“INPI continua pequeno”, diz presidente da instituição
O Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI) quer que a concessão de marcas e patentes no País aconteça com maior rapidez. Para tanto, precisa aumentar a mão-de-obra interna. Só que, para isso, é necessária a contratação de pessoal por meio de concurso, método que demora —e muito— já que precisa de autorização do governo, dentre outros procedimentos, para realizaras contratações.
“O INPI continua pequeno. Só para se ter uma idéia, o Escritório Norte-Americano de Marcas e Patentes (USPTO) tem 6 mil examinadores atualmente e vai contratar mais 2 mil agentes. Aqui não temos nem a metade disso. Se pretendemos conceder patentes, precisamos ter um instituto forte para fazer frente a isso”, disse Jorge Ávila, Presidente do INPI, durante a abertura do 30º Congresso Internacional da Propriedade Intelectual, que acontece em São Paulo.
Mesmo com a reduzida equipe, o presidente do INPI incentiva empresas brasileiras sobre a importância do registro de marcas e patentes. “As empresas precisam rapidamente proteger seus ativos”, afirma. O INPI conta, atualmente, com 623 servidores. Esse número deve subir para 965, segundo projeções do instituto.
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