A Semana em Série!
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Perdoem a demora excepcional, mas já estão aqui os comentários dos episódios exibidos na semana passada nos EUA, com destaque, é claro, para o retorno de Damages. Não esqueça de deixar o seu comentário ao final, com as suas impressões sobre as séries que acompanha. Vamos lá?
Gossip Girl “2×14: In the Realm of the Basses”: O bom ritmo que Gossip Girl vinha apresentando está gradativamente sendo substituído por um melodrama bobo. Parece que neste retorno colocaram todas as fichas da série em Chuck e quando o garoto recebe atenção demais ele entra no modo “Batman Dark Knight” e não sai. O ator Ed Westiwick tem até uma boa presença de tela, mas estraga as cenas quando não consegue sair disso. O romance de Dan e Serena também não empolga, como eu já tinha falado na resenha anterior (é um casal fraco) e não sei nem o que dizer desta historinha do filho de Lilly e Rufus, que agora descobrimos estar vivo e ter sido entregue à adoção pela jovem mãe. Eu já vi essa trama em algum lugar… Ah, em 90210, da própria CW! Quanta criatividade, não? Precisamos urgentemente de algo realmente interessante pra agitar de vez Gossip Girl.
Cotação Bruno Carvalho: 


Episódio exibido em 05/01/2009 na CW americana.
Friday Night Lights “3×12: Underdogs”: É uma pena que uma série com excelentes atuações e um roteiro invejável seja praticamente ignorada em grandes premiações apenas pelo estigma de ser teen. Quisera grande parte das produções indicadas ter a mesma densidade dramática que Friday Night Lights, que nesse penúltimo episódio atingiu o ápice da temporada. O destino da atual formação dos Panthers foi mais uma vez decidido na final do campeonato em San Antonio em um jogo simplesmente emocionante. Abro um parêntesis aqui para elogiar a incrível fotografia e edição da série, que conseguiu criar um clima de tensão imediatista com a partida, ainda que o espectador não entenda nada sobre o peculiar esporte (pra nós brasileiros, pelo menos). A despeito de toda a expectativa de uma vitória, os Panthers acabaram perdendo nos segundos finais, parte por culpa do pífio desempenho de J.D. McCoy durante o primeiro tempo, já que o garoto estrela estava transtornado com os recentes acontecimentos em sua família (culpa da intromissão dos Taylor?). Mas o melhor do episódio aconteceu fora do campo, com a maravilhosa redação que Tyra escreveu seguida pelo acalorado discurso do treinador durante o silêncio que tomou o vestiário do estádio com a derrota. Mesmo sem festa, este foi um episódio apoteótico!
Cotação Bruno Carvalho: 




Episódio exibido em 07/01/2009 no canal The 101 da DirecTV americana.

Damages “2×01: I Lied, Too”: Damages retornou de forma muito inesperada, após apenas um mês dos eventos bombásticos que encerraram o primeiro ano da série. Como de costume, fomos logo jogados para seis meses no futuro onde encontramos Ellen Parsons totalmente diferente, ameaçando e interrogando alguém que não foi mostrado. No presente, vimos Patty Hewes atormentada por suas ações, criando uma fundação pra tentar limpar sua consciência. Alguém duvida que ela teve algo a ver com a prisão da filha do candidato ao governo? É certo que o episódio em si foi atribulado e um pouco confuso, nos apresentando a casos demais e personagens que ainda não fazem sentido à trama, mas que certamente farão (notadamente a personagem de William Hurt, que roubou a cena). Damages não é uma série linear como 24, por exemplo, mas segue num ritmo brilhante, ainda que tortuoso. Eu fiquei estarrecido com aquele final, pois apesar de Ellen claramente trilhar por um caminho mais sombrio depois da morte de seu noivo, não sabemos nada sobre o que a levou àquela situação extrema. Eu sinceramente não esperava que o episódio de estreia fosse tão promissor, depois da excelente primeira temporada, mas este foi o presságio de que muita coisa boa está por vir.
Cotação Bruno Carvalho: 



Episódio exibido em 07/01/2009 no FX americano.
Grey’s Anatomy “5×11: Wish You Were Here”: Eu fico feliz após um bom episódio como esse, trazendo a certeza de que a série não perdeu o seu fôlego. Todos os casos estão interessantes, sejam os clínicos ou os amorosos. Aliás, há algum tempo Chandra Wilson deu um gás nas histórias da semana, que estavam ficando meio caídas. A ambiguidade trazida pelo dilema sobre como tratar um paciente que está no corredor da morte leva o drama para um nível maior, onde podemos conhecer um pouco mais dos residentes e como eles são afetados por esta situação. Notem a diferença de tratamento que ele recebe de Derek com a de Meredith, por exemplo, e como o neurocirurgião justifica sua indiferença com a saúde do assassino serial, graças a um trauma passado. Outro caso que permanece em evidência é o da (in) sanidade de Izzie, agora que ela contou a Alex sobre as suas “visões” de Denny. Mas já que sabemos que isso é patológico, as interlocuções de Duquette (que são manifestações do subconsciente afetado da médica) se tornam divertidas e interessantes, como se duas personalidades estivessem brigando entre si. Que bom que as coisas melhoraram consideravelmente no Seattle Grace!
Cotação Bruno Carvalho: 



Episódio exibido em 08/01/2009 na ABC americana.
30 Rock “3×07: Senor Macho Solo”: Apesar de fantásticas a performance e caracterização de Jane Krakowski como Janis Joplin, não me empolguei muito com este episódio, pela desconexão entre as situações. Sem querer, 30 Rock está virando uma sitcom de esquetes com núcleos, ao invés do roteiro trabalhar em uma trama central com ramificações. Tivemos o caso de Jack Donaghy com a enfermeira (Selma Hayek), o envolvimento de Liz com um anão, pois ela o confundiu com uma criança, e a situação com Tracy e a esposa. Nenhuma delas tinha nada a ver com a outra! Depois de 2 Globos de Ouro e 2 Emmys, sabemos que 30 Rock é capaz de muito mais do que foi mostrado esta semana. Espero que no próximo façam valer todo o hype conquistado pela série
Cotação Bruno Carvalho: 


Episódio exibido em 08/01/2009 na NBC americana.
Fique liGado, pois na semana que vem comentarei a volta de Jack Bauer, além das séries da semana. E não se esqueça que amanhã American Idol está de volta no Sony!
Autor: Bruno Carvalho - Categoria(s): 30 Rock, Damages, Friday Night Lights, Gossip Girl, Greys Anatomy, Sem categoria Tags: episodios, eua, resenha, semana







Bruno,
você acredita que essa será a última temporada de FNL
ou é possível que tenhamos uma quarta temporada?
Resposta do Editor
Eu não li nada que sim ou que não, mas com todos indo para as faculdades, acho difícil a série se manter. Não vi o último episódio ainda pra dar uma opinião se a história foi fechada ou não. Depende do desempenho da série na NBC agora que ela acabou de passar na Directv.
Também senti o que você falou a respeito dessa volta de GG. Mas achei bastante promissor, já que agora Jack Bass mostrou que é um verdadeiro vilão. E eu tenho esperança de que essa trama do filho da Lilly e Rufus seja pelo menos aceitavel… Mas como estamos falando de GG, isso fica dificil.
Eu achei esse primeiro episodio de Damages maçante… As tramas foram aos poucos se desenvolvendo, foi tudo muito devagar. Não achei que o William Hurt foi tão bem assim… Na verdade o merito fica com a Rose Byrne que foi excelente em cena.
Bruno, bem que você podia voltar a assistir Kath & Kim… Ficou muito boa!
E Worst Week também… Mas acho que se você nao gostou dos episodios anteriores, provavelmemte não vai gostar dos novos também… Enfim, quando puder, de uma olhada nessas duas séries.
Eu q nunca fui tão fã de GG, discordo, achei um bom episódio, melhor q muitos q vc achou bom (nossos gostos são diferentes mesmo…xD).
E também gostei de 30 Rock, me fez rir bastante esse eps., porém concordo que a séries está virando uma sucessão de sketches, porem sketches ótimos, na minha opinião continua merecendo todos os prêmios ganhos, é a melhor comédia da atualidade…
FNL: episódio impecável do início ao fim. Foi interessante saber que a surra que Joe deu em JD não ficou só por aquilo, resultando na denúncia feita pelos Taylor, que causou um abalo na relação com os McCoy. No começo, eu achava que a mãe de JD tivesse segunds intenções em sua amizade com Tami, mas aos poucos percebi que não tinha nada de falso na relação das duas e foi muito triste ve-la magoada com Tami, como se ela tivesse sido traída. Essa foi uma situação muito delicada e, por mais triste que seja, completamente inevitável. Um seriado teen normal certamente ficaria apenas com a cena da briga (afinal, o que dá audiencia é colocar um pai esmurrando o filho e não questões judiciais).
Já Tyra deixou para trás aquela nuvem negra que foi seu relacionamento com o cowboy e conseguiu voltar a ser interessante com essa redação sobre seu perfil. A leitura foi tão comovente quanto o discurso do coach.
E que jogo foi aquele! Não entendo nada de futebol americano, mas a série consegue transmitir com maestria o clima dos jogos. Foi de chorar o resultado? Sim, mas não pela derrota. O emocionante foi ver o esforço de todo o time e como eles encararam essa “derrota”. Foi extremamente triste ver os Panthers não levando a melhor, mas nem tudo na vida é vitória.
GG: Cadê as tramas empolgantes da primeira parte dessa temporada? Estou gostando do passado de Lily e Rufus, achando até mais interessante que o romance Serena+Dan, mas ele é bom enquanto apenas uma trama coadjuvante. O plot de Chuck está começando a ficar desinteressante, com ele sendo transformado em um protagonista/mocinho que não consegue enxerghar o que acontece de baixo de seu nariz. GG consegue ser muito melhor do que isso.
A propósito, tenho lido por aí sobre um spin-off de Lily e Rufus. É oficial? Tem previsão de lançamento? Alguma coisa sobre?
30Rock: Selma Hayek foi desinteressante quanto Steve Martin. Duas participações desperdiçadas. O rap de Kenneth, infelizmente, não conseguiu salvar o ep.
Grey`s: Saudades das tramas envolventes. Saudades da Addison no hospital. Pelo menos tem sempre maravilhosa Sara Ramirez =]
Já ouviu falar de 24??? Hehehe, aguardo comentários…
Resposta do Editor
Sim, já ouvi falar. Comentamos sobre ela, clique ao lado no menu para ler tag “24 Horas”. Comentários das séries da semana no blog são sempre publicados na semana seguinte ao da exibição para dar tempo dos leitores assistirem. Como 24 Horas foi exibido nesta semana, os comentários virão na semana seguinte. A única exceção feita é com LOST, que é publicado assim que exibido. Obrigado pela compreensão.
Essa estreia da 2 season de damages merecia 5 estrelas Bruno!
24 voltou com tudo… tem de tudo pra ser umas das melhores temporadas!
anraço
Damages é DE VERAS fora de série (trocadilho infame!)
Já dava pra saber que o filho da Lily estava vivo pelo final do último capítulo, quando o Rufus pergunta pra ela se era menino ou menina.
Resposta do Editor
Não dava. Ele achou que ela tinha abortado e o que ele falou, em inglês, foi “was it a boy or a girl” (era menino ou menina).
LINDÍSSIMA MESMO A CARTA DA TYRA.
PENSEI QUE IA FICAR NO DISCURSO NO CARRO, EXPLICANDO PARA O LANDRY O QUÊ MUDOU EM SUA VIDA NOS ÚLTIMOS ANOS, A PARTIR DO ACIDENTE COM JASON STREET.
MAS ENTÃO ELA COMEÇA A LER A CARTA E EU TIVE DE CONTER AS LÁGRIMAS.
CLEAR EYES. FULL HEARTS. CAN’T CANCEL.
Não gostei nada deste episódio de GG achei chato e mais do mesmo. Só a possível “traição” de Blair com Jack Bass é que me deixou com vontade de assistir o próximo. Acho esta segunda temporada bastante mais fraca do que a primeira.
Grey’s Anatomy voltou em força, adorei as cenas de Sloan e Sara, bem como Izzie e os seus dois namorados.
O caso da semana também foi muito bom, despertando algumas crenças, etc.
Acho que está na hora do Chief pedir a reforma, na minha opinião ele é o que impede a sair de se renovar definitivamente.
Damages cada vez mais vontade de assistir, mas tenho mais séries na lista de espera portanto vai ter de esperar
Bons posts!
Se ela abortou como ela poderia saber se era menino ou menina?
Resposta do Editor
O aborto pode acontecer em qualquer fase da gestação humana.
Na verdade não, o aborto pode acontecer apenas no início da gravidez, quando não era possível, há 20 anos, o conhecimento do sexo do bebê.
Resposta do Editor
Sabemos agora que Lily não abortou na série, mas esta informação de que o aborto só pode acontecer “no início da gravidez” não procede. Pesquise e verá que existem vários métodos de aborto provocado, que acontecem, inclusive, depois que o feto está praticamente formado. É triste, mas é o que acontece no mundo todo.
Acho que quem precisa pesquisar é você. Se o bebê morre depois de formado, a mãe precisa passar pelo parto. Desde aquela cena na estação de trem era possível saber que ela não tinha abortado, assim como não seria necessário que ela ficasse internada em algum lugar se isso tivesse acontecido.
Resposta do Editor
Realmente vendo a cena da estação de novo, pode-se tirar esta conclusão. Na verdade, pode-se tirar as duas conclusões, de que ela teve o filho ou de que ela provocou um aborto, pois o diálogo de Rufus com a mãe de Lily é inconclusivo e ele diz “Was it…”. z
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[...] – Enviou: I Lied, Too; Burn It, Shred It, I Don’t Care; Hey Mr. Pibb; London, of Course; Look What He Dug Up This [...]