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Posts com a Tag FGV

quinta-feira, 19 de abril de 2012 Advocacia | 04:00

Escolas de Direito da FGV recebem “Selo OAB Recomenda”

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A Escolas de Direito de São Paulo e do Rio de Janeiro da Fundação Getulio Vargas (DIREITO GV e FGV DIREITO RIO, respectivamente) receberão nesta quinta-feira (19/4) na sede do Conselho Federal da OAB, em Brasília, o Selo OAB Recomenda, concedido pela OAB aos cursos de direto que apresentaram excelente desempenho acadêmico em 2011.

A OAB selecionou 90 cursos de direito do Brasil, de um universo de 791, baseados no cruzamento de dados do Exame da ordem e no ENADE (Exame Nacional de Desempenho de Estudantes) e os condecorou com o selo.

No Estado de São Paulo, 14 cursos obtiveram a premiação. No Rio de Janeiro, 5 instituições foram condecoradas.

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Autor: Marina Diana Tags:

terça-feira, 20 de março de 2012 Advocacia | 23:45

FGV Direito Rio recebe selo ISO 9001

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A Bureau Veritas Certification concedeu o selo ISO 9001 ao Programa de Pós-graduação da Escola de Direito do Rio de Janeiro da Fundação Getulio Vargas (FGV DIREITO RIO). Foram avaliados os processos de desenvolvimento e de realização dos cursos de educação continuada de curta duração e de pós-graduação lato sensu. Entre 2003, quando foi criada a primeira turma, até 2011, a FGV DIREITO RIO já formou 1.078 alunos na pós-graduação e 2.420 alunos nos cursos de educação continuada.

A International Organization for Standardization (ISO) é uma organização não-governamental que trabalha no desenvolvimento de padrões internacionais de qualidade.

O selo ISO 9001:2008 concedido pelo Bureau Veritas foi acreditado pelo INMETRO – Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial, pelo ANAB – ANSI-ASQ National Accreditation Board, que é o órgão de acreditação norte-americano para sistemas de gestão, e pelo UKAS – United Kingdom Accreditation Service, do Reino Unido.

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Autor: Marina Diana Tags:

segunda-feira, 19 de março de 2012 Advocacia | 15:14

FGV-Rio abre inscrições para pós-graduação

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A pós-graduação da Escola de Direito do Rio de Janeiro da Fundação Getulio Vargas (FGV DIREITO RIO) está com inscrições abertas até o dia 8 de abril para os cursos de educação continuada oferecidos neste primeiro semestre.

Direito dos Contratos, Direito Empresarial do Trabalho, Contabilidade Geral e Tributária para advogados, Processo Civil e a Reforma do CPC e Direito do Seguro e Resseguro têm duração de 60 horas/aulas cada um. Já o curso Legal English: contracts and litigation é de 18horas/aulas. Mais informações e inscrições pelo site www.fgv.br/direitorio

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Autor: Marina Diana Tags:

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012 Advocacia | 10:00

FGV Direito Rio lança curso de pós em Direito Societário e Mercado de Capitais

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Estão abertas até o dia 28 de fevereiro as inscrições para o curso de pós-graduação em Direito Societário e Mercado de Capitais da Escola de Direito do Rio de Janeiro da Fundação Getulio Vargas (FGV DIREITO RIO).

O curso é direcionado a advogados que tenham atuação na área empresarial, no mercado financeiro ou na área societária. Entre os módulos do programa estão Arbitragem no Direito Societário; Associações Empresariais; Contabilidade Societária; Direito das Empresas em Dificuldades; Direito Penal Econômico; Direito Processual Societário; Finanças Corporativas; Fusões e Aquisições (“M&As”) e Reorganizações Societárias; Mercado de Capitais; Organização Jurídica da Pequena Empresa; Organização Societária e Sociedade Anônima

Com duração de 18 meses, a carga horária total é de 360 horas/aulas. As aulas acontecerão na FGV Centro (Rua da Candelária, 6) das 8h às 11h.

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Autor: Marina Diana Tags:

sexta-feira, 6 de janeiro de 2012 Advocacia | 17:15

Diretor da FGV-SP palestra em evento nos Estados Unidos

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Oscar Vilhena Vieira, diretor da Escola de Direito de São Paulo da Fundação Getulio Vargas (DIREITO GV), é o único brasileiro que participa da conferência anual da Associação Americana das Escolas de Direito, que reúne mais de 172 escolas de direito dos Estados Unidos, entre elas Harvard, Columbia, NorthWerstern, etc. O encontro acontece até o próximo dia 8 de janeiro.

A DIREITO GV lidera um projeto de criação de uma rede mundial de escolas de direito e dará continuidade a esse debate em 08 de fevereiro, quando receberá 14 diretores de escolas da Africa, Américas e Asia.

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Autor: Marina Diana Tags:

quarta-feira, 4 de janeiro de 2012 Advocacia | 13:36

FGV do Rio fecha parceria com universidade norte-americana

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A FGV Direito Rio e a University of Illinois at Urbana-Champaign, dos Esatados Unidos, fecharam um convênio no qual os alunos da instituição brasileira podem realizar o último período do curso de graduação na universidade norte-americana ao mesmo tempo em que dão início ao programa de LL.M no exterior.

Os créditos das disciplinas cursadas em Illinois serão aproveitados na Escola de Direito. O convênio tem como objetivo preparar os jovens profissionais para atuar internacionalmente. A FGV DIREITO RIO mantém parcerias de intercâmbio com 24 instituições em todo o mundo entre as quais estão Harvard Law School, Sciences Po Paris, Universidade de Coimbra e China University

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quarta-feira, 9 de novembro de 2011 Advocacia | 14:03

Instituto realiza evento com especialistas nacionais e estrangeiros

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O Instituto Pro Bono (IPB) promove no dia 1º. de dezembro o encontro “Instituto Pro Bono: 10 anos Fortalecendo o Acesso à Justiça”, na sede da AASP, que abordará temas como o acesso à Justiça, advocacia e responsabilidade social no direito.

O encontro pretende fazer um balanço sobre a advocacia de bem público no Brasil, comparar esta atividade com outros países e também possibilitar um planejamento para o futuro: como melhorar ainda mais a inserção dos advogados na sociedade por meio da responsabilidade social.

Participarão do Evento do IPB Arystóbulo de Oliveira Freitas, presidente da AASP (Associação dos Advogados de São Paulo); Miguel Reale Jr, ex-ministro da Justiça; Marcos Fuchs, diretor executivo do IPB; Marcelo Vieira de Campos, secretário da Reforma do Judiciário; Jorge Eluf Neto, conselheiro da OAB-SP; Luciana Gross Cunha, professora da Escola de Direito de São Paulo da Fundação Getulio Vargas (DIREITO GV); Fábio Sá e Silva, técnico de planejamento e pesquisa do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA); Marina Dias Werneck de Souza, presidente do IDDD (Instituto de Direito de Defesa); Daniela Cembranelli, representante da Defensoria Pública-Geral do Estado de São Paulo; Celso Mori, advogado sócio do Pinheiro Neto; Luiz Norberto Pascoal, sócio-fundador do Instituto Pro Bono; Oscar Vilhena Vieira, diretor da DIREITO GV e outros.

A AASP fica na rua Alvares Penteado, 151.

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segunda-feira, 7 de novembro de 2011 Advocacia | 16:26

Machado Meyer e GV promovem curso inédito em SP

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O escritório Machado, Meyer, Sendacz e Opice e a Fundação Getúlio Vargas (FGV) promovem o curso Liderança Sindical Empresarial.

A iniciativa é pioneira no País e as aulas acontecerão na Escola de Direito de São Paulo da Fundação Getúlio Vargas (FGV).

As inscrições já estão abertas para o primeiro semestre de 2012 e a qualificação é voltada para advogados, gestores de recursos humanos, diretores e administradores de empresas, diretores de entidades sindicais empresariais.

As aulas terão foco no sistema confederativo sindical e na questão política das centrais sindicais.

O curso iniciará no dia 15 de março de 2012, com carga horária de 68 horas-aula.

Mais informações podem ser encontradas no portal http://www.fgv.br/direitogv/gvlaw.

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terça-feira, 25 de outubro de 2011 Advocacia | 08:02

Diretor da FGV participa de almoço com prêmio Nobel da paz

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Oscar Vilhena Vieira, diretor e professor de direito constitucional da DIREITO GV, participa nesta terça-feira (25/10) de almoço organizado pela The Elders, com a presença do bispo sul africano Desmond Tutu, prêmio Nobel da paz devido ao seu trabalho contra o apartheid.

Vilhena participará de um debate sobre a posição do Brasil em relação a diversos casos globais de direitos humanos, política externa, crescimento econômico e o papel do Brasil na política atual.

The Elders é uma organização criada em 2007 por Nélson Mandela com o objetivo de reunir líderes globais que, por sua experiência e influência, possam contribuir para a paz mundial.

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quarta-feira, 5 de outubro de 2011 STF | 17:10

Constituição completa 23 anos; ministro sugere celebração

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Ministro sugeriu que data seja sempre celebrada no Supremo (Foto: STF)

Hoje, dia 5 de outubro, a Constituição Federal do Brasil completa 23 anos. Como forma de comemoração, o ministro Ricardo Lewandowiski, durante a sessão plenária do Supremo Tribunal Federal (STF) desta quarta-feira (5/10), sugeriu que se criasse o “Dia da Constituição” no calendário do tribunal.

“É um exercício da cidadania. Sugiro incluir no calendário da Corte o dia 5 de outubro como data para o STF celebrar o dia da Constituição”, disse Lewandowski.

O presidente da Corte, Cezar Peluso, disse que vai analisar o pedido.

Repercussão
A Carta da República de 1988, chamada de constituição-cidadã pelo deputado Ulysses Guimarães, é considerada até hoje uma das mais avançadas e democráticas do mundo, no que diz respeito aos direitos e garantias individuais do cidadão.

Mas, na prática, a Constitução ainda levanta questionamentos entre profissionais do direito. Confira algumas opiniões:

“A Constituição tem defeitos? Sim, muitos. Tem problemas em organização do sistema, em interesses corporativos, há distorções no atendimento previdenciário a servidores e a população como um todo, entre outros pontos. No entanto, ela é muito flexível. Foi emendada mais de 60 vezes, que é um grande número apesar de ser tão nova. A CF não é perfeita, não é linda, mas permitiu-se passar duas décadas em um movimento de evolução”, disse Oscar Vilhena Vieira, diretor da Escola de Direito de São Paulo da Fundação Getulio Vargas (Direito GV).

“Sempre temos o que comemorar porque marcou o início da democracia no País. No entanto, não conseguiram aplicar a Constituição Federal com o objetivo que ela requer. Ainda há muito para aprender”, disse advogado Ricardo Pereira de Freitas Guimarães, professor de Direito da PUC-SP e sócio do Freitas Guimarães Advogados Associados.

“A data precisa ser festejada, em nome da democracia. A Constituição tem muitos méritos, pois trouxe avanços importantes para o cidadão e maior justica social”, disse o advogado Leonardo Barem Leite.

“É preciso comemorar esta data porque temos uma Constituição que garante direitos essenciais ao cidadão, como saúde e previdência. Mesmo com tantas emendas, duas em especial na área previdenciária (a EC 20 e EC 45), temos uma constituição de fazer inveja a muitos países”, relata Theodoro Vicente Agostinho, sócio do escritório Raeffray Brugioni Advogados e membro da Comissão de Seguridade da OAB de SP.

“O fato de termos um texto constitucional que dá garantias básicas ao cidadão já é sinal de democracia e de respeito aos direitos universais”, afirma Sérgio Pimenta, sócio do escritório Pimenta e Branco Advogados e membro da Comissão de Seguridade da OAB-RJ.

Na opinião do advogado Francisco Antonio Fragata Júnior, especialista em Direito do Consumidor e sócio do Fragata e Antunes Advogados, a Constituição Federal de 1988 representou “uma mudança de paradigma, ao passarmos de uma Carta liberal para uma Constituição social”.

“A CF de 88 trouxe avanços importantíssimos que certamente foram fundamentais para consolidar o país como uma nação democrática Alguns bons exemplos dessas mudanças foram a equiparação dos direitos entre homens e mulheres, o fim da censura e caracterização do racismo como crime. Por outro lado, contou também com alguns pontos bastante retrógrados como a diferenciação entre empresas de capital nacional e estrangeiro, ponto esse posteriormente suprimido por uma emenda constitucional”, opinou José Ricardo de Bastos Martins, do Peixoto e Cury Advogados.

“A Constituição Federal de 88, dita Constituição cidadã, criou expressivos mecanismos de inclusão social, que passam de um atuar mais expressivo do Ministério Público, até uma explicitação analítica dos direitos sociais, provocando uma ruptura com o regime neoliberal da Carta pretérita, e nesse sentido representou o avanço mais significativo do direito pátrio na segunda metade do século XX. Há, pois, muito o que comemorar”, enfatiza Eduardo Arruda Alvim, sócio do Arruda Alvim & Thereza Alvim Advocacia e Consultoria Jurídica.

“A lei é perfeita – e talvez uma das mais modernas em todo o mundo. O problema é o não cumprimento dos princípios e dispositivos, trazendo uma grande insegurança jurídica. Assim, não há o que comemorar. Na verdade o que precisamos fazer é repensar e utilizar esse diploma que garante a todos as faculdades básicas e os direitos que estão mitigados há muito tempo”, disse Alan Balaban Sasson, sócio do Braga e Balaban Advogados.

“Tudo pode melhorar, mas a Constituição de 1988 é democrática, garantista e inclusiva. Sem dúvida, o aniversário deve ser comemorado”, diz Igor Mauler Santiago, sócio do Sacha Calmon – Misabel Derzi Consultores e Advogados.

“Certamente, há motivos para comemorar. A interpretação do texto constitucional permanece em evolução constante, no sentido da afirmação dos direitos fundamentais. É possível concluir que o histórico da aplicação das normas constitucionais, muito embora nem sempre se identifique com o anseio da sociedade, representa importante avanço para a realização do Estado Constitucional e Democrático de Direito”, comentou Jayr Viegas Gavaldão Jr., sócio da Duarte Garcia, Caselli Guimarães e Terra Advogados

“Da intervenção à emancipação, do consumidor; do mercado; e da concorrência. Cidadania e Liberdade Democrática amadurecidas”, disse José Del Chiaro, sócio da Advocacia José Del Chiaro.

“A Constituinte nasceu viciada já em razão da forma pela qual foi convocada. Foram outorgados poderes constituintes ao Congresso de então, que já era bicameralista [Câmara e Senado] e que inclusive contava com a participação dos senadores biônicos,nomeados pelo Governo, tudo no espírito do pacotão de abril, editado pelo Presidente Geisel, quando os militares temiam perder a eleição que culminou com a eleição do General Figueiredo. Herdamos daí um sistema eleitoral com desvios absurdos, como o avilante peso eleitoral que se dá aos Estados menos populosos. Como resultado, politicamente, só podia dar no que deu. O maior pecado, porém, foi ‘petrificar’ um sem-número de temas, para os quais o constituinte de 1988 eliminou o poder das gerações futuras de reformar a Constituição. A comemoração deve ser feita, mas o brinde será bebido com um gosto amargo, porque há muito o que fazer para melhorar e o Brasil não se cansa de desperdiçar as oportunidades que sorte coloca em seu caminho para fazê-lo”, salientou Sergio Varella Bruna, sócio do Lobo e De Rizzo Advogados.

“A Constituição é um tema difícil e muito vasto. Tem 250 artigos sobre os mais diversos temas. Do ponto de vista estritamente penal, a Constituição aderiu ao chamado movimento “lei e ordem” e impôs ao legislador ordinário uma enorme pauta repressiva, uma tentativa de simbolizar o fim dos anos de chumbo e da repressão, todavia, falhou nesse intento, acabando por incrementar a repressão aos miseráveis no Brasil”, disse o criminalista Filipe Fialdini, do Fialdini, Guillon Advogados.

Concorda? Dê sua opinião sobre o tema no espaço de comentários.

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