09/03/2010 - 00:31
(LOST “6×07: Dr. Linus”) Ainda que os flash-sideways permaneçam um mistério nesta temporada, percebi que neste excelente Dr. Linus eles serviram para complementar a narrativa na ilha e não apenas para ratificar o que sabemos sobre as personagens como acontecia nos anteriores. Benjamin Linus, o homem por trás da purgação e de grandes mortes como a de Jacob, invariavelmente é um sujeito com boas intenções. No entanto, apesar de idealista e ambicioso, vimos aqui o quanto ele também é facilmente corrompÃvel pelo “mundo externo”. Em maior ou menor escala ou, se preferirem, dentro ou fora da ilha, Ben se guia em parte por seus ideias, mas não é forte o suficiente para seguir por sua própria conta. Daà a necessidade dele sempre se apoiar em lÃderes (também em maior e menor escala) que alternam de Richard Alpert a Jacob e/ou de UnLocke à Ilana. Ben, como eu disse, é um ser com boa Ãndole, porém um ser fraco. E é justamente a influência dos “outros” que desenham a tênue linha que o leva a cuidar de seu pai ou assassiná-lo a sangue frio e, até mesmo, salvar sua filha ou permitir que ela seja morta por um mercenário. Ele é uma das peças mais complexas deste jogo, parte graças ao excepcional trabalho de construção de personagem feito pelo talentoso ator Michael Emerson.
Mas Dr. Linus foi além deste interessante estudo de caráter. Já no flash-sideway tivemos a primeira citação da ilha e da Iniciativa Dharma feita por Roger, revelando que em algum momento ele deixou a oportunidade pra trás com seu filho. Ou seja, o poderoso pedaço de terra no meio do pacÃfico também teve alguma importância naquela realidade (e isso pode vir, de alguma forma, a ser a chave para conectar as narrativas desconexas). O episódio ainda avançou significativamente com Jack e sua fantástica conversa com Richard Alpert no Black Rock, evidenciando que Jacob conseguiu exatamente o que queria: estabelecer o doutor como o maior dos candidatos ao posto de guardião da Ãnsula, agora que ele não apenas acredita, como também tem certeza que não está ali à toa (seinti nele um ar de Neo, de Matrix , por incrÃvel que pareça). Adeus de vez ao homem da ciência. Muito bom também perceber que pequenas histórias vão ganhando seus desfechos aqui e ali como foi o caso dos diamantes de Paulo e Nikki encontrados justo por Miles através de seu dom. É claro, contudo, que o maior acontecimento deste capÃtulo veio mesmo em seus segundos finais (em grande parte estragado pelos créditos do inÃcio do episódio) com o submarino de Charles Widmore – o homem que retorna para reclamar o que um dia foi seu. Assim como todos os episódios de Ben, Dr. Linus foi um marco definitivo e importantÃssimo nesta temporada e confesso que pela primeira vez em muitas semanas volto a ficar inteiramente empolgado com a série.
Cotação Bruno Carvalho :
Autor: Bruno Carvalho - Categoria(s): LOST
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08/03/2010 - 00:01
Grey’s Anatomy (6×16: Perfect Little Accident) : Às vezes um acidente não é tão ruim quanto parece, como mostrou mais um excelente episódio de Grey’s Anatomy . Algo muito positivo vem acontecendo na série, que conseguiu se recuperar das baixas e confusões de elenco que tomaram conta das últimas temporadas. A turma está entrosada, as tramas estão orgânicas e o drama voltou a equilibrar muito bem os momentos tensos e impactantes com os descontraÃdos. Em P erfect Little Accident o Seattle Grace retornou ao foco da narrativa com casos interessantes que permitiram o desenvolvimento de importantes storylines como a de Richard e Sheppard, McSteamie e Lexy e também a da aproximação das Dras. Yang e Altman. Foi um filler bom e necessário.
Cotação Bruno Carvalho :
Parenthood (1×01: Pilot) : Com o mesmo nome do filme homônimo estrelado por Steve Martin há mais de duas décadas, Parenthood logo se apresenta como um drama água-com-açúcar que se esforça até demais. A primeira parte do piloto é um interminável desfile de personagens que invadem a tela sem a devida preparação, dos quais apenas se destacam Peter Krause (Six Feet Under, Dirty Sexy Money ) e Lauren Graham (Gilmore Girls ). A premissa da série é a de discutir os constantes desafios da paternidade, o que eles fazem questão de deixar bem claro atropelando o espectador com o excesso de problemas dos jovens e velhos pais da série. Mas sabe o que faltou mesmo no piloto de Parenthood ? Norah Walker. Ficou evidente que a grande vontade da NBC ao reunir o estelar elenco era tirar uma fatia no sucesso/novelinha da rival ABC. Mas o que sobra em Brothers & Sisters com dinâmica de elenco, construção de personagens e excelentes atuações, por enquanto falta aqui e por isso fico na dúvida se esta série vai conseguir sobreviver além do Mid Season. Vamos ver se melhora…
Cotação Bruno Carvalho :
Damages (3×05: It’s Not My Birthday; 3×06: Don’t Forget to Thank Mr. Zedeck) : A cada episódio, a 3ª temporada de Damages vai ficando mais e mais séria, numa trama que está sendo cozinhada com um rigor milimétrico. A morte de Louis Tobin apenas abriu caminho para que os outros vilões da famÃlia emergissem, estes sim buscando desesperadamente a estabilidade financeira e emocional que uma vez tiveram. No meio disso tudo, sem saber, está Tom Shayes. Ele indiretamente tinha investimentos com Tobin e foi um dos que perdeu tudo. It’s Not My Birthday e Don’t Forget to Thank Mr. Zedeck mostraram que o que move estas pessoas pra lá e pra cá é o dinheiro. Onde está o dinheiro? Como reaver o dinheiro? Dinheiro, dinheiro, dinheiro. É por causa dele que muitos, inclusive Danielle Marquetti, morreram e também será a ganância que inevitavelmente matará Shayes. Patty, por enquanto, está administrando tudo com certa distância e mal posso esperar para vê-la, mais uma vez, com as mãos sujas de sangue (ou melhor, sangue e dinheiro). A temporada está na metade e mesmo mostrando flashes do inevitável futuro, segue formidável e imprevisÃvel.
Cotação Bruno Carvalho :
The Good Wife (1×15: Bang) : Depois de uma invejável sequência de episódios, esta semana The Good Wife deu uma respirada. Bang foi um filler que emendou o capÃtulo anterior com a chegada de Peter à atual residência dos Florrick para aguardar seu novo julgamento em prisão domiciliar. Mas pragmático que é, ele já armou um verdadeiro QG em sua própria cozinha e contratou o verborrágico estrategista Eli Gold (Allan Cumming) para cuidar dos revides polÃticos. O caso da semana, ainda não finalizado, também conseguiu trazer ótimos momentos, incluindo aqueles protagonizados entre a democrata Diane e o republicano perito em balÃstica, sem contar no momento, digamos, quase-Ãntimo entre Alicia e Will que promete. Como eu disse, este não foi um daqueles episódios bombásticos de The Good Wife , pois a série precisava desse tempo para reposicionar as peças neste sempre mutável jogo de intrigas e decepção.
Cotação Bruno Carvalho :
24 (8×09: Day 8 12:00 AM – 01:00 AM; 8×10: Day 8 01:00 AM – 02:00 AM) : Não é por nada não, mas 24 literalmente desafiou a inteligência e a paciência do espectador com aquele cliffhanger de Dana e Cole. A trama já não está lá das melhores e aà o episódio simplesmente acaba com uma historinha que, além de não ter a menor ligação com o que está acontecendo no “dia”, ninguém dá a mÃnima. A constante alternação entre vilões também não está ajudando: uma hora são os russos, depois é Farhad, depois são os russos de novo, aà vem a turminha de Farhad de novo. Ficam pra lá e pra cá com aquelas cargas nucleares e ameaça à NY não se concretiza. Assim, a série não alcança a intensidade dramática necessária para prender nossa atenção. Nem mesmo a perseguição à Renee Walker pelo assessor da Casa Branca através de Hastings funcionou. A última hora, pelo menos, teve mais ação, mas ainda assim falhou em estabelecer o clima de urgência que a série demanda. 24 , no geral, está um paradeiro.
Cotação Bruno Carvalho :
Esta semana teremos mais comentários, incluindo das comédias The Office , The Big Bang Theory e How I Met Your Mother , que voltaram com tudo! Big Love encerrou sua 4ª temporada ontem nos EUA e, por isso, farei uma matéria especial sobre os últimos episódios em breve! Aguardo agora o SEU comentário aqui abaixo sobre as séries e episódios que assistiram nas últimas semanas.
Autor: Bruno Carvalho - Categoria(s): 24 Horas , Damages , Greys Anatomy , Parenthood , The Good Wife
Tags: resenha , semana , usa
06/03/2010 - 00:01
O canal norte-americano NBC renovou todo o seu lineup de comédias nas tradicionais noites de quinta-feira. Seguindo a encomenda da 3ª temporada de Parks and Recreation , que já havia sido anunciada no mês passado, a emissora garantiu mais um ano para as excelentes 30 Rock (5ª temporada), The Office (7ª temporada) e Community (2ª temporada). Aliás, preciso fazer justiça com Community , série que comentei brevemente no inÃcio do Fall Season . Depois da tÃmida estreia, a série estrelada por Joel McHale e Chevy Chase cresceu muito bem com seu texto atual e com a afinadÃssima sintonia do ótimo elenco. Esta, sem dúvidas, é uma das melhores surpresas da última temporada e sua renovação é bastante justa e bem-vinda. Falerei mais desta e de outras séries que não são regularmente comentadas no blog no post de Season Pass , assim que o Mid Season acabar. Muito bom quando a NBC resolve investir em qualidade!
Autor: Bruno Carvalho - Categoria(s): 30 Rock , Community , Parks and Recreation , The Office
Tags: nbc , renovacao , temporada , usa
05/03/2010 - 20:45
A contagem regressiva se intensifica: a partir da próxima semana faltarão apenas 10 episódios para o fim definitivo de LOST . “Dr. Linus”, o 7º episódio da última temporada, promete justiça para aquele que trouxe a morte para tantos na ilha: Benjamin Linus! Confira o trailer:
Confira também a galeria com 26 fotos oficiais do capÃtulo!
Autor: Bruno Carvalho - Categoria(s): LOST
Tags: abc , Dr. Linus , LOST 6x07 , LOST S06E07 , promo , trailer , usa
04/03/2010 - 20:15
Durante a cabine da série V em São Paulo nesta quinta, a diretora de programação da Warner Brasil dedicou considerável tempo falando de outra produção: Gossip Girl . Ainda que seja normal que todos os canais pagos brasileiros eventualmente interrompam a exibição das séries por conta do calendário americano (que é intermitente), a Warner simplesmente decidiu suspender a transmissão de Gossip Girl por questões de reformulação interna, sem previsão de volta! O canal disse estar com a tendência de se “especializar” em comédias, ficção cientÃfica e dramas e que “Gossip Girl não agradou”. Séries adolescentes não serão mais o foco. Ora, sem entrar no mérito se a série é boa ou não, fato é que esta inadvertida decisão bem no meio da 3ª temporada é um grande desrespeito ao assinante e fã que acompanhava no já exÃguo horário de 23h de domingo e sem reprise. O canal não quer mais? Prefere sabotar a exibição? Ora, exerça seu direito de recusa e deixe outra emissora exibir a série, pois ela tem sim seu público cativo. Pior é que eles pretendem retomar Gossip Girl em novo dia e horário a partir de “Junho ou Julho”, começando pela 1ª temporada novamente (e provavelmente à tarde)! Ou seja, se você queria saber como o 3º ano continua, vai ter que esperar sentado um bom tempo. São atitudes como esta que demonstram o quanto os canais pagos estão pouco se lixando para o assinante (que PAGA), explicitando o compromisso desses diretores exclusivamente com seus anunciantes. No momento a Warner está deslumbrada com a recém-aquisição V que, vale ressaltar, ainda nem emplacou direito lá fora. Cuidado ao se apegarem à s séries da Warner, pois o jogo pode virar a qualquer momento de acordo com o humor e com as prioridades da diretoria de programação. Depois ainda reclamam de quem faz download…
Com informações de Daniel Castro . Nos EUA Gossip Girl continuará sendo exibida normalmente pelo canal CW. A série retorna dia 08/03 por lá com os inéditos.
Autor: Bruno Carvalho - Categoria(s): Canais , Gossip Girl
Tags: absurdo , assinante , desrespeito , exibição , warner
02/03/2010 - 00:31
(LOST “6×06: Sundown”) Sayid Jarrah é uma das personagens que mais gosto em LOST justamente por sua evidente pluridimensionalidade. Ao longo de todos estes anos, sabemos que ele é essencialmente bom, mas que é rotineiramente compelido pelo mundo externo a fazer “coisas más”. E ao contrário de um psicopata, não enxergo nele o prazer depois de matar, mas sim um senso de que o mais justo e necessário precisou ser feito. Isso tanto é verdade, que somente depois que ele morreu e ressucitou que foi “diagnosticado” por Dogen como “mal”. Antes não era. Sundown foi uma intensa jornada na ilha da desconstrução de tudo que já vimos e conhecemos de Sayid – e o melhor – tornando-o ainda mais admirável a despeito de seus atos. Agindo como um executor do correto a mando de Dogen, o primeiro grande impacto do episódio veio logo de cara quando o iraquiano cumpriu à risca o seu dever esfaqueando o “mal encarnado” de UnLocke , desencadeando o maior evento e provável game changer da temporada. A promessa do reencontro com sua amada Nadia fez com que Sayid colocasse de lado toda a razão que sempre carregou para levar a mensagem de morte e desespero ao templo, aceitando seu sombrio destino logo após a execução de seu novo objetivo. E afinal, quem é realmente bom e mau nesta história?
Ao mesmo tempo em que vemos o UnLocke causar toda aquela destruição, temos que lembrar também que Jacob e seus pupilos são sim grandes mestres da manipulação. A ideia da ilha como um tabuleiro de gamão fica cada vez mais palpável à medida em que a temporada avança, ainda mais agora que o lado “negro” (que, repito, não necessariamente é o lado mau) está integralmente formado. Infelizmente, apesar de todos estes acontecimentos na ilha, tivemos aqui pior leva de flash-sideways até agora. Na realidade paralela de Sayid, vimos que Nadia é casada com outro e que os dois secretamente se amam. Contudo, esta história apenas choveu no molhado, pois apenas estabeleceu tudo aquilo que já conhecÃamos muito bem sobre o matador. Os encontros deste com Jin e Keamy, inclusive, poderiam até mesmo ser interessantes ou reveladores, mas como não sabemos o que esperar desta narrativa, tais revelações não trazem consigo uma força dramática suficiente para nos surpreender. Não obstante, são inegáveis os méritos de Sundown desde seu inÃcio com o tenso duelo entre Dogen e Sayid, o bizarro reencontro de Kate e Claire e até mesmo a inesperada aparição do grupo de Ilana nos instantes finais (o roteiro está mais ágil). A história, grande parte uma enorme incógnita para todos nós, avançou com um largo passo esta semana e já considero este o melhor desde a premiére da temporada. Na semana que vem a contagem regressiva dos últimos 10 capÃtulos terá inÃcio com Benjamin Linus no centro de tudo. Estou curioso, ansioso e sem a menor ideia do que virá. É muito bom sentir isso novamente com LOST .
Cotação Bruno Carvalho :
Autor: Bruno Carvalho - Categoria(s): LOST
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02/03/2010 - 00:01
(Friday Night Lights “4×12: Laboring; 4×13: Thanksgiving”) Eu não diria que esta foi uma temporada irregular de Friday Night Lights , pois o drama jamais conseguiu pecar em qualidade. Não foi, contudo, a melhor campanha que a série fez desde sua estreia, o que de certa forma é até aceitável tendo em vista as várias baixas no elenco que ocorreram por diversos motivos que à s vezes extrapolaram as decisões criativas. Assim, diante destes impasses, não podemos condenar algumas escolhas dos roteiristas e produtores, que precisaram introduzir e criar histórias para as novas personagens. Fiquei satisfeito com o desempenho da atração no geral, começando pelo ótimo Laboring , que conseguiu estabelecer muito bem o clima de tensão que tomou conta dos Lions e do sempre focado treinador Eric Taylor. Mas bom lÃder que é, ainda que preocupado com os problemas de desempenho de seu time e das preocupações como o da ameaça ao emprego de sua mulher Tami por conta do incidente do aborto, ele jamais transferiu este abalo para sua equipe.
A série cresceu de forma estrondosa neste final, atingindo o ápice da temporada  em Thanksgiving , que trouxe grande parte o clássico elenco junto uma última vez. Foi um mix de emoções com a tensão da difÃcil, apertada e aguardada disputa entre o leste e o oeste de Dillon, a alegria pelo triunfo do time de Eric e a tristeza das difÃceis decisões que precisaram ser tomadas por Tami Taylor e, especialmente, Tim Riggins, que acabou se entregando à justiça por conta dos crimes que cometeu ajudando o irmão no desmanche de automóveis. Friday Night Lights , no fim das contas, conseguiu fechar bem todas as histórias desenvolvidas na temporada, inclusive a de Matt Saracen, permitindo o crescimento de Julie no próximo ano. Continua sendo um drama adolescente sensÃvel, real e único em nossa TV. E ainda que este não tenha sido o melhor ano da série, é certo que numa big picture esta excelente criação de Peter Berg merece ser aclamada por seus vários méritos. FNL deve retornar no final de 2010 para sua 5ª e provavelmente última temporada, trazendo o encore desta ótima série.
Cotação Bruno Carvalho :
Autor: Bruno Carvalho - Categoria(s): Friday Night Lights
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01/03/2010 - 00:01
Os shows ao vivo começaram e a impressão inicial que ficou foi a de que as auditions e fases prometeram muito mais deste grupo do que eles conseguiram cumprir. Poucas foram as surpresas nas duas noites de apresentações, o que pode ser comprovado pelas crÃticas durÃssimas dos juÃzes. Praticamente nenhuma performance foi 100% elogiada por Ellen, Randy Kara e Simon e isso é raro de acontecer. Na noite das mulheres os problemas principais foram escolhas de música, incluindo vários “assassinatos” de clássicos dos Beatles, em especial do de I Wanna Hold Your Hand , de Haeley Vaugh, que foi pavoroso. Minha favorita foi Crystal Bowersox que, apesar de ter feito um cover de Alanis Morissette com Hand in my Pocket , foi a única performance que conseguiu me entreter de todas as 12. Destaques vocais para Lilly Scott e Didi Benami, mas ainda não vejo nelas o star quality que a atração procura. Com os homens o problema foi maior, já que a qualidade técnica foi realmente preocupante, como aconteceu logo de cara com Todrick Hall e sua versão de Since You’ve Been Gone , de Kelly Clarkson. Simon disse que beirou o estúpido.
Concordo. Em todas as apresentações não consegui identificar um próximo David Cook, Adam Lambert ou Kris Allen – todos estes artistas completos e que constantemente subiam no palco para inovar com versões interessantes e, à s vezes, até melhores que as originais. Isso não é querer muito depois da busca que American Idol fez entre mais de 100.000 candidatos. O destaque da noite masculina, em minha opinião, acabou ficando com Andrew Garcia, mesmo com todas as crÃticas, pois ele foi o único que conseguiu chegar o mais próximo de trazer algo novo e tecnicamente adequado com seu acústico de Sugar, We’re Going Down , de Fall Out Boy. Lee Dewyze também foi bom, ainda mais comparando-o aos demais, mas concordo com os juÃzes que ele poderia ter escolhido uma música mais adequada ao seu vocal, como uma de Kings of Leon sugerida pelo Randy. Para as duas noites, eu teria eliminado mais gente do que apenas Janell, Joe, Ashley e Tyler. Ainda é cedo para definir se o resultado foi justo ou não, já que conhecemos esta turma muito pouco. Não sei se outros poderiam ter ido no lugar, mas estes certamente mereceram sair. Este inÃcio não conseguiu empolgar tanto como eu esperava. Rough start .
P.S.: É absurda e equivocada a decisão do canal Sony de exibir American Idol tão somente através de uma maratona de 5 horas lotada de intervalos comerciais no sábado à noite, começando às 21h. Mais noites e um horário alternativo cairiam muito bem.
Autor: Bruno Carvalho - Categoria(s): American Idol
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26/02/2010 - 08:01
Confira abaixo o trailer de Sundown , o 6º episódio da última temporada de LOST e aqui uma cena completa e inédita:
Autor: Bruno Carvalho - Categoria(s): LOST
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25/02/2010 - 00:01
Grey’s Anatomy (6×14: Valentine’s Day Massacre; 6×15: The Time Warp) : Há semanas Grey’s Anatomy vem numa agradável constância de ótimos episódios, que continuou com Valentine’s Day Massacre. O capÃtulo voltou a focar no relacionamento de Grey e Derek em boa hora, colocando a moça na difÃcil posição de questionar seu papel como cirurgiã para estar ao lado do marido em uma ocasião polÃtica. Mas foi através de um caso médico que ela viu o quanto estava ficando igual sua mãe e finalmente passou a aceitar as escolhas que fez, o que permitiu um raro crescimento da personagem. Mas foi Time Warp a pièce de resistance desta temporada – um capÃtulo atÃpico que voltou em diversas épocas do Seatle Grace Hospital com um singelo e particular olhar nos momentos que definiram o rumo e o caráter de importantes figuras como Torres e, especialmente Miranda Bailey. Quem diria que a “Nazi” chegou quietinha e de forma quase imperceptÃvel? Submissa a uma péssima e imponente residente, ela cavou seu lugar ao sol e aprendeu na marra a se postar e a literalmente gritar para que seu inigualável talento seja ouvido. Gostei também do flashback do Chief (tirando as perucas horrÃveis que arrumaram, inclusive a do Joe do bar) que o tornou menos antipático. Impecável a atuação de Sarah Paulson como a lendária Ellis Grey, que certamente construiu a personagem em cima da atuação de Kate Burton. Espero ver mais episódios assim em Grey’s Anatomy . Agora, só um detalhe bem off : quem estava cuidando do sempre agitado hospital e das cirurgias com TODO MUNDO na palestra, hein?
Cotação Bruno Carvalho :
The Good Wife (1×14: Hi) : Em 14 episódios é notória e admirável a evolução de The Good Wife . Como poucas séries procedimentais atuais, este drama consegue dosar de forma perfeita os casos isolados com a história principal sem deixar uma prejudicar a outra. Em Hi o escritório precisou entrar num verdadeiro lockdown para cuidarem de um caso em que um importante casal era o principal suspeito do homicÃdio de uma babá, o que foi perfeito para Alicia, poupada de ter que testemunhar os golpes baixos de Childs no caso de Peter Florrick. Eu apenas não gosto muito quando The Good Wife vira uma série de detetives através das descobertas de Kalinda, pois prefiro ver os casos sendo resolvidos em sessão na corte do através de investigações nas ruas, pois permite que o bom roteiro seja apreciado em sua melhor forma. Enfim, Peter conseguiu o que queria e aguardará seu novo julgamento em prisão domiciliar e já não posso mais esperar pra ver como será a dinâmica entre a boa esposa e o mau marido sem os vidros, as grades e as paredes da prisão.
Cotação Bruno Carvalho :
House (6×13: 5 to 9) Eu já disse aqui que quando a equipe por trás de House quer fazer um episódio realmente bom eles fazem. Com a qualidade do elenco que têm e com as ótimas personagens que criaram, não precisam gastar meses pesquisando complexos casos médicos para serem resolvidos (como acontece). Isso nós já vimos e revimos aos montes. Nesta 6ª temporada os melhores capÃtulos foram aqueles que direcionaram suas atenções  em House (Broken ), Wilson (Wilson ) e agora em Cuddy neste excelente 5 to 9 . Quem vê a diretora do hospital dando suas costumeiras broncas em House jamais poderia imaginar como cada dia para ela é uma verdadeira batalha que precisa ser vencida, desde o momento em que acorda à s 5 da manhã para cuidar da filha até a hora em que finalmente consegue deixar o trabalho, exausta, à s 9 da noite. O roteiro foi sensÃvel e inteligente o bastante para não martirizá-la apenas por ser uma working mom. Ao mesmo tempo intenso e agitado, o episódio revelou ainda a quantidade de pequenos e grandes desafios administrativos que a médica enfrenta em sua pesada rotina, justificando ainda aquele aliviador grito de “yes” ao final de mais um dia de trabalho. Talvez House daria um descanso pra ela se assistisse este excelente 5 to 9 .
Cotação Bruno Carvalho :
24 (8×07: Day 8 10:00 PM – 11:00 PM; 8×08: Day 8 11:00 – 12:00 AM) : A estrutura narrativa de 24 sempre foi uma faca de dois gumes para a série, mas a fascinação pelo nÃvel técnico do “tempo real” e do imediatismo das tramas foi dando lugar, ao longo de oito temporadas, para o esgotamento de histórias e das formas com que a série pode nos surpreender. Hoje os intermináveis minutos são os maiores vilões de Jack Bauer e todo espectador consegue enxergar que o drama não segue com o mesmo pique de seu inÃcio. Estas duas últimas horas continuaram no “lenga-lenga” que tomou conta deste 8º dia, a ponto dos capÃtulos serem amorfos e sem identidade. O que aconteceu desde as 11h da noite foi tão irrelevante que qualquer outra produção não gastaria mais do que alguns instantes em tela revelando tais acontecimentos para nós. 24 , por ser 24 , teve que gastar dois episódios inteiros. Jack nadou, nadou e morreu na praia, pois a grande “reviravolta” deste primeiro terço da temporada virou um tremendo anti-clÃmax. O “Sr. Sark” sequestrou os nukes de seu próprio pai? Oh, não! E agora? Agora é torcer pra que a temporada engrene, que não percam mais tempo com a historinha cada vez mais atrapalhada da “Starbuck” na CTU ou até mesmo que explodam logo as cargas. Alguma coisa precisa acontecer de verdade pra agitar esta série.
Cotação Bruno Carvalho :
Damages (3×03: Flight’s at 11:08; 3×04: Don’t Throw That at the Chicken) : Pra uma coisa o episódio Flight’s at 11:08 serviu: estabelecer de uma vez por todas que Damages não se desenvolve bem sem seus já caracterÃsticos saltos temporais, flashbacks e flashforwards . Passando-se no Ãnterim de apenas uma noite, raramente vi tamanha perda de tempo na história da série apenas para trazer à tona o caso do vôo de Danielle Marquetti. Felizmente este “experimento” dos produtores não foi pra frente no incrÃvel Don’t Throw That at the Chicken , que trouxe momentos explosivos como a decisão ultimada do patricarca da famÃlia Tobin sendo interceptada por seu filho Joe, que por sua vez emergiu definitivamente como o vilão da temporada. Isso fora o crescimento cada vez mais interessante do Tio Lenny na trama e o gradual envolvimento de Ellen e Shayes em toda essa lambança. Agora, quem é que não estava completamente simpatizado por Patty na delegacia perante a perda do amigo e não deu um pulo naqueles milésimos finais? Damages recupera o seu primor neste 4º capÃtulo com este soco no estômago pra acordar o espectador. Fenomenal!
Cotação Bruno Carvalho :
Na próxima semana falarei dos pendentes de Big Love e Friday Night Lights ! As comédias deram uma pausa nos EUA e retomarei os comentários assim que novos episódios forem exibidos lá, já que estou comentando-os de 2 em 2. Aguardo seu comentário!
Autor: Bruno Carvalho - Categoria(s): 24 Horas , Damages , Greys Anatomy , House , The Good Wife
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24/02/2010 - 00:31
(LOST “6×05: Lighthouse”) Lighthouse já começou com uma bomba: como assim Jack não lembra de ter feito uma operação de apêndice e tem um filho? Mesmo no flash-sideway, esta nova “realidade” me chocou e deixou mais urgente a ideia de que estas versões precisam se encontrar de alguma forma. Como? Não sei. Talvez Jacob saiba, pois ele aparece quando quer, fala sobre os “candidatos” (que aparentemente são mais poderosos que Doogen) e move as peças na ilha a seu bel prazer. E quer dizer que Claire passou todo esse tempo na ilha vivendo por aà com UnLocke , seu pai Christian Sheppard, cuidando de uma caveira como se fosse Aaron e assassinando os Outros? Bizarro. Ainda assim, não deixa de ser curioso que as situações fora da ilha estão sempre em certa “sintonia” com o que acontece dentro: a reaparição da loira (ainda que em menção), as novas descobertas de Jack, os problemas com figuras paternas e por aà vai… Não é coincidência, claro, mas é admirável a forma com que os roteiristas conseguiram este feito de forma sempre orgânica e inovadora.
Mas nem Hurley dando mais uma vez de espectador e questionando a origem dos corpos na caverna ou Jin se borrando de medo de Claire ou até mesmo Doogen surgindo no conservatório onde David tocava sua masterpiece foi páreo para o que veio no terceiro ato deste episódio e que me deixou totalmente boquiaberto: o farol de Jacob. Gente, o que foi aquilo? Ao ver aquelas imagens passando no espelho imediatamente me lembrei dos flashes que vÃamos no monstro de fumaça. Seria esta a forma de Jacob “selecionar” seus candidatos? Será que ele sentava naquele farol por séculos e a cada “grau” do giroflex ficava observando seus possÃveis pupilos e colocando-os em suas adoradas listas? Sim, concordo que as respostas estão demorando pra chegar e que as perguntas estão acumulando, mas pela primeira vez desde a premiére da temporada tive a sensação de que algo de concreto está sendo construÃdo peça por peça e de forma bastante minuciosa. Não estou muito fã de continuar tão no escuro por mais uma semana, mas se a temporada conseguir crescer e surpreender como sempre faz, toda a espera não terá sido em vão.
Cotação Bruno Carvalho :
Considerações Adicionais
Jacob x Kate – Qual é a birra de Jacob com Kate? Por que ele não a quis em seu mini-walkabout com Jack e Hurley? Sobre sua ausência do nome dela na lista da semana passada, como muitos questionaram, acredito que foi apenas circunstancial, já que a leitora Juliana indica nos comentários abaixo que ela agora aparece na roda como nº 51.
David - Até então eu achava que os acontecimentos do flash-sidewaay não eram tão “inovadores” assim, até que vi o filho de Jack. Sinal que as mudanças retroagiram por praticamente a vida inteira dos sobreviventes, já que até mesmo a operação de apêndice de Jack ocorrera quando ele era criança. Mas por que ele não se lembrava da cicatriz? Tem coisa aÃ.
Alice – Mais uma vez referências da obra “Alice no PaÃs das Maravilhas” em LOST . Além do óbvio espelho e do livro, notaram o coelho que dá a chave para a casa da ex-mulher de Jack?
A importância dos números – Aqui mais uma vez vimos que os números estão relacionados a candidatos, agora mostrados como “graus” na roda do farol de Jacob. Ainda temos muitas questões importantes que envolvem tais caracteres que não foram sequer ventiladas (apesar de prometidas). Incluo aà a Equação de Valenzetti e os experimentos Dharma que serviam justamente para modificar as “variáveis” que trariam o fim do mundo. Os números ganham cada vez mais importância na trama, é fato, e sabemos o que significam agora. Mas ainda não considero este mistério 100% explicado, pois ao longo dos 5 últimos anos levantaram vários outros questionamentos relacionados a eles e que pendem de respostas.
E aÃ, o que mais notou de curioso e que merece ser repercutido e considerado em Lighthouse ?
Autor: Bruno Carvalho - Categoria(s): LOST
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23/02/2010 - 00:01
Finalmente consegui subir para o Flickr e colocar a descrição nas quase 200 fotos que tirei em Hollywood, na viagem que fiz ano passado pelo programa do Instituto InFilm. As imagens ilustram as visitas que fizemos na Universal Studios, ABC Studios, Disney Animation, Warner Studio Lot (onde realizei meu sonho de pisar no set preservado de Friends ), sede da Panavision, Academia de Hollywood e downtown Los Angeles. Check it out !
Por lá registrei ainda imagens dos sets/lots de True Blood , ER , Brothers , Desperate Housewives , The Tonight Show with Conan O’Brien , The Jay Leno Show , produção da animação da Disney A Princesa e o Sapo , bastidores técnicos de NCIS: Los Angeles , Private Practice , Green Hornet e também coisas de turista como passeios na Disneyland, Kodak Theatre etc. (afinal não sou de ferro, né galera!). Leia também as matérias que fiz sobre a gravação de The New Adventures of Old Christine , dos programas de late night e a visita ao bar Merlotte’s . Ô vontade de voltar!
Autor: Bruno Carvalho - Categoria(s): LiGado em Série em Hollywood
Tags: abc studios , disney animation , flickr , fotos , hollywood , universal studios , warner studios
22/02/2010 - 00:01
No imenso mar de reality-shows instantâneos e descartáveis produzidos pela TV americana destaca-se Undercover Boss , da CBS, programa que tem uma premissa simples, interessante e efetiva: altos executivos de grandes empresas passam uma semana disfarçados de empregados de “chão de fábrica” e relatam suas experiências. No mundo corporativista de hoje, é muito comum que a distância entre a “linha de frente” das empresas e a diretoria seja cada vez maior e não dificilmente vemos decisões, polÃticas e programas serem ditados apenas com bases em números em uma planilha, sem sequer considerar o impacto que causarão na vida dos que realmente colocam a mão na massa. No episódio piloto de Undercover Boss , o presidente e chefe de operações da maior companhia privada de limpeza dos EUA, a Waste Management , viveu na pele as particularidades de várias subsidiárias, catou lixo, limpou banheiros quÃmicos e conheceu as histórias e dificuldades que seus empregados passam no dia a dia. O maior choque veio logo de cara, quando testemunhou sua supervisora interromper o almoço e sair correndo bater o ponto, já que para cada minuto de atraso do já curto intervalo de meia hora, a empresa descontava dois. Já quando fazia a rota no caminhão de lixo com uma motorista, fomos surpreendidos com a revelação de que a senhora precisava fazer suas necessidades numa lata, pois a pausa para usar o banheiro afetaria a escala de produtividade imposta pelos gerentes. Mas o que mais me chamou atenção em Undercover Boss foi mesmo a “realidade” da atração. Após cumprir a jornada semanal, o CEO revela sua verdadeira identidade à s pessoas com quem trabalhou e traça metas para corrigir as falhas operacionais e até mesmo rever as decisões. E mesmo ninguém saindo com um prêmio milionário, é tocante ver como estas pequenas mudanças causam um impacto tão significativo na vida destas pessoas. Mais que um show de entretenimento – afinal, é divertido ver o grande chefão da empresa de lixo ser despedido por um encarregado, pois não conseguiu catar papel direito – este reality deveria se tornar a polÃtica de grandes, médias e até pequenas empresas, de tão simples é a sua implementação. Undercover Boss foi exibido nos EUA após o Super Bowl, continua com novos capÃtulos a cada domingo, e ainda não tem previsão para estrear no Brasil.
Autor: Bruno Carvalho - Categoria(s): Undercover Boss
Tags: cbs , reality-show , resenha , usa
19/02/2010 - 08:01
The Lighthouse é o 5º episódio da 6ª temporada de LOST . Confira as fotos promocionais do episódio em nossa galeria .
Autor: Bruno Carvalho - Categoria(s): LOST
Tags: 6x05: The Lighthouse , abc , LOST S06E05 , promo , The Lighthouse , trailer , usa
18/02/2010 - 02:01
As audtions terminaram. Embora Simon estivesse claramente mais animado nas rodadas de Dallas e Denver (será que já é por causa do The X-Factor ?), já era hora desse longo processo seletivo avançar. E de fato, a verdadeira competição em American Idol começa com a intensa e desgastante Hollywood Week (apelidada de “Hell Week”), quando os candidatos realmente precisam mostrar serviço e absolutamente ninguém está seguro. Mas das duas últimas temporadas pra cá é possÃvel notar uma tendência para se destacar no reality : se mas pro inÃcio o que contava pontos era uma boa interpretação (Kelly Clarkson, Ruben) ou uma “voz unique ” (Fantasia), hoje os juÃzes e o público exigentes valorizam mais o talento da criação dos competidores. O copycat sai de cena e o que vale mesmo é a capacidade de criar arranjos novos e diferentes de músicas conhecidas. Basta ver que nos últimos anos quem mais se destacou foram Kris Allen, Adam Lambert e David Cook – todos artistas mais completos e não apenas meros reprodutores de canções.
Assim, realmente me surpreendi com os talentos criativos como o de Andrew Garcia (que fez uma brilhante rendition de uma música de Paula Abdul, Straight Up ), Michael “Big Mike” Lynche (com Waiting on the World to Change , de John Mayer) e  Janell Wheeler (que cantou muito bem American Boy de Estelle e Kanye West com o violão). Legal vê-los continuando e muita gente ruim indo embora sem dó. Por outro lado, a edição tendenciosa de American Idol (que sempre foi assim, reconheço), está irritando. Às vezes eles gastam mais tempo prometendo mostrar algo que será “chocante” dito por juÃzes (e que no final não é nada de mais) do que exibindo mesmo as performances. Gostei de Ellen DeGeneres como substituta definitiva de Paula Abdul. Seus comentários foram divertidos e sempre pertinentes e não sei o motivo de tanta crÃtica à moça só porque ela não chegou “causando”. Não é essa a proposta do programa. Sobre a sempre tensa Group Round , apenas achei que poucos foram eliminados pra tanto drama (de 96 caiu pra 71), mesmo que teremos mais uma rodada com as apresentações individuais.
Na última terça American Idol deu uma repaginada na forma de apresentar o drama da eliminação dos quartos, mesclando com um retrospecto dos melhores momentos de cada participante e o corte final (e ficou bem menos maçante). O Top 24 foi formado ontem à noite (achei justo ) e agora o comando da atração está com o público, para o pavor de Simon Cowell. Chegou a hora de acompanhar Idol mais de perto e preparar os créditos para baixar as versões bacanas que saem no iTunes!
Autor: Bruno Carvalho - Categoria(s): American Idol
Tags: ellen , ellen degeneres , fox , kara dioguardi , randy jackson , resenha , ryan seacrest , simon cowell , usa
17/02/2010 - 04:01
(LOST “6×04: The Substitute”) Não diga o que John Locke não pode fazer. É esse tipo de respeito que ele sempre pediu (mesmo antes de paralÃtico), mas constantemente o tratavam de forma contrária, julgando-o por suas limitações e não pelo seu verdadeiro caráter, ainda que sem nenhuma fé. Afinal, o pobre, infeliz e desiludido John Locke do flash-sideway de LOST desta semana é um sujeito completamente diferente do que vimos durante sua jornada na ilha – o verdadeiro walkabout de sua vida. Definitivamente explicadas estão todas as desesperadas ações do velho que passou a acreditar graças à chance dada pelo acidente: sim, ele jamais queria voltar para sua realidade patética e assim descansará eternamente naquele lugar, ainda tendo “o pior funeral da história”, cuja única pessoa apta a falar de suas qualidades fora seu próprio assassino.
Mas avancemos a trilha do UnLocke com James para o momento que todos certamente estão comentando: as respostas na gruta. Que Jacob quis todas aquelas pessoas ali já estava claro, mas até então não sabÃamos o real motivo. O homem que passamos a chamar de “bom” por mero costume queria achar um substituto para o cargo de salvador da ilha – daÃ, inclusive, surgiram os números 4, 8, 15, 16, 23 e 42 (Jacob e suas listas). Mas salvador de quê? Por que o UnLocke é necessariamente o “malvado” da história, já que ele somente quer se libertar daquele lugar? Não é porque sua roupa era negra que ele seja do lado “obscuro”. Ele apenas é o antagonista de Jacob por enquanto. Por isso, a bondade do UnLocke é algo que precisamos pensar e considerar, pois a fé cega de Richard certamente não é confiável (como qualquer fé cega). Pelo visto o substituto não será Ford, sobrando poucos elegÃveis para o posto. E piadas internas à parte, não vi em The Substitute elementos que podemos classificá-lo como um dos melhores da série (como muitos dirão). Foi uma boa peça para o quebra-cabeças, sem dúvida alguma, mas longe de ter sido fundamental (como eu passei a esperar que fosse a partir desta semana).
Cotação Bruno Carvalho :
Considerações Adicionais
Os números – Tomara mesmo que a explicação para os números não seja apenas “Jacob tem uma coisa com números”. E a equação de Valenzetti de que eles seriam variáveis numa conta que preveria o fim do mundo? E por que eles eram apertados por Desmond na escotilha? Enfim, falta explicar muuuuuito sobre eles.
Walt? Comentaram que o moleque que dá a indicação da sala dos professores para Locke no flash-sideway poderia ser o Walt. Bom, considerando que o ator Malcom David Kelly já deve estar casado e com filhos (exagero, eu sei), acho que seria muito tosco tentar um re-casting para o garoto. Espero que tenha sido uma coincidência.
O menino loiro – Não vejo motivos para que aquele menino loiro que alerta o UnLocke ser Aaron. O filho de Claire naquela “realidade” é bem mais novo e está fora da ilha, tanto que Kate retorna justamente para achar Claire. Será?
Autor: Bruno Carvalho - Categoria(s): LOST
Tags: abc , john locke , LOST 6x04 , LOST S06E04 , resenha , usa
16/02/2010 - 17:01
Conforme expliquei , a 1ª temporada de Glee ainda não acabou, apesar da FOX brasileira insistir que sim em suas chamadas equivocadas. Como a série tem diversos números musicais elaborados, a produção de cada episódio é naturalmente mais demorada que das demais e por esta razão foi necessário dividir a temporada em duas partes. Nos EUA os 9 capÃtulos restantes deste ano serão exibidos a partir de 13 de Abril, enquanto a FOX daqui jogou o retorno para o 2º semestre. Confira então um matéria do Entertainment Tonight sobre o que veremos na 2ª parte de Glee :
Com Revista TV Séries e Entertainment Tonight.
Autor: Bruno Carvalho - Categoria(s): Glee
Tags: brasil , fox , Glee , novos episódios de glee , retorno de glee , usa
16/02/2010 - 00:01
O padrão HDTV mal foi definido no Brasil, especialmente nas TVs por assinatura que possuem poucas opções de canais e preços exorbitantes, e já se fala no lançamento da nova tecnologia de transmissão HDTV 3D. Quem promete é a NET em parceria com a Rede Globo, que diz que irá trazer a novidade para o paÃs até o final deste ano. O sistema sequer foi oficialmente lançado lá fora e ainda existem pouquÃssimos aparelhos de TVs compatÃveis – sim, será necessário ter um novo equipamento. O 3D se popularizou rapidamente nos cinemas graças a grandes sucessos de bilheteria como o de Avatar e a própria NET prevê um investimento de R$ 200 milhões para entrar neste “filão”. Por enquanto apenas dois canais nos EUA anunciaram as transmissões em 3D: o Discovery Channel e o ESPN, este, inclusive, irá transmitir a Copa do Mundo já neste formato. Durante os desfiles das escolas de samba no Rio de Janeiro a Globo realizou testes que envolveram a captação de imagens com câmeras especiais, além de um severo trabalho de pré-produção. Para visualizar o efeito, o assinante terá que possuir os óculos especiais que deverão acompanhar os novos aparelhos. Por enquanto preços das TVs ou do serviço ainda não estão disponÃveis.
Testemunha Ocular
A leitora do LiGado em Série e estudante de medicina Taynara Barreto esteve na primeira exibição-teste da TV digital 3D no Hotel Fasano no Rio de Janeiro e relatou pra nós em primeira mão que “apesar de ser bastante experimental, a nova tecnologia é incrÃvel “. Ela ficou maravilhada pela qualidade e pelos detalhes que o 3D proporcionou nos desfiles. Sobre os óculos, ela contou que eles não a incomodaram nem um pouco e que são “bem estilosos “. Questionamos se ela vislumbraria assistir TV em 3D 24 horas por dia e ela disse que apesar de não ser cansativo, preferiria assistir apenas os principais eventos neste formato, além de filmes e séries: “não consigo ainda imaginar a programação inteira em 3D como, por exemplo, um telejornal “, completou. A NET ainda não divulgou quando o sistema batizado de “NET HD 3D” estará disponÃvel para todo o paÃs.
Com informações de Daniel Castro e Assessoria NET. Foto por Taynara Barreto (Margareth Barreto e Karen Martins na imagem).
Autor: Bruno Carvalho - Categoria(s): Canais
Tags: Full HD , sinal 3D , transmissão 3D , TV 3D , TV digital 3D
15/02/2010 - 00:01
Na semana passada os editores do excelente blog especializado em LOST , o Dude We Are Lost! me convidaram para participar do Dudecast. No podcast especial discutimos os eventos do episódio What Kate Does que dividiu as opiniões do público e da crÃtica. Na conversa eu e Davi Garcia falamos da absurda transmissão do canal AXN , conforme relatei aqui no blog, relembramos alguns importantes momentos da série e trocamos teorias sobre o novo recurso narrativo utilizado na série nesta 6ª e última temporada. Na segunda parte a co-editora Juliana Ramanzini leu e respondeu os e-mails com as dúvidas e comentários dos leitores. O áudio completo com a minha participação pode ser baixado aqui: Dudecast #40 – What Kate Does (Participação de Bruno Carvalho) . Espero que curtam!
Autor: Bruno Carvalho - Categoria(s): LOST
Tags: 6x03 what kate does , bruno carvalho , dudecast , podcast , what kate does
12/02/2010 - 02:01
24 (8×06: Day 8 9:00 PM – 10:00 PM) : Bom, acho que não tenho como fugir: este episódio de 24 foi realmente fraco. São apenas 9h da noite em NY (aliás, é em NY mesmo?) e parece que estamos de madrugada, já que quase nada de relevante aconteceu! A introdução de mais um time de vilões, os russos, acabou se revelando precipitada e prejudicou a interessante trama com a negociação que vinha sendo travada entre o presidente Hassar e os EUA na ONU. Este é o segundo episódio seguido que Jack e Rene estão na “trilha” das armas nucleares, mas desta vez não avançaram bem  na investigação, o que pode ser atribuÃdo como uma séria preguiça dos roteiristas (aturamos Jack Bauer no carro semana passada, mas agora já é demais, não?). Na CTU tudo também está parado, com a ação concentrada nas escapadas de Dana para lidar com o ex-namorado criminoso (de novo). Eu estava bem empolgado até agora, mas esta hora deixou muito pouca coisa a repercutir e me decepcionou bastante.
Cotação Bruno Carvalho :
Damages (3×02: The Dog is Happier Without Her) : O segundo episódio desta temporada de Damages ainda está com a missão de estabelecer bem o mistério para depois começar a resolvê-lo e isso eles sempre souberam fazer muito bem. De longe, o mais interessante não é nem o comprometimento do misterioso Joe Tobin com o escândalo financeiro do pai, mas sim testemunhar o gradual envolvimento de Tom Shayes nesta sórdida história que, muito em reve, custará sua vida. Bom também ver o crescimento de Martin Short na trama como advogado da famÃlia, já que ele tem sempre que jogar em diversos lados sem mostrar que sabe mais do que mostra. Não gostei, contudo, dessa Patty Hewes menos “litigiosa” do que o comum, principalmente com relação ao seu infiel marido no processo de divórcio. The Dog is Happier Without Her , apesar de não ter sido um capÃtulo com a usual dose de cenas e revelações chocantes, acabou terminando muito bem com aquele cliffhanger . Afinal, quem realmente é Danielle Marquetti e qual será o envolvimento dela nisso tudo? Estou curioso.
Cotação Bruno Carvalho :
Big Love (4×04: The Mighty and Strong) : O que Bill queria? Sério! Qual é a dele? No momento em que ele escolhe viver segregado da sociedade com três esposas, filhos de várias idades com várias mulheres criados num lar onde há uma evidente subversão da noção de famÃlia , ele precisa ser mais flexÃvel quando explode uma situação como a de seu filho mais velho apaixonado por uma das irmãs-esposas. Ora, se o próprio exige dos outros que o ciúme seja posto de lado e engolido num casamento plural, como ele pode ser tão rÃgido com Ben e Margene? Isso seria algo absurdo, sim, mas para uma famÃlia tradicional! Mas é claro que seu conservadorismo republicano e seu velado fundamentalismo religioso falariam mais alto e o sujeito praticamente expulsou o filho de casa – algo que seu próprio pai também o fizera. Mas isso é só um problema a mais pra Bill resolver, já que ele foi mesmo à diante com sua candidatura ao Senado Estadual. A temporada está apenas tomando forma: tem o caso do contrabando de aves silvestres de Lois, Don tendo que se expor para proteger o segredo do chefe, os escusos interesses de JJ “juntando-se” com a mãe de Nikki e ainda as escapadelas de Alby com o curador dos bens da Juniper Crrek. Big Love , que começou como um drama peculiar sobre uma famÃlia mórmon, agora está cada vez mais tensa e imperdÃvel!
Cotação Bruno Carvalho :
Grey’s Anatomy (6×13: State of Love and Trust) : Shonda Rhimes está com tudo nesta 6ª temporada, não? Derek Sheppard finalmente assumiu o cargo de diretor interino do Seattle Grace Hospital enquanto o Chief está inepto a realizar seu trabalho em virtude do alcoolismo. Mas a atividade de chefiar a equipe se mostrou muito mais difÃcil do que poderÃamos imaginar, pois tudo que poderia dar errado no 1º dia de McDreamy no comando deu, inclusive uma paciente acordar no meio de uma cirurgia e ficar traumatizada. E vamos combinar que o grande destaque da primeira metade do episódio foi o discurso de Miranda Bailey para o anestesista, digno dos tempos áureos da “Nazi”. No entanto, quem carregou mesmo o capÃtulo até o final foi Sandra Oh, mais uma vez com uma interpretação digna de vários Emmys, numa jornada emocionalmente desgastante em defesa de seu maior amor: a cirurgia. Ela, sem dúvida, resgatou seu brilho e grande parte da história da série, relembrando até mesmo Preston Burke. Christina Yang é a personagem mais forte de Grey’s Anatomy , merece todo este destaque e mais. E Izzie, hein? Alguém sentiu falta dela? Eu não.
Cotação Bruno Carvalho :
The Good Wife (1×13: Bad) : Se você não começou a dar a devida atenção a The Good Wife, comece. A série vem num bom ritmo desde a sua estreia, e este capÃtulo conseguiu contar e concluir muito bem dois casos, sem esquecer também da história principal envolvendo o julgamento de Peter. Na trama que envolvia a defesa do empresário que supostamente assassinou sua esposa, o episódio trouxe diversas reviravoltas – ora apontando a filha do casal como a verdadeira responsável e ora indicando que Alicia e o Stern, Lockhart & Gardner ajudaram o marido criminoso a se safar. Outro ponto positivo foi o de não estereotipar Diane – uma autêntica democrata – ao colocá-la não apenas considerando a possibilidade de adquirir uma arma de fogo para se defender de um criminoso que a persegue, como também ligeiramente seduzida pela ideia, ainda que publicamente contra. Mas o que eu gostei mesmo de ver foi a movimentação entre Childs e Florrick, explicando melhor os fatos que levaram a condenação deste (a receptação de favores sexuais em troca do arquivamento de alguns casos que o promotor cuidava) e as diversas inconsistências que apontam uma conspiração que se aproveitou das indiscrições do marido da boa esposa. Bad , por todos estes motivos, foi um episódio admirável, que trouxe grandes avanços na trama e se desenvolveu de forma fluida e nada atribulada. O melhor da série até agora.
Cotação Bruno Carvalho :
House (6×12: Moving the Chains) : Poxa, o que aconteceu com House ? Que temporada inconsistente! Começou muito bem, piorou, melhorou e agora piorou de novo. Parece que eles não definiram que linha seguirão este ano e nós espectadores acabamos sendo punidos por conta disso. O caso médico foi isolado e aborrecido, a introdução de uma nova personagem – o irmão de Foreman – foi desnecessária e nem mesmo o tal mistério sobre as pegadinhas na casa de Wilson e House foi interessante. Enfim, temos grandes intérpretes, ótimos papeis e um roteiro fraco. E nós sabemos que eles são capazes de mais! Poxa, cadê as histórias bacanas que vimos em Broken e Epic Fail ou nos episódios criativos que brincam com a estrutura narrativa da série como o lendário Three Stories ? Às vezes acho que House poderia ser um drama médico infinitamente melhor se tivesse menos episódios como uma série de TV paga americana, pois este me pareceu pura preguiça e enrolação. O pior é que eu já vi o próximo (5 to 9 ) e sei o quanto eles podem ser fenomenais quando querem, o que torna ter que ver capÃtulos como este ainda mais frustrante.
Cotação Bruno Carvalho :
Outras Cotações :
The Big Bang Theory (3×13: The Bozeman Reaction; 3×14: The Einstein Approximation) Estes dois episódios mantiveram a série em seu ótimo momento e descobrimos mais uma paranoia de Sheldon, desta vez com a segurança de seu apartamento que fora roubado em The Bozeman Reaction . Mas The Einstein Approximation superou as expectativas como um dos melhores da temporada, retratando o “bloqueio mental” do nerd mor e a impagável cena do Bazinga na piscina de bolinhas.
Cotação Bruno Carvalho :
How I Met Your Mother (5×13: Jenkins; 5×14: The Perfect Week) : Para um episódio que seguiu o ótimo Girls Vs. Suits , Jenkins foi satisfatório, contando ainda com a agradável participação de Amanda Peet (Studio 60 ) atormentando o já bizarro relacionamento entre Lilly e Marshall. Eu gostei mais de The Perfect Week , que trouxe Barney em mais uma de suas aventuras sexuais (ficar com uma garota por noite durante uma semana), já que o elenco estava mais afiado e entrosado. É uma pena, contudo, que deixaram de lado a história da “mãe” mais uma vez, conforme esperado.
Cotação Bruno Carvalho :
The Office (6×13: The Banker; 6×14: Sabre) : Eu sinceramente não entendi o motivo de um episódio de recap no meio da temporada, como foi o The Banker . Soou preguiçoso da parte deles, ainda mais que esta aquisição da empresa Sabre ainda não colou. De qualquer forma, vai ser interessante a Dunder Mufflin tendo que se adaptar à rotina dos novos donos, ainda mais com a excelente Kathy Bates como nova CEO. Por enquanto, o episódio Sabre deixou apenas a promessa.
Cotação Bruno Carvalho :
30 Rock (4×11: Winter Madness; 4×12 Verna) : 3o Rock trouxe dois bons episódios nas últimas semanas, mas nada de excepcional. Winter Madness foi divertidinho, mas não curto muito as storylines centradas em convidados especiais como esta com Julianne Moore, pois sabemos que não vão durar. Melhor quando o guest star vira um mero “acessório” da série, como já ocorreu diversas vezes. Verna foi mais divertido com a história da mãe louca de Jenna (o que explica muito como ela é) e aquela excelente paródia do filme Atividade Paranormal no apartamento de Liz. MVP para Judah Friedlander, que é uma espécie de “Creed” de 30 Rock .
Cotação Bruno Carvalho :
Bom carnaval pra todos!
Autor: Bruno Carvalho - Categoria(s): 24 Horas , 30 Rock , A Semana em Série , Big Love , Damages , Greys Anatomy , House , How I Met Your Mother , The Big Bang Theory , The Good Wife , The Office
Tags: alicia florrick , barney stinson , bazinga , bill henrickson , christina yang , gregory house , igreja , jack bauer , jack donaghy , joe tobin , leonard , liz lemon , mcdreamy , mcsteamy , patty hewes , peter florrick , poligamia , resenha , sandra oh , sheldon , shonda rhimes , ted mosby , tom shades , tracy jordan , usa
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