Publicidade

quinta-feira, 20 de janeiro de 2011 Judiciário, STF | 16:18

Ajufe encaminha à presidente Dilma lista para ministro do STF

Compartilhe: Twitter

Ainda que o nome do advogado geral da União, Luís Inácio Adams, esteja gravitando em torno da 11ª vaga de ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), a indefinição e o mistério continuam cercando a escolha, que cabe à presidente Dilma Rousseff.

Com essa deixa, a Associação dos Juízes Federais (Ajufe) tornou à encaminhar à presidência da República uma lista composta de juízes de carreira, que segundo ela, poderiam ocupar a vaga deixada pelo ministro Eros Grau, que se aposentou em agosto do ano passado.

Os juízes indicados foram Fausto Martin De Sanctis, Leomar Barros Amorim de Sousa, Odilon de Oliveira, Reynaldo Soares da Fonseca, Ricardo César Mandarino Barreto e Teori Albino Zavascki. Os nomes foram escolhidos através de consulta entre os associados da Ajufe. Dentre eles, os mais votados foram De Sanctis, Zavascki e Oliveira.

A entidade de juízes entende que é fundamental que um juiz de carreira seja alçado ao Supremo uma vez que os ministros escolhidos recentemente, a exemplo do ministro Antonio Dias Toffoli, não seguem esse perfil.

A mesma lista já havia sido encaminhada ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em julho do ano passado.

Leia também:
Mesmo sem nome em lista, associação de juízes defende Asfor Rocha no STF
Dilma teria acertado com Lula ida de Adams para STF
Associação de juízes move ação no Supremo por vaga no STJ
Adams não assina parecer da AGU e mantém porta aberta para o STF

Notas relacionadas:

  1. Mesmo sem nome em lista, associação de juízes defende Asfor Rocha no STF
  2. Advogados cobram de Lula o novo ministro do STF
  3. AMB pede a Dilma que escolha um juiz para vaga aberta no STF
Autor: Marina Diana Tags: , ,

1 comentário | Comentar

  1. 1 Sidney Chagas 22/01/2011 17:29

    Sou advogado e acho mais correto prestigiar aqueles juízes de carreira, deixando de lado o interesse politiqueiro, como vem ocorrendo nas últimas nomeações. Aliás, deveria haver uma sabatina bem puxada, não pelos próprios políticos no Congresso, que em sua grande maioria nada entendem de direito, mas pela área Jurídica. Não é a toa que o STF não goza
    mais do prestigio de outrora, ficou político demais; as decisões atendem a interesses, existem panelinhas internas, etc. Aliás, o direito em si virou um balcão de negócios, que começa no escritório e termina nas Cortes. Como advogado acompanho a todo esse movimento com grande decepção. Quantos recursos o STJ, por exemplo, deixou de julgar, apenas por falta de cópia de peças processuais? Assoberbados, os tribunais procuram saídas para deixar de julgar. É uma justiça que se volta para quem term direito e prestigia aquele que não tem.

    Responder
  1. ver todos os comentários
 

Antes de escrever seu comentário, lembre-se: o iG não publica comentários ofensivos, obscenos, que vão contra a lei, que não tenham o remetente identificado ou que não tenham relação com o conteúdo comentado. Dê sua opinião com responsabilidade!

* Campos obrigatórios


 

Responder comentário


* Campos obrigatórios