iG
iBest BrTurbo

Publicidade

Publicidade
15/07/2009 - 17:52

“Conselhos” da OCDE ao Brasil são ridículos

A OCDE, com todo o respeito, deveria ir cuidar lá dos problemas da economia dos países que a sustentam e nos poupar de palpites sobre a economia brasileira. Agradecemos as recomendações, mas, diante dos fatos, podemos dispensar. Além do mais, não dá para entender muito bem os tais “conselhos”.

OK, há situações em que medidas anticíclicas adicionais podem ser “desaconselháveis”. Mas, no caso, por quê? Se a própria OCDE reconhece que o déficit primário que eles projetam (2% do PIB) não compromete o compromisso fiscal do governo… E, depois, se o déficit nominal nem ameaça chegar aos 2% do PIB – menor, em certos casos bem menos, do que nos países “avançados” que compõem a OCDE –, com o que, realmente, eles estão preocupados?

E a carga sobre a carga tributária? Certo, lá vêm eles fazer coro com a moçada daqui e bater no bumbo que é alta, é alta para emergentes e é alta até para países ricos. Pode ser, mas e a qualificação da carga, cadê? Há quanto tempo não se vê por aqui criação de tributos ou mesmo aumento de alíquotas (algumas, nos impostos diretos, por justiça fiscal, até que podiam aumentar mesmo). Será que, além disso, na hora da comparação com outros países, descontaram da carga tributária as contribuições para a Previdência, que só aqui entram no bolo?

Bacana o lembrete de que é melhor rever o sistema tributário – “complexo e indutor de competição entre os estados” – do que ficar com medidas pontuais de estímulo à economia. Descobriram a pólvora, mas será que é a hora? E, de novo, não faltou qualificar? De que reforma estão falando? Uma, de verdade, que faça os que podem mais contribuir mais, ao contrário do que ocorre hoje?

Melhor ainda o conselho para reduzir a meta de inflação e apertar as margens para mais ou para menos. De que vale, principalmente nos tempos atuais? É só um jeitinho manhoso de garantir o velho “carry trade” de sempre, milho não aos porcos, mas aos rentistas globais. Uma beleza.

Resumindo o trololó, nada além do conhecido receituário neoliberal. Mas, vem cá, receituário neoliberal em julho de 2009? É, não há mesmo limite para o ridículo.

Autor: José Paulo Kupfer - Categoria(s): Blog Tags:

Ver todas as notas

82 comentários para ““Conselhos” da OCDE ao Brasil são ridículos”

  1. DI disse:

    Kupfer,
    O receituario que você chama de “neo liberal” é o que está propiciando a inclusão de milhares de brasileiros na nova classe média.
    Para continuarmos no caminho certo é necessário a reforma tributária e a reforma do Estado, em todos os sentidos.
    Aliás seria interessante uma pauta sobre os 15 anos de Real. Por que você não entrevista um dos fundadores do Plano, o Persio Arida.
    abs,
    DI

  2. Ney henrique disse:

    Magina Kupfer … essas coisas acontecem. Eu só escrevi pra mostrar que eu estava ainda na discussão…

    Um forte abraço!

  3. Angelo Frizzo disse:

    SÓ P/ESCLARECER:
    -Divulgaram que o PIB 2008 foi de mais de US$ 1,5 trilhões
    -Divulgaram que o total dos impostos(incluindo a previdência, representou 35,8% do PIB ou R$ 1, 038 trilhões

    Como alguns mostraram dados diferentes, gostaria que o sr.JPK confirmasse os valores.Grato.

  4. Angelo Frizzo disse:

    Me esqueci….BOM RETORNO SR KUPFER
    Ainda bem que voce voltou.
    Você sai e essa turma começa a discutir, discutir, discutir e…
    Não tem ninguém que consiga acalma-los.
    Um abraço

  5. Egomet disse:

    Caro Kupfer, ja’ que sugeriram uma entrevista com um dos fundadores do Plano Real, porque essa entrevista nao pode ser feita com o Eduardo Bacha? Afinal, o primeiro nome do Plano Real foi Plano Bacha I, depois mudou para Plano Bacha II (exatamente por ter sido Bacha o lapidador maior do plano), ate’ receber o nome atual.
    Quanto ao Persio Arida… e’ o mesmo que dizer que o que acontece hoje no Brasil tem algo a ver com o que se fez (gulp!) nos governos anteriores.
    Boa Noite.

  6. José Paulo Kupfer disse:

    DI,

    Desculpa, mas o receituário neoliberal, com o Lula, só ficou no lado monetário. No lado fiscal (políticas de transferência de renda, recuperação do salário mínimo, mercado doméstico etc.) está longe do receituário. Não acredito que você ache mesmo que o governo Lula é neoliberal na essência. Está só querendo defender (mal, na minha opinião) o seu ponto de vista.

    Quanto ao Persio, infelizmente,o homem não gosta de falar publicamente. Atualmente, ganha dinheiro, para ele e para outros, no mercado financeiro. Nem sei se continua estudando. Até se mandou e mora hoje em Londres.

    A propósito, o Persio também estava no Plano Cruzado, aquele ultra-heterodoxo, do qual, certamente, você tem engulhos só de ouvir.

    Abrs.

  7. jose carlos disse:

    ney henrique vc ainda não percebeu não é uma atitude individualista muito pelo contrario,é total independencia a escola publica e verba direta na mão do diretor e fiscalização dos pais de alunos,eu que disse é acabar com o modelço atual de secretarias de educação coisa de comunistas totaalitários,verba na mão do diretor e avalizção dos alunos,total independencia para o diretor adimitir e demitir,total independencia para as escolas publicas receberem verbas diretas das empresas,limetes de percentuais de impostos que nos contribuientes depositariamos diretamente nas contas das escolas que apostar que melhora,só que o grande negocio e o grande cabide de empregos já eram,voce sabe quantos intermediarios existem para poder pintar uma escola publica,entre requerimentos normas e etc,vc, sabia que a melhor escola publica ,classificada no enem é porque um diretor mandou as favas as delegacias de ensino e3 os burocratas e começou a avaliar os alunos,incluse reprovando-os essa turma de pedagogos eu conheço bem estudei na PUC,E QUE ELES QUEREM É COMISSÃO DISSO COMISSÃO DAQUILO TRANFORMAR CRIANÇA EM AGENTES POLITICOS,MAIS DAR-LHES A FERRAMENTA NEM PENSAR,são enrolões,pense no seguinte quando aparece um concurso publico para professores são milhares para poucas vagas,assim que são adimitidos começam a fazer greve porque o salario é baixo,tem alguma coisa errada no reino da dinamarca não?vamos dar independencia as escolas e assumir as nossas responsabilidades teenho certeza que cada um de nós tem bastante a fazer pela escola mas nessa estrutura,com essa burocracia preguiçosa que só aparece quando vè uma camera de televisão. Vamos la Ney henrique não confunda,ser independente com ser individualista vou anexar algo interresante:Como ensina Ludwig von Mises, existe este sistema de trocas – o sistema capitalista – em que uma pessoa dá a outra algo em retribuição por algo diferente que ela deseja. Neste sistema, ninguém é obrigado a seguir sob coação as ordens de ninguém e qualquer um pode cooperar da forma como quer e de acordo com seus talentos, disponibilidades e possibilidades. Além deste, não bastante, existe também um outro, que caminha de forma paralela, no qual pessoas se unem voluntariamente para propiciarem o bem-estar de outras sem delas cobrar nada em troca.
    Um sistema alimenta o outro, e o mais interessante: ambos dependem do financiamento – e, portanto, da aprovação – da população. Uma padaria que não se empenha em produzir os melhores pães está condenada à falência, do mesmo modo que a entidade filantrópica pode perder seus patrocinadores se eles vierem a descobrir que seus recursos são desviados ou mal empregados. Muitas vezes, estas atividades se confundem em uma só, como é o caso do médico consagrado que vai à periferia atender os menos afortunados ou da escola que distribui bolsas. Trata-se, portanto, de um complexo e intricado mutirão.

  8. jose carlos disse:

    ney henrique não é porque esta nos códigos é exequivel,senão o império romano não teria caído/CERTO

  9. jose carlos disse:

    PARA SE PENSAR:Como ensina Ludwig von Mises, existe este sistema de trocas – o sistema capitalista – em que uma pessoa dá a outra algo em retribuição por algo diferente que ela deseja. Neste sistema, ninguém é obrigado a seguir sob coação as ordens de ninguém e qualquer um pode cooperar da forma como quer e de acordo com seus talentos, disponibilidades e possibilidades. Além deste, não bastante, existe também um outro, que caminha de forma paralela, no qual pessoas se unem voluntariamente para propiciarem o bem-estar de outras sem delas cobrar nada em troca.
    Um sistema alimenta o outro, e o mais interessante: ambos dependem do financiamento – e, portanto, da aprovação – da população. Uma padaria que não se empenha em produzir os melhores pães está condenada à falência, do mesmo modo que a entidade filantrópica pode perder seus patrocinadores se eles vierem a descobrir que seus recursos são desviados ou mal empregados. Muitas vezes, estas atividades se confundem em uma só, como é o caso do médico consagrado que vai à periferia atender os menos afortunados ou da escola que distribui bolsas. Trata-se, portanto, de um complexo e intricado mutirão.

  10. Alberto disse:

    JPK, bom retorno e obrigado pelo espaço livre do blog anterior.

    Concordo com toda sua indignação com relação as bobagens da OCDE, mas acho também, que precisamos um pouco de humildade, descermos do pedestal e nos colocarmos no lugar de uma nação que tem muito, mas muito ainda por fazer.
    Que tal quando alguem disser uma besteira e não for absolutamente nada aproveitavel, simplesmente deletarmos e não darmos ouvido a ela e nos focarmos nos problemas que precisamos resolver. Até porque, acabamos valorizando tais besteiras, quando perdemos tempo discutindo as bobagens que os outros dizem,

    Grande abraço e bom retorno
    da um pouco de valor a estas bobagens.

  11. Alexandre Leite disse:

    “Será que, além disso, na hora da comparação com outros países, descontaram da carga tributária as contribuições para a Previdência, que só aqui entram no bolo?”

    Há anos que se lê isso, mas nunca vi um estudo comparativo sério.

  12. jose carlos disse:

    é só um texte BOM DIA A TODOS DO BLOG

  13. Chirac disse:

    Bom dia Kupfer . Como foi de férias ?
    Sobre a matéria , ainda nos tratam como se a nossa economia brasileira estivesse no seculo passado, nos tempos de hiperinflação, dívidas com FMI e submissão . Avaliações incorretas medidas por um aparelho ainda muito usado para os países mais pobres e “emergentes” , ou seja o aparelho se chama “Chutômetro” ou em inglês para os que gostam de usar palabras em inglês : Traduction: “Out Feet” !

  14. Ney Henrique,

    Sou um cara de boa fé, em princípio eu acredito nas pessoas. Houve um tempo em que, apesar de não concordar com a ideologia socialista/comunista/intervencionista, respeitava as pessoas que defendiam essas idéias porque achava que elas eram honestas. Hoje em dia sou um liberal bem mais convicto e perdi todo o respeito por essa corja que quer conquistar e manter o poder a qualquer custo. O PT era um partido com o qual não tinha afinidade ideológica, mas respeitava as pessoas que o compunham porque acreditava na sua boa intenção. Realmente eu era muito ingênuo. Depois de todos os escândalos em que se envolveram, das mentiras, dólares em cuecas, depois que descobri que eles são iguais ou pior que os outros, não acredito em nada que venha dessa gente, principalmente estatísticas. Porque eles fazem tudo com o único objetivo de se perpetuar no poder. O populismo, a busca pelo igualitarismo, a coletivização, a redistribuição artificial e demagógica da renda nos levará inevitavelmente a mais pobreza. Mas isso não importa para eles, o que importa é manter o poder e brincar de reizinho populista.
    E antes que alguém me acuse de Tucano, declaro que não tenho partido, pois não existe nenhum neste país que seja digno do meu voto.

    O problema, Ney Henrique, é que vocês socialistas/comunistas e intervencionistas só pensam na distribuição, não pensam na produção. Mas a produção está intimamente ligada e dependente do tipo de distribuição que se estabeleça. Sim, porque quem vive pregando o aumento de impostos não pode estar pensando no aumento da produção. Vocês planejam construir o segundo andar de um prédio sem antes ter construído o primeiro. O liberalismo prega uma maneira consistente de aumentar a produção e melhorar a distribuição. E não é aquela história idiota de fazer o bolo crescer para depois distribuir. Não é isso. Pois o bolo será distribuído na medida em que crescer, mas nunca antes de existir. Se o mercado produzir 5 sacos de feijão, os 5 sacos serão distribuídos. Se produzir 20 sacos, os vinte serão distribuídos. Qualquer coisa que o mercado produza, tenha certeza que será distribuído pelo próprio mercado na sua totalidade no decorrer do tempo. Então, o que pregamos é que se crie um clima favorável à multiplicação da produção. E esse clima não será conseguido com a alta carga tributária, com a ameaça constante da criação de impostos sobre os ricos, impostos sobre grandes fortunas, impostos sobre herança, controles de preços ou qualquer coisa que ameace o aumento da produção acima do aumento da população, ou seja, que ameace o aumento da produtividade. Vocês todos sabem muito bem que a maioria das pessoas constrói o que constrói objetivando o futuro da prole. Destruam essa motivação, e estarão destruindo a possibilidade do progresso.

    Há princípios dos quais não se podem prescindir. Não há como aumentar a produção sem a prévia acumulação de capital. E esse capital acumulado deve ser aplicado nos setores produtivos da sociedade. E a sociedade assim o fará através dos empreendedores. Do outro lado, tudo o que é arrecadado em impostos vai para o setor improdutivo da sociedade, vai para uma máquina que consome muito e não produz nada. Nós sabemos como funciona o espírito de corpo. A sociedade deve despertar para isso, ou seja, para que não permita que o setor improdutivo cresça mais que os setores produtivos. Mas, infelizmente, é isso o que acontece nos países onde o Estado se agigantou. O setor improdutivo, o que manda, subjugou os setores produtivos da sociedade. O setor improdutivo também é necessário, mas ele não pode engolir os setores produtivos. Quanto menor o setor improdutivo e maior o setor produtivo, mais próspera será a sociedade. Isso é uma obviedade, mas tem gente que não enxerga.

    Veja a vergonha que está o nosso congresso. Há dezenas de copeiros, garçons, diretores, faxineiros e serviçais para cada senador ou deputado donos de castelos, mansões, aviões… tudo pago por nós, os pagadores de impostos. Uma verdadeira destruição de riqueza. Uma vergonha, um descalabro, um escárnio… e faltam palavras para descrever aquele “paraíso infernal.” E aquilo se multiplica por dezenas de estados, milhares de municípios, centenas de estatais, milhares de autarquias e repartições públicas. Se lá, nas barbas da grande imprensa nacional a roubalheira e a sem-vergonhice correm soltas, imagine no resto do país. É uma sangria capilarizada de recursos sendo consumida por parasitas encostados nos donos do poder.
    Nós, aqui do nosso lado, temos que pressionar para que isso diminua, afinal nós que produzimos coisas palpáveis é que estamos pagando essa conta criminosa. E pressionar não é ir lá na frente do congresso agitar bandeiras e gritar palavras de ordem. Não é isso. Pressionar para que aquilo lá diminua é usar todos os espaços que tivermos para pregar a diminuição do Estado. O Estado é necessário, mas não em demasia. Temos de pressionar para a diminuição dos impostos e conseqüente diminuição do desperdício, assim teremos mais capital aplicado no aumento da produção. Agora, quem não faz parte daquele clube de vigaristas privilegiados e amparados por leis sacanas pregar aumentos ou a manutenção dos altos impostos que já temos, como fazem alguns por aqui, é prestar um grande desserviço à nação – principalmente aos mais pobres – e assinar o atestado de burrice.

    Francisco Rypl

    http://frypl.blog.terra.com.br/

  15. DI disse:

    Bom dia, Kupfer

    Certamente o Lula não é liberal…e honestamente acho que nem ele sabe o que ele é.
    O quero dizer é que as políticas de estabilidade monetária e também fiscal (sim o Governo atual tem mantido as metas de superavit), aliada a liberdade de mercadorias,liberdade de fluxo de capitais, propiciaram a inclusão econômica de milhões de pessoas, não só no Brasil como em outros paises emergentes. O bolsa família é apenas uma ajuda e está longe de incluir economicamente seus favorecidos. Quanto ao salário mínimo, houve sim ganhos reais, mas sem o crescimento seu efeito seria nulo.
    Acho que o conselho da OCDE é válido, o mundo mudou, tem menos investimento sendo feito, as arrecadações estão caindo, portanto é hora ser cauteloso. Na hora que os governos puxarem de volta os trilhões despejados nas economias, temos que estar preparados para não sofrer.
    Quanto ao real, acho válido uma nota, pois economicamente foi um fato importante. Lembrei do Persio Arida, mas poderia ser o Edmar Bacha. Acho que é o gancho para você fazer uma entrevista provocativa e inteligente como a que você fez com o presidente da Embraer

    abs, DI

  16. Alexandre Leite disse:

    Francisco Rypl
    “Sou um cara de boa fé [...] o problema, Ney Henrique, é que vocês só pensam na distribuição, não pensam na produção.”

    Precisa dizer mais alguma coisa?

  17. jose carlos disse:

    alexandre leite para concluir doutrina liberal tem no seu âmbito econômico apenas uma face da amplidão filosófica que abrange; na verdade, o que ela protege é o direito de cada ser humano de perseguir seus sonhos e sua felicidade, e entende que isto só pode ser possível se esta pessoa for livre e puder dispor de seus próprios recursos, adquiridos de forma originária ou contratual.

  18. Alberto disse:

    Francisco Rypl, façam minhas as suas palavras.
    Concordo com tudo que voce escreve, principlamente quando diz que nao é preso a ideologias, onde considero um grande atraso para o pais, tais discussões ideologicas, que não levam a lugar algum.
    Os liberais se apropriam do termo “responsabilidade fiscal” como se fossem seus e os comunistas se apropriam do termo “distribuição de renda” como se fossem seus. Para mim significa, que ou se tem responsabilidade fiscal ou se faz distribuição de renda, como se as duas coisas fossem impossiveis de se fazer juntas.

  19. Alberto disse:

    Francisco Rypl, excelente comentario, façam suas as minhas palavras. Concordo com tudo que voce escreveu, principalmente quando diz que não é preso a ideologias.
    Parabens.

  20. Manoel Paulo disse:

    Prezado José Paulo:

    Será que foi desse OCDE que se originou a gripe suína (PIG)? Ou seria mais uma ação do nosso “invencível” PIG – Partido da Imprensa Golpista? Porque, segundo os (de) formadores de opinião do PIG, a crise é uma questão cíclica, que logo passará e o partido tomar o Poder.

Deixe um comentário:

Antes de escrever seu comentário, lembre-se: o iG não publica comentários ofensivos, obscenos, que vão contra a lei, que não tenham o remetente identificado ou que não tenham relação com o conteúdo comentado. Dê sua opinião com responsabilidade!

Os campos com * são de preenchimento obrigatório






Voltar ao topo