio ficou claro que ele já “se foi”.

  28. JM disse:

    E Grey’s é beeeem melhor que ER.

    A série já foi boa, mas hoje em dia não passa de Malhação no hospital.

  29. Netiteve disse:

    Eu gostei bastante da estreia de US of Tara. É uma série que promete muito.

    Realmente não é de dar gargalhadas, embora a cena da briga seja o caso. :)

    Toni Colette consegue dar uma incrível diferenciaçao para cada personagem. Dos olhares aos maneirismos corporais.

    O restanto do elenco também arrasa.

  30. Anderson disse:

    Olha, eu gostei muito desses três últimos episódios de Grey’s Anatomy, realmente supera em muito a última temporada. Achei bem interessante o desfecho da história do serial killer e do menino. Eles conseguiram um bom nível, quem assiste acompanha a série com certeza quis chorar com a Dra. Bailey e com a Meredith.
    Quanto a FRINGE, estou cada vez decepcionado, a série perdeu totalmente a linha e nos dois últimos episódios está extremamente chata e repetitiva. Não estou gostando.

  31. xlucas disse:

    Adoro The Big bang Theory. Alías é a única comedia que acompanho atualmente (embora tenha vontade de acompanhar, varias outras. Mas haja tempo pra acompanhar tudo, né?! Preciso garantir o pão de cada dia, também, não é? :) ).

    E realmente Sheldon é o centro dessa série, sem ele acho que a serie acaba. O que me deixa meio temeroso, pois os outros atores podem começar a sentir-se desestimulados, pintar ciúmes, partirem para outra, etc, e o pior, a soberba pode tomar conta de Jim Parsons, o levando a exigir cada vez mais, até o ponto da serie ficar inviável… Mas toda produção corre esses risco, não é!? (sem contar o esgotamento criativo dos autores, que em geral vem com a longevidade)

    Bem espero, que nada disso se concretize… toc, toc, toc,…

    P.S. tive que dar uma pausa no acompanhamento das series, e só ontem pude ver o episodio S02E13. Devo ver os proximos essa semana ainda.

  32. [...] I Met Your Mother – Enviou: Do I Know You?; Benefits; The Naked Man; Three Days of Snow; Wooo!; e The Three Days [...]

Deixe um comentário:

Antes de escrever seu comentário, lembre-se: o iG não publica comentários ofensivos, obscenos, que vão contra a lei, que não tenham o remetente identificado ou que não tenham relação com o conteúdo comentado. Dê sua opinião com responsabilidade!

Os campos com * são de preenchimento obrigatório







Voltar ao topo