Ações em Goiás e Minas levam 6 meses; SP demora 3 anos
Os processos trabalhistas ajuizados nos Estados de Goiás e Minas Gerais têm resoluções mais rápidas, tanto em primeira quanto em segunda instância, com tempo médio de seis meses. Na outra ponta vem o Estado de São Paulo, considerado o mais lento do País, com tempo médio de três anos para julgar um recurso.
O balanço dos tribunais trabalhistas do País, realizado pelo escritório Demarest & Almeida Advogados a pedido de Leis e Negócios, revela ainda que Brasília também desponta como um dos locais cujo trâmite processual na área trabalhista corre mais rápido, com tempo médio de 18 meses. O estudo foi realizado com base nos mais de 14 mil processos do escritório.
“Os tribunais mais lentos são aqueles que também tem o maior volume de processos, mas isso não significa que eles tenham menos funcionários que os demais”, disse Geraldo Baraldi, da banca Demarest & Almeida. Atuante na advocacia patronal, Baraldi diz que a demora nos julgamentos é prejudicial tanto para o empregado como para o empregador.
O especialista ressalta, porém, que a informatização do judiciário tende a diminuir esse tempo. “A homogeinização nos processos acelerou os casos”, afirma.
Quando a discussão avança, para chegar ao Tribunal Superior do Trabalho (TST) não demora muito, justamente por conta do processo eletrônico. “Antes demorava até seis meses. Agora é diferente. Mas para julgar pode demorar um ano ou menos, depende do relator”, avalia Daniel Chiode, advogado da mesma banca, mas que atua em Brasília.
“Com a meta do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), o TST costuma julgar mais rápido as matérias mais repetidas. Tem ministro que não se importa tanto com a meta e julga sem se sentir pressionado. Tem outros que julgam com mais celeridade”, comenta Chiode.
No entendimento dele, o processo pode até chegar rapido ao gabinete, mas o “momento do julgamento ainda é sagrado”. “Quando o ministro se debruça sobre o processo para decidir, tanto faz se é digital ou de papel, pois o momento e o tempo de reflexão são iguais. Mas numa média final, os julgados estão mais rápidos”, completa.
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11 marco norbert 16/08/2011 16:05
em são jose dos campos demora mais de 5 anos a 1a instancia,se vc cair no juiz da primeira vara…
10 paulo 23/10/2010 17:29
realmente!!! a matéria até que pegou leve… tenho processos há 10 anos aguardando julgamento no TJ de São Paulo.
9 Sebastião Arlém 23/10/2010 10:06
Perdão, não li o artigo, pensei que se tratasse de ações comuns e não trabalhista.
Esta não é minha área.
8 Sebastião Arlém 23/10/2010 10:05
Não tenho conhecimento da estatística que produziu este resultado: ações em Goiás levam seis meses.
Sou advogado em Goiânia e afirmo que levam em média muito mais que seis meses.
Seria ótimo se fosse assim, um alívio!
Façam uma pesquisa real e comprovem.
7 Chirac 27/09/2010 7:48
Só tres anos. Eu digo só , porque tenho amigos em Minas Gerais que entraram com ações contra do Estado de MG e só receberam os valores nos seus contra-cheques depois de mais de 10 anos. Precisamente entraram com a ação em 2000 e só receberam nos seus contra-cheques ações alimentares em 2010 . Os precatórios dizem ainda demora uns 5 ou mais anos. Ações simples como as resolvidas no Procon de imediato , levam anos no TJMG para serem transitadas em julgado. Isto eh Brasil, sil, sil, varonil.
6 Manoel 26/09/2010 21:13
No pais tudo funciona como no velho ditado popular (FARINHA POUCA, MEU PIRÃO PRIMEIRO), é normal que todos defendam suas profissões, no entanto é viavel observar que cada uma delas tem seu lado bom, mais tambem tem suas mazelas.
Vou citar alguns exemplos e que tudo ocorre pelo não acompanhamento da demanda, se vai a um hospital existe por exemplo 2 clinicos para atender 10 pacientes por dia depois de dez anos temos o mesmo numero de medicos, mas a população trilicou e ai é onde não se encontra nes se quer uma consulta com medico e tudo funciona como uma escada se não marca uma consulta não se marca um exame.
No momento em que se marca a consulta quando vai marcar um exame a tal agenda do exame está fechada sem data para ser marcado aquele examem que o medico pediu.
Mais da o pobre paciente coseguiu marcar o exame mais so para depois de 6 meses e qundao sai o resultado daqui a mais seis meses pois não tem pessoa suficiente para dar laudos e a doença avança de forma avaçaladora pois a doença não dar pausa ela continua.
Na justiça funciona desta forma com um agravante não temos uma justiça desde seu inicio até o seu tôpo, até porque tudo tem que ser INDICADO. por pessoa ou governantes o que torna A JUSTIÇA DEPENDENTE E NÃO INDEPENDENTE, e por isto torna a justiça propicia a devolver os favores da indicação.
No entanto se toda justiça tivesse votãção interna para formar o superior e supremo e com eleição da forma que á as OABS. ai ai quem sabe a justiça tivesse um pouco mais de crédito.
Na condiçaõ de cidadão assisti a votação do supremo no caso FICHA LIMPA.
Da forma em que foi conduzida e segundo alguns ministros a lei fere a constituição e seria favoravel a valer nas proximas eleições em nesta não.
Mais conforme o entendimento dos nobres é mais facil derrubar uma lei que tem como proposito parar os politicos magicos com o dinheiro publico, do que tiralos do poder.
É um tapa na cara da sociedade pois suportar um corrupto que por manobras conseguiu se livrar no memonto em que era acusado e depois volta como se nada tivesse acpontecido.
E assim vamos nós até quando não se sabe e pra onde vamos so deus sabe mais vamos.
5 Samuel 26/09/2010 20:29
Três anos para ser julgado em primeira instancia. Depois… só Deus sabe !
4 Sidney 26/09/2010 18:07
Não é nenhuma mentira a reportagem. Advoguei no Rio. São Paulo e Brasília e, infelizmente,
em São Paulo, a Justiça é ainda mais demorada. Com respeito àqueles que discordam, acho que a pesquisa reflete a verdade dos fatos. Acredito que isso não se deve a nenhum governador, como alguns querem fazer crer, nesse oportuno momento “eleitoreiro”.
3 Edna,2 26/09/2010 13:33
“Prezada Senhora,refaça as suas contas,pelo menos em S.PAULO.
2 Marcos Antonio Carvalho 26/09/2010 11:47
Isso sem comentar a greve do judiciário de são Paulo, é o resultado do efeito do massacre da (José) SERRA elétrica no estado.