Season Pass: Bionic Woman | LiGado em Série, com Bruno Carvalho
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17/04/2008 - 08:33

Season Pass: Bionic Woman

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Estreou há 2 semanas no Brasil o remake de Bionic Woman, série baseada no drama homônimo de 1976, que foi a grande aposta do canal americano NBC após o sucesso alcançado com Heroes em 2006. Porém, enquanto a série de Tim Kring usou e abusou da estilização dos heróis gerando hype em torno da série e de seus personagens, a adaptação de David Eick (produtor de Battlestar Galactica) peca pela falta de carisma e identidade. A história acompanha a vida de Jaime Sommers, uma garçonete que acaba se envolvendo em um trágico acidente e sua única chance de sobrevivência resta na pesquisa ultra-avançada de seu namorado com “anthrocites“, máquinas moleculares milagrosas. As duas pernas, um braço, um ouvido e um olho da moça foram substituídos, tornando-a biônica. Por isso, ela agora terá que “pagar” esses upgrades realizando alguns “serviços de utilidade pública”. Os primeiros problemas da série já começam pela bela e inexpressiva protagonista, a atriz Michelle Ryan, que não consegue conferir a carga dramática necessária para convencer como heroína.

O roteiro é simples com boas pitadas de clichês do gênero, mas cumpre bem o encargo de estabelecer a plausibilidade da situação. Porém, a grande surpresa da série também é a maior decepção: Sarah Corvus, interpretada pela ótima atriz Katee Sackhoff (a Starbuck de Battestar Galactica) é outra mulher biônica (e “do mal”)! Eles poderiam ter sido um pouco mais originais que isso, não? Durante toda a primeira temporada me perguntei por que Corvus não era a semi-andróide principal, já que a ambigüidade de sua personagem seria muito mais interessante de se ver em papel de destaque. A série possui um visual dark, sempre carregado com chuvas e filtros excessivamente granulados, além de contar com alguns efeitos especiais bem “mais ou menos” e cenas de luta pouco inspiradas. Infelizmente, o drama chega e vai embora sem mostrar direito a que veio, pois você consegue perceber claramente ao longo dos episódios que falta um objetivo claro no roteiro, como não acontecia com Alias, por exemplo.

O resultado é que Bionic Woman foi se tornando uma série inexpressiva e de difícil identificação, que vai piorando consideravelmente até o péssimo 9º episódio. A dinâmica entre o elenco é fraca e nem a curta participação de Isaiah Washington (ex-Grey’s Anatomy) foi suficiente para impedir o cancelamento. Por isso, não se apegue, já que foram produzidos apenas 9 episódios e não existem chances de retorno.

Cotação LiGado em Série:
Season Pass – Bionic Woman – 1ª temporada. A&E, Domingos 19h e 21h, Segundas 00h, Quartas 21h, Quintas 14h.

Autor: Bruno Carvalho - Categoria(s): Bionic Woman, Season Pass Tags: , , ,

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8 comentários para “Season Pass: Bionic Woman”

  1. Cleber disse:

    Bruno eu não botei muita fé qdo lançou Bionic Woman mas até que eu gostei um pouco da série….mas depois eu tbém fui perdendo o interesse em acompanhar e tal…..eu axei que mesmo a Michelle Ryan sendo lindaa d+++ ela não tinha carisma suficiente para protagonizar a série…enfim que venha a nova safra de séries…..

  2. Rafael Maranhão disse:

    Nem me interessei em assistir Bionic Woman, deve ser fraquinha mesmo.

  3. tom morreu? disse:

    cade DESPERATE H.?????

  4. Gilson Alves disse:

    é uma %!@$&@#mesmo esse seriado. a grande decepção de 2007.

  5. Paulo Caires disse:

    A Lindsay Wagner (Mulher biônica de 1976) tinha muito mais charme e não era um pastiche chato como o atual.

  6. Rogeroger disse:

    Ola Bruno, Voce nao assiste a serie britanica Skins?
    Eu nao sou fan de series Teen, mas garanto a qualidade da Serie. Todos os Blogs de Series que eu visito elogiam a serie.
    Foi uma indicaçao para o proximo Season Pass!!

    abraços

  7. Daniel disse:

    Poxa, não achei tão ruim assim não… estou acompanhando pela A&E, então estou nos 1os episódios, mas senti um clima diferente, algo mais pesado, dark, tenso… meu sentimento é o mesmo que eu tinha com Dark Angel.

    Concordo que a história poderia ser melhor trabalhada, entretanto, mas pelo o que eu tinha lido, eles tiveram vários problemas que podem ter gerado remendos desconexos.

    Esses problemas, remendos, greve dos roteiristas que zuaram, mas acho que teve potencial sim, pelo menos na ambientação mais “dark”

  8. [...] depois, descobriríamos tratarem-se de verdadeiras bombas-relógio. Nasceram daí coisas como Bionic Woman, Joey, Journeyman, Crusoe, Knight Rider e outras, e foi em meio a tantos fracassos que o presidente [...]

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